Le dernier bouchon...
C ’est celui de la bouteille que
l ’on apporte avant de se séparer,
p o u r boire le coup de l ’étrier cher
aux cavaliers. U ne aimable cou
tume que celle-là, mais qui a p
pelle une fine goutte, du
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scelle les amitiés, les réconcilia
tions et que l ’on boit en regret
tant la petitesse du flacon.
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Croquis sédunois Maurice Chappaz Journal intime d’un pays Et le septième art... Les cinéastes chez nous Roland Muller, le grand lauréat Chronique du Café de la Poste Le temps retrouvé Potins vaiai sans C’est grave, très grave Les Anniviards et le vin La lettre du vigneron Martigny en fête a ouvert son premier Comptoir
L’actualité Nos chemins de fer de montagne à un tournant Vers un nouveau grand tunnel routier Votre tour viendra : Paul Zeller L’actualité C o u v e r t u r e : O n to u r n e e n V ala is le s « E a u x s a in t e s » ( P h o to R u p p e n e t d e R o te n , Sion) Vos conférences V os re n d e z-v o u s d'affaires CHEZ ARNOLD à S i e r r e
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Les artistes
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« Couchée de tout son long sur la Dranse », mais pas endormie, Martigny nous a donné un nouveau Comptoir. Qu'il vive ! Et non seule ment cela. Elle y joignait une exposition d'art valaisan. Toute la pléiade des artistes, et quelle heureuse présentation, à l'Hôtel de Ville ! Un raccourci saisissant, une synthèse, une tranche compacte. Des couleurs, de la saveur, de l'in tensité. La pléiade, la compagnie est en marche, du maître assagi aux éclaireurs téméraires. Le moût fermente. Le pays fait ses artistes comme il a fait son vin. La tête vous en tourne. Et le docteur Bessero, l'organisateur qui a lié cette
gerbe éclatante, est lui-même une révélation. Encouragée par son exemple, « Treize Etoiles » voudrait dorénavant consacrer plus de place à nos artistes. Ils sont le meilleur escalier pour la découverte du pays.
Albert C liavaz
tel qu en lui-même...
L ’exposition d ’une centaine de ses œ uvres, à Sierre,au C hâteau de Villa, nous invite à refaire p a r la p e n sée un b o u t d e chem in avec le pein tre A lbert Chavaz. Voici un q u a rt de siècle, en effet, q u e nous le voyons p ein d re dans notre pays valaisan ; u n q u art de siècle q u ’il vint travailler à F ully sous la direction d ’E d m o n d Bille. C e devait être, entre lui e t la vallée, une sorte de coup de foudre. Mais les coups de fou dre sont souvent suivis d ’orage, de brouilles, d e ru p ture. Chavaz est resté fidèle au pays d e ses p rem iè res grandes découvertes. Q uelques voyages en France, en E sp ag n e sem blent seulem ent l’avoir mieux a tta ché à ce tte terre de Savièse où il a p lanté sa tente. Nous nous en réjouissons.
On p eu t toujours se d em an d e r la raison de ces choix qui tran sp lan te n t un artiste de son milieu natal dans un milieu d ’élection. Le Valais aura rete n u des dizaines de peintres, les aura si bien attachés à son destin q u ’on appelle Valaisans un Bille, un Olsommer, un Vallet, com me s’ils étaient nés dans l’un de nos villages, C handolin, Veyras ou Vercorin. Chavaz est vraim ent notre p eintre de Savièse.
Est-ce donc le m iracle de la lum ière ? Elle y est pour beaucoup, sans doute. Nos m erveilleux étés, nos autom nes plantureux com me des compositions de Rubens, la fragilité de nos avant-printem ps dans les vignes ont bien de quoi séduire des yeux sensibles à la clarté. Ce n ’est pas la seule raison, néanm oins (j’en suis sûr), de ces déterm inations qui décident d ’u n e vie.
Pour Chavaz com me pour Vallet, en particulier, une p aren té plus profonde lie une sensibilité au cadre q u ’elle a choisi. Ces natures à la fois très sensibles et très farouches auront trouvé en Valais l’occasion d ’une solitude, la chance d ’une existence préservée. Ici, l’hom m e garde q u elque chose de direct, de p ri mitif qui plaît et rassure. Loin des bavardages des ateliers, loin des modes esthétiques qui varient d ’une saison à l’autre, on p eu t trouver dans nos villages un clim at de sérénité où le contact hum ain est possible en dehors des prom iscuités et des abandons person nels. E tre soi, dans la liberté d ’une nature, n ’est-ce pas l’idéal que cherche tout artiste de vocation ? C ette petite note q u ’un hom m e p eu t avoir à ajouter à la création, où la mieux percevoir que dans le silence d ’un village m ontagnard ?
Chavaz aime la vie brute, le corps à corps avec les éléments, le face à face avec les données prim i tives de la nature. Il ne pouvait donc q u ’aim er le
Valais. E t po u rtan t, il y a en lui u n souci constant et raffiné de géom étrie, d ’ordre, d e construction. Ce sont les deux versants d e sa nature, les contradictions internes de son tem péram ent. Q uand ces deux te n dances s’équilibrent, d ’un trait, le p ein tre attein t à 1 essentiel. Parfois, la géom étrie l’em porte, le métier, éblouissant, fixe la vie dans la rigueur de la pensée ; parfois, au contraire, la n u d ité d ’u n e notation nous surprend, le vrai se livre dans 1 abandon d ’une vérité non élaborée. E n tre les deux naissent des tableaux d une qualité rare qui font d e C havaz l’un des m eil leurs peintres suisses d ’au jo u rd ’hui.
Mais, au fait, ne 1 avons-nous pas toujours connu pai eil à lui-m êm e ? T an tô t travailleur acharné, ta n tô t lapide, inspiré, saisissant au vol un rayon, une forme, une couleur, u n e n u an ce ? Rien de did a ctiq u e dans sa dém arche. A ucun souci du q u ’en dira-t-on. Il est lui-m êm e aussi bien dans l’effort désespéré p our ne point ab a n d o n n er les chances d ’u n e œ uvre que dans ces pochades vives où il lui arrive de m e ttre le m eil leur de sa vision. E t peu t-ê tre est-ce là le côté le plus attac h an t de son art : c est q u ’il p a ra ît sans cesse en pleine évolution alors q u ’il reste p o u rta n t bien fidèle à un style qui est celui d ’une vie et d ’une nature.
