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13 étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild = Treize étoiles : reflets du Valais = Wallis im Bild

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Academic year: 2021

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où le soleil danse dans les verres.,

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H O I R S L. I M E S C H

S I E R R E

T é l é p h o n e 0 2 7 / 5 1 0 65 M é d a i l l e d 'o r L u c e r n e 1954

Qui aime un bon repas, apprécie une fine bouteille et., choisit le fendant:

„LES RI VERETTES" et...

la D ole „CLOS DE LA CURE"

le P i n o t n o i r e t t o u s l es v i n s f i n s d u V a l a i s A m i g n e A r v i n e E rm ita g e M a l v o i s i e H u m a g n e J o h a n n i s b e r g D i s t i n c t i o n s v i n s r o u g e s r o m a n d s 1 9 5 1 - 1 9 5 2 - 1 9 5 3 P r i x d ' h o n n e u r H o s p e s B e r n e 19 54 M é d a i l l e d ' o r L u c e r n e 1 95 4 B u r e a u x e t c a v e s à S a i n t - P i e r r e - d e - C l o g e s

» % ***

GRANDS VINS

DU VALAIS

e n b o u t e i l l e s e t d e m i - b o u t e i l l e s : F e n d a n t « La G u é r i t e » J o h a n n i s b e r g « G a y » E rm ita g e D ô l e « Les M a z o ts » P in o t n o ir e t g r a n d n o m b r e d e s p é ­ c i a l i t é s . D e m a n d e z n o t r e p r i x c o u r a n t . M é d a i l l e d ' o r : L a u s a n n e 1 91 0 B e r n e 1 91 4 L u c e r n e 195 4 AU X ~ V I E U X P L A N T S " D U V A L A I S

MAURICE GAY S.A.

P R O P R I ÉT A I R ES - I N C A V i U R S

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A R M A N D G O Y E N S E M B L I E R - D É C O R A T E U R 14, a v e n u e d e la G a re T élé p h o n e 027 / 2 30 98 Les

■~ /orcù

T A U N U S

1 2 M 6 C V 4 vit.

15 M

8 C V 4 vii.

17 M

9 C V 4 vii. sont ré p u té e s p o u r le u r puissance en côte le u r é c o n o m ie et le u r te n u e d e route D i s t r i b u t e u r o f f i c i e l p o u r le V alais

G a ra g e Valaisan

Kaspar Frères

Sion

T é l é p h o n e 027 / 2 12 71

!

T A U N U S 17 M D is tr ib u te u r s l o c a u x : B R IG U E : G a r a g e de s A l p e s , Fr. A l b r e c h t V IE G E : » Ed. A l b r e c h t SIERRE : » d u R a w y l S. A. C H A R R A T : » d e C h a r ra t, R. B ru ff in M A R T I G N Y : » d e M a r t i g n y , M . M a s o t t i

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Classes de neige

Nos j e u n e s v is it e u r s n e c o n n a i s s e n t p a s l ' i n ­ t e r d i c t i o n d e p a s s a g e , m a is le c h e f d e g a r e e n p e r s o n n e v e i ll e s u r e u x ! (P h o t o U V T )

L 'id é e p r o s p è r e en B e lg iq u e , e t d e là nous sont arrivés les p re m ie rs s tu d ie u x c o n tin g e n ts à o x y g é n e r , d e L iè g e e t d 'A n v e r s , e t m a in te n a n t d e B ruxelles. C 'e s t l 'é c o le q u i se d é p la c e , p a n t a l o n n é e p o u r le ski, q u i v ie n t s 'é b a t tr e dans la m o n t a g n e . M a is e lle n ' o u b l i e pas ses livres, e t si le g r a n d s o le il d e l 'a p r è s - m id i lui a fait des jo u e s ro u g e s , le m a tin e ll e r e p r e n d le c o llie r , t r o u v e m ê m e le m o y e n d ' a j o u t e r aux leç o n s h a b itu e lle s (c'est l'o c c a s io n q u i le v e u t) la g é o g r a p h i e et l'h is to ire d e n o tr e pays. Bref, c'est j o i n d r e à l 'a g r é a b l e le d o u b l e ­ m e n t u tile . F é lic ito n s a v e c c h a le u r l 'U n io n va la is a n n e d u to u r is m e q u i a o u v e r t la v o i e en Vala is aux classes d e n e ig e . M a is to u r n o n s la p a g e p o u r m ie u x c o n s id é r e r n o tr e sujet.

ß ijiü y u A iw

TREIZE ETO IL E S P a r a î t le 10 d e c h a q u e m o is F O N D A T E U R : E d m o n d G a y R É D A C T E U R E N C H E F B o j e n O I s o m m e r , S io n , a v e n u e d e la G a r e 10 A D M I N I S T R A T I O N E T I M P R E S S I O N I m p r i m e r i e P i ll e t, M a r t i g n y R É G I E D E S A N N O N C E S I m p r i m e r i e P i ll e t, M a r t i g n y , té l. 026 / 6 10 52 A B O N N E M E N T S Su is se : F r . 14.— ; é t r a n g e r : F r . 22.— L e n u m é r o : F r . 1.40 C o m p t e d e c h è q u e s II c 4230, Sion

S O M M A I R E N° 3, mars 1960 : Classe de neige. — A l’an prochain,

écoliers de la neige. — M ichèle M organ à C rans-sur- Sierre. — Cham pionnat interpensionnats à C ham péry- Planachaux. — Dix ans d ’efforts dans le dom aine des rem ontées m écaniques. — La reine des Pays-Bas à Verbier. — Le Valais au service du tourism e social. — T rophée du M ont-L achaux.— Journal intim e d ’un pays. — Potins valaisans. — Mauvaises et bonnes actions. — Les hommes du bronze. — La nouvelle loi cantonale des finances. — C hronique du Café de la Poste. — Nos actualités.

C o u v e r t u r e :

L e p r i n t e m p s g a g n e d u t e r r a i n s u r la r o u t e d u G r a n d - S a i n t -

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/A Can pzccfiain,

éccliczs ?e La neiqe !

C ’est grâce aux excellen tes relations q u e notre orga­ n isation to u ristiq u e cantonale e n tr etien t avec l’O ffic e national suisse d u to u rism e à B ruxelles q u e le Valais a reçu ses prem ières classes d e neige. D e u x g ro u p es o n t passé un m ois d a n s notre canton. L ’H ô te l Joli- m o n t, aux M arécottes, e t le C halet J u n g b ru n e n , à G luringen, ont é té choisis p o u r c e tte p rem ière e x p é ­ rience q u i est u n e craie réussite. G ageons q u e l’an prochain nous accueillerons u n p lu s g ra n d no m b re d e ces écoliers d e la neige.

Reportage UV T et Em. Berreau.

L e d e u x i è m e g r o u p e a r r i v e à G l u r i n g e n , o ù la c o u c h e de n e i g e d é p a s s e d é j à u n m è t r e

Les joies d u ski a u x M a r é c o t t e s L ’e n s e i g n e m e n t n ’est p a s n é g l i g é p o u r a u t a n t

U n m atin, M . Jacquier, in stitu teu r retraité q u i instruit nos jeunes am is b e lg es aux M arécottes, ra­ conta c o m m e n t, à la bataille d e S e m p a c h , A rn o ld d e W in k e lrie d , par son sacrifice h éro ïq u e, p e r ­ m it aux C o n féd é ré s d e m e ttr e en d éro u te l’a rm ée d e l’en va h isseu r d ix fo is su p é rie u re en nom bre. C e tte leçon f it travailler l’im a g i­ nation des gosses, car le le n d e ­ main, au cours d e ski, un p e tit p oussin c o n fia it à M arcel B ocha- laij, professeur à l’E S S :

F orm id a b le, v o tr e W in k e lr ie d !

