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Sensibilisation des collectivités par les compagnies de chemin de fer

7. QUESTIONS DE VOISINAGE

7.3 Sensibilisation des collectivités par les compagnies de chemin de fer

Material:

Mamão verde;

Recipiente plástico para ralar o mamão;

Água bidestilada ou água fervida para limpeza da ferida;

Procedimentos:

Lavar o mamão com água e sabão

Ralar a polpa do mamão no ralo plástico;

Limpar a ferida com água bidestilada ou água limpa (fervida);

Cobrir a ferida com a polpa ralada e cobrir a lesão com gaze ou com um pano limpo;

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Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados a seus respectivos autores AÇUCAR – SACAROSE

Material: Açúcar cristal

Procedimento:

Limpeza da ferida com água limpa;

Cobrir a superfície com o açúcar e cobrir a ferida com gaze;

Resultados: Observa-se presença de tecido de granulação e diminuição da secreção;

Prováveis efeitos do açúcar sobre a ferida:

Eliminar as bactérias que contaminam a ferida

Reduzir o edema e melhorar a cicatrização local;

Nutrir as células superficiais da cicatriz;

Favorecer o crescimento do tecido de granulação;

Antiinflamatório e desbridante

Tempo de permanência:

Tempo de permanência no leito da ferida é bastante controverso

Sacarose: eliminação renal X lesão tubular, nos pacientes com lesão renal deverá de se ter um controle rigoroso da perda pela urina da sacarose: glicose.

Hiperosmolaridade ocorre em 15’ e decresce em 2 horas, portanto o curativo deve ser trocado a cada duas horas no máximo. E sofrer a reposição a cada quinze minutos.

Dificuldades:

A dor;

OSTOMAS

Por vários motivos, como lesão por ferimento por arma de fogo e ou arma branca, em situações clínicas agudas e ou em situações clínicas crônicas como no caso de neoplasia do sistema digestivo, são situações que um indivíduo necessita operar para construir um caminho para saída das fezes ou da urina, para o exterior. Esta intervenção cria um ostoma ou estoma (abertura), na região abdominal, por onde irão sair fezes em quantidade e consistência diferente assim como será eliminada a urina em forma de gotas.

O ostoma, por suas características anatômicas, que abre parte do órgão expondo a mucosa, livre de controle do sistema nervoso central e muscular, sendo desta forma impossível controlar voluntariamente a saída de resíduos, assim será necessário à utilização de bolsa para coletar fezes ou urina.

O aspecto de um ostoma normal é de uma coloração vermelha ou rosa, vivo brilhante e úmido. A pele ao seu redor deve estar lisa, sem vermelhidão, coceiras, feridas ou dor. Logo após a cirurgia o ostoma estará inchado, mas gradualmente reduzirá seu tamanho. Apresenta um tamanho em torno de 2-5 cm de diâmetro e 3-4 cm de saliência.

Na mucosa do ostoma, não existem nervos, assim podem ser tocadas, pois o paciente não sente dor, porém é uma mucosa que pode ser facilmente ferida. Ao realizar os cuidados com o ostoma, pode ocorrer um pequeno sangramento, mas isso é normal, porém se o sangramento persistir deve-se comunicar ao médico.

Tipos de ostoma:

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Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados a seus respectivos autores • Colostomia: É um ostoma realizado em

porção do cólon (intestino grosso), assim no processo de eliminação dos restos não digeridos dos alimentos, as fezes são eliminadas nessa porção do intestino, não passando pelo reto e anus. A consistência das fezes eliminada é muito parecida com a anterior, pastosa. Os gases produzidos pelo intestino são eliminados também pela colostomia.

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Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados a seus respectivos autores • Ileostomia: Caracterizam-se por ostoma realizado na porção do íleo (intestino delgado) assim no processo de eliminação restos alimentares não digeridos dos alimentos, as fezes são eliminadas nessa porção do intestino, não passando pelo cólon (intestino grosso), reto e anus. As fezes apresentam uma consistência líquida ou semilíquida, devendo-o paciente ingerir uma quantidade maior de líquidos. Podem também ser mais irritantes a pele periestoma, por serem mais alcalinas, assim deve-se aumentar os cuidados de proteção da pele, evitando possíveis irritações.