C ette exposition de Sierre nous le m ontre dans les diverses formes de son expression. Le dessin, la gouache, 1 aquarelle, l’huile. Il est à l’aise p arto u t et nous savons qu il a réussi, dernièrem ent, des vitraux dont les couleurs sont adm irables. Ainsi, parvenu au milieu d e sa course, peut-il regarder à la fois dev an t et derrière lui avec confiance.
Ce q u ’il a fait hier n ’a rien perd u de sa valeur et ce q u il fera dem ain ne sera pas la sim ple rép é ti tion de 1 œ uvre déjà réalisée. La preuve est faite q u ’il sait évoluer en restant lui-même. N ulle m enace de sclérose ; nulle satisfaction paralysante. C ette expo sition nous m ontre bien A lbert Chavaz tel q u ’en lui- m êm e l’histoire de l’art suisse le retiendra dans son panthéon.
FEMME ET PE.NTRE =
j
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^ W W M T
La prem ière fois q u e je l’ai vue c’était à Savièse, dans une prairie, autour d ’un grand agneau rôti à la broche. Elle était assise un peu à l’écart, silencieuse, et elle m ’a p p a ru t aussi belle, avec ses cheveux noirs et ses yeux fendus, que la princesse Shirine surprise au b ord d e la rivière p a r Khosrau.
Elle peignait déjà, dans un vieil atelier d e la Majo- rie, en com pagnie d e C ascade de Q uay et de K inette Bonvin. E t je pensais : « Elles o n t de la chance, ces jeunes filles de Sion ! Elles sont plusieurs à aimer les m êm es choses, à peindre, à créer. » Moi j’étais seule à écrire et je ne pouvais en parler à personne.
E n fan t, elle fut surnom m ée P acha parce q u ’elle savait apprécier la vie avec l’heureuse paresse q u ’il fau t pour cela. Mais si les fées lui donnèrent, au berceau, grâce et b eau té, il y en eut une, jalouse, qui dit : « Jeune fille, elle se p ercera la m ain d ’un fuseau ! » Com m e nous, elle n ’en est pas m orte, mais elle lu tte tous les jours contre ce pouvoir m aléfique,
(P h o to R u p p e n & d e R o te n , Sio n)
et c ’est peu t-ê tre avec un plus grand courage que le nôtre. Pour l’en récom penser, le fuseau s’est tra n s form é entre ses doigts en un pinceau créateur.
A ujourd’hui, elle expose au C arrefour des Arts et c’est avec am itié q u e nous sommes venus voir ses dernières œuvres. C ar c’est une travailleuse passion née, cette jeune fem m e qui ne se lasse pas de s’in v e n ter des occupations m ultiples ! Je l’ai vue dessiner des m odèles de meubles, im prim er des écharpes de soie aux coloris éclatants, p eindre u n e fresque à Ver- bier, à m êm e le m ur. Le plus b ea u d e mes colliers est fait d e ses mains à l’aide de petits coquillages glanés sur les rives grecques ; elle aim e les enfants et v oudrait leur enseigner ces arts qui sont en m êm e tem ps des jeux.
A cette exposition où se pressait beaucoup de m onde le soir du vernissage, on p ouvait adm irer de grandes aquarelles de « B ouquets » tourm entés, des m aisons rousses, des om bres bleues. D e ses « D em e u res », elle nous m ontre volontiers la partie la plus secrète, le dos, les escaliers ou une face m argée de solitude, parfois d e tristesse. Il y a deux portraits à l’huile de « Jeune fille », l’une à la cigarette, aux longs cheveux fous, et l’au tre au visage enfariné de clown. On songe à une ingénue libertine, à u n e chatte cachant ses griffes. J ’ai aim é u n « P lat » turquoise aux tom ates, et les jaunes chaleureux éclairant les bruns sourds d e la n a tu re m orte « Bouteilles sur u n e chaise » d o n t l’une contient trois épis d e blé. Plusieurs dessins, des têtes de paysannes aux sourcils en circonflexes, anguleuses et dures, de petits artisans besogneux, ap p o rtaien t leur note plus pâle.
T out près, sur u n e table, trois pains de seigle s’alignaient com me trois antiques médailles ; avant la cuisson, G erm aine L u y et avait gravé dans leur p âte quelques décorations et un adm irable « Sem eur ». Des raisins, des noix fraîches rem plissaient les paniers. J’avoue en avoir grignoté avec plaisir, to u t en m e faufilant entre les groupes serrés e t les conversations pour apercevoir les tableaux, opération très difficile à cause de la foule.
M. de Q uay présenta l’artiste. Les peintres Anden- m atten, Chavaz, G autschi, A ndré-P aul Zeller, G érard de Palézieux la félicitèrent. E t parm i nous rougeoyait l’im pertinente tarb o u ch e d u D r W uilloud, le G rand C hef des Zigags Valaisans.
J.
/3-Y
P R O M E N A D E S A R T IST IQ U E S
L’église de Saiiit-Pierre-de-Clages
D e p u is q u e lq u e n e u f siècles, elle ré siste au te m p s , p o sée sur le sol va- laisan, e n fo n c é e désorm ais e n lui, car les allu vio n s d e la L o sén tse se sont le n te m e n t a m assées co n tre son fla n c sep ten trio n a l. C es va g u es d e terre et d ’e a u b o u eu se, elle les a m éprisées, c o m m e elle d é d a ig n e a u jo u rd ’h u i les va g u es d e vo itu res q u i d é file n t dis tra ite m e n t sous le regard sévère d e ses vieilles pierres. A u X V I I e, au X I X e e t a u X X e siècles, d es m ains an im ées d ’un z è le re sp e c tu e u x o n t essayé de rajeunir so n visage, d e co nsolider sa to itu re, d e n e tto y e r ses m u rs : h e u reu sem en t, elles n e V ont pas d é p o u il lée d e sa rudesse originelle, d e son caractère m assif, d e so n air ou b lié d a n s les co u ch es a c cu m u lé es des al luvions.
