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A M I C A L E
de* Aacieiu el Anciennes Elèves des Sections N om ales et de l'Ecole Normale Supérieore de l'Enseignemenf Tedum|oe
t
Présidents d’honneur :M. le D irecteu r de l’E n seign em en t T eclin iq u e:
MM. les D irecteu rs adjoints de l ’E n seign em en t T eclm iq u e: MM les a n cien s D irecteu rs de l’Ecole N orm ale Supérieure de
l’E nseign em ent T eclm iq u e;
^ l^chnfque^'^'' N orm ale Su périeure de l’E nseign em ent
0
B U R E A U
S e c ré ta ire s g é n é ra u x hon oraires :
i honoraire de C ollège T ech n iq u e; H. COURT, P r o fe sse u r au C ollège Arago.
Secrétaire général :
G.^GABORIT, P ro fe sseu r à l’Ecole P ro fessio n n elle Dorian,
n , avenue P h ilip p e-A u gu ste, Paris (11*).
S e créta ire g é n é ra l a d jo in t :
LAJON, P ro fe sse u r à l ’Ecole P ro fe ssio n n elle Dorian. '
S e c ré ta ire s : ' . •
Mme MARTRAIRE, S ou s-D irectrice de l ’E. N S E T
^ P. de S a in t-d u e n ; ‘ ' P ro fe sse u r à l ’E. N. P.. de Saint-O uen ;
QUILLIET, S ou s-D irecteu r au C, T. de V e rsa illes; : ROCH, P ro fe sse u r à l ’E. N. P. de Lyon. '
Trésorier :
A. POUGEOL. P ro fe sse u r au C. T. de Saint-ÎHaur (Seine). 1
Membres :
|
Mme \ ILLENEUVE, P ro fesse u r à TE. N S E T ’
îîü ® P r o fe sse u r au C. T. d ’Orléans. i he V itry-su r-S ein e;
F > P.Ecole P ro fessio n n e lle Diderot, Pari*
C l e r S - F e S ” ' ® Su périeure de Com m erce LIGNON, P ro fesse u r à l’E. N. N. A. de P aris : FONTAINE. E lève P ro fe sse u r à l ’E. N. S. E. T. * MORELLON, D irecteu r de C. T., A djoint au D irecteu r .de l ’Ë. i l
coioniâ].
Les S ecrétaires des G roupes p rovinciau x.
A d re ss e e t n° d u C om pte d e ch è q u es p o s ta u x :
• B. ^ s o c r . v T i o x A m i c a u e d e s A n c i e n s E i ù ; v e s E N S E T 151, boulevard de l ’Hôpital, P aris (13') — C. C. P. P aris 54 88 »»
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SCIENCE ET VIE
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ET DE LEURS APPLICATIONS A LA VIE M O DERNE
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500
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C. C. POSTAL 91-07, PARIS
SOMMAIRE
APPEL A NOS CAMARADES. DISTINCTIONS.
VIE DE L’AMICALE :
C o n g rès de P â q u e s 1948 : A ssem b lée g é n é ra le e t b a n q u e t;
A ctiv ité de l’A m icale : v œ u x e t d é m a rc h e s ; G ro u p e s ré g io n a u x e t locaux.
LA VIE A L’E. N. S. E. T. A LA DIRECTION DE L’E. T. VACANCES.
REGARDS SUR LE MONDE :
L e ttr e d ’A u s tra lie . ,
VIE FAMILIALE. '
CE QUE PUBLIENT NOS CAMARADES. '
t LIVRES. — REVUES. — INFORMATIONS.
I
VIE FINANCIERE : ‘ '
C o tis a tio n s re ç u e s . j
NOS CORRESPONDANTS.
1
t PUBLICITE : F o u c h e r, D id ier, D u nod, H a tie r, H a c h e tte ,
Science e t Vie.
Erratum. — L e « B u lle tin » de m a rs 1948 a é té d a té lie 1947 p a r s u ite d ’u n e e r r e u r ty p o g ra p h iq u e . Nos c a m a ra d e s a u r o n t re c tifié d ’e u x -m ê m e s.
A p p e l à n o s C a m a r a d e s
L ’Assemblée générale a décidé, à l’unanim ité, que l’Amicale p re n d ra it à sa charge la confection et la pose d’une plaque de m arbre destinée à être apposée dans le vestibule de n o tre Ecole p o u r ra p p eler le sou v en ir de nos cam arades tom bés victim es de la d ern ière g u erre. A u tan t que nous puissions le prévoir, en l’é ta t actuel des choses, nous envisageons une dépense de l’ordre de 30.000 francs. Nos ressources sont accaparées p a r la p u b lica tio n du b u llelin copieux et coûteux e t qui, nous l’espérons, donne un reflet fidèle des courants divers qui se m an ifesten t p arm i les anciens su r les voies les plu s eiféctives p o u r défendre e t m ain te n ir la tra d itio n d’u ne écôlè qui nous est chère à tous.Nous faisons appel à la g énérosité de chacun' e t nous pensons que tous au ro n t à cœ ur de tém oigner p a r u n geste de le u r g ra titu d e p o u r ceux de nos cam arades qui ont sacrifié le u r vie à une cause sacrée.
Le re liq u a t de la souscription se rait n atu rellem en t affecté à la caisse de secours de nos cam arades élèves de l’Ecole e t le B ureau fe ra l’im possible p o u r que le versem ent soit substantiel. Aidez-le et adressez sans ta rd e r v otre co n tribution à :
A ssociation am icale des Anciens Elèves B .N IS. E. T. 151, boulevard de l’H ôpital, P a ris (13‘)
Compte chèque postal : P a ris 54 88 99 avec la m ention : Souscription du souvenir.
D i s t i n c t i o n s
Légion d’honneilr* Nous apprenons les nom inations suivantes : ■ ,O fficier : Mlle Sim onin, inspectrice générale de l’Enseie-ne-
inent technique. •
Nous p rio n s Mlle Sim onin d’accepter les bien vives félici tatio n s de ses cam arades de l’Amicale p o u r la prom otion dont elle v ien t d’être l’objet. P ionnière de l’Enseignem ent technique fém inin, Mlle Sim onin est une am icaliste dé toujours.
C hevalier : M ennessier (B 12-14), p ro fesseu r â l’i;. N. S. E. T,
Que notre cam arade M ennessier froüve ici les cordiales fé li citatio n s de_ses cam arades de l’A m icalé, B où'pbnibre d’e n tre eux fu re n t ses élèves. Ils ont gardé u n excellent sô û v èn îf du pro-, fesseu r e t du pédagogue que tous' o n t'c o n n ü 'à là,.présidence ' de nos réu n io n s am icales où son aim ablp fèrrûèté dans (la direction de débats p a s s io n n a n ts 'lu i a conquis toutes les svrn-
L a V ie d e V A m Ie a ie
m
L’affluence croissante des cam arades nous av ait fa it abandon n e r l'a m p ith é â tre P a u l-F o u rn e l tém oin de ta n t de jo u tes o ra to ires des Congrès passés p o u r la grande salle de l’Ecole des A rts e t M étiers obligeam m ent m ise à n o tre disposition p a r son d irecteu r, n o tre cam arade B onnafous.
Nous donnons ci-dessous une liste des présents, qui se sont in scrits s u r les deux listes m ises en circulation. De nom breux cam arades re ta rd a ta ire s se tro u v en t om is, ce dont ils voudront bien nous excuser.
