Conclusions sur les conditions formelles de protection
Section 4. Atteinte à une invention brevetable en matière de parfumerie
ACARI-BODÓ – peixe típico do Amazonas, muito comum na mesa do parintinense.
ALEGORIAS – gigantescas estruturas que fazem, no espetáculo, a imaginação dos
espectadores flutuar.
AMO DO BOI – o Amo do Boi no Festival de Parintins lembra os repentistas do Nordeste.
É o famoso fazendeiro, dono do Boi-Bumbá, símbolo da festa.
APRESENTADOR – é o narrador do espetáculo, conduz a dramaturgia encenada na
arena, mestre-de-cerimônia, anima a galera e apresenta para os espectadores as figuras que compõem o imaginário do caboclo.
BANZEIRO – rio forte, agitado vagarosamente.
BARRACÕES – onde são construídas as alegorias dos bois. BATUCADA – grupo de percussionistas do Boi Garantido. BATUQUEIROS – ritmistas do Boi Garantido.
BOI-BUMBÁ CAPRICHOSO – um boneco de pano que representa as cores azul e
branca.
BOI-BUMBÁ GARANTIDO – um boneco de pano que representa as cores vermelha e
branca.
BRINCANTES – indivíduos que participam da festa do Boi-Bumbá. BUMBÓDROMO – palco da batalha artísticas dos Bois-Bumbás. CABOCLO – individuo nascido do índio e do branco.
CALAFATE – oficina onde constroem as embarcações de madeiras. CANOA – definição que se aplica a embarcação do ribeirinho. CAZUMBA (GAZUMBA) – personagem do Bumba-meu-boi. COMANDO GARANTIDO – torcida organizada do Boi Garantido.
CUIA – fruto da cuieira, utensilio doméstico comum do índio e do ribeirinho.
CUNHÃ PORANGÃ – Representa a força da mulher indígena, está diretamente incorpora-
da no místico das lendas Amazônicas, simboliza a guardiã e protetora da sua tribo e da floresta.
CUNHATÃ – menina
CURRAL DO BOI – nome dado ao local onde os brincantes dos bois se reúnem, para
ensaiar ou para festejar.
CURUMIM – menino
FAB – Força Azul e Branca, torcida organizada do Boi Garantido.
FIGURA TÍPICA REGIONAL - é a forma mais expressiva que os bois tiveram para home-
nagear e mostrar a cultura do caboclo, a resistência da tradição e os costumes de um povo simples e rico no fazer artístico.
GALERA – é a energia humana que impulsiona com as suas enérgicas coreografias nas
arquibancadas, o Boi-Bumbá na arena.
GARANTIDO SHOW – grupo de brincantes que dançam no Boi Garantido. IGAPÓ – floresta alagada.
KAÇAUERES - nome dado ao grupo, do Boi Garantido, que trabalham com os artistas nas
alegorias, são responsáveis por toda a montagem e desmontagem dentro e fora da arena.
LENDA AMAZÔNICA – a imaginação do ribeirinho e do indígena se transfiguram nesse
item na arena.
LEVANTADOR DE TOADAS – é o cantor das toadas do Boi-Bumbá. LINDOLFO MONTEVERDE – criador do Boi Garantido.
MAROMBA – é uma balsa de madeira feita pelos ribeirinhos na época da enchente, onde
os animais permanecerão até a vazante dos rios.
MÃE CATIRINA – personagem negra, mulher de Pari Francisco, do auto do Boi-Bumbá
(Bumbá-meu-boi).
MAPINGUARI – um gigante peludo com um olho na testa e a boca no umbigo. MARUJADA – grupo de percussionistas do Boi Caprichoso.
MONNAN – deus da bondade.
MOVIMENTO MARUJADA – grupo que organiza os ritmistas que moram em Manaus –
AM.
MOVIMENTO AMIGOS DO GARANTIDO – grupo organizado do Boi Garantido que
residem em Manaus – AM.
ORGANIZAÇÃO DO CONJUNTO FOLCLÓRICO – funciona como no carnaval com a
harmonia, responsável pelo sincronismo na avenida. No Boi-Bumbá, a Organização do Conjunto Folclórico é responsável pela limpeza e coerência da dinâmica da apresentação na arena.
PAI FRANCISCO – personagem negro do auto do Boi-Bumbá (Bumbá-meu-boi).
PAIKCÉS – nome dado ao grupo, do Boi Caprichoso, que trabalham com os artistas nas
alegorias, são responsáveis por toda a montagem e desmontagem dentro e fora da arena.