C ertes, v u d e la route, d u n o rd ou d e l’ouest, son a sp ect n’e st g u è re a t trayant. E lle n ’o ffr e q u e d e sim p les m u rs e n pierre d u pays, p lu s ou m o in s b ie n travaillée e t a d a p tée à la construction. D e u x contreforts, d e u x baies a v eu g le s à d o u b le arcature, q u e l q u e s traces d e fre sq u e sur le ty m p a n , tels so n t les p a u v re s o rn e m e n ts d e la fa ça d e. M ais si le v is ite u r s’a v e n ture, vers l’est, à la d é co u v er te d u c h ev et, il g o û tera l ’h a rm o n ieu se ju x ta p osition d es absidioles à l’ab sid e principale, e lle -m ê m e ép a u lée d e soli d e s co n trefo rts ; il suivra le ry th m e gracieux d e la b a n d e lo m b a rd e (en pa rtie récente) v e n u e alléger les m u rs ronds à la naissance d u toit.
D e to u t l’é d ifice , la pa rtie la m ie u x c o n n u e e st sans d o u te la to u r octo g o nale su r m o n ta n t la co u pole d u tra n sep t. B â tie en d e u x étages, l’u n d e b riq u e, l’autre d e tu f, elle su p p o r te la flè c h e d e b o is c o u ve rte d e bar deaux. C o m m e si l’artiste a vait v o u lu soustraire m o d e s te m e n t son œ u v r e aux regards d e s visiteurs, c ’est au clo ch er q u e se tro u v e n t les seuls é lé m e n ts travaillés e n ba s-relief : u n e tê te d e dia b le cornu, u n e autre d ’ani mal, q u e lq u e s c h a p itea u x à fig u res h u m a in e s ou vég é ta le s d é n o ta n t u n travail assez fr u s te e t m alhabile.
L e s v ig n ero n s d e la région d o ive n t so u v e n t d escen d re q u e lq u e s m arches p o u r pa rven ir à leu r cave. L ’église d e S a int-P ierre-de-C lages s ’est m ise à leur p ortée, car l’e n trée a ctuelle, au ni v ea u d e la route, est pla cée b e a u coup p lu s h a u t q u e le parterre d e l’éd ifice. E n d é p it d es lueurs d ’un
m a u va is éclairage e t m a lg ré les f e n ê tres m é n a g é es sur la fa ce m é rid io nale (agrandies ré c e m m e n t e t ornées d e vitraux d ’E d m o n d Bille) la p re m iè re im p ressio n d u visiteu r e st l’àt- m o s p h èr e so m b re d e l’église. I l fa u t d o n c lu i conseiller d e ven ir le m a tin o u e n m ilie u d e journée, q u a n d le soleil d isp en se u n e lu m ière directe.
D è s son entrée, il v o it se dessiner la lo u rd e m asse d e s piliers q u i co n fir m e le caractère tra p u q u e l’exté rieur lui a vait révélé. Il se se n t dans la solide co n stru ctio n rom ane d e p ro vin ce, b ie n loin d e la lég èreté d e la n e f d e V éz ela y , b ie n loin d e la p u re té d e sty le e t d e l’élég a n ce d e Saint- É tie n n e d e N evers. D e s h u it piliers, q u a tre so n t d e p la n carré, d e u x le so n t à la base e t p o u rs u iv e n t leur ascension, d ès la m o itié d e leur h a u teur, en u n f û t circulaire ; d e u x e n fin so n t d e pla n cru cifo rm e. C u rie u x b e soin d e variété, ou fa n ta isie d e s ar c h ite cte s successifs, d a n s u n e œ u v r e q u i f u t sans d o u te le fr u it d ’u n e lon g u e p a tien ce ?
Q u e lq u e s p ein tu re s d éco ren t encore certaines pa rties in térieu res : des d e n ts d e lo u p o rn en t le ch a p itea u ru d im e n taire d ’u n p ilier rond ; u n autre, d e p la n cru cifo rm e, p o rte u n e corniche en t u f a g ré m e n tée d ’un d a m ier ; le pilier rond m érid io n a l conserve m ê m e les restes d ’u n e très a n cien n e p e in tu re rep résen ta n t un saint personnage auréolé ; en fin , su r le m u r d u colla téral su d , u n é lé m e n t im p o rta n t d 'u n e fre sq u e d u X I V e siècle, s ’il n e livre p lu s le secret d u su jet choisi pour ses d e u x losanges principaux, présen te encore l’en se m b le d e la décoration, fa ite d e cercles e t d e rectangles gar nis d e p o in ts, d ’en trela cs e t d e croix g a m m ée s, d a n s u n e h a rm o n ieu se c o m p o sitio n où l’orange et le rouge se m ê le n t au bleu.
L ’au tel, m o d ern e, a vec u n ta b er nacle d e M arcel F euillat, cache les restes d e celui d u X I V e siècle encore v isible p a rtiellem en t.
L ’a m a te u r non averti cherchera sans d o u te à reconnaître d a n s les v o û tes les in flu e n ce s des fo rm u le s b o u r g u ignonnes. I l fa u t, hélas ! le d é c e voir e n lu i a p p re n a n t q u e les vo û tes a ctuelles n e d a ten t q u e d u X V I I e siècle.
S a int-P ierre-de-C lages est aujour d ’h u i u n e h u m b le église d e cam pagne.
S ans d o u te c o n n u t-e lle a utrefois u n
sort p lu s glorieux, p u is q u ’u n e tradition a ffirm e q u e ll e f u t é d ifiée sur les lieux d u m a rty re d e saint F lorentin, en 407. E lle e u t m ê m e l’h o n n e u r d ’être m e n tio n n é e d a n s une b u lle d u p a p e E u g è n e I I I , e n 1153. C e d o c u m e n t nous p e rm e t d e savoir q u ’à l’é p o q u e d e sa construction ( X I e e t X I I e siè cles), S aint-P ierre-de-C lages d é p en d a it d e l’a b b a y e b é n é d ic tin e d e Saint-M ar- tin -d ’A in a y, à L y o n .
C e n ’est certes pas la p lu s ancienne église d u Valais, si l’o n tie n t c o m p te d es m u ltip le s é d ifices q u i se sont su c céd é au p ie d d es rochers d e Saint- M aurice. M ais les m u rs d e Saint- P ierre-de-C lages m é riten t notre v é n é ration ; car, du ra n t ces longs siècles d e lu ttes e t d e travaux q u i fo rm è re n t le n te m e n t le Valais, ils n ’o n t cessé d e recevoir, jour après jour, les prières d es fid èles, les vag issem en ts d es b a p têm es, les p la in tes d es jours d e deuil. P eu t-être ce long passé engagera-t-il certains à s’arrêter un m o m e n t p o u r g o û ter les fo rm e s robustes et franches d e l’art rom an, cet art dép o u illé, con cen tré sur lu i-m ê m e p o u r m ie u x nous in viter à p re n d re n otre pa rt d e son recueillem ent.
