2. Méthodologie et objectifs
2.2. Positionnement disciplinaire de la thèse
2.2.4. L’interface avec les sciences de gestion
No final das sessões tivemos a oportunidade de administrar um ultimo questionário sobre a percepção dos participantes em relação a toda a experiência realizada, cujos resultados apresentamos a seguir:
Quadro XXVI – Opiniões / Género
Gráfico IV – Opiniões / Género
11 64,7 6 35,3 17 100,0 Masculino Feminino Total Freq. % Feminino Masculino F 12 10 8 6 4 2 0 6 11
Quadro XXVII – Opiniões / Idade
Gráfico V – Opiniões / Idade
Quadro XXVIII – Opiniões / Com quem vives?
Gráfico VI – Opiniões / Com quem vives?
Os quadros revelam que participaram um total de 17 estudantes, 11 (64,7%) do sexo Masculino e 6 (35,3%) do sexo feminino. Em relação às idades 2 (11,8%) têm 12 anos, 6 (35,3%) têm 13 anos, 5 (28,4%) têm 14 anos e com 15 anos temos 2 o que corresponde a 11,8% da nossa amostra, finalmente com 16 anos temos 2 correspondendo também a 11,8% da amostra.
2 11,8 6 35,3 5 29,4 2 11,8 2 11,8 17 100,0 12 anos 13 anos 14 anos 15 anos 16 anos Total Freq. % 12 70,6 1 5,9 4 23,5 17 100,0 Pais Outros familiares Todos os referidos anteriormente Total Freq. % 11,8% 11,8% 29,4% 35,3% 11,8% 16 anos 15 anos 14 anos 13 anos 12 anos Todos os referidos a Outros familiares Pais F 14 12 10 8 6 4 2 0 4 1 12
Quadro XIX - Gostaste das sessões em que participaste? 15 88,2 2 11,8 17 100,0 Sim Talvez Total Freq. %
Gráfico VII - Gostaste das sessões em que participaste?
Quadro XXX - Gostarias de ter feito outras actividades que não foram realizadas?
7 41,2 8 47,1 2 11,8 17 100,0 Sim Talvez Não Total Freq. %
Gráfico VIII - Gostarias de ter feito outras actividades que não foram realizadas?
Talvez Sim F 16 14 12 10 8 6 4 2 0 2 15 Não Talvez Sim F 10 8 6 4 2 0 2 8 7
Quadro XXXI - Houve temas que não gostaste muito? 3 17,6 14 82,4 17 100,0 Talvez Não Total Freq. %
Gráfico IX - Houve temas que não gostaste muito?
Quadro XXXII - Se te voltassem a propor participar nestas sessões, tu voltarias a participar?
12 70,6 5 29,4 17 100,0 Sim Talvez Total Freq. % Gráfico X - Se te voltassem a propor participar nestas sessões, tu voltarias a participar? Não Talvez F 16 14 12 10 8 6 4 2 0 14 3 Talvez Sim F 14 12 10 8 6 4 5 12
Quadro XXXIII - Gostarias de ter abordado outros temas? 5 29,4 7 41,2 5 29,4 17 100,0 Sim Talvez Não Total Feq. % Gráfico XI – Gostarias de ter abordado outros temas?
Quadro XXXIV - Achas que as sessões em que participaste te trouxeram algo positivo?
13 76,5 4 23,5 17 100,0 Sim Talvez Total Freq. %
Gráfico XII – Achas que as sessões em que participaste te trouxeram algo positivo? Dos 18 jovens que faziam parte da amostra, 17 responderam a este questionário. Verificamos que 88,2% gostaram das sessões, tendo apenas 11,8% respondido que
Não Talvez Sim F 8 6 4 2 0 5 7 5 Talvez Sim F 14 12 10 8 6 4 2 0 4 13
talvez e não havendo nenhuma resposta negativa. No que respeita às actividades realizadas, 41,2% gostariam de ter feito outras actividades que não foram realizadas, 47,1% responderam que talvez e 11,8% não pretendiam ter feito outras actividades.
Quanto aos temas abordados, a grande maioria (82,4%), gostaram dos temas, no entanto quando questionados quanto ao facto se gostariam de ter abordado outros temas 29,4% responderam que sim e 41,2% que talvez, resultados que revelam bastante interesse por parte dos jovens quanto aos temas e à necessidade que têm de discutir estes e outros assuntos.
