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O uvrons-les d ’aborcl au soleil. A ce soleil q u i s’est fa it si p récieu x en ce d é b u t d e p rin te m p s et sans leq u el le Valais n e saurait être ce q u ’il est.
O uvrons-les aussitôt après, sous la tiè d e caresse de ses rayons, a vec générosité e t e n thousiasm e, aux repré sen ta n ts d e la presse internationale q u e Sion aura, clans q u e lq u e s jours, le p rivilèg e d e recevoir.
Journalistes d e to u s pays, so yez les b ie n v e n u s dans le nôtre.
Il vo u s accueille a vec cette sp o n ta n é ité naturelle, c ette sim p licité am icale, c ette franchise sans d éto u r que vo u s a im e z à rencontrer au gré de vos pérégrinations.
Q ue ce passage sur les rives d u H a u t-R h ô n e où, po u r u n e fois, vo u s ne serez pas à la tâche, vo u s accorde des h eures d e d é te n te et d e joie.
C ’est à vo u s q u ’a u jourd’hui n ous d éd io n s ces pages avec le secret espoir que v o u s p re n d re z p lu s ta rd u n p e u de plaisir à les feu illeter, ne serait-ce que p o u r vo u s souvenir.
V o u s y re tro u verez ce ch âteau d e la M ajorie où vous aurez d é g u sté le fe n d a n t d e l’am itié. V o u s y reconnaîtrez l’u n ou l’autre coin q u i aura p eu t-être é m u fu r tiv e m e n t vo tre regard d e curieux professionnels. V o u s en d é c o u vrirez d ’autres encore où v o u s auriez aim é flâner aussi. C onfrères d e p artout, le V alais e t sa p e tite capitale vo u s o u v re n t leurs portes.
V o u s êtes donc c h e z vous.
Car c h e z nous, côté cour ou côté jardin, elles d o n n e n t sur le cœ ur.
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L e c h â t e a u d e V illa , p r è s d e S ie r r e (P h o to D u b o s t , C ran s )
X.€
'pzinleM'ps en ~ô alais
par Vera Fossy
Le glacier c h a n te au ciel son b la n c ép ith alam e, L a m a in fraîch e d u v e n t m odèle m on visage, L e p rin te m p s v a ouvrir ses yeux d e p erce-neige, D ieu m a rc h e ra là -h a u t pieds nus sur les alpages.
Je ne serai plus là p o u r voir les prés ren a ître, L es m élèzes sans moi se v ê tiro n t d e tulle, Les crocus so rtiro n t de la te rre nubile,
L es rochers tié d iro n t ju s q u ’au b lo n d crépuscule.
Les to rren ts m êlero n t leu r clam eu r aux clarines, L a ro n d e trolle d 'o r sourira aux nuages,
M yosotis e t gen tian es tressero n t leu r couronne, Les agneaux b o n d iro n t ainsi q u e les collines.
O te rre personnelle, pays u n iq u e au m onde, Scintille en tes hivers, flam boie en tes étés, O toi q ui n e sais pas co m b ien p ro fo n d e
LE
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IRCUIT DU V IN ET DES FRUITS
D epuis plusieurs mois, les jo u rn au x d u Bas-Valais nous p a rle n t d e ce c ircuit tra v e rsa n t u n e région q u e l'on ap p elle, à cause d e son clim at et de sa fécondité, la C alifornie de la Suisse. E n effet, la p lain e d u R hône, d e B id d es à M artigny, est u n v é rita b le pays de cocagne. L e v ignoble s’étire sur le flan c des m o n tag n es et, dans la p la in e q u e ch auffe u n soleil m érid io n al, m û rissen t les plus b eaux fruits d u m onde. C e q u e l ’on n e nous d it pas, c’est q u a n d et p a r q ui ces cultures o n t été in tro d u ite s en Valais.
D ans l'a n tiq u ité , la vallée d u B hône é tait h a b ité e p a r des trib u s n o m ad es q u i v iv aie n t d e la chasse et d e la p ê c h e e t ré c o lta ie n t déjà l’asperge. P lus ta rd , sous les B om ains, les cul tures p rire n t d e l ’extension. A en ju g e r d ’après les objets trouvés dans les sépultures, la cité d ’O c to d u re é ta it p e u p lé e d ’h a b ita n ts q ui jouis saien t d ’u n ce rta in b ien-être.
L a d o m in atio n ro m aine e u t u n e h e u re u se in flu en ce sur la ré g io n d e M artigny. E lle a p p o rta des in stru m e n ts d e lab o u r nouveaux e t plus p e r fectionnés (la c h arru e, p a r exem ple) ; des p r o cédés cu ltu rau x plus ratio n n els et, su rto u t, la cu ltu re de n o m b reu se s espèces d ’arb res fruitiers tels q u e figuiers (ils o n t p ra tiq u e m e n t disparu), p êch ers, abricotiers e t la v igne q u i font, a u jo u r d 'h u i encore, la richesse d e c e tte contrée.
T outefois, ce n ’est q u ’en 1880 q u e la cu ltu re d e l ’ab ric o tie r a com m encé d ’une façon m é th o d iq u e. C ’est u n c e rta in Sablier, d ’origine fra n çaise, é ta b li à Saxon, q ui im p o rta d ifféren tes v ariétés d ’abricots dans le b u t d ’in tro d u ire , en Valais, la cu ltu re intensive de ce fruit. Après d e n o m b reu x essais, il d o n n a la p ré fé re n c e à la v ariété d ite « L u iz e t » q u i re p ré se n te , a c tu e lle m en t, le 90 % d e la p ro d u c tio n v alaisanne. P a r la suite, on cultiva encore deux autres espèces : « L e P a v io t » e t « L e Bosé ».
