cession, compl´ ementarit´ e et accumulation des connaissan ces
4.1 La performance innovante des grandes firmes pharmaceutiques
4.1.2 Bases de connaissances, int´ egration des connaissances et performance
Em sintonia com o trabalho de Megid Neto (1999) utilizaremos o termo descritor, na análise do corpus,
“para indicar os aspectos a serem observados na classificação e descrição das teses e dissertações [no nosso caso artigos], bem como na análise de suas características e tendências. Em outros estudos são utilizadas denominações distintas, como indicador, item, porém representando algo semelhante ao termo aqui referido” (MEGID, 1999, p. 35).
Com base na literatura consultada e tendo em conta as especificidades desta temática, escolhemos um conjunto de descritores, listados e descritos no quadro 4, que nos permitiram ter uma visão abrangente da pesquisa da área em causa.
Quadro 4: Descritores usados na revisão da literatura e sua descrição. Fontes: as referências usadas estão indicadas no quadro.
(continua...)
DES CRITOR DESCRIÇÃO DO DESCRITOR
CÓDIGO código do artigo: A# por ordem cronológica da publicação, quando possível.
ANO ano de publicação do artigo
AUTOR 1 nome do primeiro autor
G ÊNERO 1 gênero do 1º autor
AUTOR 2 nome do segundo autor
GÊNERO 2 gênero do 2º autor
AUTOR 3 nome do terceiro autor
GÊNERO 3 gênero do 3º autor
INSTITUIÇÃO instituição dos autores – acrescentar colunas se forem mais do que uma
UF unidade federal da instituição – acrescentar coluna se forem mais do que uma
TITULO DO ARTIGO título da publicação
PERIÓDICO nome do periódico em que o artigo foi publicado
PAGINAS número total de páginas do artigo
CITAÇÕES número de citações do artigo no google académico
PAL AVRAS-CHAVE Palavras-chave fornecidas no artigo
QUESTÃO DE PESQUISA qual a questão que é investigada na pesquisa descrita
OBJECTIVOS quais os objetivos da pesquisa e/ou do artigo
REFERENCIAL TEÓRICO principais correntes teóricas seguidas
L IG AÇÃO COM OUTRAS ÁREAS se estabelece ligação com outras áreas temáticas, como a geografia, a química, a física, arte, etc.
TERMO USADO – DC, ENF, EIF..
DEFINIÇÃO DE ENF/DC definições dos termos usados (DC, ENF, etc.)
TIPO DE ENF complemento; substituto, auxilio...outro (BRENNAN, 1997)
TERMO USADO – PUS, LC, CC que termos usam no artigo – literacia científica, cultura científica, ciência e cultura, percepção pública de ciência, etc.
METODOLOG IA RECOLHA DADOS com que instrumentos ou técnicas foram recolhidos os dados
METODOLOGIA ANÁLISE com que técnicas e instrumentos foram analisados os dados
SUJEITOS DE PESQUISA sujeitos pesquisados (alunos de certo nível, adultos, professores, visitantes, população geral, etc.)
OBJECTOS DE PESQUISA o que é pesquisado – um curso, um material didático, ensino-aprendizagem, uma exposição, uma reportagem, um livro, etc.
CONTEXTO
ESPECÍFICAR TIPO caso necessário, especificar o tipo de iniciativa – que ONG, que mídia, que tipo de concurso, que museu, etc.
que termo usam no artigo – Divulgação, Educação não formal, Educação formal, popularização, educação livre escolha, comunicação, etc.
Tipo de iniciativas estudadas: 1 - mídia; 2 - museus e centros de ciências; 3 - semanas científicas, festivais; 4 - universidades e extensão; 5 - programas governamentais; 6 - programas nao-governamentais (ONGs e associações); 7 – outros, consultoria, etc;, (FELT, 2003), 8 - concursos; 9 - escolas
DESCRITOR DESCRIÇÃO DO DESCRITOR
GÊNERO DE PESQUISA
FOCO TEMÁTICO
CONTEÚDO ASTRONOMIA
PÚBLICO a quem a pesquisa se destina. Os resultados são para os pesquisadores, público geral, professores, orgão governamental.
RESULTADOS quais os pricipais resultados
CONCUL SÕES quais as principais conclusões
REFERÊNCIAS LUSÓFONAS quantas referências nacionais
REFERÊNCIAS NTERNACIONAIS quantas referências internacionais
AUTO-REFERÊNCIAS quantas referências a trabalhos de algum ou vários dos autores
RESULTA DE TESE OU PROJETO é uma pesquisa resultado de tese ou dissertação?, está a ser feita no seio de um grupo de pesquisa? 1 - ensaio 2 - relato de experiências 3 - pesquisa 3.1 - pesquisa de intervensão 3.1.1- pesq. Experimental ; 3.1.2 - pes. Ação
3.2 - pesquisa de descrição / descritivo-explicativa 3.2.1 - survey;
3.2.2 - estudo de caso/etnografico;
3.2.3 - estudo comparativo-causal/estudo correlacional; 3.2.4 - analise de conteudo;
3.2.5 - pesquisa historica;
3.2.6 - pesquisa de rev. bibliografica( estado da arte)) (MEGID NETO, 1999) e (MAGDA SOARES, 2000)
1 - analise de material de divulgação; 2 - criação de exposição; 3 - descrição, analise e/ou avaliação de atividade (oficina, curso, jogo, programa, etc..); 4 - mediação / mediadores e seus saberes; 5 - panorama da área / revisão; 6 - relação formal/não-formal
- Geral; - Sistema Sol-Terra-Lua; - História e Objeto; - Sistema Solar; - Céu e Constelações; - Astronáutica; - Cosmologia; - Mecâmica Celeste; - Astronomia de Posição; - Estrelas; - Tempo e Calendário; - Astrofísica; - Galáxias; - Instrumentos
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Algumas considerações sobre os descritores:
Em relação ao descritor “tipo de pesquisa”, com base na revisão da literatura já efetuada, decidimos utilizar os critérios de tipologia de textos adotados e descritos por Soares e Maciel (2000) e por Megid Neto (1999). São eles Relato de experiência, Ensaio e Pesquisa.