Quando questionados se voltariam a participar nas sessões, 12 (70,6%) responderam que sim, tendo apenas 5 (29,4%) respondido que talvez, não tendo havido nenhuma resposta negativa, o que vem novamente conferir razão à nossa convicção de que estes jovens têm necessidade de ser ouvidos e gostam de sentir que lhes damos valor. Tendo sido muito gratificante quando constatámos que 76,5% dos jovens responderam que as sessões em que participaram lhes trouxeram algo positivo.
CONCLUSÃO
Os tempos actuais caracterizados pela celeridade do avanço tecnológico e pelos efeitos da globalização, levaram a transformações sociais, económicas e culturais notórias, exigindo uma sofisticação da economia, da mão-de-obra e dos serviços prestados. Daí que tenhamos procurado, com este trabalho, apresentar novos caminhos para a promoção do empreendorismo, no sentido de dar resposta a estas exigências.
Concomitantemente quisemos trabalhar com jovens considerados problemáticos pelos professores, não só porque entendemos que sendo um trabalho de cariz social, deverá promover a igualdade de oportunidades, como por termos constatado pela exploração bibliográfica que é quando ocorrem as situações, sejam de conflito, de tristeza, de discriminação, entre outras, que devemos intervir, uma vez que dessa forma os jovens perante os factos, mais facilmente percebem aquilo que lhes é ensinado.
Nesse sentido, depreendemos que a escola poderá ser a principal impulsionadora desta missão, visando três perspectivas (Acúrcio et al., 2005):
1) Promover nos jovens a capacidade individual de empreender, instigando a iniciativa e a acção no sentido de procurarem soluções para problemas pessoais e ou dos outros (sociais, económicos, culturais), seja através da aquisição de competências emocionais, seja pela aquisição de conhecimentos e pela aprendizagem.
2) Ensinar aos jovens o processo de iniciar e gerir um empreendimento, procurando através da área de projecto, explicar-lhes a metodologia a ser aprendida.
3) Desenvolver o espírito empreendedor, nos jovens, enquanto preocupação social, procurando incrementar competências emocionais, que levem à acção, à aceitação e ao sentimento de pertença.
O ser Humano vive a maior parte do seu tempo à procura da felicidade e na luta constante contra as emoções desagradáveis. A emoção adquire um estatuto essencial não só à sobrevivência como à existência. Até mesmo os seres com cérebros primários, embora não possam sentir as emoções, exibem comportamentos emotivos. A emoção “faz parte integrante dos processos de raciocínio e tomada de decisão, para o pior e
para o melhor” (Damásio, 2004, p.61). Por esta razão considerámos a aquisição de
competências emocionais fundamental para a aquisição de comportamentos empreendedores.
Tendo em conta os objectivos da investigação, parece-nos possível tirar as seguintes conclusões:
1) Embora haja estudos que defendam que os indivíduos com mais idade, demonstrem maiores competências emocionais, neste caso, e muito provavelmente porque são jovens em plena adolescência, não se verificou um relacionamento entre as idades e as competências emocionais.
No que respeita ao género, existem estudos que revelam que o género feminino é normalmente mais empático e perspicaz quanto à percepção das emoções, no entanto, neste estudo não verificámos diferenças estatisticamente significativas. Presumivelmente porque na actualidade a educação (embora ainda com alguns estereótipos sexistas) é muito similar para ambos os géneros. Também no que respeita aos comportamentos empreendedores, constatamos que o género e as idades não geram diferenças estatisticamente significativas.
A variável “Com quem vives” interfere com a percepção que estes jovens têm de si mesmos no que respeita a terem ideias inovadoras, resistência emocional e motivação. O facto de sentirem vergonha da aparência ou do comportamento também depende da família com quem vivem.
2) Embora não possamos correlacionar as duas variáveis qualitativas (comportamentos empreendedores e competências emocionais), os resultados semelhantes que obtivemos relativamente a estas variáveis, leva-nos a crer que existe uma relação entre elas.
