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Cailloux du Valais Inauguration des routes Sierre-Ayer et Vissoie-M oiry Aspects de la v ie économ ique
Un mois de sports
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O, vieille vigne ! Je te contemple...
Les ceps étaient de tous les âges La vigne occupait la terre Toujours
Et toujours rajeunie Au fond de la versanne
Vagues de lourde terre Se mouvant lentement Par décades
Et par générations
Vieux ceps en haut de la versanne Et jeunes ceps au bas
C’est aux vieux ceps que l’on demandait De nous donner la neuve vigne
C’est aux vieux ceps acclimatés à la terre A l’air et au soleil du pays
Que l’on demandait de transmettre Toutes ses vieilles qualités Tout son bois de sarment
O, vieille vigne ! tu es là encore Comme une terre bouleversée E t c’est vrai
Tant de fois bouleversée Par le travail de nos ancêtres. O, vieux et jeunes ceps !
Tu n’es pas dans la ligne Vieille vigne
Il n’y a pas de ligne
Il y a les ceps venus ici et là
Un peu plus près, trop près les uns des autres E t puis aussi trop éloignés
Il y a la vie avec, ses efforts et ses relâches Avec son pas irrégulier
Sur des chemins irréguliers
L ’escalier de la cave où il faut faire Attention à la marche
Il y a le tremblement de la main Il y a le cœur au rythme différent Il y a toutes les irrégularités De l’amour pour notre pays
Il y a toutes les irrégularités De la main qui travaille Et de notre cœur qui bat O, vigne du vrai pays !
A. Mathier
C o u v e r t u r e :
n t v L C v a l c i L à a u[ d i e
La gran d eu r et la b ea u té ne sont pas seulem ent dans les splendeurs de l’été, sous les ciels radieux, dans la chaleur qui m onte des rochers e t qui fait courir les lézards. Elles ne sont pas seulem ent dans l’étincelle- m en t diam anté des neiges hivernales, dans la b la n cheur des cimes et le p o u droiem ent des escarpem ents. Les belles terres, les nobles horizons g ard e n t leur g ran d e u r jusque dans les mortes saisons, com m e les âmes fortes restent sereines dans l’adversité.
L ’autom ne valaisan reste im prégné de m ajesté jus q u e dans les heures les plus moroses, les plus banales. Q uand les nuages descendent com m e un rideau gri sâtre d ev a n t les hauts somm ets, q u a n d les brouillards se traîn en t au flanc des vallées e t jusqu’au long du
Rhône, on ressent encore l’ém otion qui nous vient des vastes espaces. Ce pays si largem ent ouvert ne connaît guère la stagnation d u tem ps m aussade. D e larges trouées bleues s’ouvrent dans le ciel, des sommets apparaissent, puis le vent qui s’élève, ce triste vent chaud du sud-est, s’acharne à referm er les échappées bleues et blanches avec les lourdes volutes hum ides qui m ontent d u fond des gorges. Ainsi se lit dans la carte du ciel valaisan la guerre des nuages et des m ontagnes. Parfois de larges colonnes de pluie s’éten d en t sur les contreforts des vallées, mais le plus sou vent les nuages passent bien au-dessus des rochers et s’en vont jusqu’au rem p a rt des Alpes bernoises où ils se d échargeront sur la b arrière de granit, car ici la pluie est rare et les petits bergers p eu v e n t garder leurs vaches e t leurs chèvres, selon les plus vieilles coutum es, sans craindre l’averse. Ils peuvent allum er un feu, cuire des pom m es ou des marrons, les em bruns sont p our ceux d u Rawyl, de la G em m i ou du Grim- sel.
L a neige a m arqué sa limite à deux mille m ètres environ. Parfois quelques heures de soleil l’ont fait fondre à la h a u te u r des dernières forêts, o ù les m élè zes ont pris leur teinte rousse foncée qui donne aux croupes forestières l’aspect d ’u n dos arrondi de vieil ours au pelage usé. C ’est le tem ps de la chasse, mais les chamois et les aigles se font rares : les barrages et les routes les feront disparaître plus sûrem ent que les chasseurs et les braconniers.
P ourtant, m algré ce qui change, to u t garde ici la m ajesté des choses éternelles e t la sobre m élancolie des jours d ’autom ne est faite du reto u r des saisons m illénaires, dans le passé e t dans l’avenir. Les g ran des cimes sont absentes et les nuages ont pris posses sion du ciel et de la terre d ’en haut. T o u t se ram ène aux lignes estompées des prem iers plans sombres. Le silence envahit les alpages déserts car tous les trou peaux sont redescendus. Les bisses ch a n te n t encore
leur vive chanson, mais dem ain ils se tairont, glacés p a r le froid descendu des sommets. L a vie sem ble sus p en d u e au-dessus des gouffres o ù s’enroule l’écharpe m obile des brouillards. Très loin vers la plaine une cloche tinte. Les hom m es vivent et m eurent, les en fan t naissent e t grandissent p o u r que rien ne s’arrête m algré les apparences. D e m êm e que les m ontagnes m asquées p a r les brum es sont p o u rta n t présentes dans leur splendeur de toujours, les saisons nouvelles sont là, déjà parées derrière l’autom ne désolé ; les b o u r geons a tten d e n t le réveil de la sève sous le proche soleil printanier. O ù trouver le repos, sinon dans ce m ouvem ent m êm e de la vie qui va de la lum ière
à la nuit, de la chaleur au froid, de l’espace grand ouvert à l’étroit couloir des avalanches, et vice versa. Les cloches sonnent puis se taisent, les homm es p le u rent puis sourient, la terre s’épanouit puis se referm e et tout recommence.
A utom ne valaisan, où la tristesse d u tem ps ne p a r vient pas à éteindre la b eau té des sommets, où le rideau de la pluie ne p arv ie n t pas à faire oublier la gran d eu r de l’horizon. T o u t vient de la terre et to u t y retourne, sauf l’âm e qui descend du ciel e t y rem onte. E t la m ontagne reste, de tous les chemins, celui qui conduit le plus sûrem ent au ciel.