M ich el V e u th e y .
...
(
Z-zcqtiis sebmeis
N'oublions pas le photographe, dont le talent anime nos pages ! Un samedi d’automne, il se halade à travers la capitale, e ’est un chasseur à l’affût. Il cherche quoi ? Le geste, le contraste, la vérité, la vie. Il est entré dans les mœurs comme les ven danges, et quand il hraque son gros œ il de verre, plus personne ne fait la grimace. D e la plus banale rencontre de la rue, il y a qu elque chose à tirer. Ici, la nouvelle vague — aurons-nous une épidémie de suicides décle nchée par le spleen de BB ? — Là, Savièse qui descend en ville pour ses achats de la semaine. On discute dans les ruelles, on se hèle, un ouvrier passe, une fenêtre s’ouvre. La fermeture des magasins grossit le flot des badauds. La réalité quotidienne, quoi. Mais le photographe nous apprend qu’il n’y a pas besoin d’en sortir pour découvrir le monde. (P h o to s R u p p e n e t d e R o te n , Sion)
M aurice C h a p p a z
L e m e illeu r d ’e n tr e n o u s. C e qu 'il dit, c e qu'il écrit, a la q u a lité d u pain . L e vrai p a in n e sort p a s du four c o m m e un article d e la g r a n d e in d u str ie, il n ’a p a s c e t t e p e r fec tio n m é c a n iq u e . C e b o u la n g e r prép are lo n g u e m e n t sa p â te e t c h a u f f e son four au b o is. Il est artisanal e t p lu s q u ’h o n n ê t e . Il n ’e s t p as d é t a c h é d e s c h o s e s , et il est b o n q u ’il n e le soit pas, il y m e t d e la p h ilo s o p h ie e t parfois un p e u d e r o u b la rd ise p a y s a n n e . Il e s t b o n q u ’il c u lt iv e sa v i g n e e t son jardin, a u tr e m e n t c e p o è t e d e la terre n ’aurait p as d 'a c c e n t. Il est b o n d ’être vissé c o m m e lui d a n s la s o lid ité du p a y s p o u r regarder ailleurs. S o n in t e llig e n c e est c a n d i d e e t pu re, la se u le v érita b le . Il a le s e n s d e la gr a n d e u r , m ais il est b o n qu'il n ’ait p as eu u n e v ie d e prin ce. S o n v o y a g e n ’e s t pas l’a v e n t u r e m ais un p è le r in a g e . L e soleil soit a v e c lui ! B. O.
D I X E N G E
II.
B E A V A
Place de Biava, c ’est la fête foraine ; place d e Biava, on en tre dans le g ran d jeu. Le b arrage est en dessous et s’élève p ar morceaux, com me la tour de Babel d e notre enfance. Voici de hautes baraques, des galeries de bois aériennes, des pylô nes penchés sur le vide p a r où arrivent com me u n e suite de polichinelles les seaux de cim ent par-dessus toutes les forêts de m élèzes qui s’é ten d e n t d e Sion à Biava. Les édifices sont juchés les uns sur les autres, c’est là dedans q u e la m ontagne de P razfleuri sera triturée, lavée, séparée, classée en q u a tre énorm es silos : pierres, pierrailles, gravier et sable. E n se p e n chant sur ces tas, on a l’im pression q u ’il y a un e n tre p re n eu r qui veut recom m encer le m onde.
Il y a d ’ailleurs u n e g rande harm onie, celle d u dehors e t celle d u dedans. Celle des tapis roulants q u i ap p o rte n t le m atériel un, deux, trois, le quatre, le sable fin hum ide, le limon originel où se m arq u e ra ie n t les em preintes des prem iers oiseaux, et avant d ’obtenir ce d é b u t de genèse, la danse des « trem bleurs » où les pierres vertes sont peignées p a r de petits jets d ’eau et vibrent et sa u ten t com m e des lutins dans les casiers secoués.
Les q u a tre sortes de m ontagnes vont vers les m élangeurs : un bureau de com m ande règle les proportions e t règle les pesées, et puis c’est l’em boîtem ent, le baiser des tuyaux qui s’a p p o n d e n t en laissant éch ap p er u n e salive jau n âtre, e t le cim ent est soufflé dedans et les grosses m arm ites se m e tte n t à girer. E n dessous viennent les silobus qui cueillent les bétons et les tran sp o rte n t aux bennes alignées sur le quai d e Biava et a tte n d a n t l’envol.
Voilà pour le m ouvem ent. Mais la sym phonie ? Sifflets, respirations, tin tem en t des ferrailles, ronflem ents, pulsations, halètem ents, cette voix des m achines parfois si violente mais si unie q u ’on dirait q u ’elle n ’incom m ode pas. Les m oteurs, la mer. Mais aussi des crachotem ents, des interjections, des barrissem ents effrayants.
On se sent dans la nouvelle jungle, dans le nouveau m onde préhistorique. Près d e la tour à béton, ils sem blent bien paisibles les ateliers des charpentiers d ’où sortent pour les coffrages des espèces de petites coques d e navire, e t la forge, la serrurerie avec les coups de m arteau, les homm es au m asque et la torche d ’étincelles.
D ehors c’est l’exultation des câbles dans le ciel b le u ; les grues aux gestes d e sauterelles ; le b alan c em e n t des cabi nes, des bennes, des caisses bleues, rouges, grises ; le d é b a r q u em en t des m archandises, des équipes d ’ouvriers aux cas ques bariolés, en cirés noirs, en cottes bleues, des b u re a u crates tirés à q u a tre épingles, des sous-chefs débraillés, rouges com m e des coqs, des légions de visiteurs, d ’experts, des p èle rinages d ’enfants ; passage des camions, des trax, ruades des jeeps ; c’est to u t un entortillem ent terrien e t aérien.
L e b arrag e est en dessous, avec ses terrasses e t ses écha faudages, ses arm atures mobiles, p arcouru de gerbes d ’eau. O n le tient frais. Il faut se p encher en avant pour diriger les fortes lances d ’arrosage et voici les attelages d e tubes vibreurs et tous les bacilles hum ains qui s’agitent. C ar l’hom m e est nécessaire et il faudrait dire l’extraordinaire joie d e l’œ uvre en progrès et peu t-ê tre sa peine à lui, harassante, mesquine.
