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Neue Bahnen auf der Bettmeralp
A n der Jahresversammlung der L u ft seilbahn Betten/Bettmeralp A G konnte V erw altungsratspräsident Auxilius S tucky K enntnis geben von dem auf N eu ja h r 1969 in Betrieb genommenen Skilift W urzenbord sowie von der Ses selbahn nach Schönbiel, die anfangs Juli dieser Saison eröffnet wurde. Gleichzeitig orientierte er über den gegenwärtig im Bau befindlichen grös seren Trainer-Skilift auf dem « G ros sen Läger ». Die rasche Entw icklung des Kurortes auf der Bettmeralp macht es ausserdem notw endig, an die E rrich tung einer eigentlichen M aterialbahn von der Talstation aus zu denken. Der V erw altungsrat erhielt nunm ehr die entsprechende Vollmacht, den ganzen Problemkreis zu studieren und allfäl lige Projekte zu unterbreiten.
Werbechefs aus ganz Europa in Brig
N ac h einer F a h rt durch G raubünden kamen die Werbechefs der europäi schen Eisenbahnen am 2. O ktober nach Brig, w o ihr Besuch vor allem dem Stockalperschloss galt. Einiges A uf sehen erregte dabei der aus der V or kriegszeit stammende Luxuswagen der Rhätischen Bahnen, m it dem sie die Reise von C hur nach Brig geniessen konnten.
Neues Kreuz auf dem Bietschhorn
D er Bergführerverein des Lötschentales h a t anfangs O ktober in vorbildlicher Gemeinschaftsarbeit auf der Königin des Tales, dem Bietschhorn, ein neues K reuz errichtet. Unser Bild zeigt die Befestigung des neuen Wahrzeichens auf dem Gipfel.
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D urch die finanzielle U nterstützung des K antons w ar es möglich, auf der Simplonstrasse den Casermetta-Tunnel vor der Wintersaison einzuweihen. Sei ne Länge w ird nicht in Kilometern gemessen, doch w er den Engpass von G ondo kennt, ist erfreut über diesen Bau. Der Tourist ist nun in dieser Gegend vor Lawinenniedergang und Steinschlag in Sicherheit.
Das Verkehrsbüro
auf Riederalp ist umgezogen
Die rasche E ntw icklung der Rieder alp als Fremdenstation brachte es mit sich, dass die bisherigen Räum lich keiten des Verkehrsbüros zu klein wurden. Seit einiger Zeit nun ist es in neue Räumlichkeiten in die N ä h e der Seilbahnstation verlegt worden.
Auftakt zum Wintersport in Randa
In nicht allzu ferner Zeit w ird die Strasse von St. N iklaus aus R a n d a er reichen ; dam it öffnen sich neue P er spektiven und neue H offnungen. Diese haben bereits ihren Niederschlag ge funden im Bau eines Skilifts, dem m ö glicherweise in kurzer Zeit ein zweiter folgen wird. M arco Volken.
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C o m m e n t on d ev ie n t cafetier
L’ap p o rt financier le plus im p o rta n t enregistré p a r notre économie vailaisanne étan t celui du tourisme, il était souhaitable que nos auto rités e t organes professionnels se penchent sur le problème de la form a tion de nos futurs hôteliers, restaurateurs et cafetiers. L’idée d’une Ecole hôtelière va'laisanne a fait bien du chemin et pren d de plus en plus forme ; la loi sur les auberges — qui occupe le G ran d Conseil depuis plus de deux ans — sera prochainem ent soumise au verdict populaire. P a rto u t on sent ce désir sincère de développer le tourisme dans le domaine du nombre de lits certes, mais surtout sur le plan q ualitatif de l’accueil que nous devons réserver à nos hôtes. La voca tion première de notre canton est hôtelière ; tout doit donc être mis en œuvre p o u r que nos futurs hôteliers soient à même de rendre le Valais toujours plus accueillant.
D ans le domaine touristique, la profession de cafetier-restaurateur est appelée à jouer un rôle de plus en plus im portant. P a r le passé, la p lu p a rt des cafés n ’étaient visités que p a r une clientèle purem ent locale qui n ’exigeait pas, de la p a r t du tenancier, des aptitudes e t des connais^- sances spéciales ; un bon vin, voilà ce que le client dem andait. De nos jours, la notion de cafetier a complètement changé ; non seulement la carte des vins s’est allongée, mais la • clientèle, jusqu’alors strictement locale, est devenue pratiquem ent internationale. En effet, nombreux sont les étrangers en séjour dans notre canton qui prennent plaisir à visiter nos villages et à s’arrêter dans nos cafés, ne serait-ce que pour y prendre, en plus d ’un verre de vin, un bol rafraîchissant de nos habitudes, de notre m entalité ou de notre patois.
Consciente des nécessités dü moment, la Société valaisanne des cafe- tiers-restaurateurs e t hôteliers, en collaboration avec l’E ta t du Valais, organise régulièrement deux fois p a r annnée un cours professionnel p our l’obtention du certificat de capacité. Donnés dans le cadre superbe du C hâteau Bellevue à Sierre, ces cours, à l’origine, ne duraient que quinze jours, pour s’étendre actuellement sur une période de quel que dix semaines p o u r les cafetiers-restaurateurs, auxquelles viennent s’ajouter quatre semaines pour les candidats au certificat de capacité d ’hôteliers.
C ’est avec beaucoup d ’intérêt que nous avons suivi quelques-uns de ces cours. Nous savions que le directeur, M. Paul Seiz, aime le travail bien fait ; mais nous avons été absolument surpris p a r le niveau élevé e t la qualité de ces leçons. Il fau t bien adm ettre que MM. Arnold, Caloz, Baum gartner sont des personnes très au courant des questions traitées, mais nous ne pensions pas que le C hâteau Bellevue de Sierre puisse être le théâtre de conférences aussi palpitantes et pleines d ’intérêt.
Les gens ont souvent coutume de sourire en p a rla n t du cours des cafetiers ; celui qui n’a jamais suivi un cours est tenté de penser q u ’il ne s’agit là que d ’une simple form alité à rem plir pour obtenir un certificat déjà to u t imprimé. Choisis parm i les meilleurs spécialistes des divers secteurs 'hôteliers, les professeurs sont absolument rem ar quables. Q u ’il s’agisse de la cuisine avec MM. Besse, Steiner ou Maye, du service où MM. Grichting et Bailet sont l ’âme e t le moteur, de la com ptabilité avec M. Briguer — que l ’on aurait dû « inventer » s’il n ’existait pas encore — tous ces professeurs sont d ’une compétence indiscutable, grands spécialistes des questions q u ’ils se plaisent à déve lopper mieux que ne le ferait le meilleur des pédagogues. MM. G erm a- nier, Vogel, Blanc, Bayard, Ganguillet, W afpen ou Bon vin exposent des problèmes avec une aisance qui force l’adm iration.