PAJÉ – o ícone vital no momento cênico tribal. O poderoso Xamã, o curador de todos os
males da tribo. A apresentação do Pajé é o ápice da festa, o mestre da iniciação dos rituais é responsável por guiar a tribo e defendê-la das entidades maléficas.
PAVULAGEM – pessoa de orgulho próprio.
PARINTINS – município do estado do Amazonas, onde acontece o festival folclórico dos
Bois-Bumbás Caprichoso e Garantido.
PEARA – o regente da Marujada/Batucada. Para o carnaval é o mestre de bateria.
PERRECHÉ – o parintinense que mora na parte onde o Boi Garantido reside. Nome
adotado pelos torcedores do boi.
PORONGA – Luminárias feitas de latas e que tem como combustível o querosene.
PORTA ESTANDARTE – o estandarte do Boi-Bumbá é um símbolo que identifica o folgue-
do e suas cores. É a bandeira da expressão aguerrida do povo (torcedor), sempre marcan- do o tema da noite.
PUPUNHA – fruto de poupa fibrosa da pupunheira, um fruto muito conhecido na região
norte.
RAÇA AZUL – torcida organizada do Boi Garantido. REBOJO – redemoinho que se forma no rio.
RIBEIRINHO – indivíduos que moram na beira dos rios.
RAINHA DO FOCLORE – marcada pela beleza e pujança, a bela morena carrega a
responsabilidade de representar as lendas e os mistérios amazônicos.
SINHAZINHA – filha do Amo do Boi, sempre graciosa e bela, tem um grande carinho pelo
seu boi, com o qual interage e a quem alimenta em plena arena.
TABA – oca, maloca, casa do índio.
TAMBAQUI – peixe de agua doce, um dos peixes mais comum na mesa dos amazonens-
es.
TAPIOCA – uma goma extraída da raiz da mandioca.
TOADAS – Música tradicional entoada pelos levantadores de toadas dos Bois Bumbás de
Parintins, acompanhada por instrumentos como: tambores indígenas, matracas e surdos. Ao longo do tempo, incorporaram o charango andino e os instrumentos eletrônicos, como o teclado, guitarras e outros.
TRIBOS – fazem parte do universo mítico apresentado na arena, com coreografias difer-
entes do tradicional dois-pra-lá e dois-pra-cá. Usam uma rica plumaria em suas indu- mentárias e carregam em seus corpos pinturas que simbolizam a identidade de etnias contemporâneas e até mesmo extintas.
TRICICLO – veículo muito utilizado em Parintins para transportar pessoas e pequenas
cargas.
TUCUMÃ – frutos amarelos com tons avermelhados de uma palmeira – o tucumanzeiro. TUPÃ – designação Tupi do trovão.
TUXAUAS – o chefe da tribo, responsável pela harmonia do seu povo. No Festival de
Parintins vem sempre com indumentárias que mais parecem pequenas alegorias, que podem chegar até 80 quilos.
VAQUEIRADA – guardiões do Boi-Bumbá, estão sempre prontos para defender o seu boi. XAMÂNICO – sacerdote ou feiticeiro, mágico.
ACARI-BODÓ – peixe típico do Amazonas, muito comum na mesa do parintinense.
ALEGORIAS – gigantescas estruturas que fazem, no espetáculo, a imaginação dos
espectadores flutuar.
AMO DO BOI – o Amo do Boi no Festival de Parintins lembra os repentistas do Nordeste.
É o famoso fazendeiro, dono do Boi-Bumbá, símbolo da festa.
APRESENTADOR – é o narrador do espetáculo, conduz a dramaturgia encenada na
arena, mestre-de-cerimônia, anima a galera e apresenta para os espectadores as figuras que compõem o imaginário do caboclo.
BANZEIRO – rio forte, agitado vagarosamente.
BARRACÕES – onde são construídas as alegorias dos bois. BATUCADA – grupo de percussionistas do Boi Garantido. BATUQUEIROS – ritmistas do Boi Garantido.
BOI-BUMBÁ CAPRICHOSO – um boneco de pano que representa as cores azul e
branca.
BOI-BUMBÁ GARANTIDO – um boneco de pano que representa as cores vermelha e
branca.
BRINCANTES – indivíduos que participam da festa do Boi-Bumbá. BUMBÓDROMO – palco da batalha artísticas dos Bois-Bumbás. CABOCLO – individuo nascido do índio e do branco.