Journal intime
d ’un pays
N e regardons encore q u e les cages des biondina. Les conducteurs à l’œil d ’aigles fatigués sont aux leviers e t aux cadrans, attentifs, concentrés, sérieux. D errière eux, la bobine des énormes câbles bien huilés se déroule, palpite, se détend. E ux surveillent sans cesse, le téléphone grésille. « Dix m ètres aux H audères, cinq à Sion, puis vingt, dix, cinq trois, deux, un, lâchez ! » E t c’est ainsi q u e le p o t d e béton de cinq to n nes, le P razfleuri transform é, voyage avec son om bre sur tout le ch antier et plonge à midi, à m inuit, p ar l’air bleu ou en plein brouillard sur u n p e tit carré de l’im m ense barrage.
Un million d e fois.
Et le s e p t i è m e cirt...
Les cinéastes
L a Ciné C u stodia Film A .G . de Z u rich a entrepris d e tourner dans nos parages, à Trient, Saas-Fee, M auvoisin, e t m a in te n a n t dans le h am eau de Villa au-dessus des H audères, u n film en couleurs tiré d u roman de Jakob-C . H e e r : « A n heiligen W assern ». « L e s eaux saintes », u n des grands m o m e n ts de no tre existence m ontagnarde. R a vages d u torrent ou sources taries, lu tte contre l’eau et pour l’eau, th è m e éternel. Ici l’eau n ’arrive plus, e t ceux qui vo n t
L e m e t t e u r e n s c è n e A lf r e d W e i d e n m a n n e n p l e i n e a c tio n . O n lu i d o it p lu s ie u r s fil m s à s u c c è s , « S c a m p o lo », « L ’E t o i l e d ’A f r i q u e ». O n lui d o it aussi « B u d d e n b r o o k ’s ». A g a u c h e , O tto H e l l e r , q u i d i r i g e l ’é q u i p e d e c a m e r a m e n b r i t a n n i q u e s . L e b is s e est c o u p é . L a f o n ta in e es t s è c h e . L ’e a u , q u ’il a f allu a m e n e r d ’u n a u t r e v il la g e à dos d e m u l e t , est d i s t r i b u é e p a r c im o n i e u s e
-chez nous
réparer le bisse y laissent la vie. Q ui partira c ette fois ? On tire a u sort, dans l’église... Ce rom an noir, on Vintitulerait au jo u rd ’h u i : « R épare le bisse ou crève ». L e film tro u ve u n ca dre to u t prêt. Pour le m e tte u r en scène, c’est d u billard. T o u t y est, le décor de raccards, la vérité cles gens, des a ttitudes, des costum es, les e ffe ts d ra m a tiques. E vo lèn e n ’a q u ’à jouer sa vie de tous les jours, sans plus. L ’a r t is te m u n i c h o i s W a l t e r L a d e n g a s t i n c a r n e l ’i n q u i é t a n t c a p u c i n q u i p r o c l a m e q u e le v il la g e est m a u d i t et q u e t o u t le m o n d e v a m o u r i r d e SO'^' (P h o to s R u p p e n e t d e R o te n , Sio n) L e v il la g e a n g o i s s é a t t e n d l ’e a u . . . A d r o it e , l ’a c tr ic e b e r l in o is e U t a K o h lh o f f , l ’u n e d es p r in c i p a l e s i n t e r p r è t e s d u fil m .
Roland M uller
le grand lauréat
Pour son film « Barrage » qui a fait sensation à Cannes, Roland Muller a obtenu le Grand prix du Président de la République. L ’accent de cette œuvre puissante, réalisée en collaboration avec Aloys Theytaz et Jean Daetwyler, tranchait si nettement sur toutes les autres productions soumises au jury que celui-ci, bien que déjà saturé de projections, en a été saisi. Il a récompensé l’originalité, il a récom pensé le caractère.
« Il a choisi le Valais ! », remarque Roland Muller, qui rapporte au milieu et à son emprise, au paysage, aux forces sauvages et à l’ampleur de l’intervention humaine qu elles appellent, le succès du film. Mais encore fallait-il Roland Muller et sa caméra, un Roland Muller obstinément attaché au Valais et dérou lant depuis des années ses bobines de pellicule dans nos vallées.
N é le 3 juillet 1908, originaire de Savigny sur Lausanne, il exerce chez nous depuis 1946 ses fonctions d’inspecteur de la Régie fédérale des alcools. Son séjour, d’abord temporaire, il a fait en sorte de le rendre permanent, tant le pays lui a plu. Son violon d’Ingres, le cinéma, l’a amené peu à peu à la maîtrise. Ses films « Terre valaisanne » et « Horizons blancs », déjà primés à Cannes et en Suisse, ont fait le tour de l’Europe. Le dernier-né, « Barrages », qui ne rem porte plus à Cannes un prix de catégorie, mais bien la plus haute distinction de tout le festival, classe Roland Muller parmi les grands cinéastes.
Chronique du Café de
C e m atin, attro u p em e n t d evant la p o rte du CDP. Il est 8 h. 80 et tout est bouclé : stores baissés, pas le m oin dre bruit.
D ’abord on s’est énervé, car les habitudes c ’est sacré, et le café du m atin doit être pris à l’heure. Mais le tem ps passe et rien n e bouge. Quelques-uns s’en vont, las d ’a tten d re ou pressés par le travail. Les autres com m encent à s’inquiéter. C e tte maison m uette, sourde, aveugle les m e t m al à l’aise. Y aurait-il un dram e ? Les plus impressionnables im aginent des scè nes d e carnage, frissonnent de p e u r et d ’excitation. Conciliabule. F aut-il enfoncer la p orte ou appeler la police ? L e g éra n t d u m agasin d ’en face se m e t à té léphoner p o u r voir si q u e lq u ’un répond. O n en ten d la sonnerie résonner à l’intérieur, deux fois, dix fois, vingt fois. Rien n e vient. L ’am biance se fait lugubre. A lbert décide alors d e chercher le gendarm e. Il saute dans sa voiture et dém arre en catastrophe p our reve nir un q u art d ’heure plus tard avec l’agent de la force p ublique. Celui-ci rectifie la position de sa casquette, se m e t au garde-à-vous d evant la porte close et, d ’une voix puissante, lance la solennelle somm ation : « Police, ouvrez ! » Pas de réaction. D euxièm e somm ation, un ton plus haut. Pas d e réaction. Troisième sommation, hurlée cette fois. Pas de réaction.
