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ARTheque - STEF - ENS Cachan | Bulletin de l'Association Amicale des Anciens Élèves de l'École Normale Supérieure de l'Enseignement Technique n° 61

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Texte intégral

(1)

EnjfwlllBS

Extrait du Catalogue :

C entres d 'A p p re n tis s a g e ( C .A .P .) BIGUENET. — N olioni d e géom étrie p lan e ... .. • BIGUENET e t DUVAL. — Notion» d e g éo m étrie dan» I espace et «Je

géom étrie deacriptive ... BOUVIE. — PrécI» de législation du travail ... FRAUDET. — Notion» d'électricité :

2' année ... 5,30 F - 3 ' année . . . ... FRAUDET e t BANCHEREAU. — La physique au Collège d 'E n seig n em en t

tech n iq u e : ^

Tome I ( 1 " a n n é e ) . . . . 14,00 F; Tome II ( 2 a n n e e ) . . . . SANTELLI. — Notion» d e lan g u e française ...• • • .• • ■ : y

THOMAS.— La m écanique au collège d'E nseignem ent te ch n iq u e t Cen­ tre d 'a p p re n tissa g e ) à l'u sag e des élèv es de 3 année ...

C o llèges Techniques FRAUDET e t MILSANT. — Cour» d'électricité :

Tome I : G énéralités ... Tome II : M achines ... Tome III : Notions d 'élec tro n iq u e ... — Précis d'électricité : , . , n %

Tome I ; Courant continu (C l. de seconde in d u strie lle ) ... Tome II : Courant altern atif. Notion» d 'élec tro n iq u e (c l. de 1 in d u strielle) ... MUNSCH. — L'écriture et son dessin ... — Recueil d 'a lp h a b e ts à d essin er ... — M odèles d 'a lp h a b e ts : chiffres ... THOMAS. — Cours d e m écanique :

Tome I : Classe d e seconde industrielle ... Tome II ; Classe de p rem ière in d u s t r i e l l e ... • — Problèm es d e m écanique. Solutions ex p liq u ées -at com m entées

O u v ra g e s Professionnels

BARRY. — Schémas d 'é l e c tr i c i t é ... El BLOT. — Cours de technologie radio :

Tome I : M atières d 'œ u v re et pièces d étach ée s . . . . Tome II ; M atériels basse fréquence et d 'ex p lo itatio n radio . • BOWER — Des id ées pour l'atelier. Plus d e 260 idées, tours de m ains, et suggestions d 'a te lie r p our le technicien le m écani­ cien', l'o u v rier, le bricoleur e t tous les u tilisateurs d outils . . . . BRODBECK. — L'ajusteur-m écanicien ... — Le se rru rie r ... ... GAILLARD et MURON. — Le m e n u i s i e r ...

GLRLING. — Les m achines-outils ( M achines ^et outils, fabrication des pièces, m esures et co ntrôle) ... j ' ' i ‘.' i' HENRIOT et BARON. — La technologie professionnelie do spéciaiitè :

Tournage ( 3 ' année - C.A.P.) • • •

HENRIOT et BRODBECK. — Le tourneur (C onstruction m écan iq u e) . . LE FUSTEC. — Technologie d es m atières et industries textiles ... MARTIN et SERVENT. — Le fo n d eu r ... ... ... MAUREIN. — L'électricien d 'a u t o m o b i l e ... — L'électricien d 'u s i n e ... MAURIZOT et DELANETTE. — Le m écanicien d 'au to m o b iles :

Tome 1 ... 8 ,00 F; Tome 11 ... 13,00 F; Tome III MESLIER. — La so u d u re au to g èn e au chalum eau et à l ' a r e ... MONTAGNE. — Le chaudronnier ... — Cour» d e traçage d es m étaux en feuilies ... MOULY et GAVELLE. — G uide du m onteur en c h a u f f a g e ... NICOLET et BRODBECK. — Le m odeleur-m écanicien ... PARRENS. — Traité d e perspective d 'asp ect. Tracé d e s om bres . . . .

7,70 F 9,5 0 F 7 ,70 F 6,00 F 12,00 F 6,70 F 8 ,00 F 17.00 F 12.00 F 7 .90 F 11.00 F 11.00 F 11.00 F 6 ,00 F 4 ,4 0 F 9 ,5 0 F 12.00 F 5 .90 F 18.00 F 12.00 F 13.00 F 19.00 F 9 .0 0 F 7.00 F 12.00 F 18.00 F 14.00 F 9 ,8 0 F 15.00 F 4,55 F 6 .00 F 18.00 F 12.00 F 8 .0 0 F 10.00 F 14.00 F 12.00 F 18.00 F 15.00 F

AüOCiATiON

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JA N V IE R 1983-r61

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• Rappel :

(3)

N° 61 (.nouvelle série) _____________ J A N V IE R 1 9 6 3 b u

L

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L.

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t i x t r i m e s t r i e l

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DE

L'ASSO

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des A nciens et A n cien n es Elèves des Sections N o rm ales et d e l'Ecole N o rm a le S u p é rie u re d e l'E n se ig n em en t T ech n iq u e

Présidents d’honneur :

M. le D ir e c te u r g é n é ra l d e l ’E n s e ig n e m e n t T echniQ ue.

M. le D ir e c te u r a d jo in t d e l ’E n se ig n e m e n t T e c h n iq u e . ^ • MM. le s a n c ie n s D ir e c te u r s d e l ’E cole N o rm a le S u p é r ie u re d e 1 E n se i­

g n e m e n t T e c h n iq u e . __

M. le D ir e c te u r d e l'E c o le N o rm a le S u p é r ie u re d e 1 E n se ig n e m e n t T e c h n iq u e .

M m e la S o u s-D ire c tric e e n e x e rc ic e d e l ’E.N .S.E .T . Secrétaires généraux et Présidents honoraires .

H. CO U R T, I n s p e c te u r g é n é r a l d e l ’E n s e ig n e m e n t T e c h n iq u e . G . G A B O R IT , P ro f e s s e u r à T E cole P ro fe s sio n n e lle D o ria n . A . B IG U E N E T , C h a rg é d e m issio n d ’in s p e c tio n g é n é ra le . M. N E SP O U L O U S , D ir e c te u r d u L y c é e T e c h n iq u e d e V in c e n n e s. Secrétaire régional honoraire du Groupe de Paris .

JU T T E T , 45, r u e B e rn a r d - P a lis s y à G ie n (L o ire t). COMITE PTéSîâCTlt •* ■pfjUIZAT (A 1 42-44), 21, a v . P .-V .-C o u tu r ie r à C a c h a n (S e in e ). Vice-Présidents : „ . P O IN S A R D (A 1 24-26), 8, a v e n u e M a rig n y , F o n te n a y -s o u s -B o is (S e m e ). G R E U Z A T A n to in e (E 38-40), 112, r u e d u B ac, P a r is (7 '). Secrétaire Général : R E F E U IL (E 39-42), 38, r. d u M o n u m e n t, C h a m p ig n y -s u r-M a rn e (S e in e ). S c c T é i a t T c s *

P O U L A IN (D 48-50), 39, a v e n u e P a u l- V a lé ry , S a rc e lle s (S .-e t-O .). B IL L A N T (B 52-55), 14, r u e M a rc -S a n g n ie r à C a c h a n (S e in e ). SA U V A L LE (B 46-48), 33, r u e P e lle p o r t, P a r is (20').