L a fraise, qui est u n e des plus im p o rtan tes ressources des ag ric u lteu rs de la p la in e en tre M artig n y e t B iddes, a é té am e n ée en Valais assez récem m en t. C ’est en 1896 q u e le p è re F ischer, d e Saxon, v o y an t la g ra n d e q u a n tité d e fraises im portées de F ra n c e p a r la fa b riq u e de conserves de sa localité, d é c id a de cultiver la fraise dans sa p ro p rié té . C om m e son essai fu t co u ro n n é d e succès, il e u t ra p id e m e n t des im ita teu rs, si b ie n qu e, d ep u is 1920, la fraise est d ev e n u e aussi cu ltu re intensive.
L e vin, p a r contre, est u n vieux p ro d u it du pays p u isq u e ce serait aux légions rom aines v enues d ’Italie q u e l ’on a ttrib u e l’in tro d u ctio n , chez nous, d ’u n c ertain cép ag e : l ’am igne. Ce m o t se ra it u n d ériv é de 1’« a m in eu m b ib e » d u vieil H o race. Trois facteu rs o n t créé le vignoble valaisan : l ’a rid ité d u sol, la sécheresse d e l ’air
e t le soleil q u i lu it à satiété. C ela explique le c a ra c tè re p a rtic u lie r des vins valaisans qui, p ar leu r violence e t leu r saveur, ressem b len t à ceux d ’E sp ag n e. Les spécialités d u v ignoble valaisan sont fam euses : l ’h u m a g n e , le m uscat, le johan- n isberg, la m alvoisie qui est un g ra n d vin de dessert, l’erm ita g e e t la p e tite arvine, deux tré sors d e finesse, v éritab les n ectars des dieux. Le p in o t noir, q ui nous v ien t de B ourgogne, est le cép ag e le plus éq u ilib ré q ui soit et le fen d a n t, a u th e n tiq u e p ro d u it d u pays, est le plus d ém o c ra tiq u e d e tous. Vers le m ilieu d u X IX “ siècle, des v iticu lteu rs vaudois a m e n è re n t en Valais leurs m éth o d es d e cu ltu re ; on p ré te n d m êm e q u ’à l ’ép o q u e, certains v e n d ire n t d u vin valaisan com m e p ro d u it vaudois a u th e n tiq u e ! C ’est à la suite de no m b reu ses expositions, où les vins v a laisans o b tin re n t les plus flatteu ses récom penses, q u ’ils fu re n t ap p réc iés sur le m a rc h é suisse et l ’on p e u t p ré te n d re , sans exagération, q u ’ils ont m a in te n a n t acquis la m eilleu re des renom m ées.
P o u r les étran g ers d e passage ou en séjour d an s la région d e M artig n y , le C irc u it d u vin e t des fruits offre de m u ltip les attraits. T o u t d ’ab o rd , 34 km. d e ro u tes excellentes d o n t 14 km . en lig n e d ro ite (cas u n iq u e en Suisse !). E n su ite, la possibilité d e se re n d re ra p id e m e n t, en téléfériq u e, à Isérab les e t d e v isiter ce village valaisan ty p iq u e , b lo tti co n tre le ro c h e r tel un n id d ’aigle. Puis, d é g u ste r les n o m b reu se s sp é cialités g astro n o m iq u es d u Valais.
Il n e fa u t pas o u b lier q u e le C ircu it d u vin e t des fruits possède ég a le m e n t u n in té rê t his to riq u e. Saillon, citad elle m éd iév a le avec ses re m p arts, ses p o rtes, son donjon, son hospice, ses ruelles étroites e t tortueuses, est le b o u rg d u XI° siècle le m ieux conservé de Suisse. C ’est à Saillon q u e le p e in tre C o u rb e t, exilé, se réfugia (1874-1875) p o u r se m e ttre à l ’a b ri des curieux. E nfin, très p e u d e p erso n n es sav en t q u e le m arb re d e Saillon, à veines vertes e t b lan ch es, servit à la co n stru ctio n d u g ra n d escalier d e l'O p é ra de Paris. P o u r a ttire r l'a tte n tio n des n o m b reu x voya geurs d e p assag e en Valais et les in c ite r à p a r c o urir n o tre belle contrée, il fa u d ra it, à l’exem ple d e la to u r d e L a B âtiaz, illu m in er celles de Saillon et d e Saxon. C ela serait d u plus b el effet e t p e rm e ttra it d 'in a u g u re r le C ircu it d u vin, des fruits et des châteaux.
Un q u in quagénaire
qui se m ain tien t
Le tunnel du
C o n f o r ta b le m e n t in stallés d a n s le convoi la n c é à to u t e a llu re a u fo n d d es té n è b re s , les v o y a g e u rs n e fo n t q u e je te r u n re g a r d d is tra it su r les lu m iè re s b ie n v ite év a n o u ie s qui m a r q u e n t la s ta tio n c e n tra le d u tu n n e l. Puis, in d iffé re n ts , ils se r e p lo n g e n t d a n s la le c tu re d e le u rs jo u rn au x .
P o u r b e a u c o u p d ’e n tr e eux c e p e n d a n t , c e tte in d iff é re n c e n ’e st p a s ig n o ra n c e , m ais o u b li d e ce q u e r e p r é s e n te l ’œ u v r e g ig a n te s q u e d u p e r c e m e n t d u S im p lo n . T o u s les p lu s d e c i n q u a n te ans se re m é m o re r o n t sans e ffo rt la n o u v e lle q u e les jo u r n a u x d u m o n d e e n tie r d if fu s a it le 24 fé v rie r 1905 : « P e rc é e e ff e c tu é e à 7 h. 20 ». C e tte p e tite p h ra s e é ta it l’a b o u tis s e m e n t d e se p t a n n é e s d ’u n la b e u r im m en se. Q u e d e d ra m e s, d e la ssitu d e , d ’espoirs, d e p le u rs e t d e joie le té lé g r a p h e v e n a it ain si d e m e ttr e a u ra y o n des so u v en irs ! L ’a ff a ire a v a it c o m m e n c é e n a o û t 1898. L e p la n p ré v o y a it l’a t ta q u e d e la m o n t a g n e su r d e u x fro n ts, a u n o rd p rè s d e B rig u e et a u sud, à Iselle. L es n o m b r e u s e s é tu d e s g é o lo g iq u e s d u m a ssif d u S im p lo n , s é rie u s e m e n t m e n ées, a v a ie n t laissé e n tre v o ir d e très grosses d ifficu ltés. E n p a r tic u lie r la d u r e t é d e la ro c h e à tr a v e rs e r e t la ch a le u r. L e tra v a il p a ra is s a it im p o ssib le d a n s u n e a t m o s p h è re s a tu ré e d ’h u m id ité et d o n t la te m p é r a t u r e d é p a s s e ra it 40". C ’é ta it o u b lie r les q u a lité s m o rales e t te c h n iq u e s d es h o m m e s q u i a v a ie n t a ss u m é les risq u e s d e l’e n tre p rise .