Mmes ou Mlles
B abillot, G. T. F., Lille; Bazieu, G. T. F., Metz; Beaugé (37-39), G. T. F., Metz; B onnafous; L. B ertin (33-35), M arseille; G aillault (21-23), R o u b aii; Gampuzan, G. T. F., M ontluçon; J. Ge^iüon (43-45), E. N. P., Poligny; Ghérel, G. T. F., P a ris; (ih astrette, en congé; G ouespel-M artin (35-37), C herbourg; C ourt (35-27), So- phie-G erm ain, P aria; F e rra n d , G. T., Le P e rre u x ; Feugeas-JL.a- combe (25-27), Em ile-D ubois, P a ris; E tienne, C lerm o n t-F er ra n d ; G aborit (26-28), G. T .F ., Rouen; Gasteller, G. T.G ., L a Ro chelle; G ilbert, G. T. F., L ille; G o u rin at (23-25), H ôtelière, C
ler-ges; R. Istaz, C.T. F., Rouen; G. Jean (27-29), P a ris; Lagny (35-37), G T. F., Nancy; S. L em archand-R ohr, Centre a p p re n tis sage, C lerm o n t-F erran d ; G. M artraire (21-23), E. N. S .E . T., P a ris; G. Millet (45-47), E. N. P., Vizille; L. Morellon, C.T. G., V ersailles; P alix (29-31), Nice; P ichon-M eunier (44-46), Reims; P ith o is (43-45), E. N. E. M., S trasb o u rg ; Pollet, d irectrice E lisa- L em onnier, P a ris; S. Raüx, C .T .F ., Rouen; P ro g n o n -T rib ert (37-39), E. N. P., Lim oges; S. P ro u h e t (41-43), Orléans; Ricard (44-46), E. N. P., Poiigny; Robert, Blois; Roy (43-45), Golmar; Silberzahn-M endousse (27-29), .Mulhouse; S tap fer (43-45), Rou- baix; S. T exier (28-30), C .T .F ., Lim oges; V ignaud-R einandet (37-39), en congé.
MM.
A struc, D orian, P a ris; A urières, d ire c te u r H ôtelière, Tdonon; M. B anchereau, E. N. P., S aint-O uen; B ernard <23-25),“ N ogént- sur-M arne; B iguenet (26-28), E.N . P., Sain.t-Ouen; B ittes, P u - teaux; B ourzeix (25-27), d ire c te u r H ôtelière, S trasbourg; B u r- tel, Courbevoie; B ru, V itry; C am y-Peyret, E ,N . P., Metz; Carré, B oulogne-sur-M er; Gercelet (35-37), in sp e c te u r,-. S trabourg; G barrondière, d ire c te u r D orian. P a ris; Gheroux (22-24), d ire c teur, P o itiers; Gompain, N iort; J. Goquelle, sous-directeur, Rouen; D aget (28-30), B oulogne-sur-M er; Denis (39-43). Gliam- p ag n e-su r-S ein e; D ionnet, D iderot, P a ris; D urand-R ival, A rgen- te u il; Duval, D orian, P a ris; E tienne, C lerm o n t-F erran d ; Evgout (28-30), E. N.N.A., P a ris; F lam ain (34-36), Nice; G, F o ntaine, E.N . S .E . T.; A. F o u rn ier, Cliarleville;
Galichon, Tourcoing; A. Garçon, E. N. S.E . T.; Giboin, G our- d an -P o lig n an ; G ilbert, H aubourdin; G ranger, E. N. P., V oiron; G uizard (33-35), Hôtelière, P a ris; Jouhaud, directeu r, F ourm ies; L abalette (14-20), P a ris; L ab arth e (25-27). directeu r. V ienue; Lagny (34-36), S. T. G. M., Nancy: Lavergne (42-44),'< E. N. P., V ierzon; L auré. P u teau x ; Leleu (34-36), Rouen; Lenormand,. D orian. P a ris; Leroy, Courbevoie; Iæ Tfei.s <26-28), d ire c te u r E. G. G.. C lerm o n t-F erran d ; Lignon (30-32),' E. N. N. A., P a ris; M arcy (25-27), Saint-O uen; M ennessier, E.'N. Si'E. T., P a ris; P. Menoux, inspecteur, P a ris; M eunier H., H ôtelière, P a ris; M eunier P. (14-20), directeu r, V ersailles; Miot (34-36). M inistère des F inances; Morellon, M inistère des Colonies; Morillon, E. N. P.. S aint-O uen; Nègre, E .N . P.. Saint-O uen; Oudine (24-26), E. N. A. M., C hâlons-sur-M arne;
P asquet (27-29), E..N. P., S aint-O uen; G. P etit, E. N. P., Cha lo n -su r-S aô n e; Peyregne, D iderot, P aris; P h ilib ert, directio n E. T .; Pichon (44-46), Reim s; G. Pince, G. M. G., Rouen; Pollet, H ôtelièrè, P a ris; P rê t (26-28), E. N. N. A., N antes; Prognon, E. N. P., Lim oges; Q uilliet, sou s-d irecteu r, V ersailles; Rabier, P a ris ; Raoult (31-33), C lerm o n t-F erran d ; Raux, I. P., Rouen; Re- m ond (27-29), V ersailles; Revel (39-43), Rouen; Réy (32-34), P o itie rs; Rouillon (24-26), D iderot, P a ris; Rousson, re tra ité ; Salvairè, Rennes; Salvan (24-26), Agen; Soülas, Nevers; H. S u- kerm ann; I. P., P aris; Thom as, so u s-d irecteu r, D iderot, P a ris;
T e rn ier (3-1-36), ru e T iudaine, P a ris; Vacquer, Courbevoie; V i- gnaüd, sous-P réfecture, Confolens; V olai (34-36), Evreux.
La séance est ouverte à 14 h. 40. M ennessier élu par-acclam a tions' assum e une fois de p lu s avec sa bonne grâce so u rian te les fonctions de président. G reuzat (L. L, 38-40) assure le secrétariat.
Notre P résid en t de séance rem ercie au nom de tous les p erso n n a lité s présentes : Mme Lecomte, inspectrice g énérale: M. Re- n audeau, in sp ecteu r général, d irecteu r de l’Ecole; M. Buisson, in specteur général; M. B onnafous, d irecteu r de l’Ecole Nationale d’A rts et M étiers, p u is donne la parole à n otre cam arade G a- borit, secrétaire général de l’Amicale.
Notre S ecrétaire général présen te les excuses de M. Roussel, n o tre ancien directeu r, à qui l’A ssociation adresse .ses sentim ents d’affection; de Mlle Sim onin, inspectrice générale; de .MM. D u - los, Lageyre, inspecteurs .généraux; Deveau, Court, P olinais, Schiller, B ourgin e t de Mme Blondeau. Il salue la présence de Rabier, secrétaire général du Syndicat de l’E nseignem ent tech nique, p o u r ses efforts en fav eu r des jeunes élèves nos cam a rades de l’Ecole.
Notre cam arade G aborit lit le ra p p o rt m oral que nos cam a rad es ont pu lire dans le b u lletin de m ars lorsque celui-ci les a attein t. Le rap p o rt m oral, m is aux voix, e st adopté à l’u n a n i m ité. Notre P résident de séance rem ercie ch aleureusem ent n otre S ecrétaire général de son dévouem ent constant et de son activité.
Pqugeol, g rand arg en tier, présente son rap p o rt financier. Il e n visage le règlem ent du b u lletin de ju in p a r les re n trées des re ta rd a ta ire s e t propose, p o u r fa ire face aux dépenses supplé m en taires ré su lta n t de la m ontée croissante des p rix de p o rte r la cotisation annuelle à 200 francs. L a caisse de solidarité conti n u a n t à être alim entée p a r des dons. Le ra p p o rt financier m is aux voix est adpoté à l’u n a n im ité ainsi que le relèvem ent de la cotisation.