F L E U R S D E S A L P E S
Ce crépuscule doublé d ’un nuage q u i s’incarne en ta .multitude, c’est l’adieu de l’été. T u ne veux pas l’adm ettre. U n m ystérieux enchan te u r t ’a regardée un jour et, depuis lors, tu te crois assez forte p our re pousser la cohorte acérée des fri mas. T u t’em busques p arto u t, au pied des balustrades q u e tu conduis jusqu’au désir d e ne plus être, dans le creux des fossés, sur les rondes taupinières, au to u r des pierres hié ratiques où, sans cesser u n instant de gu etter l’ennem i, tu renouvelles l’anneau qui te voue à la fidélité.
« Coulez mes ruisseaux, bondissez mes torrents, n ’ayez aucune crainte, l’hiver n e viendra pas... « T o u t le long d u jour, tes petits grelots re disent ce refrain. Ils préten d en t aussi faire p e u r aux lutins de givre q u i dansent -dans les brouillards d ’octobre. T o u te la m ontagne te croit, tu n ’as jamais pensé à mentir. Mais parce que tu as préféré au m auve du regret ce m auve presque in carn at qui renie le prem ier, tu oublies ch aq u e année que ton sort est sem blable à celui des autres fleurs.
« Coulez mes ruisseaux, bondis sez mes torrents... » T u ne vois pas qu e déjà l’herbe change. Le vert joyeux q u ’elle avait pris dans la fête des sauterelles a jauni. Les touffes de gazon rose sont entrées dans la vie anonym e d u roc. Par-ci par-là, une corolle rescapée qui essaie com me toi de retenir le soleil. Tes feuil les elles-cnêmes, si robustes soient- elles, se couvrent p a r endroits d ’une rouille douloureuse. Des ailes de papillons morts tom bent d u vent... P ourquoi te le dire ? Ta foi en l’été te les fait pren d re p our des billets doux écrits p a r l’aurore à l’adresse du grand vizir sculpté dans le ro cher ; tu ne sens pas les doigts de l’automne posés sur toi.
Toi m ourras sans le savoir, une n u it de gel ou dans un coup b ru s qu e d ’autan. Les sapins te tro u v e ro n t figée, tu ne te joindras plus à leurs psaumes de lo u a n g e s... N ’écoute pas cette voix qui est
(Erica Carnea)
celle d u diable. C ontinue d ’aim er ton rêve, c’est de lui que renaîtra le printem ps.
Bruyère, m on amie, pourquoi n ’étais-tu pas sur le chem in des gorges qui s’ouvraient hier sur
V
l’éternité ? Je t ’ai cherchée jusque sous les paupières de l’eau. L ’eau m ’a d it q u ’elle n e te connaissait pas. P eut-être craignait-elle p o u r m a rai son ? Je n ’ai vu q u e des ca m p a n u les, e t les cam panules ne savent rien de l’univers profond des choses qui sont sans com m encem ent ni fin. Je t ’ai cherchée p a rto u t à cause de cette lum ière qui m archait à ma droite, p o u r q u ’aucune om bre ne l'em m ène dans son antre. Mais je te vois soudain, tu étais dans la sep tièm e d em eure de cet arc-en-ciel
q u i naissait de la poussière des cas cades. Les feuilles s’envolent pour rire, moi aussi, je crois à m on rêve.
F leu r em preinte de sollicitude, qui gardes com me une pierre p ré cieuse la m ém oire des visages p e r dus dans la pensée du temps. Dans mille e t une années, ils y seront encore, toujours aussi inconnus les uns des autres, mais se regardant avec douceur, ayant au fond de ce silence appris à aimer. Je voudrais m ’endorm ir dans ton infini p o u r les voir m e sourire et m e pardonner le mal involontaire q u e je leur ai fait. C ar nous sommes ainsi, nous autres hum ains, nous nous blessons réciproquem ent presque à chaque m inute de la vie.
Le soir m onte la vallée. Jam ais tu n ’as été plus proche de toi-même q u ’en cet instant où le ciel et la terre, o u bliant la distance q u i les sépare, s’unissent en un songe d é calqué sur le tien. U ne sym phonie intim e, venue du prem ier souffle des âges, en vahit la m ontagne. T u es cette m usique, arche lancée entre l’am ont et l’aval. C ’est p a r là q ue passent les anges q u a n d ils ont envie de flâner. Ils y croisent des om bres habillées de blanc, perso n nages lunaires qui m a rchent en d or m a n t et serren t sur leu r cœ u r la gerbe m auve q u ’ils p o rten t sans rien dire à la crypte de leurs amours. Ils reviendront dem ain, à la m êm e heure. C h aq u e soir, ils re viennent, tu connais tous leurs sou venirs.
U n nouveau m atin t’accueille. « Coulez mes ruisseaux, bondissez mes torrents... » Des fleurs sont mortes cette nuit, tu te persuades q u ’elles font sem blant, p our te ta quiner. Les vernes se dépouillent, toi tu restes, tu te cram ponnes, tu persévères, tu répètes à q u i veut l’entendre q u e la m ort n’existe pas.
Bruyère, m on amie...
Dès la fin d ’août, semblable à l’homme qui se recueille avant de prendre une décision importante, le vignoble s’est entouré d’un profond silence. Les moteurs des pompes se sont tus ; les arroseuses ont tari ; les cigales ont perdu leur voix. L ’homme même s’est soumis au désir de la vigne. Il l’a laissée à sa besogne silencieuse. Seul le soleil collaborait encore à la préparation du vin. Quelques vigne rons, curieux comme les fermières qui guettent à tous ins tants l’éclosion de la couvée, s’aventuraient dans le coteau, rôdant d’une parcelle à l’autre. Ils semblaient des voyageurs égarés qui cherchent une voie.