Além disso, o facto de a maioria dos jovens entender que não costuma ter ideias inovadoras ou que as tem muito ocasionalmente revela um défice empreendedor, verificado também na questão da motivação. Também pela análise de conteúdo das questões abertas e pela observação directa foi possível verificar que embora estes jovens tenham revelado uma autoconsciência emocional muito positiva, mostraram falta de autocontrolo emocional, falta de automotivação e notoriamente uma certa inaptidão social, nomeadamente na gestão de conflitos e na comunicação. No entanto parece-nos importante referir que, os jovens (entre os 12 e os 16 anos), demonstraram possuir algumas competências emocionais que poderão ser desenvolvidas no sentido de serem educados para o empreendorismo.
Julgamos que devido às características inerentes à adolescência, a tolerância e a frustração pareciam estar em constante mutação, em que os jovens tanto demonstravam ser bastante tolerantes como completamente intolerantes. Quando confrontados com determinadas situações pareciam resistir muito bem à frustração e noutras ocasiões demonstravam render-se completamente à frustração.
3) Podemos constatar que efectivamente, os jovens estão receptivos a projectos deste género e que as sessões foram de encontro às suas necessidades afectivas. A grande maioria dos jovens afirma ter gostado das sessões, que voltaria a participar, demonstrou interesse pelos temas e necessidade de ver outros temas abordados e considera que as sessões lhe trouxeram algo positivo.
Apesar das limitações inerentes a este estudo como o tempo limitado e o tamanho da amostra, conseguimos atingir os objectivos do estudo, que vem confirmar a importância das emoções na atitude dos jovens perante a escola, os pares e a sociedade. Quanto às hipóteses duas foram refutadas, uma parcialmente confirmada e a última comprovada. Podemos então dizer que os resultados finais confirmam o que se defendeu na fundamentação teórica, apesar de não se ter verificado aquilo que a teoria diz acerca do género e da idade.
Se o empreendorismo “é o processo de criar algo novo com valor dedicando o
tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psíquicos e sociais correspondentes e recebendo as consequentes recompensas da satisfação e independência económica e pessoal” (Hisrich & Peters, 2004, p. 29), precisa da ajuda
da cognição “envolvendo aprendizado, pensamento, julgamento, memória e outras
formas de pensamento” (Salovey & Sluyter, 1999), e das competências emocionais
(autoconsciência, autocontrolo, automotivação, empatia e aptidões sociais) sendo uma competência emocional “uma capacidade apreendida, baseada na inteligência
emocional, que resulta num desempenho extraordinário no trabalho. (…) ” (Goleman,
2005b, p. 33).
Finalizando, resta-nos esclarecer que apesar de alguns investigadores considerarem que o estudo de caso implica uma certa dificuldade de generalização, entendemos que tal não se verifica neste caso, no entanto, propomos a realização de um estudo idêntico, seguindo os mesmos passos num contexto vivencial diferente, com uma amostra maior, ou então uma pesquisa genuinamente experimental, submetendo apenas um grupo de jovens às sessões e comparando os resultados com os jovens que não foram submetidos às sessões. Desta forma, o presente estudo será passível de confirmação. Convém, no entanto, ressalvar que a finalidade deste trabalho é efectivamente realizar um estudo de caso, não só por se pretender trabalhar com um grupo reduzido de elementos, como pelas razões apontadas anteriormente.
Neste estudo de caso não se aplicou um questionário no início da investigação e no final da investigação, para depois se verificarem as diferenças, porque o tempo não
era suficiente para se apurarem mudanças significativas. No entanto, podemos constatar que nas últimas sessões os jovens estavam mais atentos e participativos e menos conflituosos entre eles. Também apurámos, pelas mensagens que nos enviaram posteriores às sessões que estão mais motivados para concluir a escolaridade mínima obrigatória. Defendemos, que um período mais alargado de sessões poderia trazer resultados muito positivos, não só no que respeita às competências emocionais, como à abertura a comportamentos empreendedores.
Sugerimos estudos ulteriores nesta área de forma a estudar alternativas, pois consideramos primordial a busca de soluções para as muitas e crescentes problemáticas sociais, nomeadamente a necessidade de uma sociedade empreendedora.
