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23-24 mai : Fête cantonale de chant à Viège.
28 mai (Fête-D ieu) : Processions à Saas- Fee, Viège, Z erm a tt, Brigue, Sion, Vissoie, Saint-M aurice, etc. Procession des « G ren a diers du Bon Dieu » à Ferden, Kippe'l, V isperterm inen et Savièse.
30 m a i-11 octobre : Exposition au Ma noir de M artig n y : « Le Valais du vin ».
31 m ai (« Segensonntag », le dimanche après la Fête-D ieu) : procession des « Gre nadiers du B on-D ieu » à Ferden, Wiier, K ippel, B latten (Lötschental) e t Visperter minen.
7 ju in : Soirée folklorique à Loèche-les- Bains.
13-14 juin : Fête cantonale de musique à Saint-M aurice.
15-20 juin : Com bats de reines à Verbiet. 21 juin : Fête paroissiale avec procession des « G renadiers du Bon-Dieu » à Kippel.
24 juin (Saint-Jean-B'aptiste)! : Fête p a tro nale à Evolène.
27-28 juin : Assemblée générale de la F édération suisse de ski à M artigny, Fête des jodleurs de la Suisse rom ande à Viège.
28 juin : C arillons du val d ’Anniviers à Vercorin. Fête de Saint-Jean-B aptiste à Sem'brancher, distribution du p ain de mie sur la colline de Saint-Jean.
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P o u r ta n t les avanies ne fu re n t pas épar gnées à la station, lorsque deux avalanches co n tre lesquelles il v alait mieux lu tte r pré ven tiv em e n t endom m agèrent deux téléskis e t la buvette de Dué. Des spécialistes tra v aillèrent dans des masses de neige pour récupérer le m atériel éparpillé et redonner une vie à ces grands corps d ’acier.
Les 'hommes de neige, aussi, eurent du tra v a il plein les bras et les pelles mécau niques, chassant la neige de nu it et de jour p our assurer un accès constant à la station et aux chalets.
Mais les m auvais jours on t été vite oubliés q u a n d revient le printem ps, précé d an t heureusement sa date officielle.
Il fa u t dire que, depuis le 15 décembre 1969, A nzère n ’a pas c onnu de basse saison, a lte rn an t les plaisirs du ski avec ceux d ’une a n im atio n variée.
E n effet, Anzère a fa it un très gros effort p o u r anim er la station grâce à la collabo ratio n de l ’Association culturelle nouvelle m ent créée, de l ’O ffice du tourisme et de P ro Anzère.
Des expositions de peinture avec Michel Moos, A lb ert C h a v az , le groupe « Mou vem ent » de F ribourg e t l ’artiste parisienne M arie Lise Babu.
Des conférences avec Michel Darbellay, R ené-P ierre Bille et Michel Peissel.
Des a ttractions de tous styles et de tous genres, des dîners-soirées p o u r les jeunes, du cinéma...
E t comme, parallèlem ent, l’Ecole suisse de ski a mis son énergie à l’organisation de tests sympathiques, d o n t celui des Mas ques qui est indissolublement lié à la vie de la station, Anzère a connu q u atre mois d ’une activité intense et agréable.
E nfin, Anzère, dixième village de t a com mune d ’A yent, se devait de ne pas s’isoler. Grâce à la publication de l a « Gazette d ’Anzère » destinée aux hôtes, mais égale m ent distribuée dans les ménages d ’Ayent, tous les hab ita n ts de la comm une on t suivi avec in té rê t l’a ctiv ité de la « benjamine ». E t m aintenant, place au ski 'de printemps. Anzère est très accueillante en ce moment et vous atte n d p o u r des week-ends plus ou moins prolongés p o u r jouir des derniers temps de ski de la saison 1969/70. P. Ch.
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H o r i z o n t a l e m e n t
1. Sa puissance et sa1 majestueuse beauté attiraie n t autrefois beaucoup de touristes en Valais, mais un barrage lui a ôté ses attraits. 2. P e tit lac du district d ’Hérens. 3. P h o n étique m ent : sa'lut. Ceux de fa région de Sion sont renommés. Sont en Hérens. 4. N e 'reconnaît pas. Son p o r t était autrefois en Valais la m arque distinctive de l ’homme libre. 5. H a m e a u d ’une grande commune du centre du Valais. A nagram m e de mur. 6. T o u t conseiller comm unal vai ai- san l’a été. Il ne fa u t jam ais le trah ir. 7. Se m arrer. Les chevaux en sont les principaux fournisseurs. 8. D e droite à gauche, adverbe. Serre de près. 9. C ultivé en Valais au M oyen Age, il en existe encore à N a te rs à l’état sauvage. 10. Romains. C om m ande m ent. 11. Poème qui date du X I I e siècle. Ils p o rte n t un g ran d nom bre de pattes. 12. N o te. E p ro u v a n t des sensations.