A U B RY (B 29-31), 7, se n te d e s F o n d s H u g u e n o ts , V a u c re sso n (S .-e t-O .).

TT€S0Tir6T€ '

MUe S T A F F E R Y v o n n e (D 43-45), 12, r u e L a c re te lle , P a r is (15'). Trésorière adjointe :

M m e JE A N E A U (D 41-43), 15, a v e n u e d e T a ille b o u rg , P a n s (11 ).

AUTRES MEMBRES DU COMITÉ (

M lle A B E S C A T (A 2 47-47); M m e B l ^ N Q U E ’T (A 2 35-37)^ M ll^

P O T C H E R (B 54-57), P U E C H ( A l 44-46).____________________________________

Adresse et Comptç courant postal : . a m m

As s o c ia t io n Am ic a l e d e s An c i e n s El è v e s E.N.S.E.T.

61 Avenue du Président-W ilson — Cachan (Seine) C.C.P. Paris 5488-99 Cotisations annuelles : 13 F.

Débutants, R etraités ; 8 F. (L ’a n n é e b u d g é ta ir e c o m m e n c e a u 1" o c to b re )

(4)

TRÉSOR DES LETTRES

(Dix S eptièm e Siècle)

p a r P ierre B E N N E Z O N , Serge C H A M B R IL L O N , E m m an uel G O D A R D

aux Editions IVATHAIV

c n n *' P'®'"''® B E N N E Z O N , S e r g e C H A M-bRILLON, E m m a n u e l G O D A R D e t les Éd i t i o n s N A T H A N s ' a d r e s s e n t à u n d o u b l e p u b l i c : d a b o r d a u x é l è v e s e t à l e u r s p r o f e s s e u r s , p u i s q u ' i l s ' a g i t d u n r e c ue i l d e s p l u s b e a u x t e x t e s d u XVII ' s i è c l e , e n s u i t e a u x h o n n ê t e s g e n s , d é s i r e u x d e s ' i n i t i e r a u x g r a n d e s œ u v r e s d e n o t r e Li t t é r a t ur e . En v é r i t é , c e t o u v r a g e d e p r é s e n t a t i o n l u x u e u s e ( l e p r e m i e r d ' u n e s é r i e q u i c o n i p r e n d r a c i n q v o l u m e s , d u XVI ' a u X X ' s i è c l e i n c l u s ) p o u r r a e n c h a n ­ t e r les é l è v e s e n l e u r o f f r a n t u n i n s t r u m e n t d e t r a v a i l e f f i c a c e , p u i s f i g u r e r a v e c h o n n e u r d a n s l e u r b i b l i o t h è q u e , l o r s q u ' i l s a u r o n t a t t e i n t l ' â g e o ù I o n s o u h a i t e c o m p l é t e r e t a p p r o f o n d i r s a c u l t u r e p e r s o n n e l l e . C ' e s t d a n s c e t t e p e r s p e c t i v e q u e s ' é c l a i r e le m i e u x le p r o p o s d e s Ed i t i ons N A T H A N : o f f r i r a u c h o i x d e s M a î t r e s e t d e s f a m i l l e s u n e n s e m b l e p l u s c o m p l e t , p l u s l u x u e u x , p l u s a t t r a y a n t q u e les r e c u e i l s d e t e x t e s c o u r a n t s , e t t o u t c o m p t e f âi t , m e i l l e u r m a r c h é , pui s cj u II e s t d e s t i n é à r é p o n d r e à t o u s les b e s o i n s d e la c l a s s e d e F r a nç a i s , d e la 4 ' à la c l a s s e d e o r o p é d e u t i q u e ( p o u r q u o i p a s ? ) p u i s à d e v e n i r le vieil a m i d e l ' a n c i e n é l è v e . D i s o n s q u e le c h o i x d e s a u t e u r s e t d e s t e x t e s e s t e x c e l l e n t . Les m o r ­ c e a u x p r o p o s é s s o n t d a i l l e u r s si n o m b r e u x q u e l es p r o f e s s e u r s p o u r r o n t a i s é m e n t c h o i s i r p a r m i e u x les t e x t e s q u i c o n v i e n d r o n t le m i e u x à l e u r s g o û t s , a u x d i s p o s i t i o n s ’ d e l e u r s c l a s s e s e t ( c a r d e t e l s d é t a i l s o n t l e u r i m p o r t a n c e ) s e m e t t r e d ' a c c o r d s a n s p e i n e a v e c l e u r s c o l l è g u e s , p o u r p r é v o i r e n s e m b l e u n e p r o g r e s s i o n q u i , d e s p e t i t e s a u x g r a n d e s c l a s s e s , p e r m e t t r a d e t o u t lire s a n s r é p é t i t i o n s e n n u y e u s e s . Les n o t e s e t les e x p l i c a t i o n s n é c e s s a i r e s n e f i g u r e n t p a s a u b a s d e s p a g e s : e l l e s s o n t r e n v o y é e s a p r è s les e x t r a i t s d e c h a c u n d e s a u t e u r s . C e t t e d i s p o s i t i o n o r i g i n a l e e s t t r è s h e u r e u s e p u i s q u ' e l l e inci t e les é l è v e s à p o r t e r , e n c l a s s e , t o u t e l e u r a t t e n t i o n a u t e x t e q u ' i l s é t u d i e n t e t a u c o m ­ m e n t a i r e d u p r o f e s s e u r . C h a q u e t e x t e e s t p r é c é d é d e q u e s t i o n n a i r e s v o l o n t a i r e m e n t l i mi t é s à l ' e s s e n t i e l : ils o r i e n t e n t la r é f l e x i o n . O n p e u t p a r f o i s les t r o u v e r u n p e u t r o p v a g u e s . De s q u e s t i o n s p l u s p r é c i s e s n e s e r a i e n t - e l l e s p a s p r é f é r a ­ b l e s ? B o r n o n s - n o u s à p o s e r le p r o b l è m e . Les i l l u s t r a t i o n s s o n t t r è s n o m b r e u s e s , f o r t b e l l e s , e t d ' u n e g r a n d e v a l e u r p é d a g o g i q u e . Les a u t e u r s d u r e c ue i l o n t e u le s ouci d e n e r e p r o ­ d u i r e q u e d e s t a b l e a u x , d e s e s t a m p e s , d e s d e s s i n s e n q u e l q u e s o r t e

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DE LA FIN DE LA GUERRE DE 1870 A LA VEILLE DE LA DEUXIEME GUERRE MONDIALE

( p ré p a ra tio n au B.E.I. e t au B.E.C.) Un volum e ( 1 6 X 2 5 ) 2 0 0 p ag es, 130 figures

8 NF 50 En Préparation : Classe de Troisième Moderne des Lycées Techniques et des Groupements expérimentaux des Lycées et d es C ollèges d'Enseignement général. _________________________ p araîtra en fév rier 1963.