CALAFATE – oficina onde constroem as embarcações de madeiras. CANOA – definição que se aplica a embarcação do ribeirinho. CAZUMBA (GAZUMBA) – personagem do Bumba-meu-boi. COMANDO GARANTIDO – torcida organizada do Boi Garantido.
CUIA – fruto da cuieira, utensilio doméstico comum do índio e do ribeirinho.
CUNHÃ PORANGÃ – Representa a força da mulher indígena, está diretamente incorpora-
da no místico das lendas Amazônicas, simboliza a guardiã e protetora da sua tribo e da floresta.
CUNHATÃ – menina
CURRAL DO BOI – nome dado ao local onde os brincantes dos bois se reúnem, para
ensaiar ou para festejar.
CURUMIM – menino
FAB – Força Azul e Branca, torcida organizada do Boi Garantido.
FIGURA TÍPICA REGIONAL - é a forma mais expressiva que os bois tiveram para home-
nagear e mostrar a cultura do caboclo, a resistência da tradição e os costumes de um povo simples e rico no fazer artístico.
GALERA – é a energia humana que impulsiona com as suas enérgicas coreografias nas
arquibancadas, o Boi-Bumbá na arena.
GARANTIDO SHOW – grupo de brincantes que dançam no Boi Garantido. IGAPÓ – floresta alagada.
KAÇAUERES - nome dado ao grupo, do Boi Garantido, que trabalham com os artistas nas
alegorias, são responsáveis por toda a montagem e desmontagem dentro e fora da arena.
LENDA AMAZÔNICA – a imaginação do ribeirinho e do indígena se transfiguram nesse
item na arena.
LEVANTADOR DE TOADAS – é o cantor das toadas do Boi-Bumbá. LINDOLFO MONTEVERDE – criador do Boi Garantido.
MAROMBA – é uma balsa de madeira feita pelos ribeirinhos na época da enchente, onde
os animais permanecerão até a vazante dos rios.
MÃE CATIRINA – personagem negra, mulher de Pari Francisco, do auto do Boi-Bumbá
(Bumbá-meu-boi).
MAPINGUARI – um gigante peludo com um olho na testa e a boca no umbigo. MARUJADA – grupo de percussionistas do Boi Caprichoso.
MONNAN – deus da bondade.
MOVIMENTO MARUJADA – grupo que organiza os ritmistas que moram em Manaus –
AM.
MOVIMENTO AMIGOS DO GARANTIDO – grupo organizado do Boi Garantido que
residem em Manaus – AM.
ORGANIZAÇÃO DO CONJUNTO FOLCLÓRICO – funciona como no carnaval com a
harmonia, responsável pelo sincronismo na avenida. No Boi-Bumbá, a Organização do Conjunto Folclórico é responsável pela limpeza e coerência da dinâmica da apresentação na arena.
PAI FRANCISCO – personagem negro do auto do Boi-Bumbá (Bumbá-meu-boi).
PAIKCÉS – nome dado ao grupo, do Boi Caprichoso, que trabalham com os artistas nas
alegorias, são responsáveis por toda a montagem e desmontagem dentro e fora da arena.
PAJÉ – o ícone vital no momento cênico tribal. O poderoso Xamã, o curador de todos os
males da tribo. A apresentação do Pajé é o ápice da festa, o mestre da iniciação dos rituais é responsável por guiar a tribo e defendê-la das entidades maléficas.
PAVULAGEM – pessoa de orgulho próprio.
PARINTINS – município do estado do Amazonas, onde acontece o festival folclórico dos
Bois-Bumbás Caprichoso e Garantido.
PEARA – o regente da Marujada/Batucada. Para o carnaval é o mestre de bateria.
PERRECHÉ – o parintinense que mora na parte onde o Boi Garantido reside. Nome
adotado pelos torcedores do boi.
PORONGA – Luminárias feitas de latas e que tem como combustível o querosene.
PORTA ESTANDARTE – o estandarte do Boi-Bumbá é um símbolo que identifica o folgue-
do e suas cores. É a bandeira da expressão aguerrida do povo (torcedor), sempre marcan- do o tema da noite.
PUPUNHA – fruto de poupa fibrosa da pupunheira, um fruto muito conhecido na região
norte.
RAÇA AZUL – torcida organizada do Boi Garantido. REBOJO – redemoinho que se forma no rio.
RIBEIRINHO – indivíduos que moram na beira dos rios.
RAINHA DO FOCLORE – marcada pela beleza e pujança, a bela morena carrega a
responsabilidade de representar as lendas e os mistérios amazônicos.
SINHAZINHA – filha do Amo do Boi, sempre graciosa e bela, tem um grande carinho pelo
seu boi, com o qual interage e a quem alimenta em plena arena.
