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ARTheque - STEF - ENS Cachan | Bulletin de l'Association Amicale des Anciens et Anciennes Élèves des Sections Normales et de l'École Normale Supérieure de l'Enseignement Technique n° 9

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Texte intégral

(1)

tOCIÉTE A RESPONSAtaiTE LIMfTEE AU CAMTAk OC lE.OOaOOO DE niANCS EDITEUR, S2, rue Bonaparte, PARIS (VI') T f l é p l i o n e : H a ill o n !l i) -l 5 (3 llgriics). — C h è q u e s p o s t a u x : P a r i s 7 5 - i 5

OUVRAGES RECEMMENT MIS EN VENTE :

Cours de com m erce, iinr A. HAI>IA (2" édition) . . . . Cours de com position française, par .J. AX dI.A D t

Ht II. JSAROX... Les m athém atiques de l’ouvrier moderne, par L. VE

■J'uine 1. - Arithm étique-Algèbre ... 'l'üiiie II. ^ Géométrie ... Tuim' III. — Mécanique ... Cours com plet de dessin industriel ( r “ aimpo),

]iar P. IlELVALETTE... Leçons de dessin industriel et de te ch n o lo g ie (2 par ti. SERRE... Leçons de physique, jiar J. NPIY... Manuel du traceur chaudronnier-tôlier,

Iiar R. E A V A L ... ... Carnet d’atelier, par J.-M. VAEMALEl’T E ... T echnologie générale professionnelle, jR R. XEVEU ;

Toine I ... Tüiae III ... Cours élé mentaire d’électricité industrielle, par

P. ROIiER.JO'r (Nouveau t i r a g e ) ... Elem ents d’électricité industrielle, par E. HARANlî. Leçons d’électricité, par J. NJtY... Pour le tourneur mécanicien, par lî. SüD A N ü :

Tom es 1 c-l II, chaque v o lu m e ... Aciers, fers, fontes, par A. JACQUET :

Tom es I el II, chaque v o lu m e . . . Formation et éducation des apprentis,

jiar H, SP R E N lt... 233 28 0 / A ) : 15 0 2S0 230 240 an u é e ) 23 0 270 280 48 130 150 450 260 170 18 0 17 0 14 0

OUVRAGES EN PREPARATION p o u r l a r e n t r é e :

Les premières leçons de dessin industriel, p a r G. SERRfl (Nouveau tir a g e ).

Cours de dessin industriel, p a r G. RESILLO T. Le dessin de m enuiserie, jia r A. liERX A RI). G énéralités technologiques, p a r P. DUBOIS. T echno log ie générale professionnelle, p a r R. NEVEU,

T o m e II (2 v o l.). Nouveau tirage.

Travaux pratiques d’électricité industrielle, p ' P. R O B E R JO T : T o m es I, II, III, IV. (Nouveau tir age.)

Le CATALOGUE ENSEIGNEMENT 1318

est o ir o y é franco su r dem ande à MM. les Membres de rE nscifjnem cnt qui en fo n t la demande.

V

IslJ!

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é e / ancieny e t

ancienne/ élève/

'de//ectiorir

normale/

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L E C O lt N W N U IC /OPfHEÜRE

DE L'EN/HCNEMENT TECH NIQUE

(2)

J^e jjiw ie au senuLœ du UiélieTi...

F O U C H E R

1 2 8 , rue de RIvoll, PARIS

EDITEUR SPEC IA LISE DE L ’ENSEIG NEM ENT COMMERCIAL IN D U STR IEL, ARTISANAL

R E V U E S P É D A G O G I Q U E S

— La Co urs commerciai (g a r ço n s et lille s ) ; — La Cours industriel (g a r ço n s) ;

— Le Cours fémin in p r o fe ssio n n el e t m én ager. OUVRAGES CONFORIÏIES AUX PROGRAMIVIES OFFICIELS

DE L’ENSEIGNE MENT TECHNIQUE

S E C T I O N S C O M M E R C I A L E S s

A rithm étiq ue co m m ercia le; C om m erce e t orga n isa tio n ;

C om p tabilité ;

L ég isla tio n e t d roit; S tén o g ra p h ie;

D actylograp h ie ;

G éograph ie é co n o m iq u e; E n seig n em e n t m é n a g e r;

E d u cation p r o fe ssio n n e lle ; P ro g r a m m es d e s C o llèg e s te ch n iq u e s, dtis C. A. P . et B. P .

S E C T I O N S I N D U S T R I E L L E S

C olle ction 1C Los C. A. P. in d u str iels;

C olle ction « L o s C entres d ’A p p ren lissa g c » ;

Co llection « La T ech n iq u e du M étier » (T e c h n o lo g ie ) ;

Collection « La T ech n iq u e grap h iq u e » ;

Collection « La T ectm iq u e du BM irnent » ;

Collection « L es C o llèg e s te c h n iq u e s » ;

Collection <1 B acca la u réa t tech n iq u e » ;

P ro g ra m m es d e s C o llèg e s te ch n iq u e s (g a r ço n s e t fille s) d e s C en tres d 'a p p ren tissa g e (g a r ç o n s et lllt e s ) .

É D U C A T I O N G É N É R A L E

B t É D U C A T I O N P R O F E S S I O N N E L L E

CATALOGUE SUR DEMANDE

a ^efnfjs uouaeauK, Uièlkodes uouuelles

/

i

i

H A C H E T T E

L é o n c e C A T O R .

Professeur à l’E co le N orm ale Supérieure de l’Enseignement technique

et à l’E co le des H autes E tudes Commerciales

COURS DE COM PTABILITÉ

V olum es in -1 6, avec figures, cartonnés.

PREMIERE A N N E E DE COMPTABILITE

U n volume

DEUXIEME A N N E E DE COMPTABILITE

U n volume

TROISIEME A N N E E DE COMPTABILITE

U n volume

C O U R S D E C O M M E R C E

V olu m es in -1 6, avec figures, cartonnés.

PREMIERE A N N E E DE COMMERCE

U n volume

DEUXIEME A N N E E DE COMMERCE

U n volume E N P R E P A R A T I O N :

TROISIEME A N N E E DE COMMERCE

H.-L.

M e n n e s s i e r

Professeur à l ’E co le N ationale d ’A rts et Métiers de Paris et à l ’E co le N orm ale Supérieure de l ’Enseignem ent T echnique

ÉLÉMENTS DE D E S S I N I NDUSTRI EL

ET DE C O N S T R U C T I O N M É C A N I Q U E

A l ’usage des candidats aux E coles d ’ingénieurs et des élèves dessinateurs

U n volume in -4 “, illustré, cartonné

(3)

B U L L E T I N

T R IM E ST R IE L

DE

L’A S S O C I A T I O N

A M I C A L E

de* Aacieiu el Anciennes Elèves des Sections N om ales et de l'Ecole Normale Supérieore de l'Enseignemenf Tedum|oe

t

Présidents d’honneur :

M. le D irecteu r de l’E n seign em en t T eclin iq u e:

MM. les D irecteu rs adjoints de l ’E n seign em en t T eclm iq u e: MM les a n cien s D irecteu rs de l’Ecole N orm ale Supérieure de

l’E nseign em ent T eclm iq u e;

^ l^chnfque^'^'' N orm ale Su périeure de l’E nseign em ent

0

B U R E A U

S e c ré ta ire s g é n é ra u x hon oraires :

i honoraire de C ollège T ech n iq u e; H. COURT, P r o fe sse u r au C ollège Arago.

Secrétaire général :

G.^GABORIT, P ro fe sseu r à l’Ecole P ro fessio n n elle Dorian,

n , avenue P h ilip p e-A u gu ste, Paris (11*).

S e créta ire g é n é ra l a d jo in t :

LAJON, P ro fe sse u r à l ’Ecole P ro fe ssio n n elle Dorian. '

S e c ré ta ire s : ' .

Mme MARTRAIRE, S ou s-D irectrice de l ’E. N S E T

^ P. de S a in t-d u e n ; ' P ro fe sse u r à l ’E. N. P.. de Saint-O uen ;

QUILLIET, S ou s-D irecteu r au C, T. de V e rsa illes; : ROCH, P ro fe sse u r à l ’E. N. P. de Lyon. '

Trésorier :

A. POUGEOL. P ro fe sse u r au C. T. de Saint-ÎHaur (Seine). 1

Membres :

|

Mme \ ILLENEUVE, P ro fesse u r à TE. N S E T

îîü ® P r o fe sse u r au C. T. d ’Orléans. i he V itry-su r-S ein e;

F > P.Ecole P ro fessio n n e lle Diderot, Pari*

C l e r S - F e S ” ' ® Su périeure de Com m erce LIGNON, P ro fesse u r à l’E. N. N. A. de P aris : FONTAINE. E lève P ro fe sse u r à l ’E. N. S. E. T. * MORELLON, D irecteu r de C. T., A djoint au D irecteu r .de l ’Ë. i l

coioniâ].

