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De l'approche transactionnelle de la firme aux coopérations inter-organisationnelles

Chapitre 1. Institution et histoire des pôles de compétitivité

2.1. Les fondements théoriques de la coopération inter-organisationnelle

2.1.1. De l'approche transactionnelle de la firme aux coopérations inter-organisationnelles

A seguir serão apresentados os resultados obtidos na pesquisa à luz da literatura especializada sobre o assunto investigado. Amostra composta por 40 mulheres, sendo que 20 (50%) formaram o grupo controle (GC), constituído por mulheres não grávidas; e 20 (50%) formaram o grupo experimental (GE), constituído por mulheres grávidas avaliadas no 1º, 2º e 3º trimestre da gravidez.

Como se pode verificar no quadro 13 abaixo, somente foram verificadas diferenças estatísticas nas variáveis de massa corporal, índice de massa corporal e ganho de massa entre os diferentes grupos e entre os diferentes momentos de testagem no grupo experimental, além de diferenças estatísticas no ganho de massa ao longo da gestação.

Variável Controle 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre F P

Idade (anos) 23,45 ± 6,33 25,05±4,88 25,05 ± 4,88 25,05 ± 4,88 0,46 0.71 Massa (Kg) 60,00±11,18 56,70±8,71 61,55±8,78 68,35±8,76 5,42 <0.01* Estatura (cm) 160,50±6,50 156,75±4,81 156,30±4,87 157,05±5,70 2,44 0.07 IMC (Kg/m2) 22,99 ± 3,92 22,94±3,58 25,13 ± 3,25 27,50 ± 3,69 7,18 <0.01* Ganho de massa(Kg) --- 1,95 ± 3,63 6,80 ± 3,43 13,60 ± 4,48 45,67 <0.01*

IMC/Kg/m2=índice de massa corporal, quilograma por metro quadrado; Kg= quilograma; Cm=centímetro.

Quadro 13 - Estatística descritiva e análise da variância de um critério para as características gerais da amostra de acordo com os grupos investigados.

No quadro 14 abaixo, em relação à massa corporal, o grupo experimental no terceiro trimestre da gestação apresentou massa significativamente mais elevada do que a do grupo controle e a do grupo experimental no primeiro trimestre da gestação.

Quanto ao índice de massa corporal, observou-se também que o grupo experimental no terceiro trimestre da gestão alcançou índice de massa corporal significativamente maiselevado que a do grupo controle e a do grupo experimental no primeiro trimestre da gestação.

Massa Corporal Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim. Controle 0.69 0.95 0.03* 1º.Trim. 0.69 0.37 <0.01* 2º.Trim. 0.95 0.37 0.11 3º.Trim. 0.03* <0.01 0.11

Índice de Massa Corporal Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim. Controle 1.00 0.25 <0.01* 1º.Trim. 1.00 0.23 <0.01* 2º.Trim. 0.25 0.23 0.17 3º.Trim. <0.01* <0.01* 0.17

Quadro 14 - Teste de Tukey para o post hoc da análise de variância para as variáveis das características gerais da amostra de acordo com os grupos investigados.

Na figura 18, é visível a acentuação da curva de massa corporal, do índice de massa corporal nos grupos de estudo, evidenciado com a evolução da gestação.

Figura 18 – Comportamento das variáveis das características gerais da amostra.

No que diz respeito à pressão plantar estática, observada no quadro 15 abaixo, verificou-se diferenças estatísticas nas variáveis de pressão média tanto no pé direito quanto no esquerdo, na distribuição de carga tanto no antepé direito quanto no retropé direito e na divisão da massa no antepé direito e no esquerdo.

Variável Controle 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre F P

Distancia C. gravida ao pé E. 7,73 ± 1,83 6,79 ± 1,71 7,96 ± 1,76 8,13 ± 1,31 2,56 0.06 Distancia C. gravida ao pé D. 7,61 ± 1,65 6,89 ± 1,55 7,58 ± 1,77 7,98 ± 1,90 1,38 0.26 P.média pé D. 0,49 ± 0,09 0,47 ± 0,09 0,51 ± 0,12 0,55 ± 0,08 2,91 0.04* P. média pé E. 0,51 ± 0,11 0,47 ± 0,10 0,56 ± 0,16 0,59 ± 0,13 3,14 0.03* P. méd-máx pé D 1,62 ± 0,32 1,36 ± 0,31 1,41 ± 0,28 1,49 ± 0,41 2,37 0.08 P. méd-máx pé E 1,77 ± 0,40 1,48 ± 0,31 1,52 ± 0,72 1,80 ± 0,56 1,09 0.39 Dist. carga ante pé D 19,68 ± 4,12 23,84 ± 4,94 21,26 ± 5,11 23,01 ± 5,62 2,78 0.05* Dist. carga ante pé E 20,19 ± 3,68 22,42 ± 6,92 21,20 ± 4,35 20,86 ± 3,94 0,73 0.54 Dist. carga retro pé D 30,03 ± 4,49 26,70 ± 5,11 27,55 ± 4,51 26,19 ± 3,71 2,87 0.04* Dist. carga retro pé E 30,11 ± 6,12 27,54 ± 6,95 29,94 ± 6,26 29,95 ± 6,57 0,72 0.54