La vigne se recueillait.
D ’un jour à l’autre, elle allait nous convier auprès d ’elle afin de nous livrer son secret. Mille signes en annonçaient la révélation prochaine. Chacun se m it en mesure de répondre à l’appel. Le tonnelier répara les cuves ; le caviste lava ses fûts ; la cave fu t ordonnée en vue de la visite d’un hôte attendu. Dans la forêt, les feuilles essayaient des parures et l’automne accrochait des pans de brume aux flancs des monts. Une vague de froid brunit définitivement le décor. Tout fu t au point. Alors le signal éclata comme un tonnerre.
V
•yendanges !
On délaisse les autres occupations ; on envahit le coteau, docile à l’invitation de la vigne. E t le signal se répand comme un appel. Il remonte les vallées^ il convie tout le monde. Les vignerons de là-haut répondent aussi à l’invi tation. Pendant l’été, les vignes des montagnards tran chaient sur les autres à cause d ’un retard dans l’exécution du travail. Cette fois il s’agit d ’arriver à l’heure. Ils attellent leurs bêtes et se mettent en route. Ils descendent de Bagnes ou de la vallée d ’Entremont. Au soleil couchant, ils attei gnent la petite ville étalée à l’entrée de la vallée. Les groupes font halte devant les boutiques. C’est le moment de faire les emplettes pour toute la semaine ; peut-être aussi l’instant de vendre un fromage. Mais il faut gagner Fully avant la nuit.
Sur le char, il y a les cuves et les brantes ; des provi sions pour les hommes, des provisions pour la mule. Et les étrangers ont des regards étonnés en se demandant quelle est la destination du convoi ambulant. Ce soir, les monta gnards gagneront leurs maisons dans les vignes. L ’agglo mération des mazots qui semblait un village abandonné sera rendue uhe fois encore à la vie. Les voix humaines entrecouperont les bruits des travaux et se mêleront aux grincements des portes. Au hameau voisin, les vignerons ont pris les devants. Ils savourent déjà le vin nouveau. On s’invite d’une cave à l’autre ; on retrouve les gestes des années passées :
— Santé I
Les verres s’entrechoquent. La dégustation donne du cœur à l’ouvrage. Il faut se hâter d ’avoir à nouveau du vin chez soi.
Vendanges I
Le signal étend son cercle d’appel. Il court le moride ; il convie tous ceux qui ont quelque attache au pays des vignes. C’est le meilleur instant de l’année vigneronne ;
f
I
c’est aussi l’heure choisie par les exilés pour accomplir un déplacement vers la terre natale. L ’étudiant y vient faire sa cure de raisin ; l’ouvrier obtient un congé et le cousin de la ville songe à venir vous souhaiter un bonjour. Les visiteurs arrivent à point. Tout le monde est joyeux comme en un soir de paie.
Vendanges !
C’est l’instant où la vigne récompense les soins qu’on lui a prodigués. Le vigneron oublie les angoisses du prin temps, à l’heure où le gel menaçait les jeunes pousses. Il
oublie les soucis de l’été, car il y eut des jours où les maladies se propageaient malgré les traitements. Mainte nant, il ne songe plus aux levers matinaux, ni aux longues journées pendant lesquelles il est resté arqué vers le sol, tandis que le soleil dardait ses rayons de feu. Il veut bien oublier les appréhensions qui naissent en lui dès qu’on prononce ces mots : « Importation, mévente, crise », car aujourd’hui, c’est la fête des vendanges. Il n’y a ni défilé, ni discours. Il y a mieux : la terre qui se prodigue.
Au petit matin, une armée d ’ouvriers envahit le coteau. L ’animation soudaine transforme le vignoble. Aux tournants des routes et sur les places laissées intentionnellement in cultes de-ci de-là, les chars prennent place entre les camions et les jeeps. Dans les parcelles disposées en esca liers, des tabliers aux couleurs éclatantes mouchettent la verdure fatiguée des vignes. Les vendangeuses coupent les grappes et en remplissent les brantes. Les sécateurs donnent une note régidière, tandis que les éclats de rire fusent dans\l’air automnal. Les porteurs se relaient et se passent la brante au long des sentiers qui courent autour des parcelles. Puis le soleil glisse des rayons interrogateurs comme les regards de l’ouvrier quand il demande à son maître s’il est content du travail accompli. E t la réponse se trouve dans l’appétit des gosses qui croquent de belles grappes dorées. Elle se trouve aussi dans ces paroles qu échangent deux hommes quand ils se rencontrent dans le chemin :
— Ça fera une fine goutte, hein ? — Comme tu dis.
L ’enchantement dure quinze à vingt jours, puis les vendanges touchent à leur fin. De nouveau, les vignes sont laissées à la solitude. Elles ont livré le meilleur d’elles- mêmes et le vin désormais chaque jour présent perpétuera le souvenir de leur générosité. Car on trinquera en toutes circonstances. A la rencontre et à la séparation ; avant l’entreprise comme après le travail ; à l’occasion d’un baptême, des fiançailles, d’un deuil même. On trinquera les dimanches, car se trouver devant un verre ajoute au plaisir d’être ensemble.
Pour un an, vigne, tu as accompli ta tâche. Tu peux te déshabiller de tes feuilles et chercher le repos dans le sommeil hivernal. Candide Bossier.
c h r o n i q u e
A
l p e s t r e
L a dou ble victoire du guide M aurice C rettex
au P etit-C loch er de Planereuse
En contem plant de loin les cimes neigeuses des Alpes, on se sent pris d'admiration pour ceux qui, les pre miers, en atteignirent les sommets. Les nom s de prestigieux grimpeurs nous viennent à la mémoire, mais trop souvent, hélas ! nous oublions ou ignorons ceux des guides aux m é rites desquels sont dues une bonne part de ces victoires.