Les S ecrétaires des G roupes p rovinciau x.

A d re ss e e t n° d u C om pte d e ch è q u es p o s ta u x :

• B. ^ s o c r . v T i o x A m i c a u e d e s A n c i e n s E i ù ; v e s E N S E T 151, boulevard de l ’Hôpital, P aris (13') — C. C. P. P aris 54 88 »»

(4)

UN BEAU CADEAU :

OFFREZ A V O S E N F A N T S , A V O S A M IS

, , . , U N . A B O N N E M E N T

A

SCIENCE ET VIE

M A G A Z IN E MENSUEL DES SCIENCES

ET DE LEURS APPLICATIONS A LA VIE M O DERNE

/

ABONNEMENT A NN U E L :

500

FRANCS

C. C. POSTAL 91-07, PARIS

(5)

SOMMAIRE

APPEL A NOS CAMARADES. DISTINCTIONS.

VIE DE L’AMICALE :

C o n g rès de P â q u e s 1948 : A ssem b lée g é n é ra le e t b a n q u e t;

A ctiv ité de l’A m icale : v œ u x e t d é m a rc h e s ; G ro u p e s ré g io n a u x e t locaux.

LA VIE A L’E. N. S. E. T. A LA DIRECTION DE L’E. T. VACANCES.

REGARDS SUR LE MONDE :

L e ttr e d ’A u s tra lie . ,

VIE FAMILIALE. '

CE QUE PUBLIENT NOS CAMARADES. '

t LIVRES. — REVUES. — INFORMATIONS.

I

VIE FINANCIERE : '

C o tis a tio n s re ç u e s . j

NOS CORRESPONDANTS.

1

t PUBLICITE : F o u c h e r, D id ier, D u nod, H a tie r, H a c h e tte ,

Science e t Vie.

Erratum. — L e « B u lle tin » de m a rs 1948 a é té d a té lie 1947 p a r s u ite d ’u n e e r r e u r ty p o g ra p h iq u e . Nos c a m a ra d e s a u r o n t re c tifié d ’e u x -m ê m e s.

(6)
(7)

A p p e l à n o s C a m a r a d e s

L ’Assemblée générale a décidé, à l’unanim ité, que l’Amicale p re n d ra it à sa charge la confection et la pose d’une plaque de m arbre destinée à être apposée dans le vestibule de n o tre Ecole p o u r ra p p eler le sou v en ir de nos cam arades tom bés victim es de la d ern ière g u erre. A u tan t que nous puissions le prévoir, en l’é ta t actuel des choses, nous envisageons une dépense de l’ordre de 30.000 francs. Nos ressources sont accaparées p a r la p u b lica­ tio n du b u llelin copieux et coûteux e t qui, nous l’espérons, donne un reflet fidèle des courants divers qui se m an ifesten t p arm i les anciens su r les voies les plu s eiféctives p o u r défendre e t m ain te n ir la tra d itio n d’u ne écôlè qui nous est chère à tous.

Nous faisons appel à la g énérosité de chacun' e t nous pensons que tous au ro n t à cœ ur de tém oigner p a r u n geste de le u r g ra ­ titu d e p o u r ceux de nos cam arades qui ont sacrifié le u r vie à une cause sacrée.

Le re liq u a t de la souscription se rait n atu rellem en t affecté à la caisse de secours de nos cam arades élèves de l’Ecole e t le B ureau fe ra l’im possible p o u r que le versem ent soit substantiel. Aidez-le et adressez sans ta rd e r v otre co n tribution à :

A ssociation am icale des Anciens Elèves B .N IS. E. T. 151, boulevard de l’H ôpital, P a ris (13‘)

Compte chèque postal : P a ris 54 88 99 avec la m ention : Souscription du souvenir.

D i s t i n c t i o n s

Légion d’honneilr* Nous apprenons les nom inations suivantes : ■ ,

O fficier : Mlle Sim onin, inspectrice générale de l’Enseie-ne-

inent technique. •

Nous p rio n s Mlle Sim onin d’accepter les bien vives félici­ tatio n s de ses cam arades de l’Amicale p o u r la prom otion dont elle v ien t d’être l’objet. P ionnière de l’Enseignem ent technique fém inin, Mlle Sim onin est une am icaliste dé toujours.

C hevalier : M ennessier (B 12-14), p ro fesseu r â l’i;. N. S. E. T,

Que notre cam arade M ennessier froüve ici les cordiales fé li­ citatio n s de_ses cam arades de l’A m icalé, B où'pbnibre d’e n tre eux fu re n t ses élèves. Ils ont gardé u n excellent sô û v èn îf du pro-, fesseu r e t du pédagogue que tous' o n t'c o n n ü 'à là,.présidence ' de nos réu n io n s am icales où son aim ablp fèrrûèté dans (la direction de débats p a s s io n n a n ts 'lu i a conquis toutes les svrn-

(8)

L a V ie d e V A m Ie a ie

m

L’affluence croissante des cam arades nous av ait fa it abandon­ n e r l'a m p ith é â tre P a u l-F o u rn e l tém oin de ta n t de jo u tes o ra ­ to ires des Congrès passés p o u r la grande salle de l’Ecole des A rts e t M étiers obligeam m ent m ise à n o tre disposition p a r son d irecteu r, n o tre cam arade B onnafous.

Nous donnons ci-dessous une liste des présents, qui se sont in scrits s u r les deux listes m ises en circulation. De nom breux cam arades re ta rd a ta ire s se tro u v en t om is, ce dont ils voudront bien nous excuser.

Mmes ou Mlles

B abillot, G. T. F., Lille; Bazieu, G. T. F., Metz; Beaugé (37-39), G. T. F., Metz; B onnafous; L. B ertin (33-35), M arseille; G aillault (21-23), R o u b aii; Gampuzan, G. T. F., M ontluçon; J. Ge^iüon (43-45), E. N. P., Poligny; Ghérel, G. T. F., P a ris; (ih astrette, en congé; G ouespel-M artin (35-37), C herbourg; C ourt (35-27), So- phie-G erm ain, P aria; F e rra n d , G. T., Le P e rre u x ; Feugeas-JL.a- combe (25-27), Em ile-D ubois, P a ris; E tienne, C lerm o n t-F er­ ra n d ; G aborit (26-28), G. T .F ., Rouen; Gasteller, G. T.G ., L a Ro­ chelle; G ilbert, G. T. F., L ille; G o u rin at (23-25), H ôtelière, C

(9)

ler-ges; R. Istaz, C.T. F., Rouen; G. Jean (27-29), P a ris; Lagny (35-37), G T. F., Nancy; S. L em archand-R ohr, Centre a p p re n tis­ sage, C lerm o n t-F erran d ; G. M artraire (21-23), E. N. S .E . T., P a ris; G. Millet (45-47), E. N. P., Vizille; L. Morellon, C.T. G., V ersailles; P alix (29-31), Nice; P ichon-M eunier (44-46), Reims; P ith o is (43-45), E. N. E. M., S trasb o u rg ; Pollet, d irectrice E lisa- L em onnier, P a ris; S. Raüx, C .T .F ., Rouen; P ro g n o n -T rib ert (37-39), E. N. P., Lim oges; S. P ro u h e t (41-43), Orléans; Ricard (44-46), E. N. P., Poiigny; Robert, Blois; Roy (43-45), Golmar; Silberzahn-M endousse (27-29), .Mulhouse; S tap fer (43-45), Rou- baix; S. T exier (28-30), C .T .F ., Lim oges; V ignaud-R einandet (37-39), en congé.

MM.

