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Bosco-Gurin Le m ur de la vigne En deux mots et trois images
Clara D urgnat-Junod Le Relais du Manoir L a Creusaz Le vide V endanges L ’itinéraire du mois Chronique touristique
Les leçons de Berne Avec nos sportifs en septembre
Vingt ans déjà ! Mots croisés
AUTOMNE
L e voici reven u . Je ne l ’aimais guère a u trefo is, car il é v o q u a it to u jo u rs à m es y e u x le déclin de l'existen ce.
A u jo u r d ’hui, la nostalgie aidant, je m e p re n d s à r ê v e r à l'a u to m n e.
A u t o m n e de m o n pays, où la lu m iè re est plus ch a u d e et le soleil p lu s éclatant.
J e songe à ces p e u p lie rs qui se d o r e n t sous la caresse du v e n t. P eu p liers si chers ù E d m o n d G iro u d et que le
« p ro grès » n ous enlève, p e u à peu.
A leur p ied, en file aussi, les tro u p e a u x ég rè n e n t leur carillon, d o n t la m o n ta g n e r e te n tit encore, jusqu'il la p r e m iè r e neige. S o u v e r a in e m e n t in d iffé r e n te s à la fiè v r e des routes, les vaches c h e m in e n t vers la claus tra tion, dédaigneuses et nonchalantes. E te in te , la f o u gue des com bats. Déjà !
Un chasseur r e n tr e bred o u ille et fo u rb u . N u l ne so n gerait à se gausser de lui, p u isq u 'o n sait bien qu'il n 'y a plus de gibier...
Su r le coteau, les filles c h a n te n t, espiègles, et les
« bra n tiers » les lu tin e n t au passage. Les grappes, ivres
de sucre, to m b e n t dans leurs paniers.
Eii bas, le m u le t a tte n d . Il a tte n d que soit re m p lie la « ju s te ». Ou bien — c o m m e on vo u d ra — la « bos- se tte », qui fera crier le char to u t à l'heure.
C 'est la fê t e des vendanges. La vraie.
A u pressoir — qui ne grince plus, c o m m e a u trefo is
— le m o û t em b a u m e . Il ne fa it pas encore to u rn e r les
têtes. Mais bientôt...
B ie n tô t, ce sera l'a p o th éo se de la féerie. E t puis, la grisaille succédera à la griserie. C o m m e le te m p s passe !
C o u v e r t u r e :
P e u p lie r s p rè s d e S io n ( P h o to C o u c h e p in , Sion)
Le
H g é g i m e n t
est rentré
— R om pez !...
U n e fois de plus, p a r p etites b andes, les gris- vert se sont dirigés vers les cars, vers la gare, vers les bistrots. L a ville, q u i sem blait to u te paisible l’in sta n t d ’avant, ressem bla to u t à coup à u n e fo u r milière. L ’arm ée é ta it p a rto u t, dans la rue, dans les cafés, sur les placettes, u n e arm ée d é jà à dem i- civile, déjà reto u rn ée à ses h a b itu d e s d e n o n c h a lance et le v an t h a u t le coude. Il fa u t b ie n arroser les victoires d es m a n œ u v re s e t co n ter ses exploits dans le b ru it joyeux des flacons.
D es exploits, le ré g im e n t valaisan e st p e rsu a d é d ’en avoir réalisés. L ’exploit d ’abord, réitéré, de dorm ir trois sem aines sur la p aille vaudoise, dans les alpages d u P ays-d’en -H au t, en tre le col des Mosses et l ’E tivaz. L e Bat. 11 d u m ajo r de K. p â tu ra it dans les b o sq u e ts d e Lioson ; le Bat. 1 du m ajor de R. cultivait l ’in d é p e n d a n c e sur les M onts- Chevreuils, non loin d u Bat. 12 d u m ajo r T. q u i p lo n g eait les racines d e son héroïsm e dans les m a récages d e l’H o n g rin ; enfin, le Bat. 9 d u m ajor Z. lavait sa b o u e dans l’E a u -F ro id e et la Torneresse, là où A llet y va.
Mais le colonel c an to n n ait lui-m êm e sous une ten te m ajeure et traversée d e co u ran ts d’air, à la L éoherette. D e là, il p o u v a it, d ’u n coup d ’œ il cir culaire, m esurer l’enthousiasm e d e ses troupes, de ses g renadiers casse-tout, d e ses chevaux c ra m p o n nés d ’acier fin, d e son ren seig n em en t subtil et b a rb u . Bel au tom ne plein de toupines, ray é de fils d e fe r barbelés, longues nuits bercées de m u sique, frais m atins où c ra q u e n t les givres sous les trajectoires des fusées an tich ar : la belle jeunesse virile d u Valais ro m an d s’initiait aux jeux b a rb a re s d e la g u e rre dans u n e insouciance paisible, lard ée de b o n n e volonté.
U n m atin, le ciel se cribla de fleurs rouges, fanées à p ein e écloses : l’artillerie du colonel Bel- ser crachait sur u n e in fan terie p lein e d e fu reu r
toutes ses étincelles. L es plus belles ca sq u e ttes d e l’arm ée p ro m e n a ie n t leurs p étales dans la natu re. U n obus se d o n n a la p ein e d ’éclater à la cim e d ’un sapin, au-dessus d ’u n e position de lance-m ine. On ram assa des ram eaux broyés.
Puis fle u rit u n terrib le d im an ch e d o n t les p ro messes d e soleil fu re n t ten u es en averses drues. C u lte régim entaire, défilé d e v a n t île P a tro n q u e l’élo q u en ce d e son au m ô n ier inclinait à la b é a ti tude. E t sauv e-q u i-p eu t sous les rafales. L e feu n’est rien, ni la m itraille, ni la lo n g u e ap plication des semelles sur la route, d a n s îles nuits q u i ne sem b len t jam ais finir ; rien au p rix d e la flo tte in tarissable q u i vous laisse com m e u n to rch o n sur la paille où on ch erch e en vain le m oyen d e sécher les poils de sa peau. E t les « M an œ u v res » se d é ro u lèren t sous les cascades célestes ouvertes à jets continus sur les -casques.
D é p a rt dans l ’om bre obscure p a r les cols p ré alpins q u i m è n e n t vers le nord. P o u rq u o i faut-il q u e les cols soient toujours placés très h a u t su r
L e c o lo n e l A lle t, c o m m a n d a n t d u R g t. 6, à d r o it e , e x a m in e la s itu a tio n a v e c le m a jo r Z e r m a t t e n , à c ô té d e lu i à g a u c h e
S u r la P la n t a , le s é t e n d a r d s d es b a ta illo n s f lo t te n t u n e d e r n i è r e fois
( P h o to C o u c h e p in , S ion)
les m o n tag n es ? O n aim erait à fran ch ir d e jolis p assages d e plaine, en tre u n café et u n tea-room , dans la lu m ière douce des tangos. Pas d u to u t : vous ne vous en tirez jam ais à m oins de q u e lq u e s milliers d e m ètres. L ongue, lo n g u e file silencieuse, p loyée sous le sac, les armes, la toile de ten te, les ficelles invisibles q u i to m b en t, longue file m orne et résignée q u i p a ta u g e dans la b o u e et m onte, u n p e tit pas d e v a n t l’a u tre m e su ra n t son effort et se d e m a n d a n t si ça fin ira jamais... L e sol, to u t à coup, casse ; le chem in q u i m o n tait d o it se m e ttre à desce n d re. O n le voit m al, on n e le voit pas d u to u t m êm e, m ais il doit se m e ttre à d e sc e n d re car le sac b ru sq u e m e n t se m et à vous pousser en avant. O n a passé le col. Les journalistes p o u rro n t dire d em ain q u e le ré g im e n t a accom pli u n exploit fo r m idable.