Mais, heureusement, il en va autre m ent lorsqu’on évoque le Petit-Clo- cher de Planereuse, som m et secondaire il est vrai, longtem ps jugé inaccessi ble, où M aurice Crettex cependant donna toute sa mesure d ’hom m e et de grimpeur.
M on plus ancien souvenir ayant trait à ce guide date d e la descente du dangereux couloir glacé de l’Ai- guille-Verte, que nous trouvâmes taillé d e marches sérieusem ent espacées. « Sûrement que M aurice a dû passer par là », ém it mon com pagnon.
E t en effet, de retour au refuge, je fis la connaissance d ’un grand gail lard, vêtu de brun, souriant dans une m oustache retombante et portant fiè rement à son chapeau des /plumes de coq de bruyère. « Taillé en athlète, fort com m e un ours, avec des épaules faites pour supporter un quartier de m ontagne, l’œ il vif, le visage basané éclairé par une barre de dents blan ches qui au besoin pouvaient saisir la corde et soulevaient le touriste gigotant au bout d’un fil », tel est bien Maurice Crettex qui, nous dit encore Louis Seylaz, « est devenu un type légendaire, figure originale et représentative de toute une époque en train de disparaître » 1.
Il était le septièm e enfant du guide D an iel Crettex qui tenait à Champex, au bord du lac tranquille entouré de m élèzes, une m odeste pension. Comme bien des petits montagnards, Maurice fut tout d’abord un chevrier, courant toute la journée par les pierriers, les hauts alpages et les arêtes.
Ce fut pour lui l’initiation à ce m ond e alpin que plus tard, devenu guide, il devait parcourir en tous sens, allant des Alpes bernoises aux valaisannes, et de celles de Savoie à celles du D auphiné. Cependant, son dom aine de prédilection fut sans con tredit le massif du Trient dont il ai mait à escalader les abruptes parois des A iguilles-D orées, à trouver des variantes lors d’ascensions au Tour- Noir et au Chardonnet, à gravir enfin, le premier, les roches fantastiques du Petit-Clocher ou de la Chandelle du Portalet. E t cela à une époqu e où l’outillage du varappeur était inexis tant : une poign e solide pour se bien cramponner, de gros souliers ferrés, une corde, de l’audace, du flair et beaucoup de courage.
U n e cim e pourtant fascinait M au rice, attisait son désir d’escalade, et chaque fois qu’il se trouvait à Salei- naz, il ne cessait de scruter, d’obser ver et d’étudier les failles, les cou loirs, les vires et la v oie possible pour atteindre le som m et du Petit-Clocher de Planereuse qui si fort l’attirait. Or, un beau jour, tranquillement, Crettex, tout seul, se mit en route, s’achem i nant vers la roche pointue déjetée en plein ciel. Il nous sem ble le voir, levant la tête, examinant les prises, puis s’étirant et progressant de dalle en dalle, m ontant pour redescendre ou contourner un ressaut et reprendre len tem ent mais sûrement la direction du proche sommet. B ientôt, il va pou voir l’atteindre.
Mais, subitem ent, il s’arrête. II songe à un confrère, guide de Salvan et à son touriste avec lesquels déjà, il a causé de la présente course. Va-t-il les décevoir, être le seul vainqueur du som m et convoité, leur enlever cette joie ? Ah ! non, son amour-propre de guid e fait place à un courageux renoncem ent, à un profond sentim ent d ’abnégation ; il va redescendre, tout sim plem ent com m e il est venu, sans
m êm e se rendre com pte de la grande victoire morale remportée sur lui- m êm e et de l’exem ple qu’il nous a laissé : savoir, s’il le faut, s’effacer afin que d ’autres profitent d ’une joie espérée...
« Alors, il saisit sa corde, la suspend dans le vide et, de rappel en rappel, se laisse glisser jusqu’au pierrier. » 2
Ajoutons qu’il revint plus tard à Sa- leinaz avec les deux com pagnons en question, et que c ’est avec eux qu’il remporta cette seconde victoire, celle d ’atteindre le faîte ultim e d’un roc dénudé.
Il nous a paru important de rappe ler ici cet incident de la vie de M au rice Crettex ; il nous montre non seu lem ent l’exploit d ’un guide de classe, mais encore ce m agnifique exem ple d ’une maîtrise de soi-m êm e. E t cer tes, Maurice a bien mérité cette « pier re du souvenir » que suggère Ernest Christen en fin du livre consacré à la vie de ce guid e : « Sur un beau granit, à O m y, en face de la Chan delle du Portalet, au centre de ses chères montagnes, là, sur la pierre du souvenir, on gravera son nom :
Maurice Crettex
1872-1948
E n somme il n’est pas trop tard pour satisfaire à ce légitim e désir. Et pourquoi, la section M onte-Rosa du CAS, la municipalité d’Orsières et les anciens amis de Maurice, n’honore- raient-ils pas de cette manière le nom de ce grand guid e ?
1 L o u is S e y la z : « A sc e n s io n s d a n s le m a s s if d u T r i e n t »
2 E r n e s t C h r is te n : « M a u r ic e C r e t te x , g u id e lé g e n d a i r e »
Nous apprenons avec plaisir que notre distingué collabo rateur, M. François Gos, vient d ’être promu officier de l’Ordre des palmes académiques en reconnaissance des services qu’il a rendus à la France comme peintre et écri vain. Tous nos compliments ! (Réd.)
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Un de mes amis, avec lequel je n ’avais pas encore eu l’occasion de me brouiller, possédait dans son galetas un amas de bois de forme allongée et qu’un connaisseur, un jour, avait désigné sous le nom de morbier.
En tout cas, ce n ’était pas une caisse à bouteilles. Moi, je m’imaginais le morbier autrement.
Je l’aurais vu plus volontiers avec des poids, un mou vement d ’horlogerie, un cadran et — dans le genre per fectionné — avec des aiguilles.
Chacun ses idées.