V e r tic a le m e n t
1. Ce ham eau valaisan est en to u ré d ’un vignoble réputé (deux mots). 2. F u t d ’abord évêque de Vienne en France, puis abbé de Saint-M aurice et évêque de Sion. 3. Posses sif. D e bas en h a u t : les mines d ’o r de G o n d o n ’en o n t p o in t provoqué. 4. D e bas en h a u t : aperçus. Il y en a beaucoup en Valais. 5. Publies un ouvrage. Conjonction. 6. Ce m ay en est très connu dans le district de Saint-M aurice. Abbé de Saint-Maurice du V I I e siècle. 7. Sert à porter. Exclama tion. Période où bram e n t les cerfs. 8. Dans le canton. Liquide nauséabond. Ce roi d ’Israël p érit assassiné. 9. Ce village du centre du Valais s’est transform é avec une rare rapidité. Préposition. 10. A lpage de la vallée d ’Hérens. Levant.
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20e année, N ° 4 Avril 1970
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U n m o is en Valais U n se r e K u ro rte m elden S o lu tio n s du bridge et des m o ts croisés
Le v in N o t r e c o u v e r t u r e : C a d r a n s o la ir e d e la c h a p e ll e S a i n t e - A n n e , à M o l i g n o n p r è s S i o n ( P h o t o J e a n - M a r c B i n e r ) D e s s in d e M a r c G o n t h i e r P h o t o s A S L , B i n e r , I n s t i t u t f é d é r a l p o u r l ’é t u d e d e la n eig e e t des a v a la n c h e s , K e t t e l , R u p p e n , T h u r r e
Ça y est!
Cette fois, ça y est. Les Valaisannes sont deve
nues des citoyennes. Elles pourront voter, élire
et être élues. En somyne, elles n o n t plus grand-
chose à désirer sinon la conquête, au flan de la
Confédération, de ces droits civiques que huit
cantons ont reconnus à leurs femmes. H u it seu
lem ent! Une avant-garde. O n se réjouit d 'y voir
figurer notre Valais que tant de tenaces préjugés
veulent retardataire et misogyne. En réalité, si le
Valaisan n ’excelle pas en galanterie formelle,
ronds-de-jambes et baisemains, il a toujours
accordé à la fem m e, mère de famille ou com
pagne de travail, un vrai respect.
Il lui demande maintenant de participer aussi
à la conduite du pays. C'est le plus bel hommage
qu'il puisse lui rendre. Reste à prendre l’habi
tude de collaborer dans
/’
ex-domaine réservé de
l’homme pour que les inégalités disparaissent non
seulement dans le droit mais aussi dans les faits.
«Treize Etoiles » qui avait parié sur le oui du
Valaisan à la Valaisanne ne crie pas victoire mais,
tout simplement, merci.
Münster :
Sichtbar gemachte Pfarreigeschichte
D a s O b e rw a llis ist erst verhältnism ässig sp ä t in seine « ro m a n tisc h e P e rio d e » eingetreten. Z w a r f a n d e n G eschichte, S a g e n w e lt u n d K u l t u r g u t no ch in der zw e ite n H ä l f t e des v erg a n g e n e n J a h r h u n d e rts ih re eifrigen S a m m le r u n d V e rfe c h te r — u n d ih re A r b e it w ie ih r B em ü h en p f l a n z te sich in den späteren G e n e ra tio n e n w e ite r — doch das W is sen um den W e r t v e rg an g en en K u l t u r gutes b e g in n t erst h e u te in das V o lk e inzudringen.
Dies n a c h einem ja h rz e h n te n la n g e n A u s v e rk a u f, n a c h zah lre ic h e n b a r b a rischen V e rn ic h tu n g s a k tio n e n u n d nach einer Z e it d e r fast to ta le n M issachtung. D ieser W a n d e l z eig t sich n ic h t z u l e tz t d a rin , dass m a n hier u n d d o rt , z u r e t ten sucht, w as n o ch zu r e t te n ist, u n d die E rin n e r u n g an das E in st w enigstens in den M useen sicherzustellen. D as Stockalperschloss in Brig ist in seinen o bersten R ä u m lic h k e ite n schon seit lä n g erer Z e it b e stim m t f ü r die A u f n a h m e
seiner grösseren S a m m lu n g v o r allem aus B e ru f u n d H a n d w e r k ; im Lötschen- ta l t r ä g t m a n ebenfalls altes G e r ä t u n d M ö b el z u sa m m e n ; ebenso in Fiesch. Bereits V o rh a n d e n e s, e t w a das A lp in e M useum in Z e r m a tt , das kleine H e i
m a tm u s e u m in Saas-Fee sowie die
D o k u m e n t e n s a m m lu n g im R a th a u s v on E r n e n f in d e n sorgfältige Pflege.
A u f diesem H i n t e r g r u n d b egreift
m a n , dass die S tim m b ü rg e r v o n M ü n ster n ic h t n u r j a sagten z u r W ie d e r herstellu n g des a lte n P fa r rh a u s e s ( A b b ru c h u n d N e u b a u ist um vieles b eq u e m er), so n d e r n a u c h die n o tw e n d ig e n M eh ra u sg a b e n f ü r die S c h a ff u n g eines P fa rre im u se u m s b ew illigten. D ies d r ä n g te sich um so m e h r auf, als d e r reiche K irc h e n s c h a tz der P f a r r e i in den f e u c h
te n S a k riste irä u m lic h k e ite n langsam ,
a b e r sicher seinem U n te r g a n g entgegen ging. D a s aus dem J a h r e 1509 s t a m m e n d e P f a r r h a u s b o t sich fast son selbst als A u f b e w a h r u n g s s t ä tt e an, e n th ie lt es
C r o i x p r o c e s s i o n n e l l e d u X I I o siècl e
do ch in seinem G rundgeschoss einen ehe m a lige n, spätgotischen V ersam m lungs saal, d e r le tz tlic h als H o lz s c h o p f und G e r ü m p e l k a m m e r zu schade w a r.