BIBLIOGRAFIA
Acúrcio, M. R. (coord.) (2005). O Empreendedorismo na Escola. Porto Alegre / Belo Horizonte: Artmed / Rede Pitágoras
Agencia Nacional de Evaluation de la Calidad y Acreditación. Libro Blanco. Omán Impresores. [Madrid, España]: 2005 [consulta 28 de Fevereiro de 2007]. Disponível em: <http://www.aneca.es/modal_eval/docs/libroblanco_pedagogia 1_0305.pdf>
Ballone, G.J. Depressão na Adolescência. PsiqWeb Psiquiatria Geral. Sociedade Paulista Psiquiatria Clínica. [São Paulo, Brasil]: 2001 [consulta 24 de Fevereiro 2007]. Disponível em: http://gballone.sites.vol.com.br/infantil/adolesc2.html
Bandura, A. (1986). Social Foundations of Thought and Action: a Social Cognitive Theory. New Jersey: Prentice-Hall.
Bar-On, R. The Bar-On Model of Emotional-Social Intelligence (ESI). Psicothema. [Texas, United States of America]: 2006 [consulta 16 de Novembro 2006]. Disponível em: http://www.eiconsortium.org.>.
Bar-On, R. & Parker, J.D.A. (2002). Manual de Inteligência Emocional: Teoria e
Aplicação em Casa, na Escola e no Trabalho. Porto Alegre: Artmed Editora.
Bautista, R. (coord.) (1997). Necessidades Educativas Especiais. Lisboa: Dinalivro Bell, J. (2004). Como Realizar um Projecto de Investigação. 3.ª ed. Lisboa: Gradiva. Best, D. (1996). A Racionalidade do Sentimento. O Papel das Artes na Educação. Porto: Edições Asa.
Bevan, J. (dir.) (1982). Enciclopédia Médica da Família. 4 Vols., Vol.1: A Medicina e
as Práticas Médicas. Lisboa: Círculo de Leitores.
Braconnier, A. & Marcelli, D. (2000). As Mil Faces da Adolescência. Lisboa:
CLIMEPSI Editores.
Brandes, D. & Phillips, H. (1997). Manual de Jogos Educativos – 140 Jogos Para
Professores e Animadores de Grupos. Lisboa: Moraes Editores.
Canotilho, J. J. & Moreira, V. (2005). Constituição da República Portuguesa. Lei do
Tribunal Constitucional. 8.ª ed. Coimbra: Coimbra Editora.
Carmo, H. (2002). Intervenção Social com Grupos. Lisboa: Universidade Aberta.
Carneiro, R. (2003). Fundamentos da Educação e da Aprendizagem. 21 ensaios para o
século 21.2.ª ed. Vila Nova de Gaia: Colecção FML.
Carvalho, A.D. (1998). A Educação como Projecto Antropológico. 2.ª ed. Porto: Edições Afrontamento.
Carvalho, A.D. & Baptista I. (2004). Educação Social – Fundamentos e Estratégias. Porto: Porto Editora.
Chopart, J. N. (org.) (2003). Os Novos Desafios do Trabalho Social - Dinâmicas de Um
Campo Profissional. Porto: Porto Editora.
Código Deontológico para a Profissão de Educador Social em Portugal. CNES. [Torres Novas, Portugal]: 2006. [consulta a 8 de Fevereiro de 2007]. Disponível em: <http://br.geocities.com/apesociais/cnes/cdeontologico.doc>
Conselho Nacional de Educação. (1997). Educar e Formar ao Longo da Vida. Lisboa: Conselho Nacional de Educação.
Damásio, A. (2003). Ao Encontro de Espinosa. Braga: Círculo de Leitores.
Damásio, A. (2004). O Sentimento de Si. 15.ª ed. Mem Martins: Publicações Europa- América
Dantas, M.A., & Noronha, A. P. Inteligência Emocional: Parâmetros Psicométricos de
um Instrumento de Medida. [São Franscisco, Brasil]: 2005. [consulta a 21 de
Agosto de 2006].
Diário da República – I Série, n.º 15 (18-01-2001). Ministério da Educação. Decreto-Lei n.º 6 /2001, de 18 de Janeiro.
Diário da República – II Série, n.º 123 (28-06-2006). Ministério da Educação. Despacho n.º 13 599/2006, de 28 de Junho.
Dees, J. G. The Meaning of Social Entrepreneurship. Center for the Advancement of Social Entrepreneurship. [Stanford, England]: 1998. [versão traduzida por Victor Ferreira, revista e reformulada por Peiman Milani a 30 de Maio 2001]. [consulta 2 de Outubro 2006]. Disponível em: <http://www.fuqua.duke.edu/centers/case/> Dicionário da Língua Portuguesa. 8.ª ed. Lisboa: Texto Editores.
