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Le sourire de ma Petite-Chihiro

Dans le document La Berceuse des Souvenirs, Mimzzy (Page 57-62)

Realizada uma breve caracterização do campo e apontadas algumas características em torno do empoderamento das mulheres, o próximo passo é responder quem são essas mulheres, quais suas principais características e como vivem. Para adentrar o universo das entrevistadas, retomo aqui anotações e observações realizadas quando das primeiras experiências de contato com as mulheres no campo. Com relação à cor da pele/raça, as próprias entrevistadas se autodeclararam.

1. Maria dos Anjos, 24 anos, nasceu no dia 4 de maio de 1989, no município de Santa Brígida. Mora na comunidade de Canabrava, no Subterritório Sertão de Valor. É solteira, vive uma união consensual há cinco anos e tem uma filha de quatro anos de idade. Como profissão, é agricultora, mas a sua ocupação é artesã. Tem oito irmãos adotivos, pois foi criada por um tio e sua esposa, que trabalham como vaqueiro e lavadeira, respectivamente. Ela concluiu o ensino médio, não participa da associação, somente do grupo de artesanato.

2. Maria Alice, 26 anos, nasceu no dia 11 de janeiro de 1988, no município de Ribeira do Amparo. Morou, por 16 anos, em São Paulo e, atualmente, na comunidade Bariri, no Subterritório Unidos do Brar. É solteira e vive uma união consensual há 10 anos. Não tem filhos. Como profissão, é agricultora e sua ocupação é artesã do fiapo. Tem cinco irmãos e seus pais são separados. Sua mãe é doméstica, seu pai pedreiro e ambos moram em São Paulo. Ela concluiu o ensino médio e exerce o cargo de secretaria na Associação Comunitária e Cultural do Bariri, Rio Seco, Alto e Rio Quente de Cima.

3. Maria Esperança, 29 anos de idade, nasceu no dia 17 de janeiro de 1985, no município de Jeremoabo. Mora na comunidade Bananeirinha, no Subterritório Ribeirinhos. É casada e tem dois filhos: um menino e uma menina. É agricultora e apicultora, mas, atualmente, também é estudante do curso técnico em agropecuária. Ela já tem o ensino médio completo. Tem cinco irmãos e seus pais são agricultores. Ela exerce o cargo de vice- presidente na Associação Comunitária Bananeirinha e Adriana.

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4. Maria das Dores, 31 anos, nasceu no dia 28 de junho de 1982, no município de Banzaê. Mora na comunidade quilombola Maria Preta, Subterritório Juntos Venceremos. Seu estado civil é solteira, mas está recém-separada de uma união consensual que durou doze anos. Desta união, tem um filho de nove anos. De profissão, é agricultora e também artesã, e concluiu o magistério. Tem quatro irmãos e mãe e pai agricultores. Na Associação das Famílias Agricultoras Remanescente do Quilombo de Maria Preta, exerce o cargo de “coordenadora de gênero”.

5. Maria da Paz, 32 anos, nasceu no dia 2 de junho de 1981, no município de Fátima. Mora na comunidade Fazenda Pedrinhas, Subterritório Nossa Senhora do Bom Passo. Seu estado civil é solteira e tem um filho de quatro anos de idade. De profissão é agricultora, mas às vezes, quando tem encomenda, assume a ocupação de costureira na comunidade. Tem o Ensino Fundamental II incompleto, tendo estudado até a 7ª série. Têm três irmãos, todos morando em São Paulo. Seu pai é agricultor e sua mãe é falecida. Exerce o cargo de tesoureira na Associação dos Pequenos Produtores Rurais da Fazenda Pedrinhas.

6. Maria dos Prazeres, 32 anos, nasceu no dia 1 de junho de 1981, no município de Novo Triunfo. Mora na comunidade Baixa da Roça, Subterritório Serra Redonda. Seu estado civil é solteira, mas vive uma união consensual há 12 anos, da qual tem duas filhas. É agricultora de profissão mesmo tendo concluído o curso de pedagogia do ensino superior. Tem seis irmãs e seus pais são agricultores. Na Associação Comunitária dos Produtores Rurais de Baixa da Roça assume o cargo de presidente.

7. Maria do Sossego, 38 anos, nasceu no dia 15 de novembro de 1975, no município de Santa Brígida. Mora na comunidade de Canabrava, Subterritório Sertão de Valor. É solteira e convive com o marido há 20 anos. Desta união, tem dois filhos: um menino e uma menina. É agricultora, e a sua ocupação é de merendeira na escola da comunidade; é também artesã. Tem o Ensino Fundamental II incompleto, pois estudou só até a 5ª série. Tem seis irmãos e seus pais são agricultores. Exerce, de fato, o cargo de tesoureira na Associação Comunitária dos Produtores e Produtoras Rurais Unidos por Canabrava, mesmo seu nome não constando oficialmente neste cargo. Também é a tesoureira do grupo do artesanato.