L e colonel, p e n d a n t ce tem ps, h u m e l ’o d eu r de la c a rte , soupèse ses chances, calcule e t juge. Ces milliers de pieds o nt p o u r eux u n e tête q u i pense, dans u n e grange, à l’a b ri des trajectoires. B ataille du F le n d ru z où le 12 em b ro ch e des e n n e mis invisibles ; b ataille d e S aanen où le 11 ouvre des brèch es en terres além an iq u es ; b ataille de la M an ch e où le 9 s’enfonce com m e u n fer d e lance dans une m o tte d e b eu rre. E t stop ! Il ne p le u t plus : à quoi b o n po u rsu iv re des m an œ u v res ?
Il re p le u t : on repart. L e ro u g e p asse au b le u et fra n c h it en sens inverse de nouvelles m ontagnes. A m inuit, les h a u te u rs d e Sonlom ont bascu len t dans les éclairs et la neige des g ra p p es hum aines
exténuées. « Soldats, je suis c o n ten t de vous !... » D ep u is N apoléon, le style m ilitaire est fixé.
E nfin, la P lanta, les officiels réco m p en san t d ’u n re g a rd l ’héroïsm e o bscur q u e le f e n d a n t réchauffe de son feu ten d re. Les d ra p e a u x s’e n t v ont vers q u el p arad is im m obile ? U n e n u it d e paille, encore. Puis le : « R om pez ! » éclate dans u n joli m atin d ’autom ne, p ro m e tte u r de vendanges. D e v a n t u n litre à la belle c o u leu r d ’am bre, la longue p ein e d ev ien t effort g ig an tesq u e ; le désespoir des nuits inhum aines, germ e de g ra n d eu r, im age d ’épopée.
U n b e a u cours d e répétition.
L ’a p p o in té de service.
L e c o m m a n d a n t d u R g t. 6, c o lo n e l A lle t, s ’e n t r e t i e n t a v e c les c o m m a n d a n t d e b a t a il lo n s e t d ’u n ité s in d é p e n d a n t e s .
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Des amis du Haut-Valais habitant le Pedem onte m ’ont invitée pour trois semaines, cet été, dans leur village de Versoio. Leur aimable et com préhen sive hospitalité m e fut la plus joyeuse des détentes.
Depuis longtemps je n ’avais pu ainsi disposer de mes journées entières, écrire et rêver, vivre à m a guise, errer seule où je voulais.
La beauté de ce val qui s’ouvre sur le lac de Locam o et d ’Ascona me con quit tout de suite avec ses villages sombres aux toits de granit, ses monts couverts de feuillage et son fleuve, la Melazza, aux longues étendues de pierres blanches et de sable, aussi vastes que celles du Rhône à Finges.
Un jour, mes amis me dirent : « Vou- lez-vous venir à Bosco-Gurin ? C’est un village valaisan sur une montagne tessinoise. »
Je m e suis laissée emmener, sans trop poser de questions, heureuse et confiante. A Ponte-Brolla, nous entrâ mes dans le val Maggia resserré d ’a bord entre de hauts rochers noirs qui rendent encore plus noires les châtai gneraies. Puis la vallée s’élargit et le fleuve — on ne les nomme pas autre m ent dans ce pays — déroule ses eaux jaunâtres entre les gravières et les ar- gousiers. A Cevio, prem ier grand vil lage, avec hôtels et tea-rooms luxueux, nous tournons à gauche pour prendre la route des montagnes qui m onte entre les genêts, les bruyères roses et les branches étoilées des châtaigniers. Les petits villages apparaissent, noirs aussi, avec un peu de vigne entièrem ent suspendue sur les toits. Au fond des gorges se cache un grotto avec son jeu de boules. A Cevio se célèbre une noce : la mariée en longue robe blan che et les demoiselles d ’honneur aussi belles que la mariée, et les dames en grandes jupes de satin noir qui brille. Plus haut, dans les prés, une immense église couverte de fresques et des ga mins qui nous regardent en balançant leurs jambes brunes le long des murs, une maison communale aussi vaste que l’église : voici déjà Cerentino.
Nous pénétrons dans des forêts de sapins et de mélèzes, à noire gauche coule un torrent. Sa belle eau trans parente, lissant les vasques — de gra nit aussi, tout est de granit dans ce pays — donne envie de s’y baigner, mais qu’elle doit être froide, plus froide que la douce Melazza si lente, presque tiède. L ’éclair des truites attire l’œil, la lumière derrière les futaies l’en détourne. Nous arriverons bientôt au sommet, voici les pâturages, les pier- riers et les crêtes ! Y a-t-il encore un village ? Je commence à en douter. Ne l’a-t-on pas laissé derrière nous ce Bos
co-Gurin ?... Peut-on habiter ainsi aux confins des montagnes ! Mais mes amis m e font rem arquer que les alpes du Tessin sont moins hautes que les valai- sannes — en effet, on ne voit pas de neige — et que par conséquent les villages y paraissent plus élevés. Ils rient aussi de me voir confondre de loin les petites cabanes de pierres des pâtres avec les rochers, tant elles leur ressemblent.
A présent, nous traversons une ré gion chaotique, ancien vestige d ’un èboulement qui eut lieu au XVIIIe siècle, puis des forêts encore et, au m om ent où je n ’attendais plus rien, s’ouvre une arène verdoyante et flam bante de soleil, dominée par un village blanc et brun comme un cri de joie : Bosco-Gurin !
Ah ! cette fois, nous en avons le souffle coupé. C’est un village de la vallée de Conches, avec ses façades de bois, ses petites fenêtres alignées aux embrasures claires, et ses raccards sur pilotis ! Au fronton d ’une maison blanche, on lit : Conditorei. Partout des fleurs, des géraniums pourpre, grenat, carmin, des ruelles en escaliers, des fillettes aux tresses blondes et, tout en haut, l’église. Mais son campanile est bien tessinois et nous indique l’une des deux réalités.
« Q ue c’est joli, que c’est étrange ! » s’écrie-t-on. Mes amis, tout sourire, se m ettent à parler le dialecte haut-valai- san avec une vieille aux yeux clairs, maigre et distinguée, qui leur répond souriante aussi. « C’est la même langue, avec un peu plus de douceur... » disent- ils. Moi je ne l’entends guère, mais je respire l’odeur de la vieille m onta gnarde, la même exactement que celle de nos paysannes d ’ici et je tressaille d ’aise.