La femme qui m’accompagnait se mit à rêver devant ce « témoin du passé » comparant son battement à celui du cœur, son rythme à celui d ’une vie ordonnée, apaisante et tranquille.
Elle dit qu’à notre époque utilitaire on avait perdu le sens du repos et qu’elle avait quelque peine à conce voir l’intimité d ’un appartement sans un morbier :
C’est comme une présence humaine, ajouta-t-elle avec mélancolie.
E n fait de rythme et de battement, la chose était inerte et muette.
Je le fis observer, mais ma compagne me répondit qu’un bon artisan doublé d ’un honnête horloger, parviendrait sans doute, à lui redonner son mouvement si parfaitement en accord avec nos sentiments et nos pensées.
— Le morbier est à vous ! lança triomphalement mon ami.
Emus, nous lui serrâmes les mains.
Pouvais-je deviner que c’eût été plutôt à lui de serrer chaleureusement les nôtres ?
Le petit artisan habitait dans un des plus vieux quar tiers de la ville.
Il considéra les diverses pièces qu’un garçon complai sant amenait sur un char à main, puis après réflexion : « Ce serait donc un morbier... » hasarda-t-il avec pru dence.
, [ Le coup d ’œil, toujours le coup d ’œil !
Assuré par nous qu’il ne se trompait pas, il nous promit de le mettre en parfait état d ’être porté chez l’horloger pour la semaine suivante.
Nous l’aurions embrassé si l’endroit n’avait été si fré quenté par la police.
C’est ainsi que j’eus la satisfaction d ’admirer ce vieux quartier d ’abord verdoyant au printemps, puis sous le so leil de l’été, ensuite aux heures de l’automne, enfin sous les neiges d’hiver et, chaque fois, il me semblait autre.
Tous les deux ou trois jours je me rendais chez le petit artisan pour lui confirmer qu’il s’agissait bien d’un morbier, tant je redoutais qu’il me restituât un coffre à bois.
Nous allions boire et manger ensemble au café du coin et là, dans un mol abandon il me confiait qu’il était un peu bohème et qu’il se félicitait d ’avoir fait ma rencon tre :
« Nous au moins, constatait-il, nous prenons le temps de musarder ! »
Un jour pourtant, il m ’annonça qu’il venait d’achever son travail et que c’était le signe pour lui d ’une nouvelle
existence. Il pensait même entreprendre un buffet que des clients lui avaient commandé voici quelques années.
Je l’aurais embrassé, mais même remarque que ci- dessus.
Ce qu’il me présenta était, sans aucun doute, un mor bier magnifique.
Il restait à le doter d ’un mécanisme intérieur. Des divers horlogers que ce morbier m’a valu de con naître, au cours de longs entretiens, l’un me parut particu lièrement sympathique.
II avait déjà subi plusieurs opérations qu’il voulut bien me raconter, en partageant mon kirsch et c’est pour cela, m ’expliqua-t-il, qu’il ne pouvait examiner le cadran, l’as cension d ’un tabouret s’avérant périlleuse.
Il m’en fit, d’ailleurs, la démonstration en se fichant par terre avec les poids, et nous reprîmes la conversation, les jours suivants, dans sa chambre à coucher.
Une fois, me prophétisa-t-il, ce morbier marchera... C’est aujourd’hui seulement que je me demande si le malheureux n ’avait pas le délire.
Les autres horlogers auxquels je dus avoir recours étaient probablement tous des spécialistes.
L ’un n ’avait pas son pareil, lorsque les aiguilles tom baient, pour les fixer définitivement à leur place, insou cieux de leur donner une mobilité qui n ’entrait pas dans sa partie.
L ’autre arrivait à les mouvoir durant un quart d’heure ou même davantage, à ses moments d’inspiration, mais il ne fallait pas espérer consulter l’horloge ensuite.
C’était comme pour l’eau chaude en temps de restric tions.
Il fallait regarder l’heure avant le départ de l’horloger et attendre le retour de celui-ci, huit jours plus tard, pour la regarder de nouveau.
Certains horlogers travaillaient les poids d ’admirable façon, d’autres le mouvement, quelques-uns les aiguilles, et je suis sûr que s’ils avaient pu conjuguer leurs efforts, ce morbier eût formé un tout homogène.
Je ne pouvais malheureusement les recevoir tous, en même temps, au vestibule. Ils étaient trop.
Finalement le morbier s’immobilisa, les deux aiguilles presque sur six heures.
Je m’arrangeais, quand mon ami venait me trouver pour lui cacher l’objet, à son arrivée, et comme il était toujours très ponctuel, je le lui dévoilais à sa sortie.
— Six heures trente-deux, disait-il en consultant sa montre et le morbier, je me sauve !
Mais un soir où il était revenu chercher son parapluie, il constata la supercherie et je sentis, à son regard, qu’il me soupçonnait de mépriser son cadeau.
S’il savait !
S’il savait que plus le temps passe et plus son morbier acquiert de la valeur.
Que sera-ce, je vous le demande, lorsque je ferai les frais d ’un mécanicien ?
Pour l’instant je me contente de la « présence hu maine » du morbier.
