économiques centrés sur l’usage
3.2. Soutenabilité environnementale
3.2.2. La promesse de consommer sans nuire à l’environnement
O DSpace apresenta apenas três formas de visualização de registos, o formato tabular (vista de resultados), o formato simples (tradução dos campos na língua portuguesa e inglesa) e o formato
completo (formato Dublin Core). A versão de experimentação como é natural, ainda não se
encontrava formatada para o tipo de documentos a inserir na BD, sendo que o primeiro passo consistiu na identificação da informação que pretendíamos colocar visível nos vários formatos. O DSpace, como mencionado anteriormente, prevê o Dublin Core qualificado com cerca de 70 elementos, no entanto, e para que pudéssemos inserir alguns campos específicos da descrição arquivística, optamos por adicionar alguns elementos seguindo a tabela proposta pelo Dublin
Core Metadata Elements disponível na Web. São exemplo o elemento dc.provenance, para
registo da História administrativa / custodial e o elemento dc.periodOfTime, para registo da data de acumulação de uma série (ver anexo 5). Os restantes elementos foram adaptados, tendo em conta as diferentes tipologias, sempre com o objectivo de traduzir de forma geral e clara o seu significado. Por conseguinte, procedemos à tradução do esquema de metadados pré-definido pelo DSpace, para seleccionarmos os campos a apresentar no formato de visualização simples. (ver anexo 16 – Cap. IV).
No que diz respeito à definição de campos e possíveis traduções não podemos deixar de salientar que tudo se concentrou à volta do Arquivo, principalmente pela natureza tão singular dos tipos de documentos e pelo esforço em manter a aplicação da norma ISAD (G) bem visível. Naturalmente e em relação aos documentos bibliográficos, a tarefa de definição de campos foi relativamente pacifica pois, conseguimos mapear com facilidade a informação previamente seleccionada do ALEPH para elementos Dublin Core. O DSpace não está preparado para receber
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documentos com critérios tão díspares pelo que adaptar os campos ISAD (G) a elementos Dublin Core não foi tarefa fácil.
Decisões tomadas antes de definirmos os formatos visualização por serviço (Arquivo e Biblioteca)
ARQUIVO
Unidades de descrição relacionadas
Enquanto descrevemos os documentos só ao nível da série (ver exemplo anexo 5) não tivemos grandes dificuldades em cobrir os campos ISAD (G), a situação começou a complicar-se quando foi necessário estabelecer ligações entre documentos. A versão JSP não permite a criação de
links nos elementos dc.relation, ao contrário da versão XML que, através da definição de uma target, possibilita a navegação entre registos. Porém, para estabelecermos ligações entre
unidades de descrição relacionadas teríamos que ter essa facilidade activa e assim, podermos navegar entre registos recebidos por acumulação ou entre registos que tivessem ligação à série ou documento simples / processo. (ver: evolução da biblioteca digital, anexo 15, Cap. IV). Não sendo exequível a ligação directa entre registos recebidos por acumulação, a forma que encontramos de contornar a situação foi colocarmos a informação como texto (por exemplo título da série), sem link e adicionarmos o elemento dc.relation.uri para dar entrada do handle (identificador corresponde ao registo de ligação) (ver exemplo anexo 6).
No que diz respeito a aspectos terminológicos entendemos que deveríamos traduzir o campo “Unidades de descrição relacionada” por “Informação relacionada”, para que fosse extensível a outros documentos. Por outro lado, e muito embora estejamos conscientes que para o utilizador menos especializado, seja pouco intuitivo a utilização de um campo URL para acesso ao documento, apresentamos a única solução possível, pelo menos até ao momento. Neste pressuposto, o campo dc.relation.uri que traduzimos por “Ligação ao documento”, cumprirá a função de ligação às séries, documento/peça e informação relacionada, em Arquivo e ligações às revistas, livros, suplementos, artigos, capítulos, em Biblioteca. Optamos por esta tradução que, por analogia se associa ao campo “Ligação ao catálogo” mantendo-se, desta forma uniformidade na apresentação da informação.
