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LA TYPOLOGIE DES FACETTES TOPOGRAPHIQUES

IV. 3.1.1 Les critères de sélection des types de facettes.

to-matching foi reintroduzido, na condição B final (Shimizu et al, 2003).

Outro tópico importante na programação de ensino tem relação à motivação dos alunos. Para acessar tal questão, uma sugestão intimamente relacionada ao princípio do ensino individualizado e adaptado ás necessidades do aprendiz é a avaliação de reforçadores (Tomanari, 2005), uma arma importante do analista do comportamento para a programação e ensino de quaisquer repertórios.

Vários métodos têm sido utilizados para avaliar possibilidades de estímulos que possam funcionar como reforçadores, dependendo do nível de funcionamento intelectual e verbal do aluno. Estes métodos podem variar, então, desde entrevistas diretamente com o participante, ou realizadas com os responsáveis, até metodologias mais controladas, em que geralmente se apresenta simultânea ou sucessivamente uma série de opções de estímulos, de forma que a escolha ou hierarquização deles possa ser acessada (Dube & McIlvane, 2006).

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MÉTODO

Participantes

Fizeram parte do Estudo 2 três crianças com deficiência intelectual não alfabetizadas, frequentadoras de uma escola especial. Os três participantes eram do sexo masculino, com idades variando entre sete e onze anos e com diagnóstico de Síndrome de Down. Dois deles (Juca e Zeca) também apresentavam dificuldades de fala, com ênfase para o participante Zeca, que não tinha qualquer linguagem oral.

Como no Estudo 1, os participantes foram recrutados pelos seus resultados na aplicação da Escala de Inteligência Wechsler para Crianças – WISC-III (Wechsler, 1991), o Peabody Picture Vocabulary Test Revised - PPVT-R (Dunn, & Dunn, 1981). Todos os testes foram aplicados pela pesquisadora. A Tabela 5 agrupa os dados dos participantes, além dos resultados dos testes diagnósticos aplicados a eles. Como medida de pré-requisito, a todos também foi aplicado o teste de critério de seleção ABLA - The Kerr Meyerson Assessment of Basic Learning Abilities (DeWiele & Martin, 1998), garantindo que todos os alunos atingissem o nível máximo neste teste.

Tabela 5. Dados dos participantes do Estudo 2

Participante Sexo Idade WISC PPVT

Juca M 9a7m <50 2a1m

Zeca M 8a11m <50 2a

Rick M 11a4m 61 4a10m

Situação Experimental

O experimento teve lugar nas dependências de uma escola especial, em uma sala de informática cedida especificamente para este propósito, cinco vezes por semana. As sessões de ensino ocorreram de forma similar às descritas no Estudo 1, diferenciando-se no fato de que não houve a colaboração de ajudantes.

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Material

O software escolhido para o delineamento do presente programa de ensino foi o “ProjectProgMTS”, um programa de ensino ainda em fase de construção por um profissional contratado para este propósito. Este software possibilita a construção de todas as tentativas já possíveis no “Aprendendo a ler e escrever em pequenos passos” (Rosa Filho, de Rose, de Souza, Fonseca, & Hanna, 1998), já indicadas anteriormente (vide Figura 3), além de outras possibilidades adicionais, que serão descritas ao longo do procedimento. As consequências apresentadas para acerto e erro eram as mesmas, sons ou vídeos, e a apresentação na tela também era similar.

O álbum de figurinhas (medida de reforçamento adicional descrita na seção Procedimento, a seguir) de cada criança foi construído pela pesquisadora e impresso em 14 folhas de tamanho A6. As figurinhas a serem coladas poderiam ser comerciais, selecionadas a partir dos interesses dos alunos, ou especialmente construídas e impressas em papel autocolante. Além disso, foram também distribuídos reforçadores palpáveis, que poderiam ser itens de papelaria (lápis, caneta, carimbos) ou pequenos brinquedos (carrinhos, bonecos), também de acordo com a preferência do aluno.

Para as sessões de teste foi realizada filmagem por meio de uma WebCam com microfone embutido. A experimentadora mantinha, também, um diário de campo em que anotava padrões de comportamento, para a identificação de dificuldades específicas.

Procedimento

Por se basear em sugestões evidenciadas pelos resultados do Estudo 1, o Estudo 2 implementou modificações gerais no procedimento, bem como novos procedimentos, implementados caso dificuldades fossem encontradas. As diferenças que se aplicam a todo o procedimento serão descritas na sessão Procedimento geral, e as referentes aos passos de ensino, em separado. As medidas de motivação também foram descritas individualmente.

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Medidas Motivacionais: Avaliação de reforçadores, vídeos, e tokens

Antes do início do ensino, foi aplicada a todos os alunos uma avaliação de reforçadores computadorizada, construída especificamente, no próprio software “ProjectProgMTS”. Esta avaliação empregou itens levantados por uma entrevista inicial informal com os alunos e com a professora da sala, que continham perguntas sobre itens como o time de futebol, desenho animado e filme de animação preferidos de cada criança.

Foram compilados cinco itens, e figuras representativas destes eram então apresentadas aos pares na tela do computador com a instrução “Aponte o que você mais gosta”. Ao total a avaliação apresentava dez tentativas, de forma que cada item aparecia sempre quatro vezes, uma vez com cada um dos demais itens. A ordem de apresentação das figuras, bem como a posição em que apareciam na tela (direita ou esquerda) foram balanceadas. Um esquema da avaliação de reforçadores pode ser encontrado na Figura 14, que traz a representação gráfica do procedimento.

O ranqueamento das escolhas era obtido após a análise dos resultados, de forma que eram considerados preferidos os dois itens selecionados mais vezes. Caso nenhuma preferência fosse encontrada (i.e. escolha similar entre diversos itens), a avaliação poderia ser repetida até três vezes, e então os itens eram modificados. Periodicamente o teste de reforçadores poderia ser reaplicado, com diferentes estímulos, em uma tentativa de avaliar novos interesses ou mudanças na preferência do aluno, caso fosse observada saciação dos reforçadores.

Outra nova contingência programada para auxiliar no aspecto motivacional foi a introdução de distribuição de uma economia de tokens, da seguinte maneira: cada criança mantinha um álbum de figurinhas e lhe era permitido completar uma página dele com uma figurinha a cada passo de ensino. As páginas do álbum contavam tokens, pois ao completar todas as páginas com figurinhas, o aluno ganharia um brinde, também geralmente relacionado aos seus itens preferidos.

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