TABA – oca, maloca, casa do índio.
TAMBAQUI – peixe de agua doce, um dos peixes mais comum na mesa dos amazonens-
es.
TAPIOCA – uma goma extraída da raiz da mandioca.
TOADAS – Música tradicional entoada pelos levantadores de toadas dos Bois Bumbás de
Parintins, acompanhada por instrumentos como: tambores indígenas, matracas e surdos. Ao longo do tempo, incorporaram o charango andino e os instrumentos eletrônicos, como o teclado, guitarras e outros.
TRIBOS – fazem parte do universo mítico apresentado na arena, com coreografias difer-
entes do tradicional dois-pra-lá e dois-pra-cá. Usam uma rica plumaria em suas indu- mentárias e carregam em seus corpos pinturas que simbolizam a identidade de etnias contemporâneas e até mesmo extintas.
TRICICLO – veículo muito utilizado em Parintins para transportar pessoas e pequenas
cargas.
TUCUMÃ – frutos amarelos com tons avermelhados de uma palmeira – o tucumanzeiro. TUPÃ – designação Tupi do trovão.
TUXAUAS – o chefe da tribo, responsável pela harmonia do seu povo. No Festival de
Parintins vem sempre com indumentárias que mais parecem pequenas alegorias, que podem chegar até 80 quilos.
VAQUEIRADA – guardiões do Boi-Bumbá, estão sempre prontos para defender o seu boi. XAMÂNICO – sacerdote ou feiticeiro, mágico.
ACARI-BODÓ – peixe típico do Amazonas, muito comum na mesa do parintinense.
ALEGORIAS – gigantescas estruturas que fazem, no espetáculo, a imaginação dos
espectadores flutuar.
AMO DO BOI – o Amo do Boi no Festival de Parintins lembra os repentistas do Nordeste.
É o famoso fazendeiro, dono do Boi-Bumbá, símbolo da festa.
APRESENTADOR – é o narrador do espetáculo, conduz a dramaturgia encenada na
arena, mestre-de-cerimônia, anima a galera e apresenta para os espectadores as figuras que compõem o imaginário do caboclo.
BANZEIRO – rio forte, agitado vagarosamente.
BARRACÕES – onde são construídas as alegorias dos bois. BATUCADA – grupo de percussionistas do Boi Garantido. BATUQUEIROS – ritmistas do Boi Garantido.
BOI-BUMBÁ CAPRICHOSO – um boneco de pano que representa as cores azul e
branca.
BOI-BUMBÁ GARANTIDO – um boneco de pano que representa as cores vermelha e
branca.
BRINCANTES – indivíduos que participam da festa do Boi-Bumbá. BUMBÓDROMO – palco da batalha artísticas dos Bois-Bumbás. CABOCLO – individuo nascido do índio e do branco.
CALAFATE – oficina onde constroem as embarcações de madeiras. CANOA – definição que se aplica a embarcação do ribeirinho. CAZUMBA (GAZUMBA) – personagem do Bumba-meu-boi. COMANDO GARANTIDO – torcida organizada do Boi Garantido.
CUIA – fruto da cuieira, utensilio doméstico comum do índio e do ribeirinho.
CUNHÃ PORANGÃ – Representa a força da mulher indígena, está diretamente incorpora-
da no místico das lendas Amazônicas, simboliza a guardiã e protetora da sua tribo e da floresta.
CUNHATÃ – menina
CURRAL DO BOI – nome dado ao local onde os brincantes dos bois se reúnem, para
ensaiar ou para festejar.
CURUMIM – menino
FAB – Força Azul e Branca, torcida organizada do Boi Garantido.
FIGURA TÍPICA REGIONAL - é a forma mais expressiva que os bois tiveram para home-
nagear e mostrar a cultura do caboclo, a resistência da tradição e os costumes de um povo simples e rico no fazer artístico.
GALERA – é a energia humana que impulsiona com as suas enérgicas coreografias nas
arquibancadas, o Boi-Bumbá na arena.
GARANTIDO SHOW – grupo de brincantes que dançam no Boi Garantido. IGAPÓ – floresta alagada.
KAÇAUERES - nome dado ao grupo, do Boi Garantido, que trabalham com os artistas nas
alegorias, são responsáveis por toda a montagem e desmontagem dentro e fora da arena.
LENDA AMAZÔNICA – a imaginação do ribeirinho e do indígena se transfiguram nesse
item na arena.