M ü n s t e r h ä t t e sein M useum auch h eu te no ch nic ht, w ä re n ic h t h i n t e r der g a n z e n Id ee, ein M a n n gestanden, der seit J a h r e n seine g an ze F re iz e it der E rfo r s c h u n g d e r P fa r reig es ch ich te w id m et, die A rc h iv e o r d n e t u n d sichtet w ie au ch die Ergebnisse seiner Arbeit p u b li z ie r t : d e r K a p u z i n e r b r u d e r Sta nislaus N o t i , K o n s e r v a t o r des K a p u z inerm useum s in Sursee. Seit Beginn der sechziger J a h r e tr u g er diese Id ee mit sich h eru m , b e d r ä n g t v o n d e r Sorge u m den d r o h e n d e n V e rlu s t wertvollster Z eu g en d e r R egionalgeschichte. Sein G lü c k w a r es, im D o r f v e rs tä n d ig e und t a t k r ä f t i g e H e l f e r zu fin d en . N a c h der Z u s tim m u n g d e r S tim m b ü rg e r machte er sich m i t F euereifer a n die Arbeit, sichtete u n d sortierte, klassierte und frischte auf. S kizzen, P lä n e u n d Mo delle e n t s ta n d e n u n d eines T ages w a r es sow eit, dass er « sein » M use um ein ric h te n k o n n te . Z u r chronologisch rich tigen u n d übersichtlichen A nordnung des zu sam m e n g e tra g e n e n Museumsgutes k a m die sorgfältige B esch riftu n g und E rlä u te r u n g , so dass der Besucher die g a n z e G eschichte der heutigen Pfarrei u n d ih r e r U m g e b u n g v o r sich vorüber ziehen sieht.
H a u p t z w e c k d e r A n la g e ist es, den K irc h e n s c h a tz sachgemäss u n d sicher a u f z u b e w a h r e n u n d gleichzeitig die sich no ch im G e b ra u c h b e fin d lich en Kult gegenstände je d e rz e it zugän g lich zu halten.
E in e erste A b te ilu n g f ü h r t den Be sucher z u r ü c k in die Z e it d e r Pfarrei-C i b o i r e , cali ce s e t mis se ls
Le musée
paroissial
de
Münster
Après un siècle de liquidation, de destruction barbare et de com plet mépris, on com m ence dans le H a u t- Valais à reconnaître la va leu r du patrimoine culturel. C ette évolution se manifeste p ar le soin que l’on m et çà et là à sauver ce qui p e u t l ’être encore et à conserver dans des m u sées le souvenir du passé. Une partie du château de S to cka lp er est des tinée à recevoir une collection sur l’artisanat. D ans le Lötschental et à Fiesch on rassemble m obilier et outils anciens. O n soigne a tte n tiv e ment les musées existants : le musée alpin de Z e rm a tt, celui de Saas-Fee, la collection d ’archives du R athaus d’Ernen. D ans ce con texte on com prend que les citoyens de M ünster aient a p p rouvé la restauration de leur vieille cure et les dépenses sup plémentaires nécessaires à la création d’un musée paroissial. Le riche tré sor de l’église allait len tem en t mais sûrement à la ruine dans les pièces humides de la sacristie. La cure da tant de 1509 se p rê ta it particulière ment bien à sa conservation car elle contient au rez-de-chaussée une an cienne salle de réunions de style gothique ta rd if utilisée en dernier lieu comme bûcher et débarras.
Münster n ’aurait pas encore son musée sans frère Stanislas N o ti, con servateur du musée des capucins de Sursee qui, depuis des années, consa cre tout son tem ps libre à l’étude de l’histoire de la paroisse, d o n t il a examiné et classé les archives. Il portait en lui cette idée dès le début des années soixante où la perte qui Menaçait les plus précieux tém oigna ges de l’histoire régionale l’emplissait
V i e r g e b a r o q u e e n b o i s p o l y c h r o m e d u X V I I I e siècle
de soucis. I l tro u va par bonheur dans le village des aides com préhen sifs et efficaces. L ’accord obtenu, il se m it au travail avec urt zèle ardent. Il visionna, tria, classa et rafraîchit. A près les esquisses, les plans, les modèles, il p u t en fin créer « son >
musée, où le visiteur p eu t suivre m a in ten a n t toute l’histoire de la p a roisse et de son entourage.
Le b u t prem ier de l’in stitu tio n est d ’assurer la bonne conservation du trésor de l’église to u t en gardant accessibles les objets de culte qui sont encore utilisés.
Une première section ramène au tem ps de la création de la paroisse, au X I I I e siècle. Elle renseigne sur l ’ancien co u ven t auquel le village do it son n o m et rappelle l’épanouis sem ent du m ysticism e m édiéval dans le haut Conches, avec ses ermitages et ses béguinages. Elle explique ce que f u t l’école paroissiale autrefois florissante : pépinière d u n o m b reu x clergé et des n o m b reu x notaires con- chards.