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S O M M A I R E

P a g e s C EU X Q U I S'EN V O N T ... ... * REMISE DE L'EPEE D 'A C A D E M IC IE N à M . JE A N G U E H E N N O 9 JO UR NEE D'ETUDES A L 'O C C A S IO N DU C IN Q U A N T E N A IR E DE L'E.N.S.E.T. : PROSPECTIVE ET EN S E IG N E M E N T . . 14 LA V IE DE L 'A M IC A L E : CO M PTE RENDU DE LA R E U N IO N DU C O M I T E 3 2 A N N U A IR E - BULLETIN ... 3 ^ V IE DES GROUPES ... 3 9

A V E C LES ETOILES FILANTES DE LA RUE DE GRENELLE . 58

CE Q U 'E C R IV E N T N O S C A M A R A D E S :

L 'E D U C A T IO N N A T IO N A L E D E V A N T LES TEC H N IQ U ES

M O D ER N ES DE T R A N S M IS S IO N DE LA P E N S E E 61

L 'IM P A S S E ... LES M IG R A T IO N S ALTERNANTES A U T O U R DE REIMS 6 7 Q U E S T IO N S P E D A G O G IQ U E S :

E V O L U T IO N DES A X IO M E S DE LA D Y N A M I Q U E 7 0 A LA 4= CONFERENCE A T L A N T IQ U E DE L'EN SEIG N EM EN T 7 4 C O M M U N IQ U E S :

LEÇONS DE C O N S T R U C T IO N GENERALE ... 7 6 D O C U M E N T : N O U V E A U D E P A R T ... 7 7 D O C U M E N T S A D M IN IS T R A T IF S ... 7 8 A TRAVERS LES REVUES ... 81 LA V IE FAM ILIALE ... 8 5 RETRAITES ■ M U T A T IO N S ... 8 7 LA V IE A ... ’ 2 CE Q UE PUBLIENT N O S C A M A R A D E S ... 9 5 O U V R A G E S REÇUS ... T R E S O R E R IE ...

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CEÜX OUI S’EN VONT

P ierre LABARTHE { A 1 2 3 -2 5 )

C’est avec une stupeur douloureuse que nous avons appris, le 3 octobre, la m ort brutale de notre camarade Pierre Labarthe (A l 23-25). Rien ne laissait prévoir qu’il dût si prém aturém ent nous quitter. Labarthe était le plus assidu et le plus joyeux com- p a ^ o n de nos réim ions amicales; nous avons peine à im aginer qu’il n ’égaiera plus de sa présence et de sa bonne hum eur conta­ gieuse notre assemblée annuelle.

Si sa disparition nous afflige, com m ent ne pas m esurer ce qu’elle a de cruel pour Mme Labarthe et pour ses deux enfants Jarûne et Jean-Pierre. Que les êtres chers qu’il a laissés désem­ parés veuillent bien trouver ici l’expression de notre affectueuse sympathie. Les paroles prononcées par notre camarade Mersier, directeur de l’E.N.N.A. de Nantes, devant le cercueil de Pierre’ Labarthe, nous diront ce que fut cet homme, ce que fu t ce maî­ tre qui pendant dix-sept ans a été et notre compagnon et notre ami.

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Mardi 2 octobre après-midi, M. Labarthe avait fait son cours à l’E.N.N.A. Aucun ae ses élèves, aucun de ses collègues n ’avait .décelè sur son visage, dans ses attitudes, dans sa aem arcbe, le moindre signe de fatigue, la plus petite défaillance qui pu t alar­ mer. Aux prem ières neures du m atin du m ercredi 3 octobre, Pierre Labarthe n ’était plus. Telle fu t la bouleversante nouvelle qui parvint à l’Ecole, piongant chacun de nous dans un acca­ blem ent d’abord teinté d’m crédulité, tant_ la chose semblait m onstrueuse, incompréhensible. L’invraiseniblable, hélas! était vrai; une hém orragie méningée avait, pendant la nuit, terrassé notre collègue. E n quelques neures crucm antes, Mme Labarthe avait dû, en dépit de soins hâtivem ent prodigués, voir disparaître le compagnon de trente-trois années de bonheur.

Si vif que soit notre souci de ne pas accroître en cruauté l’épreuve effroyable des siens, nous ne pouvons nous résoudre à voir s’éloigner, sans un au revoir affectueux, celui qui vient de nous être arraché.

Né à La Teste-de-Buch, dans le départem ent de la Gironde, le 21 janvier 1903, Pierre Labarthe allait avoir soixante ans. Rien dans sa silhouette, dans sa physionomie, dans son allure — il faudrait dire: dans son allant — ne perm ettait d’im aginer qu’il p û t raisonnablem ent songer à une prochaine retraite. Elève-mai- ire à 16 ans, éleve-professeur à 20 ans, puis professeur de l’E n ­ seignem ent technique à 22 ans, il enseigna, avec un talen t vite remarqué, les m athém atiques à l’Ecole pratique de Tourcoing, puis à Firminy, puis aux Collèges techniques de Bordeaux et de N antes: entre temps, il fondeiit le foyer magnifique que nous connaissons bien et qui était sa fierté. E n tre tem ps aussi, il fit la guerre. Il la fit, en 1940, comme officier d’artillerie. Il y fu t blessé, et sa brillante conduite lui valut la Croix de guerre. E n 1947, Il lu t reçu prem ier au concours de recrutem ent des profes­ seurs de m athém atiques d’Ecole Normale Nationale d’Apprentis­ sage et affecté à l’Ecole de Nantes que venait d’ouvrir son pre­ m ier directeur, M. Basquin. P endant 15 années, il form a dans notre maison, pour ce qui concerne l’enseignem ent des m athé­ matiques, près de 300 professeurs scientifiques qui, u n peu par­ tout en France, font bénéficier les jeunes techniciens des excel­ lentes m éthodes d’enseignem ent auxquelles les initia M. Labar­ the Ainsi apparait, dans cette énum ération beaucoup trop rapide et trop sèche, une brillante carrière de 44 années au service de l’enseignem ent public dont 15 à l’E.N.N.A., une carrière au cours de laquelle M. Labarthe ne cessa d’étendre, pour le plus grand profit de la jeunesse de ce pays, un rayonnem ent de m aître. Les palmes d'Officier d’Académie, puis d’Officier de l ln stm c tio n publique, puis, à titre militaire, la Croix de Chevalier de la lÆgiori d’H onneur vinrent récompenser des services exceptionnels qui se m anifestaient non seulem ent par des cours m agistraux ou des exercices pédagogiques à l’Ecole normale, mais a u s^ par participation brillante aux travaux des jurys des Certificats d ap­ titude aux divers professorats de l’Enseignem ent technique, ainsi qu’à renseignem ent du Centre public d’Enseignem ent par corres­ pondance, radio et télévision.

J ’arrête ici cette très brève esquisse d’une très belle carrière, car l’homme que nous perdons nous im poserait d’en abréger le

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tableau. Ma,is si Ton veut que l’esquisse acquière ressemblance et séduction, il est essentiel de l’enrichir de quelques retouches, délicates et fidèles expressions de l’ensemble extraordinaire de qualités hum aines de distinction, de gaîté, de droiture qui faisait de Pierre Labarthe un collègue particulièrem ent attac h an t et bon. A la rigueur d ’esprit du brillant m athém aticien qu’il était, se trouvait alliée en lui une grande h auteur de vues sur toutes choses, ime étonnante jeunesse de caractère, une bienveillance souriante de tous les instants. C’est ce Pierre Labarthe la que chacun de nous conservera dans son souvenir, au plus profond de son cœur.