L a proposition fa ite p a r le S ecrétaire général d 'o u v rir u ne souscription p o u r fa ire ap p o ser une plaque com m ém orative des anciens élèves victim es de la g u erre, est adoptée.
Notre S ecrétaire général com m unique à l’Assemblée les r é ponses q u ’il v ien t de recevoir aux vœ ux présentés à l’A dm inis tra tio n au nom de n o tre A ssociation à l’issue du Congrès de i’an dernier.
L a prolongation de la scolarité des élèves de l’E. N. S. E. T. e st à l’étude au M inistère des Finances. L ’Assemblée décide de p ro te ste r contre les len teu rs apportées et dem ande l’âdoption rap id e de la scolarité de tro is ans.
L es stages des professeurs techniques chefs de trav au x en exercice sont liés à l’octroi de crédits. Le stage des ingénieurs p ro fesseu rs de dessin est présen tem en t facu ltatif. Le D irecteu r de- l’Ecole, les groupes régionaux seraien t d’avis que ce stage fû t obligatoire. Notre cam arade B onnafous a ttire l’atten tio n su r de -danger que f a it c o u rir à la section B ce recru tem en t qui évite actuellem ent u n stage de deux ans à l’E. N. S. E. T. R abier expose la situ atio n pénible de l’A dm inistration qui; m anquant de
f e ï Ï Ï u r S D i d ï / ? T î^ppel aux solutions les plus rapides L a solution se ra it p e u t-ê tre de nom m er les anciens éleves des A rts chargés d’enseignem ent en X n d a n t
qu ils p assen t le p rofessorat. aiien u an i
Au vceu form ulé p a r un congressiste que l’on revienne au concours unique p o u r l’entrée en section A e t B afin de fa c ilite r accès a la section B aux élèves m aîtres d’E. N. P. M Renaudeau repond en soulignant la situ a tio n nouvelle créée p a r
Ta
I m id t cation des program m es des Ecoles norm ales e t p a r la création“ "«rai»? âipita”
p o u rra ie n t fo u rn ir un re c ru te m en t de qualité; p o u r conclure nii’ii dem ande de fa ire confiance au professorat tel’ q e iste p résentem ent et à l’enseignem ent actuel de l'Ecolenp ^ l’atten tio n su r la p ro testatio n élevée
p a r des professeurs d’E. N. P. au sujet de l’adm ission des titu aires du diplôm e d’ancien élève su r la liste des candidats à la v T r ^ ^ ’une défiance injustifiée à l’égard de ifr.^ 1^^ enseignem ent. Peyrène v o u d rait que l’on fasse une plus grande p u blicité aux sections de p rép aratio n à la section B ex istan t à D iderot et à Lyon. Le s S t a f r e a é n é ril a, p a r circulaire, a ttiré l’atten tio n ^ e s élèves m aîtres l’Ecole a envoyé des affiches. Il vo u d rait que nous puissions nou! a p u r e r de leu r u tilisa tio n effective dans les étab
T
e m e ïïsd’enseignem ent secondaire. eian in sem en ts
Des groupes régionaux ayant form ulé le vœu que les nrofps seurs techniques soient form és à l’E. N .S .E . T. e t subissent un concours a l en tré e e t un a u tre à la sortie, Bazieux raTOehe r le groupe de Metz so u h a ite ra it voir les p ro -
a n X ® a du baccalauréat technique re c ru tés
ap rès cinq ans de p ra tiq u e industrielle. R abier a ttire l’attention n problèm e. B iguenet v e rra it le bacca-It’S sections d’enseignem ent général au môme titre d ailleu rs que les a u tre s baccalauréats e t le di-ptôme d ancien éleye — diplôm e de qualification professionnelle et non u n iv e rsita ire - p o u r les professeurs t e c h Z u e s B e r ^ r T v o u d rait ré se rv e r aux P. T. A. la possibilité r S T p T p S un exam en uniquem ent professionnel.
construction des nouveaux locaux envisagés pour l’Ecole
L ’EXPOSE DE M. RENAUDEAU
M. le D ire c te u r présente à un au d ito ire a tte n tif un aperçu l’année dernière. Il rem ercie n otre S ecrétaire général e t le B ureau de l’Amicale de le u r S de” f’fni^ ûT correspondants des suggestions qui tém oignent de 1 in té rê t p erm anent q u ’ils ap p o rten t à la vie de l’Ecole.
Le nom bre des candidats in scrits est passé de 520 en 1946 à 606 en 1947, ceux qui se sont présentés de 450 à 540. II y e u t 162 adm is à la p rem ière p artie, dont 112 b o u rsiers en 1946 p o u r 154 dont 104 bo u rsiers en 1947. Ces chiffres tém oignent de l’in té rê t accru présen té p a r le concours. L’effectif de l’Ecole e st de 235 élèves ré p a rtis en q u atre catégories r titu la ire s, stag iaires, boursiers, au d iteu rs. M. R enaudeau a ttire l’a tten tio n s u r la créatio n d’un centre de p ré p a ra tio n à Reims.
Il déplore la d isp aritio n de M. Jean Morel, pro fesseu r depuis 1936, dont les qualités de distinction, de finesse é ta ie n t p a r ti cu lièrem ent goûtées. G rand éveilleur du sens critique, nul m ieux que lui n 'a su tir e r d’u n texte des idées aussi p é n étran tes; nul ne pouvait m ieux in sp ire r le m ép ris du cliché, du fau x acadé misme, — ni m ieux in sp irer le resp ect du texte le plus sim ple p o u r en ex traire, en term es volontairem ent dépouillés, le sens philosophique.
P o u r le rem placer, il a été fa it appel à un p ro fesseu r de la Sorbonne.
De même, en physique, en géographie, l’Ecole s’e s t assurée le concours de m aîtres de conférences des Facultés. D’u n a u tre côté, nous avons très nettem en t élargi le cadre de nos m aîtres d ’ateliers m asculins et fém inins. E s t-il besoin de dire que ces m aîtres, ceux des F acu ltés comme ceux des ateliers, sont devenus rap id em en t des am is d’une école dont ils ne connaissaient pas to u jo u rs la qualité, av an t de p ren d re contact avec nos élèves ?
F a u t-il a jo u te r que, comme to u jo u rs, ce sont les élèves d ’abord qui, p a r le u r souci d’être à la h a u te u r de la tâchie q ui les atten d e t p a r leu r jeu n e e t so u rian te gravité, a rg u m ents qui v alent plus que notre philosophie, ont su les con vaincre sans effort ?
L’o rganisation des études est une continuelle ad ap tatio n aux besoins présents. L e stage des in g én ieu rs-p ro fesseu rs a donné des ré su lta ts satisfaisan ts, et p o u r l’A d m inistration e t les in té ressés. Celui des chefs de trav au x fonctionnera en octobre, les crédits sont obtenus. G râce à de nouveaux crédits, on p o u rra développer la form ation pédagogique dans les sections com m erciales e t litté ra ire s; on a p rév u une m atinée p a r sem aine en p rem ière année e t u n stage de quinze jo u rs en deuxièm e. E n outre, des tra v a u x p ra tiq u e s en re latio n avec les ensei gnem ents professionnels dbnnés dans nos écoles, ont été in tro d u its dans la seule section qui n ’en a v a it pas encore fa it l’expé rience. P o u r les jeu n es gens, ils ,ont été divisés en tro is groupes : tournage, fraisage, aju stag e; rectification taillage; forge. Les jeunes filles ont eu à ch o isir e n tre les a rts m énagers e t l’option sociale (consultation prénatale, service social d’usine, p u é ri cu ltu re). Elles ont eu en com m un des séances de coupe e t des v isites d’ateliers. On en arriv e enfin à un com m encem ent de ré alisatio n de ce qui a v ait été p ré v u p a r la ch arte de l’Ecole en 1912 : l’Ecole se révèle le m ilieu où l’on tend à d onner une pédagogie aux techniciens et aux pédagogues des aperçus de la technique.
