Conclusion du chapitre
CHAPITRE 3 : DANSE A L’ECOLE
II. Une pratique de danse “ didactisée ”
Coordenadores dos núcleos do Balcão79
ENTREVISTADO: ___________________________________________________ QUALIFICAÇÃO:____________________________________________________ FORMAÇÃO:_______________________________________________________ DATA: ____________________________________________________________ TEMPO NA COORDENAÇÃO:_________________________________________
1. O enfoque dado pelo Projeto a expressão “Acesso à Justiça” tem como significado a justiça distribuída pelo poder judiciário ou a justiça no sentido amplo do exercício da cidadania?
2. Hoje a atividade central do projeto é fornecer a população documentos para ingresso nas vias judiciais, tirar dúvidas sobre os direitos, receber e encaminhar demandas, ou tentar resolve-las?
3. Você identifica no tipo de atendimento e no relacionamento entre os núcleos e os assistidos algum diferencial na abordagem para condução de acordos?
4. Que diferencial seria esse?
5. Atualmente quantas pessoas integram a equipe “BALCÃO DE DIREITOS” em cada núcleo?
6. Qual o tipo de treinamento dado aos integrantes das equipes lotadas nos núcleos, antes de se engajarem nos trabalhos?
7. Sob a sua ótica as pessoas que são responsáveis pela condução dos acordos, junto aos núcleos, conhecem e utilizam técnicas apropriadas para conduzir esse tipo de recurso de solução de conflitos?
8. O que você pensa da possibilidade de focar a capacitação em mediação nos agentes de cidadania (da própria comunidade) e nos moradores das comunidades que se
apresentassem como voluntários e que se interessarem e se identificarem com o papel de mediador?
9. Como você percebe a importância do treinamento nas técnicas, para esses agentes e voluntários?
10. Que tipo de divulgação do Balcão e das técnicas de resolução amigável de conflitos, os Núcleos fazem para as comunidades assistida?
11. Você acredita que palestras de difusão para as associações de moradores, escolas, núcleos religiosos e entidades públicas locais sobre os benefícios da mediação, poderiam aumentar a utilização dos serviços do Balcão pelas comunidades?
12. O atendimento feito pelos núcleos é restrito a comunidade em que está implantado?
13. É feito algum tipo de controle pelo Projeto, em cada núcleo, visando o
acompanhamento, êxito ou frustração dos “casos” encaminhados ao poder judiciário?
14. É feito algum tipo de trabalho em parceria com as Associações de moradores das comunidades?
15. É feito algum tipo de trabalho em parceria com outras entidades localizadas nas comunidades? Quais?
Coordenação do Balcão de Direitos80 ENTREVISTADO:
CARGO: Sub-coordenador de Formação do Balcão de Direitos – Viva Rio DATA: DEZEMBRO DE 2004.
1. O que é o Projeto Balcão de Direitos no escopo VIVA RIO?
2. Nesse enfoque específico do “Acesso à Justiça”, o significado para o projeto era a justiça enquanto poder judiciário ou a justiça no sentido amplo do exercício da cidadania?
3. Pode-se dizer que na etapa inicial o projeto tinha como foco fornecer a população documentos para ingresso nas vias judiciais, e na segunda etapa receber demandas e encaminhá-las ao judiciário?
4. Como evoluiu a parceria com a Defensoria Pública do Estado? Que resultados foram efetivamente identificados?
5. Qual teria sido o ponto de descompasso entre o esperado e o alcançado?
6. Você acha pertinente dizer que o projeto identificou no tipo de atendimento e no relacionamento entre gestor do conflito e demandantes essa ótica diferente entre o esperado e o alcançado?
7. Quando o projeto iniciou a busca da conciliação entre as partes demandantes, as equipes investidas no papel de conciliadores conheciam e utilizavam técnicas apropriadas a conduzir esse tipo de recurso de solução de conflitos?
8. O projeto vem trabalhando esses dados em termos estatísticos?
9. Quando se formou o Núcleo de Conciliação?
10. Quando você está falando de conciliação você está se referindo a uma técnica diferente da mediação ou para o escopo do projeto conciliação e mediação se confundem?
11. O que faz o agente de cidadania?
12. E ele é da comunidade?
13. Ele é um voluntário?
14. O que você pensa da possibilidade de focar a capacitação em mediação nos agentes de cidadania e na própria população (aqueles que se identificarem com o papel), através de um Núcleo de apoio nas associações dos moradores e nas Escolas das comunidades?
15. Como você percebe a importância do treinamento nas técnicas, para esses agentes?
16. Quantos núcleos de conciliação/mediação existem implantados em comunidades? E em quais comunidades?
17. Quantas pessoas estão alocadas em cada núcleo?
18. Hoje as pessoas que atuam nesse atendimento para as comunidades receberam treinamento adequado em técnicas de mediação?
19. Que tipo de divulgação do Balcão e das técnicas de resolução amigável de conflitos, o projeto faz para as comunidades?
20. Você acredita que palestras de difusão dos mecanismos amigáveis de resolução de conflitos para as associações de moradores e para as escolas, sobre os benefícios de um espaço comunitário de mediação, poderiam aumentar o âmbito de atuação do projeto VIVARIO?
21. Os núcleos dos Balcões são procurados somente pela comunidade em que estão implantados?
22. Existem outros projetos, além do Balcão de Direitos, no âmbito VIVARIO, que trabalhem o Acesso à Justiça no escopo da resolução amigável de conflitos por técnicas extrajudiciais?
23. Que tipo de controle é feito em relação ao acompanhamento, êxito ou frustração das tentativas de resolução dos conflitos pelos Balcões de Direito?
24. Existe algum tipo de controle por área de conflitos, por exemplo, conflitos entre vizinhos, famílias, adolescentes etc...?
25. Que tipo de trabalho é realizado em parceria com as Associações de moradores?
26. Existe algum tipo de trabalho focado na compreensão dos pais e professores, sobre os benefícios da mediação?
27. Dentro do histórico da evolução do projeto Balcão de Direitos existe algum registro, alguma medida, da progressão da receptividade da comunidade às técnicas de conciliação/mediação dos conflitos?
ANEXO 2.
MODELO DE QUESTIONÀRIOS APLICADOS NOS “CAMPO”