Baseando-se no trabalho de Soares, Megid Neto (1999) caracteriza estes 3 descritores da seguinte maneira:
1 - Ensaio
“São textos em que o autor disserta a respeito do tema ou fenômeno em estudo, discorre sobre alguns dos seus aspectos, expõe ideias, teoriza sobre o tema; ainda quando lança mão de dados ou de documentos, não os toma como fonte de pesquisa, mas como exemplos, testemunhos ou referências. Em trabalhos na área de metodologia do ensino, o ensaio pode ainda propor, justificar ou fundamentar métodos e propostas pedagógicas; discutir recursos e materiais didáticos, refletir sobre a avaliação ou propor instrumentos de avaliação. Pode também discutir os fundamentos teórico-metodológicos do currículo escolar, o papel da escola na sociedade; ou então discorrer sobre o sistema educacional, a Educação formal ou não formal, a Educação permanente, entre outros aspetos. São também consideradas ensaios as dissertações e teses que apresentam propostas didáticas, propostas curriculares, programas de ensino. Apesar de não se constituir em um trabalho de pesquisa científica na acepção própria do termo atribuída no âmbito acadêmico, vários autores têm considerado este tipo de gênero como possibilidade para trabalhos científicos e acadêmicos, em nosso caso particular, a titulo de teses ou dissertações. Segundo Severino (1986) às vezes podem-se encontrar teses de doutorado ou livre docência com características de ensaio, muito boas. Para tal o trabalho deve se constituir em estudo discursivo e concludente, com exposição lógica e reflexiva, bem como com argumentos rigorosos e de alto nível de interpretação e julgamento pessoal” (MEGID NETO, 1999, p. 121).
2 – Relato de experiência
“Refere-se a trabalhos que descrevem e analisam uma prática educacional promovida e efetivada quer em situações não especificas, quer em situações peculiares. Geralmente, neste tipo de trabalho, o autor identifica uma situação problemática ou de deficiência do processo de ensino- aprendizagem; contudo não desenvolve um estudo sistemático sobre causas ou variáveis intervenientes no processo. Transpõe essa fase e apresenta uma nova proposta para superação da situação, que pode ser representada por um projeto de ensino ou novo material didático, por exemplo. O trabalho resume-se assim à proposição e descrição da proposta e, em alguns casos, ao relato da sua aplicação” (MEGID NETO, 1999, p. 121- 122).
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3 – Pesquisas
“Trabalhos que descrevem e analisam dados obtidos por meio de procedimentos sistemáticos, apontando conclusões deles decorrentes” (MEGID NETO, 1999, p. 122).
A tipologia de pesquisa é ainda dividida em várias subcategorias: Pesquisa histórica; Pesquisa descritivo-explicativa; Survey; Estudo de caso; Estudo comparativo; Análise de documentos; Estudo longitudinal; Estudo transversal; Pesquisa experimental e Mais de uma pesquisa (SOARES e MACIEL, 2000, p. 57). Pela análise preliminar e por ser um campo de pesquisa relativamente novo e pequeno, sabemos que não encontraremos todas as subcategorias, por exemplo, não devem existir ainda estudos transversais e longitudinais. As subdivisões da categoria de pesquisa adotadas por Megid Neto (1999) são ligeiramente diferentes e serão também usadas por nos permitirem fazer outras distinções e por serem largamente usadas por pesquisadores que efetuam estados da arte na área da Educação em ciências no Brasil, o que poderá facilitar a comparação com outras pesquisas da área.
Para este autor
“as pesquisas podem ser divididas em dois grupos: pesquisa de intervenção e pesquisa de descrição. As primeiras reúnem investigações em que o pesquisador intervém no processo, introduzindo um ou mais elementos novos ou variáveis. As segundas referem-se a estudos em que o processo ou algum de seus aspectos é descrito, sem que o pesquisador pretenda alterá-los. Nesses casos, dependendo da forma com o pesquisador participa desse processo de descrição, é presumível que ocorra interferência de sua parte; entretanto isto não é premeditado a priori pelo pesquisador” (MEGID NETO, 1999, p. 122).
Em relação aos outros descritores seguiremos a classificação de vários autores, dependendo do descritor, com os devidos ajustes e adaptações à Educação Não-Formal e Divulgação Científica. As referências encontram-se no quadro 4.
Em relação ao descritor foco temático não encontramos na literatura nenhuma classificação adequada à Educação Não-Formal e Divulgação Científica. Assim, ao longo da análise fomos construindo as categorias deste descritor.
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