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Filesystem Basics

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Part II: The Bioinformatics Workstation

Chapter 4. Files and Directories in Unix

4.1 Filesystem Basics

Como vimos anterio rmente, um questionário foi aplicado aos alunos sorteados para melhor compreender o universo social em que estão inseridos. Analisamos esses dados de forma comparativa.

Para esta pesquisa, fizeram parte apenas os alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Padre Alberto Fuger e da escola particular Colégio Dom Cabral. Na escola particular 50% dos sorteados estavam no 1º ano; 16,66% estavam no 2º, e; 33,33% cursavam o 3º ano. Já na escola estadual, 16,66% dos alunos eram do 1º ano; 16,66% do 2º; e, 66,66% do 3º ano.

A primeira escola em que se realizou a pesquisa foi o Colégio Dom Cabral, no dia 9 de setembro de 2008. O sorteio nessa escola assegurou a diversidade em relação ao gênero dos alunos, dos quais 66,66% eram do sexo masculino e 33,34% do feminino.

Na Escola Estadual Padre Alberto Fuger, a pesquisa foi realizada no dia 8 de outubro de 2008. O sorteio nessa escola não propiciou diversidade de gênero, visto que a maioria dos alunos eram do sexo feminino. Desse modo, 100% dos jovens que participaram da pesquisa eram do sexo feminino.

A idade dos alunos também foi variável, visto que alguns deles eram repetentes ou tinham abandonado a escola por um período. Essa variação apareceu tanto na escola particular quanto na pública. Assim, pudemos notar que a idade, muitas vezes, não coincidiu com a idade regular do aluno em determinado estágio estudantil. A idade dos alunos do Colégio Dom Cabral se restringe entre os 15 e os 17 anos. Mas é possível notar que na escola

particular, há um aluno do 2º grau do Ensino Médio que está deslocado devido sua faixa etária, que, para o segundo ano, corresponderia a 16 anos. As porcentagens das idades na escola particular correspondem: 50% com idade de 15 anos e 50% com idade de 17 anos.

Já na Escola Estadual Padre Alberto Fuger, acontece o mesmo, visto que as idades variam entre 17 e 18 anos. Mas como vimos, há uma aluna irregular no 1º grau do Ensino Médio, o que compreenderia idade regular de 15 anos para tal nível. Nesse grupo, a porcentagem das idades correspondentes são: 66,66% com 17 anos e 33,34% com 18 anos.

Por se tratar de alunos da escola pública e da escola privada, a renda familiar é bastante variável, o que deve ser levado em conta para notarmos em que estratos sociais se encontram esses alunos, e se o fator socioeconômico influencia no seu modo de observar e sintetizar as informações adquiridas nas Matérias Edificantes do Jornal Nacional. Na escola particular, 33,33% dos jovens vivem com renda familiar superior a 10 salários mínimos, 33,33% têm renda entre 9 a 10 salários e 33, 33% com renda entre 5 a 8 salários.

Outro fator que pode influenciar o modo de pensar dos jovens é a religião. Curiosamente na escola particular Colégio Dom Cabral, que é fundada e coordenada por padres Crúzios, vindos da Holanda, há um aluno de religião diferente da católica dentro de nossa amostra de pesquisa, esse dado corresponde a 16,66%.

Na escola pública estadual Padre Alberto Fuger, percebe-se que apesar de a escola ter o nome de um padre, não se nota influência religiosa, pois se trata de uma escola mantida pelo Estado. Mesmo assim, 100% dos alunos pesquisados se disseram pertencentes ao catolicismo.

De acordo com os dados coletados, a etnia não teve variação em nenhum dos dois grupos sorteados, todos os entrevistados eram brancos.

Outro ponto pesquisado foi a estrutura familiar dos jovens. È perceptível que entre os dois grupos há semelhança. Na escola particular 16,66% dos pesquisados moram com o pai, 16,66% moram com a mãe e 66,66% moram com pai e mãe. Os mesmos dados da escola partic ular se aplicam à escola estadual.

O tempo que esses alunos gastam em frente à TV é muito importante nesta pesquisa, pois é possível que o aluno que permanece bastante tempo frente a televisão, em algum momento assista ao telejornal, de que trata este trabalho. Nota-se, uma grande variação de horas frente à TV por tarde dos alunos da escola particular. A porcentagem dos alunos que assistem TV por 1 hora é 16,66%; os que assistem mais de 2 horas representam 16,66%; também correspondem a 16,66% os que assistem mais de 5 horas e os que não assistem; já os que assistem de 3 a 4 horas são 33,33%; mas há também, os que não assistem a TV, que correspondem a 16,66%.

Mesmo havendo alunos que não assistem a televisão, o número de horas gasto em frente a TV é maior na escola particular que na escola estadual, visto que há alunos que assistem a mais de 5 horas por dia. Enquanto os alunos da escola pública assistem mais de 2 horas. Na escola estadual, as porcentagens são: 66,66% que assistem por 1 hora e 33,34% que assis tem mais de 2 horas.

Para melhor compreender como os jovens analisam as Matérias Edificantes do Jornal Nacional é preciso saber se eles as vêem e com que freqüência. Dessa forma, será possível identificar a noção que o grupo tem a respeito do objeto de estudo desta pesquisa. Na escola particular, 16,66% assiste ao Jornal Nacional 5 vezes por semana; 16,66% assiste 3 vezes por semana; 33,33% não assiste, e; 33,33% assiste 2 vezes por semana.

Não é possível traçar um paralelo entre a periodicidade com que os alunos assistem ao telejornal. Mas o que podemos notar, a primeira vista, é que alguns alunos da escola particular não assistem ao telejornal. No mais, o telejornal é assistido por outros alunos pelo menos uma vez por semana. Na escola estadual 16,66% assiste 3 vezes por semana, 16,66% assiste 1 vez por semana e 66,66% assiste 2 vezes.

Faz-se necessário saber há quanto tempo os alunos assistem ao telejornal, visto que esse dado é bastante importante para percebermos se há diferença entre as compreensões dos alunos que assistem há mais e menos tempo. É possível que o aluno que assiste há mais tempo tenha uma certa facilidade em assimilar o conteúdo das informações transmitidas pelo JN, pois, já está habituado com o linguajar do telejornal. Este fato só pode ser verificado utilizando os resultados da discussão em grupo. Embora a pesquisa quantitativa aponte que 33,33% não têm o costume de assistir; 33,33% o assiste de 1 a 2 anos; 16,66% de assiste de 7 a 8 anos, e; 16,66% assiste de 2 a 3 anos.

Na escola particular se percebe que alguns alunos não têm o costume de assistir ao telejornal. Mas dentre os que assistem, há aluno que assiste há bastante tempo.

Apesar de nas duas escolas haver bastante diversidade quanto ao tempo que assistem ao Jornal Nacional, a variação na escola pública foi maior. Na escola estadual, 33,33% o assiste de 8 a 9 anos; 16,66% assiste de 1 a 2 anos; 16,66% assiste de 2 a 3 anos; 16,66% assiste de 4 a 5 anos, e; 16,66% assiste de 5 a 6 anos. É possível notar que todas as alunas pesquisadas já assistiram a mais de um ano o telejornal.

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