A struc, D orian, P a ris; A urières, d ire c te u r H ôtelière, Tdonon; M. B anchereau, E. N. P., S aint-O uen; B ernard <23-25),“ N ogént- sur-M arne; B iguenet (26-28), E.N . P., Sain.t-Ouen; B ittes, P u - teaux; B ourzeix (25-27), d ire c te u r H ôtelière, S trasbourg; B u r- tel, Courbevoie; B ru, V itry; C am y-Peyret, E ,N . P., Metz; Carré, B oulogne-sur-M er; Gercelet (35-37), in sp e c te u r,-. S trabourg; G barrondière, d ire c te u r D orian. P a ris; Gheroux (22-24), d ire c ­ teur, P o itiers; Gompain, N iort; J. Goquelle, sous-directeur, Rouen; D aget (28-30), B oulogne-sur-M er; Denis (39-43). Gliam- p ag n e-su r-S ein e; D ionnet, D iderot, P a ris; D urand-R ival, A rgen- te u il; Duval, D orian, P a ris; E tienne, C lerm o n t-F erran d ; Evgout (28-30), E. N.N.A., P a ris; F lam ain (34-36), Nice; G, F o ntaine, E.N . S .E . T.; A. F o u rn ier, Cliarleville;

Galichon, Tourcoing; A. Garçon, E. N. S.E . T.; Giboin, G our- d an -P o lig n an ; G ilbert, H aubourdin; G ranger, E. N. P., V oiron; G uizard (33-35), Hôtelière, P a ris; Jouhaud, directeu r, F ourm ies; L abalette (14-20), P a ris; L ab arth e (25-27). directeu r. V ienue; Lagny (34-36), S. T. G. M., Nancy: Lavergne (42-44),'< E. N. P., V ierzon; L auré. P u teau x ; Leleu (34-36), Rouen; Lenormand,. D orian. P a ris; Leroy, Courbevoie; Iæ Tfei.s <26-28), d ire c te u r E. G. G.. C lerm o n t-F erran d ; Lignon (30-32),' E. N. N. A., P a ris; M arcy (25-27), Saint-O uen; M ennessier, E.'N. Si'E. T., P a ris; P. Menoux, inspecteur, P a ris; M eunier H., H ôtelière, P a ris; M eunier P. (14-20), directeu r, V ersailles; Miot (34-36). M inistère des F inances; Morellon, M inistère des Colonies; Morillon, E. N. P.. S aint-O uen; Nègre, E .N . P.. Saint-O uen; Oudine (24-26), E. N. A. M., C hâlons-sur-M arne;

P asquet (27-29), E..N. P., S aint-O uen; G. P etit, E. N. P., Cha­ lo n -su r-S aô n e; Peyregne, D iderot, P aris; P h ilib ert, directio n E. T .; Pichon (44-46), Reim s; G. Pince, G. M. G., Rouen; Pollet, H ôtelièrè, P a ris; P rê t (26-28), E. N. N. A., N antes; Prognon, E. N. P., Lim oges; Q uilliet, sou s-d irecteu r, V ersailles; Rabier, P a ­ ris ; Raoult (31-33), C lerm o n t-F erran d ; Raux, I. P., Rouen; Re- m ond (27-29), V ersailles; Revel (39-43), Rouen; Réy (32-34), P o itie rs; Rouillon (24-26), D iderot, P a ris; Rousson, re tra ité ; Salvairè, Rennes; Salvan (24-26), Agen; Soülas, Nevers; H. S u- kerm ann; I. P., P aris; Thom as, so u s-d irecteu r, D iderot, P a ris;

(10)

T e rn ier (3-1-36), ru e T iudaine, P a ris; Vacquer, Courbevoie; V i- gnaüd, sous-P réfecture, Confolens; V olai (34-36), Evreux.

La séance est ouverte à 14 h. 40. M ennessier élu par-acclam a­ tions' assum e une fois de p lu s avec sa bonne grâce so u rian te les fonctions de président. G reuzat (L. L, 38-40) assure le secrétariat.

Notre P résid en t de séance rem ercie au nom de tous les p erso n ­ n a lité s présentes : Mme Lecomte, inspectrice g énérale: M. Re- n audeau, in sp ecteu r général, d irecteu r de l’Ecole; M. Buisson, in specteur général; M. B onnafous, d irecteu r de l’Ecole Nationale d’A rts et M étiers, p u is donne la parole à n otre cam arade G a- borit, secrétaire général de l’Amicale.

Notre S ecrétaire général présen te les excuses de M. Roussel, n o tre ancien directeu r, à qui l’A ssociation adresse .ses sentim ents d’affection; de Mlle Sim onin, inspectrice générale; de .MM. D u - los, Lageyre, inspecteurs .généraux; Deveau, Court, P olinais, Schiller, B ourgin e t de Mme Blondeau. Il salue la présence de Rabier, secrétaire général du Syndicat de l’E nseignem ent tech ­ nique, p o u r ses efforts en fav eu r des jeunes élèves nos cam a­ rades de l’Ecole.

Notre cam arade G aborit lit le ra p p o rt m oral que nos cam a­ rad es ont pu lire dans le b u lletin de m ars lorsque celui-ci les a attein t. Le rap p o rt m oral, m is aux voix, e st adopté à l’u n a n i­ m ité. Notre P résident de séance rem ercie ch aleureusem ent n otre S ecrétaire général de son dévouem ent constant et de son activité.

Pqugeol, g rand arg en tier, présente son rap p o rt financier. Il e n ­ visage le règlem ent du b u lletin de ju in p a r les re n trées des re ­ ta rd a ta ire s e t propose, p o u r fa ire face aux dépenses supplé­ m en taires ré su lta n t de la m ontée croissante des p rix de p o rte r la cotisation annuelle à 200 francs. L a caisse de solidarité conti­ n u a n t à être alim entée p a r des dons. Le ra p p o rt financier m is aux voix est adpoté à l’u n a n im ité ainsi que le relèvem ent de la cotisation.

L a proposition fa ite p a r le S ecrétaire général d 'o u v rir u ne souscription p o u r fa ire ap p o ser une plaque com m ém orative des anciens élèves victim es de la g u erre, est adoptée.

Notre S ecrétaire général com m unique à l’Assemblée les r é ­ ponses q u ’il v ien t de recevoir aux vœ ux présentés à l’A dm inis­ tra tio n au nom de n o tre A ssociation à l’issue du Congrès de i’an dernier.

L a prolongation de la scolarité des élèves de l’E. N. S. E. T. e st à l’étude au M inistère des Finances. L ’Assemblée décide de p ro te ste r contre les len teu rs apportées et dem ande l’âdoption rap id e de la scolarité de tro is ans.

L es stages des professeurs techniques chefs de trav au x en exercice sont liés à l’octroi de crédits. Le stage des ingénieurs p ro fesseu rs de dessin est présen tem en t facu ltatif. Le D irecteu r de- l’Ecole, les groupes régionaux seraien t d’avis que ce stage fû t obligatoire. Notre cam arade B onnafous a ttire l’atten tio n su r de -danger que f a it c o u rir à la section B ce recru tem en t qui évite actuellem ent u n stage de deux ans à l’E. N. S. E. T. R abier expose la situ atio n pénible de l’A dm inistration qui; m anquant de

(11)

f e ï Ï Ï u r S D i d ï / ? T î^ppel aux solutions les plus rapides L a solution se ra it p e u t-ê tre de nom m er les anciens éleves des A rts chargés d’enseignem ent en X n d a n t

qu ils p assen t le p rofessorat. aiien u an i

Au vceu form ulé p a r un congressiste que l’on revienne au concours unique p o u r l’entrée en section A e t B afin de fa c ilite r accès a la section B aux élèves m aîtres d’E. N. P. M Renaudeau repond en soulignant la situ a tio n nouvelle créée p a r

Ta

I m id t cation des program m es des Ecoles norm ales e t p a r la création

“ "«rai»? âipita”

p o u rra ie n t fo u rn ir un re c ru te m en t de qualité; p o u r conclure nii’ii dem ande de fa ire confiance au professorat tel’ q e iste p résentem ent et à l’enseignem ent actuel de l'Ecole

np ^ l’atten tio n su r la p ro testatio n élevée

p a r des professeurs d’E. N. P. au sujet de l’adm ission des titu aires du diplôm e d’ancien élève su r la liste des candidats à la v T r ^ ^ ’une défiance injustifiée à l’égard de ifr.^ 1^^ enseignem ent. Peyrène v o u d rait que l’on fasse une plus grande p u blicité aux sections de p rép aratio n à la section B ex istan t à D iderot et à Lyon. Le s S t a f r e a é n é ril a, p a r circulaire, a ttiré l’atten tio n ^ e s élèves m aîtres l’Ecole a envoyé des affiches. Il vo u d rait que nous puissions nou! a p u r e r de leu r u tilisa tio n effective dans les étab

T

e m e ïïs

d’enseignem ent secondaire. eian in sem en ts

Des groupes régionaux ayant form ulé le vœu que les nrofps seurs techniques soient form és à l’E. N .S .E . T. e t subissent un concours a l en tré e e t un a u tre à la sortie, Bazieux raTOehe r le groupe de Metz so u h a ite ra it voir les p ro -

a n X ® a du baccalauréat technique re c ru tés

ap rès cinq ans de p ra tiq u e industrielle. R abier a ttire l’attention n problèm e. B iguenet v e rra it le bacca-It’S sections d’enseignem ent général au môme titre d ailleu rs que les a u tre s baccalauréats e t le di-ptôme d ancien éleye — diplôm e de qualification professionnelle et non u n iv e rsita ire - p o u r les professeurs t e c h Z u e s B e r ^ r T v o u d rait ré se rv e r aux P. T. A. la possibilité r S T p T p S un exam en uniquem ent professionnel.

construction des nouveaux locaux envisagés pour l’Ecole

L ’EXPOSE DE M. RENAUDEAU

M. le D ire c te u r présente à un au d ito ire a tte n tif un aperçu l’année dernière. Il rem ercie n otre S ecrétaire général e t le B ureau de l’Amicale de le u r S de” f’fni^ ûT correspondants des suggestions qui tém oignent de 1 in té rê t p erm anent q u ’ils ap p o rten t à la vie de l’Ecole.