L e pandore, to u t étonné d e l’insuccès d u célèbre « Sésame », se m e t en position de repos et réfléchit. L e p eu p le im pressionné se tait, resp e cta n t la m édi tation officielle. Le silence est si lourd q u ’on entend fonctionner les rouages cérébraux d e l’hom m e d ’armes. Ç a d u ra bien cinq m inutes qui p a ru re n t terriblem ent longues. E n fin la conclusion vint.
Ce fu t to u t d ’abord u n e question :
—• Savez-vous où se trouve la cham bre des patrons ? Réponse :
—- Oui, prem ier étage, fenêtre d e gauche. Alors vint l’o rdre :
— Paul, prenez des cailloux et jetez-les contre le volet.
P aul pren d l’attitu d e des vieux Suisses au combat, vise et lance. Loupé ! C ’est la lanterne au-dessus de la p o rte qui éclate en morceaux. Rires étouffés.
Le deuxièm e essai réussit. Le troisième aussi. O n atten d , angoissé.
Alors, d ’un seul coup, les volets s’ouvrent et cla q u e n t contre le mur. M adam e, en chemise d e n u it et bigoudis dans les cheveux, surgit com m e d ’u n e boîte à diable en h u rlan t :
—- Vauriens, m alappris !... Vous ne pouvez pas laisser...
Soudain elle stoppe n e t ses im précations et, les yeux écarquillés, regarde sans com prendre la foule sous sa fenêtre. Voilant des deux mains le généreux
décolleté de sa chemise, elle d e m an d e d ’une voix étranglée :
—• Q u ’est-ce qui se passe ? et, tout à coup affolée : — Mon Dieu, quelle heure est-il ?
O h ! le bel éclat de rire qui lui répondit — et comme elle ferm a sa fenêtre en vitesse !
Un dram e qui tourne à la rigolade, ça vous fait u n verre d e bo n sang. Tous les visages en sont illu minés. Sauf celui d e Paul, et ça fait une tache froide dans la masse hilare. Mais soudain notre vieux Suisse se détend. Il s’approche du gendarm e.
■— Voilà u n e affaire qui finit bien pour tous, dit Paul, sauf pour vous.
— C om m ent, fait le gendarm e, moi aussi je suis content q u ’il n ’y ait rien eu de grave.
— Oui, oui, d ’accord ! Mais la lanterne, vous devrez la payer.
•—• A h ! non, mon cher. C ’est vous qui l’avez cassée. — Bien sûr ! Mais qui m ’a donné l’ordre de jeter les cailloux ? C ’est vous. Qui com m ande, paie.
— Minute, Paul ! Je vous ai ordonné de lancer les cailloux contre le volet, pas contre la lanterne. Vous n ’avez pas exécuté correctem ent l’ordre donné. Par maladresse, je le reconnais. Mais ça n ’est pas une excuse. Qui casse, paie.
Le dialogue devient cornélien, d e plus en plus tendu, nerveux, sec. La longueur des répliques va dim inuant. On com m ence à parler d ’outrage à l’auto rité d ’une part, d ’avocat, d e tribunal, de l’autre. Le dram e renaît d e ses cendres.
Mais la patronne, rouge de confusion, ouvre enfin la porte.
—• E ntrez ! je paie la tournée à tout le monde. Voyant les deux coqs en bataille, elle s’informe. O n lui explique. Alors, tout sourire :
— Cessez d e vous disputer, messieurs. La seule fautive c’est moi. Je rem placerai la lanterne à mes frais.
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E n fa m ille a vec M a d a m e Z r y d
Le t e m p s r e t r o u v é
L ’auto, c ’e st c o m m e le journalism e : cela m è n e loin à co n d itio n d ’e n sortir à tem p s. D e voir tant d e p roprié taires asservis à leu r v é h ic u le devra it su ffir e à p acifier ceu x q u e d évo re l’e n vie d e p o sséd er u n e voiture. L e triste esclavage q u e celui d e ces fa m ille s co n d a m n é es à rouler to u t u n d im a n c h e sur l’asphalte I
L e s e n fa n ts so n t les principales v ictim es, e n fe rm ée s p e n d a n t des h eu res dans u n espace lim ité d o n t seuls ïa rrê t-b u is so n e t l’é ta p e g a stro n o m iq u e les lib èren t u n instant. L e s p lu s e xp é rim e n té s e m p o rte n t u n jo u et, p o u r recréer si possible dans u n co\ipé d e lim o u sin e l’a tm o sp h ère d e d é te n te d ’u n congé à la m aison. S u r les sièges arrière d es a utos garées d e v a n t u n relais d e la grand- route, j’ai v u u n p u z z le co m m e n cé , u n e p o u p é e et... u n e gram m aire latine o u v er te à la leço n d u len d em a in !
Pour reprendre les term es d u co d e routier, il fa u t rester m a itre d e son véhicule. L ’ête s-v o u s en co re d u vô tre P S a v ez -vo u s résister à l’a p p e l d es kilo m ètres, savez- vo u s sto p p e r q u a n d l’e n vie vo u s en p ren d , sa v e z-vo u s vo u sx ranger au b o rd d e la ro u te p o u r tenir conseil d e fa m ille et concilier les d ivers souhaits P E te s-v o u s encore le m a ître d e votre horaire et d e v o tr e te m p s à perd re P L ’a u tre d im a n ch e, à S a in t-G in g o lp h , n otre fantaisie nous a fa it a b a n d o n n er l’au to au b o rd d u lac où u n p e tit soleil éclairait les vagues. L aissant les baig n eu rs à leur plaisir glacial, j’ai su ivi les m a rq u es ja u n es d u to u rism e p é d estre p o u r déco u vrir la p lu s m e rveilleu se d es p r o m e n ades en forêt. Un sentier relie S a in t-G in g o lp h au B ou- v eret, au fla n c d u cotea u fe u illu où d es tro u ées laissent en trevo ir l’eau et la rive vaudoise.
A u départ, /dans le village, d e u x jeu n es g e n s é to n n és m ’a v a ie n t g u id ée : , « B ie n sûr, par là-haut, o n va à B ou- v eret, m ais ça fa it b ien d e u x heures... » Ils é ta ie n t p rêts à m e conseiller le train, o u Vauto-stop, p o u r é v ite r u n e telle p e rte d e tem ps.