• Urostomia: É um ostoma realizado após a retirada da bexiga, utilizando uma parte do intestino delgado para conectar, o ureter a uma abertura no abdômen. O efluente que sairá é a urina, em forma de gotejamento, podendo também causar irritações na pele, sendo importante um protetor de pele.

ATENÇÃO!

Os cuidados com as ostomias devem ser realizados pela enfermagem devendo também fazer a orientação ao paciente para que ele cuide quando for embora para casa.

Utilizamos para a coleta dos efluentes, dispositivos que podem ser peça única ou duas peças, conforme adaptação do paciente.

Material:

• Uma placa, uma bolsa, e um clipe; • Um par de luvas de procedimento: • Gazes;

• Um frasco 125ml de soro fisiológico ou água corrente • Tesoura;

• Sabão neutro; • Saco plástico de lixo.

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Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados a seus respectivos autores Procedimentos:

• Reunir o material; • Lavar as mãos;

• Orientar o paciente o que será realizado; • Expor o local a ser manipulado;

• Calçar luvas de procedimento;

• Retirar a bolsa e placa usada e desprezar em saco plástico;

• Utilizando, gaze, soro fisiológico e sabão realizar a limpeza da pele periestoma e desprezá-la em saco plástico;

• Realizar a limpeza do ostoma:

• Recortar o orifício central da placa no tamanho certo do ostoma sem deixar pele exposta, para evitar que caia efluente na região causando irritação;

• Retirar o papel protetor da placa e aplicar sobre o ostoma, fazendo uma leve pressão, para bem aderir;

• Fechar a bolsa com clipe e Colocar a bolsa à placa encaixando os flanges; • Deixar o paciente confortável;

• Desprezar o material no expurgo; • Lavar as mãos;

• Fazer anotação de enfermagem, referindo aspecto do ostoma, da pele periestoma e qualquer anormalidade.

Foto: M. Souza

Complicação da OSTOMIA: Uma das complicações da intervenção cirúrgica é a lesão periestoma por dermatite de contato.

Tratamento: aplicação de protetores cutâneos. São comercializados em forma de pó, placa, pastas ou placas, com o objetivo de regenerar e proteger a pele periestoma, de difícil aquisição pelo valor de mercado.

Composição: gelatina, pectina, carboximetilcelulose sódica e poliisobutileno.

Indicação: protetores cutâneos para prevenção e tratamento das lesões provocadas pelo esparadrapo, cola das fixações da bolsa coletoras, extravasamento da bolsa de estomas e drenos e o pó tem sua ação secativa e forma uma película protetora para a fixação da placa.

Modo de aplicação:

• Secar ao redor dos drenos e ostomia;

• Aplicar a pasta na área de imperfeições e o pó nas áreas escoriadas

• Aplica-se a placa da mesma forma que a bolsa coletora, faz se um recorte ao centro para encaixar o estoma.

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• Mantém os cuidados de enfermagem com aplicação da bolsa de colostomia, e periodicidade de trocas e manutenção de higiene e conforto ao paciente.

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Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados a seus respectivos autores

Dermatite de contato

Fotos: M. Souza

QUEIMADOS

As queimaduras ainda ocupam grande lugar dentre as patologias que possuem uma elevada morbimortalidade no ambiente hospitalar, seja por complicações cardiopulmonares e metabólicos, seja por infecções ocasionadas pela extensa perda de pele.

Atualmente o número de óbitos ocasionados pela Sepse ainda é bastante preocupante, ocupando cerca de 75% das causas de morte entre os queimados. O que torna ainda mais grave este tipo de patologia, exigindo da equipe de saúde um conhecimento elevado acerca do tratamento das queimaduras, bem como da prevenção de infecções.

Muito se tem estudado acerca do atendimento aos queimados, mas a queimadura ainda apresenta condições que favorecem o desenvolvimento das infecções,

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Este material deve ser utilizado apenas como parâmetro de estudo deste Programa. Os créditos deste conteúdo são dados a seus respectivos autores como imunodepressão e o seu foco principal, as condições da ferida, como fator predisponente ao crescimento bacteriano.

A ferida do paciente queimado deve, portanto, ser tratada como um abscesso plano, em decorrência da grande quantidade de material necrótico e avascular e o exsudato que o constitui é um excelente meio para a proliferação bacteriana. Por este motivo, saber da importância do tratamento tópico aplicado no queimado, contribui com a sua recuperação determinando o período de internação e o prognóstico deste.