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Le nom bre des candidats in scrits est passé de 520 en 1946 à 606 en 1947, ceux qui se sont présentés de 450 à 540. II y e u t 162 adm is à la p rem ière p artie, dont 112 b o u rsiers en 1946 p o u r 154 dont 104 bo u rsiers en 1947. Ces chiffres tém oignent de l’in té rê t accru présen té p a r le concours. L’effectif de l’Ecole e st de 235 élèves ré p a rtis en q u atre catégories r titu la ire s, stag iaires, boursiers, au d iteu rs. M. R enaudeau a ttire l’a tten tio n s u r la créatio n d’un centre de p ré p a ra tio n à Reims.

Il déplore la d isp aritio n de M. Jean Morel, pro fesseu r depuis 1936, dont les qualités de distinction, de finesse é ta ie n t p a r ti­ cu lièrem ent goûtées. G rand éveilleur du sens critique, nul m ieux que lui n 'a su tir e r d’u n texte des idées aussi p é n étran tes; nul ne pouvait m ieux in sp ire r le m ép ris du cliché, du fau x acadé­ misme, — ni m ieux in sp irer le resp ect du texte le plus sim ple p o u r en ex traire, en term es volontairem ent dépouillés, le sens philosophique.

P o u r le rem placer, il a été fa it appel à un p ro fesseu r de la Sorbonne.

De même, en physique, en géographie, l’Ecole s’e s t assurée le concours de m aîtres de conférences des Facultés. D’u n a u tre côté, nous avons très nettem en t élargi le cadre de nos m aîtres d ’ateliers m asculins et fém inins. E s t-il besoin de dire que ces m aîtres, ceux des F acu ltés comme ceux des ateliers, sont devenus rap id em en t des am is d’une école dont ils ne connaissaient pas to u jo u rs la qualité, av an t de p ren d re contact avec nos élèves ?

F a u t-il a jo u te r que, comme to u jo u rs, ce sont les élèves d ’abord qui, p a r le u r souci d’être à la h a u te u r de la tâchie q ui les atten d e t p a r leu r jeu n e e t so u rian te gravité, a rg u ­ m ents qui v alent plus que notre philosophie, ont su les con­ vaincre sans effort ?

L’o rganisation des études est une continuelle ad ap tatio n aux besoins présents. L e stage des in g én ieu rs-p ro fesseu rs a donné des ré su lta ts satisfaisan ts, et p o u r l’A d m inistration e t les in té ­ ressés. Celui des chefs de trav au x fonctionnera en octobre, les crédits sont obtenus. G râce à de nouveaux crédits, on p o u rra développer la form ation pédagogique dans les sections com­ m erciales e t litté ra ire s; on a p rév u une m atinée p a r sem aine en p rem ière année e t u n stage de quinze jo u rs en deuxièm e. E n outre, des tra v a u x p ra tiq u e s en re latio n avec les ensei­ gnem ents professionnels dbnnés dans nos écoles, ont été in tro ­ d u its dans la seule section qui n ’en a v a it pas encore fa it l’expé­ rience. P o u r les jeu n es gens, ils ,ont été divisés en tro is groupes : tournage, fraisage, aju stag e; rectification taillage; forge. Les jeunes filles ont eu à ch o isir e n tre les a rts m énagers e t l’option sociale (consultation prénatale, service social d’usine, p u é ri­ cu ltu re). Elles ont eu en com m un des séances de coupe e t des v isites d’ateliers. On en arriv e enfin à un com m encem ent de ré alisatio n de ce qui a v ait été p ré v u p a r la ch arte de l’Ecole en 1912 : l’Ecole se révèle le m ilieu où l’on tend à d onner une pédagogie aux techniciens et aux pédagogues des aperçus de la technique.

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ia liaison avec les ateliers, e t le monde du commerce et de l’îa -CiUSLPl© î

1* P o u r m ettre les a rts m écaniques en harm onie plus étroite avec les a rts libéraux;

2 P o u r que les disciplines ab stra ite s s’en rich issen t d’apports renouvelés, au lieu de s ’in staller dans 1 artaflciel, av an t de s’y sté rilise r;

3» P o u r q u ’elles co n trib u en t directem ent à l’analyse et à la recherche des élém ents cu ltu rels encore m al d éterm inés e t a l h um anisation à la ra tio n alisatio n de l’apprentissage sous ses form es sim ples ou développées;

4 P o u r que, avant tout, nos m aîtres ap p ren n en t à m ieux

éîTv^s aptitudes, la m en talité de leurs fu tu rs

5» P o u r que, dans la recherche de m eilleures méPhodcs péda­ gogiques, ils s ap p u ie n t non s u r une vague psychologie' de 1 adolescent, m ais s u r celle du jeu n e ap p ren ti;

6 “ P o u r aid e r à ré d u ire les cloisons qui sép aren t les intellec­ tu els des m anuels, non seulem ent à l’école, m ais dans le monde Les plus h au tes cloisons sont celles-là.

« N est-ce pas là, dem ande M. Renaudeau, ce qui fail non seulem ent 1 o rig in alité m ais encore la beauté de la m ission de n o tre E nseignem ent technique ? N’est-ce pas ce qui vous donne 2 1 .! . 2 qu e vous avez to u jo u rs eue, foi qui tie n t a u ta n t à votre cœ ur q u à v otre experience e t à v otre com préhension, m ais 2ml. ®®l./udispensable d’eclairer, d’analyser, de définir encore ulf. ju s q u ’ici. E t p o u rra -t-o n me rep ro ch er d ê tr e trop am bitieux, de trop attendre de nos jeunes, de trop

com pter su r eux ? » ’

_ Il ne sa u ra it d 'ailleu rs s’agir de form ules définitives, la vie n e st-e lle pas une adaptation continuelle aux nécessités de ch a­ que jo u r ? e t nous voulons une école vivante.

J u s q u à présent, les ré su lta ts sont satisfaisan ts, grâce à la com préhension et la bonne volonté des élèves, et des profes«eurs e t d irecteu rs des G. T. qui nous aident.

Cependant, l’av en ir in sp ire quelques inquiétudes, en dépit des c o n c lu io n s de la Commission Langevin qui a consacré l'exis­ tence de 1 E. N. S. E. T. et adm is q u ’elle devait su b sister ju sq u ’au m om ent ou tous les in s titu te u rs seraien t licenciés, époque à la ­ quelle une réo rg an isatio n in terv ien d ra en fonction des données nouvelles. D’ici là, il im porte de m a in te n ir d ’une p a rt la lia i­ son avec l’U niversité e t d’au tre p a rt avec l’In d u strie et le Com­ merce. L a Commission a égalem ent envisagé la question des stages p ra tiq u e s p o u r le personnel des ateliers e t même p o u r le.s d irecteu rs e t inspecteurs de l’E nseignem ent technique

Mais il sem ble que l’enseignem ent secondaire s ’intéresse d’une façon trop absolue aux adolescents de 15 à 18 ans e t M, R enau­ deau cite ce passage de M, le P ro fesseu r W allon dans la revue