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Ligação à série
Todas as séries que possuem documentos associados estarão interligadas, dando a possibilidade ao utilizador de navegar entre registos subordinados e subordinantes. Procedemos da mesma forma colocando o título da série no campo dc.relation.ispartofseries e o título do documento/peça no campo dc.relation.isreferencedby, seguido da ligação ao URL do documento, colocado no campo dc.relation.uri (ver anexo 7).
Ligação ao Documento / Peça
Em relação às ligações dos documentos às séries e, após várias tentativas na expectativa de recuperarmos informação nos vários níveis (ligação à série ou documento), chegamos à conclusão que não faria sentido inserirmos todos os documentos subordinados a uma série no mesmo registo. O exemplo que nos fez reflectir foi a série processos de alunos com uma dimensão de cerca de 80 caixas, o que representa mais de 200 processos. Se tivéssemos adoptado o mesmo procedimento no que se refere à ligação entre séries recebidas por acumulação, ou seja, inserindo a informação relacionada seguida do URL do documento, resultaria numa extensão de 200 entradas de texto, associadas a 200 entradas de URL. Acresce que o DSpace não ordena alfabeticamente o campo, colocando a informação organizada segundo a ordem de entrada logo, se registássemos um documento cujo nome do autor iniciasse com a letra P e, posteriormente um documento com a letra A, ficaria ordenado desta forma. Para além disso, acreditamos que não resultaria num benefício para o utilizador as entradas de URL, já que estas não são intuitivas, obrigando-o a percorrer todos os URLs até chegar ao número pretendido.
Em suma, consideramos que a melhor forma de garantir o acesso aos documentos seria colocarmos apenas o URL quando se trata de informação reduzida, como é o caso das ligações por acumulação ou ligações do documento à série. Tratando-se de ligações da série aos documentos, o que envolve a apresentação de um maior volume de informação e, tendo em conta o nosso objectivo de que todos os documentos deverão possuir objecto digital associado, consideramos que a melhor solução seria disponibilizar um ficheiro compactado (zip) com todos os documentos, dando a possibilidade ao utilizador de descarregar todos os ficheiros ou aceder às ligações através de um único link, persistente, para a lista de documentos associados, neste caso, processos individuais de alunos existentes na Biblioteca Digital.
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Exemplo – Os processos de aluno têm uma entrada por tipologia, neste caso concreto Processo individual aluno. Na pesquisa o utilizador tem a possibilidade de aceder a um link que remete para uma lista com todos os processos inseridos até ao momento (exemplo: “ Processos individuais associados”). Sempre que é inserido mais um processo a lista é actualizada automaticamente garantindo ao utilizador o acesso a uma lista ordenada alfabeticamente, por tipo de documento “Processo individual de aluno”, com os links directos aos respectivos registos (ver anexo 7). Tem ainda a possibilidade de descarregar todos objectos digitais dos processos inseridos até ao momento em ficheiro ZIP.
Identificação das datas
Como referimos no capítulo IV utilizamos o campo dc.date.issued para registo das datas de produção (arquivo) e das datas de publicação/impressão (biblioteca). Na impossibilidade de termos as duas entradas, inevitavelmente tivemos que optar pelo elemento que reunia o maior número de documentos e que continha a entrada mais geral. Neste caso, preferimos perder a especificidade em detrimento da visualização de uma data no formato tabular. Os restantes campos referentes a datas, em princípio, não devem suscitar dúvidas pois são apenas dados complementares como a data em que o registo foi modificado. Incluímos também, a data de acumulação para registo das séries recebidas por acumulação. São exemplo as actas das conferências gerais da Academia Portuense de Belas Artes que, por acumulação, se integram nas actas do Conselho Geral da Escola de Belas Artes do Porto (cf. exemplo anexo 6).
