• Aucun résultat trouvé

La représentation des différents acteurs concernant les tâches d’orientation

professionnalisation des acteurs pour

A. La représentation des différents acteurs concernant les tâches d’orientation

Para avaliação da guanilato ciclase solúvel (GMPc) no efeito protetor da via HO- 1/biliverdina/CO, os animais foram tratados com ODQ (um inibidor da enzima guanilato ciclase solúvel) na dose de 12,5 mg/Kg, ou salina por gavagem. Trinta minutos depois da administração do ODQ, os camundongos foram tratados com hemina (3,0 mg/kg), biliverdina (3,0 mg/kg) ou DMDC (12,5 µmol/Kg), por via intraperitoneal. Os grupos controles receberam apenas a solução salina ou INDO ou hemina, biliverdina e DMDC associado a INDO. Após 30 min, a lesão gástrica foi induzida pela administração de INDO, por gavagem, na dose de 30 mg/Kg. Três horas após a administração de INDO, os camundongos foram sacrificados por deslocamento cervical e os estômagos foram rapidamente removidos e abertos ao longo da grande curvatura para avaliação das lesões gástricas, de acordo com a metodologia descrita na seção anterior utilizando um

paquímetro digital e uma lupa com aumento de cerca de 3X. O índice de lesão (I.L.) foi considerado como a somatória das extensões de todas as erosões encontradas na mucosa do órgão (SANTUCCI et al., 1994). A seguir, amostras do estômago foram retiradas, pesadas e congeladas a -70 graus para dosagem mieloperoxidase (MPO), malondialdeído (MDA) e glutationa reduzida (GSH).

4.12. PAPEL DA NO SINTASE NO EFEITO PROTETOR DA HEMINA, BILIVERDINA OU DO DECACARBONIL DIMANGANÊS (DMDC) NA LESÃO GÁSTRICA INDUZIDA POR ETANOL EM CAMUNDONGOS.

L-NAME, um inibidor não seletivo da enzima óxido nítrico sintase (NOS), foi utilizado para verificar a participação do óxido nítrico (NO) no efeito protetor da hemina, biliverdina ou DMDC. L-NAME, na dose de 3,0 mg/Kg, ou salina foram administrados por intraperitoneal, trinta minutos antes da administração de hemina (3,0 mg/kg), biliverdina (3,0 mg/kg) ou DMDC (12,5 µ mol/Kg), por via intraperitoneal. Após 1 hora da administração de L-NAME, etanol 50% (0,5 ml/Kg) foi administrado por gavagem, para induzir a lesão gástrica. Os grupos controles receberam apenas a solução salina ou etanol 50%. Uma hora após a adição do etanol, os camundongos foram sacrificados por deslocamento cervical e os estômagos foram rapidamente removidos e abertos ao longo da grande curvatura para avaliação das lesões gástricas, de acordo com a metodologia descrita na seção anterior utilizando um programa de planimetria computadorizada (Image J). A seguir, amostras do estômago foram retiradas, pesadas e congeladas a -70 graus para posterior dosagem de malondialdeído (MDA) e glutationa reduzida (GSH).

4.13. PAPEL DA NO SINTASE NO EFEITO PROTETOR DA HEMINA, BILIVERDINA OU DO DECACARBONIL DIMANGANÊS (DMDC) NA LESÃO GÁSTRICA INDUZIDA POR INDOMETACINA (INDO) EM CAMUNDONGOS.

Para determinar o envolvimento da enzima óxido nítrico sintase (NOS) na gastroproteção induzida pela hemina, biliverdina ou DMDC, os animais foram pré-tratados com L-NAME, um inibidor não seletivo da NOS, na dose de 3,0 mg/Kg. L-NAME foi administrado por intraperitoneal, trinta minutos antes da administração de hemina (3,0 mg/kg), biliverdina (3,0 mg/kg) ou DMDC (12,5 µmol/Kg), por via intraperitoneal. Após 1 hora da administração de L-NAME, INDO (30 mg/Kg) foi administrado por gavagem, para induzir a lesão gástrica. Os grupos controles receberam apenas a solução salina ou INDO ou hemina, biliverdina e DMDC associado a INDO. Três horas após a administração de INDO, os camundongos foram sacrificados por deslocamento cervical e os estômagos foram rapidamente removidos e abertos ao longo da grande curvatura para avaliação das lesões gástricas, de acordo com a metodologia descrita na seção anterior utilizando um paquímetro digital e uma lupa com aumento de cerca de 3X. O índice de lesão (I.L.) foi considerado como a somatória das extensões de todas as erosões encontradas na mucosa do órgão (SANTUCCI et al., 1994). A seguir, amostras do estômago foram retiradas, pesadas e congeladas a -70 graus para dosagem mieloperoxidase (MPO), malondialdeído (MDA) e glutationa reduzida (GSH).