ia liaison avec les ateliers, e t le monde du commerce et de l’îa -CiUSLPl© î
1* P o u r m ettre les a rts m écaniques en harm onie plus étroite avec les a rts libéraux;
2 P o u r que les disciplines ab stra ite s s’en rich issen t d’apports renouvelés, au lieu de s ’in staller dans 1 artaflciel, av an t de s’y sté rilise r;
3» P o u r q u ’elles co n trib u en t directem ent à l’analyse et à la recherche des élém ents cu ltu rels encore m al d éterm inés e t a l h um anisation à la ra tio n alisatio n de l’apprentissage sous ses form es sim ples ou développées;
4 P o u r que, avant tout, nos m aîtres ap p ren n en t à m ieux
éîTv^s aptitudes, la m en talité de leurs fu tu rs
5» P o u r que, dans la recherche de m eilleures méPhodcs péda gogiques, ils s ap p u ie n t non s u r une vague psychologie' de 1 adolescent, m ais s u r celle du jeu n e ap p ren ti;
6 “ P o u r aid e r à ré d u ire les cloisons qui sép aren t les intellec tu els des m anuels, non seulem ent à l’école, m ais dans le monde Les plus h au tes cloisons sont celles-là.
« N est-ce pas là, dem ande M. Renaudeau, ce qui fail non seulem ent 1 o rig in alité m ais encore la beauté de la m ission de n o tre E nseignem ent technique ? N’est-ce pas ce qui vous donne 2 1 .! . 2 qu e vous avez to u jo u rs eue, foi qui tie n t a u ta n t à votre cœ ur q u à v otre experience e t à v otre com préhension, m ais 2ml. ®®l./udispensable d’eclairer, d’analyser, de définir encore ulf. ju s q u ’ici. E t p o u rra -t-o n me rep ro ch er d ê tr e trop am bitieux, de trop attendre de nos jeunes, de trop
com pter su r eux ? » ’
_ Il ne sa u ra it d 'ailleu rs s’agir de form ules définitives, la vie n e st-e lle pas une adaptation continuelle aux nécessités de ch a que jo u r ? e t nous voulons une école vivante.
J u s q u à présent, les ré su lta ts sont satisfaisan ts, grâce à la com préhension et la bonne volonté des élèves, et des profes«eurs e t d irecteu rs des G. T. qui nous aident.
Cependant, l’av en ir in sp ire quelques inquiétudes, en dépit des c o n c lu io n s de la Commission Langevin qui a consacré l'exis tence de 1 E. N. S. E. T. et adm is q u ’elle devait su b sister ju sq u ’au m om ent ou tous les in s titu te u rs seraien t licenciés, époque à la quelle une réo rg an isatio n in terv ien d ra en fonction des données nouvelles. D’ici là, il im porte de m a in te n ir d ’une p a rt la lia i son avec l’U niversité e t d’au tre p a rt avec l’In d u strie et le Com merce. L a Commission a égalem ent envisagé la question des stages p ra tiq u e s p o u r le personnel des ateliers e t même p o u r le.s d irecteu rs e t inspecteurs de l’E nseignem ent technique
Mais il sem ble que l’enseignem ent secondaire s ’intéresse d’une façon trop absolue aux adolescents de 15 à 18 ans e t M, R enau deau cite ce passage de M, le P ro fesseu r W allon dans la revue
— i î —
« L ’Ecole ignore la profession sous prétexte de respecter l’a u tonom ie de l'enfant. Cependant il p eu t y avoir convergence en tre les exigences u lté rie u re s de l’économie sociale e t les besoins p s y
chologiques de l’écolier. Les techniques qui se développent a u jo u rd ’hui dans tous les dom aines de la production et de l’ex is tence débordent en tous sens les disciplines scolaires, e t p arfo is y trouvent un obstacle, car elles s’adressent à des form es d’a c ti v ité m entales ou p ratiq u es qui ne sont pas toutes reconnues ni favorisées p ar notre enseignem ent traditionnel, que souvent même il a proscrit comme de vaines am usettes ou de nuisibles divagations. L ever l’in te rd it qui refoule dans le je u e t p arfo is même dans les jeux défendus, ta n t d’activités qui p o u rra ie n t e n ric h ir ou renouveler nos contacts perceptifs, intellectuels, p r a tiques avec les choses, et, d’a u tre p art, in tro d u ire à l’école ce qu’il y a d’accessible aux enfants dans les techniques auxquelles ont collaboré la science et l’industrie, ne serait-ce pas te n te r une jonction qui se rait favorable sim ultaném ent au plus g rand épa nouissem ent de l’individu, à sa m eilleure ad ap tatio n sociale, au rendem ent optim um de l’économie publique ? »
Un a u tre danger est présenté p a r les conceptions des financiers. Un au tre danger est ap p aru à la suite de la publication du ra p p o rt Miot envisageant la fusion de l’E. N. S. E. T. et de l’E. N. S. de Saint-Cloud. S’il convient de p rév o ir la form ation des p ro fesseurs certifiés dans un établissem ent commun, il ne s a u ra it être question d’envisager la suppression d’une form ation o rig i nale tendant à s’ad ap ter aux besoins présents. L’E nseignem ent m oderne est a ttiré d’une p a rt v ers le classique et les agréga tions trad itio n n elles e t d’a u tre p art vers le technique e t ses possibilités d’avenir.
C’est une vieille querelle qui a été l’objet de m ain tes discus sions to u t au long du x ix ' siècle que la querelle e n tre les écoles
« p ro fessio n n elles» d’avant 1880, et les écoles techniques comme celles des A rts et M étiers.
En proposant de rev en ir aux form ules périm ées de la su p er position d’avant 1880. on est en contradiction ; 1 ' avec les faits, l’expérience; 2° avec les tendances les plus récentes des ré fo rm a te u rs non seulem ent en F rance, m ais dans tous les pays.
E n réalité, il est tem ps de chercher, ailleu rs que dans les m ilieux où sont recru tées les professions libérales, les moyens de re c ru te r l’élite de dem ain e t même d’a u jo u rd ’hui.
Ce n ’est pas d im in u er la v aleu r de la form ation gréco-latine ou scientifique que de dem ander de ne plus la considérer comme donnant en soi au stade du deuxièm e degré la « cu ltu re géné rale », Il e s t grand tem ps de placer la notion de cu ltu re su r u n plan bien su p é rie u r à celui de l'école. C’est d im in u er la v a leu r de celle-ci si l’on affirm e qu’elle est à la portée d ’un adolescent de 17 ans. C’e st n uire, à notre avis, au développe m en t de celui-ci que de lui p rodiguer d’artificielles assurances et de lui inculquer un sen tim en t détestable de suffisances, le dégoût du trav ail e t de l’effort personnel.
Le G roupem ent des disciplines, des m éthodes doit être h arm o nisé avec différentes tendances d’e sp rits comme avec le besoin de la nation. Tel est le rôle de l’école. Le reste e st affaire d’effort personnel.
P o u r l’E nseignem ent technique et l’Ecole norm ale su p érieu re de l’E nseignem ent technique, en p articu lier, il ne suffit pas d ’hum an iser le rationnel e t l’ab strait. Il fa u t continuer à ra tio n aliser e t à h u m an iser tout ce qui, ju sq u ’à présent, a été ab an donné à l’em pirism e, à la ro u tin e et n’a pas été dégagé de la gangue de l’expérim ental e t du concret brut.