L es o b sta c le s d é p a s s è r e n t c e p e n d a n t to u t ce q u e les p lu s pessi
m istes a v a ie n t im a g in é . L e ro c h e r le p lu s d u r, q u i é m o u ssa it les m e il leurs fo rets, a lte rn a a v ec des c o u ches p lu s te n d re s , m ais c o m b ie n p lu s d a n g e re u s e s . L a p ressio n d e la m o n ta g n e é c ra s a it irré sistib le m e n t les g aleries q u e les h o m m es s’o b s tin a ie n t à c re u s e r d a n s ses flancs. L a p ie r r e vo la it e n éclats, t u a n t o u b le s s a n t les ouvriers. Il f a llu t six m ois d ’effo rts p o u r f r a n c h ir q u a r a n te - d e u x m è tre s d a n s c e tte ro ch e, alors q u e l’a v a n c e n o r m a le é ta it en m o y e n n e d e h u it m è tre s p a r jour.
L ’a é ra tio n d u c h a n tie r é ta it u n d e s p lu s gros soucis d e s c o n s tru c te u rs. Il e st à p e u p rè s c e rta in q u e si l’o n s’é ta it b o r n é à c re u s e r u n e se u le g alerie, le tr a v a il n ’a u r a it p u ê tr e m e n é à b ie n . A cô té d u tu n n e l p rin c ip a l, o n e n p e r ç a d o n c u n e se c o n d e , p a ra llè le , q u i lui é t a it r e liée p a r d e s g aleries tran sv ersales.
D e p u is sa n te s tu r b in e s in su fflaien t d e l’air d o n t le c o u ra n t ra f ra îc h is sait e t p u rifia it l’a tm o s p h è re . M a l g ré cela, les so u rces d ’e a u c h a u d e q u i c r e v è r e n t d a n s le tu n n e l fu re n t si a b o n d a n te s q u e la te m p é r a t u r e m o n ta ju s q u ’à p lu s d e 50". D ans la g a le rie n o rd , à p lu s d e la m oitié d e la lo n g u e u r d u tu n n e l, c e tte eau c h a u d e e u t fin a le m e n t raiso n d e l’o p in iâ tr e té d e s h o m m es. L es tr a vau x d u r e n t ê tre s u s p e n d u s le 18 m ai 1904. D e lo u rd e s p o rte s d e fer fe r m è re n t le fo n d d u tu n n e l e m p ri s o n n a n t l’e a u d a n s u n e so rte de p oche.
L es tra v a u x , a c tiv e m e n t p o u rs u i vis s u r le f r o n t sud, p e r m ir e n t d ’a t te in d r e c e tte « p o c h e » le 24 fév rier 1905. U n m ois a p rè s , le 2 avril, les p o rte s d e fe r é ta ie n t o u v e rte s e t les h o m m e s des c h a n tie rs n o rd e t sud p o u v a i e n t se s e rre r f r a te rn e lle m e n t la m a in , s y m b o lisa n t l’esp o ir d ’u n e
m eilleure e n t e n te e n t r e les h o m m es, qu e fa isa it n a îtr e ce n o u v e a u b ra s te n d u e n tr e les p e u p le s d u n o rd et d u su d d e l’E u ro p e . Plu sieu rs h o m m e s m a n q u a ie n t à l’appel, h élas ! v a in c u s p a r ce t r a vail d e tita n . E t p a rm i eux, l’in g é nieur B ra n d t, q u i a v a it su c c o m b é en 1899, u n e a n n é e a p rè s le d é b u t des tra v a u x d e ce tu n n e l q u i d e v a it rester son œ u v re . L e S im p lo n a e x a c te m e n t 19 km . 803. Il est e n c o re a c tu e lle m e n t le plus lo n g tu n n e l d u m o n d e . Son altitude p e u élev ée, sa p e n t e m i nime en fo n t u n e voie d e c o m m u
n ic a tio n in c o m p a ra b le . L es tra v a u x a v a ie n t d u r é 2392 jours, soit six ans e t d em i.
C e fu t le 19 m ai 1906 q u ’e u t lieu l'in a u g u r a tio n en p ré s e n c e d u roi d ’Ita lie e t d u p r é s id e n t d e la C o n fé d é ra tio n , M. F o rr e r, à D o m o d o sso la e t à B rigue. E lle d o n n a lieu é g a le m e n t à d e s fêtes fa s tu e u se s à G e n è v e , à L a u s a n n e , où des b a n q u e ts f u r e n t servis à la p o p u la tio n d a n s les rues, e t d a n s to u te s les villes d e V e v e y à S ierre. E n fin , M ilan e t G ê n e s r e ç u r e n t a v e c éclat la d é lé g a tio n suisse, les n a v ire s d e la flo tte ita lie n n e m o u illé e d a n s le
p o rt d e G ê n e s a rb o r a n t, p o u r la p re m iè r e fois d a n s l’h istoire, le p a villon h e lv é tiq u e .
A B rigue, e x a lta n t l’am itié italo- suisse, le roi d ’Ita lie e x p rim a sa joie d e voir réalisé « ce n o u v e a u lien d ’in té rê t e t d e se n tim e n t. Œ u v r e m e rv e ille u se q u i sera l’u n des m o y e n s les p lu s fé c o n d s d ’e n tr e ceux q u i so n t p ro p re s à a c c ro ître la rich esse, la p ro s p é rité et la civi lisatio n des d e u x p a y s ».