L a réussite d’un cours, de quelle nature qu’il soit, dépend forcément de la qualité des professeurs. Elle est p a r ailleurs étroitem ent liée à l’application d o n t font preuve les élèves. Ceux que nous avons vus à l’œ uvre — patrons, employés supérieurs ou ménagères — nous ont impressionnés p a r leur attention e t leur sérieux.
Sur la base de ce que nous avons vu et entendu, il ressort cepen d a n t un p etit côté qui mérite réflexion : la matière traitée est trop vaste ! P o u r perm ettre aux candidats d ’assimiler to u t ce qui se dit, i'1 serait préférable de dim inuer de moitié le program m e d ’enseignement, ou alors, ce qui serait la meilleure des solutions, doubler la durée du cours.
Personne n ’a la prétention, en l’espace de deux à trois mois, de vouloir faire, des quelque cent candidats actuellem ent inscrits à ce cours, de parfaits cafetiers ou hôteliers. Le cours donné par la Société va'laisanne des cafetiers-restaurateurs et hôteliers est d’une richesse que nous nous plaisons à souligner e t pour laquelle nous félicitons M. Seiz et ses collaborateurs. Q ue chaque candidat fasse un effo rt, et son succès dans sa profession de cafetier, restaurateur ou hôtelier sera assuré, m Caisse d ’Epargne du Valais.
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Nos co llab orateurs Pierre Béguin H u g o Besse S. C o rin n a Bille René-Pierre Bille E m ile Biollay Solange Bréganti M aurice C h a p p a z G ilb erte Favre Jean Follonier A n d r é G uex D r Ignace M ariétan
Paul M a rtin e t M arcel M ich elet Bernard M icheloud P ierrette M icheloud E do u a rd M o ra n d Jean Q u in o d o z Pascal Thurre M arco V o lken M aurice Z e r m a tte n G a b y Z r y d
Secrétaire de rédaction : A m a n d B ochatay C olla b o ra teu r-p h o to g ra p h e : O sw a ld R u p p e n
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Adieu! Merci!
Pierre Darbellay s’en est allé le 16 octobre et de
nombreux amis l’ont accompagné au lieu du der
nier repos. Il a quitté le pays q u ii aimait et qu’il
a fait aimer à beaucoup d ’autres depuis cette année
1937 ou il devint le premier directeur de l’Union
valaisanne du tourisme. Cette U V T , il l’avait aidée
à naître et il en sera dès le début et jusqu’en 1965
l’infatigable animateur. N ous devons beaucoup a
ce docteur en droit qui comprit et proclama très tôt
que le tourisme était la plus grande chance du Valais
montagnard. C ’est devenu mainte?-iant une évidence
parce que, grâce à Pierre Darbellay et à quelques
autres, les Valaisans ont pris conscience des trésors
de calme, de beauté, de santé qu’ils avaient à offrir
aux gens fatigués de la ville ou de leur travail.
Pierre Darbellay fu t le propagandiste inlassable du
Valais des vacances. Parce qu’il aimait son pays
et que son union avec lui était totale, parce qu’il
en connaissait tout pour avoir parcouru sans cesse
ses pistes et ses sentiers, il sut le présenter au monde.
Pour cet amour qu’il avait, pour ce travail qu’il a
fait «Treize Etoiles», qui v it aussi pour le Valais,
lui dit le merci du cœur.
La treizième étoile : L e d i s t r i c t d e M o î l t h c y
1 5 6 9 -1 9 6 9
La revue « Treize Etoiles » honore le beau nom qu’elle porte en voulant m arquer le quatre centième anniversaire de l’entrée dans la communauté valaisanne du district de Monthey... sans lequel nous n ’aurions que douze étoiles. Arrêté au défilé de Saint-Maurice, le Valais serait comme enfermé derrière ses montagnes. De tous côtés, on en sortirait p ar un tunnel. « L ’étoile du Léman » est venue éclairer largement notre horizon, ouvrir notre porte.
« Q uand on ouvre la porte», c’était le titre de la page de présentation des « Etudes montheysannes » publiées en 1952 sous les auspices des autorités communales. Maurice Zermatten, qui venait de faire une longue relève entre M onthey et la Savoie, y avait exprimé avec une grande sensibilité l’âme de notre région. De janvier au mois d ’avril, il avait eu le temps de percevoir « cet air tout à coup plus humide », des couleurs nouvelles, « un parler moins rude, des mœurs plus douces », « le temps de comprendre que l’histoire fit ici au Valais un cadeau qu’il n ’était guère en droit d ’attendre. Le miracle a voulu qu’il ait su le garder. »
A-t-il su le « conquérir » vraim ent ?
L’étrange silence qui, de p art et d ’autre, s’est m ain tenu jusqu’en cette fin d ’automne autour d ’un événement d ’une grande portée pour le Valais et aussi im portant pour le district de Monthey que le fut pour le canton l’entrée dans la Confédération, célébrée comme l’on sait, il y a quatre ans, à l’occasion du 150° anniversaire ! L’événement — renonciation de la Savoie — s’était produit le 4 mars 1569 à Thonon, préparé par d ’autres rencontres à N yon, Rolle, Chambéry, avait trouvé une conclusion symbolique à la diète tenue à Sion du 18 au 25 mai de la même année.
« O nt aussi comparu nos chers sujets de Monthey... (Au siècle suivant, tous les Valaisans sont les « chers sujets » de l’évêque Jost.) Ils ont exposé et déclaré... qu’ils remerciaient hautement le Pays pour sa vigilance prin- cière, paternelle et estimable, ses frais, peines et travaux... de telle sorte que, désormais, ils peuvent demeurer sous la protection et défense du S. G., du bailli et de tout le Pays... Ils ont payé et donné com ptant au Pays, de leur propre volonté, sans requête, 200 couronnes, s’o ffran t à jurer fidélité à nouveau, ce qu’ils ont fait à main levée. » Pourquoi donc ce silence ? Le malaise montheysan serait-il si profond ?
Posons en principe, avec conviction, que l’entrée du Vieux-Chablais dans le Valais est à considérer par nous tous, aujourd’hui, comme un événement heureux, sus ceptible d ’être célébré dans la reconnaissance et la joie. Les anniversaires sont propices au pardon des fautes et au renforcement de l’amitié entre les membres d ’une famille. Imaginez qu’en 1965, les Etats confédérés nous auraient offert, dans un élan fraternel, la route du Rawyl, nouveau lien avec la Suisse.