E t .M. Renaudeau de conclure sous d’unanim es applau d isse m ents :
« La route est p e u t-ê tre longue. Mais je n ’ai pas l’im pression que nous nous sommes égarés et je ne crois pas que nous devions nous en écarter.»
La présence de notre cam arade Miot, chargé officiellem ent p a r le Comité central d’enquête su r le coût e t le rendem ent des services publics créé p ar décret du 9 août 1946, d’une enquête s u r les services de l’E ducation nationale et plus p a r ti cu lièrem en t de l’Enseignem ent technique, a perm is à ceux de nos cam arades qui avaient lu son rap p o rt, de lui fa ire p a rt des craintes q u ’il a suscitées.
L’ém otion soulevée s’est tra d u ite p a r des interventions parfois assez vives, notam m ent celle de n otre cam arade Rabier qui é ta it p a rfaitem en t explicable.
Sans m an ifester de su rp rise, dans l’exposé fo rt clair q u ’il a bien voulu présenter, n o tre cam arade Miot a tenu à p réciser que son ra p p o rt p e rm e tta it d’envisager des solutions qui ne p o rta ie n t pas a ttein te aux in té rê t de l’Ecole, m ais il a cepen dant confirm é ses conclusions.
Les congressistes ont exprim é le d ésir que notre cam arade Miot s’emploie à en é v iter une in te rp ré ta tio n tendancieuse de n a tu re à com prom ettre l’av en ir de l’Ecole et ceci à un m om ent p a rticu lièrem en t défavorable en raiso n de la conjoncture poli tique. Les com pressions budgétaires doivent être équitablem ent ré p a rtie s et non se rv ir de prétex te à des suppressions ou des am énagem ents ne ten an t pas com pte de l’im portance réelle de.s services. L ’Ecole form e un to u t p e rm ettan t l’in terp én étratio n des enseignem ents et la com m unauté d’origine des fu tu rs p ro fesseurs e st un appoint non négligeable. Nos cam arades sont décidés, au nom de l’in té rê t national perm anent, à défendre avec l’Ecole, l’Enseignem ent technique dont elle est un élém ent essentiel.
L ’.\d m in istra tio n e s t d’accord en p rin cip e pour le ré ta b lis sem ent du Certificat d’ap titu d e à la direction.
Nos cam arades ayant échoué à la deuxièm e p a rtie ont été nommés chargés d’enseignem ent.
La séance est levée à 18 h. 30 et rendez-vous est p ris p o u r le b an q u et qui doit avoir lieu à l’Ecole H ôtelière de P aris,
d o *=’O d ,
Grâce à l’aim able diligence de M. Jeanne, d irecteu r de l’Ecole H ôtelière nous avons pu cette année encore co n tin u er la t r a dition renouvelée des agapes p a r lesquelles to u t Congrès v ra i m ent digne de ce nom, doit se clore. Nous donnons ci-dessous le m enu qui fu t pleinem ent apprécié e t auquel chacun fit honneur :
Julienne Darblay F ilet de JDolin bonne fem m e
Volaille de Bresse poêlée P om m es P arm entier A rtich a u t beurre noisette
From age O m elette surprise
Bordeaux blanc B ordeaux rouge
M ousseux
Au dessert, G aborit rem ercia les personnalités présentes et p résen ta dans une fresque coupée de nom breux applaudisse m ents une v éritab le défense et illu stra tio n de l’Ecole normale
supérieure de l’E nseignem ent technique. Nous donnons plu s loin
le texte de son discours.
M. Le Rolland p r it ensuite la parole. Il nous a ssu ra de son dévouem ent à la cause de l’Ecole et nous fit p a rta g e r sp iri tuellem ent e t avec bonne h u m eu r quelques-uns des points de vue du physicien.
Les discours lu re n t suivis de chansons. Les pieds de ma sœ ur ne se p ro d u isire n t q u ’après bien des rappels. G artailler ffl c h a n te r des re fra in s à su iv re e t l’assistance en chœ ur fit tre m b ler les vitres. S. T exier donna un échantillon de ses talents v ariés de chanteuse e t de danseuse, nous ne citerons pas tous les a rtiste s bénévoles, ils sont trop e t nous ne sau rio n s rendre à chacun l’hommage que m érite la d iv ersité de leurs talents. E t Ton put, cependant se sép arer à tem ps pour ne pas m anquer le d e rn ie r m étro qui d isp ersa aux q u a tre coins de P a ris ceux que le sou v en ir e t l’am itié av aient encore réu n is pour ces trop brèves heures.
D iscours de Gaborit
M onsieur le D irecteu r de l’Enseignem ent technique. Mesdames e t Messieurs,
Mes chers cam arades,
Après la séance de cet après-m idi, après ces libres débats, p arfo is ardents m ais to u jo u rs courtois e t to u jo u rs em preints de cet incom parable e s p rit de cam araderie gui leur donne ta n t de prix, il e st doux, reposant, réconfortant, de se re tro u v e r ce soir, dans ce splendide cadre de l’Ecole Hôtelière, et, to u t en dévidant l’écheveau coloré des vieux souvenirs, de pouvoir, grâce à l’inépuisable com plaisance de M. Jeanne, et à la science éprouvée de son personnel e t de ses élèves, ap p récier les mets savoureux qui com posent le m enu de ce cordial banquet.
Je vous rem ercie. M onsieur le D irecteu r de l’Enseignem ent technique, d ’avoir bien voulu accepter la présidence de ce dîner. V otre présence n ’est-elle pas le tém oignage précieu x du b ien veillant in té rê t que vous daignez p o rte r à n otre A ssociation ? M. le D ire c te u r adjoint Tailliez, devait être à nos côtés, une légère indisposition l’en em pêche, nous regrettons son absence car, comme vous-m êm e, 0 s a it nous rése rv e r u n accueil affable quand nous sollicitons de vous une audience p o u r vous e n tre te n ir des destins de notre chère Ecole.
De cette Ecole, a u jo u rd ’h u i m enacée, je v'oudrais essay er de d ire ce q u ’elle fut, ce q u ’elle e st e t ce q u ’elle v o u d ra it être. P ourquoi m ’a tta rd e r à ra p p eler longuem ent son passé, ses débuts obscurs e t modestes. Mieux que moi, les anciens e t anciennes « sectionnaires » de Ghâlons, de Lyon, du Havre, de la ru e S ain t- G uillaum e, seraien t qualifiés p o u r le faire. Deveau, notre secré ta ire général honoraire, qui, à son grand regret, n ’a pu celte a n née encore ê tre des nôtres, l’a narrée, cette h isto ire dans le d is cours prononcé à l’Ecole lors de la fête de la L ibération. E t M. l’In sp ecteu r général R enaudeau, d ire c te u r de l’Ecole, dont je suis h eu reu x de sa lu e r ici la présence, a to u t récem m ent, à la superbe m atinée organisée ici môme p a r nos jeu n es cam a rades, re tra c é en des pags denses, précises, éloquentes, la genèse de rétab lissem en t q u ’il d iîig e avec une compétence, u n dévoue m ent, une m odestie que cet après-m id encore, vous avez tenu
à souligner en lui renouvelant à ru n a n im ité l’expression de voire confiance e t de vos sentim ents reconnaissants. Cette page, vous la lirez quand vous p a rv ien d ra enfin le b u lletin de m ars, sous sa nouvelle couverture illu strée p a r les soins de notre cam arade Mlle P rouhet, dont nous avons tous goûté le talen t et l’hum o u r ! Ce que je veux re te n ir de ce passé, de cette période erran te, am bulatoire e t incertaine, c’e st la constatation indé niable que : des « Sections » sont issus les m étiers qui ont v éritablem ent créé n otre E nseignem ent technique parce q u ’ils ont su associer à l’enseignem ent p ra tiq u e u n enseignem ent géné ra l p ré p a ra n t à la profession et p erm ettan t de n’être p as dom iné p a r elle. L ’un de ces sectionnaises qui fu t mon collègue à D orian — je veux p a rle r de M. L efeur, trop p ré m atu rém en t d isp aru — m ’a conté, plus d’une fois, l’aven tu re arriv ée à l’un de nos aînés lors de ses débuts à l’Ecole D iderot. Un ch ah u t m ém orable avait accueilli l’in itiativ e sans précédent inaugurée p a r ce péd a gogue. E t ses élèves, en un cortège tu m ultueux, l’avait"accom pagné boulevard de la V illette, au s o rtir de sa classe. Qu’av a it-il donc fait ? Il a v a it émis la p réten tio n , jugée à l’u n an im ité insolite, inusitée e t excessive, de vouloir interroger les élèves s u r le cours professé à la leçon d’a v a n t’!