M A G 7 E
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n m v i e t â
-L ’éperon h erb eu x q u i sépare les d eu x torrents se bosselle parce que la roche d u re e ffleu re un p e u p artout, ém erg e ici et là en m asse grise et noire. L e regain sèche au soleil. L e s m élèzes vert pâle frisso n n en t très lég è re m e n t sous le v e n t déjà autom nal. T o u t le paysage im m é d ia t sem b le c o m m e su sp e n d u entre leurs branches aériennes où jo u en t les écureuils. C ’est le silence d e la m o n tagne, le silence naturel q u e le b ru it régulier des torrents ne pa rvien t q u ’à rendre p lu s profond. L e s eaux v iv e s q u i d e sc e n d e n t d ’u n e traite clu glacier le long de la m o n ta g n e, s’e n fo n c e n t ici dans les gorges avec u n g r o n d e m e n t fam ilier q ui est encore u n e fo rm e d u silence alpestre. Sur le fla n c gauche de la vallée, le village groupe ses chalets noirs e t b runs autour d e l’église blanche. D es fleu rs aux gaies couleurs éclairent partout les fa ça d es ta n n ées par le soleil. B ien au-dessus d es p lu s hauts toits, la croix qui se dresse non loin de l’église é te n d ses bras dans le ciel. T o u t est p a rfa ite m e n t ordonné et d e p u is des siècles c ette harm onie d e la terre et d es m aisons des h o m m e s ch a n te l’accord p e rm a n e n t d ’u n p e tit p e u p le e t d e son sol rude q ui re n d vigoureux ceux q ui le travaillent fid è le m e n t.
D ans les cham ps, q u e lq u e s silh o u ettes v o n t et vie n n e n t, reto u rn en t le regain, le m e tte n t en tas- sur la grande toile écrue ; u n e fe m m e porte sa charge sur la tê te dans un grand ba la n cem en t équilibré e t disparaît derrière un raccard. Par fois on e n te n d u n appel, q u e lq u e s coups d e m ar teau ven u s d ’on ne sait où. Un h o m m e passe sur le c h e m in des gorges, p o rta n t une planche et des outils ; sans d o u te va-t-il réparer le p o n t d u tor rent. Trois chèvres solitaires b ro u te n t, attachées à leur p iq u et. Pourquoi ne sont-elles pas allées à l’alpage le m a tin , c o m m e les autres, a vec le chevrier d u village ? Un jeune garçon m o n te un sentier, tirant un veau récalcitrant cra m p o n n é au sol sur ses p a ttes nerveuses. A force d e tirer, le vea u s’élance en a vant d ’une traite e t c’est lui qui p e n d a n t u n m o m e n t m è n e le jeu, entraînant l'en fa n t à travers prés au b o u t de la corde. D eux
ou trois cabrioles e t le m a n è g e recom m ence. Jus q u ’où vont-ils ? M ais les h eures sont belles ici et le « jour e st g ra n d », c o m m e disait le b o n poète ru stiq u e Juste Olivier.
V e n a n t d u fo n d d e la gorge, u n e tê te ronde apparaît e t disparaît au r y th m e d e la m arche de celui q u e l l e surm onte. Une tê te ronde, curieu s e m e n t rasée au so m m et. B ie n tô t le b u ste d u per sonnage ém erg e de la crête d u c h a m p : c’est un capucin, un gros capucin qui m arche lo urdem ent m ais réso lu m en t to u t en s’a p p u y a n t sur son bâton ferré qui résonne sur les cailloux. Sa barbe blonde flo tte a u tour d e son large visage souriant. Il dis paraît d e nouveau car le ch em in est capricieux. L e voici qui m o n te le dernier raidillon où se tro u v e n t les trois grandes caves blanches se m blables à d e s chapelles entassées les unes sur les autres. Il s’ép o n g e le fro n t, mais gravit d ’un bon pas la p en te . M onter, descendre, c ’e st l’image d e la vie e t le bon capucin d ’A n n iv ie rs le sait. Il sait aussi q u ’en arrivant au village on lui offrira une g o u tte d ans un g o b e le t d e bois e t il la boira en rem erciant le Seigneur. Saint. François d o it le regarder avec joie d u h a u t d u paradis et lui dire : « M erci, tu es b ien u n capucin com m e je les aim e, m ais atten tio n , tu d e v ie n s trop gros ! ». Alors le bon Père, c o m m e s’il avait e n te n d u une voix, fin it son g o b e le t d ’un coup, se lève et dit d ’u n ton fe r m e : « E t voilà, je ne prendrai pas le car, j’irai à p ie d ju sq u ’à Vissoie ; les fils de saint François d o iv e n t bea u co u p m archer pour gagner le paradis... E n route, e t que D ieu vous
garde ! ». C hs Bd. Borei.
Tandis que le groupe disparaît au tournant du chemin, Jean-Louis hausse les épaules, puis il croise les bras. Ces gestes, chez lui, traduisent la perplexité, sinon le décou ragement. Que faire ?
C est un soir d automne, quelques minutes avant que la nuit ne tisse sa trame obscure. Le vieillard s’assied sur le talus qui borde le chemin. A sa droite, le village abandonné se blottit dans un repli du sol, comme pour y cacher son chagrin. Au fond de la vallée, l’automne a tendu une peau de chamois sur les alpages déserts. Dans les forêts, les mélèzes jaunis tachent l’uniformité des sapins. Seule la musique que le vent joue dans les arbres s’unit à la plainte du ruisseau pour troubler régulièrement le silence du crépuscule. Par moments, le tuyau de la fontaine crache l’eau par à-coups, comme
si la toux gênait son travail. \
Jean-Louis devine par-delà l’arête de la montagne les fastes de la plaine et les villes avec leurs promesses insaisissables comme l’éclat de la lumière. Le vieillard détourné la tête, comme s’il craignait d ’être lui aussi la victime du mirage qui a fasciné les villageois ; car il est dans l’instinct de pencher vers ce qui brille. E t la flamme qui brûle les ailes du papillon ne guérit point l’insecte amoureux des chandelles.