Une aile originale du célèbre autel d u Lucernois Jörg K eller in tro d u it au siècle du cardinal Schiner, l ’am i
g r ü n d u n g im 19 J a h r h u n d e r t , g ib t A u f schluss ü b e r das einstige K lo ste r, dem das D o r f seinen N a m e n v e r d a n k t u n d w eist h in a u f die B lü te das S p ä tm it te l alte rlic h e n M ystizism us im O bergom s m i t seinen Einsiedeleien u n d seinen B eg h in en h äu sern u n d g ib t Aufschluss ü b e r die einst b lü h e n d e Pfarreischule, « B r u ts tä t te » d e r za h lre ic h e n « h o c h g ela h rte n » K le r i k e r u n d N o t a r e des O bergom s.
E in u rs p rü n g lic h e r Flügel des be r ü h m te n H o c h a l t a r s v o n J ö r g Keller aus L u z e r n f ü h r t hine in in die Zeit K a r d i n a l Schiners, des tre u e n Freundes
des einstigen M ü n s tig e r K ilc herrn,
J o h a n n e s T r u e b m a n n , in dessen P f a r r h au s Sch in e r 1517 seine le tzte N a c h t im W allis v e rb r a c h te . E in spätgotisches V o r tr a g s k r e u z sow ie ein jüngeres, mit einheim ischem B erg k ristall geschm ück tes, k ü n d e n v o n einstigem K ö n n e n und R eich tu m .
I n einer w e ite re n A b te ilu n g le b t die grosse Z e it v o n M ü n s te r w ie d e r a u f : w ä h r e n d a n d e r t h a lb J a h r h u n d e r t e n sas- sen ih re V e rtr e te r, die v o n R ied m a tte n , a u f d em B ischofsstuhl v o n Sitten. Sie w a r e n n ic h t im m e r besonders fromm , ab er griffen le tztlic h doch entscheidend f ü r die E r h a l t u n g des a lte n Glaubens ein. -— B ro k a t, D a m a s t , S a m t u n d Seide aus drei J a h r h u n d e r t e n h a n g e n im Pa-
ra m e n te n k a s te n . D ie Bischöfe von
M ü n s te r w a r e n ih r e r eigenen P farrei gegenüber n ic h t knauserig, u n d so ent h ä l t die P a r a m e n te n s a m m lu n g überaus w e rtv o l le Stücke.
A n to n iu s v o n P a d u a w a r d e r p o p u lä rste H e ilig e d e r B a r o c k z e i t: er konnte alles u n d h a l f im m er. K e in W under, dass A ltä re , M a lk u n s t, T h e a te rsp ie l und P ro zes sio n s b räu ch e den w u n d e rtä tig e n H e l f e r aus a lle r N o t im m er w ie d e r in ih ren M i tt e l p u n k t stellten, so dass das P f a r r e ig u t n o ch h eu te d a v o n zeugt — N ä h m e m a n die A n z a h l Prozessio nen f ü r das K r ite r i u m f ü r die H eilig k e i t eines V olkes, so müsste m a n die a lte n M ü n s tig e r alle a u f die Altäre stellen, d e n n in n ic h t w e n ig e r als 50 P rozessionen im J a h r e flehten sie den Segen G o tte s u n d seiner H e ilig e n auf H a u s u n d F eld h erab. Diese Fröm m ig keit h a t ih re S p u re n hinterlassen, so dass V o r tr a g s k re u z , silberne Segens h a n d u n d ein reichbesticktes Segens- v elu m f ü r sich einen Museumsabschnitt bilden.
Bleibende T r ä g e r d e r V olksfröm m ig k e it w a r e n die B ru d e rs c h a fte n , so etwa die B ru d e rs c h a ft v o m A lta rsakram ent, das s o g en an n te « Weisse K le id ». Auch sie h a b e n uns z a h lreich e Zeugnisse ein stiger V o lk s f rö m m ig k e it hinterlassen, die
n u n die M u se u m sw ä n d e v o n Münster schm ücken. E in a lte r A rc h iv k a s te n aus dem J a h r e 1604 sowie alte Missale, S t i f t u n g s u r k u n d e n u n d k o stb a re Kelche erg ä n z e n die kleine, a b er sehenswerte A u f b e w a h r u n g s s t ä tt e des Pfarreischat
zes v o n M ü n ster. M a r c o Volken.
fidèle du curé Johannes T ruebm ann, dans la cure duquel il passa sa der nière nuit valaisanne en 1517. Une croix de procession de style gothique tardif et une autre, plus récente, ornée de cristal de roche m o n tre n t la richesse et la science de ce temps.
Une autre section f a it revivre la grande époque de M ünster : pen d a n t un siecle et dem i ses représentants occupèrent le trône épiscopal de S ion. Ils ne fu re n t pas toujours par ticulièrement p ie u x mais in te rv in rent finalem ent de manière décisive pour le m aintien de la foi. Des é to f fes de brocart, de damas, de velours et de soie de trois siècles d ifféren ts sont suspendues dans la vitrin e des ornements sacerdotaux. Les évêques
de M ü n ster ne se m o n trè re n t pas pingres envers leur paroisse et la col lection co ntient des pièces de grande valeur.