J ’ai reçu, h ier m atin, la d ern ière œ uvre de M. Cassagne, le dévoué e t to u jo u rs affable secrétaire a d m in istra tif de l’Ecole qui, délaissant son b u reau et ses dossiers si soigneusem ent classés, a bien voulu v e n ir ce soir p arm i nous. Cette œ uvre, ce sont les listes établies au p rix d’un labeur ingrat auquel je suis h eu reu x de ren d re hommage, des toutes prem ières p ro m otions de l’Ecole, de ces « sections » dont je p arlais tout à l’h eu re et ce n ’est pas sans ém otion que j ’ai lu les nom s de tous ces vétéran s d’une époque héroïque 1
Nous sommes loin, déjà, de ces hum bles débuts. L ’enseigne m ent général figure en bonne place dans les program m es e t dans les h o raires de nos établissem ents. E t p o u r d istrib u e r cet enseignem ent général e t p arfo is professionnel, l’Ecole n orm ale su p érieu re de l’Enseignem ent technique ré p a rtit chaque année une centaine de p ro fesseu rs aux q u a tre coins de F rance, que diS^je ? aux quafre coins du m onde puisque, grâce aux efforts de notre cam arade Debayle qui, légèrem ent souffrant ne peul être p arm i nous e t de son adjoint Morellon, actif e t dynam ique secrétaire de n otre groupe p a risien p a r surcroît, l’E nseigne m ent technique se développe chaque jo u r davantage dans la F rance d’O utre-M er. E t ces professeurs sont exactem ent p ré parés à leurs tâches !
L a p etite « h o q u e tte » de Châlons, dont n otre cher. S ecrétaire général Henry C ourt ne p o u v ait guère en 1941 nous, convier à fê te r le cin q u an ten aire m ais dont mon lo in tain guccesseur de 1991 n ’oubliera sans doute pas de fê te r le centenaire, cette petite « hoquette » de 1891 est devenue cette belle et grande Ecole dont M. le D ire c te u r nous a esquissé cet après-m idi le précieux tableau. Elle a peu à peu conquis sa place .à (côté de sa grande aînée, l’Ecole norm ale su p érieu re de la rp e d’ü lm
de Sèvres, celle de Saint-C loud, celle de Fontenay. P arm i les élèves issus de son sein, il en est qui occupent a u jo u rd ’hui le faîte h iéra rc h iq u e de notre enseignem ent et Je re g rette de ne pouvoir salu er ici nos inspectrices générales Mlle Simonin, Mme Lecomte, nos inspecteurs g énéraux Dulos, Le Baut, Bon- nafous, Lageyre, Montagnan, Buiéson, anciens « sectionnaires », anciens élèves des prom otions 12-14, 14-16, 19-21, 22-24; re te nus p a r des obligations im périeuses, ces cam arades m ’ont chargé de vous p ré se n te r leurs excuses e t leurs regrets. D’a u tre s ont affronté le p ro fesso rat des A rts et M étiers et quelques-uns particip en t à l’enseignem ent e t même à la direction de l’Ecole qui les a form és. Mme M artraire, sotis-directrice de l’E. N.S. E. T., me p e rm e ttra de lui ra p p eler avec quelle lucidité, quel dévoue m ent et quelle activ ité bienveillante, elle sa it s’a c q u itter de sa tâche. Mme V illeneuve, à qui je dois les plus vifs rem erciem ents, p u isq u ’elle a bien voulu se charger avec Dionnet, to u jo u rs p rê t quand il s’agit de rendre tm service, des dém arches nécessaires à l’organisation de ce banquet, n otre fidèle Poinsard, re p ré se n ta n t ici ces anciens élèves devenus professeurs à l’Ecole, à côté de leu r doyen, lé très cher et trè s dévoué M ennessier qui affirm era to u t à l’heure, j ’en suis sûr, sa p ersistan te jeunesse en accep ta n t d’entonner le re fra in trad itio n n el sans lequel il ne sa u ra it y avoir p o u r nous de v éritable banquet !
D’au tre encore, tel M eunier qui n’a pu se joindre à nous. Sel Chéroux qui fu t longtem ps le dévoué tré so rie r de notre Amicale, d irig en t nos divers établissem ents. Le plus grand nom bre, e t c’est le cas de votre serv iteu r, continue à enseigner e n faisan t de son m ieux. E t p arm i ceux-là mômes qui ont choisi la c a r riè re ad m in istrativ e, la vocation d’enseigner dem eure . ce n ’est pas sans p la isir ni sans émoi que je vois p a r exemple, à Dorian, le D irecteur, le sectionnaire C harrondière, e t le S ous-D irec teur, mon vieil am i Bornes, rem placer, p arfo is au pied levé, un p ro fesseu r absent, h eureux qu’ils sont de pouvoir rep ren d re un contact direct avec une classe. E t le fa it n’est pas isolé ! Cette vocation tenace, l’Ecote a le souci constant de la confirm er, de l’éprouver, de la développer. J ’a u ra is été h eureux de rendre hom m age en la personne de M. Ronze, au corps professoral de l’E. N. S. E. T. et de lui rap p eler que j ’ai gardé un excellent sou v e n ir de ses leçons : une de mes plus nettes im pressions du concours d’entrée, e t aussi une des m eilleures, ne d em eu re-t-elle pas cette in terro g atio n d’h isto ire s u r les Cents Jo u rs q u ’il mei fit su b ir en 1926 ?
Mais les exigences du monde actuel im posent à certains d’entre nous, en dehors de leurs tâches ad m in istrativ es ou en sei gnantes, la p a rticip atio n aux tâches syndicales. E st-ce un hasard si, au sein de ces organism es syndicaux, les postes les plus im p o rtan ts sont occupés a u jo u rd ’h u i p a r les anciens élèves ? Une tra d itio n constante veut, qu’à ce banquet annuel, soit convié le S ecrétaire général du p u issan t Syndicat national de l’E n seignem ent technique. N’est-ce pas un double p laisir de s’y con
fo rm er quand ce S ecretaire général est n otre cam arade Rabier, ancien élève de la prom otion 28-30 e t de saisir cette occasion’ p o u r le rem ercier, au nom de l’Association, p o u r l’aclion féconde m enée p a r le Syndicat national en fav eu r de nos jeu n es cam a rades rep résen tés ce soir p a r F ontaine, successeur de ce c h a r m an t Decelle à qui je tiens à adresser m es vœux de prom pt rétab lissem en t et p a r Mlle Garçon qui a déployé l’an d ern ier à la Commission d’action sociale de l’Ecole une b ien faisan te activité.