Les discours ne suffisent pas. Le district de Monthey s’est tu. Il n ’a pas rappelé à la famille valaisanne son anniversaire. L’analyse franche et sereine des sources
lointaines et des raisons actuelles du malaise — de toute espèce de malaise — vaut mieux que le voile du silence, les inhibitions lâches et les complexes.
Q uant aux raisons actuelles, des plumes autorisées voudront, espérons-le, en attendant les actes, s’en occu per, de même qu’elles sauront relever, comme il con viendrait, les noms, les faits et dates qui illustrent le rôle de pionnier joué plus d ’une fois p ar notre plus jeune district sur les plans politique, culturel, religieux, indus triel et touristique. L’apport montheysan n ’est pas négli geable.
Les raisons lointaines, souterraines, plus ou moins ignorées, n ’en agissent pas moins. Il serait salubre de les élucider, ne serait-ce qu’indirectement p ar la mise en lumière des circonstances qui entourèrent les deux étapes essentielles, 1474-1475 et 1536, conduisant directement à la conclusion de 1569 et l’éclairant. Rien de mieux pour exorciser vieux ressentiments, vieil orgueil, vieilles légen des, et du H a u t en Bas, nous amener sur un terrain commun de modestie, de sagesse et d ’humour.
P a r exemple, à propos des délégués montheysans se confondant en remerciements spontanés devant la diète de 1569, on rappellerait la décision prise deux ans plus tôt seulement, diète du 21 mai au 1er juin 1567, p roto coles traduits p ar Grégoire Ghika : « Il se produit, est-il dit, beaucoup d ’achats et de ventes dans le gouvernement de Monthey. » (On a décidé « qu’aucun notaire ne doit stipuler ni recevoir aucun acte d ’achat ou de vente sans aviser le gouverneur..., et le quart lui en reviendra et il en rendra bon compte dans le compte ordinaire. »
Les protocoles de ces années décisives incitent à bros ser le tableau de la période 1474-1569. Il faut écarter la tentation et retenir seulement quelques points.
Le rôle de Berne. T rop peu souligné d ’ordinaire, il est déterm inant en des sens divers, à chacune des trois étapes.
L’attitude de la Savoie. L’administration savoyarde est remarquable à la veille de l’occupation réalisée en 1536, comme au cours des siècles. Elle sera regrettée. Après maintes réclamations lancées dès 1536, la Savoie, affaiblie ou en position difficile, finit par céder le gouvernement de Monthey-Vionnaz, tout en l’affirm ant sien, « luy appartenir aussi justement que le surplus ».
L ’attitude des patriotes haut-valaisans. Il est vrai que la garantie des libertés et franchises, donnée à Saint- Maurice, n ’a pas été respectée, sauf exceptions, comme au val d ’Illiez où la résistance calme et mesurée obtient p ar la suite quelques résultats. Un autre point noir apparaît dans les moyens utilisés : proclamations de désintéressement au service de la foi couvrant des trac tations avec les envahisseurs bernois à qui l’on déclare que l’occupation valaisanne sera utile le jour où le duc réclamera ses domaines ; ou bien, le 10 février 1536 : « Aucun de nos soldats ne doit contraindre p ar la force nulle place à se rendre », et, même diète, dès le 14 février, au reçu de la lettre aimable, polie et irréfutable des diplomates vald’illiens, « décide d ’y tenir la main comme
Le t r a i t é d e T h o n o n d u 4 m a r s 1569 r e n d d é f i n i t i v e la r e n o n c i a t i o n d e la S a v o i e a u d i s t r i c t a c t u e l d e M o n t h e y . N o t r e p h o t o m o n t r e u n d é t a i l d u d o c u m e n t d e la r a t i f i c a t i o n v a l a i s a n n e p a r l ' é v ê q u e d e S i o n e t les s e p t d i z a i n s , d o n t les s c e a u x s o n t a p p e n d u s a u p a r c h e m i n .
pour nos autres sujets, sinon on saura bien les y con traindre ». Le Chablais est cependant occupé jusqu’à Evian sans qu’une goutte de sang ne soit versée (1536) et, en 1569, tout se règle par négociations, les occupants exploitant à fond la position de force acquise dans les conditions dites.
L’attitude de la population du district. Sans revenir sur les motifs d ’acceptation connus p ar ce qui précède, sans évoquer d ’autres circonstances de grande im por tance, il faut mentionner un élément qui exerça son influence. Le Vieux-Chablais, Saint-Maurice - Monthey, est une portion vivante du diocèse de Sion depuis les temps lointains où d ’autres régions du pays ne connais saient encore aucune paroisse, ou presque. Pour les délé
gués des communes ou paroisses réunis à Saint-Maurice le 25 février, la confiance accordée au «préfet et comte du Valais » mentionné en tête de l’acte va d ’abord à l’évê- que, au chef du diocèse, auteur p ar surcroît des dém ar ches préliminaires, menées sous le sceau d ’un secret rigoureux, pour engager à la soumission p ar m otif de foi. De la même région, des chrétiens d ’élite vont, peu d ’années après, mener une action efficace pour la sauvegarde de la foi ancienne, ailleurs en train de sombrer.
Le plus jeune district ? Q uatre cents ans de vie valai sanne ? T out aussi bien quinze cents et plus, comme le reste du Valais bourguignon et savoyard. U n district
Prix Georges-Nicole
Georges Nicole était l’un des plus sensibles critiques de poésie en Suisse romande. Il était poète. Il y avait-il un excès d ’intériorisation ? Je ne crois pas. Mais les conditions pour que la descente en soi-même puisse se faire et la sortie vers les autres se manifester forment parfois un tel nœud... Ce sont souvent des prisonniers qui vous parlent.
Il y a quelque chose dans l’enfance, il y a quelque chose dans notre société aussi qui conduisent infailli blement un être vers ses ténèbres.
La voix si juste de Georges Nicole nous était chère lorsque ses chroniques s’adressaient à un grand public intime, comme de vraies lettres.
Georges Nicole était encore un enseignant, à la fibre délicate, exigeant p ar tendresse.
U n éditeur, Bertil Galland, est parti de cette source. Il a rassemblé des cinq horizons romands cinq écri vains : du H a u t-Ju ra Voisard, du Bas-Jura Jean-Pierre Monnier, de Genève Nicolas Bouvier, du Pays de Vaud Jacques Chessex, et moi-même j’ai été le Valaisan.