A n to in e de Padoue f u t le saint le plus populaire de l’époque baro que : il savait to u t et v en a it toujours en aide. Pas é to n n a n t que autels, peinture, théâtre, processions aient toujours accordé une place de choix à celui qui vo u s tirait miraculeuse m e n t de to u t besoin ; le trésor p a roissial en tém oigne encore. Si l ’on vo u la it prendre le nom bre des p r o cessions com m e critère de la sainteté d ’un peuple, on devrait canoniser tous les anciens Münstérois, car ils ne faisaient pas m oins de cinquante processions dans l’année p o u r su p
plier D ieu et ses saints de déverser leur bénédiction sur le village et les champs. C ette piété a laissé des tra ces : croix de procession, m ain bénis- seuse en argent, voile richem ent brodé fo r m e n t to u t un quartier du musée.
Les confréries étaient les supports de la piété populaire, ainsi la con frérie du sacrement de l’autel, dite « das weisse K leid ». Elles ont laissé derrière elles de n o m b reu x tém oigna ges qui ornent m a in ten a n t les murs du musée. Un v ie u x co ffre t à archi ves de 1604, des missels, des actes de fo n d a tio n , des calices précieux co m p lèten t la petite mais intéres sante exposition du trésor de la paroisse de M unster. M. V.
L ’en-avant de la neige
Il y a une te n ta tio n de ces pentes, u n frémisse
m en t de ces pentes. Elles incitent d ’a b o rd à la
dernière montée, du fo n d du bol d ’om bre à
l’ourlet du col. Puis de l’au tre côté le flanc se
précipite. N o t r e vallée est celle des plages v e r ti
cales.
Je sens parfois la menace com m e q u a n d on
tète la pipe. Je flaire.
J ’ai été pris dans la foret. Je plongeais dans
les prem iers arbres. Je me rappelle une rav in e
au-dessus de m a tête, en to u rn a n t, avec une b o u r
souflure d ’arbustes, de drognes, de rh o d o d e n
drons et du noir de pierrailles : de la guenille
mouillée au b o rd de la visière des neiges. Passé
com me un oiseau sur ces pentes éblouissantes !
E t v oilà que sans que mes y eu x le croient,
l’écharpe de la petite combe se défait. Je flotte.
Les talus bou g en t sous mes lattes. Toutes les
crêtes sont en m ouvem ent. Je saisis un arole.
Je me hisse à m i-tronc. Je m ’incruste dans
l’écorce. Je renifle en bas dans la bouche une
goulée de sève et de résine. Je suis choqué à la
jambe. L a rivière de neige se fige, je retom be
au creux d ’une vague. La tête est si chaude
ensuite. Avec une a rd e u r hébétée, dans les psst,
psst des alouettes lulu, je glisse sur un ski, je
ra m p e sur une dizaine de cônes d ’avalanches et
to u rniq u e dans les lits de torrents. Je d érape sur
les longues plates-bandes. L a g rand e immobilité
bleue m ’imprègne. Pas un nuage. Je descends la
vallée, les étages de mélèzes. Je me reposerai à
la naissance d ’un chemin q u a n d la boue de p r i n
temps succédera à la neige de printem ps. Q u a n d
je v errai dans les ornières le limon d ’aiguilles
rouges.
J ’ai frisé les avalanches.
U ne après-m idi qui d ev en ait verte, je navigue
dans un rassemblement de creux assumés p a r les
longues pentes rugueuses disparaissant dans les
cheminées, finissant en bosses d ’alpages vers le
bas. (O n p o u r r a it ren co n trer un chamois a n a
chorète au gros pelage noir.) Je p o in te le nez
stu p id em en t vers une colline. T o u t le flanc se
découpe et glisse com m e si m a pensée l’av ait
détaché. Je vais to u ch er les gros blocs. L ’événe
m e n t semble n ’av o ir jam ais eu lieu. Je reg ard e un
soir une m o n tag n e devenir rose dans ses sommets
puis un sentier de fo rê t ra p id e et froid. Je
m ’élance. Je me re to u rn e sous les prem ières b r a n
ches des sapins, avec l’o d eur jaillissante de ces
branches, vers la m o n ta g n e rose. L ’a v a lan ch e est
descendue derrière moi. Sans
b ru it, féline. T o m
bée d ’en h au t. « T u es là
dans la fo rê t du
P ich io u r ? L a co u p ure se fa it au coucher du
soleil. Les crêtes se refroidissent et cassent. »
— « File au village ! »
P arfo is on v o it les oiseaux q u itte r une forêt,
les chevreuils b o n d ir et se tra în e r dans les prés
fo nd an ts. Je me dis, dans une ch am b re de bois
à l’orée de ces gran d s châbles rabotés p a r les
avalanches : « Ils d o iv e n t sentir quelque chose.
Ils décam p en t. » L a légèreté m u ette des oiseaux
nous coule un frisson. Q u e ne suis-je en partie
une bête ? (Mais incid em m en t j’en suis une ; j ’ai
merais v o ir la g ran d e révolte des bêtes et des
âmes dans la P r o d u c tio n industrielle.)