Un oiseau de chez nous
Le Ccisse-lioix
ou geai (le montagne
Peut-être avez-vous déjà parcouru leshautes forêts d ’aroles de nos Alpes, peut-être en avez-vous respiré la déli cieuse odeur de balsame et admiré les formes tourmentées P Si vous avancez en silence dans ces splendides forêts mêlées souvent d ’épicéas et de m é lèzes, vous ne ferez guère plus de cent pas sans qu’un cri rauque, un cri so nore, répété à plusieurs reprises, ne vienne brutalement vous tirer de votre rêverie ! Quel est donc l’oiseau qui dénonce ainsi votre présence à la forêt entière, quel est ce trouble-fête, ce fieffé mouchard qui épie chacun de vos gestes et sonne l’alarme en lançant des cris capables d ’alerter le gibier à plus d ’une lieue à la ronde P En levant la tête, vous apercevrez alors sur la pointe d’un mélèze ou d’un arole, à distance respectable, une forme grise de la taille d’un geai, mais plus forte de bec et plus sombre de plumage : c’est le casse-noix ! 1
Si vous ne le connaissez pas encore,
vous ne tarderez pas à l’identifier à son bruyant tapage, à sa façon carac téristique de voler à votre rencontre, de se percher sur le faîte d’un arbre et de vous apostropher d ’injures ! Il est intéressant de constater que les bêtes de l’Alpe ont chacune leur lan gage particulier, mais quelles savent parfaitement distinguer les cris d ’alar me des voix normales. Parmi les oi seaux, les corvidés jouent très souvent le rôle d’agents de transmission, de
« crieur public », et l’oiseau qui du haut
de son mélèze lance ces « gräe - grâe - grâe ! » désagréables est passé maître dans cet art... Rien n’échappe â son petit œil brun pétillant de malice et d’astuce !
Le casse-noix sait par cœur sa forêt, il l’a survolée et fouillée en tous sens, il vit de ses intrigues, de son mystère, des graines d ’aroles qu’il amasse l’au tomne dans sa poche buccale (on peut en compter parfois plus d ’une cen taine !) et qu’il dégorge ensuite au creux des arbres ou des rochers, créant ainsi, à la manière des écureuils, de petites réserves qui lui permettront de subsister pendant l’hiver et favorisant
sans le vouloir le repeuplement des aroles. Aussi les forestiers l’ont-ils en grande estime et l’oiseau à la poitrine brune semée de flocons blancs, aux ailes cl’un beau noir mordoré, aux sous- caudales couleur de neige jouit-il d’une protection, certes, méritée.
Combien de fois n’a-t-il pas sauvé de la dent du renard, du plomb du chasseur le petit coq de bruyère en donnant l’alarme ! Combien de fois son cri sonore, son cri brutal ne m ’a-t-il pas tiré de ma rêverie ou de mon af fû t P Ah ! que venais-je donc faire dans son domaine P N ’étais-je pas pour lui l’intrus, l’indésirable et ne me le fai sait-il pas cruellement sentir P 11 m ’est arrivé parfois de lui tendre le poing tandis qu’il continuait de plus belle à m ’injurier du haut de son arbre ! Ja mais nous n’avons fait bon ménage : trop souvent sa voix criarde a déchiré ma fibre, trop souvent il m ’a fait rater de splendides images...
Et cependant s’il venait à dispa raître, ne serais-je pas le premier à regretter ses sauts élastiques de bran che en branche, son vol sombre ou doré dans la montagne, ses fines mou
chetures parmi les touffes d ’aroles et jusqu’à cette voix rauque lancée du haut des mélèzes et qui finit par faire partie du paysage P N e serais-je pas le premier à réclamer sa physionomie à la fois stupide et farcie de ruses, son long bec pointu frisant la caricature et cette calotte de cénobite crânement posée sur sa tête P
Voleur de graines, détrousseur de cônes, bourgeois des hauts bois mon tagnards, fleurant bon la résine et l’écorce, le casse-noix m ’a toujours donné l’impression d ’être un oiseau à part, tant par sa prudence que par son extrême curiosité et ses façons peu courtoises de vous recevoir dans son domaine ! Mais n’est-il pas enfin la vaillante sentinelle des futaies sauvages et l’âme des forêts d’aroles comme la perdrix blanche l’est des crêtes nei geuses P
1 N u c if r a g a c a r y o c a ta c te s L
LOR OLSOMMER
Lor Olsom m er est née en Valais. Son père, le peintre C.C. Olsom m er est d ’origine nordique, sa m ère est Bul gare. Dès son jeune âge, elle sert de m odèle et très tô t elle dessine. N ’a-t-elle pas trois ans q u a n d sa m ère la surprend qui crayonne sur un dessin ébauché, resté sur le chevalet de son père ? Plus ta rd trouvant q u ’elle ne pren a it le dessin pas assez au sérieux, celui-ci l’en voie p o u r trois ans à l’Académ ie des beaux-arts de Florence.
Ses prem ières toiles tém oignent d ’un ta len t de p ein tre et il s’en réjouit. E lle ne pense pas avoir le feu sacré, la m atière picturale lui sem ble trop souple, trop fuyante, elle cherche autre chose. Alors, ce sont
polis ; elle en fait une com position décorative, les assemble, les enchâsse dans d u cim ent frais. C e jeu l’enchante, la passionne. Dès ce m om ent, L or sait où m ène son chem in d ’artiste, elle a trouvé ce q u ’elle cherchait ; sa seule préoccupation sera m ain ten an t de m ettre sa technique au point : le travail commence.
A G enève, où je l’ai retrouvée en 1946, j’ai vu ses prem ières mosaïques. U n artiste m ’accom pagnait à
Premier succès
son atelier — qui était la cuisine ! — je m e souviens encore de son enthousiasm e e t de ce q u ’il m ’a dit :
« L e s q u a t r e é l é m e n t s » (P h o to s S u zy P ile t, L a u s a n n e )
trois ans d ’arts appliqués à L ausanne où elle se m on tre une élève assidue.
Première mosaïque
C ’est en 1942. E lle la fait en grès taillés, puis elle en crée d ’autres en m arbres. Un jour, d ’une pro m e nade, elle rapporte des galets, des déchets de vaisselle
« Si elle travaille bien, on parlera d ’elle plus tard. » E n 1950, Lor Olsom m er envoie une de ses m osaï ques en cailloux d u Rhône à l’exposition des femmes peintres à Schaffhouse. Elle est acceptée, la C onfédé ration la lui achète. D eux ans plus tard, elle expose de nouveau avec les fem m es peintres à G enève ; je cons tate que les gens de m étier s’arrête n t à l’entrée de l’ex position p our adm irer son « P rophète ».