8. Maria de Lourdes, 42 anos, nasceu no dia 25 de dezembro de 1972, no município de Ribeira do Amparo. Mora na comunidade de Bariri, Subterritório Unidos do Brar. É solteira, porém, vive sua terceira união consensual, esta há oito anos. Seu marido atual mora em São Paulo e vem duas vezes ao ano. Tem um total de seis filhos, uma filha da primeira união, dois da segunda união e três da atual. É agricultora de profissão e tem também como ocupação ser artesã do fiapo. Iniciou o Ensino Fundamental I, mas fez apenas a 1ª série.

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Tem sete irmãos e a mãe é agricultora. Seu pai é falecido, morreu em consequência do alcoolismo. É sócia da Associação Comunitária e Cultural do Bariri, Rio Seco, Alto e Rio Quente de Cima.

9. Maria Amélia, 50 anos, nasceu em 20 de junho de 1963, no município de Fátima. Mora na comunidade Raso Pintado, Subterritório Boa Esperança. Seu estado civil é casada, porém está separada há alguns anos por não aguentar a violência do ex-marido alcoólatra. Tem oito filhos, cinco homens e três mulheres. É agricultora de profissão, mas tem como ocupação cuidar da casa e ser costureira. Tem o Ensino Fundamental I completo, fez até a 4ª série. Seu pai morreu quando ela era ainda pequena; sua mãe, que era agricultora, casou- se novamente e teve oito filhos. Ela afirma que foi ela quem criou os irmãos para que a mãe pudesse trabalhar na roça ou como doméstica. Na Associação Comunitária dos Agricultores Familiares de Raso Pintado e Lage da Boa Vista ela assume o cargo de tesoureira.

10. Maria José 50 anos, nasceu no dia 8 de abril de 1963, no Estado de Alagoas. Mora na comunidade Baixa do Mocó, Subterritório Os Batalhadores. É casada há 29 anos. Têm sete filhas, cinco moram em São Paulo, uma em Pernambuco e apenas a mais nova mora com ela. É agricultora de profissão e de coração, diz. Concluiu o Ensino Fundamental I, fez até a 4ª série. Seus pais são agricultores e, atualmente, estão separados. Sua mãe teve quinze filhos, dos quais vivos são sete homens e três mulheres. No período de nossa pesquisa (2009 a 2012), exercia o cargo de presidente na Associação dos Moradores da Comunidade Beleza; atualmente, é apenas sócia.

Dentre as dez mulheres entrevistadas, duas têm o ensino médio completo e afirmam ser de origem urbana, uma da cidade de Santa Brígida e a outra de São Paulo, ambas vindas na adolescência para a comunidade rural onde moram. As outras oito entrevistadas afirmam ser de origem rural: sete nasceram nas comunidades onde moram ou em comunidades vizinhas e uma, no estado de Alagoas.

As duas entrevistadas mais jovens são Maria Alice, 25 anos, e Maria dos Anjos, 24 anos. A primeira de cor parda, é solteira, vive há dez anos em união consensual, sem filhos e mora na comunidade de Bariri, município de Ribeira do Amparo. Maria Alice é alegre e muito inteligente. Artesã, trabalha com fiapo de pano fazendo almofadas, redes, tapetes e diz que, através do grupo do artesanato, a comunidade ficou mais unida. Ela assume o cargo de secretária, na Associação Comunitária e Cultural do Bariri, Rio Seco, Alto e Rio Quente de Cima. Durante a entrevista, lembrou-se da infância em São Paulo, do vício de jogar bingo de sua mãe e da vida dura que o pai levava para cuidar da casa e dos filhos. É a filha mais velha e com apenas 9 anos tinha de assumir o cuidado com os irmãos para que seu pai pudesse

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trabalhar como pedreiro. Já Maria dos Anjos nasceu na cidade de Santa Brígida, tem cor parda, é solteira e vive há cinco anos uma união consensual da qual tem um filho. Maria dos Anjos tem cabelos pretos e lisos, fala baixo, é tímida, mas participa do grupo do bordado porque queria aprender a fazer crochê. Mora na comunidade de Canabrava e participa da Associação Comunitária dos Produtores e Produtoras Rurais Unidos por Canabrava.

Maria do Sossego é da mesma associação que Maria dos Anjos, da qual é uma das fundadoras, e também do mesmo grupo do bordado. Enquanto conversávamos, ela fazia crochê na barra de um pano de prato do qual não levantava a cabeça enquanto respondia a minhas perguntas. Tem 38 anos, é parda, tem dois filhos (um menino e uma menina), é solteira, mas vive uma união consensual há 20 anos; estudou até a 5ª série. Ela assume a responsabilidade de tesoureira no grupo do bordado. Afirma que começou a trabalhar na roça, desde criança, para ajudar o pai e a mãe e que não sabe viver sem trabalhar.