Je repars sur mes skis.
La vitesse de la m o n tag n e égare. Les pentes
nous a ttir e n t vers le cœ ur, dans le luxe de la
plus longue trace. O n rase la neige, on est aspiré
p a r les plus grands m o rc eau x de blanc. O n s’est
laissé av o ir com me le p lo m b au b o u t du fil : les
virages s’a rrê te n t au centre des masses poudreuses
au-dessus des rochers.
— H é !
— O u i !
D ’autres glaciers, d ’autres alpages s’enfuient
sous mes planches. Q uelle sensation d ’été j ’ai eue
dans la neige puissante com m e si j ’étais au milieu
d ’une p rairie chaude, avec les graminées. Les
cristaux, c’étaient les graminées. Elle p o u rrit, la
neige. Epaisseur, to u ffe u r et silence. Le vide
to ta l em plit les oreilles de crissements.
A h ! les avalanches de f o n d descendent entre
m idi et une heure !
Le m o n ta g n a r d à distance se rince l’œ il de la
lenteur et de la force de la masse. Elle recouvre
un f o n d de cuve de vallée et puis frém it. Je suis
à l’abri. J ’observe les pulsations d ’un anim al
qui m eurt. Ç a s’apaise lentem ent. C o m m e des
soubresauts de d o rm e u r qui s’éteint en longues
respirations. E t u n g ro n d em en t de m er élargit
l ’espace et le dévaloir. Le b ru it rau q u e et sourd
me tient.
Les ravines du côté sud abo ien t d ’une façon
interm itten te.
Ailleurs les cimes luisent.
Mais q u a n d la p la q u e de neige bleue s’envole,
c’est la claque d ’une voile de bateau , le cla p o
tem ent d ’un rid eau dans le vent.
J ’ad m ire les m o n c eau x de boules, l’énorm e
colline, le ressac des avalanches qui très souvent
franchissent une rivière.
T ê te-à-q ueu e du d ra g o n sur l’au tre rive.
E t le tunnel de l’eau dessous.
L a vie se prom ène.
Z* /
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4^
le bridge
Pour ne rien abîmerElle o ff re u n e d o u b le p a r tic u la r ité , cette d o n n e d ’u n p e t i t to u r n o i gene vois,: de c h u te r à to u tes les tables sauf une, de fin ir en ap o th é o se à celle-ci. Oyez la savoureuse h isto ire de l’u n iq u e c ontrat rem pli.
* 4 A R 7 4 <C> R D 1 0 7 6 4- V 7 3 * ❖
*
9 6 3 A 9 8 4 3 2 10 8 6 2 N W E S * ❖ * D V 7 5 2 D 10 8 6 2 D 5 4 * A R I O 8 V 9 5 3 <> V 5 4* A R 9Les enchères v o n t ainsi, d an s la v u l nérabilité générale : S 1 s. a. 3 * 5 9 W N 2 4> 4 s. a. 6 9 6 s. a. X X
Elles m é rite n t exam en. Si le 2 4* de Me N o r d d e m a n d e en S ta y m a n la p r é sence d ’une m a je u re q u a triè m e , la ré ponse 3 4» signifie en le u r la n g ag e qu’elles le so n t to u tes les d eux, d a n s un sans-atout de 16 p o in ts ; ta n d is que 3 <> exprim erait la m êm e chose, avec un sans-atout m a x im u m . D ésire u x de joue r 6 *>?, M e N o r d p r e n d la p r é c a u tio n de poser la question des A s e n B lack w o o d . Q uant au c o n tre de 6 9 , il résulte d ’u n syllogisme: « T o u t le m o n d e v a c o n t r e r ; dans un to u r n o i p a r p aires, il f a u t a g ir comme les au tre s ; donc, je contre. » Pris de rem ords, M e N o r d t o u t in q u ie t se réfugie à 6 s. a. : qu e l’a u tre se débrouille ! Le c o n tre q u i suit, de p re s tige, met un te rm e a u x débats.
La gauche in n o c e n te e n ta m e de l’As de carreau, v o it a p p a r a î t r e le 6 de c œ u r en face, plonge d a n s sa réflexion, puis en émerge avec le 9 de c a rre a u , « p o u r ne rien a b îm e r » d ev a it-e lle a v o u e r à l’autopsie.
C om m ent n o tr e a m i M . S u d re m p lit- il désormais son c o n t r a t ? E t puis, ques tion subsidiaire, la gau ch e p o u v a it-e lle le faire ch u te r après a v o i r e n g ran g é la
levée de l’As de c a rr e a u ? P. Béguin.
St. George s feast in Chermignon
I n the Valais' « N o b le C o u n tr y » — thus called because o f its fertile la n d a n d the noble w ines w h ic h g row on it — the lo v e ly village o f C herm ignon spreads on a ledge m id w a y betw een Granges in the R h o n e V a lle y a n d M ontana-C rans.
I n 1942, its c o m m u n ity house near the road w as repainted in the original v i v i d colours o f the 16th century. From the esplanade o f its m o d ern church a t the border o f the village, a sp len d id v ie w co m m ands the R h o n e V a lle y a n d the southern A lps. T h e land belong ing to this village spreads fr o m Granges to M ontana. I t comprises v a st forests, fields a n d vineyards.