Nous avons voulu tous être en contact avec un jaillissement. Nous ne consacrons rien. Je me demande si nous favorisons une aventure ? La vie est une telle surprise. Nous créons peut-être un accord.
Et nous avons eu un plaisir de fête foraine (à Crêt- Bérard, notre lieu de réunion chez notre ami le pasteur
Nicole) dans soixante textes de jeunes auteurs incon nus d ’en dégager une dizaine.
Parm i eux deux garçons, l’un de Sierre et l’autre de Sion, nous ont étonnés.
Pierre Bourguinet a du style, de la fermeté, de la réflexion. Il sait l’exigence d ’une plume.
E t chez Jean-M arc Lovay explose un don : l’ima gination.
Il a une prom ptitude démonique pour secouer le langage. L ’écriture, il la vivra absolument.
Il y eut deux premiers prix non partagés. L’un a été
à une fille de La Chaux-de-Fonds Anne-Lise Grobéty qui a écrit presque une seule phrase de cent pages, comme une coquille d ’escargots, un monologue à base d ’amour mais avec un entortillement malsain pour les prudes.
Ce n ’est pas la passion qui lui manque. Comme à Lovay !
L’autre prix lui a été décerné pour son roman : « La Ville, épître aux Martiens ».
Son livre réinvente le monde moderne dans sa sour noise apocalypse et dans ses violents mensonges. avec un fantastique symbolique. Mais un symbolique de rêve et non de clichés. Les personnages parlent vrai. E t il y a un mélange de la rue et du surréel qui dénonce, qui crache l’horrible banalité.
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Banalité est acceptée, il faut bien vivre, mais horrible est nié, n ’est-ce pas Messieurs les « Parvenus-Conqué- rants » ? Il faut bien détruire...
Allez voir tel asile ou léproserie de vieillards au milieu des vignes dans la plaine du Rhône : ce n ’est pas Rilke notre poète, c’est Kafka. Le pire : nos HLM , notre esprit : du K afka ensoleillé.
N e nous attardons pas.
Le marais appelé progrès monte... Lovay prescrira un peu de haschich !
A dix ans dans les jardins du Petit-Chasseur à Sion, il observait les fourmis, les chenilles et les bêtes à dia ble. Il écrivait des rapports militaires sur les guerres d ’insectes.
A quatorze ans il publiait dans un quotidien son premier article : il avait troussé à l’aube le couloir Copt. Il était trimbaleür, porteur à la cabane du Trient.
A quinze ans, un autre quotidien en goguette titrait : « Intrusion chez les Masques » : un écolier de 150 ans (sic) remporte le Prix du Manoir. L ’exposition des Mas ques l’avait inspiré et le visage d ’un cheminot à la gare d ’Octodure.
A dix-sept ans il term inait un m atin de mai dans la cour du collège de Sion un livre de K nut Ham sun « Vagabonds » et saluait définitivement le vétuste bâti ment délavé vert.
Osw ald R uppen lui enseigna la photo et aussi l’hu manité de l’œil. R uppen est un moule bienveillant et intelligent à tout jeune homme.
L’Asie il l’aperçut la première fois dans sa vastitude jaune-bleuté au sommet du M ont-A rarat, avec ses amis, dans l’été 67.
Puis il eut sa vieille Opel noire, carrosserie pour rom a nichels, et son bureau pendant cinq mois à la « Feuille d ’Avis » de Sion où Maurice Zerm atten m aintenait encore une dernière pincée d ’indépendance.
La dispersion eut lieu. Le journalisme fut remplacé p ar le crescendo asiatique.
Lovay prit la route en printemps 1968.
Il fêtait ses vingt ans à la frontière chinoise, dans le no m an’s land derrière les Himalayas, à l’extrême bec des territoires afghans-mongols.
Il revint en automne. Il repartit l’hiver suivant et là mit le cap sur Kathm andou d ’où il m ’envoya son m a nuscrit.
Le Népal, c’est un ancien et nouveau et grand Valais avec un abrupt plus large, une spiritualité plus pro fonde ; les gorges descendant dans les nuées et sans chan ger de chemise on peut aller de la clairière à palmiers et à éléphants jusqu’aux cônes des moraines d ’où surgissent les huit mille.
Le ciel est rond pendant une heure. Le ciel est carré entre les cimes... Lovay est de retour chez nous. Il a sa naissance ici, il a ses bonheurs. — Mais que désirerais-tu ?
— O h ! rencontrer une autorité qui dépose son p a r dessus en plastic et se défonce lentement à une fumée bleue derrière un buisson, le nombril à l’air même s’il est propre !
N e faites pas la guerre ! Comprenez aussi nos vacances...
Une nouvelle dramatique
de la T V romande
Le berger
du val
perdu
R a y m o n d B a r r a t d i r i g e a n t O r s K i f a l u d i e t J a c q u e l i n e C u é n oIsabelle Villars et R aym ond B a rra t ont bourlingué un peu p a r to u t à travers la Suisse rom ande a v a n t de découvrir Ferret. P o u r les beaux yeux du « Ber ger du va! perd u », incarné p a r Yves Vincent. Une pièce policière de plus pour Isabelle Villars. U ne pièce sans prétention, de l’avis des comédiens.
Q u ’on vous en dévoile la tram e ! « Le berger du val perd u » est l ’his toire d ’un mystérieux berger dit « Le tondu ». O n ne sait pas grand-chose de son passé sinon q u ’un beau jour il déserte la ville pour l’alpage. Allez donc expliquer ce genre de revirement. Il n ’en faut pas plus pour intéresser un jeune journalite. C ’est le cas d ’O rs K i faludi, un jeune comédien hongrois aux yeux bleus extraordinaires, à qui l’on prom et le plus bel avenir.
Lui aussi viendra au val perdu pour les besoins de l’enquête. Il y rencontre une jeune fille qui joue à l’idiote du
village (Jacqueline Cuéno) pour qu’on lui fiche la paix. Et, comme cela arrive parfois dans les contes de fées et dans la vie, il en tombe amoureux. Il p a r viendra à satisfaire sa curiosité profes sionnelle en découvrant le passé du « tondu ». Une découverte qui sera un drame. Pourquoi ? N ous n ’en dirons pas davantage sur cette révélation. La télévision rom ande diffusera « Le ber ger du val perdu » un soir de cet hiver. O n y verra D o ra Doll, Yves Vincent, Ors Kifaludi, Germaine Tournier, Jean Vigny, Pierre Ruegg et d ’autres comé diens encore.