D es ty p e s c o m m e ça, c h e z nous en B elg iq u e, o n n ’e n a pas e n ­ core...

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/Hicfièle /Hczßtfn

à d z a n s - s u t - p i a z z e

L ’air de la m ontagne convient particulièrem ent aux vedettes puisque la région de C rans-M ontana s’enor­ gueillit de toujours posséder quelques-unes des étoi­ les q ui brillent le plus h au t au firm am ent du théâtre et du cinéma.

Après G ina Lollobrigida, c’est la grande artiste française qui a choisi cette station. M ichèle M organ était accom ­ pagnée de sa jeune sœ ur, égalem ent actrice de théâtre. Elfe s’est déclarée enchantée d e son séjour en Valais, où nous espérons la revoir bientôt. Une p etite soirée a m arqué son passage, et la C hanson du Rhône, sous la direction de M. Jean D aetw yler, vint lui donner ur.e sérénade q u ’elle

a vivem ent applaudie. Cly.

( P h o to s C li v a z , S ier re )

C h a m p i o n n a t in te r p e n s io n n a ts à C lia m p é r y -P la n a c lia iix

C e tra d itio n n e l tournoi d es jeu n es filles annonce, a va n t l’h irondelle, le p rin tem p s. C h a m p é ry , station- charm e, m e tta it p o u r elles d u linge propre. L a neige tourbillonnait sur Planachaux. Soleil, au secours ! M ais q u ’im p o rta it. T o u te s si désireuses d e b ie n faire q u e ll e s e n a va ien t les larm es aux y e u x d e désespoir en m a n q u a n t line porte, elles d évalaient, viraient, dérapaient, repartant aussi sec et parfois se retro u ­ va ien t les qu a tre fers e n l’air... G racieuse théorie, gracieux c h a p e le t d e to u tes ces rondeurs, e t d es y e u x bridés, d es n e z e n tro m p e tte , d es b lo n d es e t des noires, d e s frêles et d es grassouillettes, d es athlètes farouches. C h e z to u te s le m ê m e effo rt, l’esprit d ’éq u ip e , ch a cu n e d é fe n d a n t â p re m e n t les couleurs d u pensionnat. V o s trio m p h es s’é criven t sur u n e gra n d e ardoise. A u ta n t e n e m p o r te le v en t. R este un so u v en ir d e lum ière, p en sio n n a t d es neiges en Valais, é p o q u e d e vérité.

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A V e rb ier . la presse su isse a d m ire

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I I S d e f f o r t s

d a n s le d o m a in e des re m o n té e s m é c a n iq u e s R a y m o n d L a m b e r t s e r r e la m a i n d e n o t r e c h a r m a n t e c o l l è g u e d ’« A n n a b e l l e », S i m o n e H a u e r t L a p r e s s e su is se a u tr a v ai l. A b a n d o n n a n t p o u r u n e fois la p l u m e , e l le s ’a p p l i ­ q u e à b a t t r e la p i s t e p o u r f a v o r i s e r le d é p a r t d e l ’av i o n .

Le ski n ’au rait jam ais pris en Suisse l ’am pleur q u ’il attein t si, p o u r ses adeptes, chaque des­ cente était suivie d ’u n e .pénible rem ontée. C e développem ent prodigieux n ’est-il pas d û à la m ise en service d e m oyens d e transport ad hoc ? U n p e u p artout, sldlifs, télésièges, télécabines, téléphériques o n t poussé sur nos pentes com me des cham pignons et transform é radicalem ent la p ra tiq u e du ski.

Mais la Société des téléphériques de V erbier a fait m ieux encore. N on contente d e m ain­ ten ir le skieur dans u n rayon restreint, elle a créé u n réseau lui p erm ettan t de parcourir sans effort u n e vaste région connue jadis d e quelques initiés seulem ent.

E n dix ans, elle ouvre au ski to u t le te rri­ toire sis en tre Bagnes e t N endaz. U n cham p de sp o rt qui n ’aura pas soin p areil au m onde ! E ntreprise étonnante que seuls le génie e t la ténacité d e quelques pionniers, e n prem ier 'lieu Me R odolphe Tissières, o nt perm is de conce­ voir et de réaliser.

E n effet, depuis 1950, la Société des té lé ­ phériques de V erbier a co nstruit :

— le télécabine de M édran —• le téléski des R uinettes

— les télésiège et téléski de Savoleyres — le téléphérique des A ttelas

— le téléski parallèle de M édran —• le téléski de la com be de M édran —• le télésiège d u lac des Vaux.

Indépendam m ent de ces installations, d ’a u ­ tres moyens m écaniques d e rem ontée moins im portants — a p p arten an t à l ’Ecole suisse de ski —■ fonctionnent aux abords im m édiats de la station.

C ette année 1960 va d onner le jour au té lé ­ ski de L a Chaux-col de M édran, au téléphé­ rique d u M ont-G elé q u e l’on prolongera v rai­ sem blablem ent jusqu’au M ont-Fort, au télé-e

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cabine T ortin-col d e C hassoure enfin. Cette d ernière installation, corollaire des télécabines N endaz-T racouet (existant) et de L a Tsou- m az (mayens de Riddes)-Savoleyres (que l ’on créera cette année encore) va ouvrir dans les deux sens u n circu it prodigieux.

V erbier, Les R uinettes, M ont-G elé (M ont- Fort), T ortin, N endaz, T racouet, La Tsoumaz, Savoleyres, Verbier. E t to u t cela sans faire u n pas de m ontée !

On. aura ainsi équipé im e zone touristique offrant les plus vastes ressources aux skieurs q u i p o u rro n t choisir, selon les conditions d ’en­ neigem ent, soit les pentes exposées au soleil, soit les revers.

Mais il y a plus. Les prom oteurs en te n ­

d e n t com pléter ces am énagem ents par plu- D a n s l a p i s t e m o l l e , u n de s p a t i n s d e l ’a v i o n s ’e s t e n f o n c é . G e i g e r e t L a m b e r t ,

sieurs aérodrom es alpins qui en m ultiplieront le f a m e u x H i m a l a y e n , c h a u s s e n t les r a q u e t t e s p o u r d é g a g e r la n e i g e .

à l’infini les possibilités.

Le sam edi 20 février, des représentants de la presse suisse av aient été aim ablem ent con­ viés p a r Me Tissières à u n e journée d ’infor­ m ation agrém entée de dém onstrations d ’atte r­ rissage, près du lac des Vaux, et de vols par les pilotes G eiger e t M artignoni. Journée m er­ veilleuse et instructive s’il en fut.

E m m anuel Berreau.

A la s t a t i o n s u p é r i e u r e d u t é lé s iè g e d u lac d e s V a u x , M e T i s s iè r e s d o n n e des e x p l i c a t i o n s s u r le tr a cé d u t é l é p h é r i q u e d u M o n t - G e l é ( M o n t - F o r t ) . A u p r e m i e r p l a n , à g a u c h e , s o n c a m a r a d e d e l ’e x p é d i t i o n s ui s se a u G r o e n l a n d 1959, V i c t o r La ss e r r e .

La reine des Pays-Bas à V e rb ie r

Sa G racieuse M ajesté la reine Juliana a fait un nouveau séjour dans notre canton, où sa gentillesse e t sa sim plicité ont conquis toutes les sym pathies. La voici, à gauche, devant l’O ffice de ren­ seignem ents à Verbier.