Dolabela, F. (2000). Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura Editores.
Dornelas, J. C. A. (2001). Empreendedorismo - Transformando Ideias em Negócios. Rio de Janeiro: Editora Campus.
Evans, D. (2003). Emoção. A Ciência do Sentimento. Lisboa: Temas e Debates.
Fernandes, E. (1990). Psicologia da Adolescência e Da Relação Educativa. Porto:
Edições Asa.
Filliozat, I. (1997). A Inteligência do Coração – Rudimentos de Gramática Emocional. Lisboa: Editora Pergaminho.
Filliozat, I. (2001). No Coração das Emoções das Crianças. Cascais: Pergaminho. Fleming, M. (2005). Entre o Medo e o Desejo de Crescer – Psicologia da Adolescência.
Porto: Edições Afrontamento.
Foddy, W. (2002). Como Perguntar – Teoria e Prática da Construção de Perguntas em
Gardner, H. (1994). Estruturas de Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul.
Gaspar, F. A Influência do Capital de Risco e da Incubação de Empresas no Empreendorismo e na Mortalidade das Jovens Empresas. [em linha].Universidade Lusíada de Lisboa. Tese de Doutoramento em Gestão. [Lisboa, Portugal]: 2006. [consulta 30 de Janeiro de 2007]. Disponível em: <http://docentes.esgs.pt/fernando-gaspar/Tese/Tese-C3.pdf>
Gil, A. C. (1999). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5.ª ed. São Paulo: Editora Atlas.
Goleman. D. (2005 a). Emoções Destrutivas e Como Dominá-las. Um Diálogo com o
Dalai Lama. 2.ª ed. Lisboa: Temas e Debates.
Goleman, D. (1997). Inteligência Emocional. Lisboa: Temas e Debates.
Goleman, D. (2005 b). Trabalhar com Inteligência Emocional. 3.ª ed. Lisboa: Temas e Debates
Golse, B. (coord.) (2005). O Desenvolvimento Afectivo e Intelectual da Criança. Lisboa: Climepsi Editores.
Gottman, J. & DeClaire, J. (1999). A Inteligência Emocional na Educação. Cascais: Editora Pergaminho.
Hargreaves, A. & Earl, L. & Ryan, J. (2001). Educação para a Mudança – Reinventar a
Escola para os Jovens Adolescentes. Porto: Porto Editora.
Hermann, I.L. Bases para um programa de treinamento orientado para a formação de empreendedores, através do desenvolvimento de competências, centrada nas atividades do indivíduo frente a organização. [em linha]. Tese de Mestrado. Universidade Federal de Santa Catarina. [Florianópolis, Brasil]: 2004. [consulta 30 Janeiro 2007]. Disponível em: http://teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/10596.pdf
Herrerías, J. Á. L. (2002). Aprender a conocerse… y a ser feliz – Teorias / terapias de
Hisrich, R.D. & Peters, M.P. (2004). Empreendedorismo. 5.ª ed. Porto Alegre: Bookman.
Hohmann, M. & Weikart, D. (2004). Educar a Criança. 3.ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Instituto Nacional de Estatística. (2004). Anuário Estatístico de Portugal. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística.
Jares, X. R. (2002). Educação e Conflito – Guia de Educação para a Convivência. Porto: Edições Asa.
Lelord, F. & André, C. (2002). A Força das Emoções. Amor, Cólera, Alegria. Cascais: Editora Pergaminho.
Leyens, J. P., & Yzerbyt, V. (2004). Psicologia Social. Lisboa: Edições 70.
Martin, D. & Boeck, K. (s.d.). QE – O Que é a Inteligência Emocional. Como conseguir
que as nossas emoções determinem o nosso triunfo em todas as situações.
Cascais: Pergaminho.
Martineaud, S. & Engelhart, D. (2002). Teste a sua Inteligência Emocional. Lisboa: Editora Pergaminho.
Michener, H. A. & DeLamater, J.D. & Myers, D. J. (2005). Psicologia Social. São Paulo: Thomson Learning.
Minicucci, A. (2002). Dinâmica de Grupo – Teorias e Sistemas. 5.ª ed. São Paulo: Editora Atlas.
Mota, A. (2005). Inteligência Emocional no Dia-a-Dia. Lisboa: Texto Editores.