A idade das mulheres entrevistadas varia entre 24 e 50 anos. Duas têm 50 anos, Maria Amélia e Maria José. As duas estudaram até a 4ª série primária; mesmo assim, assumiram cargos em sua comunidade. Maria Amélia é tesoureira da Associação Comunitária dos Agricultores Familiares de Raso Pintado e Lage da Boa Vista, município de Fátima. Maria José é da comunidade Baixa do Mocó, presidente da Associação dos Moradores da Comunidade Beleza, município de Santa Brígida. Maria Amélia, que se diz ruiva, é uma mulher sofrida, têm oito filhos, o marido era alcoólatra, sofreu violência doméstica até que, finalmente, separou-se dele. Já Maria José, que afirma ser morena clara, é uma mulher fisicamente forte, de mãos grossas, casada, teve sete filhas mulheres, trabalha na roça com hortaliça no quintal produtivo e tem orgulho de ser agricultora.

Das dez mulheres entrevistadas, nove são identificadas, pelo projeto, com a mesma especificidade de comunidade tradicional de agricultura familiar. Apenas uma pertence a uma comunidade que se identifica como negra/quilombola, a comunidade Maria Preta, no município Banzaê. Há quase vinte anos atrás, este município era terra indígena da etnia Kiriri. A comunidade Maria Preta é de difícil acesso, escondida em um relevo de baixada e esquecida do poder público, apesar da presença de alguns órgãos executantes de projetos específicos.

Nossa entrevistada nesta comunidade é Maria das Dores, uma mulher jovem, de 31 anos de idade, que estudou, fez o magistério, é mãe de um filho e recém-separada. Na ocasião da entrevista, como era a primeira vez em que eu estava naquela comunidade, ainda não conhecia Maria das Dores. Depois de descermos uma pequena ladeira, chegamos à casa dos pais dela, ao lado da qual ficava a casinha em que morava: à frente, uma grande árvore

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onde a família e os vizinhos costumam se reunir para conversar. O pai dela estava deitado em uma rede e, ao lado, três cadeiras à nossa espera, eu e a técnica que trabalhava com a comunidade. Logo, a mãe dela apareceu e iniciamos a conversa explicando do que se tratava e como seria a entrevista. Perguntei a Maria das Dores se a entrevista seria ali com todos juntos ou se preferia estar sozinha; neste exato momento percebi em seu rosto o alívio e ela me chamou para irmos até a sua pequena casa, apenas as duas. Maria das Dores é uma mulher envergonhada que está vivendo uma fase de dor e tristeza pelo fim do seu casamento. Durante a entrevista, falava da luta da Associação das Famílias Agricultoras Remanescentes do Quilombo de Maria Preta, onde ela assume a coordenação de gênero e da necessidade de continuar a organização para melhorar a vida na comunidade.

Com relação à cor da pele, apenas duas delas responderam com firmeza e com orgulho serem negras; seis delas se definiram como pardas, apesar de ter percebido a dúvida nesta afirmação; algumas, no início da entrevista, se disseram morenas. Apenas uma disse ser branca e uma outra afirmou (perguntando-me, porém) ser ruiva.

Maria Esperança é uma das que afirmou ser negra. Ela é uma jovem de 28 anos, tem dois filhos (um menino e uma menina), é casada, tem o ensino médio completo e está fazendo o 3º ano do curso técnico em agropecuária. Além de agricultora, trabalha com apicultura e foi Agente de Desenvolvimento Subterritorial (ADS) na comunidade Bananeirinha, no município de Jeremoabo, pelo Projeto Gente de Valor. É católica e mora ao lado da igreja, que ela varre e cuida para as missas e reuniões; sua entrevista foi realizada dentro da igreja. Ela é falante, responsável e muito compromissada com as atividades da comunidade.

A única entrevistada que afirmou ser branca foi Maria de Lourdes, 41 anos, que estudou só a primeira série primária, é solteira, vive uma união consensual de oito anos, tem seis filhos (cinco meninos e uma menina) e é artesã de fiapo de pano. Ela conta que participar do grupo do artesanato era difícil, pois não tinha com quem deixar as crianças, o que se resolveu com a creche do povoado. Relata, ainda, que passou fome e sofreu violência doméstica e hoje enfrenta sozinha a dificuldade de criar os filhos. O marido trabalha em São Paulo e vem duas vezes ao ano, segundo ela, fato muito comum na comunidade de Bariri, município de Ribeira do Amparo, já que não há emprego na região.