Sup. cont. pé D (cm) 83,23±24,0 85,25±13,1 78,03±19,4 85,62±14,9 0,73 0.54

Sup. cont. pé D (%) 50,55±1,82 50,80±3,04 50,70±3,06 50,40±2,85 0,08 0.97

Sup. cont. pé E (cm) 86,42±18,8 82,01±12,3 80,88±11,8 84,56±14,4 0,59 0.63

Sup. cont. pé E (%) 49,45±1,82 49,15±3,12 49,30±3,06 49,65±2,92 0,12 0.95

Div. massa ante pé D 39,50±7,19 46,80±9,57 43,40±7,58 46,40±8,85 3,27 0.03* Div. massa ante pé E 40,55±8,26 46,45±14,01 41,75±8,64 41,60±9,86 1,27 0.29

Div. massa retro pé D 60,50±7,19 53,20±9,57 56,60±7,58 53,60±8,84 3,27 0.03* Div. massa retro pé E 59,45±8,26 54,00±13,71 58,25±8,64 58,40±9,86 1,09 0.36

D.= direito; E.= esquerdo; P.= pressão; méd-máx = média-máxima; Div. = divisão; Sup.cont. = superfície de contato; (cm)=centímetro; Dist. = distribuição.

Quadro 15 – Estatística descritiva e análise da variância de um critério para as variáveis da distribuição da pressão plantar estática de olhos abertos durante vinte segundos de acordo com os grupos investigados.

Na figura 19, houve uma elevação acentuada na distância do centro de gravidade aos dois pés desde o primeiro até o terceiro trimestre de gestação.

Figura 19 – Características do centro de gravidade corporal e centro de gravidade dos pés nos grupos de estudo.

Verificou-se, no quadro 16 abaixo, a pressão média do pé direito que, no terceiro trimestre de gestação, foi significativamente mais elevada que no primeiro trimestre, o mesmo ocorrendo em relação ao pé esquerdo.

Pressão média pé direito Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim.

Controle 0.85 0.93 0.18 1º.Trim. 0.85 0.49 0.03* 2º.Trim. 0.93 0.49 0.48 3º.Trim. 0.18 0.03* 0.48

Pressão média pé esquerdo Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim. Controle 0.80 0.65 0.22 1º.Trim. 0.80 0.17 0.03* 2º.Trim. 0.65 0.17 0.87 3º.Trim. 0.22 0.03* 0.87

Pressão média máxima pé direito Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim. Controle 0.07 0.19 0.56 1º.Trim. 0.07 0.97 0.63 2º.Trim. 0.19 0.97 0.89 3º.Trim. 0.56 0.63 0.89

Quadro 16 – Teste de Tukey para o post hoc da análise de variância para as variáveis da pressão plantar de acordo com os grupos investigados.

Na figura 20, percebe-se uma elevação discreta durante a gestação, da pressão média dos dois pés, além da elevação acentuada na pressão média máxima dos dois pés.

Figura 20 – Características da pressão média e média máxima dos pés nos grupos de estudo.

No quadro 17 abaixo, com relação à distribuição de carga, nota-se que no antepé direito foi significativamente superior no primeiro trimestre no grupo controle, enquanto que no retropé direito no grupo controle foi significativamente superior à observada no grupo experimental no terceiro trimestre de gestação.

Distribuição de carga % - Antepé direito Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim.

Controle 0.05* 0.75 0.16 1º.Trim. 0.05* 0.36 0.95 2º.Trim. 0.75 0.36 0.68 3º.Trim. 0.16 0.95 0.68

Distribuição de carga % - Retropé direito Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim. Controle 0.10 0.31 0.04* 1º.Trim. 0.10 0.93 0.98 2º.Trim. 0.31 0.93 0.77 3º.Trim. 0.04* 0.98 0.77

Quadro 17 – Teste de Tukey para o post hoc da análise de variância para as variáveis da distribuição de carga de acordo com os grupos investigados.