LEVANTADOR DE TOADAS – é o cantor das toadas do Boi-Bumbá. LINDOLFO MONTEVERDE – criador do Boi Garantido.
MAROMBA – é uma balsa de madeira feita pelos ribeirinhos na época da enchente, onde
os animais permanecerão até a vazante dos rios.
MÃE CATIRINA – personagem negra, mulher de Pari Francisco, do auto do Boi-Bumbá
(Bumbá-meu-boi).
MAPINGUARI – um gigante peludo com um olho na testa e a boca no umbigo. MARUJADA – grupo de percussionistas do Boi Caprichoso.
MONNAN – deus da bondade.
MOVIMENTO MARUJADA – grupo que organiza os ritmistas que moram em Manaus –
AM.
MOVIMENTO AMIGOS DO GARANTIDO – grupo organizado do Boi Garantido que
residem em Manaus – AM.
ORGANIZAÇÃO DO CONJUNTO FOLCLÓRICO – funciona como no carnaval com a
harmonia, responsável pelo sincronismo na avenida. No Boi-Bumbá, a Organização do Conjunto Folclórico é responsável pela limpeza e coerência da dinâmica da apresentação na arena.
PAI FRANCISCO – personagem negro do auto do Boi-Bumbá (Bumbá-meu-boi).
PAIKCÉS – nome dado ao grupo, do Boi Caprichoso, que trabalham com os artistas nas
alegorias, são responsáveis por toda a montagem e desmontagem dentro e fora da arena.
PAJÉ – o ícone vital no momento cênico tribal. O poderoso Xamã, o curador de todos os
males da tribo. A apresentação do Pajé é o ápice da festa, o mestre da iniciação dos rituais é responsável por guiar a tribo e defendê-la das entidades maléficas.
PAVULAGEM – pessoa de orgulho próprio.
PARINTINS – município do estado do Amazonas, onde acontece o festival folclórico dos
Bois-Bumbás Caprichoso e Garantido.
PEARA – o regente da Marujada/Batucada. Para o carnaval é o mestre de bateria.
PERRECHÉ – o parintinense que mora na parte onde o Boi Garantido reside. Nome
adotado pelos torcedores do boi.
PORONGA – Luminárias feitas de latas e que tem como combustível o querosene.
PORTA ESTANDARTE – o estandarte do Boi-Bumbá é um símbolo que identifica o folgue-
do e suas cores. É a bandeira da expressão aguerrida do povo (torcedor), sempre marcan- do o tema da noite.
PUPUNHA – fruto de poupa fibrosa da pupunheira, um fruto muito conhecido na região
norte.
RAÇA AZUL – torcida organizada do Boi Garantido. REBOJO – redemoinho que se forma no rio.
RIBEIRINHO – indivíduos que moram na beira dos rios.
RAINHA DO FOCLORE – marcada pela beleza e pujança, a bela morena carrega a
responsabilidade de representar as lendas e os mistérios amazônicos.
SINHAZINHA – filha do Amo do Boi, sempre graciosa e bela, tem um grande carinho pelo
seu boi, com o qual interage e a quem alimenta em plena arena.
TABA – oca, maloca, casa do índio.
TAMBAQUI – peixe de agua doce, um dos peixes mais comum na mesa dos amazonens-
es.
TAPIOCA – uma goma extraída da raiz da mandioca.
TOADAS – Música tradicional entoada pelos levantadores de toadas dos Bois Bumbás de
Parintins, acompanhada por instrumentos como: tambores indígenas, matracas e surdos. Ao longo do tempo, incorporaram o charango andino e os instrumentos eletrônicos, como o teclado, guitarras e outros.
TRIBOS – fazem parte do universo mítico apresentado na arena, com coreografias difer-
entes do tradicional dois-pra-lá e dois-pra-cá. Usam uma rica plumaria em suas indu- mentárias e carregam em seus corpos pinturas que simbolizam a identidade de etnias contemporâneas e até mesmo extintas.
TRICICLO – veículo muito utilizado em Parintins para transportar pessoas e pequenas
cargas.
TUCUMÃ – frutos amarelos com tons avermelhados de uma palmeira – o tucumanzeiro. TUPÃ – designação Tupi do trovão.
TUXAUAS – o chefe da tribo, responsável pela harmonia do seu povo. No Festival de
Parintins vem sempre com indumentárias que mais parecem pequenas alegorias, que podem chegar até 80 quilos.
VAQUEIRADA – guardiões do Boi-Bumbá, estão sempre prontos para defender o seu boi. XAMÂNICO – sacerdote ou feiticeiro, mágico.