Jean-Louis se lève. Il vient de voir partir les dernières familles qui délaissent le hameau. Elles sont descendues, une à une, sans bruit, pareilles aux feuilles qui se détachent de l’arbre quand la sève ne les nourrit plus. Maintenant, à la porte de l’hiver, le vieillard est la seule âme qui marque encore la vie dans le hameau désaffecté. Il a choisi la solitude.
Maintes invitations le sollicitaient de se joindre aux déserteurs. Mais lui sentait bien que partout ailleurs il ne serait qu’un exilé. Il l’a expérimenté au temps où, pour élever sa famille, les circonstances l’ont contraint d ’aller gagner salaire sur les chan
tiers. Il a renouvelé l’expérience, il n ’y a pas cinq ans, alors que la mort lui ravit sa femme. Pour alléger son deuil, ses enfants établis au chef-lieu le pressèrent de vivre avec eux. Jean-Louis languit pendant quelques jours loin de son toit. Puis il revint au foyer domestique entretenir la flamme qui, désormais, ne brûlerait plus que pour lui.
Alors déjà, le hameau se débattait dans l’agonie qui s’achève aujourd’hui. Depuis quand l’agglomération montagnarde se meurt-elle ? Il y a belle lurette que les villa geois ont cédé à l’appât d ’un gain meilleur, à la ville. D ’abord on se réjouit des premiers départs. On espérait plus d ’aisance parce que les terres abandonnées per mettraient aux indigènes d ’augmenter la surface des terres cultivables. Mais les feuilles qui tombent de l’arbre à l’automne laissent-elles plus de chance de subsister à celles que le vent n ’a point encore détachées ?
Cependant, chaque été, un flux de vie ranimait le hameau. A la faveur des vacances, les émigrés remontaient vers les lieux de leur naissance pour y goûter les vertus de la montagne. Tous les volets étaient ouverts. Toutes les cheminées tissaient des mous selines sur les toits. Mais, dans les champs, le nombre de bras au travail n ’augmentait point.
Enfin, cette année, les dernières familles fidèles décidèrent le départ. Jamais Jean- Louis n ’accorda croyance aux prédictions lui annonçant sa solitude prochaine. Com ment ses concitoyens accepteraient-ils qu’il y ait une branche morte sur l’arbre de la commune ?
7 * A — . ;
M aintenant la nuit monte de la rivière. Jean-Louis se dirige vers sa demeure. Ses regards enveloppent les masures abandonnées. De temps à autre le vent pousse dans les ruelles des tourbillons de feuilles mortes que nul balai ne chassera plus. La nature semble marquer ainsi sa victoire dans la lutte pour une terre longtemps disputée par les hommes. L ’enseigne de la pinte, misérablement inutile désormais, se balance à la tige de fer. Elle émet parfois un cri pareil au hululement de la chouette.
Tant de signes de mort pèsent sur le cœur de Jean-Louis. Sa gorge se serre. Ses yeux se mouillent. Et, tandis qu’il pénètre dans son logis, une pensée s’exprime tout haut : — C ’est incroyable ! c’est incroyable ! répète le vieillard.
A chaque saint sa niche
N o u v e lle d ’A n d ré Closuit
Depuis combien d ’années, de siècles, peut-être, ces deux statues de pierre, u n saint, une sainte, étaient-elles face à face, chacune en sa niche, à s'épuiser d e mélancolie sous la voûte sombre de la petite église ? Elles occu paient si bien leur poste, s'y adaptaient en telle perfection de p ar leur forme, leur volume, leur caractère, leur style, tous leurs aspects physiques, q u ’on n’eût p u les voir figu rer ailleurs, que c’eû t été violence de les en déloger, sacrilège insigne que de penser seulement à les en délo ger. Elles resteraient là comme certaines gens, certaines choses bien en place, celle q u ’on ne conteste plus, e n vertu d ’une très longue habitude devenue inviolable, ayant force de loi, comme sacro-sainte prescription.
Peu im portaient donc leurs origines, ni de savoir comment, pourquoi elles se trouvaient là, primitives et naïves, à jamais confrontées en une interrogation m uette mais si lourde d e sens que presque on eût p u lire, cha que heure du jour plus marquée, l’envie de se rappro cher e t de sympathiser, tellement les identifiait l’une à l’autre leur destin parallèle, implacable de statues figées. Tellem ent aussi, m algré les vertus pratiquées, les mérites acquis sur terre q u ’évoquait leur im age de pierre, leur pesait à la longue ce face à face où elles dem euraient deux étrangères, cette figuration inerte, pétrée, sans fin, autant dire éternelle, en leur niche étroite, obscure, sans issue vers le monde.
N ul espoir, en effet, ne s’offrait à elles d ’en sortir pour savourer enfin la lumière du grand jour, affronter le vaste monde, l’observer sous un angle autre que celui d ’une niche, avec d ’autres visions, d'autres perspectives et échappées que celles q u ’on a d ’un recoin minable de petite église. N ul espoir donc, à leur sens, si n 'eû t celui, illusoire, peu souhaitable, concrétisé par un brocanteur de rencontre, bonhom m e mais astucieux, flairant l’aubaine, l’affaire, tenté qu’il serait p ar leur pittoresque originalité de statues, leur modelé, leur patine, leur type formel, leur facture, toutes conditions et qualités, entre quelques autres encore, définissant une œ uvre d ’art, la situant dans les temps, lui attribuant une époque.
L e brocanteur ! Elles y songeaient les pauvres, u n sin gulier frisson de crainte et de plaisir m êlé parcourant leur vieux corps... Ainsi com mencerait pour elles une existence à peine entrevue, soupçonnée, toute neuve, incommensurable d ’aventures, de risques, d ’aléas, d ’in certitudes, de compromis, avec tous les cheminements, les détours imprévus d u hasard, où elles seraient engagées, objet d ’approches, de vils, d ’éhontés marchandages, tâtées, palpées q u ’elles se verraient, pesées, soupesées, estimées de pied en cap, pour sombrer finalement, tristes épaves, non point toujours entre les mains du plus digne, mais en celles, pour le moins suspectes, du « p lu s offrant»...