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Le Valais au service du tourisme socia

Par le p ro fe s s e u r W . H u n z ik e r,

p r é s id e n t d e la Caisse suisse d e v o y a g e s , B e rn e

On m e dispensera d e participer à la dispute, com bien infructueuse et com ­ bien m utile, sur la question de savoir ce q u ’est le tourism e social, s’ilr existe même et, dans l’affirm ative, quelle est sa position à l’égard d e l’a u tre to u ­ rism e (coopération ou coexistence). Il est curieux de constater à ce propos qu’en Suisse les esprits s’échauffent beaucoup plus, au cours des discus­ sions su r la m atière, q u ’à l’étranger où la p lu p a rt du tem ps le tourism e social est considéré com me un fait bien établi avec lequel on com pte, comme si on se trouvait en face d ’un phénom ène naturel.

C’est ainsi q u ’il devrait être consi­ déré, ici égalem ent. Celui q ui a des yeux po u r voir rem arquera sans peine que de vastes couches de la p o p u ­ lation, qui ne disposent à cet effet que d e moyens limités, s’adonnent m aintenant au tourism e et ceci parce q u ’on les aide d ’une m anière ou d ’une autre : on les conseille avant les va­ cances, on organise leur voyage, on leur offre des possibilités particuliè­ res adaptées à leur situation, on leur facilite le financem ent soit p a r l’entre­ mise d ’institutions d ’épargne, soit mêm e en leur octroyant des pécules de vacances ou en leur accordant

d ’autres prestations. Q u’on le veuille ou non, ce genre d e tourism e non seulem ent existe, mais p ren d encore des proportions énormes.

D ’autre p art, ce n ’est pas un secret — celui qui a du jugem ent le com ­ pren d to u t de suite — la nouvelle dem ande qui résulte d e ce p héno­ m ène q u ’est le tourism e social ne p eu t pas être totalem ent satisfaite avec l’équipem ent existant, et l’on cherche avec toujours plus d ’im patience de nouvelles possibilités d'hébergem ent bien appropriées et mêm e des stations touristiques entières. Dès lors, il n ’est pas étonnant que des installations d ’hébergem ent soient fiévreusem ent projetées e t construites non seule­ m ent dans les régions d u sud n.on encore exploitées, notam m ent celles du bassin m éditerranéen, m ais aussi chez nos voisins : la Savoie, pas plus que le Tyrol ou la Bavière, ne sont exclus de ce m ouvem ent.

Il est to u t à fait naturel que les regards se p o rten t égalem ent sur la Suisse, pays classique du tourism e. On ne p eu t pas affirm er sans autre que les signes des tem ps aien t été p a r­ to u t com pris chez nous. Com m e nous le m entionnions au début, on discute encore beaucoup trop et l ’on n ’agit

pas assez. Des possibilités absolu­ m ent uniques s’offrent aussi à nous de contribuer au tourism e social en m e tta n t à sa disposition de nouveaux centres d ’accueiil.

D ans cet ordre d ’idées, le Valais se p rête dans une m esure absolum ent rem arquable à ce développem ent. Il attire les touristes, cela ne soulève aucun doute. Il offre non seulem ent les stations existantes qui p eu v en t se

H ô te lie rs , re s ta u ra te u rs I

r a s il on a

les cafés et thés r é p u té s O V O M A L T I N E en sachets Tél. 0 2 6 / 6 03 53 et 6 03 82 M a r t i g n y

Voici une voix grave de l’ex­ térieur, com bien autorisée ! pour nous avertir du tour­ nant que représente la pop u ­ larisation du tourisme. Aimé des grandes vedettes, aim é des villégiateurs fortunés, aim é des enfants, notre petit paradis s’ouvre aussi au tourisme so­ cial, et cette idée de servir — elle est dans le titre même de l’article doit nous émouvoir. U n chaleureux merci à M. le professeur Hunziker qui com pte, est-il besoin de le rappeler, parmi les plus fidèles amis du Valais.

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transform er p o u r le tourism e social, mais p e u t offrir en outre à celui-ci des régions qui ne sont pas encore ou fort p eu ouvertes au tourism e.

Les expériences en pareils cas ont m ontré à m aintes reprises et claire­ m ent q u ’il fallait avant to u t observer ce qui suit :

1. L e développem ent d ’une station ou l’ouverture d ’une nouvelle région au tourism e doivent être précédés d ’études sérieuses. R ien n ’est plus dan­ gereux q u e des zélateurs aveugles. Il est possible, sans tro p de difficultés, de tro u v er des experts capables. L eur tâche consiste non seulem ent à pros­ pecter le m arché, mais à trouver pour la station ou p o u r la région envisa­ gée une solution ap propriée to u t au moins dans ses 'lignes principales et à établir les projets.

2. Le tourism e social n ’a pas b e ­ som de petites installations d ’h éb er­ gem ent éparses, mais de grands cen­ tres q ui rép o n d en t à ses besoins. Ceux-ci sont m odestes e t doivent cor­ respondre aux moyens lim ités dont les intéressés disposent. Les installa­

tions et leur exploitation, q u ’il s’agisse de l’hébergem ent proprem ent dit, de la subsistance ou des autres avanta­ ges offerts aux nouvelles vagues de touristes doivent, p a r conséquent, être simples mais appropriées. D ans ces conditions, il im porte de réduire les investissem ents au strict minim um. C’est un e des conditions qui perm et que l’exploitation se fasse à des prix modérés.

3. Il fau t se libérer de l’idée q u ’un seul individu serait capable de trouver p ar lui-m êm e de telles solutions. Ici, c ’est p lu tô t un travail en com m un qui s’impose. Il d o it te n d re en prem ier lieu à assurer à la station ou à la ré­ gion considérée le nom bre suffisant de touristes q ui leur p erm etten t de vivre. Seules des organisations gran­ des et éprouvées peuvent satisfaire à cette exigence.

D 'au tre p art, q u ’il s’agisse d ’une sta­ tion déjà existante ou d ’une région non encore ouverte au tourism e, on ne peut, dans la recherche et la mise en valeur des possibilités existantes,

se passer de la collaboration étroite de tous les milieux.

4. D ans ce travail de collaboration, il fau t faire preuve de beaucoup de com préhension, de sage réserve et p rendre en considération les opinions de tous. Le service a ici la préséance sur te gain. Mais si l ’entente existe, le succès ne peut tarder. Les touristes affluent à la station ou dans la ré­ gion et, avec eux, les gains. Si les prix sont appropriés, les stations p o u r­ ront com pter sur une longue période d ’occupation, ce qui est d ’une im por­ tance d éterm inante au poinit de vue de l’économ ie d ’entreprise.

Comm e nous l ’avons dit, le Valais convient tout à fait à l’application de tels plans. Puisse l’en tente exister à cet effet. Alors, certains endroits très peu fréquentés jusqu’ici ou m êm e cer­ taines vallées à peine ouvertes au tou­ risme vont-ils être bénéficiaires, au travers d u tourism e social, d ’un ra ­ pide essor et d ’une plus grande pros­ p érité po u r le bien-être de tous.

Prof. W . H unziker.

T ro p hé e du M o n t-L ach au x

C ette im p o rtan te com pétition internationale, q ui se déroule chaque année su r le h a u t b a l­ con de M ontana-Varmaila, a vu les coureurs étrangers aux places d ’honneur (au com biné F ra n tin e B réaud, France, et Aildo Zulian, Italie). L e m eil­ leur des Suisses à la descente a été Jean-Louis T orrent, de Crans (à droite).