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— i î —

« L ’Ecole ignore la profession sous prétexte de respecter l’a u ­ tonom ie de l'enfant. Cependant il p eu t y avoir convergence en tre les exigences u lté rie u re s de l’économie sociale e t les besoins p s y ­

chologiques de l’écolier. Les techniques qui se développent a u ­ jo u rd ’hui dans tous les dom aines de la production et de l’ex is­ tence débordent en tous sens les disciplines scolaires, e t p arfo is y trouvent un obstacle, car elles s’adressent à des form es d’a c ti­ v ité m entales ou p ratiq u es qui ne sont pas toutes reconnues ni favorisées p ar notre enseignem ent traditionnel, que souvent même il a proscrit comme de vaines am usettes ou de nuisibles divagations. L ever l’in te rd it qui refoule dans le je u e t p arfo is même dans les jeux défendus, ta n t d’activités qui p o u rra ie n t e n ­ ric h ir ou renouveler nos contacts perceptifs, intellectuels, p r a ­ tiques avec les choses, et, d’a u tre p art, in tro d u ire à l’école ce qu’il y a d’accessible aux enfants dans les techniques auxquelles ont collaboré la science et l’industrie, ne serait-ce pas te n te r une jonction qui se rait favorable sim ultaném ent au plus g rand épa­ nouissem ent de l’individu, à sa m eilleure ad ap tatio n sociale, au rendem ent optim um de l’économie publique ? »

Un a u tre danger est présenté p a r les conceptions des financiers. Un au tre danger est ap p aru à la suite de la publication du ra p p o rt Miot envisageant la fusion de l’E. N. S. E. T. et de l’E. N. S. de Saint-Cloud. S’il convient de p rév o ir la form ation des p ro ­ fesseurs certifiés dans un établissem ent commun, il ne s a u ra it être question d’envisager la suppression d’une form ation o rig i­ nale tendant à s’ad ap ter aux besoins présents. L’E nseignem ent m oderne est a ttiré d’une p a rt v ers le classique et les agréga­ tions trad itio n n elles e t d’a u tre p art vers le technique e t ses possibilités d’avenir.

C’est une vieille querelle qui a été l’objet de m ain tes discus­ sions to u t au long du x ix ' siècle que la querelle e n tre les écoles

« p ro fessio n n elles» d’avant 1880, et les écoles techniques comme celles des A rts et M étiers.

En proposant de rev en ir aux form ules périm ées de la su p er­ position d’avant 1880. on est en contradiction ; 1 ' avec les faits, l’expérience; 2° avec les tendances les plus récentes des ré fo rm a te u rs non seulem ent en F rance, m ais dans tous les pays.

E n réalité, il est tem ps de chercher, ailleu rs que dans les m ilieux où sont recru tées les professions libérales, les moyens de re c ru te r l’élite de dem ain e t même d’a u jo u rd ’hui.

Ce n ’est pas d im in u er la v aleu r de la form ation gréco-latine ou scientifique que de dem ander de ne plus la considérer comme donnant en soi au stade du deuxièm e degré la « cu ltu re géné­ rale », Il e s t grand tem ps de placer la notion de cu ltu re su r u n plan bien su p é rie u r à celui de l'école. C’est d im in u er la v a leu r de celle-ci si l’on affirm e qu’elle est à la portée d ’un adolescent de 17 ans. C’e st n uire, à notre avis, au développe­ m en t de celui-ci que de lui p rodiguer d’artificielles assurances et de lui inculquer un sen tim en t détestable de suffisances, le dégoût du trav ail e t de l’effort personnel.

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Le G roupem ent des disciplines, des m éthodes doit être h arm o ­ nisé avec différentes tendances d’e sp rits comme avec le besoin de la nation. Tel est le rôle de l’école. Le reste e st affaire d’effort personnel.

P o u r l’E nseignem ent technique et l’Ecole norm ale su p érieu re de l’E nseignem ent technique, en p articu lier, il ne suffit pas d ’hum an iser le rationnel e t l’ab strait. Il fa u t continuer à ra tio ­ n aliser e t à h u m an iser tout ce qui, ju sq u ’à présent, a été ab an ­ donné à l’em pirism e, à la ro u tin e et n’a pas été dégagé de la gangue de l’expérim ental e t du concret brut.

E t .M. Renaudeau de conclure sous d’unanim es applau d isse­ m ents :

« La route est p e u t-ê tre longue. Mais je n ’ai pas l’im pression que nous nous sommes égarés et je ne crois pas que nous devions nous en écarter.»

La présence de notre cam arade Miot, chargé officiellem ent p a r le Comité central d’enquête su r le coût e t le rendem ent des services publics créé p ar décret du 9 août 1946, d’une enquête s u r les services de l’E ducation nationale et plus p a r ti­ cu lièrem en t de l’Enseignem ent technique, a perm is à ceux de nos cam arades qui avaient lu son rap p o rt, de lui fa ire p a rt des craintes q u ’il a suscitées.

L’ém otion soulevée s’est tra d u ite p a r des interventions parfois assez vives, notam m ent celle de n otre cam arade Rabier qui é ta it p a rfaitem en t explicable.

Sans m an ifester de su rp rise, dans l’exposé fo rt clair q u ’il a bien voulu présenter, n o tre cam arade Miot a tenu à p réciser que son ra p p o rt p e rm e tta it d’envisager des solutions qui ne p o rta ie n t pas a ttein te aux in té rê t de l’Ecole, m ais il a cepen­ dant confirm é ses conclusions.

Les congressistes ont exprim é le d ésir que notre cam arade Miot s’emploie à en é v iter une in te rp ré ta tio n tendancieuse de n a tu re à com prom ettre l’av en ir de l’Ecole et ceci à un m om ent p a rticu lièrem en t défavorable en raiso n de la conjoncture poli­ tique. Les com pressions budgétaires doivent être équitablem ent ré p a rtie s et non se rv ir de prétex te à des suppressions ou des am énagem ents ne ten an t pas com pte de l’im portance réelle de.s services. L ’Ecole form e un to u t p e rm ettan t l’in terp én étratio n des enseignem ents et la com m unauté d’origine des fu tu rs p ro ­ fesseurs e st un appoint non négligeable. Nos cam arades sont décidés, au nom de l’in té rê t national perm anent, à défendre avec l’Ecole, l’Enseignem ent technique dont elle est un élém ent essentiel.

L ’.\d m in istra tio n e s t d’accord en p rin cip e pour le ré ta b lis­ sem ent du Certificat d’ap titu d e à la direction.

Nos cam arades ayant échoué à la deuxièm e p a rtie ont été nommés chargés d’enseignem ent.

La séance est levée à 18 h. 30 et rendez-vous est p ris p o u r le b an q u et qui doit avoir lieu à l’Ecole H ôtelière de P aris,

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d o *=’O d ,

Grâce à l’aim able diligence de M. Jeanne, d irecteu r de l’Ecole H ôtelière nous avons pu cette année encore co n tin u er la t r a ­ dition renouvelée des agapes p a r lesquelles to u t Congrès v ra i­ m ent digne de ce nom, doit se clore. Nous donnons ci-dessous le m enu qui fu t pleinem ent apprécié e t auquel chacun fit honneur :

Julienne Darblay F ilet de JDolin bonne fem m e

Volaille de Bresse poêlée P om m es P arm entier A rtich a u t beurre noisette

From age O m elette surprise

Bordeaux blanc B ordeaux rouge

M ousseux

Au dessert, G aborit rem ercia les personnalités présentes et p résen ta dans une fresque coupée de nom breux applaudisse­ m ents une v éritab le défense et illu stra tio n de l’Ecole normale

supérieure de l’E nseignem ent technique. Nous donnons plu s loin

le texte de son discours.

M. Le Rolland p r it ensuite la parole. Il nous a ssu ra de son dévouem ent à la cause de l’Ecole et nous fit p a rta g e r sp iri­ tuellem ent e t avec bonne h u m eu r quelques-uns des points de vue du physicien.

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Les discours lu re n t suivis de chansons. Les pieds de ma sœ ur ne se p ro d u isire n t q u ’après bien des rappels. G artailler ffl c h a n te r des re fra in s à su iv re e t l’assistance en chœ ur fit tre m ­ b ler les vitres. S. T exier donna un échantillon de ses talents v ariés de chanteuse e t de danseuse, nous ne citerons pas tous les a rtiste s bénévoles, ils sont trop e t nous ne sau rio n s rendre à chacun l’hommage que m érite la d iv ersité de leurs talents. E t Ton put, cependant se sép arer à tem ps pour ne pas m anquer le d e rn ie r m étro qui d isp ersa aux q u a tre coins de P a ris ceux que le sou v en ir e t l’am itié av aient encore réu n is pour ces trop brèves heures.