Nous apprenons q u ’il y a beaucoup de soleil à Bosco, mais que l’hiver y est rude. « Q uatre mètres de neige... » affirme notre indigène. Nous lui fai sons com prendre que nous sommes de la même race q u ’elle et elle nous con temple avec un respect mêlé d ’étonne- ment. E t nous aussi, émus, nous détail lons cette descendante des Valaisans du XHIe siècle qui, venus du fond de la vallée de Conches par le col du Gries, passèrent sur le sol italien et s’établirent d ’abord dans le val Pomat ou val Formazza, puis arrivèrent fina lement dans ce hau t bassin vert, à 1500 mètres d ’altitude où ils fondèrent Bos co-Gurin.
Le prem ier nom de ce village d ’émi grés fut Crin, déformation allemande très probable de Corino le village voi sin. Les Italiens de la vallée lui don nèrent le nom de Al Bosco -.celui qui habite duns la forêt. Ainsi le nouveau
village eut un nom double, ce qui tra duit bien sa véritable nature.
Pourtant il ne subit au cours des siècles aucune influence italienne, et le village conserva sa langue et ses mœurs d ’une m anière étonnante, comme d ’ail leurs les autres îlots de population alle m ande qui viennent d ’une émigration valaisanne : celles du Mont-Rose et les « Freien W alser » dans les Grisons et le Vorarlberg. Ce phénom ène s’explique moins par l'am our de ce peuple pour la tradition que par une situation géo graphique très particulière. Ces vallées sont closes dans leur partie inférieure p ar des gorges, des terrasses ou des éboulements, rendant les relations plus faciles avec le Haut-Valais qu’avec le bas pays italien. E t les gens du sud, habitués à un climat plus doux, n’é prouvèrent aucune envie de venir h an ter ces hauteurs. Ils laissèrent Al Bosco tranquille.
Beaucoup moins paisibles furent les rapports du village avec les bergers de la vallée qui faisaient paître leurs trou peaux sur ces territoires. Il y eut des guerres de voisins à n ’en plus finir, et cet état de choses ne d u t m anquer d ’ac centuer encore le courage et le carac tère combatif, déjà très fort, de ces émigrés.
Le docum ent le plus ancien de Bos co-Gurin, daté du 30 janvier 1244, est un contrat entre la commune de L e sone, près de Locamo, et les nouveaux habitants, au sujet du droit d ’alpage dans certains pâturages. Plus tard, il fut transformé en un fief héréditaire. E t en 1404, un traité d ’arbitrage m it fin à tous ces démêlés avec les gens de Ce rentino et Cevio.
On peut voir un deuxième document, daté du 11 mai 1253 qui relate la cons truction de l’église dont la partie basse existe encore, et qui nomme comme chef de la nouvelle commune le « con sul » Heinrich Burkhard. Ce double événem ent fut commémoré par une grande fête le 6 septem bre de cette année, donc quelques jours après m a découverte de Bosco-Gurin.
Le village entièrem ent décoré fut en effervescence. Le samedi matin, on cé lébra une messe à la mémoire de tous les Bosconais décédés. D e nombreuses délégations envoyées par des ressortis sants actuellement à l’étranger vinrent se joindre à celle de Pomat. Une messe solennelle fut dite le dim anche en pré sence de notables tessinois et valaisans. Il y eut des discours, des télégrammes importants, un cortège avec drapeau (Lion d ’or sur fond azur) et même un festival rappelant l’histoire de la com mune. Puis les cérémonies se term i nèrent par une procession nocturne aux cierges qui fit le tour du village.
Mais revenons à une journée moins officielle, à notre journée d ’août, où nous fûmes seuls, mes amis et moi, à être surpris, émerveillés par l’existence de ce village.
Nous ne cessions pas de nous excla m er en parcourant les petites rues :
« Quelle joie ! quelles fleurs ! quel so leil ! » E t nous arrivâmes ainsi jusqu’au chalet-musée dont avait parlé la vieille au fichu noir, si fine et douce. Une autre vieille qui ressemblait à la m ar raine de Cendrillon vue par Gustave Doré, derrière une fenêtre, en possé dait la clé. Elle nous la rem it de con fiance, avec un m agnifique sourire à deux dents :
— Allez-y tout seuls, moi je ne sau rais quand même pas vous expliquer ces choses des anciens... !
E t c’est en courant que nous nous dirigeons vers la porte qui s’ouvre sur une sorte de cuisine avec âtre où s’ali gnent des objets un p eu déconcertants : une collection de moulins à café, des marmites, des ustensiles de ménagères et de pâtres, des lanternes sourdes, des couteaux. Toutes ces choses qui ont servi, qui furent maniées par des mains hum bles et besogneuses, qui accompa gnèrent la vie dure, âpre, extrêmement dépouillée de ces gens audacieux, de ces émigrés... m ’ém euvent intensément. J’essaie d ’imaginer ce que fut la vie d ’une fem me à ces époques lointaines : la servante, bien sûr, souvent affamée, parfois battu e ! Mais connaissait-elle l’amour, la tendresse ? Cela ce n ’est pas toujours sûr.
Puis nous passons en courbant la tête, car les portes deviennent de plus en plus basses, dans une suite de pe tites cham bres où la même émotion nous saisit. Voici les petites chaises roulantes des bébés d ’autrefois, ces an tiques youpalas qui perm ettent à l’en fant de m archer sans tom ber ; voici les berceaux, les adorables berceaux peints sur lesquels on voudrait encore se pen cher ! Mais de quels sommeils privè- rent-ils d urant les terribles nuits d hiver les mères qui les berçaient et de com bien d ’enfants morts furent-ils l’avant- dernier petit cercueil ? L e long de tou tes ces choses, il y a comme une peine qui suinte. Elle suinte aussi le long des tableaux sombres où le visage des an cêtres apparaît, elle n ’est même pas entièrem ent secouée des plis de ces jupes épaisses enfermées dans une vitrine. Ici pourtant, je souris. Je souris car, au lieu du costume valaisan, je reconnais la haute taille prise sous les seins de la robe tessinoise et les fichus rouges achetés à la foire de Locarno. Evidem ment, c’est à Locarno q u ’ils al laient au marché... Seuls, les bonnets de grosse laine des bébés, ornés de couleurs vives, me rappellent ceux de Chandolin et de Lens. Nous entrons dans d ’autres chambres par des couloirs et des petits escaliers dressés comme des échelles. Voici l a . bibliothèque où l’on pourrait consulter tous les livres ayant trait à l’histoire de Bosco-Gurin, voici des pièces de monnaie, des m é
dailles, quelques bijoux, des anciennes cartes de géographie, des gravures. Contre la paroi, sont pendus de très vieux fusils qui tuèrent des brigands et des ours. Nous contemplons encore le fragm ent d ’un autel baroque qui doit provenir de l’église et, dans le coin d ’une quatrièm e pièce nue, ce modeste trésor valaisan : les morceaux de bois entassés les uns sur les autres le long d’une corde, chacun m arqué d ’entailles mystérieuses : les signes du droit sur l’eau.
Puis nous revenons vers la vieille fée aux boucles d ’oreilles et aux clés qui attend toujours dans l’em brasure de sa fenêtre. Elle nous accueille avec son grand rire édenté et nous la remercions. Mes amis conversent avec elles dans leur cher patois. Elle rit de plus en plus en rejetant son torse en arrière. Je 1 en tends affirmer avec fougue des paroles qui me dem eurent incompréhensibles.
— Qu’a-t-elle dit ?