Première com m ande
Un m édecin de L ausanne est le p rem ier à lui pas ser une com m ande. Il v oudrait des chèvres p our un m u r de son chalet à la m ontagne. Com m e précisé m ent elle aime les chèvres, Lor est ravie. Seulement, il fa u t trouver le m atériel : les pierres. Le Rhône est un bo n fournisseur, toujours là, toujours p rê t ; il lui livre des milliers de pierres, mais il sem ble assez avare p o u r lui d o n n er du m atériel blanc. Après avoir c h e r ché d u ra n t trois semaines — recherches assidues et fatigantes, certes — elle doit renoncer à créer plusieurs chèvres.
Première composition murale
C ’est alors q u e l’idée lui vient de faire une seule chèvre avec d ’autres sujets : les q u atre éléments. La chèvre représentera la terre, les poissons q u ’elle aim e a u ta n t q u e les chèvres, l’eau ; des oiseaux l’air, et le soleil le feu. E lle choisira p our l’air e t l’eau un fond clair, et p o u r les deux autres un fond sombre. Ainsi, la chèvre blanche ressort, com me su r une col line, les oiseaux se dessinent dans l’air, les poissons n ag e n t dans une eau lim pide et le feu règne tranquille et bienfaisant dans un cadre de petites pierres, qui sem ble ém aner de lui.
L or Olsom m er a créé u n a rt qui n ’est plus seule m en t décoratif. C h aq u e caillou est à sa place, une pierre am en an t l’autre, couleurs, formes, m ouvem ents ; c’est u n ensem ble q u i parle, qui fait rêver, en m êm e tem ps q u e réfléchir.
« J’ai beaucoup appris »,
me d it Lor, « en réalisant un travail de ce genre. D ’abord, il fau t com prendre l’esprit, le désir de la personne q u i vous com m ande l’œ uvre ; ensuite, il fau t se laisser guider p a r les cailloux, car ils su g g èren t le sujet et la m anière de le traiter, il f a u t leur laisser signifier ce q u ’ils prom ettent. Mais les cailloux, il fa u t encore en chercher, les chercher ! Les uns, cer taines catégories de formes e t de couleurs se tro u vent p lu tô t à M artigny, d ’autres ne se découvrent q u ’à Viège, ou à Riddes... »
On la voit revenir, le sac de m ontagne au dos. T re n te kilos de cailloux, c’est lourd p o u r une fem m e frêle ! Mais elle sem ble oublier la charge en pensant au travail q u i l’attend.
Nous sommes assises sur la p etite terrasse de son ap p a rte m e n t de l’avenue de Béthusy à Lausanne. P en d a n t q u ’elle répond p o u r la troisième fois au télé phone, j’ai le tem ps d ’adm irer la jolie table sur laquelle elle sert le café. F aite de cailloux du Rhône polis, elle est suggestive, intéressante, variée. P oint n ’est besoin de napperon, b ro d é ou en plastique ; elle se suffit. Bien plus, elle ne craint n i la pluie, n i la ch a leur : n ’est-elle pas une partie de la nature, aussi belle sur la terrasse que dans u n jardin, aussi harm o nieuse dans un salon que dans une ch a m b re à cou cher, où elle fait figure de table de chevet ?
U ne arm oire en trouverte m e laisse voir une q u a n tité de plateaux de bois qui, à G enève, n ’étaient encore que des cartons à chaussures ! Ce sont les
palettes de L or : galets verts, cailloux blancs, cailloux m ouchetés, ocrés, rosés, veinés, e t q u e de formes dif férentes ! Ces formes q u e d o nnent les torrents de m ontagnes, le Rhône ensuite. Longtem ps les eaux ont joué avec ces pierres, les o n t carressées et bousculées avant que Lor vînt les recueillir.
— Oui, m e dit-elle, on n ’a jamais fini de faire l’inventaire de ces trésors. On n ’a jamais fini de les assembler, d e les m ettre en valeur les uns p a r r a p p o rt aux autres ; ce travail est captivant.
O n est heureux de voir L or Olsom m er exposer son œ uvre à Villa-Sierre dès ce d é b u t d ’octobre, e t on lui souhaite de plaire à ceux q u i aim ent les belles choses. C ’est en Valais q u ’elle a puisé ses premières forces, e t c’est là q u ’elle trouve les couleurs p o u r ses palettes. E n suivant, p e n d a n t des heures et des h e u res, le courant d u Rhône, elle poursuit aussi le che min, com bien difficile, mais aussi com bien attray a n t e t varié, d ’une véritable artiste.
M e r c i , v i g n e r o n !
E t voilà, c’est fini, la grappe est mûre. Elle pend
com m e une tresse bien gonflée, juteuse, au sar
m ent roux. Dans quelques jours, les filles descen
dront de la montagne, le couteau à la main. Elles
ne se lasseront pas de couper.
Ce ne sera pas une grande année vigneronne,
non ; ce ne sera pas non plus une année de dé
sastre. On aura p u craindre le pire, vers la fin
août, quand la pluie s’acharnait. L e merveilleux
septem bre aura réparé la plupart des injures d ’un
été douteux. C ’est un vin honorable, vigneron,
que tu entendras ferm enter dans ta cave. Les
élections de décem bre n ’en seront pas trop aci
dulées.
Jamais peut-être com me en ces années où
toutes les menaces pèsent sur la vigne on ne
mesure la grandeur du travail paysan. Lorsque
tout va bien, que les promesses s’accomplissent
dans l’harmonie des jours, il est facile d ’aimer la
terre parce qu’en elle tout est aimable. Mais cette
année... La terre sortait fort maltraitée par un
hiver aux rigueurs féroces. On com mença par
faire l’inventaire des dégâts du gel et ils furent
considérables. Je connais bien ce vigneron qui
voue à ses ceps le meilleur de sa tendresse : il
avait tant pris soin des souches qu ’il les avait
« com blées ». L ’hum idité de la terre transformée
en glaçons leur fu t fatale. Eh bien ! Pas une m i
nute, je ne l’ai entendu se révolter contre le destin
qui le frappait. Il accepta l’épreuve avec cette
sagesse d ’une race habituée à la soumission et à
l’effort.