Mais certain s exigent d’a u tre s preuves de la v ita lité d ’une Ecole. A ceux-là il nous fa u t ra p p eler com m ent nos cam arades réu ssissen t b rillam m en t aux exam ens et aux- concours ouverts dans les a u tre s ordres d’enseignem ent. Passons rapidem ent su r ces certificats de licence que les élèves-professeurs, dès leur séjo u r à l’Ecole, enlèvent comme en se jo u an t. M entionnons la liste, chaque année allongée, des anciens élèves reçus, e t p arfo is les p rem iers, aux diverses agrégations. Rappelons que certains de nos cam arades, de bon gré ou contraints, enseignent actuel le- rnent dans de grands lycées et que d’a u tres exercent les fonctions d’in sp ecteu r d’Académie. L ’un de nos cam arades, agrégé de D roit, n occupe-t-il pas actuellem ent la ch aire d’économie politique à l ’U niversité de Lyon ?
Ces preuves, indéniables, seront encore jugées insuffisantes p a r ceux qui estim ent que c’e st hors de renseignem .ent que les anciens élèves des Ecoles norm ales su p érieu res doivent p ro u v er leu r valeur. Relevons le défi ! N’hésitons pas à nous ré jo u ir de voir forcer, p a r l’un des nôtres, les portes ju sq u e-là closes, de 1 Inspection des' Finances ! Relevons avec p laisir, parm i les nom s des anciens élèves, celui du D irecteu r du personnel d ’un g rand m agasin, ceux de P résid en t et de V ice-P résident de l’O rdre des E xperts-C om ptables ! E t voici que j ’allais oublier de salu er ici le colonel Marias, glorieux rep ré se n ta n t de n o tre Arm ée de l’A ir, e t n otre cam arade V ignaud, devenu S o u s-P réfet en C harente.
Je suis très h eu reu x de pouvoir renouveler ce soir au Con seiller de la République Baron les rem erciem ents que je lui ai déjà exprimé.s pour l’action m enée a u Conseil de la République et à la Commission de l’E nseignem ent de cette Assemblée en faveur de 1 am élioration de la situ a tio n m atérielle de ses jeunes cam arades. Et, à cette liste, nous pouvons a jo u te r les nom s de nos écrivains, de nos rom anciers, de nos tra d u c te u rs : Baudouy, Carron, Vaudecrane, A struc, C ordier — ce dern ier si généreux, vous le savez, p o u r n otre Caisse de solidarité — dont le B ulletin vous a fa it connaître les œ uvres. Certes, je le reconnais bien volontiers, l’Ecole n ’a pas encore donné, comme la vénérable m aison de la ru e d’ü lm , au B arreau , à l’Académie, à l’Eglise, quçlques hôtes illu stres ou quelques grands prélats, m ais cela viendra, n ’en doutons pas, avec les années !
Ainsi, sans p a rle r du tableau sanglant de nos glorieux m arty rs des deux guerres, qui p o u rra it a tte ste r que n otre Ecole a su fo rm er d’a u th e n tiq u e s,h é ro s, le b rilla n t e t incom plet palm arès que je viens d’esquis.ser à grands tra its et que vous voudrez
bien m 'aider à com pléter, prouve suffisam m ent, mes chers cam a rades, q u e ,n o tre Ecole, pépinière d’éducateurs et d 'a d m in istra teurs, a su égalem ent fav o riser l’éclosion de talen ts divers e t variés.
Cette Ecole, continuant sa m agnifique ascension, ne v o u d rait pas en re ste r là. Elle désire g ra n d ir encore e t assum er enfin les tâch es-p o u r lesquelles elle a été créée. Notre Am icale,, rep ren an t une p a rtie des vœux déjà exprim és l’an d ern ier, en a jo u ta n t de nouveaux, a clairem en t fixé cet ap rès-m id i les objectifs à a tte in dre. E t dès à p résen t :
Dès à présent l'œ il q u i s'élève Vois d istin ctem en t ce beau rêve Qui sera le réel u n jo u r !
E xtension de la scolarité à 3 ans, in stallatio n dans des locaux ap p ro p riés, form ation pédagogique des pro fesseu rs techniques, équivalence des p ro fesso rats e t de la licence en vue de la p ré p a ra tio n du diplôm e su p é rie u r e t'd e nouvelles agrégations adaptées aux besoins de n o tre enseignem ent technique, établissem ent de program m es nouveaux répondant exactem ent à l’âge, aux c ap a cités e t à la destin atio n des élèves de nos ditrérenis établisse m ents, octroi aux élèves-professeurs du traitem ent, de chargé d ’enseignem ent, présence, dans tous les ju ry s de la 2' p a rtie du p ro fesso rat d ’un titu la ire de ce professorat, tels sont. M onsieur le D irecteur, nos vœux p rin cip au x ; certains sem blent de ré a li satio n facile e t im m édiate, d’a u tre s se h e u rte n t à de sérieux obstacles.
Mais ces rêves d’avenir, so n t-ils encore de saison ? L ’Ecole n est-elle pas m enacée d'une d estru ctio n totale ; je veux p a rle r d ’une fusion avec Saint-Cloud, ou d’une am p u tatio n égalem ent fatale : je veux p a rle r du tra n sfert, à Saint-C loud, de notre section litté ra ire e t de n o tre section A. Je ne m ’a tta rd e ra i pas à re p ren d re les argum ents au nom desquels nous nous élevons avec force contre de sem blables projets. Je me bornerai à sig n aler qu’il se rait vain, ridicule et dangereux de lier notre av e n ir h
celui d’un établissem ent destiné, d’une p a rt à la form ation des p ro fesseu rs d’Ecole norm ale, ces m aîtres de fu tu rs m aîtres, e t voué, d’a u tre part, à la p ré p a ra tio n des professeurs des sections m odernes, tâch e qui p o u rra it ê tre confiée, sem ble-t-il à l’Ecole norm ale su p é rie u re de la ru e d’Ulm. Je me contenterai de ra p peler, à propos de la section litté ra ire dont la suppression me se ra it p a rtic u liè rem en t cruelle, que cette section form e des p ro fesseurs exactem ent p rép arés à leu r tâche fu tu re, qu’elle a p p a ra ît dans un établissem ent consacré su rto u t à la technique comme un gage et un symbole d’idéal et q u ’il im porte au plus h a u t point que les professeurs chargés d’enseigner dans nos collèges tech niques le français, l’histoire, la géographie, la législation, les langues vivantes aient été form és dans la même école que leurs collègues chargés d’enseigner les a u tre s disciplines. P renons un exem ple précis : l’enseignem ent de notre incom parable Peyrègne ne re ste -t-il p a r fortem ent m arqué de l’influence de l’E. N. S. E. T.
et nos cam arades des sections scientifiques e t com m erciales ne so n t-ils pas heu reu x et flers de le savoir issu de notre Ecole et de le re tro u v e r ce so ir p arm i eux ?
Résolum ent optim iste — l’atm osphère de ce repas y se ra it- elle p o u r quelque chose ? — résolum ent optim iste je veux croire qu’il se ra it possible de vaincre les p érils qui m enacent notre Maison. Non ! m oderne Iphigénie, l'Ecole n ’ira pas
«^Tendre au fer de Calchas une tête innocente ! » Elle n ’est pas la victim e offerte aux Gomrnissions chargées d’effectuer des économies qui doivent et peuvent être cherchées ailleurs.