Etait-ce là vraiment sort enviable, que puissent froide m ent envisager, choisir, sans déchoir ni démériter, deux statues de saints, et de saints reconnus fidèles à eûx-mê- mes, probes, sages, incorruptibles ? C’est ainsi que, ! frère et sœ ur en sainteté, se sachant des pensées communes, se découvrant rêves, espoirs, voire divagations inavouées, semblables, se fortifiait jour après jour leur désir de se confier pour adoucir leur solitude. E t comme il fallait rom pre ce silence séculaire, ce fut lui qui se décida :
— D ieu me pardonne, ma sœur, je brûle depuis si long temps de vous poser une question... Osé-je ?
Stupéfaite, elle retint son souffle quelques secondes. Cette voix, dans ces lieux, s’adressant à elle, cette voix basse, virile, bien timbrée, là, où depuis des temps immé moriaux, ne retentissait que l’écho des cantiques, des orai
sons, des homélies et des chants liturgiques, lors des mes ses, des offices. Interdite à cette voix, u n p e u bien pro fane, à son gré, là où régnait justem ent le silence, répon- drait-elle ? Quelle loi l’em pêcherait de parler ? D ’une voix à peine audible, décourageant l’audace, elle s ’entendit répondre :
— Honnêtem ent, mon frère, posez-moi votre question, mais de telle sorte que j’y puisse répondre, non moins honnêtement, p ar notre Seigneur !
— J ’aborde m on sujet. Vous arrive-t-il, m a sœur, a u fil des jours et des nuits, d ’endurer la longueur des temps, de languir d e votre inaction forcée ?
— Mon inaction forcée ! repartit-elle vivement, comme à une offense, mais elle n ’est q u ’apparente, e t telle que la vôtre, mon frère, je le présume.
— Donc, to u t autant que moi, ma sœur, on vous prie, vous invoque, on vous assiège de mille requêtes, prières et sollicitations diverses ?
— E t j’y puise ma force pour supporter ces journées longues, ces nuits sans fin, tout ce silence. E n m a niche, captive, sans u n rai de soleil, comment vaincrais-je frimas d ’hiver, saisons pluvieuses si je n’avais ma mission salva trice et n’étais l’interces...
— L ’intercesseur ? Hélas, m a sœur, ce nom n ’a pas de féminin.
— ... si je n ’intercédais pour le secours, la grâce, le salut de mes gens dont j’ai la charge et toute la confiance.
— Me direz-vous, m a sœur, de quoi se tissent ces mille requêtes, sollicitations, prières, votre lot ?
— Par le ciel, j’apaise des angoisses, je ranime des cou rages sur les chemins semés d ’écueils, hérissés d ’épines. Je préviens des embûches, je dénoue des conflits, je déjoue des complots...
— Propos bien vagues, m e laissant sur m a faim. Citez- moi cas précis, concrets, circonstanciés qui m ’édifient, où vos vertus agissent, émerveillent, où, forte de votre mission, vous vous affirmez secourable, entre toutes bénie dans cette vallée profonde, tragique.
— Vous m e voyez perplexe. C ar ce sont cas vulgaires, communs, souvent, épineux, parfois, étranges, même. Je ne puis les divulguer sans trahir des pudeurs, ou dévoiler de justes hontes... Ah ! je décevrais des confiances, je briserais l’élan des cœurs simples, entiers, farouches qui se réfu gient en moi.
— Redoutable, votre mission, d’autant plus méritoire. Mais dussé-je vous m ettre sur le gril, exposez-moi l’un ou l’autre de ces cas où votre pouvoir fait merveille.
— La curiosité, m on frère, serait-elle de tous les défauts d ’un saint le plus anodin ou le plus grave ?
— Q u ’elle soit d ’un saint le défaut le plus grave ou le plus anodin, e n quoi ici est-elle damnable, je vous le demande, ma sœur ?
— Ah ! m on pauvre saint opiniâtre... Ce que saint veut ! Voici donc quelques cas où votre sœur, e n tout honneur et conscience, intervient pour obéir à sa mission. Oui, je dénoue des conflits, je déjoue des complots, je résous maints problèmes... Me brûle un cierge ou m e dédie un bouquet femme qui craint pour sa maternité. Je remédie à mal de stérilité. J ’am ène l’épouse ou l’époux volage à résipiscence, raffermis des liens, rallume des foyers. Com bien de filles perdues ai-je retenues sur leur pente ! D ’âmes troublées, obscurcies, possédées ai-je sauvées de leur nuit, des embûches du malin. Combien d’impies invétérés, d’en durcis mécréants ai-je, à l’ultime seconde, enclins à repen tance.! A leur vice j’arrache l’ivrogne, l’avare et le concu piscent. Q ue de fois ai-je éteint le feu des haines entre
tnÄsiCßoruilP les clans, prévenu le faux serment, le geste du voleur, du
vindicatif, cloué la langue du calomniateur, d u blasphé mateur ! Q ue de basses et sordides menées, miasmes et relents des politiques, ai-je coupées à leurs racines. Malé fices, sortilèges q ue diable mijote, dissipés ! Que de...
— Ah ! ma sœur, c’en est trop ! interrompit le saint, grâce vous soit rendue.
— Hélas, nombre de mes intentions restent ébauchées, lettre morte, en suspens. Combien moins glorieuse suis-je de ce que fais et puis faire, que confuse de ce que je ne fais point et ne puis faire, indigne, peut-être.
— Ce dernier trait vous honore par quoi s’exprime votre âme. Combien par vos actions providentielles vous justi fiez devant l’Eternel votre gloire de sainte.
— Trêve de louange, m on frère, puisqu’aussi bien, dussiez-vous faire violence à votre modestie de saint, est venu pour vous le m om ent de l’épreuve...
— Ma sœur indulgente, épargnez-moi l’épreuve même que je vojis fis subir. Je ne puis satisfaire votre très juste et légitime curiosité.