— P ourquoi avoir choisi Ferret ? — Il fallait trouver une cabane avec, à proximité, une fromagerie, une chapelle, des moutons et une rivière. E t aussi une route carrossable.
Le village de Ferret réunissait tous ces atouts. Succédèrent les démarches avec les personnalités de l’endroit.
— Très compréhensives, tient à rele ver Isabelle Villars.
Il y eut aussi quelques problèmes. A cause des moutons. Il fallut les faire descendre parce q u ’ils se trouvaient vraim ent trop h au t pour le grand, m al heur des caméras. Il fallut aussi se dépêcher de tourner parce que les m ou tons vous broutent en un rien de temps tout un carré de pâturage.
En outre, l’ampex tom ba en panne, Yves Vincent a ttr a p a une angine et deux ponts furent emportés entre P raz- de-F ort et La Fouly. Les gens de la région aperçurent D o ra Doll, chaussée de fragiles ballerines, sauter de pierre en pierre de P ra z-d e-F o rt à Ferret, ce qui vous représente quelques kilomè tres... Mais la route était coupée, la M aseratti abandonnée à son triste sort. Il fallait bien forcer le destin !
J ’ai passé une journée en compagnie du réalisateur, R aym ond Barrat, de l ’auteur et des comédiens. C ’était après une semaine de tournage réalisé sous un soleil fidèle. E t voici que l’on rece v ait la récompense suprême : un di manche froid, triste et pluvieux, de quoi vous faire pleurer et vous donner des bronchites ! P o u rta n t, malgré l’in gratitude des dieux, « Le berger du val perdu » et ses amis s’appliquaient à contenter chacun, répétant quatre ou cinq fois la même scène sans aucune mauvaise humeur. D e l’héroïsme !
Des parasols abritaient les caméras. Yves Vincent se couvrit d ’une immense cape de berger, tandis q u ’Isabelle V il lars croisait et décroisait ses bras sous un ravissant poncho.
D eux jours après, toute l’équipe re tro u v ait la plaine. Yves Vincent p a r ta it se réfugier dans son moulin, près de Paris. Q u a n t aux moutons de Fer ret, ils compensaient le temps perdu sans dissimuler leur bonheur.
Diable, on leur p erm ettait de brouter en p aix !... gilberte favre.
La musique en Valais
Quinze ans après
D u chanoine B ro q u et je n ’ai q u ’un souvenir d ’é tu d ia n t ; et chaque fois que je pense à lui, je le revois planté d e v a n t sa salle de « R é th o riq u e », ses livres dans la main, le regard sévère, presque d u r, a tte n d a n t p o u r e n tre r en classe, que les cinq m inutes de récréation se soient écoulées. P etit « principiste », je n ’ai jamais osé l’aborder. L ’envie ne m ’en m a n q u a it p o u r ta n t pas. Seulement, le sachant com positeur de musique, il était devenu p o u r moi, p e tit garçon, u n intouchable. Plus ta rd , à travers ses œuvres chorales, je l’ai re n c o n tré et j’ai d écouvert l’h o m m e extrao rd in aire q u ’il 'devait être, ce t h o m m e d é b o rd a n t de simplicité et de bonté, cet h o m m e riche et dévoué, cet être discret et hum ble, ce musicien com plet et racé, précis et distingué, ce com positeur fécond qui a légué au m o n d e choral ta n t de pièces attachantes.
O riginaire de M ovelier, Louis B ro q u et n a q u it à Pleigne le 17 janvier 1888. A l’âge de cinq ans, sa tante, in stitu tric e à D elém ont, le p re n d chez elle p o u r la durée de l’école prim aire. A n euf ans, il com m ence ses études secondaires au progym nase de cette ville et arrive au collège de Saint-M aurice en 1902 où il se révèle déjà f o r t b o n musicien : pianiste, violoniste, organiste, com positeur. E n 1907 il o b tie n t sa m a tu r ité classique, e n tre au novic iat de l’abbaye et est o rd o n n é p rê tre en 1912. Il fré q u e n te l’U niversité de F rib o u rg et suit des cours de lettres, de philosophie, d ’histoire de la musique. Sa carrière de professeur au collège de S aint-M aurice durera une q u ara n tain e d ’années. Il ne l’aba n d o n n era que l’année de sa m o r t survenue le 6 no v em b re 1954, il y a déjà quinze ans.
Dès 1914, le chanoine B ro q u et eut la chance de fré q u e n te r Auguste Sérieyx, ancien professeur à la Schola C a n to r u m de Paris. Ces années d ’étude le m e tte n t en possession d ’une solide te ch n iq u e de com positeur et lui a p p o r te n t une culture musicale très étendue d o n t il se servira avec u n rare b o n h e u r dans ses fonctions d ’organiste et de m a ître de chapelle.
Organiste, B ro q u et le sera dès 1917, à la m o r t d ’A rm in Sidler. D ’u n g oût musical très sûr, il prépare p o u r dim anches et fêtes, u n p ro g ra m m e très étendu, mais... se lam ente de n ’avoir pas assez de loisirs p o u r y travailler. Ses com pétences sont aussi appréciées au dehors : on le consulte p o u r la co n stru c tio n , l’achat d ’u n nouvel orgue, on l’appelle à siéger dans le ju ry des classes d ’orgues du C on serv ato ire de Lausanne.
M aître de chapelle dès 1919, le chanoine B ro q u et dirige les chœ urs de l’abbaye et du collège. Avec patience il s’attache à d o n n e r à ses chanteurs l’esprit et le goût de la belle m usique du seizième siècle q u ’il venait de d éc ouvrir à l’au dition des C h œ u rs de la chapelle Sixtine. U n des témoignages les plus ém ouvants v ie n t de G ustave D o re t qui, après u n con c ert du chanoine B roquet, écrivait : « C om m e je voudrais p o u v o ir vous enten d re souvent ! Vous accomplissez une tâche m agnifique d o n t je m ’im agine bien les difficultés. Ces difficultés, vous en triom phez. Je ne veux pas vous prêcher l’orgueil, mais je peux vous rép é ter bien am icalem ent : n e doutez pas de vos forces, de vos possibilités, de v o tr e talent. Vous en avez à revendre. »
C o m p ositeur, B ro q u et laisse plus de v ingt volum es de 150 à 200 pages chacun, adm irab le m e n t calligraphiés. La m usique in stru m en ta le n ’occupe q u ’une petite place dans son œ u v re ; p o u rta n t, il fa u t m e n tio n n e r sa « Sonate p o u r piano et violon » et deux grandes pièces p o u r orgue.