Dans la lettre adressée à M. Renaudeau à l’occasion de la fête de l’Ecole, à laquelle vous n’avez pu assister, le ttre que voue avez bien voulu m ’a u to rise r à p u b lier dans n otre B ulletin, vous avez affirm é. M onsieur le D irecteu r de l’E nseignem ent technique, <■ v otre confiance totale dans le destin de n otre Ecole et v otre certitude, p o u r elle, d’u n m agnifique av en ir ! «
Nous vous rem ercions. M onsieur le D irecteur, de ces encou rageantes assurances e t nous vous savons gré, p a r avance, des efforts que vous allez déployer p o u r lu tte r contre des Comités trop agressifs e t une D irection du second degré, à n o tre avis, trop envahissante. E t conscients de défendre, non des in térêts p u rem en t égo'istes, m ais l’av en ir même de notre E nseignem ent technique, et p a r là l’av e n ir même de notre pays, nous vous conjurons de vous em ployer avec nous à sauver, à m ain ten ir, à développer cette Ecole à laquelle nous sommes fidèlement, tendrem ent, passionném ent attachés !
ACTIVITÉ DE L’AMICALE
REPONSE AUX VŒUX EMIS EN 1947
Nos camarades trouveront ci-après la réponse que M. le Sous- Secrétaire d’E ta t à l'E nseignem ent technique a bien voulu faire a ux vœ u x présentés à l’issue du Congrès de 1947.
M onsieur le S ecrétaire général.
Vous avez bien voulu me ra p p eler que lors de l ’audience qui av ait été accordée le 20 m ai d e rn ie r aux re p résen tan ts de votre association, l’assurance vous avait été donnée q u ’une réponse écrite ne m an q u erait pas de vous être adressée au su jet des vœux que vous aviez form ulés : vœ ux re la tifs à l’Ecole norm ale supé rie u re de l’E nseignem ent technique, vœ ux re la tifs aux chargés d’enseignem ent, vœ ux re la tifs au professorat, vœux ém is en 1946 et dem eurés sans suite.
V œ ux rela tifs à l’Ecdle norm ale supérieure de l’E nseignem ent technique.
J ’ai l’h onneur de vous in fo rm er que le texte p o rta n t réo rg a- sation des études à l’Ecole norm ale su p érieu re de l’E nseignem ent technique et p révoyant la création d’une troisièm e année d’é tu des e st soum is actuellem ent à l’approbation de M. le M inistre des Finances.
J ’ai déjà étudié le p ro jet d’organisation d’une section p ré p a ra to ire destinée à la form ation des professeurs techniques, ainsi que le p ro jet de stage des chefs de travaux. Il est bien évident que la réalisatio n de ces pro jets p e rm e ttra it de donner au p e r
sonnel des ateliers une form ation pédagogique plus complète, m ais elle est étro item en t liée à la question des crédits in scrits au budget de l’E nseignem ent technique, crédits qui, comme vous le savez, s’av èren t insuffisants p o u r m ener à bien des tâches im portantes de réo rg an isatio n e t de développem ent de l’en sei gnem ent technique.
C’est égalem ent fau te de crédits que l’in stallatio n de l’Ecole norm ale su p érieu re de l’E nseignem ent technique dans de n o u veaux locaux ne p e u t être réalisée dans un av en ir im m édiat, quoique des dém arches en vue de l’achat d’un te rra in a ien t été am orcées au cours des m ois précédents.
Vœ ux rela tifs a ux chargés d’enseignem ent. ^
E n ce qui concerne l’affectation en q u alité de chargés d’en sei gnem ent des anciens élèves de l’Ecole norm ale su p érieu re de l’E nseignem ent technique n’ayant pas sa tisfa it aux épreuves de la 2« p a rtie du professorat, il a été procédé à des nom inations de cet ordre, lors du d e rn ier m ouvem ent de personnel. C’est d’ailleu rs p a r m esure de bienveillance envers ces candidats e t un iquem ent pour les anciens élèves de l’Ecole norm ale su p é rie u re de l’E nseignem ent technique que l’on a donné une in te r p ré ta tio n élargie au décret du 21 octobre t946, su p p rim an t le recru tem en t des in stitu te u rs délégués.
V œ ux rela tifs au professorat.
V otre Assemblée générale so u h aiterait que le titre de p ro fesseu r pût être officiellem ent défini et d ésirerait que ce titre ne fû t a ttrib u é qu’aux titu la ire s du professorat. Je com prends v otre désir légitim e de rése rv e r la prérogative du titre de « p ro fesseu r « aux m aîtres titu la ire s d’u n professorat de l’E n seignem ent technique, diplôm e tout spécialem ent destiné à l’enseignem ent dans les établissem ents techniques et donnant toutes g a ran ties q u an t à la qu alité de cet enseignem ent. T o u te fois la division en deux catégories des professeurs enseignant dans u n même établissem ent technique, professeurs certifiés d’une p a rt et p ro fesseu rs licenciés d’a u tre p art, ne me semble pas souhaitable, la v aleu r professionnelle de chaque p ro fesseu r sanctionnée p a r les notes d’inspection générale, dem eurant en défTnitive le seul critè re de classem ent des professeurs.
Yceux ém is en 1946.
Vous sollicitez la suppression d’un c e rtain nom bre d’examens les uns d enseignem ent général, tels que B revet d’e n s e i g n e S p rim a ire su p é rie u re et B revet élém entaire, les a u tre s à
c IS è re
effet P o u r ces derniers, il semble, en et, qu lia fassent double em ploi avec les concours d’enseigne m ent p ra tiq u e ex istan t dans l’enseignem ent technique. Je ne
échéant de le signaler aux directions in té
-M f e t H échanges de vues p e rm ettan t de
h â te r les decisions de suppressions. T outefois p o u r le B revet spu^p^la^dirpp/- S upérieur el le B revet élém entaire, in a in H <^0 * Enseigiiem nt p rim a ire est qualifiée p o u r
H °®® diplôm es sanctionnant les années
d études des cours com plém entaires.
E n ce qui concerne la direction des Collèges techniques je donne mon accord de p rin cip e au rétab lissem en t du certificat fable ** direction, rétab lissem en t que vous jugez so u h ai-i r n p m a n i t o u c h e à ITuspectioii de l’E n sei-28 mar« 1^ ' ° ' " ® ra p p eler le décret du 28 m ars 1946 qui déterm ine le s ta tu t des Inspecteurs p rin cip au x e t des I n s ^ c te u r s de l’E nseignem ent technique e t vous fa ire sav o ir qu il n e s l envisagé actuellem ent aucune m odification à ^*■0 l6Xt0.
*®^odoublement des classes dans les Ecoles nationales d A rta e t M étiers p e rm e tta n t le trav ail des élèves en p e tits groupes ne semble pas devoir s’im poser dans ces établissem ents d en seig n em en t su p érieu r, en raiso n du caractère très p a r ti- curier de 1 enseignem ent donné, plus com parable aux cours de b acuités qu aux cours de tra v a u x p ratiq u es des Collèges tech niques e t établissem ents assim ilés.
Veuillez agréer, M onsieur le S ecrétaire général, l’assurance de ma consideration distinguée.
L e Sous-Seçrétaire d’E ta t à l ’E nseignem ent technique-
Mo r i c e.
Le T r é s o r ie r d e m a n d e ilMSTAMMElMT à to u s n o s c a m a r a d e s DE REGLER LEUR COTISATION 1 9 4 7 -1 9 « T o it d ire c te m e n t, s o it, d e p ré fé re n c e , p a r l’in te rm é d ia ire du c o r r e s p o n d a n t de c h a q u e E ta b lis s e m e n t.
Le « Bulletin » d’octobre ne se r a expédié qu’à ceux qui auront réglé leur cotisation. LES AUTRES SERONT CONSI DERES CONiniE DEMISSIONNAIRES DE L’ASSOCIATION. Les Camarades qui envoient isolém ent leur cotisation so n t p r ie s d indiquer à quel éta b lisse m e n t ils appartiennent.