Biblioteca
Relativamente aos documentos bibliográficos não tivemos grande dificuldade em mapeá-los para Dublin Core e, consequentemente, traduzi-los no formato de visualização simples. Contudo, e na eventualidade do utilizador considerar que a informação é insuficiente, pode sempre aceder directamente ao catálogo e retirar dados adicionais (ver anexo 8). Os campos principais são comuns a todos os tipos de documentos, exceptuando os referentes a ligações que possuem tradução específica. Prevendo futuramente, a existência de documentos com ligação entre o todo e a parte ou seja, ligações da revista ao fascículo e do livro ao capítulo, por exemplo, decidimos utilizar os campos dc.relation.ispartof para fazer a ligação da parte ao todo e o
dc.relation.haspart para proceder de forma inversa. Associamos também, ao campo dc.relation.haspart a figura do suplemento. De igual modo, utilizamos o campo dc.relation.replaces e dc.relation.isreplacedby para dar entrada do título anterior (continua) e
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título posterior (continuado por) da revista, respectivamente (ver anexo 9). Os restantes campos de relações foram criadas de forma a abranger outro tipo de ligações entre documentos (ver tabela 15: formato de visualização simples). Por fim, e no que concerne ao material não livro, também não tivemos grande dificuldade na tradução dos campos, na medida em que, a maioria são comuns aos registos bibliográficos como se pode comprovar com os exemplos em anexo (anexo 10). As gravuras contêm apenas um campo adicional que não previmos nos restantes documentos – a classificação (cf. Cap. II, anexo I).
Formatos
Os formatos de visualização (browse layout) podem ser alterados a partir do ficheiro DSpace.cfg da pasta config do DSpace. Ex. #webui.itemlist.columns = dc.date.issued (date), dc.title, dc.contributor.author. Podem ser incluídos os campos Data, Titulo, Autor.
O formato tabular (vista de resultados) apresenta por omissão três colunas referentes à Data de
Publicação, Título e Autor (ver anexo 11), sendo que apenas o título contém um link de acesso
directo ao documento. O formato aceita elementos simples (dc.title), com qualificador (dc.date.issued) ou com asterisco (dc.contributor.author.*). Para este último, o programa lista todas as entradas por autor com todos os qualificadores do elemento contributor. Ex.
contributor.advisor; contributor.editor; contributor.other. Tratando-se de um formato de “vista de resultados” o mais comum é visualizar apenas um elemento, com ou sem qualificador, para que
a informação não seja muito extensa e pouco perceptível. A declaração de metadados do elemento dc.date.issued estava configurada para ser interpretada como data apresentando apenas dígitos. Parte dos documentos que integram a biblioteca digital são registados com data incerta [185-?] apresentando portanto, caracteres não reconhecidos pelo sistema. Os elementos podem ser categorizados no sistema de três formas:
Date: o elemento vai ser indexado como um objecto data
Title: o elemento vai ser interpretado como título o que produz um link directo para o documento Text: o elemento vai ser interpretado apenas como texto
Para que fosse possível a visualização no formato tabular e simples dos dados relativos à data tivemos que proceder à alteração do elemento dc.date.issued, colocando-o como texto:
#webui.itemlist.columns = dc.date.issued (text). Assim, todas as datas interrogadas são
interpretadas pelo sistema e visíveis nos formatos. Para parametrizarmos o formato simples foi necessário proceder inicialmente, à enumeração dos campos Dublin Core para efeitos de
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visualização (browse index) seguindo-se a criação da lista de pesquisa no índice (search index) e por fim, a tradução dos elementos.
Formato Tabular (vista de resultados)
Tendo em conta a multiplicidade de tipologias inseridas na BD, consideramos que seria importante para o utilizador, quando faz uma pesquisa ter acesso imediato na vista de resultados ao tipo de documentos existentes por exemplo, sobre um determinado autor (dc.contributor.author) ou assunto (dc.subject) e paralelamente, navegar entre documentos da mesma tipologia (dc.type), Nesse pressuposto, definimos estes elementos para serem interpretados pelo sistema como o título que produz um link directo para o documento. Por outro lado, tratando-se de uma biblioteca de arte, pensamos que seria mais agradável e intuitivo, para o utilizador, a pré-visualização da imagem associada ao registo pelo que adicionamos igualmente, essa funcionalidade (ver exemplo anexo 11).