— Comment, vous reculeriez devant le sacrifice que si allègrem ent vous exigeâtes de votre servante ? Vous m ’étonnez, m on frère.
— Ah ! c’est bien ardu, bien difficile, j’ai l’impression pénible qu e vous me poussez jusqu’à l’extrême bord d ’un gouffre où je suis pris de court...
— Il n ’est plus d ’échappatoire, plus de retraite possible. Seul, mon frère, le prem ier pas vous coûte.
— D evant un gouffre... Pitié, sœur inhum aine ! Non point ? Vous l’aurez voulu... Sachez qu e mission revêt ce caractère d ’urgence, ce sens impératif, irréductible et effrayant qui m ’obsède, m e tient p ar toutes les fibres, tant que pâle reflet sera m on discours, éloquence dérisoire.
Il eut un soupir de lassitude immense, suivi d ’un grand geste hors de la niche, ce geste d ’une majesté lente, sou veraine, tutélaire qu’ont certains prêcheurs conscients d ’un effet pour forcer les attentions, inspirer crainte, respect, angoisse avant la Parole qui poindra les cœurs.
« Je protège cette vallée. E t seul le soutien, l’inspira tion reçüe d ’E n -H au t m ’ôtent l’effroi de la tâche écrasante sous quoi succomberait tout autre q u ’un saint. Je protège cette vallée, d a n s 1 la mesure où D ieu m ’en juge digne, dans la mesure aussi où ceux dont je suis l’avocat ne dém éritent et ne détournent d ’eux la protection divine. Ainsi quel réconfort ma seule présence en ces lieux amers où, depuis des temps, confiné dans ma niche, j’accueille la requête et du pauvre et du riche. Saint du terroir par toutes mes racines et non saint d o n t s’em pare une mode, qu’un caprice détrône, environne de nuit, d ’évêque je reçus investiture e t attributs. Or, on me juge~~saint rustique, débonnaire, m arqué par l’agreste nature, race de paysan, de vigneron matois. Je bus vin du coteau, chantant de rêche voix. Maniai la varlope, martelai l ’enclume, mon visage à la braise rougi. H antai les bourgs, fêtes et foires, usant sur m on fief d ’u n truculent patois pour réprim er dissensions stériles, torts, abus, injustices notoires. Inscrite dans les temps, qu’ils fussent de paix, de guerre, mon œ u vre se poursuit, rem part contre fléaux, calamités frappant les hommes. Pour u n peuple terré, que la peur tenait coi, je devenais ce saint qu’on bénit en pleurant sous le chau me... D u barbare en son temps je détournai la horde... Faisant pâlir la puissance du mage, j’éteins la langue de feu léchant les toits blottis. Je m ate les fureurs du torrent, l’avalanche qui fonce étage après étage. Je conjure la gelée des nuits claires de printemps, les maladies de l’ar bre, de la vigne. Patron des vignerons, je suis ce saint d’un climat, d’un terroir, né d’un temps proche de celui des Apôtres, ce saint de vieille extrace où s’em mêlent histoire, légende pour ne faire plus q u ’un seul et m êm e tissu serré et dense... Je ne sais quoi encore, j’abrège, ma sœur. Mais vous m ’avez suivi, compris... Vous ai-je édifiée ? »
— Trop, que mes oreilles en bourdonnent, m on frère. — Ah ! que voulez-vous dire ?
— Par le D ieu qui nous écoute, voulez-vous ma pensée ? — Ma sœur, il le fau t bien.
— Au risque de vous blesser, de nous blesser, souffrez que je vous dise ce que nous ne possédons plus...
— H é quoi donc, ma sœur ?
— L ’esprit d ’humilité. E t pis encore... Comme je vou drais pouvoir vous le dire à l’oreille !
— Il fait grand silence e t nuit totale, ma sœur, seule cette lueur de lumignon a u tabernacle. Ainsi...
— Alors, confessons-nous dans le grand silence, la nuit totale... Comme j’aurais voulu vous le dire à l’oreille... Nous avons commis, mon frère, nous avons commis...
— L e péché d ’orgueil, ma sœur.
Irrésistiblement, ils avaient esquissé un pas l’un vers l’autre, comme si, épouvantés, éprouvant une défaillance de l’aveu terrible, il leur avait fallu se rapprocher pour se soutenir. Ils touchèrent ainsi le fin bord de leur niche et, basculant d ’un même mouvement, tom bèrent comme fou droyés front contre terre.
E t ce fu t de nouveau le grand silence, la nuit totale, indifférente dans la petite église.
de
«TREIZE ETOILES»
au ciel VaotlL..
et au sezoice des azchioistes !
Le c i n q u a n te n a ir e
d e ia F é d é r a tio n d e s c h a n te u rs
L a Fédération des chanteurs du Valais a m arqué d ’une pierre blanche le cinquantième anniversaire de sa fonda tion. Disons plutôt d ’une double pierre, puisqu’elle a saisi l’occasion d ’honorer la mémoire de deux de ses membres parm i les plus méritants : Charles Haenni et le chanoine Louis Broquet.
L a manifestation qui s’est déroulée à Sion dimanche 29 avril comportait une messe solennelle à la cathédrale, célébrée par Mgr Bayard, vicaire général, et chantée par le C hœ ur de la fédération, dirigé par Georges Haenni. M. le recteur Evéquoz prononça le sermon de circons tance.
Aussitôt après l’office divin, sur la place de la cathé drale, après les allocutions de MM. F. Dubois, président de la fédération, e t du D r de Quay, vice-président de la ville de Sion, fut découverte la plaque de bronze appli quée sur la façade sud de l’édifice religieux e t reprodui sant les traits aimés de Charles Haenni. Des chants exé cutés par diverses sociétés rehaussèrent encore cette céré monie.