— Elle a dit q u ’à Bosco-Gurin ils tenaient beaucoup à conserver leur lan gue et q u ’entre eux ils ne parlaient q u ’allemand. L ’école est tessinoise, mais les enfants ont une heure d ’allemand par jour.
U n temps, il y eut deux écoles, pa- raît-il, une italienne et une allemande entretenue par une société de Zurich.
E t la vieille ajoute :
— Autrefois, on devait descendre aux marchés de Locarno et de Cevio ven dre notre fromage et notre beurre et alors on parlait italien, mais à présent que les cars et les camions m ontent jusqu’ici, on ne se dérange plus.
Nous apprenons encore que les habi tants vivent surtout de leurs troupeaux, une race de vaches très petites. Les femmes tissent à la maison des fichus de soie, les hommes ém igrent surtout dans les autres cantons, en F rance et en Californie, comme maçons, tailleurs de pierres, et en Italie comme sculp teurs sur bois et doreurs de statues de saints.
N otre dernière visite est pour l’église située au sommet du village. E n si lence, nous nous agenouillons un mo ment sur les bancs. Elle ressemble à beaucoup d ’églises, mais des petites fresques sur les murs attirent mes re gards et, derrière nous, une jeune fille qui vient de se confesser porte un fou lard vert noué sous le menton. « A la m ode de tous les pays ! » pourra-t-on me rétorquer. Mais je me plais à croire q u ’elle le porte ainsi parce que ses lointaines aïeules de la vallée de Con ches le portaient de même.
Il est l’heure de redescendre en plaine, le soleil va se coucher derrière le cirque de roches grises. Avant de quitter le village, nous nous arrêtons encore dans la jolie salle propre et gaie de l’auberge pour y boire un boc calino ou un café et choisir des cartes postales que nous enverrons à tous nos amis. Puis nous dévalons la ruelle jus q u ’à la poste, jetant un dernier coup
R u e lle d e B o s c o -G u rin , à l ’a s p e c t t y p i q u e m e n t v a l a is a n ( P h o to C u r ig e r )
d ’œil aux maisons claires auréolées de pâturages.
Nous voici de nouveau sur la route et, chose bizarre, la descente nous p a raît beaucoup plus longue que la m on tée. Il commence à faire froid dans les bois de sapins. Le paysage est ver tigineux, que de virages ! Aux abords des hameaux, les gosses des colonies de vacances nous crient des noms : « Coppi ! Koblet ! »
Peu à peu, le val Maggia réappa raît, le fleuve au large lit blanc semole rouler une eau d ’un bleu céleste. C ’est, je pense, que le ciel s’y reflète, car l’eau, le matin, m ’avait paru boueuse. Enfin, nous touchons Cevio, puis la route de la plaine.
Les petits villages sombres au long clocher s’étagent sur les pentes, les paysans rentrent leurs vaches au pe lage de cendre, des autos passent con duites par des jeunes gens parfumés, élégants- qui fredonnent : « L ’amore, l’amore... ». Ils se rendent aux bals de Locamo.
C H R O N I Q U E D E S A R T S
r s 7 a
P E I N T R E D U V A L A I S
« L’art est le rêve de l’humanité, un rêve de lumière, de liberté, de force sereine. » (R. Rolland).
C’est la pensée qui vient naturellement à l’esprit lorsqu’on a le privilège de rendre visite à Clara Dur- gnat-Junod, artiste peintre « Aux Gravillons » sur Sal- van.
Une première fois nous y sommes allés en curieux. Ce refuge d’art et de paix, ne l’a-t-elle pas créé à son image ? Si c’est elle qui a conçu les plans pour ce chalet de rêve, exécuté les dessins de ces meubles, créé les modèles de ces broderies, peint cette porce laine, ces vitres, ces couvertures de nombeurx livres qui animent discrètement et heureusement ces biblio thèques, joué au jardinier paysagiste, c’est loin d ’être tout. Pensons à ce livre si spontané, si réconfortant, si vrai qu’est « Pinceaux et piolet », lu et relu avec le
même plaisir par des lettrés ou le menu peuple, tant il est humain ; nous pensons surtout à la riche collec tion d’aquarelles de valeur que cette artiste a lavées dans notre pays, et à l’étranger, mais plus spécialement à celles des hautes altitudes. Nous resterons confondus.
— Mais vous travaillez jour et nuit ?
— Non ; je me couche tôt, me lève de bonne heure, me consacre aux travaux du ménage et à la vie de famille comme toutes les mères. Mais dès que j’ai une minute de liberté je la remplis aussi utilement que possible. La vie est trop belle et trop courte pour gaspiller son temps. Aussi je vis doublement pendant les vacances car c’est alors que, sans soucis, je cours les cimes avec mes pinceaux. L’hiver je peins, lorsque c’est possible, mais comme tout ce qui est humain m’intéresse, j’écris. Les causes sociales m’enthousias ment. Une vie, qu’est-ce pour moi ? A cent vingt ans
L es G r a n g e s s u r S a lv a n e n h iv e r ( a q u a re lle )
j’aurai encore plus de travail sur la planche qu’aujourd’hui; aussi voudrais-je vivre longtemps.
C’est à cause de la person nalité attachante de l’artiste que nous sommes réapparus dans son « petit paradis » comme di sent les Salvanins.
— Pourquoi êtes-vous venue vous fixer ici ?
— C’est un rêve d’enfant que j’ai réalisé : celui d ’avoir un chalet sur la montagne. L’ar dent désir d’approcher un gla cier m’amena, avec ma sœur, au pied de la chute de séracs du Trient. L’Alpe m’y a con quise. J’y ai découvert ma pa trie artistique. Là, librement mes pinceaux exprimeraient mon cœur, ma pensée.
— Le coup de foudre quoi ? — Non, plutôt un héritage. C’était la révélation de tout ce qui était latent en moi. Plus je vis en Valais et plus mon bon heur devient complet. Premiè rement j’ai aimé sa belle lu mière, ses neiges persistantes, ses rochers ardus ; mais main tenant j’aime et partage jus qu’au genre de vie si simple de ses enfants, et je tremble à la pensée que leur patois dispa raisse. Le patois, n’est-ce pas l’âme d’un pays ?
— On dit que vous avez une technique personnelle pour peindre ?
— C’est vrai. J’ai travaillé si longtemps avec acharnement que j’ai le droit de m’exprimer avec des moyens qui me sont
propres, à condition de me soumettre aux lois immua bles de l’art. C’est ainsi que j’ai découvert la manière de donner aux rochers leur grain et aux vapeurs leurs natures si diverses. Si je suis fidèle au métier, je dois dire que lorsque je peins c’est avant tout un acte de foi que j’accomplis. Une œuvre d’art qui satisfait l’es prit seulement me semble boiteuse ; pour être com plète elle doit aussi satisfaire le cœur. La haute mon tagne qui m’offre toutes les difficultés a le plus d’at trait pour moi : chaque sujet m’offre de sérieux pro blèmes à résoudre... j’ai horreur du facile.
Dans un extrait de critiques je lis : l’artiste mêle son chant à celui de la nature en cherchant à exprimer son idéal. Si ses deux thèmes préférés sont l’arbre et le rocher, c’est parce que tous deux surgissent de terre pour s’élever vers le ciel. Un principe spirituel domine jusqu’à la composition de ses tableaux. A une mélodie principale viennent se greffer toutes les variations des
co u leu rs e t le je u des o m b re s e t d e la lu m ière. L ’a rt d e C la ra D u rg n a t- J u n o d te n d d e p lu s en p lu s à la sim p licité to ta le . (F. D . « R eflets », G e n è v e 1945).