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Journal intim e

cl li il pays

par Maurice Chappaz

Le cimetière de Sierre me paraît le plus beau, le moins triste du Valais. Oh ! certes, je mets à part les petits cimetières des villages de montagne aux seules croix de bois, si ressemblantes les unes les autres, avec leur léger chapiteau pour la neige, peintes en blanc ou en bleu, ou plus grises que la cendre, et si bien entourées de mousses, de fleurs des champs, des papillons, des rosiers, petits cimetières que j’ai toujours vus uniquement et parfaitement sereins et joyeux.

Je vais parfois écouter les oiseaux dans ce vallon des morts, entre les collines de Géronde, admirant la majestueuse croix de granit haut placée sur un podium de terre et penchée en avant sur une foule d ’arbres que la sève exalte : gris peupliers, le violent cyprès,

les bouleaux légers, les Arbres sauvages !

A Veyras, au contraire, les tombes finissent dans un jardin fruitier, pommiers, poiriers plantés peut-être par le sacristain. Je goûte ce voisinage : elle est bien solide l’affirmation paysanne, elle me plaît, m êm e si je lui préfère le Paradis.

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D e Veyras à Miège, le printemps vient. Le ruisseau qui coule dans les prés de Muzot se couvre de cres­ son vert. L’eau froide coupe les mains mais le chant d ’argent des grives n ’est pas loin, mais les merles déjà s’égosillent et volent de ce trait brisé qui leur est propre, comme en escaliers, par les prés jaunis d ’où s’étirent, d ’où filent les flaques de neige. D ’un jour à l’autre, on dirait le mouvement d’un film. Le printemps vient de Sierre et va au joli cimetière de Miège, sur une bosse parmi les pins et les vignes, où la moitié des tombes porte le nom de la grande et forte famille des Clavien (tous agriculteurs et parmi eux il y aura un passionné, un fou de l’écriture). Deux hauts genévriers déchirés par le vent gardent la cha­ pelle dédiée à Notre-Dame de la Salette.

Pourquoi est-ce que je pense qu’un poète ancien dirait que lorsque les fleurs des pêchers naîtront bientôt, plusieurs seront roses d e sang ? Là-bas se cache Salquenen au bout du grand vignoble des Ber- nunes, au-delà d ’un gribouillis de pruniers noirs. Une chapelle coiffe le faîte d ’une colline dominant toute la vallée du Rhône : derrière elle se découpe la mon­ tagne dite des Sept-Sœurs à cause de sept cimes res­ plendissantes et bleues, et dans le trou s’étendent les pinèdes de Finges. Cette colline est plus belle encore que celle d e Rilke, le lieu très joyeux pour devenir une graine et ressusciter ; le cimetière est cependant plus bas, entre les caves des nombreux et puissants marchands de vin.

Le printemps vient et je pense aux femmes qu’une mort violente a surprises. Elles dorment dans ces prés ; des amantes, des épouses, des mères. Telle ou telle, leurs enfants les ont découvertes et ils ont vu les taches de sang. Ce sang n ’imprègne-t-il pas chaque parcelle de notre nature ? Qu’est-ce qui pousse quel­ qu’un dans un village peut-être à assister à la messe matinale et puis, quelques heures après, sa parenté éloignée, à se couper les veines des deux poignets et à se trancher la gorge d ’un coup terrible ? Il y a une misère de l’être physique, un désespoir surpassant lui aussi toute intelligence. Il suffit d ’un accident pour combiner un engrenage fatal, déclencher un mécanis­ me moteur qui se met en marche, que rien semble-t-il ne peut arrêter, même si le secret de l’âme reste pur. Du moins je vois cela ainsi : une partie de nous-même est le bourreau, l’autre la victime. Et j’imagine que le pauvre qui lutte, comme dans une maladie très grave, peut mendier sa foi en Dieu jusqu’à la fin.

— Même si je me tuais, Dieu m e pardonnerait. Cette parole, mes oreilles l’ont entendue et ensuite mon cœur l’a éprouvée, car l’ami qui m e l’a dite a succombé. Et moi-même j’ai eu peur.

M a ro u te e st d 'u n p a y s où v iv re m e déchire.

Ce vers de Crisinel renaît sans cesse en moi et parcourt avec moi ce m ê m e , petit cercle de vergers et de vignes. Un suicide, un meurtre : des femmes, des mères de famille nombreuse.

Voici une solide villa avec deux sapins bleus devant. Les stores sont baissés, les scellés ont été posés. Un homme, un hercule, de ses larges paumes a brisé et étranglé sa femme. Il appartenait à ceux qui affir­ ment :

— Mangeons et buvons, car demain nous mour­ rons.

Les honnêtes païens disaient cela non sans tris­ tesse, et en Valais on ajoute :

— Quand on a assez profité, on n’attend pas, on se tire une balle soi-même !

Quelle force sauvage dans cet avis ; ces^gens-là n ’aiment pas les sacrements et se vantent de forcer les curés à danser avec eux s’ils s’aventurent dans un café. Mais, au-delà des apparences, ne désirent-ils vraiment pas la foi ? Leurs blasphèmes valent notre indifférence, leurs blasphèmes vont plus loin que nos habitudes.

J’allais à cet enterrement dont on ne voyait pas la fin et un parent lointain, de retour ce jour-là au pays natal, m ’accompagnait. Le vent nous soufflait sur la bouche, mais je vous livre sa conclusion :

— ... morte martyre, ma cousine. Parce que lui, le mari, je le connaissais, il était perdu, et maintenant qu’il a commis ce crime, que le plus grand mal il l’a fait, il se convertira.

J’écoute, je vois soudain le criminel comme un petit poisson dans un puits ; et autour de lui et en lui ces nombreuses années d ’ombre et de réflexion.

— ... si je devais le rencontrer, je ne pourrais pas lui parler. La défunte je l’aimais, mais je pardonne.

Ce mot, n ’est-ce pas l’Evangile de ce pays dur ? Je songe aux femmes d ’ici, aux mères de famille de dix enfants : biçn souvent, sans que l’on s’en doute, elles peuvent avoir reçu la sainteté, mais pour la méri­ ter, quelles mauvaises paroles elles ont dû accepter d’entendre. Cette vieille qui agonisait dans la vallée de Conches et dont l’homme disait :

— Bien la laver et la foutre sur le fumier. Ah ! il faut que je cesse ces confidences. Petites tombes d ’assassinées dans le printemps, vous me faites parler même si je me trompe, même si je n ’emploie pas les mots qu’il faut.

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'~j)otins oataisans

Lettre à mon ami Fabien, Valaisan ém igré

C’est plutôt de potins algériens que je devrais t’entretenir aujourd’hui, car le hasard a voulu que je sois invité à aller faire un petit tour dans ce pays prestigieux qui fait parler beaucoup de l u i.1

Ce fut pour moi une révélation, car dans un petit Etat sans problè­ m e majeur on imagine mal ce que représente une atmosphère empoi­ sonnée par des luttes politiques où se joue non pas l’avenir d ’une pro­ fession ou d’une branche économi­ que quelconque, mais la destinée de tous. A travers « les problèmes », j’ai vu aussi des hommes et des femmes qui vivent, travaillent, rient même, s’aiment et mènent leur p e­ tit bonhomme de chemin.

Et cela frappe de voir comment guerre et paix arrivent à se côtoyer.

Ce qui console égalem ent un Suisse est de constater combien no­ tre petit pays fait l’admiration de tous, parce qu’il a le bonheur de vivre pacifiquement et de prospérer.

On aspire beaucoup là-bas à y venir au moins en touristes et, nous dit-on, on ne manque pas de le faire.

Si je m’en réfère maintenant aux dernières statistiques de l’UVT, je relève d ’ailleurs que les gens d ’Al­ gérie ne sont pas les seuls à appré­ cier la Suisse et le Valais. On a en effet dénombré deux millions de nuitées dans notre seul canton, ce qui constitue un record sans pré­ cédent puisqu’on en était à un mil­ lion il y a six ans à peine.