D iscours de Gaborit

M onsieur le D irecteu r de l’Enseignem ent technique. Mesdames e t Messieurs,

Mes chers cam arades,

Après la séance de cet après-m idi, après ces libres débats, p arfo is ardents m ais to u jo u rs courtois e t to u jo u rs em preints de cet incom parable e s p rit de cam araderie gui leur donne ta n t de prix, il e st doux, reposant, réconfortant, de se re tro u v e r ce soir, dans ce splendide cadre de l’Ecole Hôtelière, et, to u t en dévidant l’écheveau coloré des vieux souvenirs, de pouvoir, grâce à l’inépuisable com plaisance de M. Jeanne, et à la science éprouvée de son personnel e t de ses élèves, ap p récier les mets savoureux qui com posent le m enu de ce cordial banquet.

Je vous rem ercie. M onsieur le D irecteu r de l’Enseignem ent technique, d ’avoir bien voulu accepter la présidence de ce dîner. V otre présence n ’est-elle pas le tém oignage précieu x du b ien ­ veillant in té rê t que vous daignez p o rte r à n otre A ssociation ? M. le D ire c te u r adjoint Tailliez, devait être à nos côtés, une légère indisposition l’en em pêche, nous regrettons son absence car, comme vous-m êm e, 0 s a it nous rése rv e r u n accueil affable quand nous sollicitons de vous une audience p o u r vous e n tre ­ te n ir des destins de notre chère Ecole.

De cette Ecole, a u jo u rd ’h u i m enacée, je v'oudrais essay er de d ire ce q u ’elle fut, ce q u ’elle e st e t ce q u ’elle v o u d ra it être. P ourquoi m ’a tta rd e r à ra p p eler longuem ent son passé, ses débuts obscurs e t modestes. Mieux que moi, les anciens e t anciennes « sectionnaires » de Ghâlons, de Lyon, du Havre, de la ru e S ain t- G uillaum e, seraien t qualifiés p o u r le faire. Deveau, notre secré­ ta ire général honoraire, qui, à son grand regret, n ’a pu celte a n ­ née encore ê tre des nôtres, l’a narrée, cette h isto ire dans le d is­ cours prononcé à l’Ecole lors de la fête de la L ibération. E t M. l’In sp ecteu r général R enaudeau, d ire c te u r de l’Ecole, dont je suis h eu reu x de sa lu e r ici la présence, a to u t récem m ent, à la superbe m atinée organisée ici môme p a r nos jeu n es cam a­ rades, re tra c é en des pags denses, précises, éloquentes, la genèse de rétab lissem en t q u ’il d iîig e avec une compétence, u n dévoue­ m ent, une m odestie que cet après-m id encore, vous avez tenu

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à souligner en lui renouvelant à ru n a n im ité l’expression de voire confiance e t de vos sentim ents reconnaissants. Cette page, vous la lirez quand vous p a rv ien d ra enfin le b u lletin de m ars, sous sa nouvelle couverture illu strée p a r les soins de notre cam arade Mlle P rouhet, dont nous avons tous goûté le talen t et l’hum o u r ! Ce que je veux re te n ir de ce passé, de cette période erran te, am bulatoire e t incertaine, c’e st la constatation indé­ niable que : des « Sections » sont issus les m étiers qui ont v éritablem ent créé n otre E nseignem ent technique parce q u ’ils ont su associer à l’enseignem ent p ra tiq u e u n enseignem ent géné­ ra l p ré p a ra n t à la profession et p erm ettan t de n’être p as dom iné p a r elle. L ’un de ces sectionnaises qui fu t mon collègue à D orian — je veux p a rle r de M. L efeur, trop p ré m atu rém en t d isp aru — m ’a conté, plus d’une fois, l’aven tu re arriv ée à l’un de nos aînés lors de ses débuts à l’Ecole D iderot. Un ch ah u t m ém orable avait accueilli l’in itiativ e sans précédent inaugurée p a r ce péd a­ gogue. E t ses élèves, en un cortège tu m ultueux, l’avait"accom ­ pagné boulevard de la V illette, au s o rtir de sa classe. Qu’av a it-il donc fait ? Il a v a it émis la p réten tio n , jugée à l’u n an im ité insolite, inusitée e t excessive, de vouloir interroger les élèves s u r le cours professé à la leçon d’a v a n t’!

J ’ai reçu, h ier m atin, la d ern ière œ uvre de M. Cassagne, le dévoué e t to u jo u rs affable secrétaire a d m in istra tif de l’Ecole qui, délaissant son b u reau et ses dossiers si soigneusem ent classés, a bien voulu v e n ir ce soir p arm i nous. Cette œ uvre, ce sont les listes établies au p rix d’un labeur ingrat auquel je suis h eu reu x de ren d re hommage, des toutes prem ières p ro ­ m otions de l’Ecole, de ces « sections » dont je p arlais tout à l’h eu re et ce n ’est pas sans ém otion que j ’ai lu les nom s de tous ces vétéran s d’une époque héroïque 1

Nous sommes loin, déjà, de ces hum bles débuts. L ’enseigne­ m ent général figure en bonne place dans les program m es e t dans les h o raires de nos établissem ents. E t p o u r d istrib u e r cet enseignem ent général e t p arfo is professionnel, l’Ecole n orm ale su p érieu re de l’Enseignem ent technique ré p a rtit chaque année une centaine de p ro fesseu rs aux q u a tre coins de F rance, que diS^je ? aux quafre coins du m onde puisque, grâce aux efforts de notre cam arade Debayle qui, légèrem ent souffrant ne peul être p arm i nous e t de son adjoint Morellon, actif e t dynam ique secrétaire de n otre groupe p a risien p a r surcroît, l’E nseigne­ m ent technique se développe chaque jo u r davantage dans la F rance d’O utre-M er. E t ces professeurs sont exactem ent p ré ­ parés à leurs tâches !

L a p etite « h o q u e tte » de Châlons, dont n otre cher. S ecrétaire général Henry C ourt ne p o u v ait guère en 1941 nous, convier à fê te r le cin q u an ten aire m ais dont mon lo in tain guccesseur de 1991 n ’oubliera sans doute pas de fê te r le centenaire, cette petite « hoquette » de 1891 est devenue cette belle et grande Ecole dont M. le D ire c te u r nous a esquissé cet après-m idi le précieux tableau. Elle a peu à peu conquis sa place .à (côté de sa grande aînée, l’Ecole norm ale su p érieu re de la rp e d’ü lm

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de Sèvres, celle de Saint-C loud, celle de Fontenay. P arm i les élèves issus de son sein, il en est qui occupent a u jo u rd ’hui le faîte h iéra rc h iq u e de notre enseignem ent et Je re g rette de ne pouvoir salu er ici nos inspectrices générales Mlle Simonin, Mme Lecomte, nos inspecteurs g énéraux Dulos, Le Baut, Bon- nafous, Lageyre, Montagnan, Buiéson, anciens « sectionnaires », anciens élèves des prom otions 12-14, 14-16, 19-21, 22-24; re te ­ nus p a r des obligations im périeuses, ces cam arades m ’ont chargé de vous p ré se n te r leurs excuses e t leurs regrets. D’a u tre s ont affronté le p ro fesso rat des A rts et M étiers et quelques-uns particip en t à l’enseignem ent e t même à la direction de l’Ecole qui les a form és. Mme M artraire, sotis-directrice de l’E. N.S. E. T., me p e rm e ttra de lui ra p p eler avec quelle lucidité, quel dévoue­ m ent et quelle activ ité bienveillante, elle sa it s’a c q u itter de sa tâche. Mme V illeneuve, à qui je dois les plus vifs rem erciem ents, p u isq u ’elle a bien voulu se charger avec Dionnet, to u jo u rs p rê t quand il s’agit de rendre tm service, des dém arches nécessaires à l’organisation de ce banquet, n otre fidèle Poinsard, re p ré se n ta n t ici ces anciens élèves devenus professeurs à l’Ecole, à côté de leu r doyen, lé très cher et trè s dévoué M ennessier qui affirm era to u t à l’heure, j ’en suis sûr, sa p ersistan te jeunesse en accep­ ta n t d’entonner le re fra in trad itio n n el sans lequel il ne sa u ra it y avoir p o u r nous de v éritable banquet !