P uisse n o tr e « T c h ie v r e tta » des « G rav illo n s », si a p p ré c ié e à l’é tra n g e r, l’ê tre é g a le m e n t c h e z nous. V ous q u i sav ez si b ie n a im e r a u tra v e rs d e vos œ u v re s, re s te z-n o u s lo n g tem p s.
R. Senn
Clara Durgnat-Junod exposera ses aquarelles valaisannes, du 1er au 30 novem bre prochain à la Galerie Chédel, à Genève. (Réd.)
O S
D
W
n J
Le mur de la vigne
S’est taillé une assise sur la pente aride Il se hisse lourdement
E t tient Ja terre à la hauteur Du vigneron qui taille les ceps. Le mur de la vigne
Attend le soleil pour réchauffer ses pierres. A l’heure de midi
Il sera aussi chaud que les mains du vigneron Qui viendra s’adosser lourdement
A ses pieds.
Le mur de la vigne Attend le soleil d’avril.
Le mur de la vigne a fini son travail Son effort s’est figé
Il n’a plus qu’à se tenir immobile
Afin que la mousse, les lichens et les plantes
Puissent vivre leur saison [grimpantes Et se dessécher à l’approche des vendanges.
Les murs étaient aussi silencieux Que les flocons de neige
Aussi délaissés que les nids des rouges-queues Entre deux pierres.
Car les paysans passaient tard le matin Par les ruelles de verglas ;
Avec leurs lanternes ballantes
Ils s’en allaient ouvrir les portes grinçantes Des étables.
Mais aujourd’hui par ce ciel clair
Les mésanges sont venues fureter dans ses pierres Les rouges-gorges attendent dans les buissons plus haut E t dans cet air nouveau
On entend vibrer, les plus petites ailes.
Aujourd’hui tous les murs en gradins Répètent les chants de la pioche Sur les terres pierreuses.
Les paysans toussent très haut Les jeunes filles rient et s’appellent E t on entendrait même les lézards Passer sur les feuilles sèches. Les murs de nos ancêtres Sacrés comme un sépulcre Les efforts anciens Les luttes de nos pères Se sont là entassés Pierre sur pierre.
La terre se serait écoulée Comme une eau boueuse Vers le fleuve
Mais les vieux murs sont là E t de tout leur poids Ils retiennent la terre natale Le pain et le vin.
Est-ce le cep noir
Aujourd’hui qui fait battre l’espoir ? Car on a vu les femmes
Avec les robes d’étoffes anciennes Déposer leurs petits au pied du mur E t s’en aller avec les hommes Dans les vignes.
Il est permis aux hommes de douter Il est permis aux hommes d’hésiter
Devant les tâches sans cesse recommencées Mais les femmes, elles,
Comme la terre féconde Eternellement saines
Croiront avec le grain de blé
Avec le sapin des rochers, avec les plantes Avec les ceps noirs [des murailles E n l’avenir des printemps.
2
b t 'Ô 't 'd / C > t SLes M u t u a l i s t e s à M o n t h e y
Les délégués de la Fédération valaisanne des sociétés de secours m utuels ont tenu leur assemblée annuelle à Monthey le 6 septembre sous la présidence de M. René Spahr, juge cantonal.
Cette réunion coïncidait avec le centenaire de la société de Monthey, q ue préside M. Adrien Jordan.
A l’issue de la partie adm inistrative — où l’on apprit que la F édéra tion com pte aujourd’hui près de douze mille membres — les participants se sont rendus au cimetière pour y déposer une gerbe sur la tom be du D r Beck, précurseur du mouvem ent mutualiste.
P e n d a n t la c é r é m o n i e à la m é m o ir e d u D 1' B e e k (P h o to P ô t, M o n th e y )
En f a v e u r d e nos f r u i t s
E n présence des difficultés aux quelles se heurtait l’écoulement des produits de notre sol, l’OPAV a eu récem m ent une initiative aussi gra cieuse q u ’intelligente.
Il eut, en effet, l’excellente idée de placer, à l’entrée de St-Maurice, de jolies Valaisannes en costume, qui offraient, avec leur plus joli sourire, de précieux petits emballages gonflés d e poires succulentes aux autom obi listes de passage.
Ceux-ci, on s’en doute, ont appré cié à sa juste valeur ce geste élégant qui, dit-on, en fit oublier d ’autres... U n e s o u r ia n t e S a i n t - M a u r i a r d e o ffre d es fru its à u n a u to m o b ilis te
(P h o to P ô t, M o n th e y )
Le V a l a i s a u C o m p t o i r
L e Comptoir suisse, cette foire nationale qui prend toujours plus d ’im portance, avait réservé cette année une place de choix à notre canton.
Les milliers de visiteurs qui y sont accourus pour contempler halles et stands ont eu l’occasion d ’adm irer un « Village valaisan » où nos spé cialités de toute nature attisaient leur convoitise.
O utre la gourmandise que constituent toujours nos crus et nos fruits, le « Village » présentait avec autant de goût que d ’habileté des échan tillons choisis de l’industrie et de l’artisanat valaisans : bahuts, pièces de laine ou de drap, cigares, skis, piolets, sans oublier, bien sûr, la tradi tionnelle raclette.
Encore une initiative dont l’OPAV, désormais bien en selle, peut
s’enorgueillir. H des Combes.
L a cité sierroise a te n u à m a rq u e r d’u n e p ierre b la n c h e l’é ta p e q u i fait du castel d e Villa le tem ple des m eilleurs crus et des « n o u rritu res » p ropres au « Vieux-Pays », en m êm e tem ps q u ’u n m usée de la te rre valaisanne et u n e exposition p e rm a n e n te des œ uvres d ’artistes d ’ad o p tio n e t d u terroir.
E t c’est p o u rq u o i en cette sp len d id e ve sp rée d u 6 sep tem b re, le m an o ir des de Preux et des P latèa, décoré avec goût, recevait sous les h au tes fro n d a i sons q u i le dissim ulent en p a rtie e t dans l’ag réab le fraîc h eu r de ses celliers to u t u n m onde d ’invités et d ’amis p o in t d u to u t indifférents aux p récep tes rabelaisiens.
Aussi, les orateurs de c ette b rilla n te m a n ifesta tion n’eurent-lis pas de p ein e à convaincre leurs hôtes... L e m erveilleux ag e n cem en t d u Relais d u M anoir, les vins et les m ets q u i le u r fu re n t offerts p a rla ie n t plus élo q u e m m e n t encore q u e les porte- parole officiels.