D e là à renforcer notre sentiment de fierté, il n ’y a qu’un pas vite franchi, mais, comme dit le rapport officiel, il n e faut point croire que tous les problèmes soient résolus. Au contraire, c’est précisément le nombre des touristes qui en pose de nouveaux, notamment quand on songe à rendre les routes plus flui­ des pour accélérer et améliorer la circulation.

Les touristes se promènent, mais cela ne les empêche pas d’être pres­ sés quand ils ont une voiture dans les mains.

Autre phénomène, on a constaté 1 V oi r n o t r e p h o t o e n p a g e 19.

cet hiver qu’il ne serait bientôt plus question du « trou de janvier », par quoi il faut entendre cette période durant laquelle, traditionnellement, les stations se vidaient momentané­ m ent après les fêtes. C’est encore hautement bénéfique pour le pays.

Car de la neige, sache-le, il en restera suffisamment sur les hau­ teurs jusqu’à Pâques.

Tandis qu’en plaine, pas-d’âne, anémones, adonis et autres fleurs printanières ont déjà fait leur appa­ rition. C’est aussi l’époque où la dent-de-lion comm ence à faire la joie des amateurs de cette herbe délicieuse que l’on prépare en sala­ de ou avec du lard.

On sait, à ce moment précis, que les frimas de l’hiver sont loin der­ rière nous. Les sécateurs vont bon train dans les vergers et les vignes et il faut déjà déclarer la guerre contre les insectes qui guettent la sortie des pousses et attendent pa­ tiemment une sève à sucer.

C ’est aussi le début des pronos­ tics basés sur les boutons naissants que l’on surveille jalousement, avec cette crainte du gel qui agit sur la bile du paysan jusqu’au début de mai.

Autre signe printanier : la reprise à Sion du spectacle « Sons et lumiè­ res » dès Pâques et le Salon de l’automobile qui voit accourir les Valaisans en masse le jour de la

Saint-Joseph, ceci d’autant plus

que, tombant un samedi, elle va nous gratifier d ’un week-end de deux jours.

Nous vivons également l’époque des grandes assises — ainsi appe­ lées parce qu’on y « siège » jusqu’à ce que soif s’ensuive. Les cafetiers- restaurateurs se sont consolés de leurs soucis à Monthey où, le même jour, ils acclamèrent un président d’honneur en la personne de M. Duchoud et un nouveau président en celle du sympathique Pierre Moren dont le père, tu le sais, con­ duit avec entregent les destinées du pays en remplissant les fonc­ tions d ’huissier du Grand Conseil.

Fait à signaler, Pierre Moren est égalem ent président des hockeyeurs valaisans. Voilà donc, du coup, le sport et le fendant réconciliés ; il en était temps.

A propos de hockey, le Valais s’enorgueillit de voir accéder l’équi­ pe de Viège en Ligue nationale A, tandis que quatre équipes dem eu­ rent en Ligue B non sans avoir livré d’épiques combats qui reste­ ront mémorables. D e la sorte, notre canton vient en tête de Suisse pour le nombre de ses équipes jouant dans les hautes ligues.

Cela n ’enlève d ’ailleurs rien à nos préoccupations intellectuelles. On a appris que récemment cent onze jeunes gens et jeunes filles s’étaient présentés comme candi­ dats à l’Ecole normale. Le nombre des élus n’est pas encore connu, mais cela prouve qu’il y a encore des amateurs pour une profession que l’on croyait en perte de vitesse.

Quant aux tireurs valaisans, ils siégèrent aussi, à Finhaut, bien que

leurs positions normales soient

d ’être couchés, à genou ou debout. Mais une fois n’est pas coutume, d autant plus que ce jour-là ils pri­ rent pour cibles d ’excellentes bou­ teilles, nous a-t-on dit.

Enfin, autre potin, la création d'une Chambre valaisanne de l’agri­ culture dont on sait seulement, pour l’instant, qu’elle doit « coiffer » les dizaines de groupements valaisans qui se côtoient pour défendre la paysannerie. Attendons seulemeht de voir la forme du chapeau !

Et si je devais t’annoncer la prochaine fois qu’un bataillon de sapeurs d ’outre-S arine a été convo­ qué en Valais pour arracher les

vignes de propriétaires récalci-

tiants, tu ne seras pas étonné. Ce jour-là nous chanterons à la gloire de notre peuple « gardant sa foi, sa liberté ».

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A vec le sourire..

/Ptauoaises et Sonnes actions

Pour bien se comporter, dans la vie, il faut beaucoup attendre des autres.

Ce sont eux, surtout, qui vous dictent votre atti­ tude et qui peuvent, finalement, vous faire regretter plus vos mauvaises actions que les bonnes.

Livrés à vous-mêmes vous auriez quelque peine à vous y retrouver et vous risqueriez, parfois, de m on­ trer trop de qualités pour qu’on vous les pardonne. Ce qu’il y a de réconfortant, voyez-vous, dans une mauvaise action, c’est qu’elle pose une situation claire.

Celui qui la commet sciemment se sent à la fois en désaccord avec sa conscience et avec la conscience d ’autrui.

A la bonne heure !

Il sait qu’il a mal agi et ce n ’est pas le plaisir que

certains éprouvent à le lui répéter qui va diminuer la déception que son propre comportement lui cause.

En général, il le regrette, et le fait qu’il ait donné 1 occasion à bien des gens de se proclamer plus ver­ tueux que lui ne le réjouit pas autant qu’on pourrait le croire.

Loin de partager leur bonheur, dont il est pourtant l’artisan, il s’en afflige et il en demeure humilié.

C’est au point qu’il se repent souvent de leur avoir permis par sa faiblesse d ’afficher leur force morale et qu’il se promet de ne plus recommencer.

L’état d ’infériorité dans lequel il s’est mis sotte­ ment, par rapport à tous les moralisateurs, le retran­ che dans la solitude.

Et il se fait la tête.

S’il se cherche des excuses ce n ’est pas tant pour lui, qui ne saurait loyalement les accepter, que pour ces censeurs dont l’indignation lui paraît dispropor­ tionnée à leur valeur réelle et qu’il aimerait amener à la modération.

Vaine tentative.

L ’aubaine est trop belle pour qui prend son pro­ chain en défaut, pour ne pas la saisir et ne pas en garder le bénéfice !

U ne mauvaise action a le double mérite, étant con­ damnable en soi, de réconforter ceux qui la stigmati­ sent et d’attrister celui qui s’en est rendu coupable. Ainsi les censeurs s’efforcent de ne pas la commet­ tre à leur tour, pour ne pas tomber de leur piédestal,

et celui qui l’a commise évite, à l’avenir, de la renou­ veler, pour regrimper sur le sien.

Je n e dirai pas que tout le m onde est satisfait, mais enfin, il arrive, à la longue, que tout le monde soit plus tranquille.

Le méchant pour s’être amendé, le bon pour s’ima­ giner que son exemple y est pour quelque chose.

La situation, par conséquent, est claire, ainsi que je le mentionnais tout à l’heure, à un moment où vous m e lisiez trop distraitement pour vous arrêter à une phrase.

Je vous en veux un peu de m e contraindre à me répéter.

La bonne action, par contre, est une source iné­ puisable de malentendus, de revers et de déceptions, et je n ’écris pas ça pour la condamner, vous pensez bien, mais pour souligner que tout en étant méri­ toire, en elle-même, elle exige de la part d e celui qui la pratique une prudence extrême.