P eu t-ê tr e sauront-ils u n jo u r q u e l te m p s o n gagne en m u s a n t ! M archer à p ie d réa p p ren d u n e v e r tu b ien oubliée, la p a tience. P a tien ce d e la m o n té e d ’a p p roche, p a tien ce d u c h e m in e m e n t incertain dans les co m b es d o n t la p rochaine se m b le toujours être la dernière, p a tien ce d e la c u eillette d e s âcres cornouilles q u i exigeront tant d e soins a vant d e céd er leu r arôm e à la g e lé e vineuse, réconfort des grippés...
Je pensais, en o b servant le len t m û r is se m e n t d e l’a u to m n e dans le bois, q u ’il est ind isp en sa b le d e s e r e m e t tre s o u v e n t a u ry th m e paisible d e la m arche. A u -d esso u s, sur la route, les m o te u rs grondaient, sy m b o le s d e cette im p a tie n c e q u i nous fa it préférer u n film à u n e lecture d e lo n g u e haleine, et nous p lo n g e d a n s le d ésespoir d ès q u ’u n e é p re u v e perso n n elle n e se d é n o u e pas aussi rapi d e m e n t q u ’u n d ra m e radiophonique.
L ’auto, serviteu r docile, a tte n d a it au b o u t d u sentier p o u r ram ener au fo y e r u n e fa m ille reposée, d o n t trois sportifs im p ru d e n ts allaient p o u rta n t a p p re n d re à leurs d é p e n s q u e les prouesses d es nageurs d ’octo b re se p a ien t en b ro n ch ite e t q u /u n rh u m e, m ê m e soigné à la g elée d e cornouille, vo u s' d e m a n d e trois sem aines d e patience. M ais ceci est u n e autre histoire... ,
/
?
7
«
-X
Mon cher,
J ’ai beaucoup de peine, ces jours, à te consacrer quelques instants. En ef fet, le Comptoir de Martigny m’a pris un bon bout de temps la semaine dernière, occupé que j’étais à regar der s’occuper ceux qui s’étaient char gés de s'en occuper.
E n définitive, c’est une affaire où j’ai observé les gens qui se retrous saient les manches. J ’ai donc été, pour une fois, du bon côté de la barri cade. Aussi en ai-je profité pour me payer de temps en temps une pinte de bon sang, par quoi il faut enten dre', bien entendu, la fréquentation de ces estaminets créés pour mettre une ambiance de fête à une manifestation qui sans cela tournerait trop au sé rieux.
E t comme nous étions un grand nombre dans le même cas, cela a donné la cohue, celle dont tout le monde se plaint mais que chacun recherche en somme, l’homme étant né sociable.
En passant, ce Comptoir n’était pas si mal, et pour être Hliputien par rap port à d ’autres, il affirmait un désir de tenue et un souci de présentation très appréciés. Réserve cette manifes tation à ton calendrier de l’an pro chain, car il y aura récidive.
Mais déjà, car un clou chasse l’au tre, je m’apprête 1 à me rendre à l’Ex position cantonale d ’horticulture de Sion qu’avec le sens publicitaire des abréviations on a nommée ECHO. Il ne fait pas de doute qu’elle fera par ler d ’elle. Pour l’instant, je n’en puis dire ni bien ni mal.
E t puis, tu le sais, nous sommes en pleine vendange. Le moût poisse et l’odeur des premiers ferments se ré pand dans le pays. Avec le temps que nous avons, chacun se précipite et dans les pressoirs c’est un véritable engorgement.
Car il faut que tu le saches, si la nature fut pluvieuse, elle fut aussi fort généreuse. Presque de quoi faire sourciller ceux que n ’arrive guère à dérider une récolte abondante !
E t si le vin sera meilleur qu’on le disait, on le doit à ce fœhn caracté ristique qui a soufflé débonnairement ces derniers jours.
'~f)ôtins oaLaisans
Lettre à mon ami Fabien, Valaisan émigré
A telle enseigne qu’il venait même vous m ettre les nerfs en boule à un moment où l’on en avait déjà assez en apprenant les jeux de chaussures de M. K., l’augmentation probable du prix de l’essence et l’entrée en vigueur prochaine de la nouvelle loi d ’impôts.
Par bonheur — car il faut toujours une consolation — nous apprenions à peu près simultanément que l’armée suisse conserverait probablement sa cavalerie.
J’ai eu la preuve de la force poli tique de cette « arme » jugée désuète par des colonels qui n’y comprennent probablement rien, en apprenant qu’un escadron de landwehr, récemment mobilisé comptait quarante-deux syn dics et députés sur cent trente hom mes, les conseillers communaux étant dans cette statistique quantité négli geable.
Il nous faut ce panache, chez nous. Au reste, la question n’est pas de savoir si la câvalerie est utile, car si l’on devait se m ettre à réfléchir sur le degré d’uitüité de toutes choses, nous en perdrions notre latin.
D ’ailleurs, c’est là un problème du Plateau, car nous, les Valais ans, on nous a toujours reconnu apte au « train onze », et c’est là que nous excel lons de gré ou peut-être un peu de force.
Ayant récemment appris l’acquisi tion de tanks africains, je me dis d ’ailleurs que bientôt nous ne saurons plus où la civilisation n ’a pas déposé ses bienfaits.
Quittons ces parages un peu rébar batifs pour constater à nouveau qu’une dame en short, ça fait remuer bien du monde. Après la justice valaisanne, voilà celle de la Confédération mise en branle.
« Il y a encore des juges à Lau sanne ! », disait un mien ami quand il s’indignait.
Mais le tribunal fédéral, car c’est de lui qu ’il s’agit, n ’a paraît-il pas abordé l’affaire au « fond », car il y avait « vice de formes ». Dites encore après cela que nos juges suprêmes n ’ont pas l’œil- très critique.
Par association d’idées, j’en arrive à te parler des défilés de mode. C’est
la saison, tu le sais, et les manne quins rivalisent d ’astuce pour retenir l’attention de nos épouses.
Quant aux hommes, il y en a deux catégories, ceux qui vont et ceux qui ne vont pas. Mais chez les uns comme chez les autres, il y a ensuite des subdivisions selon les motifs qui les poussent à aller ou à s’abstenir. Cela pourrait faire l’objet d ’une thèse en psychologie !