C e q u i n’est pas p e u dire, assurém ent, lorsqu’on connaît le ta le n t des prin cip au x organisateurs de cette fête in augurale, à la tê te desquels il fau t plac er M M . Elie Zwissig, p résident, D r Ch. Rey, H e n ri Im esch et tous leurs collaborateurs à des
titres divers. O n e n te n d it donc, après les souhaits d e b ien v en u e e t l’exposé p résid en tiel au sujet de la F o n d atio n d u c h âteau d e Villa et les b u ts p o u r suivis, MM. Aloys T h eytaz, p ro m u m ajor d e table, M arcel Gross, conseiller d ’E ta t, R ialland, consul général de F ra n c e à L au san n e , M e G uinand, p r é sid e n t des R hodaniens, Olivet, d ire c te u r d e l’O f fice vaudois d e p ro p a g a n d e , M e François d e Preux, Joseph M ichaud, p ré sid e n t d e l’OPAV, O scar de C hastonay, d ire c te u r d e la R an q u e can to n ale du
J e a n D a e t w y l e r
Valais, A n d ré de C hastonay, fo n d é d e pouvoirs à
VA. I . A. G.
Ces p ro d u ctio n s oratoires fu re n t en trecoupées d e chants d e la « C hanson d u R hône », dirigée p a r Jean D aetw yler. C e c h œ u r fu t très goûté, d ire c te u r e t c h a n te u r vivem ent félicités.
L es divers o rateurs fu re n t unanim es à lo u er la nouvelle affectation d u m anoir de Villa, d e v e n u p a r u n he u reu x sort p ro p rié té de la collectivité sierroise q u i en a fa it un cen tre valaisan d e d é g u s tatio n et d ’accueil.
U n v éritab le relais, p o u r to u t dire, ou B rillât - Savarin n’a u ra it p o in t d é d a ig n é faire h alte e t où se ro n t retracés l’activité terrie n n e et le d év elo p p e m e n t des m étiers indigènes à travers les âges. C ette rétrospective est a g rém en tée d e galeries où nos peintres, sculpteurs, céram istes exposent leurs œ u vres. D es locaux ont été d e m êm e spécialem ent affectés à l ’exposition des tro p h ées e t anciens em blèm es de certaines sociétés p o u rsu iv a n t des b u ts patriotiques.
Ainsi, les m ânes des fiers gentilhom m es et des gentes châtelaines q ui jadis p e u p la ie n t ces lieux ne seront p o in t effarouchées d e la m étam orphose.
Les m aîtres au tem ps passé s’h o n o raie n t de p ro m ouvoir la cu ltu re de la te rre et de p o sséd e r caves e t greniers b ien garnis. Les nouveaux p ro priétaires n ’ont pas d ’autres am bitions q u e de faire aim er la glèbe et estim er ses généreux présents.
L a gastronom ie y trouvera son com pte, certes, mais il y au ra aussi la p a rt de l’esprit et ce ne sera p a s la m oindre, p u isq u e les plaisirs d e la table, préten d -o n , disposent aux satisfactions d ’un ordre plus élevé, à to u t le moins à une certaine in d u lg en ce dans l’appréciation...
Q uoi q u ’il en soit, le Relais d u M anoir s’inscrit désorm ais dans les annales valaisannes et
M . E l ie Z w issig , p r é s id e n t d e S ie rre , e x a m in e u n d o c u m e n t a v e c u n v is ib le in t é r ê t
( P h o to B ec h , L a u s a n n e )
tiques. O n ne p o u rra trav erse r le ca nton sans l’ho- no rer d’u n e visite. E t l’on p e u t être c e rta in q u e cette visite ne d écev ra p ersonne ; elle aura, com m e on dit, un g oût très accen tu é de revenez-y !
E n pourrait-il être a u tre m e n t si, à l’a ttra it sym p a th iq u e d u c h âteau on ajoute celui q u i ém ane des flacons prestigieux e t des from ages et salaisons q u e le m aître d e céans, M. Jean M uller, tire de ses cachettes ?
O n se dira ensuite q u e le Relais d u M anoir sait m e ttre en h o n n e u r la gastronom ie a u th e n ti q u e m e n t valaisanne dans les trad itio n s d ’h o sp ita lité du « Vieux-Pays ».
LES EX PO SA N TS
T erre de p réd ilectio n de nom breux artistes, Sierre se d ev ait d ’affecte r une p a rtie d u m anoir de Villa à u n e exposition p e rm a n e n te de leurs œ uvres. C ’est ainsi q u ’on au ra l’a v an tag e d ’a p p ré cier des toiles d ’E d m o n d Bille, O lsom m er, A lbert C havaz, C h ristiane Zufferey, Cini, Jos. G autschi et Palézieux. L ’a rt de la céram iq u e est mis en v aleu r p a r l’exposition d ’A lfred W icky, d o n t on a p u a p p récier déjà le re m a rq u a b le talent.
A joutons q u e le g ra n d Rilke, d o n t le c h â te a u de M uzot ab rita plusieurs années le génie, et la duchesse de V endôm e, sœ u r d u roi-soldat A lbert Ier, d écéd ée à Sierre, o nt u n e salle au vieux m anoir. O n y respire déjà le p a rfu m de leurs œ uvres et le charm e d e le u r souvenir.
Ainsi to u t co n trib u e à faire de la g en tilh o m m ière de Villa u n pôle d ’attra ctio n aussi b ie n a rtis tiq u e et h isto riq u e q u e gastronom ique, d o n t il y a lieu d e se féliciter.
A lfred D elavy
(D essin s d e W ic k y )
F . d e P re u x
ta
m m
m e rv e ille u x b e lv é d è re d e la v a llé e d u T rient
Q u a tre ou cin q p etits chalets cloués à la m o n tagne... u n e fo n tain e ru stiq u e où l’e a u m urm ure, filtra n t d ’u n tro n c de mélèze... des pierres ci et là éparses au gré d e d a m e N a tu re d an s u n lit d e v e rd u re e t de fleurs m inuscules et aux tons vifs... u n p e tit sentier q u i c o u rt à travers les éboulis titanesques...
s’élan c èren t vers la C reusaz, située à 1800 m ètres d ’altitude. D ans u n e seule journée, on en co m p ta plus d e 600 q u i p rire n t leur billet p o u r ces h a u teurs incom parables.
Les p ro m o teu rs d u télésiège d e ']a C reusaz avaient donc vu juste : no tre génération ne b o u d e pas la m o n tag n e q u a n d on lui d o n n e les moyens
L ’a r r iv é e d u té lé s iè g e à la C r e u s a z . A u fo n d , les m a ss ifs d u T r i e n t e t d u M o n t- B la n c ( P h o to D a r b e l là y , M a r tig n y )
L à -h au t, d iad èm e m ajestueux, la chaîne d u Lui- sin, des P etits-Perrons et d u Scex-des-G ranges ; au loin, le M ont-B lanc dans to u te son austérité, puis les alpes valaisannes toujours aussi belles dans le ciel azuré. E nfin, au fo n d de la vallée où le re g a rd plonge, le R hône scintillant e t d é a m b u la n t à travers les vergers sym étriques ; les villages d e Saxon, de R iddes e t celui d ’Isérables, ag rip p é, sus p e n d u dans le vide...
Vous avez tous reconnu, avec cette description, ce p ro m o n to ire d ’où il est seul possible d ’ad m ire r un tel p a n o ra m a : L a C reu saz !
L e génie d es hom m es a re n d u accessible à c h a cun ce coin ad m ira b le d e la vallée d u T rie n t en y faisan t construire u n télésiège depuis la station des M arécottes. L ’œ u v re à p ein e term inée, ce fu re n t des milliers de touristes qui, d u r a n t c e t été,
d e s’en ap p ro c h e r au moins dans u n tem ps m in i m um . L a vie n’est-elle pas a u jo u rd ’h u i u n e course effrénée, bousculée ?