St. George being the p atron saint o f C herm ignon, the people celebrate his feast d a y on A p r il 23 w ith great cerem ony, although it is no longer an officia l h o lid a y in the Valais.
I f possible, emigre natives return fo r th a t d a y , as fa m ily ties a n d the spirit o f kin sh ip are strong in the Valais. M em bers o f can tonal authorities a n d guests join the villagers a t high mass at 10 a. m. In the a ftern o o n , an impressive pageant w in d s its w a y through the fields to a site above the village called « Les G irettes ». T w o halberdiers precede a w h ite horse w hose rider im personates St. George. I t is fo llo w e d b y a d eta ch m en t o f m ilita ry engineers, then a c o m p a n y o f « Les R ouges » clad in the w h ite trousers a n d red tunic w o rn b y their ancestors w h e n N a p o le o n B onaparte an n exed the Valais to France in the early 19th cen tu ry and d r a fte d its m en into his armies
Th en come boys aged 7 to 10, w h o p ro u d ly w ear the high bear skin caps a n d long sw ords preserved as fa m ily heirlooms since the N a p o leo n ic wars. A t the order « D r a w sw o rd ! », the w o u ld -b e soldiers shoulder their long blades. N o w o n d e r th a t C herm ignon gave m a n y hig h -ra n kin g officiers to the Swiss a r m y !
T w o bands p la y alternately, b u t a lw a ys an equal nu m b er o f tunes, u n til the pageant reaches « Les Girettes ». There, the priest blesses specially b a ked rye bread before its distribution. Present and fo rm e r m em bers o f the co m m u n a l authorities receive a w hole loaf, all the others a quarter loaf. T h e d a y ends w ith music, song and fo l k dancing, a n d a banquet served to some 300 citizens a n d in v ite d guests.
T h e custom o f distributing bread to all present on this holiday originated at the end o f the 17th century. D uring one o f the plague epidem ics w h ich ravaged E urope fr o m 1500 to 1650, a m a n o f C h erm ig n o n fle d to « Les G irettes » a n d h id under a bridge. There he v o w e d th a t i f he su rvived , he w o u ld give his fie ld o f rye to the poor. S h o rtly a fte rw a rd , he heard the Plague w a lk over the bridge to higher regions. T h e m an w h o w as spared w e n t b a ck to the village a n d k e p t his v o w . So, to this d a y, the bread m ade o f the rye g ro w n on this fie ld is d istributed at « Les Girettes » in the a ftern o o n o f St. George’s Feast.
T h e fa c t th a t this sm all village has tw o bands w h o p la y equal n um bers o f tunes during the pageant, is due to political differences w h ic h m ade the original brass band sp lit in 1917. Then, the dissi dents w o u ld n o t hear o f p la yin g the same brass instrum ents as their rivals. Therefore, th ey bought n ickel-p la ted ones in Lausanne. So n o w the band w ith brass instrum ents is called « T h e Reds », the other « T h e W h ites ».
A n o th e r idiosyncrasy o f C herm ignon is that the « foreigners »
— m eaning other Swiss citizens w h o live in that village a n d w h o
fo r m e d a th ird political p a rty , « T h e G reys » — have little chance o f being elected into the C o m m u n ity Council. B u t i f th ey should have the m istaken idea th a t it is useless to go to the polls, th e y are sent fo r a n d m ade to v o te !
Lettre du Léman
N o u s aimons lire et entendre M. Louis A rm a n d . Le polytechnicien ne limite pas ses études et ses propos aux sciences exactes. P o u r lui, hum aniste, les dossiers de la vie restent ouverts à dem eure ; il n ’ab o rd e pas seulement les problèmes, il les tra ite et s’a ttach e à tr o u ver la solution, en n o v a te u r avisé. E n décembre, le gou vernem ent français lui a confié la tâche de m ener la bataille p o u r l’environnem ent. E n bon S av o y ard , Louis A rm a n d v eut clouer les nuisances au pilori. L ’écologie est à la m ode en d ’autres pays, et su rto u t aux E tats-U n is où l’e ffo rt p o u r la p rotection de la n a tu re est considé rable. Y viendrons-nous b ientôt en Suisse, massivement, comme il se d o it ?
Il y a un mois, Louis A rm a n d é ta it à Genève. N ous aimons à le suivre lorsqu’il rejette le m icro et se donne à l ’im p rovisation ; on l ’écoute, on a p p ro u v e ou l’on tique, mais on adm ire p a r réflexion.