Puis ce furent les attentes du printem ps et de
l’été. Tous les jours à interroger le ciel, à solli
citer sa clémence. En vain. La chaleur se refusait.
Les semaines passaient : les grappes restaient si
petites qu’on se dem andait si elles pourraient
jamais mûrir. E t tandis q u ’il pleuvait ou que le
ciel sim plem ent boudait, la mauvaise herbe pous
sait avec un entrain qu ’on ne lui avait jamais
connu. La mauvaise herbe — mais il y avait aussi
toutes les menaces des innombrables ennem is de
la vigne, ces maladies pernicieuses qui guettent
toutes les ondées. Il fallait sulfater et resulfater,
recommencer chaque jour alors que l’on se d e
mandait si la vendange paierait seulem ent les
factures des droguistes. Est-il pourtant un seul
vigneron qui se soit découragé ?
L à est la grandeur de nos gens de la terre :
ils s’obstinent, ils recommencent. T out va de tra
vers mais ils ne perdent pas l’espoir d ’arracher
quand m êm e à ce coin de sol q u ’ils cidtivent la
nourriture de leur famille. E t si l’année est m au
vaise, la prochaine sera meilleure. La récompense
viendra quand m êm e, un jour ou l’autre. Pas la
fortune, mais le strict nécessaire. Pas m êm e l’ai
sance, mais de quoi faire face aux premiers be
soins.
Un économiste français remarquait, il y a peu,
que le paysan a eu faim jusqu’à la génération de
nos pères. Si les grandes fam ines ont disparu en
Occident, il n’en est pas moins vrai que la plupart
des gens de la terre ne mangaient pas à leur faim.
En avons-nous connu de nos montagnards qui
vivaient d ’un pain avaricieusement com pté e t de
pom m es cle terre ! Ils restaient pourtant attachés
à leurs hameaux, refusaient de capitider. De géné
ration en génération, ils reprenaient la tâche in
grate, secs, maigres, noueux, indomptables. Visages
de la pauvreté, visages de Vobstination et du
sacrifice.
Ainsi dem eure notre vigneron : il refuse d ’ab
diquer. Il sait que sa tâche est belle, q u e lle est
nécessaire aux autres hom m es et que notre pays
se retrouve tout entier dans son vin. C om m e nous
serions appauvris, dans tous les sens du terme,
si notre vigne disparaissait !
Merci, vigneron, de l’em pêcher de disparaître.
Grâce à toi, nous vivrons encore ces merveilleuses
journées de vendanges où la vallée entière semble
r
( P h o t o R u p p e n - C li c h é O P A V )
frém ir de joie. Des coteaux de Fully au vallon
de Salquenen, nous verrons les filles aux sarraux
bleus ou rouges cueillir et jeter, cueillir encore
et jeter. Dans tous nos villages de la plaine, dans
nos petites villes, nous respirerons le parfum un
peu grisant du m oût et nous nous sentirons plus
heureux de participer aux rites les plus anciens
de la terre.
Jamais le Valais n’est plus attachant q u ’en ces
semaines de bonheur. Il sem ble respirer plus lar
gem ent, il semble s’épanouir dans le don de la
vigne. Un instant, l’hom m e de la terre oublie ses
peines pour ne plus penser q u ’à sa victoire. Car
c’est une victoire quand m êm e, sur l’impatience,
le découragement, la fatalité. N e l’oublions jamais
quand nous tenons le verre à la main. E t regar
dons avec respect cette offrande du vigneron.
R O U T E S
valiusaiims
Dans ce pays fait de pentes dressées le long de torrents fous ou de terrains patiemment reconquis sur le fleuve dompté, les hommes n’ont pu libre ment tracer leurs chemins, mais ils ont dû choisir l’endroit précis où le pied pouvait se poser en sécurité. Dès l’origine, la carte de leurs routes a ressemblé aux nervures d’une longue feuille de frêne. A droite et à gauche du sillon central, qui joint le lac au
Simplon, des fils plus ténus remontent les vallées, doublant les cours d’eau que la montagne et leurs propres ca prices empêchent d’être navigables. Des légions romaines aux armées de Napoléon, des caravanes de mar chands poussant leurs mulets chargés aux voitures étincelantes et rapides, des siècles et des siècles de commerce, de conquêtes et d ’aventures ont tra versé la vallée où le Rhône longtemps
était roi. Du nord au sud, d ’est en ouest, toutes les voies y passent, qui relient les steppes à la mer, les brumes mélancoliques à la lumière dorée qui baigne les oliviers.
C’est pourquoi, dans ce pays, toute économie devait être liée à la voie de terre, sentier, chemin puis route, tout développement devait aller de pair avec son aménagement.
Jusqu’au début de ce siècle, le ré seau routier valaisan n ’a subi pratique ment aucun changement : voies impé riales de la grande vallée, du Saint- Bernard et du Simplon, chemins mule tiers et sentiers partout ailleurs. Mais l’augmentation toujours croissante du trafic d ’une part et, de l’autre, le dé sir des communes de montagne d’être reliées à la plaine, allaient nécessiter des travaux de grande envergure.
Première touchée, la route princi pale N° 9 — c’est-à-dire la route can tonale — est bitumée et régulièrement entretenue dès la fin de la première guerre mondiale. Mais son tracé ne subit encore aucune modification. En 1937, pour lutter contre le chômage, l’Etat du Valais crée un bureau d’in génieurs chargés d’étudier et de
pré-L a n o u v e l l e r o u t e d e la F o r c l a z ; l ’a r r i v é e a u co l, c ô t é T r i e n t . ( P h o to D a r b e l l a y , M a r ti g n y )