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3.3. Phase d’identification des PME responsables

3.3.1.2. Pré-test du questionnaire

Vários estudos epidemiológicos têm reportado que indivíduos idosos, que praticam exercício físico regular, têm uma melhor saúde cardiovascular, quando comparados com indivíduos sedentários da mesma faixa etária [92, 139]. Wannamethee et al. [171] avaliaram os efeitos do exercício nas causas de mortalidade e nos principais factores de risco das DCV num estudo de follow-

coronária. Os autores concluíram que os indivíduos, que deixaram de ser sedentários para iniciar programas de exercício (de baixa intensidade), baixaram significativamente os riscos de mortalidade. Mais especificamente, o exercício baixou a mortalidade por DCV e por outras causas não cardiovasculares, comparativamente aos indivíduos sedentários. Num outro estudo com 811 mulheres idosas (75,9 anos), que iniciaram a prática regular de exercício, a mortalidade diminuiu significativamente por causas cardiovasculares, comparativamente a 2198 mulheres que permaneceram sedentárias [172]. Schnohr et al. [173] descobriram em 7023 adultos (20-79 anos) saudáveis, que aqueles que aumentaram a sua actividade física com actividades de lazer (baixa a moderada intensidade) apresentavam uma redução significativa do risco de morte, comparativamente aos que reportavam baixos níveis de actividade física, para ambos os sexos.

Programas de exercício desenvolvidos para os idosos têm mostrado uma forte associação na melhoria de indicadores biológicos de saúde cardiovascular como na redução da %MG, no índice de massa corporal (IMC), nos lípidos séricos e na PA, tal como se verifica na população jovem [174-177]. Mesmo tendo em conta que algumas intervenções reportam respostas modestas ao nível da saúde cardiovascular, o exercício regular moderado, de preferência combinado (AERO+LOCAL), é altamente recomendado para os idosos pelas principais organizações de saúde [40, 178-181].

Em síntese, a prática regular de exercício reduz o risco de DCV, prevenindo o enfarte agudo do miocárdio [156], a hipertensão [132], a diabetes melittus tipo 2 [152, 182-184], a dislipidemia [185-188], a osteoporose [189], a obesidade [112, 190], o cancro no cólon [144], cancro da mama [144], ansiedade e depressão [144].

A literatura disponível refere, de uma forma evidente, que o exercício induz reduções nos valores da PA [45, 86, 191, 192]. Alguns estudos reportam reduções na PA, após uma sessão isolada de exercício, após um programa de exercício regular, ou, simplesmente, como consequência do aumento da actividade física

habitual [58, 132, 172]. Parece ser consensual que o AERO é o modo mais eficaz

para diminuir os níveis de PA [67, 119, 132]. Por outro lado, o LOCAL é também recomendado, embora a sua eficácia na redução da PA pareça ser menor do que a obtida pelo AERO e, por esta razão, deve ser usado como complemento do AERO [58, 132, 193].

Vários estudos demonstraram que o AERO é eficaz na redução da PA de repouso em sujeitos jovens e adultos normotensos [132, 194-196] e hipertensos [132,

194-200], de ambos os sexos.

Diversos estudos mostraram que a redução da PA em indivíduos hipertensos, submetidos a exercício físico regular, pode ser explicada pela diminuição do débito cardíaco, em consequência da diminuição da frequência cardíaca, associada à redução do tónus simpático [201]. A redução do débito cardíaco em sujeitos hipertensos tem, alternativamente sido apontada como uma consequência da diminuição do volume plasmático [202].

Outros possíveis mecanismos para a diminuição, da PA em resposta ao exercício crónico, poderão ser a redução da actividade nervosa simpática muscular, em conjugação com a diminuição da sensibilidade vascular às concentrações catecolaminas [202] e, em consequência, a diminuição da resistência vascular periférica, assim como a melhoria na sensibilidade da insulina [132].

O mecanismo responsável pela diminuição da actividade nervosa simpática, após o exercício físico nos pacientes hipertensos não é totalmente conhecido. Os estudos realizados com animais com insuficiência cardíaca sugerem que a diminuição da actividade nervosa simpática se possa justificar pela maior sensibilidade quimioreflexa periférica, mas também por reduções, a nível, central da angiotensina II (mediador excitatório do sistema nervoso simpático), e ainda pelo aumento da expressão da isoforma neural do óxido nítrico [203]. Finalmente, a redução da actividade nervosa simpática, induzida pelo exercício físico crónico, pode estar relacionada com alterações da plasticidade do sistema nervoso central, nomeadamente a remodelação neuronal dos centros locomotores e cardiorespiratórios, resultando em menor número de sinapses

excitatórias [204, 205].