Vous allez, d’ailleurs, me comprendre, aussitôt que vous cesserez de vous agiter comme une crêpe dans une poêle.

Prenons un exemple courant :

Vous cédez votre place à une dame, dans un w a­ gon de chemin de fer.

Si vous le faites naturellement, sans ostentation, elle vous pardonne d’être aimable, et pour être quitte envers vous, elle vous remercie.

Votre gentillesse a passé inaperçue.

Mais si vous lui déployez une couverture sur les genoux, si vous la prenez par les épaules et que vous l’aidiez à choisir une position confortable, alors elle vous prête des intentions inavouables et vous risquez un scandale.

C ’est, j’en conviens, un cas extrême.

Vous auriez tort d’imaginer, cependant, qu’un cas moyen serait moins périlleux, et puisque la place me m anque pour les évoquer tous, réfléchissez à ceci : Quand vous faites une bonne action, arrangez-vous pour que le bénéficiaire en soit flatté, qu’il la consi­ dère comme un hommage personnel, car si elle devait mettre l’accent sur vos qualités et non pas sur les siennes, il ne supporterait pas d’y découvrir le signe de votre supériorité, et plutôt que de vous juger géné­ reux il préférerait vous croire hypocrite.

Et il vous attendrait, au tournant, à une mauvaise

action ! [\

(16)

\

C’est une confrérie sans organisation ni comité, sans règlements ni coti- saitions. Il n’existe aucun lien entre ses membres ; la plupart du temps, ils ne se connaissent même pas. Il semblerait que, d’une vallée à l’auitre, des cloisons étanches les séparent.

Pourtant, et en dépit des différen­ ces d’âge, de caractère, de langue ou de culture, des traits communs les apparentent : leur vocation musicale, un amour quasi paternel pour leurs cloches, et presque toujours une éton­ nante modestie. De l’apprenti qui dé­ bute au virtuose le plus exercé, et jusqu’au sommet d'une carrière de trente ou quarante années, leur fer­ veur d'artistes s’allie à une authen­ tique humilité chrétienne. Si la répu­ tation die 'l’un d ’eux s’élargit dans le pays, elle demeure anonyme. On dira : « Allez écouter le carillon de X..., il est excellent. » Mais on ignore le nom de son animateur.

Individualistes, ills le sont par la force des choses. Ils sont animés de V« esprit de clocher », au meilleur sens de ce terme. Car chacun d’eux ne connaît que son carillon, différent de tous les autres. Mais lorsqu’il en joue, ce n’est pas pour faire montre de son habileté ; c ’est pour célébrer la gloire de Dieu et rappeler à ceux de son village que lia. joie la plus grande est celle du chrétien : connaî­ tre Dieu, le prier, le servir.

En semaine, ces hommes vaquent à leurs travaux. Ils sont agriculteurs ou vignerons, mais bon nombre d’autres professions sont représentées dans leurs rangs. On y trouve le négociant et le garde-forestier, l’ouvrier d’usine ou de chantier, le menuisier et le

typographe, l ’employé de bureau,

l’horticulteur, l’entrepreneur de trans­ ports... et même quelques prêtres ai­

mant à appeler ainsi leurs paroissiens avant de célébrer l ’office.

Comment sont-ils, lies unis et les au­ tres, devenus carillomieurs ? Parce qu’ils ont été attirés, dès leur jeu­ nesse, par le prestige musical et reli­ gieux de « l’airain qui résonne ». Parce que leurs prédécesseurs leur ont une fois demandé de lés seconder, de les remplacer à l ’occasion, jusqu’à ce que, suffisamment initiés, ils puissent leur succéder au banc d ’œuvre. Ou encore, ayant discerné leur désir ou leur goût, M. le curé les 'a engagés à « se met­ tre aux cordes ». Plus tard, au métier de carillonneuir s’est souvent associée la fonction de sacristain : double mi­ nistère au service 'de l ’Eglise.

Ils ont alors repris les mélodies ou

les rythmes de leurs devanciers,

s’exerçant patiemment à améliorer leur jeu. On en dite — mais le fait est rare — qui ont installé à leur domi­ cile un carillon d’exercice, équipé d’un mécanisme analogue à celui de leur église, et de cloches de troupeaux bien harmonisées, voire de pots à fleurs renversés ! Ils ont souvent mis au point, développé et enrichi les sonneries qui leur avaient été léguées ; ils en ont composé de nouvelles. En quelques années, beaucoup sont par­ venus à ila pleine maîtrise d’un art infiniment plus difficile à pratiquer que vous ne le croyez. Essayez, un jour, de vous mettre aux cordes ! Vous n’aurez pas de peine à vous rendre compte de ila somme de tra­ vail, de la précision, de la mémoire, du sens des nuances qui sont néces­ saires pour exécuter correctement une sonnerie.

Ainsi, d ’une génération à l’autre, ces hommes se sont intégrés dans une tradition toujours nettement localisée dans sa forme et son mode d’expres­

sion. Ils se sont humblement attachés à conserver le trésor campanaire de leurs villages. Et lorsque vous deman­ dez, ici ou là, depuis combien d’an­ nées on carillonne là-haut, dans le clo­ cher, on vous répond : « Depuis tou­ jours. »

Ils n’ont jamais eu l’idée de se grou­ per en corporation, encore moins en syndicat. Chacun œuvre pour son compte et à sa manière. C’est là en­ core un bel exemple de modestie et de dévouement. Quel que soit le temps que l’on puisse y consacrer, il faut beaucoup d’abnégation pour remplir la charge de carilionneur. Elle im­ pose um nombre de services parfois considérable, les samedis, dimanches, veilles et jours de fête. Il faut être

Une bonne nouvelle

A tous ceux qui ont apprécié les travaux d e M. Marc V em et, nous avons le plaisir d ’annon­ cer que « T reize Etoiles » va éditer cette suite d’articles de grande valeur sous forme d’un tirage à part, avec la reproduc­ tion d e toutes les photographies de l’auteur, d ’Oswald Ruppen et d e W alter Studer qui les o n t illustrés dans la revue. U n petit ouvrage que vous tiendrez certainem ent à posséder dans votre bibliothèque et à offrir

à vos amis ! N otre numéro d ’avril prochain, dans lequel paraîtra l’avant-dem ier texte de cette série, renseignera nos lecteurs sur les conditions de la souscription.

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J e a n - M a r i e B o u l i n , le r e g r e t t é c a r i l l o n n e u r d e S a i n t - L é o n a r d ( P h o t o S t u d e r , B e r n e )

sans cesse disponible. E t cela p our un salaire dérisoire, souvent hors de p ro ­ portion avec l’am pleur de la tâche. Ce salaire relève généralem ent de la bourse com m unale. O r l’industrie et les chantiers offrent actuellem ent des possibilités de travail bien plus ré­ m unératrices, mais fort astreignantes. Obligés de choisir, plusieurs carillon- neurs o nt d û cesser leurs fonctions pour mieux gagner le u r vie. Q uant à l’Eglise, elle ne p e u t guère accorder qu e ses encouragem ents ; il est cer­ tain. que les bons carillonneurs bénéfi­ cient d ’un large appui m oral d e la part du clergé. Mais on souhaiterait que celui-ci exam ine sérieusem ent, de concert avec les autorités civiles, les moyens de m ieux rétrib u er les servi­ teurs de la trad itio n la plus originale et la plus belle d e ce pays, e t de parer ainsi à to u t d anger d ’abandon.