Formato de visualização simples
Na impossibilidade de desenvolver um formato intermédio, nomeadamente que se aproximasse do formato ISBD, com informação menos detalhada optamos por incluir todos os campos que consideramos essenciais para uma melhor compreensão da informação, registada no formato de visualização simples na língua portuguesa e inglesa5 (ver anexo 12). Todas as ligações pré- definidas têm por objectivo que o utilizador possa navegar internamente no sistema (através dos índices existentes entre documentos cujo assunto, autor ou tipo de documento seja idêntico ou através de ligação a documentos (handle do sistema)), e externamente através da ligação ao catálogo bibliográfico, neste caso do sistema ALEPH dando a possibilidade ao utilizador de obter mais informação. (cf. anexo 1, 8). Os títulos sublinhados significam que produzem um link para navegação entre registos. Note-se que, para a versão inglesa, foram apenas traduzidos os elementos seleccionados do formato de visualização simples.
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TABELA 14 – Formato de visualização simples - elementos
Versão portuguesa e inglesa6
Autor / Produtor Author (s) dc.contributor.author Contribuição Contributor (s) dc.contributor.other Orientador Thesis Advisor dc.contributor.advisor
Título Title dc.title
Outro Título Alternative title dc.title.alternative
Editor Publisher dc.publisher
Data Issue date dc.date.issued
Data de acumulação Date of accrual dc.periodOfTime
Sumário Table of contents dc.description.tableofcontents
Resumo Abstract dc.description.abstract
Descrição Description dc.description
Histórico do documento Provenance dc.provenance
Assunto Subject dc.subject * 7
ISBN ISBN dc.identifier.ISBN
ISSN ISSN dc.identifier.ISSN
Identificador Identifier dc.identifier
Localização física Call number dc.identifier.other
Audiência Audience dc.audience
Condições de acesso Rights dc.rights
Ligação ao Catálogo Catalogue link dc.source.uri 8
Informação relacionada Related information dc.relation
Documento original Original document dc.relation.isformatof Documento publicado Document published dc.relation.hasformat Revista / Livro Magazine/Journal/Book dc.relation.ispartof Artigo/Capítulo/Suplemento Article/Chapter/Supplement dc.relation.haspart
Série Series dc.relation.ispartofseries
Documento/Peça Document/ Piece dc.relation.isreferencedby Título anterior9 Former title dc.relation.replaces
Título posterior10 New title dc.relation.isreplacedby
6 Salienta-se mais uma vez que a ponderação da tradução de todos os elementos decorreu de todas as tipologias
existentes na Biblioteca Digital de Arte e na Biblioteca Digital de Nutrição.
7 Apresenta todos os campos de assunto preenchidos no registo.
8O link bidireccional criado no campo “Ligação ao Catálogo” (dc.source.uri) permite ao utilizador navegar do registo
bibliográfico do sistema ALEPH para a Biblioteca Digital e vice-versa. Desta forma, se o utilizador pretender obter informação bibliográfica mais detalhada pode aceder ao link que remete para o catálogo.
9 Continua 10 Continuado por
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Edição anterior Former edition dc.relation.isversionof Nova edição New edition dc.relation.hasversion Ligação ao Documento Document link dc.relation.uri Tipo de documento Document type dc.type
Formato completo
O formato completo engloba todos os campos em que foi inserida a meta-informação apresentando-se sem hiperligações. (ver exemplo anexo 12).
Configuração dos media filters
Activamos os “Media Filters” “Classes used to generate derivative or alternative versions of
content or bitstreams within DSpace”, para extracção do thumbnail, no formato simples,
utilizando o JPEG Media Filter. Procedemos do mesmo modo para a extracção do conteúdo textual do PDF através da activação do PDF Media Filter.