D’au tre encore, tel M eunier qui n’a pu se joindre à nous. Sel Chéroux qui fu t longtem ps le dévoué tré so rie r de notre Amicale, d irig en t nos divers établissem ents. Le plus grand nom bre, e t c’est le cas de votre serv iteu r, continue à enseigner e n faisan t de son m ieux. E t p arm i ceux-là mômes qui ont choisi la c a r­ riè re ad m in istrativ e, la vocation d’enseigner dem eure . ce n ’est pas sans p la isir ni sans émoi que je vois p a r exemple, à Dorian, le D irecteur, le sectionnaire C harrondière, e t le S ous-D irec­ teur, mon vieil am i Bornes, rem placer, p arfo is au pied levé, un p ro fesseu r absent, h eureux qu’ils sont de pouvoir rep ren d re un contact direct avec une classe. E t le fa it n’est pas isolé ! Cette vocation tenace, l’Ecote a le souci constant de la confirm er, de l’éprouver, de la développer. J ’a u ra is été h eureux de rendre hom m age en la personne de M. Ronze, au corps professoral de l’E. N. S. E. T. et de lui rap p eler que j ’ai gardé un excellent sou­ v e n ir de ses leçons : une de mes plus nettes im pressions du concours d’entrée, e t aussi une des m eilleures, ne d em eu re-t-elle pas cette in terro g atio n d’h isto ire s u r les Cents Jo u rs q u ’il mei fit su b ir en 1926 ?

Mais les exigences du monde actuel im posent à certains d’entre nous, en dehors de leurs tâches ad m in istrativ es ou en sei­ gnantes, la p a rticip atio n aux tâches syndicales. E st-ce un hasard si, au sein de ces organism es syndicaux, les postes les plus im p o rtan ts sont occupés a u jo u rd ’h u i p a r les anciens élèves ? Une tra d itio n constante veut, qu’à ce banquet annuel, soit convié le S ecrétaire général du p u issan t Syndicat national de l’E n ­ seignem ent technique. N’est-ce pas un double p laisir de s’y con­

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fo rm er quand ce S ecretaire général est n otre cam arade Rabier, ancien élève de la prom otion 28-30 e t de saisir cette occasion’ p o u r le rem ercier, au nom de l’Association, p o u r l’aclion féconde m enée p a r le Syndicat national en fav eu r de nos jeu n es cam a­ rades rep résen tés ce soir p a r F ontaine, successeur de ce c h a r­ m an t Decelle à qui je tiens à adresser m es vœux de prom pt rétab lissem en t et p a r Mlle Garçon qui a déployé l’an d ern ier à la Commission d’action sociale de l’Ecole une b ien faisan te activité.

Mais certain s exigent d’a u tre s preuves de la v ita lité d ’une Ecole. A ceux-là il nous fa u t ra p p eler com m ent nos cam arades réu ssissen t b rillam m en t aux exam ens et aux- concours ouverts dans les a u tre s ordres d’enseignem ent. Passons rapidem ent su r ces certificats de licence que les élèves-professeurs, dès leur séjo u r à l’Ecole, enlèvent comme en se jo u an t. M entionnons la liste, chaque année allongée, des anciens élèves reçus, e t p arfo is les p rem iers, aux diverses agrégations. Rappelons que certains de nos cam arades, de bon gré ou contraints, enseignent actuel le- rnent dans de grands lycées et que d’a u tres exercent les fonctions d’in sp ecteu r d’Académie. L ’un de nos cam arades, agrégé de D roit, n occupe-t-il pas actuellem ent la ch aire d’économie politique à l ’U niversité de Lyon ?

Ces preuves, indéniables, seront encore jugées insuffisantes p a r ceux qui estim ent que c’e st hors de renseignem .ent que les anciens élèves des Ecoles norm ales su p érieu res doivent p ro u v er leu r valeur. Relevons le défi ! N’hésitons pas à nous ré jo u ir de voir forcer, p a r l’un des nôtres, les portes ju sq u e-là closes, de 1 Inspection des' Finances ! Relevons avec p laisir, parm i les nom s des anciens élèves, celui du D irecteu r du personnel d ’un g rand m agasin, ceux de P résid en t et de V ice-P résident de l’O rdre des E xperts-C om ptables ! E t voici que j ’allais oublier de salu er ici le colonel Marias, glorieux rep ré se n ta n t de n o tre Arm ée de l’A ir, e t n otre cam arade V ignaud, devenu S o u s-P réfet en C harente.

Je suis très h eu reu x de pouvoir renouveler ce soir au Con­ seiller de la République Baron les rem erciem ents que je lui ai déjà exprimé.s pour l’action m enée a u Conseil de la République et à la Commission de l’E nseignem ent de cette Assemblée en faveur de 1 am élioration de la situ a tio n m atérielle de ses jeunes cam arades. Et, à cette liste, nous pouvons a jo u te r les nom s de nos écrivains, de nos rom anciers, de nos tra d u c te u rs : Baudouy, Carron, Vaudecrane, A struc, C ordier — ce dern ier si généreux, vous le savez, p o u r n otre Caisse de solidarité — dont le B ulletin vous a fa it connaître les œ uvres. Certes, je le reconnais bien volontiers, l’Ecole n ’a pas encore donné, comme la vénérable m aison de la ru e d’ü lm , au B arreau , à l’Académie, à l’Eglise, quçlques hôtes illu stres ou quelques grands prélats, m ais cela viendra, n ’en doutons pas, avec les années !

Ainsi, sans p a rle r du tableau sanglant de nos glorieux m arty rs des deux guerres, qui p o u rra it a tte ste r que n otre Ecole a su fo rm er d’a u th e n tiq u e s,h é ro s, le b rilla n t e t incom plet palm arès que je viens d’esquis.ser à grands tra its et que vous voudrez

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bien m 'aider à com pléter, prouve suffisam m ent, mes chers cam a­ rades, q u e ,n o tre Ecole, pépinière d’éducateurs et d 'a d m in istra ­ teurs, a su égalem ent fav o riser l’éclosion de talen ts divers e t variés.

Cette Ecole, continuant sa m agnifique ascension, ne v o u d rait pas en re ste r là. Elle désire g ra n d ir encore e t assum er enfin les tâch es-p o u r lesquelles elle a été créée. Notre Am icale,, rep ren an t une p a rtie des vœux déjà exprim és l’an d ern ier, en a jo u ta n t de nouveaux, a clairem en t fixé cet ap rès-m id i les objectifs à a tte in ­ dre. E t dès à p résen t :

Dès à présent l'œ il q u i s'élève Vois d istin ctem en t ce beau rêve Qui sera le réel u n jo u r !

E xtension de la scolarité à 3 ans, in stallatio n dans des locaux ap p ro p riés, form ation pédagogique des pro fesseu rs techniques, équivalence des p ro fesso rats e t de la licence en vue de la p ré p a ­ ra tio n du diplôm e su p é rie u r e t'd e nouvelles agrégations adaptées aux besoins de n o tre enseignem ent technique, établissem ent de program m es nouveaux répondant exactem ent à l’âge, aux c ap a­ cités e t à la destin atio n des élèves de nos ditrérenis établisse­ m ents, octroi aux élèves-professeurs du traitem ent, de chargé d ’enseignem ent, présence, dans tous les ju ry s de la 2' p a rtie du p ro fesso rat d ’un titu la ire de ce professorat, tels sont. M onsieur le D irecteur, nos vœux p rin cip au x ; certains sem blent de ré a li­ satio n facile e t im m édiate, d’a u tre s se h e u rte n t à de sérieux obstacles.

Mais ces rêves d’avenir, so n t-ils encore de saison ? L ’Ecole n est-elle pas m enacée d'une d estru ctio n totale ; je veux p a rle r d ’une fusion avec Saint-Cloud, ou d’une am p u tatio n égalem ent fatale : je veux p a rle r du tra n sfert, à Saint-C loud, de notre section litté ra ire e t de n o tre section A. Je ne m ’a tta rd e ra i pas à re p ren d re les argum ents au nom desquels nous nous élevons avec force contre de sem blables projets. Je me bornerai à sig n aler qu’il se rait vain, ridicule et dangereux de lier notre av e n ir h

celui d’un établissem ent destiné, d’une p a rt à la form ation des p ro fesseu rs d’Ecole norm ale, ces m aîtres de fu tu rs m aîtres, e t voué, d’a u tre part, à la p ré p a ra tio n des professeurs des sections m odernes, tâch e qui p o u rra it ê tre confiée, sem ble-t-il à l’Ecole norm ale su p é rie u re de la ru e d’Ulm. Je me contenterai de ra p ­ peler, à propos de la section litté ra ire dont la suppression me se ra it p a rtic u liè rem en t cruelle, que cette section form e des p ro ­ fesseurs exactem ent p rép arés à leu r tâche fu tu re, qu’elle a p p a ra ît dans un établissem ent consacré su rto u t à la technique comme un gage et un symbole d’idéal et q u ’il im porte au plus h a u t point que les professeurs chargés d’enseigner dans nos collèges tech ­ niques le français, l’histoire, la géographie, la législation, les langues vivantes aient été form és dans la même école que leurs collègues chargés d’enseigner les a u tre s disciplines. P renons un exem ple précis : l’enseignem ent de notre incom parable Peyrègne ne re ste -t-il p a r fortem ent m arqué de l’influence de l’E. N. S. E. T.