Outra importante adaptação provocada pelo exercício físico regular, é o aumento da sensibilidade baroreflexa arterial nos indivíduos hipertensos [206,

207]. Foi demonstrado em pacientes hipertensos, nos quais o controlo

baroreflexo da actividade nervosa simpática muscular e da frequência cardíaca estava diminuído, que após um período de treino aeróbio com duração de 4 meses, esse controlo baroreflexo era restaurado durante a activação e também na desactivação dos pressoreceptores arteriais pela infusão de fenilefrina e nitroprussiato de sódio [207]. Foi ainda observado que a melhoria da sensibilidade baroreflexa da actividade nervosa simpática muscular apresentava uma correlação positiva com a diminuição na pressão arterial nos pacientes hipertensos treinados.

Outro mecanismo, que explica a diminuição do PA em resposta ao exercício, é o aumento da vasodilatação dependente do endotélio vascular, através do aumento do fluxo sanguíneo e do shear stress, que estimulam da libertação de óxido nítrico, em indivíduos normotensos e hipertensos [194]. Por outro lado, a biodisponibilidade do óxido nítrico aumenta em consequência do aumento de defesas anti-oxidantes, o que impede a degradação do óxido nítrico, por reacção com as espécies reactivas de oxigénio, aumentando, assim, a sua semi-vida [208].

Os estudos longitudinais realizados com idosos indicam, de forma consistente, que o AERO e o LOCAL estão associados à melhoria da tolerância à glucose e da sensibilidade à insulina [146, 183, 209-211]. Esta adaptação crónica parece ser mais evidente, após o LOCAL [152, 182, 184, 212]. A literatura sugere que estas melhorias se evidenciam antes de possíveis alterações no peso e na CC dos idosos [180].

O exercício físico regular também induz alterações positivas na CC. Para além dos ganhos de massa muscular induzidos pelo LOCAL, como foi já referido, o AERO induz, também, alterações importantes na CC. As alterações mais

relevantes, induzidas pelo AERO na população idosa, repercutem-se nas reduções de 1-4% da %MG, mesmo quando o peso corporal se mantém [142,

146]. Contudo, também se verificam perdas significativas de %MG, após

LOCAL [156]. Um estudo reportou que a gordura intrabdominal diminuiu cerca de 25% em homens idosos que perderam 2,5 kg de peso corporal, com o AERO [213]. Estes resultados são importantes para os idosos, na medida em que a gordura intrabdominal representa um depósito natural de gordura, que aumenta com a idade, e está associado a outros factores de risco. De acordo com a literatura, parece que o exercício regular (quer o AERO, quer o LOCAL) estimula a lipólise e melhora o metabolismo das gorduras e da glicose [214, 215]. Recentemente, programas de exercício, combinando sessões de AERO com LOCAL, têm mostrado eficácia nas alterações positivas da CC, entre os idosos (ver Quadro 6).

O exercício aumenta o fluxo sanguíneo, ao nível do tecido adiposo, contribuindo, desta forma, para a diminuição do diâmetro dos adipócitos, em particular os adipócitos viscerais [111, 216]. A redução do volume das células de gordura resulta do aumento da sensibilidade dos receptores β2 e da diminuição

da activação dos receptores α2 adrenérgicos, aumentando, por sua vez, a

sensibilidade das células de gordura à noradrenalina [216].

O AERO é referido como o principal modo de exercício, que favorece o PL dos idosos [188, 217, 218]. O efeito crónico do AERO inclui a diminuição dos valores de

TGC e de CLT, ligeira diminuição do LDL e aumento do HDL [219-222]. Alguns

estudos sugerem que o AERO vigoroso resulta numa melhoria da actividade enzimática, em particular da lipoproteína lipase, aumentando, desta forma, o metabolismo dos lípidos [188, 198, 223]. Para maximizar os efeitos do exercício, a literatura recomenda a prática de exercício por um período relativamente extenso (12 a 36 semanas) [224]. No entanto, a maioria dos estudos que reportaram alterações favoráveis no PL dos idosos, também reportaram perdas significativas de peso corporal [225].