A vous. Madame Labarthe, à vous Mademoiselle, à vous Mon­ sieur, à vous trois qui étiez toute sa fierté, à son frère, à sa belle- sœur, à tous les siens, j ’apporte la sympathie meurtrie, boule­ versée de cette Ecole norm ale où il ne com ptait que des amis. H ier soir à Paris, au M inistère de l’Education Nationale, M. l’Ins­ pecteur G é n é r^ D urrande présidait le ju ry d’admission des pro­ fesseurs stagiaires scientifiques que M. Labarthe allait avoir pour élèves. Tous les membres de ce jury, debout, adressèrent sUen- cieusem ent leur pensées émues au collègue qu’ils aimaient. Pres- qu’en même temps, M. Basquin me chargeait, lui aussi, d’expri­ m er ici toute sa peine. Après l’A dm inistration centrale et l’Ins­ pection générale, M. le Recteur, M. l’Inspecteur d’Académie, M. l’Inspecteur principal et M. l’Inspecteur de l’Enseignem ent technique m ’on t demandé de les représenter, ou sont venus personnellem ent yous assurer d’une très profonde et très vive sym pathie. E t puis la foule de ses élèves, de ses collègues, de ses amis...

Puissent ces témoignages unanim es vous aider à faire face à la terrible épreuve qu’il vous faut vivre.

Ne craignez pas, enfin, que l’image de son sourire, de ce sourire rayonnant de finesse, de loyauté limpide et de gaîté,, puisse jam ais s’effacer de nos cœurs. Laisser échapper cette précieuse image, lui perm ettre de s’altérer, ce serait oublier Pierre Labar­ th e lui-même, et nous sommes d’au ta n t moins préparés à com­ m ettre ime telle impiété, que nous avons enregistré cette expres­ sion à peu près constante de ses sentim ents, comme l’indéniable reflet du bonheur qu’il trouvait auprès de vous.

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Remise de r é p é e d'Académicien

à M. Jean Guéhenno

En p rélude à sa réception officielle sous la coupole, Je a n GUEHENNO a reçu son é p é e d'A cadém icien. L 'épée sym bolise une canne d e com pagnon de France, portant un écusson avec les le ttré s JMG-PLJ, c'est-à-dire Jean- Marie GUEHENNO, d it Ponlivy-la-Justice ( c 'e s t le p ère d e l'A cadém icien). La g ard e est o rn ée d 'u n e fo u g ère , p lan te qui rap p elle le nom de la ville n atale d e l'écrivain.

Amis, universitaires, anciens élèves étaient réuis le jeudi 22 novembre autour de M. Jean Guéhenno, pour lui rem ettre son épée d’académicien. L’Enseignem ent technique était représenté par M. Reverdy, conseiller perm anent auprès du m inistre de l’Education Nationale, et l’Amicale par son président et son secrétaire général.

M. l’Inspecteur Général Pierre (Jlarac prononce le premier discours que nos camarades liront avec plaisir.

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A L L O C U T IO N

DE M . L'INSPECTEUR GENERAL CLARAC

Mon cher ami,

Le jour où nous nous sommes rencontrés pour la première fois, au détour d’un couloir, il y a plus de quarante-trois ans, à peine avions-nous échangé quelques mots que je savais déjà tout ce qui devait arriver. Il ne fallait pas être grand clerc pour devi­ ner, à la clarté de ton sourire, au perçant de ton regard, aux inflexions musicales de ta voix, l’écrivain et l’homme que tu serais. Oui, j ’avais tout prévu, — sauf qu’un jour j ’aurais à te rem ettre ime épée. L’épée n ’était pas prise au sérieux au cours de ce qu’on appelle aujourd’hui la première guerre. Elle ne scin­ tillait que dans les prises d’armes de l’arrière. Peut-être en avons- nous porté une avant de p artir pour le front, dans quelque cour de caserne, mais certainem ent pas à Douaumont, ni au Chemin des Dames. P ourtant l’épée que voici, cette épée toute pacifique, n i toi, ni moi, en la regardant, nous n ’avons envie de sourire — à moins que ce ne soit d’un de ces sourires qui cachent mal l ’émotion.

Elle est d’abord un témoignage d’amitié. Confrères, collègues, camarades, élèves, disciples, représentants de la littérature, de l ’Université, du journalisme, de l’édition, ce fu t entre eux une belle rivalité: ils voulaient tous être au prem ier rang de ceux qui te l’offraient. Un Comité d’honneur avait été formé, dont tous les membres portaient un nom prestigieux, tous sauf celui qui écrivait les lettres. Quelle joie pour lui de trouver, en tête des réponses qui affluaient, non pas des formules rituelles, d’une résignation maussade, mais des exclam ations cordiales et comme des transports de joie: « Si j ’accepte ? Parbleu ! Bien sûr ! N aturellem ent !... »

Je me garderai bien de te parler de ton œ uvre; mais tu sais que, dans la vie morale de plusieurs de tes amis, chacun de tes livres, depuis le Caliban de 1928, aura marqué une date. E t ceci me frappe, que je ne peux taire. La vie n ’a pas été longue à te faire connaître ses absurdités et ses injustices: et les années qui auraient dû être les plus belles de ta jeunesse, la guerre te les a prises. P ourtant ta confiance dans l’homme n ’a jam ais fai­ bli, ni même peut-être dans les choses. Les historiens des lettres verront en toi l’héritier des hum anistes de la Renaissance et des « philosophes des lumières ». Sans doute; mais je crois que, dans les études qu’ils te consacreront, ils n ’auraient pas to rt de réserver un chapitre, un bon chapitre, copieux et cordial, à la gaîté qui est l’une de tes forces, à ce rire ascendant et m agni­ fique qui soudain jaillit de toi et te perm et de prendre sur la laideur et sur la sottise de si belles revanches.

A tes confrères du monde des lettres se sont joints, d’un seul élan, avec nos Directeurs, tous tes collègues de l’Inspection générale. En leur nom, je voudrais t ’assurer du souvenir affec­ tueux qu’ils te gardent. Nous étions très fiers de toi, et, pour ma

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part, lorsqu’on me dem andait, ces dernières années, quels étaient les inspecteurs généraux de lettres, je dois avouer que, pour glisser dans mon énum ération ton nom précédé de ton prénom, je prenais un air si naturel, un ton si détaché que les profanes pouvaient croire que, dans ce docte corps, nous étions tous au­ ta n t de Jean Guéhenno.

Il me faut p o u rtan t revenir à cette épée. Ceux qui l’ont conçue, et en particulier le grand artiste qu’est Lucien Coutaud, ont pen­ sé qu’ils iraient à rencontre de ton goût s’ils en transform aient la garde, le pommeau, la fusée, l’écusson en au tan t de devinettes d’un symbolisme obscur. Ils ont cru répondre, au contraire, à ton vœu profond en évoquant seulem ent ceux de qui tu es né, que tu portes en toi et qui vivent dans ton œ uvre: une feuille de fougère, une allusion à la canne de compagnon de ton père, rien de plus; mais il fallait que fût rappelée, discrètem ent,'clai­ rem ent, cette fidélité qui est ta marque propre.

Il me semble que c’est à Jean-Marie qu’il appartient de te rem ettre cette épée. Nous ne te séparons ni de Mme Jean Guéhenno, ni de tes enfants dans nos compliments et dans nos

vœux.

Suivant la délicate pensée de M. l’Inspecteur Général Clarac, M. Guéhenno reçoit l’épée des m ains de son fils Jean-Marie, au milieu des applaudissements.

Après les photos traditionnelles, M. Lavoquer, directeur du journal Libération-Champagne de Troyes, s’adresse alors, son­

geant à Anatole France et à la Rôtisserie de la Reine Pédauque, à son « bon m aître », M. Jean Guéhenno.