L e tourism e a du s’a d a p te r à cet é ta t de chose, favoriser le m o u v em en t to u t en d o n n a n t la possi bilité au client d ’aller d e déco u v erte en découverte. M. M arc Jacq u ier, p ré sid e n t de la com m une de Salvan, ainsi q u e ses collaborateurs au conseil d ’ad m in istratio n du T élésiège de la C reusaz, MM. M aurice et Joseph Gross l’ont b ie n com pris en rév élan t aux hôtes de la vallée du T rie n t l’un de ses plus b eau x charm es.
F. Dt.
N. B. — E n hiver, la Creusaz se p rêtera désormais à la pratique du ski. L e projet d ’un « télé » jusqu’à la Golette sera réalisé avant longtemps.
N O U V E L L E
I N É D I T E
D E
J E A N - E .
G U Y O T
C ’est Fernand qui marche ainsi lourdem ent et la tête baissée. Il a quitté la ville et il grimpe m aintenant entre des vignes et quelques prés. Bientôt, il abandonne le che min de poussière, traverse un verger et va s’asseoir sur une grande pierre plate, là-bas derrière la haie de noise tiers, et qui domine la plaine. Il s’est assis, il a posé près de lui sa veste de velours brun. Il garde un air soucieux. C ’est que ça ne va pas, il y a quelque chose qui ne va pas. Mais quoi ? Il est en bonne santé, pourtant, et en pleine force de l’âge. « C ’est que quelque chose me m an que », pense-t-il. L ’année s’annonce belle, pourtant, et il ne se refuse presque rien, ayant, en plus de ses vignes et de son verger, un bon métier. « C ’est que quelque chose me m anque, pense-t-il, il y a une place qui n ’est
pas remplie, en moi. » L e pays est splendide, pourtant : à ses pieds la ville toute rose est blottie entre ses deux châteaux cendreux, et le clocher de la cathédrale est carré avec des nuances vertes et jaunes sur sa vieille pierre, tandis q u ’alentour les arbres en fleurs font des parterres blancs ou rosés et que les prés sem blent danser de leur herbe déjà haute dans la brise, et que le Rhône s’en va flânant entre ses rives parfois sauvages où rêvent quelques fins bouleaux clairs ou des roseaux de sable. « C’est que quelque chose me m anque, pense-t-il. Ou bien est-ce quelqu’un ? »
Car voilà qu’elle est apparue. Elle vient à pas tranquil les et ses bras nus balancent gracieusem ent et ses mains ouvertes caressent ici et là une fleur, une branche. Elle vient gentiment et ses lèvres rouges sourient à toutes cho ses et ses cheveux vont dans le vent. Elle vient en dan sant et son corps est aussi beau q u ’un jeune pêcher et ses yeux sont lumineux comme le printemps. Il l’a tout de suite reconnue, car souvent il l’a admirée, et parfois même il l’a suivie, quand, le soir, elle rem onte l’avenue de la gare où flotte en autom ne la forte senteur des tonneaux q u ’on remplit. E t tout de suite il sent un élan de tout son corps vers cette jolie fille et il se dit : « Si c’était ça qui m e m anque ? Peut-être cette place pas remplie en moi est pour elle... » Elle cependant s’est arrêtée, qui fait comme si elle ne le voyait pas, qui s’assied aussi sur la
pierre, rangeant sa jupe, qui a u n joli geste pour relever une boucle sur son front. E t lui : « Sûrement, c'est ça qui me m anque ! » et il la caresse des yeux.
Subitement, il a été tout près d ’elle. Il tient sa m ain et il parle, il parle. D ’elle, de lui, du printemps, et il voit, il décrit, les mots viennent tout seuls et les gestes suivent. E t elle l’écoute, qui n’est pas farouche, le regardant de côté avec un adorable sourire u n peu moqueur. C ’est pour
quoi il com prend vite que ce n ’est pas tellem ent le moment de parler. C’est pourquoi il l’a embrassée ; et pas seule ment une fois, parce que ses lèvres sont belles, et son corsage halète doucem ent, et parfois ses cils battent. E t cependant : « Ainsi, c’était ça. C’est que m aintenant ça va mieux. E t ce n ’était que ça. » E t toute chose reprend à ses yeux une couleur de joie, se teinte d ’un reflet de joie en même temps que de soleil couchant. E t de nouveau : « Ainsi, ce n ’était que ça, c’était pour ça cette place pas remplie, eh moi. » E t de nouveau il l’embrasse.
Puis une heure tardive s’est répandue sur la ville, du clocher déjà dans l’ombre. Elle a é té debout, qui efface les plis sur sa blouse, qui range ses cheveux ; et il est debout contre elle, qui essaye de lui prendre les mains, sans sourire, attristé ; et elle se recule un peu en riant, déjà ailleurs. « Encore u n baiser... » — « L e dernier, alors !» Après, elle s’e n va dans les herbes, souriante et légère, comme elle était venue, faisant adieu de la main. E t elle a été cachée par la haie de noisetiers.
Il a remis sa veste à cause de la fraîcheur du soir. E t de nouveau il y a en lui un vide. Il est comme celui qui a la fièvre et qui voit sa cham bre immense et diffuse habitée seulement par une figure trop grande. Car tout le paysage autour de lui s’est brouillé, et ne reste plus que, trop net, trop grand, le visage de la fille qu’il avait tout à l’heure dans les bras, et qui couvre tout. Plus de cou leur, plus de bruit, plus de joie, de vie ; seulement ce visage trop précis, trop im portant, un souvenir, et qui couvre tout, absolument tout. E t c’est en lui le vide.
Alors quoi ? Est-ce q u ’il va falloir rester toujours avec cette insatisfaction en soi ? Est-ce q u ’on ne doit connaî tre la joie que pour retom ber ensuite, plus malheureux qu’avant ? Ce n ’est pas possible, tout de même, parce q u ’alors autant vaudrait ne pas la rechercher, cette joie qui tout d ’un coup vous échappe des bras ! Non, c’est impossible, on ne p eut pas vivre avec cette place pas rem plie en soi. « Il faut que je fasse quelque chose, pensa- t-il. Il fau t que je trouve autre chose, de plus grand, de plus stable. » Ainsi il se parle, comme l’on fait quand on est malheureux, et parce q u ’il est un garçon qui a de l’idéal, et q u ’il doit trouver un b u t élevé — pas une fille, bien sûr — pour son idéal, sans quoi dem eurera toujours cette place vide en lui, se dit-il.
C ’est Fernand qui marche ainsi lourdement et la tête baissée. Il rentre dans la ville où les lampes ont déjà été allumées parce que la nuit sera bientôt tout à fait là. E t il regarde e n allant sans hâte le bout de ses souliers blanchis de poussière, ce qui est le signe q u ’il réfléchit, parce q u ’il y a toujours ce vide en lui.