Por outro lado, o LOCAL, de forma isolada, parece não produzir resultados consistentes no PL. A literatura sugere, ainda que de uma forma pouco consistente, a possibilidade de se verificar um aumento da lipoproteína lipase no músculo após o LOCAL, levando à possibilidade de se verificarem alterações favoráveis no PL dos idosos [226]. Mais recentemente, programas de exercício, combinando sessões de AERO com LOCAL, têm mostrado eficácia nas alterações positivas do PL de idosos (ver Quadro 6).

Em suma, a literatura disponível reporta benefícios mais evidentes nos factores de risco de DCV como resultado do AERO em detrimento do LOCAL. Contudo, parece que a combinação de ambos os modos, tal como recomendado pelas principais organizações de saúde [40, 178-181], resultam em alterações positivas mais abrangentes nos factores de risco de DCV em idosos, quando comparado com o AERO isolado (ver Quadro 6). Estes programas, em particular, exploram os principais benefícios de ambos os modos de exercício, complementando-se um ao outro. O Quadro 6 apresenta alguns estudos referência do efeito de diferentes modos de exercício nos factores de risco das DCV.

Quadro 6. Principais resultados, de estudos de referência, no efeito dos diferentes modos de

exercício nos factores de risco das DCV.

Estudo Amostra Sexo Modo Duração Resultados

Hagberg et al. (1989) [142] N=47, 70-79 anos ♂ e ♀ AERO LOCAL 26 semanas ↓%MG; ↓PAS ↓%MG Seals e Reiling (1991) [147] N=34, 50-74 anos ♂ e ♀ AERO AERO 24 semanas 48 semanas ↓PAS e ↓PAD

↓Peso, ↓PAS e ↓PAD

Motoyama et al. (1995) [227]

N=30, 75,5±5,6

anos ♂ e ♀ AERO 36 semanas ↑HDL

Schuit et al.

(1998) [228] N=229, 60-80 anos ♂ e ♀ AERO 24 semanas ↓TGC

Wilmore et al.

(1999) [229] N=557, 16-65 anos ♂ e ♀ AERO 20 semanas

↓Peso e IMC, ↓MG subcutânea e visceral,

Sunami et al.

(1999) [230] N=40, 67±4 anos ♂ e ♀ AERO 20 semanas ↑HDL

Vaitkevicius et al.

(2002) [231] N=22, 84±4 anos ♂ e ♀ AERO 24 semanas ↓PAS Perini et al.

(2002) [232]

N=15; 73,9±3,5

anos ♂ e ♀ AERO 8 semanas ↓PAS e ↓PAD

Takeshima et al.

(2002) [233] N=30; 60-75 anos ♀ AERO+LOCAL 12 semanas ↓CLT e ↓LDL

Fahlman et al. (2002) [219] N=45, 70-87 anos ♀ AERO LOCAL 10 semanas ↓TGC e ↑HDL ↓TGC, ↓CLT, ↓LDL e ↑HDL Vincent et al.

(2003) [234] N=62; 68,4±6 anos ♂ e ♀ LOCAL 24 semanas ↓PAD

Santa Clara et al.

(2003) [235] N=36, 45-68 anos ♂

AERO

AERO+LOCAL

48 semanas

↓MG total e ↓%MG total.

↓Peso, IMC, ↓MG total, ↓%MG total, ↑MIG e ↑MM.

Takeshima et al.

(2004) [236] N=35; 60-83 anos ♂ e ♀ AERO+LOCAL 12 semanas ↑HDL

Stewart et al.

(2005) [237] N=104 ; 55-75 anos ♂ e ♀ AERO+LOCAL 24 semanas

↓MG e MG abdominal, ↑MM; ↓PAS e ↓PAD

Verney et al.

(2006) [222] N=10; 73±4 anos ♂ AERO+LOCAL 14 semanas

↓MG ↓CLT e ↓LDL

Tsuzuku el at.

(2007) [238] N=42, 65-82 anos ♂ e ♀ LOCAL 12 semanas

↓IMC, ↓MG e ↑MIG; ↓PAD; ↓TGC e ↑HDL

Taafe et al. (2007) [239]

N=17, 69,6±4,7

anos ♂ e ♀ LOCAL 20 semanas ↓PAS e ↓PAD

Volaklis et al.

(2007) [240] N=34; 54±3 anos ♂ AERO+LOCAL 16 semanas

↓MG; ↓TGC e ↓CLT ♂ homens; ♀ mulheres

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