Na figura 21, registra-se um comportamento de aumento, redução e aumento novamente, da carga nos antepés direito e esquerdo nos grupos de investigação. Ocorrendo o comportamento contrário para os retropés.

Figura 21 – Características da distribuição da carga nas diferentes regiões dos pés nos grupos de estudo.

Na figura 22, evidencia-se uma estabilização da superfície de contato dos dois pés na medida percentual, além se uma discreta redução em centímetro do primeiro para o segundo trimestre de gestação, seguido de um discreto aumento para o terceiro trimestre.

Figura 22 – Características da superfície de contato dos pés nos grupos de estudo.

No quadro 18 abaixo, no que diz respeito à divisão de massa no antepé direito do grupo experimental no primeiro trimestre de gestação e no terceiro trimestre, foi

significativamente superior à observada no grupo controle. Já com relação ao retropé direito se verificou no grupo controle que a massa foi significativamente superior as verificadas no grupo experimental no primeiro trimestre de gestação e no terceiro trimestre.

Divisão de massa – Antepé direito Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim.

Controle 0.04* 0.46 0.05* 1º.Trim. 0.04* 0.57 1.00 2º.Trim. 0.46 0.57 0.67 3º.Trim. 0.05* 1.00 0.67

Divisão de massa – Retropé direito Controle 1º Trim. 2º Trim. 3º Trim. Controle 0.04* 0.46 0.05* 1º.Trim. 0.04* 0.57 1.00 2º.Trim. 0.46 0.57 0.67 3º.Trim. 0.05* 1.00 0.67

Quadro 18 - Teste de Tukey para o post hoc da análise de variância para as variáveis da divisão de massa de acordo com os grupos investigados.

Na figura 23, destaca-se uma discreta redução e aumento da massa no antepé direito, uma redução e estabilização no antepé esquerdo, um aumento e redução no retropé direito e um aumento e estabilização no retropé esquerdo.

Figura 23 – Características da divisão da massa nas diferentes regiões dos pés nos grupos de estudo.

No quadro 19 abaixo, quanto às variáveis estabilométricas em relação à superfície de contato e tempo de contato no plano frontal, não foram observadas oscilações estatisticamente significativas entre os grupos e entre os diferentes momentos de testagem no grupo experimental em nenhuma das variáveis.

Variável Controle 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre F p

Osc. sup. cont. a esq. pé E 47,70±5,49 48,90±3,99 48,70±2,05 48,45±2,04 0,41 0.75 Osc. sup. cont. a esq.corpo 49,75±0,97 50,25±1,97 50,45±1,79 49,10±3,58 1,39 0.25 Osc. sup. cont. a esq. pé D 49,90±4,90 50,90±1,94 50,90±1,65 51,35±1,66 0,90 0.44 Osc. sup. cont. a dir. pé E 52,35±5,48 51,10±3,99 51,30±2,05 51,55±2,04 0,44 0.72 Osc. sup. cont. a dir. corpo 50,25±0,97 49,75±1,97 49,55±1,79 50,90±3,58 1,39 0.25 Osc. sup. cont. a dir. pé D 50,10±4,90 49,65±3,47 49,10±1,65 48,65±1,66 0,77 0.51 Tempo cont. esq. pé E 48,75±5,78 47,60±6,75 48,20±3,86 47,95±8,77 0,11 0.95 Tempo cont. esq. corpo 49,45±4,71 49,00±5,49 47,50±7,49 46,85±7,62 0,72 0.54

Tempo cont. esq. pé D 49,40±4,95 51,40±6,26 49,30±7,85 51,60±6,34 0,75 0.53

Tempo cont. dir. Pé E 51,25±5,78 52,45±6,77 51,80±3,86 52,05±8,77 0,12 0.95

Tempo cont. dir. Corpo 51,90±6,97 49,00±11,36 52,50±7,49 53,15±7,62 0,92 0.44

Tempo cont. dir. Pé D 50,60±4,95 48,05±5,45 50,70±7,85 48,40±6,34 1,02 0.39

Sup cont.esq.= superfície de contato esquerda; E= esquerdo; D= direito; Sup.cont.dir.= superfície de contato direito; cont. esq.= contato esquerdo; cont.dir.= contato direito.