De p a r t sa fo n ctio n de m a ître de chapelle en l’antiq u e abbaye, Bro.quet est am ené à beaucoup écrire p o u r les voix. D e véritables chefs-d’œ u v re s o rte n t de sa plum e, tém oins de son m é tier et s u r to u t vivants exemples de perfection en n o tre m o n d e qui se com p laît à confier à la voix une éc riture tr o p instrum entale. « P a rto u t, n o te le chanoine A thanasiadès dans u n e étude sur B roquet, l’on y re m a rq u e l’élégance de la ligne m élodique, la distinction de la polyphonie, la souplesse du r y th m e au service d ’u n texte délicatem ent illustré. »
Oui, sans être d ’une difficulté exceptionnelle, la m usique de B ro q u et est d ’une rare qualité, v o lo n ta ire m e n t retenue, discrète, sans éclat. N os chefs de chœ urs valai- sans d evraient s’en souvenir, et ne jamais oublier d ’épingler à leur p ro g ra m m e une pièce de ce g rand m a ître de la m usique vocale. 1. jordan.
opav
Betwixt and between
D ow n in Geneva, mornings were already foggy, and the October sun got up later and later, but the privileged Valais was bathed in glorious sunshine. Its people were busily harvesting exceptionally big crops of apples and pears, and gathering the grapes which, this year, yielded a somewhat lesser quantity, but w ay over the average in quality.
The whole Valais was humming like a beehive, storing winter provisions in « raccards » — the small wooden barns which perch on stilts looking like mushrooms whose caps are big, flat stones. They prevent rodents from getting into the barn.
D ow n in the orchards of the Rhone Valley, the fruit was sorted and crated. Each night, long freight traips carried it to distribution centres in other cantons. The surplus was p u t into cold storage, from where it can be w ithdraw n according to m arket requirements during late w inter and early spring.
A fter the holidays of All Saints and All Souls, the riot of golds and purples gradually fades into fawn when the frost-bitten leaves have fallen to the ground.
November, m onth of transition between autum n and winter, used to be a dull time. Farmers tidied up their homesteads, repaired roofs, cut wood and made everything ship-shape before snow swaddled the m ountain villages in thick, dow ny layers. They settled into a sort of hibernation.
A t night, the people gathered in one of the houses. The women span home-grown hemp and linen, or their, sheeps’ wool. Meanwhile, the men cracked walnuts on the soap-stone top plate o f'th e tile stove. These nuts were eventually ground to provide oil for cooking as well as fuel for lamps. A n old granny would tell some old legend about ghosts and witches.
All this changed after roads were built to reach the villages of the side valleys and electricity was brought to every home. A t the same time, ever more people came from the lowlands to practice winter sports in the sunny mountains. So now, the Valaisans are busily pre paring for the w inter sports Season in November. Hotels are cleaned and repaired. Cable and ski lifts are checked for safety. O ut on the slopes, the ski runs are cleared of stones and brush, the ground evened by means of caterpillar tractors.
The young furbish their skis and renew other equipment. One day, the ski instructors gather in Zerm att or M ontana for a refresher course and proficiency exams on some glaciers which are now linked w ith the resorts by cable lifts.
T ow ard the end of the month, rain announces the approach of winter. But instead of fearing it, the Valaisans are now im patiently waiting for snow, hoping' enough will fall before Christmas for the official start of the ski season. This brings new life to the high regions, and the m ountain farmers who form erly had a hard time to make both ends meet and sometimes even ran out of food tow ard the end of long, hard winters, are now earning an additional income during the white season.
Lee Eugster.
«
i ih.xm
Outrecuidance
Elle mérite de vous être contée, l’aven ture qui égaya cet été les concurrents d ’un grand tournoi autrichien. Son héros, le jeune W olf Meinl, sut venir à chef d ’un grand slam audacieux.
* R D V 6 \ V A R 3 * A 8 6 2 * A 10 * 8 2 V D 9 6 4 ❖ D 10 9 4 * V 9 6 N W E S ❖ 10 5 4 3 V 10 5 2 1 ❖ V 5 ❖ 8 4 3 2 * A 9 7 V 8 7 ❖ R 7 3 ❖ R D 7 5
Meinl joue 7 s. a. en Sud, après des enchères marquées d ’outrecuidance. La gauche entame du 8 de pique. C oirP m ent conduiriez-vous ce coup ? Puis-je vous suggérer de vous faire une opinion a v a n t de lire la suite ?
O nze levées répondent au premier appel ; douze en réussissant l’impasse au V alet de trèfle. La m anquante de v r a it provenir d ’un squeeze, si ce n ’est d ’une D am e de cœur mal gardée.
A cet effet, le dem andeur pren d en m ain la levée d ’entame, fait l’impasse au V alet de trèfle, met en grange les levées de l ’As de trèfle et des troi^ piques hauts, to u t en écartant un petit carreau, joue les As et Roi de cœur, ce qui constitue un coup de Vienne, rentre au Roi de carreau, p our présenter le Roi... * — — -O A 8 6 ❖ — * — Ç? D ❖ D10 * — N W E S * — 10 ❖ V ❖ 8 * — V V <> 7 * D
... puis la D am e de trèfle dans cette position. E t le malheureux, de gauche ou bien de droite, qui possédait au dépa rt la ' D am e de cœ ur bien gardée plus quatre carreaux au moins, ne peut que s’effondrer.
Le kibitz d ’applaudir. P o u r ajouter ensuite son grain de sel : « Vous avez eu la chance de n,e pas recevoir l’en tam e •à carreau ! »
A vous de clore le bec à l’im pertinent. P ierre Béguin.
Lettre du Léman
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A u b e r g e « A la M o r t », 1838, Bu ll e T i r é d e « Bel les e n s e i g n e s d e S u i s s e » , d e R e n é C r e u x
René C reux n ’est pas de ces êtres qu ’on oublie vite. Même si on les p erd de vue, leur présence reste vivante. D ans le souvenir de leur amitié et dans l’évo cation de leur talent, l’a r t s’affirme. Sur les rayons de la bibliothèque, des témoins nous rappelleraient à l’ordre si nous négligions de les saluer au passage ou, mieux, de relire des pages vivantes. O n se dit, comme il est fréquent en ce pays vaudois où les belles promesses o nt la vie dure, qu’il fa u t le revoir ce peintre, cet écrivain, cet artisan de bon goût. P audex est à deux pas et sa demeure plonge sur le lac, to u t près de la rivière qui se conjugue au féminin.