4.14. DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE MALONDIALDEÍDO (MDA) NA MUCOSA GÁSTRICA DE CAMUNDONGOS.

Os níveis de malondialdeído na mucosa gástrica foram determinados pelo método de Uchiyama e Mihara (1978). Fragmentos da mucosa gástrica de camundongos submetidos aos tratamentos citados anteriormente foram homogeneizados com KCl gelado 1.15% para obtenção de um homogenato à 10% . Meio mililitro (0,5ml) do homogenato foi pipetado dentro de um tubo de centrífuga de 10 ml, contendo 3 ml de H3PO4 (1%) e 1 ml

de uma solução aquosa de ácido tiobarbitúrico aquoso (0,6%). Posteriormente, os tubos foram aquecidos, por um período de 45 minutos, em um banho de água fervendo e a mistura reacional foi, então, resfriada em um banho de água gelada, seguida da adição de 4 ml de n-butanol. Após a adição de n-butanol, as amostras foram agitadas por 40 segundos em um misturador "vortex", e depois centrifugados a 1200 xg, por um período de 10 minutos. O sobrenadante foi mensurado a uma absorbância de 520 e 535 nm, em espectrofotômetro. Os resultados foram expressos em nmol/g de tecido gástrico.

4.15. DETERMINAÇÃO DOS NÍVEIS DE GLUTATIONA REDUZIDA (GSH) NA MUCOSA GÁSTRICA DE CAMUNDONGOS.

A dosagem de GSH foi realizada através determinação dos grupos sufidrílicos não protéicos (glutationa), de acordo com a metodologia descrita por Sedlak & Lindsay (SEDLAK & LINDSAY, 1968), das amostras de tecidos gástricos de camundongos submetidos aos tratamentos anteriores citado. A determinação do GSH baseia-se na reação do DTNB, com o tiol livre originando o ácido 2-nitro-5-tiobenzóico. Inicialmente, 50-100 mg da mucosa gástrica foi homogeneizado em EDTA 0,02 M (1 ml/100 g de tecido)

gelado. A uma alíquota de 400 µl do homogenato foi adicionado 320 µl de água destilada, e 80 µl de ácido tricloroacético (TCA) a 50%. Em seguida o material foi centrifugado a 3000 rpm por 15 minutos, seguido de agitação e filtração. Depois de centrifugado, 400 µl do sobrenadantes foram misturados a 800 µl de tampão Tris 0,4 M (pH 8.9) e, por fim, foi adicionado 20 µl de DTNB (5,5´-dithio-bis -2- ácido nitrobenzóico) a 0,01M. O material foi então agitado durante 3 minutos e a absorbância foi determina a 412 nm, em espectrofotômetro. A concentração de GSH/g de tecido foi determinada a partir de uma curva padrão de glutationa reduzida, processada de maneira semelhante. Os resultados foram expressos em µ g de GSH/g de tecido.

4.16. DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE BILIRRUBINA NA MUCOSA GÁSTRICA DE CAMUNDONGOS.

A concentração de bilirrubina na mucosa gástrica foi medida de acordo com o protocolo descrito por Foresti et al. (2003), com algumas modificações. Inicialmente, 100 mg do tecido gástrico foi homogeinezado em 1 ml de salina. A uma alíquota de 500 µl do homogenato foram adicionadas 250 mg de BaCl2 e misturado vigorosamente. Depois, 0,75

ml de benzeno foram adicionados ás amostras e imediatamente misturado em um vortex. A fase benzênica contendo a bilirrubina extraída foi separada da fase aquosa por centrifugação a 13000 g por 30 minutos. Uma curva para bilirrubina padrão foi obtida utilizando bilirrubina comercial (Labtest, Brasil). A concentração de bilirrubina nas amostras de tecido gástrico foi mensurada por espectrofotômetro e calculadas pela diferença das absorbâncias, entre 450 e 600 nm. A concentração de bilirrubina foi expressa como mg/dL.

4.17. DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE MIELOPEROXIDASE (MPO)

NA MUCOSA GÁSTRICA DE CAMUNDONGOS SUBMETIDOS À

Outline

Documents relatifs