Ces hom m es qui, chaque dim anche, fo n t re te n tir l’appel à la prière, on voudrait les p résen ter l’un après l’au­ tre. Ils sont trop nom breux encore (heureusem ent !) p o u r que ce soit pos­ sible ici. Nous devons nous en tenir aux chefs de file et à ceux do n t l’œ u­ vre est réellem ent caractéristique. Re­ m ontons le cours d u fleuve, et rendons d ’abord hom m age à celui qui fut, en Bas-Valais, l ’artisan le plus rem arqua­ b le de l’a rt cam panaire. E tienne L au­ naz (1887-1951) fu t un m usicien au to ­ didacte, un. chef de fanfare réputé, un com positeur se consacrant spécia­ lem ent à la « m usique p o u r cloches ». S’inspirant parfois du folklore popu­ laire d u val d ’ïlliez, il établit un ré­ pertoire écrit de plus de cent sonne­ ries m élodiques destinées aux carillons de sa région, et do n t certaines sont fort belles. Il a aidé ses collègues, et bon nom bre d e ses com positions fi­ g urent dans les feuillets de N estor

D onnet (Troistorrents) e t dans l’abon- danite collection d ’H enri Clerc (Mon- they), qui com prend égalem ent les œ uvres p our carillon d ’A rthur F ar­ chet. Mais les cahiers les plus im por­ tants de L aunaz sont pieusem ent con­ servés p ar son fils F reddy Launaz et son. disciple A lphonse Fracheboud, les excellents carillonneurs de Vion- naz e t Revereulaz.

D ans le val d ’Illiez, la trad itio n est fidèlem ent m aintenue p ar Rémy Ma- riétan (Cham péry) e t C lém ent Perrin (V al-d’Illiez), successeurs de deux m aîtres réputés p our leur talent, D am ien G renon e t Paul Es-Borrat. E t sur la b u tte d e Port-Valais, Aloys Seydoux entraîne ses trois cloches en une sonnerie adm irable de précision et d ’élan rythm ique. La poésie y a l­ terne avec l ’hum our ; les nuances et les gradations y abondent ; la conclu­

sion, avec une cloche mise en volée, est saisissante.

Nous avons déjà consacré une étude au carillon de M artigny et à son anim ateur, Robert T errettaz. Dans les clochers des environs, spécialem ent dans les vallées m éridionales, retentis­ sent en m ajeure p artie des mélodies populaires, des chansons suisses ou françaises qui ne sont pas toujours du m eilleur goût, jointes à quelques com ­ positions plus originales. C ’est le cas à Salvan (M arc Gay) et à T rient (Rd C uré Raboud), au C hâble (M arcel Gailland), à B ovem ier (Joseph Sarra­ sin), Orsières (Ulysse Volluz) et Liddes (Pietre Frossard), enfin à Bourg-Saint- Pierre (Charles Genoud). Tandis q u ’à F in h au t (M arc Lugon-M oulin) et sur­ to u t à Vollèges (Em ile Berguerand), les sonneries sont essentiellem ent ry th ­

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Hier devant le Parlementa

La nouvelle |

f M a is s o n g e z d o n c , vo us M M . Dell- Oi r b e r g , C a r r o n , C o p t o u L u y e t , aux dri l o u r d e s d é p e n s e s é d i l i t a i r e s des ! et g r a n d e s c o m m u n e s e n f a v e u r de cil ce u x q u i v i e n n e n t y g a g n e r leur p a i n p u is s ' e n v o n t. ..

Oswald R uppen au G rand C onseil.. C’était un p eu D aniel dans ila fosse aux lions. Pourtant, s'étan t fait expliquer les choses par Pascal T hurre, il est descendu courageu­ sem ent dans l’am phithéâtre, e t voyez ce q u ’il nous rap p o rte : tout d ’abord ce p u r chef- d ’œ uvre q u ’est l’im age du haut, le lead er socialiste Charles D ellberg, le vieux lion fatigué mais indom ptable, une des plus belles figures d e l’arène. E t toute l’atm osphère des joutes ne tient-elle pas dans ces quelques instantanés ?

M a r iu s L a m p o r t,

T r o i s a t t i t u d e s c a r a c t é r i s t i q u e s de M. R o g e r B o n v i n , p r é s i d e n t de la v il le d e S io n , p l a i d a n t la c a u s e des c o m m i s s i o n s . D e r r i è r e lui , le visage

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D em ain deva n t le peuple

“ loi des finan ces

Sous peu, les V alaisans voteront su r leur nouvelle loi des finances, q u e quelques-uns des 75 000 con­ tribuables du canton voient venir d ’u n oeil scep­ tique... à to rt à en croire les spécialistes. Le G rand Conseil, d u ran t des jours entiers, a passé au crible les q u elque deux cents articles qui la com posent. T ravail de bénédictins m inutieusem ent contrôlé par une commission q u e p résidait M. Cam ille Sierra. C ette m arche en avant pren ait parfois l’alihire, du

« Q u e l c a s s e - t ê t e ! » s e m b l e se d i r e M . l e c o n s e i l l e r d ’E t a t M a r c e l G a r d , c h e f d u D é p a r t e m e n t c a n t o n a l d e s f i n a n ­ ce s, q u i se d e m a n d e sa ns d o u t e si, a p r è s les m a n i p u l a ­ t io n s p a r l e m e n t a i r e s , o n r e c o n n a î t r a e n c o r e s o n e n f a n t , le p r o j e t d e loi tel q u ’il l ’a c o n ç u e t l o n g u e m e n t p r é ­ m é d i t é .

h au t des tribunes, d ’un véritable pas de charge. Mais u n rien, un sim ple alinéa, une question

• j Oui, je sais , v o u s p o u v e z m e r é p o n - 1 j dre en c i t a n t les c h a r g e s s c o la ir e s $ et so cia les , d e s c o m m u n e s d e d o m i ­ ti eile, m a is n ’o u b l i e z p a s q u e . . . 1 E s t - c e q u e v o u s p e n s e z , M e s si e u r s , a u rô le i m p o r t a n t d e s c e n t r e s r é g i o ­ n a u x , a u x p o s s i b il i té s d e tra v a il q u ’ils o f f r e n t au x h a b i t a n t s d e no s v al lé e s ?...

de pourcentage suffisait à stopper l’avance de nos législateurs d u ran t près d ’une heure. Au vote final : 103 oui, 5 non et 3 abstentions. L e président C arrupt avait d it aux pho to g ra­ phes, en clignant de l’oeil : « Vous pouvez tout

« p ren d re », sauf le résultat du vote ! » Pa. Th.

À

D a n s l ’a t t e n t e d u v o t e fi n a l. O n r e c o n n a î t s u r c e t t e p h o t o , a u p r e m i e r p l a n , M. A l b e r t D u s s e x et, à g a u c h e , M . E d o u a r d M o r a n d , l’a u t e u r d e no s « P o ti n s v a l a is a n s ».

(20)

C hronique du

Café de la Poste

F.-T. W ahlen a ses ultras : des vignerons valaisans. —• La loi est la loi, et Vautorité do it la faire respecter, dit W ahlen.

—• M ême si la loi est m al faite ? dem an d en t les vignerons qui ont p lan té leurs ceps en. dehors des p ara­ graphes.

— Il fau t arracher ces ceps, d it W ahlen, c ’est dans la loi.

—- Il fau t changer 'la loi et garder les ceps, disent les ultras ; c ’est plus norm al.

Pas d ’accord, d it l’u n ; pas d ’accord, disent les autres. F.-T. W ahlen aura-t-il ses paras ?

C ’est la grande discussion du mois. C haque m atin, autour du bar, à l’heure du prem ier café crèm e, les cham pions des deux cam ps s’affrontent.

— W ahlen a raison, d it Albert, il fau t de l ’ordre dans le pays.