Notre collègue Barloy, du Lycée Janson-de-Sailly, lui succède, lisant le texte ci-dessous, qui amuse beaucoup les assistants :

Cher Monsieur Guéhenno,

Du tem ps que vous n ’étiez encore qu’un misérable mortel, vous fûtes mon Inspecteur général: je vous dois deux visites. Mon­ sieur l’Inspecteur ! Vous aviez été précédem m ent mon profes­ seur de khâgne: pendant trois ans, cher M aitre, au Lycée Laka- nal, oû brillait alors parm i vos élèves ce pauvre Arm and Robin, notre second Verlaine.

Après ta n t de contacts lointains ou proches, je vous revois en ce grand jour toujours le même et — pour parodier un vers fameux — tel qu’enfin l’im m ortalité ne vous a pas changé. Com­ me m ’est présente ici en vous la silhouette familière de celui que nous appelions « le M aître Jean »: ample m anteau, ample cache-nez rejeté sur l’épaule, chapeau plat à large bord, le pas vif et menu, le front doucement incliné sous le poids de la pensée !

E t c’est plus précisém ent avec l’accent du khâgneux que je ■voudrais joindre ipa voix à celle de m on collègue Carré. Vous aimiez dire, cher M aître, à propos de Voltaire, — et je vous cite — qu’ « il existe des hommes pour qui l’irrespect est la règle ». Les khâgneux, vous le savez par expérience, sont de ces gens-là; maïs leur irrespect ne dépasse pas les familiarités ano­ dines de l’affectueux canular. Perm ettez donc ici à im khâgneux, qui a déjà prononcé le m ot de parodie, d’intervertir les rôles et

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de rédiger à l’adresse de son ancien professeur, de son ancien Inspecteur général, le rapport d’ « inspection pastiche » que lui inspire un souvenir scolaire et personnel, authentiquem ent vécu.

Lycée Lakanal - Première Supérieure - Mai 1932. J’inspecte Monsieur Guéhenno en classe de Français. (Expli­ cation: La Fontaine: « Plaintes de Psyché »). Ce professeur a sim plem ent le génie de l’explication française. Son commentaire est une attachante et continuelle révélation pour ses élèves; il semble que c’en soit une aussi pour le m aître lui-même qui, expliquant sans doute ce texte pour la vingtièm e fois, paraît le redécouvrir à chaque m ot : jugem ent tout de rigueur et de nuan­ ces, intérêt passionné, ferveur incantatoire, fo n t tour à tour renaître un délicieux poème à la fraîcheur première de son ins­ piration. C’est proprement un charme.

Je n ’adresserai à ce grand professeur qu’uri seul reproche : (vous savez. Mesdames, Messieurs, que le rapport d’inspection, ce petit genre littéraire à forme fixe, fort prisé de nos hauts fonc­ tionnaires de l’Education Nationale, ne s’entend pas sans un adroit équilibre de l’éloge et de la critique: sans doute... mais...) pourquoi, quand l’un des élèves interrogés (c’était moi-même, qui, assez désemparé, invoquais les notes de quelque vieux Marcou 1880) cita, fort à propos. Monsieur Victor de Laprade, en faisant suivre ce nom de la m ention « de l’Académie Française », pour­ quoi, Monsieur le Professeur, sur votre visage, ce large et irrévé­ rencieux sourire ? Que diable, il ne faut jamais dire: « Fontaine- Académie, on ne boira jamais de ton Guéhen...no ! »

Enfin M. André Chamson, de l’Académie Française, évoque sa longue amitié avec M. Guéhenno, et entre autres souvenirs, le tem ps de l’hebdom adaire Vendredi. C’est alors que notre ancien professeur exprime ses rem erciem ents dans une allocution dont voici l’essentiel (1).

M. Guéhenno fait part tout d’abord de son émotion en décla­ ra n t; « J ’ai beaucoup parlé dans ma vie, mais sans doute ce soir parlerai-je le plus mal... »

Après avoir exprimé ses remerciem ents à tous et plus particu­ lièrement à MM. Chamson et Mauriac, de l’Académie Française,

(1) Que nos camarades qui liront ces lignes, com prennent qu’il s ’agit de notes prises très rapidem ent et qu’elles ne peuvent ren­ dre l’atm osphère d’am itié et de cordialité (un m ot dans lequel il y a cœur) qui a marqué l’allocution de notre ancien professeur.

A. THUIZAT. - J.M. REFEUIL. Les signataires de cet article tiennent à exprim er leurs vifs remerciem ents à M. Guéhenno, de l’Académie Française, à M. rinspæ cteur Général Clarac, et à leur collègue Barloy qui les on t autorisés à reproduire le texte des allocutions et ont bien voulu revoir les épreuves.

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à M. l’Inspecteur Général Clarac, à M. Blanzat des Editions Gal­ limard, organisateur de la cérémonie, à M. Contaud, l’artiste qui a réalisé son épée, notre ancien professeur entreprend l’éloge de 1 am itié « à laquelle je crois, dit-il, à laquelle j ’ai eu raison de croire ; mes amis, mes élèves de tous mes âges, de toute ma vie, réunis ce soir, en portent témoignage ». Il ajoute combien cette ^ i t i é lui a été précieuse, ainsi qu’aux hommes de sa génération éprouvée par la guerre. M. Guéhenno développe ensuite le thèm e du m étier : « Je fus professeur, ce fu t m on plus grand et mon plus beau m étier; mes élèves m ’ont interdit de vieillir par leurs exigences et leur curiosité; certes ils « dévorent » en quelque sorte le m aître, mais être ainsi « dévoré » est un bonheur ».

Il continue ; « Je fus Inspecteur Général et fort gêné de de­ voir toujours juger, mais ce m étier m aintient de grandes choses dans l’Université et que serait-elle sans lui ? »

M. Guéhenno poursuit : « Je suis écrivain ; pour moi, la litté­ ra tu re n e s t pas, ne fut jam ais un je u ; homme de lettres, c’est une expression calquée sur homme d’armes, mais les lettres sont une arme plus belle et plus forte, car elles servent la vérité ».

Enfin, à propos de son épée, M. Guéhenno rem arque que son am i Coutaud, artiste, est aussi artisan fréquentant et aim ant les compagnons, comme l’était son père.

C’est alors le m om ent le plus ém ouvant où l’Académicien évo­ que le souvenir de Jean-Marie Guéhenno, dit Pontivy-ladustice : « Cette épée justem ent symbofise la canne de compagnon qui fu t cele de mon père et que j ’ai conservée ; homme de m étier, homme de devoir, c’est lui qui entre à l’Académie et cette épée ou plutôt cette canne de compagnon, ne peut servir qu’aux œuvres de paix ».

Ne pouvant dominer son émotion, notre ancien professeur con­ clut en rem erciant une dernière fois l’assistance et il ajoute : « la sincérité interdit d’exprimer tout ce qu’on voudrait dire. Par- donnez-moi ».

Alors éclatent dans la salle de vifs applaudissem ents qui m ar­ quent la fin de la cérémonie, d’une grande simplicité.