Muller-Lissner, A. (2001). A Inteligência Emocional na Criança. Como Estimulá-la no
seu Filho!. Cascais: Editora Pergaminho.
Neto, L. & Marujo. H. A. (2002). Optimismo e Inteligência Emocional – Guia Para
Oatley, K., Survival of the cowardly [em linha]. New Scientist [Toronto, United States of America]: LeDoux Lab, January 1997 [consulta 03 de Janeiro 2007]. Disponível em: http://www.cns.nyu.edu/ledoux/the_emotional_brain/index.html. Ortsman, O. (1978). Mudar o Trabalho. As Experiências, os Métodos, as Condições de
Experimentação Social. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Pacheco, J. A. (2001). Área de Projecto e/ou Projecto Tecnológico no Ensino
Secundário. Minho: Centro de Estudos em Educação e Psicologia da
Universidade do Minho.
Parreira, A. (s.d.). Manual Teórico-Prático de Liderança de Grupos e Condução de Reuniões. 2º Vol. Comunicação e Motivação nos grupos e reuniões de trabalho. 2ª ed. Lisboa: Plátano Edições Técnicas.
Parreira, A. (s.d). Manual Teórico-Prático de Liderança de Grupos e Condução de
Reuniões. 3º Vol. O Processo de Liderança nos Grupos e Reuniões de
Trabalho. 1ª ed. Lisboa: Plátano Edições Técnicas
Pereira, B. & Pinto, A.P. (coord.). (2001). A Escola e a Criança em Risco. Intervir para
Prevenir. Lisboa: Asa Editores.
Perret-Clemont (et. al.) (2005). Integração Social – Aprendizagem e Interacção na
Adolescência e Juventude. Lisboa: Instituto Piaget.
Pires, E. L. & Fernandes, A. S. & Formosinho, J. (2001). A Construção Social da
Educação Escolar. 3.ª ed. Porto: Asa Editores.
Quivy, R. & Campenhoudt, L.V. (2003). Manual de Investigação em Ciências Sociais. 3.ª ed. Lisboa: Gradiva.
Ramírez, F.C. (2001). Condutas Agressivas na Idade Escolar. Amadora: McGraw-Hill. Rodrigues, E., Os Sentimentos de Professoras de Ciências e Química Captados por seus
Alunos através da técnica do “Desenho do Professor” [em linha]. Universidade de São Paulo (Dissertação de Mestrado): 2006 [consulta 16 Janeiro 2007]. Disponível em: http://www.if.usp.br/cpgi/DissertacoesPDF/EglieRodrigues.pdf>
Salovey, P. & Sluyter, D. (org.). (1999). Inteligência Emocional da Criança. Aplicações
na Educação e no dia-a-dia. 2.ª ed. Rio de Janeiro: Editora Campus.
Sampaio, D. (2002). Inventem-se Novos Pais. 14.ª ed. Lisboa: Editorial Caminho.
Silva, B. (2006). “Adolescentes e bem-estar”. Revista PSI – Psicologia Actual. Lisboa. nº 8, pp. 50-52.
Sousa, A. (1990). Introdução à Gestão. Uma Abordagem Sistémica. Lisboa: Editorial Verbo.
Steiner, C. & Perry, P. (2000). Educação Emocional – Literacia Emocional ou a Arte de
Ler Emoções. Cascais: Editora Pergaminho.
Tedesco, J. C. (2000). O Novo Pacto Educativo. Educação, competitividade e cidadania na sociedade moderna. 2.ª ed. Vila Nova de Gaia: FML.
Toffler, A. (2003). A Terceira Vaga. Lisboa: Livros do Brasil.
Trilla, J. (coord.) (2004). Animação Sociocultural. Teorias, Programas e Âmbitos. Lisboa: Instituto Piaget.
Wall, W.D. (1975). Adolescência na Escola e na Sociedade. Lisboa: Livros Horizonte. Wiertsema, H. (1993). 100 Jogos de Movimento. Rio Tinto: Edições Asa.
Vieira, R.M.F. Elaboração de Projectos Sociais: Uma Aplicação. [em linha]. Tese de Mestrado. Universidade Federal de Santa Catarina. [Florianópolis, Brasil]: 2001. [consulta 30 de Janeiro de 2007]. Disponível em: