• Aucun résultat trouvé

Les pr´edicats d’´etat en s´emantique (n´eo) davidsonienne

1.3. Les pr´edicats d’´etat ont-ils un argument davidsonien ?

1.5.2. Les relations de d´ependance

2.6.4.1 – Introdução

No que concerne às ondas transversais, nestas as partículas movimentam-se numa direcção perpendicular ao sentido de propagação da onda, através de dois tipos de movimento, classificados tendo em conta a sua direcção de polarização. Neste sentido, as ondas secundárias subdividem-se em ondas verticalmente polarizadas (designadas SV) e ondas horizontalmente polarizadas (apelidadas de SH), o que lhes confere dois graus de liberdade, sem prejuízo de um vector comum assente na propagação por meio de movimentos meramente distorcionais, sem qualquer variação de volume. A teoria analítica que explica o movimento transverso em peças lineares, resultante do exercício de flexão, baseia-se na teoria de Bernoulli/Euler de vigas. O sistema resultante desta aplicação é um sistema disperso, em contraste com a equação de onda atrás mencionada para movimentos longitudinais em peças lineares.

Avaliação de módulos de distorção dinâmicos em misturas de solo-cimento com recurso a métodos ultra-sónicos de impulso no domínio do tempo e registos de modos de ressonância por análise espectral de séries de Fourier

A aplicação da hipótese básica da teoria de Bernoulli/Euler implica considerar-se que perante a flexão as secções transversais planas perpendiculares ao eixo da viga permanecem perpendiculares ao eixo neutro. A equação para o movimento transverso numa viga ou provete esbelto tem a forma da Equação 26.14.

°½e

° ½

r

`“° “e

°D“

= 0 G

\

=

…?†x (26.14)

Considerando o material da viga ou provete homogéneo e a secção da peça linear constante. Conforme se poderá facilmente verificar o formato da Equação 26.13 é distinto do formato da equação de onda. Uma restrição fundamental deve ser considerada, partindo ainda da teoria básica de Bernoulli/Euler. Conforme ficou referenciado, de acordo com esta hipótese, as secções planas permanecem planas durante a flexão. De acordo com os princípios da resistência de materiais e teoria das peças lineares, na presença de esforços transversos assume-se que se as secções transversais permanecem planas, então a rigidez transversal é infinita ou ainda que deformações de corte poderão ser negligenciadas no sistema.

2.6.4.2 – Reflexão das ondas de corte

As condições base de apoio para um provete com apenas um apoio são: simples, encastrada e livre. Constrangimentos elásticos de fronteira poderão também ser incorporados e expressos em termos de deflexão, torção de molas ou ainda ambas. O Quadro 26.1 exibe as várias condições fronteira possíveis.

Avaliação de módulos de distorção dinâmicos em misturas

no domínio do tempo e registos de modos de ressonância por análise espectral de séries de Fourier

Quadro 26.1 – Representação esquemática e equações f

Considerando as características de reflexão para diversas condições fronteira, a equação que governa estas condições pode ser expressa por:

 = R;u(•Ÿt¹º)r Y;u(•Ÿt¹º)r

No caso de uma peça linear de bordo livre, as condições fronteira poderão exprimir Equação 26.16. ¾ ?

=

u`t `t

= I,

$ ?

.

\ `t

.

O termo C da equação acima exprime um efeito, que aliás é verificável, através da equação que precede a anterior e que se poderá denominar de efeito de ressonância de topo, presente neste tipo de estruturas e em outras bem mais complexas.

2.6.4.3 – Efeitos adversos à propagação

O problema do valor inicial de uma viga finita encontra

que o governa, considerando as condições de fronteira específicas.

y , -" . ∑ Rµ Sw1 T-" r 1IJ

`

Avaliação de módulos de distorção dinâmicos em misturas de solo-cimento com recurso a métodos ultra-sónicos de impulso no domínio do tempo e registos de modos de ressonância por análise espectral de séries de Fourier

Representação esquemática e equações fronteira para as diversas possibilidades de apoio (Graff, 1991)

Considerando as características de reflexão para diversas condições fronteira, a equação que governa estas condições pode ser expressa por:

r 6;u•Ÿ;u¹ºr z;•Ÿ;u¹º

No caso de uma peça linear de bordo livre, as condições fronteira poderão exprimir

. 1 r I

da equação acima exprime um efeito, que aliás é verificável, através da equação que precede a anterior e que se poderá denominar de efeito de ressonância de topo, presente neste tipo de estruturas e em outras bem mais complexas.

os à propagação

O problema do valor inicial de uma viga finita encontra-se expresso na Equação 26.17, homogénea, que o governa, considerando as condições de fronteira específicas.

1IJ T-"" "

sónicos de impulso

ronteira para as diversas possibilidades de apoio (Graff,

Considerando as características de reflexão para diversas condições fronteira, a equação que governa

(26.15)

No caso de uma peça linear de bordo livre, as condições fronteira poderão exprimir-se através da

(26.16)

da equação acima exprime um efeito, que aliás é verificável, através da equação que precede a anterior e que se poderá denominar de efeito de ressonância de topo, presente neste tipo de

se expresso na Equação 26.17, homogénea,

Avaliação de módulos de distorção dinâmicos em misturas de solo-cimento com recurso a métodos ultra-sónicos de impulso no domínio do tempo e registos de modos de ressonância por análise espectral de séries de Fourier

em que:

() são os modos normais para uma peça linear. Considerando que os modos da peça são ortogonais, as constantes R e Y são determinadas de acordo com a aproximação de Fourier.

(, -) = ∑µ`ÁSw1(T-)  K() ` () H r(¹¹——D) L() ` ()HÃėÅ( ) (26.18)

No caso de uma viga simplesmente apoiada, sujeita a um impacto de carregamento de curta duração, esse carregamento pode ser expresso através da Equação 26.19.

(, -) = 8Z( − +)Z(-) (26.19)

Sob a acção de um carregamento constante em movimento a velocidade constante através de um provete, as condições de apoio da peça podem ser expressas pela Equação 26.20.



°° ½e½

r =R

° “e

°D“

= 8Z( − -)

(26.20)