Après les applaudissements, chacun s’empresse autour du nou­ vel Académicien. Au nom de l’Amicale, Président et Secrétaire général félicitent M. Guéhenno, l’assurent de leur affectueux respect et présentent leurs hommages à Mme Guéhenno qui se tien t à ses côtés. Notre ancien professeur, très ému par ces m ar­ ques de sym pathie, les prie de transm ettre à. tous les anciens de l’E.N.S.E.T. l’expression de son très amical et très fidèle sou­ venir.

M. Guéhenno, reçu solennellem ent à l’.A.cadémie Française le jeudi 6 décembre, a prononcé l’éloge de son prédécesseur Emile H enriot. M. C hastenet lui a répondu. Suivant son habitude, le journal Le Monde a publié le texte intégral des discours dans son num éro daté du 7 décembre.

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fwuiéc d*€tude& du Atctc^tedi 11 Clwul 1962

oftgwtidée à t^eccoMon du

CinquatUenavte. de TE.N.S.E.T.

PROSPECTIVE et ENSEIGNEMENT

p a r M - . G e o r g e s G U É R O N

Directeur du Service des Etudes au Centre d’Etudes Prospectives

Association Gaston Berger

Mo n s i e u r le Di r e c t e u r, Me s d a m e s, Me s s i e u r s,

Lorsque les organisateurs de la journée d’étude qui nous réu­ n it ici m ’on t convié à y participer, je leur ai exprimé combien je ressentais l’honneur qu’ils me faisaient, mais combien aussi mon intervention me paraissait a priori insolite. Je n ’appartiens en effet n i à l’Université n i à l’Enseignem ent technique, et to u t ce que je peux m ’efforcer de faire est de vous apporter un témoi­ gnage sur la m anière dont, de l’extérieur, peuvent être considérés vos actions et vos problèmes.

Ce témoignage sera celui d’u n conseiller de synthèse — telle est la fonction que j ’exerce, auprès de responsables de l’indus­ trie, du commerce, de l’agriculture ou de la fonction publique — ayant collaboré au Centre de Prospective depuis qu’il fut fondé en 1957 par G aston Berger, alors directeur général de l’Ensei­ gnement supérieur, et par le docteur Gros, président de la So­ ciété des Conseillers de Synthèse.

Dans cette double fonction — celle de Conseiller de Synthèse et celle de Directeur du Service des Etudes au Centre de Pros­ pective — je me trouve associé à une recherche perm anente à propos de l’action, du sens et de la finalité de l’action, des condi­ tions de l’action.

Cette recherche, il fau t le dire d’emblée, ne vise à form er ni un système, n i une doctrine, ni une idéologie, pas plus qu’à se rattach er à aucun système, à aucune doctrine, à aucune idéo­ logie : elle s’attache à bénéficier de l’expérience de véritables res­ ponsables, non pas pour accum uler des connaissances ou les ordonner de manière purem ent intellectuelle, mais pour perce­

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voir les situations réelles, concrètes, dans lesquelles sont placés les nommes d ’action.

Son but est, d’une part, d’arriver à dégager avec eux, en même tem ps qu’eux, les éléments qui peuvent perm ettre .de proposer, en term es aussi simples que possible, une hiérarchie des problèmes auxquels ils sont confrontés et, d’autre part, de définir une atti­ tude pour l’action, tournée vers l’avenir, grâce à laquelle ces responsables puissent peser sur l’événement, l’infléchir au lieu de le subir, réaliser des projets conçus et étudiés en fonction des hommes, au lieu de répondre ta n t bien que mal aux consé­ quences inattendues du développement des techniques.

Une telle recherche est rendue d’au tan t plus nécessaire que nous entrons dans une ère de l’hum anité très différente de ce que furent les précédentes. Nos problèmes ont en effet une di­ mension différente de celle des problèmes passés; l’accélération des changem ents s’accroît; la complexité des solutions aug­ mente.

Ce sont des vérités premières que j ’énonce là. Je voudrais tout de même vous donner quelques exemples qui perm ettent de les mieux sentir.

Que la dimension des problèmes augmente, c’est tout à fait certain à p artir du m om ent où les techniques mises en oeuvre exigent et des investissem ents en m atériels et des investisse­ m ents en hommes d’un autre ordre de grandeur. Il est certain qu’on ne peut pas développer l’énergie atomique à l’échelle de pays comme le Luxembourg, la Belgique ou la Hollande. L’un des m otifs de la construction de l’Europe, c’est probablem ent le besoin d’une énergie atomique. Lorsqu’on envisagera l’astronau­ tique, il est probable que des organisations mondiales seront nécessaires.

Déjà, on l’a bien vu avec le projet OZMA. C’est le projet pour lequel les Américains ont récem m ent dégagé des crédits et qui consiste à se m ettre à l’écoute d’autres mondes éventuellem ent habités. Les ten an ts de ce projet se sont indignés que le satellite « Midas » ait pour objet de lâcher autour de la Terre une cein­ tu re de paillettes de cuivre qui risqueraient de brouiller les messages qu’ils essaient de recevoir. Voilà un exemple du fait que ces techniques appellent des problèmes qui sont à l’échelle mondiale, qui ne se règlent plus dans le cadre de la nation, ni même dans celui d’une partie du monde.

Mais de qui est im portant, c’est de souligner combien, à p artir d’une certaine dimension, les problèmes changent de n ature en même tem ps que d’échelle. La technique même y pousse car derrière l’énergie atomique, derrière l’astronautique — q u i’sont pour l’in sta n t les techniques les plus m odernes dans le domaine mécanique — nous voyons bien arriver, sans que les applications en soient encore considérables — mais peut-être sont-elles pro­ chaines les techniques qui dériveront de l’avance de sciences comme la biologie et la psychologie, celles-là m ettan t en jeu non pas des choses inanimées, mais les hommes eux-mêmes.

La mise en condition, le lavage de cerveau, le bébé-éprouvette com m encent à poser des problèmes d’une nature très différente de celle que pouvait poser même la bombe d’Hiroshim a

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A quel point, à quel m om ent faut-il que la curiosité scienti­ fique s’applique à des problèmes qui m etten t en cause fondamen­ talem ent ce qui avait toujours été réservé à l’éthique ?

E n dehors même de ces sciences ou de ces techniques dont les conséquences vont modifier les attitudes hum aines, ce qu’U fa u t noter c’est qu’à p a rtir d’une certaine dimension, la n a tu re des problèmes se modifie.

J ’ai déjà cité dans cette salle — et je n ’hésite pas à le repren­ dre — l’exemple de l’automobile, comme l’un des plus caracté­ ristiques. Lorsque, au Centre de Prospective, on a cherché à pré­ ciser la différence entre « prévision » et « prospective », l’auto- mobUe avait été proposée comme l’un des élém ents de réflexion car la prévision est extrêm em ent bien faite, en m atière d’auto­ mobile, en France. Jusqu’en 1975, avec u n pourcentage d’erreur extrêm em ent faible, on peut prévoir et ce que sera le dévelop­ pem ent du m arché (il y a des quantités de gens qui souhaitent acheter une automobile e t qui seront en é tat de le faire) et le développement des productions, car les producteurs d’acier, de verre, de caoutchouc, d’essence fo n t le nécessaire pour que ces acheteurs fu tu rs d’automobiles puissent satisfaire les besoins nouveaux qui se m anifesteront.

Mais si ces automobiles veulent continuer à traverser Paris, sera-t-on obligé de démolir la ville ? Ce problème déborde le cham p de la prévision pour en trer déjà dans le domaine de la prospective, car cela veut dire qu’un certain progrès doit être « payé » et qu’il faut déterm iner le prix qu’on accepte de le payer.