Au dîner, servi à l’Hôtel de la Planta, et auquel parti cipèrent les délégués des sociétés de chant et des invités, on applaudit plusieurs orateurs, notamment M. F. Dubois, qui évoqua la mémoire des fondateurs de la fédération, en 1906, et parm i lesquels Charles Haenni et Joseph Gay, récem m ent décédé e t qui en fut le premier président. Puis on entendit successivement MM. D r Schnyder, président du Conseil d’Etat, Mgr Bayard, Joseph Haenni, s’expri m ant au nom de la famille, Louis Ruffieux, délégué romand, e t Roger Bonvin, président de Sion.
Dans l’après-midi, on inaugurait dans l’église abbatiale de Saint-Maurice la plaquette dédiée à la mémoire du chanoine Louis Broquet qui fut, comme Charles Haenni, un compositeur de talent. Le vice-président de la fédéra tion, M. Gaston Biderbost, puis S. Exc. Mgr. Haller, firent l’éloge des disparus. Des chants e t un jeu d ’orgue term i nèrent cette touchante cérémonie.
La j o u rn é e d e s p a t o i s
Comme l’année dernière à Villa-Sierre, les patoisants du Valais rom and se sont rassemblés, ce dernier dimanche d ’avril, à Cham plan sur Grimisuat. A l’appel des organi sateurs, au nombre desquels M. C. Curiger, ils étaient accourus du Val d ’Illiez, de Salvan, de l’Entremont, d ’Isérables, d ’Evolène, d ’Anniviers, d ’Ayent, de Savièse et de bien d ’autres endroits où l’on parle encore la langue parfois rude, mais imagée de nos ancêtres.
L e cortège était h aut en couleurs ; il était entraîné par plusieurs fanfares. Le président de Grimisuat s’adressa en patois aux visiteurs. A l’office divin, M. l’abbé G. Miche let, Rd curé de Grimisuat, rompit une lance en faveur du maintien du patois et des anciens costumes.
Suivirent les productions en dialecte fort nombreuses et qui, toutes, furent très goûtées de la foule rassemblée sur le pittoresque plateau de Champlan. L ’« Intyamon », groupe de la Gruyère invité, fut tout spécialement applau di dans ses pittoresques productions du terroir. Vivent les patoisants !
La d é lin q u a n c e juvénile
Elle n ’est pas plus accentuée en Valais qu’ailleurs, Dieu merci, mais il était du devoir d ’autorités vigilantes de s’en préoccuper. C ’est ce que vient de faire notre Conseil d ’E ta t en édictant des prescriptions sur la fréquentation des cinémas. Il y avait véritablem ent abus de ce côté et l’on a été heureusem ent inspiré d ’y m ettre une limite.
D orénavant, les trop jeunes clients des salles obscures devront se m unir d ’une carte d ’identité prouvant q u ’ils ont franchi le cap heureux des dix-huit ans. Ils ne seront pas admis aux séances, même accompagnés d ’un parent, s’ils n’ont pas atteint cet âge. Comme de ju ste, cette jeu nesse pourra apprécier le cinéma dans des films qui lui sont particulièrement réservés ou ne présentant pas de danger moral.
Les parents et autres éducateurs ne peuvent q u ’être reconnaissants aux autorités qui ont pris ces mesures et souhaiter q u ’elles soient scrupuleusement appliquées.
Un é v ê q u e m issio n n a ir e v a l a is a n
Un enfant du Valais, André Perraudin, religieux des Pères-Blancs du cardinal Lavigerie, vient d ’être promu à la dignité épiscopale du diocèse de Ruanda-Urundi, au Congo belge. C’est u n grand honneur pour notre canton qui compte un joli nombre de missionnaires en terre afri caine.
Mgr Perraudin a été consacré par un évêque de cou leur, le 25 mars dernier, en la cathédrale de Kabgayi. Le consul de Suisse à Léopoldville assistait à la cérémonie. Le Conseil d ’E ta t a transmis au nouvel évêque ses félicita tions et ses vœux auxquels « Treize Etoiles » joint ses res pectueux compliments.
La lu tte a n titu b e r c u le u s e
L ’assemblée générale de la Ligue pour la lutte contre la tuberculose a tenu ses assises annuelles a u Sanatorium valaisan à Montana. C ette manifestation coïncidait avec une sorte d ’inauguration des ateliers nouvellem ent instal lés et occupant un certain nombre de malades déclarés par le médecin traitant aptes à se livrer à quelques tra vaux.
Cette visite à l’annexe des loisirs a produit la meilleure impression, tant par la bonne tenue des convalescents qui y trouvent un passe-temps en même temps q u ’une modeste rétribution q u ’au point de vue de la bienfacture des ouvra ges. Ceux-ci consistent surtout en petits travaux sur tours et bobinages électriques, sous la direction experte d ’un "Contremaître. Ils constituent une sorte de pré-réadaptation
des patients à une vie normale et utile.
L e conseiller aux Etats Joseph Moulin, président de la ligue, et d ’autres orateurs ont souligné tous les avantages q u ’ils attendaient de cette institution, comme aussi du nouvel appareil de radiophotographie qui s’en ira de vil lage en village en mission de prospection. On a annoncé au surplus que l’année courante verra la vulgarisation de la vaccination à la BCG.
Une a v a n t - p r e m i è r e a u Sim plon
Une centaine de journalistes suisses e t italiens ont été invités le 18 avril à une visite d u tunnel du Simplon sous la conduite de M. M arguerat, directeur du I er arrondisse ment des C FF, et de M. Strauss, président du comité de presse des fêtes du Simplon.
Les journalistes suisses, auxquels s’était joint M. Masini, vice-consul d ’Italie à Brigue, furent accueillis par leurs confrères italiens e n gare d ’Iselle. U n lunch fut servi dans un hôtel de Domodossola, à la fin duquel des paroles d ’amitié furent échangées entre M ' Casati, président des provinces lombardes. MM. M arguerat, Strauss, Macchi, président de la province de Novarre, et Georges Perrin, au nom de la presse. Reprenant la flèche rouge qui les avait „am enés sur sol italien, les ouvriers de la plume furent conviés à diverses visites de travaux d ’art néces sités par des éboulements et des installations au milieu du grand tunnel.