Quadro 19 – Estatística descritiva e análise da variância de um critério para as variáveis estabilométricas no plano frontal em relação a superfície de contato e ao tempo de contato de acordo com os grupos investigados.

Na figura 24, ressalta-se uma oscilação discretamente aumentada na superfície de contato à direita ao se considerar o pé direito e, à esquerda ao se ater ao pé direito durante a gravidez; uma oscilação aumentada e diminuída à esquerda ao se levar em conta o corpo e pé esquerdo; uma oscilação diminuída e aumentada à direita ao se deter ao corpo e à oscilação em constante diminuição à direita ao se observar o pé esquerdo.

Figura 24 – Características da superfície de contato no plano frontal nos grupos de estudo. Na figura 25, em relação ao tempo de contato ocorreu discreto aumento à esquerda ao se considerar o pé esquerdo, seguido de discreta diminuição durante a gestação; à esquerda ao se deter ao corpo, reduzindo constantemente na gestação; à esquerda ao se observar pé direito, diminuindo e aumentando na gestação; à direita ao se analisar o pé direito, diminuindo e estabilizando; à direita ao se apreciar o corpo, aumentando constantemente e a direita ao observar o pé esquerdo aumentando e diminuindo na gestação.

Figura 25 – Características do tempo de contato no plano frontal nos grupos de estudo.

No quadro 20 abaixo, no que concerne à estabilometria relativa à superfície de contato e ao tempo de contato no plano sagital, não foram observadas diferenças estatísticas entre os grupos e entre os diferentes momentos de testagem no grupo experimental em nenhuma das variáveis analisadas.

Variável Controle 1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre F p

Sup. cont. ant. pé E Sup. 49,85±1,66 50,60±2,11 49,75±1,80 49,50±2,61 1,04 0.38 cont. ant. corpo Sup. 49,70±0,98 49,90±1,25 49,40±1,76 49,55±1,36 0,49 0.69 cont. ant. pé D Sup. cont. 50,00±3,09 49,95±2,35 49,30±2,53 49,55±2,24 0,38 0.80 post. pé E Sup. cont. 50,15±1,66 49,40±2,11 50,25±1,80 50,50±2,61 1,04 0.38 post. Corpo Sup. cont. 50,30±0,98 49,60±1,57 50,60±1,76 50,45±1,36 1,87 0.14 post. pé D Tempo cont. 50,00±3,09 50,70±3,91 51,20±2,93 50,50±2,26 0,51 0.68 ant. pé E Tempo cont. 49,25±5,92 49,45±6,51 50,10±6,90 48,95±6,70 0,11 0.95 ant. corpo Tempo cont. 49,75±6,06 50,40±5,68 50,95±7,88 48,15±5,61 0,72 0.54 ant. pé D Tempo cont. 51,15±5,89 48,75±6,02 52,25±7,87 47,30±5,09 2,55 0.06 post. pé E Tempo cont. 50,75±5,92 50,55±6,51 49,90±6,90 51,05±6,70 0,11 0.95 post. Corpo Tempo cont. 50,25±6,06 49,60±5,68 49,05±7,88 51,85±5,61 0,72 0.54 post. Pé D 48,85±5,89 51,25±6,02 47,75±7,87 52,70±5,09 2,55 0.06

Sup. cont.ant.= superfície de contato anterior; E= esquerdo; D= direito; Sup.cont.post.= superfície de contato posterior; cont.ant.= contato anterior; cont.post.= contato posterior.

Quadro 20 – Estatística descritiva e análise da variância de um critério para as variáveis estabilométricas no plano sagital em relação à superfície de contato e tempo de contato de acordo com os grupos investigados.

Na figura 26, nota-se que a superfície de contato no plano sagital oscilações à esquerda, levando em conta o pé esquerdo sofre constante redução; já à esquerda, se detendo ao corpo e ao pé direito, também, sofrem diminuição seguida de aumento; à direita, contemplando pé direito, sofrem aumento constante; à direita, se o corpo é tomando como ponto de observação, sofre aumento, seguido de discreta redução; e à direita, quando analisa-se o pé esquerdo, sofre aumento seguido de redução.

Figura 26 – Características da superfície de contato no plano sagital nos grupos de estudo. Já na figura 27, houve alterações significativas em relação ao tempo de contato no plano sagital à esquerda ao se observar o pé esquerdo, à esquerda é o corpo que sofre alteração e à esquerda é sobre o pé direito que recai um aumento seguido de redução; e uma diminuição seguida de aumento nas variáveis para o lado direito.