C ’est u n bruit de fins talons clavecinant sur les pavés de l’avenue qui lui a fait lever les yeux. E t il voit Cécile qui vient de son côté, et que la pénom bre e t le parfum des fleurs de m arronnier lui vont très bien. Comme Cécile travaille dans le même bureau que lui, et que de plus elle a dix-huit ans et de longs cheveux blonds, les raisons de l’aborder ne m anquent pas à Fernand. C’est pourquoi on les voit bientôt s’éloigner dans la direction de Valére.
Parce que, n ’est-ce pas, on ne peut pas passer sa vie avec cette place pas remplie en soi...
A Mana
Sois le sarm ent de tes prom esses Q ui doit d onner au V en d a n g e u r L e fru it nourri par ta n t d’ardeur Sous le soleil de ta jeunesse !
L o u rd e ou légère, q u e ta grappe Soit celle q u e le M aître atten d D e to n silence et tes printemps... D e ch a q u e graine q u e s’échappe
Je suis la vigne, et vous êtes les sarments » (Jean XV, 1)
C e jus lent et sucré qui coule, Q ui deviendra, généreux vin, Sa récom pense de d e m a in ! N id ne saura de cette foule,
Ta provenance et ton mystère. Mais L u i, verra, dans ta clarté, Son sang, le tien, ainsi donnés, T e reconnaissant de sa terre.
A la déco u verte de b eaux itinéraires
Isérables - Balavaux - Dent-de-Nendaz
Nenilaz - Sion
L ’excursion q u e nous allons d écrire p ré se n te un in té rê t to u t p a rtic u lie r p e n d a n t la deuxièm e m oitié d’octobre, a u m o m e n t d e la belle coloration des m élèzes, et aussi en juin p e n d a n t la p rem ière flo raison.
O n p e u t a tte in d re Isérables p a r u n télé fé riq u e p a rta n t de Riddes. L e c a rac tère p rin cip al d u vil lage d ’Isérables (érable) est sa situation sur une déclivité très forte. Pas u n e terrasse, pas u n re p la t su r to u t ce versant, il a donc fallu a g rip p e r le village à ce relief si p e u fav o rab le aux étab lisse m ents hum ains. E n 1881, u n très grave incendie a d é tru it q u e lq u es 300 constructions, p re sq u e to u t le village. Les m aisons ont é té reconstruites en pierre. L a p o p u la tio n est très active ; tro p à l’étroit sur le territo ire de sa com m une, elle a acquis des terains sur les M ayens de R iddes et sur le versant de Fey, à C ondém ines, et aussi d es vignes à Ley- tron. E lle a su choisir les crêtes plus sèches pour y cultiver les céréales, réserv an t les m eilleurs te r rains p o u r la p ro d u c tio n des fourrages.
Suivons le g ra n d chem in qui, d e la p a rtie su p é rieu re d u village, se d irig e vers le sud-est, à l’orée de la forêt, p a r les jolis h am eaux de
la Teisa, de V aléna, de la T soum a (en d ro it où le b étail se repose). A u ne b ifurcation, d an s la forêt, on p re n d ra le chem in d e gauche. Au m o m en t où on a tte in t le bisse d ’Isé rables on d écouvre une g ra n d e é te n due de prairies p arsem ées de n o m breuses petites constructions : les m ayens d e D zora. L e chem in gravit la p e n te e t a tte in t le g ra n d bisse d e Saxon (1768 m.). Il p re n d les eaux de la P rin tse de N en d az et les achem ine p e n d a n t 33 km. 500 sur Saxon. L e suivre, soit dans u ne direction, soit dans l’a utre, p e n d a n t q u ’il est en charge, est une c h arm an te p ro m e nade.
C ontinuons no tre m o n tée : après avoir fran ch i u n p e tit re p la t a rro n d i (Prarion), on s’en gage sur les p en tes de l’alp ag e d e Bal avaux, toutes p a rse m ées de gros m élèzes, aux b ran ch es étalées. Sou vent, plusieurs troncs se sont développés p a ra llè lem ent. O n conserve ces géants p a rc e q u ’ils sont utiles p o u r a b rite r le b étail : ils sont très beaux.
O n voit encore dans u n e co m b e to u te u n e série d e longs bassins en troncs d 'arb res évidés, com m u n iq u a n t en tre eux ; on recueillait ainsi des eaux d e su in tem en t p o u r la m e ttre en réserve. A ctu el lem en t une c o n d u ite m é ta lliq u e alim en te trois b a s sins superposés ; ils suffisent p o u r l’ab reu v a g e d u bétail. A la lim ite su p érieu re de la forêt, on attein t u n e jolie esp lan ad e avec u n p e tit lac. Sur u n m a m elon voisin, on a co nstruit u n e cab an e à 2200 m. L ’e n d ro it est très joli. D epuis Isérables, on m e t environ 3 heures ju sq u ’à la cabane. D e là, on p e u t m o n te r facilem en t à la D e n t-d e-N en d a z, 2463 m. en su iv a n t l’a rête ouest (40 m inutes). C e tte som m ité, située en a v an t de la c h aîn e p en n in e, d o m i n a n t la vallée d u Rhône, offre une vue très é te n due, assez sem b lab le à celle de la Pierre-à-Voir.
P o u r la descente, on reg ag n era la c a b a n e p a r la m êm e arête, puis on se dirigera vers le nord-est, sur- les chalets d e T raco u et, d e T sable Plan, de Sofleu. A la b ifurcation, dans la forêt, on p re n d ra le chem in de droite si on v e u t d e scen d re d ire c te m e n t et au plus vite sur B asse-N endaz, celui d e g a u c h e si on désire p asser p a r les villages de C erisier, la C réta, H a u te-N en d az. D u som m et à H a u te -N e n d a z , il fa u d ra environ 1 h. 50.
L a g ran d e com m une d e N en d az co m p re n d to u t le te rrito ire de la vallée de la Printse, depuis la plaine, à A proz (482 m.), ju sq u ’à la R osa-B lanche (3348 m.), c’est d ire com bien les ressources de
c ette p o p u latio n sont variées. L a construction d ’une route, q u i relie N e n d a z à Sion, a am en é u n e évo lution ra p id e dans le g enre d e vie des h a b ita n ts ; on le voit en p a rtic u lie r p a r les constructions m o dernes q u i envahissent les villages.
D epuis H a u te-N en d az, ou B asse-N endaz, on p e u t p re n d re l’a u to c a r postal ju sq u ’à Sion. Si on v e u t aller à p ied , on suivra, depuis B asse-N endaz,
I s é r a b le s , g r a n d v illa g e a g r i p p é à la m o n t a g n e ( P h o to S w issair, Z u r ic h )
le ch em in q u i desce n d p a r Cor, sur Aproz. Au sortir d e la gorge on avait com m encé l’exploitation des m ines d e pyrites d e fer. O n traverse le R hône sur u n no u v eau p o n t en cim ent. O n p e u t aller p re n d re le tra in à la h a lte voisine d e C h âteau n eu f, ou b ie n co n tin u er su r la d igue d u R hône ju sq u ’à Sion.
I. M ariétan.
Transports d’aujourd’hui et d’hier
L e té lé f é r i q u e R iild es - I s é r a b le s e m p o r te p e r so n n es e t m a r c h a n d i s e s au - d e ss u s d es g o rg es d e
D e p u is d e s sièc les, les b é b é s f o n t le u r s p r e m i è res p r o m e n a d e s d a n s ce b e r c e a u h a u t p e r c h é