Lorsqu’on m o ntrait les réalisations américaines à M. K hroucht­ chev — lors du voyage effectué aux Etats-Unis, il y a deux ans m aintenant — il répondait, d’une m anière assez uniforme, ou bien : « Nous avons la même chose en Russie »; ou bien : « Nous aurons la même chose en 1964 — ou en 1980. » Mais de­ vant la riche palette des automobiles, il fit une réponse diffé­ rente : « En Russie, nous n ’avons pas besoin d’automobiles... » Si l’on essaie de com prendre la réaction de M. K hrouchtchev et si, d’autre part, on étudie le phénom ène de l’automobile aux Etats- Unis, on s’aperçoit que 90 % de la puissance installée se trouve sous le capot des automobiles : l’ensemble des centrales électri­ ques, des usines actionnées p ar les chutes d’eau, des avions, des locomotives, des bateaux, des m oteurs qui sont dans les usi­ nes et qui travaillent à pleine charge — souvent vingt-quatre heures par jour — tout cela ne représente que le ^x ièm e de la « puissance installée des automobiles » qui travaillent une ou deux heures par jour, à tran sp o rter « 100 ou 200 kilos d’hom­ mes » entourés de 600, 700 ou 800 küos de fer, de verre et de caoutchouc.

C’est un gaspillage tout à fait extraordinaire et qui répond cependant à un désir m anifeste des hommes qui veulent avoir, avec « leur » automobile, l’autonomie, la liberté, la puissance que confèrent la propriété et l’usage de l’automobile.

Ainsi peut-on dire que les problèmes de l’automobile ne sont plus de savoir construire im motemr, de m onter des chaînes, car on sait com m ent cela se fait. Mais au m om ent où toutes les

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solutions techniques ont été trouvées et réunies, le problème change de natu re : il devient un problème hum ain. Est-il raison­ nable de m ettre 90 de la puissance installée d’un pays dans les automobiles pour avoir ce sentim ent de liberté et d’autono­ mie ? Est-il plus sage — comme le veut M. Khrouchtchev — de n e pas fournir ce plaisir aux habitants d’un grand pays pour éviter un tel gaspillage ? Ce n ’est pas un problème technique, c ’est u n problème hum ain et c’est cela qui est, je crois, l’un des élém ents im portants de changem ent du monde actuel. Derrière la solution des problèmes techniques apparaissent les problèmes hum ains.

Lorsqu’on envisage l’autre forme de changem ent que je vous citais tout à l’heure, c’est-àrdire l’accélération des changem ents, on se trouve devant u n phénom ène du même ordre.

Prenons la science économique ; pendant longtemps, elle a consisté à décrire des équilibres économiques. On décrivait com­ m ent, sur un marché, se form ait un prix, l’équilibre s’établissant e n tre les offres et les demandes. On expliquait com m ent l’équi­ libre entre le revenu national, l’investissem ent, l’é p a r ^ e , les be­ soins des familles créait une certaine position... C’était pour un m onde stable, que ces descriptions, ces équilibres avaient un sens profond.

Mais vous voyez apparaître aujourd’hui et vous lisez constam ­ m en t dans la presse que ce qui est préoccupant, c’est u n autre phénom ène que celui de l’équilibre ou du déséquilibre économi­ que, c’est celui de la croissance économique : on vous dit, par exemple, que le Plan vient d’adopter, après longue réflexion, im taux de croissance économique en France de 5,5 % par an, ou que, dans certains pays, le taux est trop bas alors qu’ailleurs il e s t très élevé...

Qu’est-ce que cela veut dire ? Que, dans une vie d’homme — qui est m aintenant de l’ordre de deux fois ce qu’elle était il y a n n e centaine d’années — les situations économiques ne peuvent pas être décrites une fois pour toutes ; elles ne sont plus stables e t elles vont être marquées par des changem ents très profonds, c a r un taux comme celui que je vous indique conduit à une am élioration du revenu national de 25 % en quelques années. S ’il est m aintenu au long d’une vie active d’homme, sur trente, trente-cinq ou quarante ans, cela représente des changem ents fondam entaux pour l’ensemble des hommes, et puisqu’il s’avère que l’on arrive sinon à comm ander, du m oins à influencer cette croissance économique, on doit alors agir sur les com portem ents hum ains qui s’y opposent plus que les difficultés techniques.

Qu’on t répondu les m ineurs de Decazeville à la proposition de passer à des secteurs qui perm ettent une croissance économique meilleure que l’exploitation des m ines ? Ils on t répondu qu’ils n e voulaient pas changer d’h ab itat; ils n ’ont pas répondu par des argum ents techniques; ils on t fourni la description d’une situation hum aine à laquelle ils étaient attachés et qu’ils vou­ laien t conserver.

E t le principal de tous les freins à la croissance économique, je crois que je n ’ai pas besoin de vous le dire, c’est le problème de la form ation : qui form er pour la croissance économique.

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c’est-à-dire pour tenir, dans dix, quinze, vingt ans, les postes techniques qui devront être pourvus ? Comment former des hommes qui, dans quinze ou vingt ans, tiendront des postes dont nous sommes bien incapables de prévoir la description et le nombre ? Qui, il y a quinze ans, pouvait affirmer que, cette année même, aux Etats-Unis on a besoin, pour l’astronautique, d’em­ baucher 4 500 ingénieurs d’électronique ? Qui les a formés ? Qui aurait pu présider à cette form ation ?

D’autre part, cette croissance économique n ’est-elle pas des­ tinée, dans nos idées comme dans celles de nos dirigeants, non pas seulement à accroître la puissance matérielle des groupes nationaux que nous formons, mais aussi à accroître le bonheur de chacun d’entre nous ? E t à ce m oment, ce n ’est pas seule­ m ent la form ation technique qu’il y a lieu d’envisager, la forma­ tion pour une fonction qu’on rem plira dans la société, c’est aussi la form ation de la personne qui pourra non seulement s’adapter à ces changem ents incroyablement profonds et rapides, mais être heureuse dans ce monde mobile.

Là encore, la « rapidité des changem ents » conduit à poser des problèmes hum ains.

La complexité des situations et des solutions devient, elle aussi, extrême. Prenons encore un exemple : quel problème plus simple que celui de la recherche scientifique il y a deux cents ans ! Quand Newton, sous son arbre, regardait tom ber une pomme, écrivait un certain nombre d’équations, correspondait avec un certain nombre de grands esprits qui étaient des hom­ mes isolés, capables d’une réflexion attentive, entièrem ent libres de se laisser m ener par leur curoisité dans leur recherche, il y avait alors une com m unauté internationale des savants, compo­ sée de « personnes ».

