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Les divers emplois

4. Les termes d'adresse : critères et emplois

4.2. Les divers emplois

Em sua forma mais simples, o ensino híbrido é a integração cuidadosa de sala de aula face a face com as experiências de sala de aula à distância como proposta de modelo de aprendizagem (GARRISON; KANAKU. 2004). Não há apelo intuitivo considerável para o conceito de integração das forças de sincronia (face a face) e assíncrona (Internet baseada em texto) nas atividades de aprendizagem (GARRISON; KANAKU. 2004). Ao mesmo tempo, há uma complexidade considerável em sua implementação, com o desafio de possibilidades de

design praticamente ilimitadas e aplicabilidade para muitos contextos (GARRISON;

KANAKU. 2004).

O ensino híbrido, do inglês blended learning, está emergindo como uma inovação “sustentada em relação à sala de aula tradicional (CHRISTENSEN; HORN; STAKER, 2013). O formato híbrido é uma tentativa de oferecer “o melhor de dois mundos” — isto é, as vantagens da educação à distância combinadas com todos os benefícios da sala de aula tradicional” (CHRISTENSEN; HORN; STAKER, 2013, p. 03).

Cabe destacar que o ensino híbrido é diferente de outras formas de aprendizado pela

web, uma vez que busca oferecer uma experiência diferente do que é proposto nas plataformas on-line ou de Educação à Distância – EAD, e até mesmo do que é proposta na sala de aula em

cursos presenciais. No entanto, não é claro a respeito de quanto ou quão pouco essa aprendizagem é inerente ao ensino híbrido (GARRISON; KANAKU, 2004). É uma medida indireta que pode ser enganosa nesta metodologia de ensino (GARRISON; KANAKU, 2004).

O verdadeiro ensino híbrido é a integração efetiva dos dois componentes principais, face a face somado à tecnologia da Internet (CHRISTENSEN; HORN; STAKER, 2013; GARRISON; KANAKU, 2004). O argumento central da metodologia de ensino híbrido consiste em ter um entendimento sólido das propriedades da Internet, o conhecimento de como interagir efetivamente frente a tecnologia, bem como complementada via características face a face, as quais são consideradas que impulsionam o aprendizado e a qualidade da experiência educacional (GARRISON; KANAKU, 2004).

Além da distinção evidenciada Staker e Horn (2012) categorizaram os modelos de ensino híbrido mais comum nas escolas norte americanas, que consistem em: i) modelo de Rotação; ii) modelo de rotação por estações; iii) modelo de laboratório rotacional; iv) modelo de sala de aula invertida; v) modelo de rotação individual; vi) modelo flex; vii) modelo à la carte; viii) modelo virtual enriquecido. Esses modelos assim como a descrição de cada um deles, estão demonstrados no Quadro 2.

Quadro 2 – Modelos Híbrido de Ensino

MODELO HÍBRIDO DE ENSINO DESCRIÇÃO

Modelo de Rotação

O modelo de Rotação é aquele no qual, dentro de um curso ou matéria (ex: matemática), os alunos revezam entre modalidades de ensino, em um roteiro fixo ou a critério do professor, sendo que pelo menos uma modalidade é a do ensino on-line. Outras modalidades podem incluir atividades como as lições em grupos pequenos ou turmas completas, trabalhos em grupo, tutoria individual e trabalhos escritos. O modelo de Rotação tem quatro submodelos: Rotação por Estações, Laboratório Rotacional, Sala de Aula Invertida, e Rotação Individual.

Modelo de Rotação por Estações

O modelo de Rotação por Estações — ou o que alguns chamam de Rotação de Turmas ou Rotação em Classe — é aquele no qual os alunos revezam dentro do ambiente de uma sala de aula.

Modelo de Laboratório Rotacional

O modelo de Laboratório Rotacional é aquele no qual a rotação ocorre entre a sala de aula e um laboratório de aprendizado para o ensino on-line.

Modelo de Sala de Aula Invertida

O modelo de Sala de Aula Invertida é aquele no qual a rotação ocorre entre a prática supervisionada presencial pelo professor (ou trabalhos) na escola e a residência ou outra localidade fora da escola para aplicação do conteúdo e lições on-line.

Modelo de Rotação Individual

O modelo de Rotação Individual difere dos outros modelos de Rotação porque, em essência, cada aluno tem um roteiro individualizado e, não necessariamente, participa de todas as estações ou modalidades disponíveis

Modelo Flex

O modelo Flex é aquele no qual o ensino on-line é a espinha dorsal do aprendizado do aluno, mesmo que ele o direcione para atividades off-line em alguns momentos. Os estudantes seguem um roteiro fluido e adaptado individualmente nas diferentes modalidades de ensino, e o professor responsável está na mesma localidade

Modelo A La Carte

O modelo A La Carte é aquele no qual os alunos participam de um ou mais cursos inteiramente on-line, com um professor responsável on-line e, ao mesmo tempo, continuam a ter experiências educacionais em escolas tradicionais. Os alunos podem participar dos cursos on-line tanto nas unidades físicas ou fora delas. Modelo Virtual Enriquecido

O modelo Virtual Enriquecido é uma experiência de escola integral na qual, dentro de cada curso (ex: matemática), os alunos dividem seu tempo entre uma unidade escolar física e o aprendizado remoto com acesso a conteúdo e lições on-line.

Fonte: Adaptado de Staker e Horn (2012) e Christensen, Horn e Staker (2013)

Diante dessa perspectiva desenvolvida por Staker e Horn (2012), Christensen, Horn e Staker (2013, p. 42) declaram que “no longo prazo, os modelos de ensino híbrido estão no caminho para se tornarem bons o bastante para atrair estudantes tradicionais do sistema estabelecido para o plano disruptivo. Seu caminho, no entanto, não será sempre simples e

direto”. Em termos organizacionais percebe-se que a inovação está ampliando a gama de soluções possíveis que podem ser exercidas sobre o ensino e a aprendizagem. Quer seja o interesse organizacional em criar experiências de aprendizado mais eficaz, quer seja aumentar o acesso e a flexibilidade ou ainda reduzir o custo de capacitação, é provável que os sistemas de aprendizado vão proporcionar uma integração entre as ferramentas on-line e presenciais criando uma disrupção da sala de aula.