N o u s aimons à relire les « Simples propos », édités en 1968. Les réalités sonnent clair sous la plum e de cette grande intelligence qui est à l ’aise à l’A cadém ie française. E t voici que surgit aux vitrines des libraires un livre nouveau (« P ropos ferroviaires ») que nous venons de p a rc o u rir et où s’affirm e, entre autres, la foi du che m inot, chaudem ent cultivée p a r l’ancien président de la S N C F , qui d éb u ta au PL M . Louis A rm a n d f a it valo ir la solidarité ferroviaire — glissant çà et là des pointes d ’un h u m o u r qui ne déraille pas — a v a n t d ’en venir au chap itre des « Cinq cent mille résistants au to u r du cheval d ’acier » d o n t il a, p e n d a n t des années cruelles p o u r la France, dirigé le m ouvem ent de « Résistance- Fer » qui lui v a lu t des honneurs exceptionnels. L ’au teu r ne les a v a it pas recherchés ; il s’était donné à une cause qui lui était chère et qui l’est restée, p u isqu’il est actuel lem ent secrétaire général de l’U n io n internatio n ale des chemins de fer. L ’anecdote est alerte p o u r éclairer le courage et la patience des chem inots de France, de G ran d e-B retagne et des E tats-U n is — les prem iers en b u tte aux consignes hurlées et brutales de l’occupant, sous les bombes alliées.
Le dernier ch ap itre traite de l’E urope des chemins de fer. Le g ra n d cheval de bataille est la cybernétisation ferroviaire ; la technique p eut a p p o rte r en autom atism e des garanties que l ’hom m e n ’est pas en mesure de fo u rn ir en atte n tio n passive, relève l ’a u te u r après a v o ir souligné que la m achine électronique présente, entre autres a v a n tages, celui de ne pas co n tra c te r d ’h abitudes : celles-ci, p a r exemple, ne lui fero n t pas griller un signal passé au rouge parce que, p e n d a n t des mois, au même endroit, on l ’a vu vert.
L ’électronique ne nous enlèvera pas, D ieu merci, le privilège de lire Louis A rm a n d , de nous a tta r d e r au , ch ap itre qui situe l’E urope des chemins de fer et qui sonde l ’âme d ’une c o rp o ra tio n g ro u p a n t les jeunes c h e - 1 m inots des q u a tre coins du même continent, liés p a r une consigne qui n ’est pas un v ain m ot. L ’a u te u r conclut : « C et assentim ent de t a n t d ’hommes de bonne volonté, de tous âges et de tous pays, me perm et d ’envisager avec confiance le g ra n d essor des espoirs d o n t sont déjà p orteu rs le w agon E u ro p , le w ag o n à douze chiffres avec sa preuve p a r neuf, les trains d o n t la vitesse dépasse les deux cents kilom ètres à l ’heure, la locom otive télé guidée ainsi que ce déploiem ent cybernétique où se lève une arm ée de serviteurs silencieux, dém ultiplicateurs du bras et du cerveau h u m ain et garants, en même temps, de futures et bénéfiques p ro m otions de la personne hum aine. »
L ’ancien chef du service de presse des C F F , à Berne, le M orgien W illiam W enger, nom m é récem m ent à la direction du C e n tre des relations publiques de l’U nion in te rn atio n ale des chemins de fer (un ap pel flatteur), vient de signer un ouvrage de g ra n d in térêt : « Le chemin de fer dans le m o nde » qui p la ira à tous les amis du rail et aussi à tous les « usagers » — l’affre u x m o t pour tra d u ire un atta c h e m e n t véhiculaire.
R écem m ent, la direction générale des C F F , à la recherche d ’un co llab o rateu r de classe, souhaitait par voie d ’annonces une m obilité intellectuelle, en contraste sans doute avec l’immobilisme qui fra p p e de nos jours ta n t de cerveaux que refuserait l’ord in ateu r. M ais ce dernier ne com m ande pas l’esprit d ’à-pro p o s et il ignore
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La fête est finie
La fête est finie, finie, finie. Les autos tamponneuses ont
cessé de tourner. Les carrousels se sont immobilisés entre
ciel et terre, tristes et ridicules.
Sur le trottoir des papiers crasseux poursuivent les confettis.
Mais la fête est finie. Les gens sont partis. Ils ont ri parce
qu'il fallait bien rire. Ils ont bu jusqu’à l’ivresse parce qu’il
fallait justifier la joie. Fugace.
Une porte claque et reclaque laissant échapper une bouffée
de chaleur. Bientôt les premiers croissants parfumeront
l’atmosphère.
Le ciel retrouvera sa couleur originelle et j’aurai envie de
partir loin des joies fugaces...
Valais
O belo na Suîça
Ê, antes de tudo, intelectual, E se isto é urna questäo pessoal, Pode afirmar-se, sem perifrase, Q ue as altas m ontanhas Dizo sempre sensaçâo De angùstia e extase. Os sens eûmes nevados Q ue os lagos reflectem
D espertam naturalm ente a reflexâo. A ssim descreve, com efeito,
A s m o n tanhas do Valais O insigne poeta R a m u z.
T u d o nos atrai neste pais de rara beleza. N o en ta n t o
O seu encanto Sensacional
É m u ito mais inteligêneia D o que transe emocional. A fo r tu n a d o s os que nasceram N este pais
Q ue sempre soube aliar A r te e hum anidade. N a s altitudes alpestres Sôa a tro m p a dos pastores.
O 5eu càntico, Musica do céu, Ê verdadeira elegia Q ue do pròprio espirito Fez melodia. Francisco de A zeved a . C e t h o m m a g e au V alais, q u i tém oigne d ’un e estim e flatteu se p o u r n o tr e p ays, nous a été e n v o y é p a r M. F rancisco de A z e v a d a , jo u rn a liste et é c riv ain p o r t u