Figura 27 – Características do tempo de contato no plano sagital nos grupos de estudo.

No quadro 21 abaixo, quanto à análise dinâmica em vinte segundos, não foram verificadas alterações estatísticas significativas em nenhuma das variáveis analisadas, entre

os grupos e nem entre os diferentes momentos de testagem no grupo experimental e no grupo controle.

Variável Controle 1º. trimestre 2º. trimestre 3º. trimestre F P

Sup. cont. pé D 112,09±20,63 108,66±13,31 102,34±13,87 107,76±19,42 1,11 0.35 (cm) Sup. cont. pé E 110,69±22,48 102,63±22,12 99,27±15,46 105,50±15,55 1,27 0.29 (cm) Duração passo 1256,0±1107,2 1522,7±1019,1 1171,1±715,3 1168,7±311,1 0,78 0.51 D Duração passo 1046,4±437,7 1182,8±552,2 994,0±318,0 1059,0±141,6 0,83 0.48 E

Sup.cont. D=superfície de contato direita; E=esquerda; (cm)=centímetro.

Quadro 21 – Estatística descritiva e análise da variância de um critério para as variáveis da pressão plantar dinâmica durante 20 segundos, olhos abertos de acordo com os grupos investigados.

Na figura 28, enfatiza-se uma redução seguida de um aumento na superfície de contato dos dois pés ao longo da gestação.

Figura 28 – Características da superfície de contato em análise dinâmica nos grupos de estudo.

Na figura 29, percebe-se uma redução seguida de estabilização no tempo de duração do passo à direita, enquanto à esquerda se caracteriza por uma redução seguida de discreto aumento durante o período de gestação.

Figura 29 – Comportamento da duração do passo dinâmica ao longo do período de estudo. No quadro 22 abaixo, somente para as variáveis de varizes e de dor lombar é que se percebe incidência relativa entre as mulheres do grupo controle. Já entre as mulheres do grupo experimental se pode verificar o aumento sensível da incidência de todas as variáveis, de acordo com a evolução da gestação.

Quanto à ocorrência de edemas, verificou-se um aumento significativo na incidência de edemas nos membros inferiores, porém, apesar do aumento na incidência de edemas nos membros superiores, este aumento não foi significativo.

Verificou-se que a gestação provocou aumento significativo na incidência de varizes, de câimbras nas pernas e pés, dores nas pernas, nos pés, na região pélvica e na região lombar; e de diástase abdominal.

Grupo experimental

Variáveis G. Controle 1º trim. 2º trim. 3º trim. x2 P

Edema MI 00 (0,0%) 00 (0,0%) 09(45,0%) 16 (80,0%) 28,92 <0.01* Edema MS 00 (0,0%) 00 (0,0%) 00 (0,0%) 03 (15,0%) 1,86 0.06 Varizes 05 (25,0%) 04(20,0%) 07(35,0%) 15 (75,0%) 9,65 0.02* Câimbra perna/pé 00 (0,0%) 00 (0,0%) 05(25,0%) 08 (40,0%) 1,86 0.06 Câimbra pé 01 (5,0%) 01 (5,0%) 06(30,0%) 11 (55,0%) 3,73 <0.01* Dor perna 00 (0,0%) 00 (0,0%) 05(25,0%) 10 (50,0%) 2,61 0.01* Dor pé 03 (15,0%) 00 (0,0%) 08(40,0%) 18 (90,0%) 25,76 <0.01* Dor pélvica 02 (10,0%) 11(55,0%) 18(90,0%) 20(100,0%) 15,59 <0.01* Dor lombar 07 (35,0%) 11(55,0%) 18(90,0%) 20(100,0%) 7,86 0.05* Diástese abdominal 00 (0,0%) 00 (0,0%) 00 (0,0%) 20(100,0%) 4,47 <0.01*

MI = membro inferior; MS = membro superior

Quadro 22 – Estatística descritiva e teste do qui-quadrado para as variáveis musculoesqueléticas de acordo com os grupos investigados.

Na figura 30, acompanha-se o comportamento das variáveis musculoesqueléticas nos grupos de estudo. Nele, é perceptível que as maiores prevalências musculoesqueléticas estão no terceiro trimestre de gestação ou até mesmo no segundo, ocorrendo em todas as variáveis investigadas. Nota-se ainda a ausência de inúmeras variáveis no grupo controle.

Figura 30 - Prevalências musculoesqueléticas ao longo da gravidez e do pós-parto.

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