Maria da Paz é solteira, parda, tem 32 anos e um filho, sua mãe morreu de câncer e ela cuida do seu pai. É uma mulher forte, fisicamente, de olhos verdes e um sorriso bonito. Gosta do trabalho de tesoureira, função que desenvolve na comunidade pela Associação dos

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Pequenos Produtores Rurais da Fazenda Pedrinhas e de participar de alguns conselhos no município de Fátima.

Quando perguntei qual a profissão dos pais às entrevistadas, oito delas disseram que o pai e a mãe eram agricultores; uma respondeu que sua mãe já é falecida. As duas de origem urbana afirmaram, uma, que o pai é pedreiro e a mãe, doméstica, e a outra, o pai é vaqueiro e a mãe, lavadeira.

Ao perguntar sobre a profissão delas, percebo dúvidas nas respostas, apesar de todas elas desenvolverem atividades agrícolas e morarem na zona rural. Dez são mulheres rurais, mas apenas quatro afirmam ser agricultoras e demonstram prazer em sê-lo. No caso das mulheres por mim entrevistadas, tanto agricultoras como não agricultoras, o ser mulher e ser do ambiente rural são importantes fontes de significado da identidade. Porém, quando perguntamos qual a atual ocupação, para a minha surpresa, apenas duas afirmam ter como ocupação a agricultura. As outras informaram o seguinte: quatro são artesãs; duas são professoras; uma é estudante; e a última declarou-se do lar.

A escolaridade é importante para analisar o processo de empoderamento dessas mulheres. Duas não completaram o Ensino Fundamental I e duas conseguiram concluí-lo. Outras duas não concluíram o Ensino Fundamental II, quatro concluíram o ensino médio e uma o ensino superior. Esta última, Maria dos Prazeres, é uma mulher batalhadora, que passou fome, lutou muito, fez sacrifício para cursar e concluir a faculdade de Pedagogia, do que se orgulha muito. Ela é uma mulher alta, de cabelos longos e lisos, mãos grandes grossas e fortes, que fala alto e firme quando está presidindo as reuniões da Associação Comunitária dos Produtores Rurais de Baixa da Roça, no município de Novo Triunfo. Maria dos Prazeres tem 32 anos, é parda, tem duas filhas, é solteira, em união consensual há 13 anos com o pai das meninas, e é católica. O diferencial é que ela participou das Comunidades Eclesiais de Base61,junto com algumas companheiras que mantêm o trabalho de organização comunitária na comunidade Baixa da Roça.

O Quadro 2 traz informações sobre as mulheres agricultoras entrevistadas em 2013.

61 São grupos de cristãos leigos, geralmente pobres, que se reúnem, regularmente, nas casas de famílias ou em centros comunitários, a fim de ouvir e aprofundar a Palavra de Deus, alimentar a comunhão fraterna e assumir o compromisso cristão no mundo. Nasceram na década de 1960, ligados principalmente à Igreja Católica, foram incentivados pela Teologia da Libertação após o Concílio Vaticano II e se espalharam principalmente nos anos 1970 e 80 no Brasil e na América Latina. Disponível em: <http://comunidade-cebs.blogspot.com.br/p/blog-page_9263.htmlonível>; <http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunidades_Eclesiais_de_Base>. Acesso em: 30 jan. 2014.

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Quadro 2 – Informações gerais sobre as mulheres entrevistadas

Fonte: Pesquisa direta da autora realizada entre outubro e dezembro de 2013, como parte desta dissertação

NOME (fictício) IDA D E ( em ano s) Estado Civil N o de

Filhos Estado Conjugal Cor Orientação Sexual Profissão/ Ocupação Escolaridade Município

Solt. Cas. SIM NÃO FI FII M S

Maria Alice 25 união consensual Parda heterossexual agricultora/artesã C Ribeira do Amparo Maria dos Prazeres 32 2 união consensual Parda heterossexual agricultora/

professora Novo Triunfo

Maria da Paz 32 1 solteira Parda heterossexual agricultora I Fátima

Maria Amélia 50 8 separada Ruiva heterossexual agricultora/do lar Fátima

Maria de Lourdes 41 6 união consensual Branca heterossexual agricultora/artesã I Ribeira do Amparo Maria das Dores 31 1 separada Preta heterossexual agricultora/ professora Magistério Banzaê

Maria José 50 7 casada Parda heterossexual agricultora Santa Brígida

Maria Esperança 28 2 casada Preta heterossexual agricultora/ estudante C – Técnico

Agropecuário Jeremoabo Maria dos Anjos 24 1 união consensual Parda heterossexual agricultora/artesã C Santa Brígida Maria do Sossego 38 2 união consensual Parda heterossexual agricultora/artesã I Santa Brígida

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