— Pas vrai, rétorque Paul, c’est la justice q u ’il nous faut, et le d roit de p la n ter la vigne.

C hacun ayant raison, il n ’y a pas d e conclusion pos­ sible. Alors on se q u itte po u r travailler. A lbert en dém on­ tan t ses m oteurs, Paul en taillant ses arbres chercheront de nouveaux argum ents et, demain., la discussion re­ prendra.

Au café, la journée reprend sa routine. Elisa sort son chiffon à poussière et le prom ène dans la salle, au p etit bonheur. Elle en a vite fait le tour, effleurant les tables, frôlant les boiseries, sautant sur les obstacles. Pas du tout « Putzteufel ». Ce n’est pas elle qui va

déplacer les m eubles ou grim per sur les chaises po u r astiquer les globes. D ’ailleurs, on ne lui en dem ande pas tant. Les clients ne sont pas difficiles.

Le facteu r arrive avec sa paperasse. Im m édiatem ent surgit un long et m aigre jeune hom m e qui, chaque jour, vient lire le journal. U n am oureux d ’Eliisa. D u genre tim ide. Q uand elle lui tourne le dos, il pose sa « T ri­ bune » ou son « N ouvelliste » et la regarde fixement. Q uand elle s’approche, il plonge dans la lecture. Il ne lui adresse jamais lia parole, répond p ar monosyllabes à ses questions et lui donne des pourboires de riche. E lle sem ble ne rien voir, n e rien sentir, n e rien savoir.

P etite diablesse. U n jour elle m ’a d it :

— Vous voyez ce type, là-bas, près d e la fenêtre ; il est fou d e m oi, c ’est am usant !

Pauvre jeune hom m e, ta patience est m al récom pensée ! Mais aussi, pourquoi rester là com me u n tab o u ret ? Parle. Souris. Bouge. Sinon, tu peux lire des kilom ètres de journal, Elisa se m oquera de toi. (Elle a d ’autres am ou­ reux plus actifs. Celui qui vient le soir ne craint pas les déclarations enflam m ées e t les gestes les plus tendres.)

J’essaie à distance de lui insuffler du courage. Peine perdue ; q u an d les ouvrières de la coopérative viennent prendre leurs dix-heures — café, croissant — il coiffe son chapeau e t file com me une om bre dégingandée.

Elles o nt du style, ces dames d e la coopérative. F au t les voir lever leur verre, le p e tit doigt pointé vers le plafond, la bouche en boutonnière, tes yeux au garde-à-vous. O n com prend q u ’un jeune hom m e tim ide prenne la fuite. Elles p arlen t robes, cinéma, cuisine. Elles p a r­ lent des hommes. Alors je file aussi, laissant les murs rougir sans tém oin. C ar elles sont sans illusion et leur ■ expérience est im mense. Elles nous écorchent, nous désos­

sent, nous étripent. C’est de la vivisection. Après leur assaut, il ne reste de nous q u ’un peu de boue, rien.

Terribles fem mes ! A utour d ’elles' c’est le vide. Même Oscar, qui ne recule devant personne, grim ace en les voyant ; et c’est un soulagem ent p o u r tous quand, m a­ jestueuses e t effrontées, elles processionnent vers la porte. C’est alors seulem ent q u ’on entend p arler de mémères, de pim bêches, de cham eaux, de... N ’insistons pas.

E t com me on apprécie, après ce te rrifian t interm ède, la gentillesse un peu acide d ’Elisa. Ça lui vaut une vague de solides com plim ents accom pagnés d e ces clas­ siques tapes sur le derrière p a r lesquelles les buveurs de tous les pays p réten d en t tém oigner leur affection aux som melières. Pour les patrons d e bistrot, ces m anifesta­ tions de sym pathie m anuelle sont un test qui n e trom pe pas. C’est une preuve de la justesse de leur choix. Mais Elisa soupire :

— Avec leurs m ains sales, ma robe est b o n n e pour

la lessive. Félix Carruzzo.

Les tr a v au x o n t r e p r i s , a u s o n d e s fifre s e t d u t a m b o u r , d a n s les

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Les Brandons à Bovernier

Les vieilles traditions se p e rp étu en t en Valais : en plein carêm e, les Brandons m arq u en t la fin du C arnaval et, sym­ boliquem ent, celle d e m essire l’H iver.

( P h o to s B e r r e a u , M a r ti g n y )

Un sérieux p ro b lè m e dans l'im prim erie

A un tou rn an t des relations professionnelles entre patrons et ouvriers, les typographes valais ans siègent à M artigny sous la présidence de M. Am and Bochatay, notre excellent collaborateur, q u ’on voit ici to u t à d roite de la photo, à côté de M. E douard H arsch, président d e la F édération suisse des typographes. Souhaitons que les pourparlers engagés aboutissent à un accord satisfaisant les deux parties. (Réd.)

Deux Valaisans en A lg é rie

Trois groupes d e parlem entaires et de maires européens ont récem m ent visité l’A lgérie sur l’invitation d u M ouvem ent national des élus locaux. Voici le groupe qui visita le Constantinoàs, à sa descente d ’avion, à Alger, et parm i lequel on reconnaît notre collaborateur M. le dép u té E douard M orand (deuxième depuis la gauche) et M. A ndré de Quay, vice-président de la ville d e Sion

(dernier à droite). ( P h o t o P . A . I . R . , A lge r)

Les tireurs valaisans à Finhaut La Société valaiisanne de tir — la plus im portante du canton q u an t à l ’effectif — a tenu ses assises annuelles en présence de plusieurs personnalités civiles et m ilitaires, do n t M. le conseiller d ’E ta t Gross, ainsi q u e MM. le colonel M eytain, le p réfet A. Gross, le colonel-brigadier M atile et M. Lonfat, p résid en t d e F in- haut, q u e nous voyons su r cette photo entourant M. H enri Gaspoz, président des tireurs valaisans.

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Se bien meubler

pour peu d'argent

Une forte dépense p o u r l’installation d ’un bel intérieur n ’est pas com m e on p o u rrait le croire le facteu r principal, l’im portant est beaucoup plus de m ettre ch aq u e chose dans le cad re q ui lui convient, de disposer rationnel­ lem ent des surfaces, de choisir judicieusem ent les teintes, d ’assortir les papiers peints aux rideaux, aux tapis e t aux meubles rem bourrés, en u n m ot : m ettre en valeur.

Ce n’est nullement le hasard qui fait que tel intérieur est accueillant, sympathique, qu’il respire le bonheur, alors qu’un, autre où l’on a dépensé beaucoup plus d’argent est froid impersonnel et anonyme.

L a différence tient uniquem ent que p o u r l’un on a été bien conseillé e t que p o u r l’a u tre on a acheté chez des distributeurs de m eubles d o n t le seul objectif est le chiffre d ’affaires e t où le tiroir-caisse tie n t lieu de cons­ cience professionnelle. Le client avisé achète en Valais où de nom breuses et bonnes maisons sont à même de lui donner pleine satisfaction.

Pour une transform ation, une adaptation, un achat, le client doit pouvoir com pter d e façon absolue sur les com pétences e t l’h onnêteté du vendeur.

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A r m a n d G O Y ,

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ci V

a i i i c i A Z s

A M a rtig n y

Le G uide des hôtels d u Valais sort de presse à 70 000 exem plaires, ce qui fait dans les salles de l’Im pri­ merie Pii let un bien beau ballet de papier.

A Bordeaux A une exposition de coiffes suisses qui vient d ’avoir lieu à Bordeaux, no tre consul général Berthod a réservé u n e place de choix à son. canton d ’origine. Nous dira-t-il quel m inois d ’Evolène salue son sourire ?

Références

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