Il nous a v a i t , été donné de le rencontrer à Zurich, au sein d ’un organisme voué entre autres à mener à bien la tâche séduisante d ’une présence touristique à ce qu’on a appelé l’Expo. L ’Office national suisse du tourisme p o rta it son choix avec une certaine audace sur un système de projection panoram ique appelé Polyvision. Le public se v oyait comme enveloppé de paysages projetés de l ’extérieur sur un écran hémisphérique ; des projections faisaient alterner photos et dessins à la manière d ’un kaléidoscope. C ’était tout neuf, pim pant, séduisant.
Le tandem K äm pfen-C reux signait une réussite. Pas aussi massive que le C ircaram a d ’inspiration disnéale, voulu et réalisé p a r les entreprises de tran s p o rt officielles et privées. L ’espaée était mesuré dans le pavillon où se déroulait ce T our de Suisse en 4000 images, mais pas l’esprit, ni l’humour. Beaucoup de visiteurs, sensibles aux vérités quotidiennes de la terre, de l’usine et du guichet, paraissaient de prim e abord surpris, décontenancés p a r cette prim eur qui leur était offerte ; en coude à coude, ils dodelinaient du chef au rythm e saccadé de la projection. E t puis, plus tard, nom bre d ’entre eux revenaient, savouraient et adm iraient ce défilé de couleurs et de sentences choisies avec art. W alt Disney, de passage à Lausanne, a v a it v u René C reux à l’œ uvre et cette création l’intéressa.
U n succès en appelle un autre et notre ami f u t prié p a r ceux qui, avec raison, lui avaient fait confiance, de meubler et xi’animer le pavillon helvé tique d ’une exposition internationale dite « H em is-Fair » montée à San Antonio dans le Texas. Le ton de cette dém onstration des possibilités de notre pays était plaisant. L ’horlogerie ava it évidemm ent sa place à l’enseigne de la « machine à libérer le temps » et l ’image d ’un G uillaume Tell d ont le fils était coiffé d ’une pomme traversée d ’une flèche amusait les visiteurs. Mais des Messieurs en noir v irent rouge, des compatriotes en jaquette outrés de ce que des faits et des vérités puissent s’accommoder d ’un sourire. Le Texas est un monde à p a r t dans les Etats-Unis et San Antonio où la langue espagnole a large place dans les échanges ne p o uvait être la cible des pannçaux et des statistiques qui assomment les visiteurs, à l ’ordinaire. L ’initié doit s’attacher à convaincre le profane.
D ’autres horizons étaient ouverts à l ’a r t de René Creux. U n magnifique ouvrage « Images dans le ciel » est introuvable ; l’édition en allem and va connaître le même sort *. Ce succès av a it été annoncé en 1962 p a r une plaquette « Belles enseignes de Suisse » éditée p a r l’O N S T . L ’auteur a parcouru nos cantons, s’a rrê ta n t au seuil des auberges pour photographier des images vivantes, historiques, ’guerrières ou naïves. Il travaille en ce m om ent à une édition sur l’a r t populaire en Suisse et s’affaire, en marge, à la recherche d ’ex-votos.
N ous ayons sous les yeux une édition de p rix * qui s’inspire de l’histoire de Charles-Frédéric Brun, imagier français réfugié en Valais il y a plus de cent ans. «Treize Etoiles » a déjà d it la valeur- de ce « Déserteur »- de Jean Giono~ que René C reux av a it relancé en France, « photos et documents sous un bras, pain de seigle, fromage de m ontagne et vin valaisan de l’autre ».
Jean Giono a découvert le Valais et ce canton l ’a conquis. Rendons grâce à René Creux, dém archeur bien inspiré. O n vous l’a dit, tout lui réussit.
C Xa * E d i t i o n s d e F o n t a i n e m o r e , P a u d e x .
K Ü C H E
So schnell w e rd en w ir diesen H e r b s t n ic h t verges- ^ sen, die Z eit voll w ild er S onne u n d blauen H im m e l. Seit einigen Ja h re n fällt in diese Jah reszeit das O k to b e r f e s t v o n Gampel. Sow eit ich u n t e r r i c h te t bin, w a ren es einige frö h lic h e « M ü n c h e n f a h r e r », die sich V ornahm en, dah eim au ch so etw as wie ein herbstliches Bier- u n d E rn te d a n k fe s t zu gestalten. N u n , es k o n n t e n ic h t anders w e rd en : Im U m z u g f u h r ein W agen m it W alliserbier m it u n d « e ch ten K r a c h led ern en »... d o c h ging das Bier bald aus u n d d e r W ein zog ein ! Es defilierten in f rö h lic h e m D u rc h e in a n d e r W agen v o lle r T rau b e n , Äpfel, B irnen, d an eb en gingen R e ite r einher, K ühe, Schafe, Geissen, « B e rn er m u tz e n » u n d a lle rh an d festliches M e n sc h e n tu m . Allen v o r a n stolzierten die M a jo re tte n u n d das M u s ik k o rp s der S tad t Basel, die m an v o m « C o m p to i r de M a rtig n y » h e r v e r p flic h te t h a tte .
W ie sie alle v o rb e i w aren, stan d die H e r b s ts o n n e schon tief. F rö h lich e M enschen zogen d u r c h die Strassen in die grosse F estk a n tin e ; die J u n g e n in H o s en k le id e rn u n d H i p p ik e tte n , die A lten friedlich daneben im a lth e rk ö m m lic h e n « S u n ntagsgw and ». D abei sch au ten die grellen, weissen W o lk e n k r a tz e r - u n d W o h n b lo c k h ä u p te r in die alten Gassen. W er k e n n t schon dieses L an d ! Es g en ü g t n ic h t, au f der D u r c h f a h r t nach G o p p e n ste in u n d dem L ö tsch b erg das W agenfenster zu ö ffnen. Sie h ab en alle die v e r tr ä u m te n , kleinen D ö r f e r w o h l n o c h nie gesehen u n d die eigen artig en N a m e n ausgesprochen : N ie d erg a m p e l, G etw ing, o d e r jenseits d er L o n za N iedergestein, Im Gesch, R a r n e r k u m m e u n d ih r e r m ehr. W en n Sie G lü c k h a b en u n d einen g u ten Tag, t r in k e n sie in St. G e rm a n n o c h einen a lten W ein, der ih n en H e r z u n d K o p f v e r d r e h t. O h G o tt, wie wäre es schön, w e n n d e r S o n n tag n ic h t enden w ü rd e u n d die U h r stehen
Fctß d ’octobre
^eS ^a^ltants
Gampel se sont mis en tête d ’organiser dans leur village une fête de la bière comme à Munich. E t en avant la fanfare ! Le cortège défile dans des rues où se côtoient l’H L M et le raccard. Chars bariolés, troupeaux, majorettes de Mulhouse ! Les grands-mamans secouent la tête. Dans la lumière fantastique m ent pure la gaieté monte. O n passe de la bière au fendant, de la chope aux trois décis. A h ! qu’on est bien chez nous !Chauds, chauds,
les marrons !