Mais que nous dirait aujourd’hui un physicien sur la façon dont il poursuit une recherche en utilisant le C.E.R.N. (1) ? II nous dirait que, trois ans d’avance, un (Comité, à Genève, en fonction des délégations qu’il tient de treize nations, lui a donné la possibilité d’utiliser le grand accélérateur de 30 milliards d’électrons-volts pendant dix jours et que, par conséquent, il doit préparer trois ans d’avance une série d’expériences qui auront lieu à une date fixée, ni après ni avant cette date, pour respecter un planning d’emploi... E t que veut dire « préparer des expé­ riences » ? Cela veut dire : comm ander des matériels, s’entendre avec des fabricants, m ettre au point u n certain nombre de tech­ niques, approvisionner les deux cent mille plaques photogra­ phiques qui vont perm ettre de faire deux cent mille clichés, dépouiller ces élém ents sur u n m atériel électronique. E t cela avec quel budget ? Celui que l’E ta t voudra bien lui fournir. Il est dans une position qui n ’a plus rien de comparable avec celle d’un homme isolé, assouvissant sa curiosité personnelle avec les moyens de n ’im porte quel homme privé; il est entré dans un système qui est complexe, encore plus complexe qu’il n ’y paraît à cette première description, car ces budgets, ces autorisations de faire des expériences, on ne les lui donnera que rarem ent

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pour une recherche fondam entale ; on les lui dorinera généra­ lem ent à propos d’une recherche visant ime application déter­ minée qui entre dans les program m es de recherches stratégiques ou de recherches industrielles de son pays.

E n trer dans cette complexité, se soum ettre aux contraintes qu’elle exige, cela doit se payer ou être payé par d’autres formes de liberté. S’il n ’y avait de nouvelles contraintes que pour une efficacité purem ent technique, cela n ’am ait plus de sens hum ain ; pour que cela retrouve u n sens, il faut qu’il y ait u n certain nom­ bre de libertés qui viennent corriger ou compenser ces nouvelles contraintes, c’est-à-dire que nous trouvons actuellem ent des quantités de scientifiques à la recherche d’une « éthique de la recherche » et que nous retom bons dans cet exemple sur des attitu d es hum aines.

Toute l’évolution n ’a pas le caractère évident, l’aspect systé­ m atique que prend en ce m om ent u n exposé forcém ent schém a­ tique. Je crois que la natu re même de l’évolution est complexe car si nos sociétés se modifient, si les techniques changerit, si les connaissances avancent, si les solutions deviennent difficiles, il y a, par contre, un élément qui, lui, ne change pas j c’est 1 homme. Nous avons sensiblement la même taille et le même poids, exac­ tem en t le même nom bre de cellules dans nos cerveaux et le même système optique au fond de n otre œil que nos ancetres de Cro-Magnon et il est naturel qu’à p artir du m om ent où des changem ents très profonds, très rapides et qui exigent une com­ plexité considérable se produisent, U est norm al que nous trou­ vions une limite à notre adaptabilité. Celle-ci est certes très grande, mais nous en atteignons constam m ent en ce m om ent les limites et c’est pourquoi les problèmes hum ains sont si fin- portants, c’est pourquoi les problèmes de form ation apparaissent chaque fois que l’on essaie d’examiner u n des grands problèmes du monde actuel.

Comment avons-nous essayé, dans l’une des sections de notre petite Société des Conseillers de Synthèse ou au Centre de Pros­ pective, de poursuivre cette recherche dont je vous parlais ?

Nous l’avons fait en abordant des sujets très larges, sous leurs aspects les plus généraux, et en essayant d’arriver à des notions claires et simples d’une hiérarchie des problèmes qu’ils soulèvent.

Je vais là aussi vous donner quelques exemples qui nous con­ d u iro n t au sujet réel que j ’ai à traiter devant vous, c’es^à^dlre « Prospective et Education » ou « Prospective et Enseignem ent ».

Dans l’u n des groupes de travail de « Prospective », on avait étudié les rapports de l’Occident avec le reste du monde et cela nous avait conduit à dégager cette notion — que G aston Berger exprim ait très fortem ent — que nous ne pouvions plus examiner de tels problèmes, sans distinguer ce qu’il appelait, d’une m am ere schématique, les « valeurs de civilisation » et les « valeurs de culture ».

Sous le nom de « valeurs de civilisation », il groupait toutes ces valeurs objectives qui on t vocation à être universelles, en particulier la science et la technique. Il est certain que deux et deux font quatre en Chine comme aux Etats-Unis, et qu’une usine de cim ent construite à Vancouver a la même valeur qu’une usine de cim ent construite à Bombay, à très peu de chose près

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— la productivité de telle ou telle catégorie de population, des questions de transport — meiis à ceci près, c’est bien la même valeur. Au contraire, un R em brandt et une copie de R em brandt ri ont pas la meme valeur, jam ais ni nulle part, parce qu’il s’agit la de ce que Gaston Berger appelait « valeurs de culture », qui sont des valeurs subjectives, dont ce n ’est pas l’universalité qui lait la profonde richesse, m ais au contraire la diversité. Il y a un ^ t rom an parce qu’il y a beaucoup de cathédrales rom anes dont pas une n est semblable à aucune autre, et si les valeurs de civilisation se tran sm etten t à l’identique, n ’ont qu’à être copiées repetées, faites en chaîne, au contraire les valeurs de culture sé tran sm etten t par influence, ce qui prend beaucoup plus de temps.

La conclusion de notre étude, c’est au fond que les pays du tiers monde nous dem andent actuellem ent de leur fournir des valeurs de civilisation : l’efflcacité technique, l’équipement qui nous perm et d’atteindre ce niveau de richesse, ce niveau de vie dont nous sommes d’ailleurs les bénéficiaires. Mais ils ne nous dem andent pas les valeurs de culture. Ils entendent bien conser­ ver leur langue, leur poésie, leur religion, ce qui caractérise leurs groupes et leurs façons d’être, et le problème est de savoir si on peut transférer les valeurs de civilisation sans faire éclater les structures sur lesquelles reposent les valeurs de culture.

Je crois que les notions de ce genre, qui ont été dégagées su r un problème comme les rapports de l’Occident avec le reste du monde, ont uri rapport avec les problèmes de form ation. Car, je vous le disais tout à l’heure, de plus en plus nous allons de-’ m ander à ceux qui en tren t aujourd’hui dans la vie de rem plir des fonctions sociales qui ont des rapports avec cette notion de valeur de civilisation. Ils vont être des techniciens de l’industrie vont avoir d’ailleurs à se « recycler », à m ettre à jo u r leurs con­ naissances et vont avoir à faire appel, dans leurs fonctions sociales, à ces valeurs de civilisation.

E t puis, ils auront une vie personnelle qu’il faudra équilibrer avec cette vie fonctionnelle et qui sera axée surtout sur les va­ leurs de culture.

Jusqu’à présent, cette distinction n ’avait pas tellem ent besoin d’être faite, car lorsqu’on préparait un homme du mieux possi­ ble, qu’on lui avait donné dans son enfance et jusqu’à sa m atu­ rité la form ation dite classique, on l’avait rendu apte à vivre le mieux possible dans la société, on l’avait préparé à sa vie fonc­ tionnelle en même tem ps qu’à sa vie personnelle. A p artir du m om ent où, au contraire, cette séparation existera, c’est un pro­ blème fondam ental, mais nouveau, de l’éducation que nous allons voir apparaître.

S’il y a deux formes de vie qui ne seront pas constam m ent reliées — parce que l’une, la vie fonctionnelle, participera davan­ tage aux changem ents de dimension, à l’accélération, à la com­ plexité des problèmes, alors que l’autre, la vie personnelle de chacun, y participera d’une autre manière, peut-être moindre _ alors peut-être le fondem ent même de ce que nous appelons l’éducation est-il à réviser.

De la même m anière, lorsque nous avons étudié le progrès scientifique et technique et la condition de l’homme, nous avons bien vu qu’il était relativem ent facile de transférer des connais­

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