Excuse-moi d ’être un peu égrillard aujourd’hui, mais comme je ne vois pas autour de moi de quoi me don ner le cafard, prends-moi comme je suis.
E t laisse-toi tenter, d ’ici peu, par le « nouveau » qui va bientôt vouloir dire son mot.
Bien à toi. C e t t e a n n o n c e r a p p e l l e r a t o u jo u rs u n su cc è s p u b l i c i t a i r e et c o m m e r c i a l é c l a t a n t . Sa v e r s io n « a f f i c h e » a m ê m e é t é p r i m é e p a r le D é p a r t e m e n t f é d é r a l d e l ' i n t é r i e u r et f i g u r e p a r m i les m e i l l e u r e s a f f i c h e s d e l ’a n n é e 1959.
Actuellement, les deux centres de consommation de Berne et Zurich font l’objet d ’une nouvelle et vaste campagne de l’OPAV. De mi-octobre au 10 décembre à Berne et durant tout le mois de novembre à Zurich, deux cent qua rante-quatre annonces « Dole » atteindront les lecteurs de six grands quotidiens ; mille affiches rouges évoqueront la chaleur et la couleur de ce grand vin valaisan et ving-huit importants cinémas projetteront ce message en diapositif sur leur écran.
Dans le cadre de l’action bernoise, l’OPAV organisera finalement une série de dégustations de vins du Valais offertes aux autorités de la ville fédérale et à certains autres milieux. Puisse le prestige de notre dôle, dont les ventes augmentent d’une manière réjouissante, en être encore renforcé !
de la Dôle..
Pour moi
A
A vec le sourire..
C ’est grave, très grave
Le métier de journaliste est un métier plaisant, car ilperm et à qui l’exerce avec un peu d ’humour de sonder le fond de la vanité humaine et de s’en réjouir.
Il peut se passer de par le monde des événements prodigieux, mais ils se réduisent à rien pour le gaillard qui vient d ’être élevé aux fonctions de trésorier d ’une société de contemporains ou qui a fait un rapport sur la plantation des choux.
Passez-le sous silence, il croit aussitôt à votre malignité. Le plus grave ennui qu’il m’ait été donné d’endurer dans ma carrière, en dehors de réjouissants procès, je le dois à un magistrat dont j’avais omis de mentionner le discours, parmi douze ou treize autres.
C’est en vain que je publiai une mise au point pour signaler et déplorer mon oubli, que je lui déclarai que je ne l’avais pas fait exprès, que je me répandis en regrets, il ne m’a jamais pardonné mon étourderie et aujourd’hui encore il ne désarme pas.
Dieu m ’est témoin, pourtant, lui qui entend tout, que cette allocution ne sortait pas de la banalité courante et qu’il y avait même intérêt pour l’auteur à n ’y pas atta cher d’importance.
Il n ’a vu qu’une chose :
En citant douze noms, à l'exclusion du sien, je l’ai offensé douze fois !
Sa malédiction va, par conséquent, s’étendre, au fil du temps, jusqu’à la douzième génération et nous en reparlerons, donc, dans l’autre monde.
J ’ai souvenir aussi d ’un autre exemple.
C’était durant la guerre où, chaque jour, dans les rédactions, on voyait s’accumuler des dépêches terrifian tes et d'un intérêt capital pour le sort de l’humanité.
Il avait fallu, par conséquent, différer la publication d ’un papier consacré au récent concert d ’un pianiste, et prévoir une plus large place à "la chronique internationale.
L ’artiste n ’en revenait pas et il nous représenta, dans une longue lettre où perçait sa rancoeur, qu’il ne com prenait pas que l’événement que constituait son interpré tation pût nous laisser indifférents à ce point-là I
Où diable avions-nous la tête ? E t que faisions-nous, je vous le demande, de l’échelle des valeurs ?
Notre destin à tous pouvait se jouer sur cette planète en proie aux pires convulsions, ce qui importait c’est ce que ce musicien avait joué dans la soirée et qui, dans son esprit, marquait une date.
Ai-je besoin d’ajouter qu’il ne s’agissait pas d’un grand maître et que plus personne aujourd'hui n’a retenu son nom en dehors du rayon local ?
Cela me fait penser à un autre artiste, un peintre celui-là, qui était littéralement prostré dans un café.
— Qu’est-ce qui ne va pas ? lui demandai-je. — C’est grave... très grave... m’exposa-t-il, et comme je m’attendais à une nouvelle bouleversante, il m ’apprit que notre civilisation était manifestement une civilisation décadente, en voie d ’extinction, que les gens sombraient déjà dans l’inculture et l’abêtissement et que les rares élites se foutaient de tout. « Oui, c’est grave », répétait-il, « très grave... » E t il me révéla que les journaux qui con sacrent des colonnes au sport, n’avaient pas jugé bon de dédier plus de cent lignes à son exposition. C’est grave, comprenez-vous, très grave... Vous consacrez une existence entière aux arts, et le premier venu qui abat un pauvre garçon d’un coup de poing à la figure, au cours d ’un match de boxe, est encensé comme un dieu, sans qu’on vous décerne un regard.
Là-dessus, il me pria de venir le trouver à son domi cile où il me ferait la joie et l’honneur de me montrer ses toiles... « Vous verrez, vous passerez un beau mo ment ! »
Je n’ai pas osé lui proposer ce qu’un confrère, en des circonstances analogues, avait proposé à l’un de ses col lègues : « Venez plutôt chez moi... je vous régalerai de mes articles sur la dernière session du Grand Conseil ! »
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C’est grave, oui, très grave lorsqu’un homme prononce un discours, joue du piano, ouvre une exposition, d’avoir d’autres préoccupations que les siennes, c’est grave de s’inquiéter moins des démêlés d’un locataire avec son propriétaire que d’une conflagration mondiale, c’est très grave de ne pas voir en chaque être humain le centre du monde en se m ettant à sa place.Ne venez pas parler de dix millions de morts à quel qu’un qui donne un récital ni d’une catastrophe à deux pas de chez lui s’il souffre d’une rage de dents ; il vous accuserait de légèreté.
Le malheur, voyez-vous, dans le journalisme, c’est qu’on doit concevoir un journal pour des milliers de lec teurs alors que chacun d’eux jugerait normal qu’on en fasse un pour lui tout seul !