La grande m arée de l’au to m n e a fait m o u to n n e r ses vagues jusqu’au pied des châ taigniers, laissant en se r e tira n t des milliers d ’oursins couleur d ’am bre, couleur d ’or pâle. Là, au cœ u r du rassurant asile hérissé de piquants, la châtaigne a tte n d son heure. Sans se laisser é m o u v o ir p a r les peu convaincantes caresses d ’u n soleil sur son déclin, ni p a r le carillon des tro u p e a u x tin tin a b u la n t sur les chemins du reto u r, ou l’o d eu r aigrelette des pom m es sûres nichées dans l’herbe mouillée.
Son heure, c’est celle du m a nteau de saint M artin. L ’in stan t fugitif, saisi au vol, entre le p a m p re et le chrysanthèm e, l’em brasem ent sylvestre et la feuille m orte. A peine la grappe pressée, e n tro u v r a n t ses paupières bardées de cils-épées, dame châtaigne laisse filtre r la luisance fauve d’u n regard p ro m e tte u r. C hargé d ’une telle invite, que le p r o m e n e u r solitaire succom be à sa sollicitation, b ra v a n t superbem ent l’in te r d it et les foudres du garde-cham pêtre.
Dès lors, la voilà souveraine des coteaux de lum ière. De S aint-G ingolph à Fully, p a r to u t où l’o n d o ie m en t des châtaigniers oppose son désordre m o r d o ré à la sage géom étrie de la vigne, s’installe le signe joyeux et éphém ère de la brisolée.
Brisolée... rien que le m o t, c ra q u a n t sous la d en t com m e une promesse, vous a u n de ces parfum s de fumée, de v e n t v ert, de v in nouveau. Brisolée... plus q u ’une co u tu m e régionale, une sorte de culte à la gloire des choses essentielles, le vin, co m m e n ç a n t dans l’o m b re com plice du f û t sa lente m étam orphose, et la châtaigne, ce f ru it qui, dans ces contrées, rem plaça jadis si so uvent le pain.
Son rituel est im m uable ; mais p o u r sa célébration, quelle fantaisie, quelle d iver sité, quelle ingéniosité ! Tous les m oyens sont bons. Cela va du fam eux « brisoloir » des spécialistes à la vétuste poêle à frire perforée, en passant p a r le to n n e au à double- fond, la lessiveuse d étrônée et la plaque à gâteau poinçonnée.
De la p ro c h e fo rê t s’élèvent ça et là des fumées bleuâtres, trahissant l’agape familiale, l’am itié renouée a u to u r du feu et des fruits p é ta ra d a n t d ’allégresse. Par grappes b o u rd o n n an te s, la ville essaime vers les pintes du vignoble, dans l ’espoir de se c h a rb o n n e r les mains et de s’ensoleiller le cœ ur. La dou ce u r vespérale p re n d vite des airs de kermesse, q u an d sur les tables a rriv en t, chauds, chauds, les m arrons. C a c h a n t sous leur carapace cra q u an te ce moelleux d o u x -am e r fo n d a n t sous la langue, que le m o û t, le n o u veau c o m m en ç an t à p iq u e r ou l’ambroisie de l’an d ernier fera glisser délicieusement. C o rsa n t le plaisir, le from age du pays, t r ô n a n t à la place d ’h o n n e u r, mêlera au b o u q u e t du vin, à la saveur d u fru it, la noblesse vigoureuse d’une pâte délectable.
Puis, sournoisem ent, en tapinois, la b ru m e reviendra, effilochant aux ceps dénudés ses voiles de deuil. Les coteaux s’assoupiront dans une to r p e u r de m o r te saison. La raclette et le lo to r e p r e n d r o n t leur em pire. Et, au cœ u r des forêts dévastées p a r le vent, des milliers d ’oursins éventrés, couleur de boue, couleur d ’hiver, achèveront de m o u rir, une larm e de pluie accrochée à leurs cils-épines devenus inutiles.
Hurra, die Messer !
I m E o z ä n , als die M o r g e n r ö te n o c h j u n g u n d s t a r k w a r , t r a t es z u m e rs te n M a l a u f , d a s T ie rc h e n , d e m sich d e r d e u ts c h e D i c h t e r f ü r s t , d a i h m w i e d e r e in m a l so k a n n ib a lis c h u m s H e r z w a r , gleich f ü n f h u n d e r t M a l v e rg lic h . S e ith e r h a t es sich, w i e w o h l es, w ie m a n z u m m in d e s te n a n n i m m t , im m e r n o c h alles frisst, s t ä n d ig v e re d e lt. N u r sein V e r d a u u n g s k a n a l g in g z u r ü c k . D a s m a c h t , dass es F e t t a n s e tz t, d a s S c h w e in .A n i h m sehen w i r d a s lie b e r als bei uns. Ü b e r h a u p t ist es un s das Liebste. G e r n e b e d ie n e n w i r u n s sei n e r, w e n n w i r d e m N ä c h s t e n e tw a s g a n z Feines a n d e n K o p f w e r f e n w o lle n . U m g e k e h r t sin d w i r ja a u c h n ic h t z im p e rlic h , w e n n w i r die H a u e r des T ie rc h e n s , die d r e i k a n tig e n , n a c h o b e n g e b o g e n e n E c k z ä h n e , gleich m it d e r w e i tr e ic h e n d ste n m e n s c h lic h e n E r f i n d u n g b e e h re n u n d sie G e w e h r e n e n n e n . B lieb en alle beifuss w ie die des E b ers, die S y m biose v o n M e n sc h u n d T i e r w ä r e p e r f e k t.
N u n a b e r g ib t es die M esser. M e s ser s in d z u m W e tz e n d a . D ie besten M esser sin d die g e w e t z t e n M e t z g e r messer, die sp itz ig e n , s c h a r f e n , die la n g e n , die k u r z e n , die r u n d e n , e c k i gen, d ie s c h m a le n u n d die b re ite n , die D o lc h e , S tile tte , S äg en, Ä x t e u n d Beile.
W e n n d e r W i n t e r k o m m t , w e r d e n sie h e r v o r g e h o lt .
H u r r a ! H u r r a ! S tic h die S a u ! P ie r r e I m h a s ly .