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et nos cam arades des sections scientifiques e t com m erciales ne so n t-ils pas heu reu x et flers de le savoir issu de notre Ecole et de le re tro u v e r ce so ir p arm i eux ?

Résolum ent optim iste — l’atm osphère de ce repas y se ra it- elle p o u r quelque chose ? — résolum ent optim iste je veux croire qu’il se ra it possible de vaincre les p érils qui m enacent notre Maison. Non ! m oderne Iphigénie, l'Ecole n ’ira pas

«^Tendre au fer de Calchas une tête innocente ! » Elle n ’est pas la victim e offerte aux Gomrnissions chargées d’effectuer des économies qui doivent et peuvent être cherchées ailleurs.

Dans la lettre adressée à M. Renaudeau à l’occasion de la fête de l’Ecole, à laquelle vous n’avez pu assister, le ttre que voue avez bien voulu m ’a u to rise r à p u b lier dans n otre B ulletin, vous avez affirm é. M onsieur le D irecteu r de l’E nseignem ent technique, <■ v otre confiance totale dans le destin de n otre Ecole et v otre certitude, p o u r elle, d’u n m agnifique av en ir ! «

Nous vous rem ercions. M onsieur le D irecteur, de ces encou­ rageantes assurances e t nous vous savons gré, p a r avance, des efforts que vous allez déployer p o u r lu tte r contre des Comités trop agressifs e t une D irection du second degré, à n o tre avis, trop envahissante. E t conscients de défendre, non des in térêts p u rem en t égo'istes, m ais l’av en ir même de notre E nseignem ent technique, et p a r là l’av e n ir même de notre pays, nous vous conjurons de vous em ployer avec nous à sauver, à m ain ten ir, à développer cette Ecole à laquelle nous sommes fidèlement, tendrem ent, passionném ent attachés !

ACTIVITÉ DE L’AMICALE

REPONSE AUX VŒUX EMIS EN 1947

Nos camarades trouveront ci-après la réponse que M. le Sous- Secrétaire d’E ta t à l'E nseignem ent technique a bien voulu faire a ux vœ u x présentés à l’issue du Congrès de 1947.

M onsieur le S ecrétaire général.

Vous avez bien voulu me ra p p eler que lors de l ’audience qui av ait été accordée le 20 m ai d e rn ie r aux re p résen tan ts de votre association, l’assurance vous avait été donnée q u ’une réponse écrite ne m an q u erait pas de vous être adressée au su jet des vœux que vous aviez form ulés : vœ ux re la tifs à l’Ecole norm ale supé­ rie u re de l’E nseignem ent technique, vœ ux re la tifs aux chargés d’enseignem ent, vœ ux re la tifs au professorat, vœux ém is en 1946 et dem eurés sans suite.

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V œ ux rela tifs à l’Ecdle norm ale supérieure de l’E nseignem ent technique.

J ’ai l’h onneur de vous in fo rm er que le texte p o rta n t réo rg a- sation des études à l’Ecole norm ale su p érieu re de l’E nseignem ent technique et p révoyant la création d’une troisièm e année d’é tu ­ des e st soum is actuellem ent à l’approbation de M. le M inistre des Finances.

J ’ai déjà étudié le p ro jet d’organisation d’une section p ré p a ­ ra to ire destinée à la form ation des professeurs techniques, ainsi que le p ro jet de stage des chefs de travaux. Il est bien évident que la réalisatio n de ces pro jets p e rm e ttra it de donner au p e r­

sonnel des ateliers une form ation pédagogique plus complète, m ais elle est étro item en t liée à la question des crédits in scrits au budget de l’E nseignem ent technique, crédits qui, comme vous le savez, s’av èren t insuffisants p o u r m ener à bien des tâches im portantes de réo rg an isatio n e t de développem ent de l’en sei­ gnem ent technique.

C’est égalem ent fau te de crédits que l’in stallatio n de l’Ecole norm ale su p érieu re de l’E nseignem ent technique dans de n o u ­ veaux locaux ne p e u t être réalisée dans un av en ir im m édiat, quoique des dém arches en vue de l’achat d’un te rra in a ien t été am orcées au cours des m ois précédents.

Vœ ux rela tifs a ux chargés d’enseignem ent. ^

E n ce qui concerne l’affectation en q u alité de chargés d’en sei­ gnem ent des anciens élèves de l’Ecole norm ale su p érieu re de l’E nseignem ent technique n’ayant pas sa tisfa it aux épreuves de la 2« p a rtie du professorat, il a été procédé à des nom inations de cet ordre, lors du d e rn ier m ouvem ent de personnel. C’est d’ailleu rs p a r m esure de bienveillance envers ces candidats e t un iquem ent pour les anciens élèves de l’Ecole norm ale su p é­ rie u re de l’E nseignem ent technique que l’on a donné une in te r­ p ré ta tio n élargie au décret du 21 octobre t946, su p p rim an t le recru tem en t des in stitu te u rs délégués.

V œ ux rela tifs au professorat.

V otre Assemblée générale so u h aiterait que le titre de p ro ­ fesseu r pût être officiellem ent défini et d ésirerait que ce titre ne fû t a ttrib u é qu’aux titu la ire s du professorat. Je com prends v otre désir légitim e de rése rv e r la prérogative du titre de « p ro fesseu r « aux m aîtres titu la ire s d’u n professorat de l’E n ­ seignem ent technique, diplôm e tout spécialem ent destiné à l’enseignem ent dans les établissem ents techniques et donnant toutes g a ran ties q u an t à la qu alité de cet enseignem ent. T o u te­ fois la division en deux catégories des professeurs enseignant dans u n même établissem ent technique, professeurs certifiés d’une p a rt et p ro fesseu rs licenciés d’a u tre p art, ne me semble pas souhaitable, la v aleu r professionnelle de chaque p ro fesseu r sanctionnée p a r les notes d’inspection générale, dem eurant en défTnitive le seul critè re de classem ent des professeurs.

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Yceux ém is en 1946.

Vous sollicitez la suppression d’un c e rtain nom bre d’examens les uns d enseignem ent général, tels que B revet d’e n s e i g n e S p rim a ire su p é rie u re et B revet élém entaire, les a u tre s à

c IS è re

effet P o u r ces derniers, il semble, en et, qu lia fassent double em ploi avec les concours d’enseigne­ m ent p ra tiq u e ex istan t dans l’enseignem ent technique. Je ne

échéant de le signaler aux directions in té

-M f e t H échanges de vues p e rm ettan t de

h â te r les decisions de suppressions. T outefois p o u r le B revet spu^p^la^dirpp/- S upérieur el le B revet élém entaire, in a in H <^0 * Enseigiiem nt p rim a ire est qualifiée p o u r

H °®® diplôm es sanctionnant les années

d études des cours com plém entaires.

E n ce qui concerne la direction des Collèges techniques je donne mon accord de p rin cip e au rétab lissem en t du certificat fable ** direction, rétab lissem en t que vous jugez so u h ai-i r n p m a n i t o u c h e à ITuspectioii de l’E n sei-28 mar« 1^ ' ° ' " ® ra p p eler le décret du 28 m ars 1946 qui déterm ine le s ta tu t des Inspecteurs p rin cip au x e t des I n s ^ c te u r s de l’E nseignem ent technique e t vous fa ire sav o ir qu il n e s l envisagé actuellem ent aucune m odification à ^*■0 l6Xt0.

*®^odoublement des classes dans les Ecoles nationales d A rta e t M étiers p e rm e tta n t le trav ail des élèves en p e tits groupes ne semble pas devoir s’im poser dans ces établissem ents d en seig n em en t su p érieu r, en raiso n du caractère très p a r ti- curier de 1 enseignem ent donné, plus com parable aux cours de b acuités qu aux cours de tra v a u x p ratiq u es des Collèges tech ­ niques e t établissem ents assim ilés.

Veuillez agréer, M onsieur le S ecrétaire général, l’assurance de ma consideration distinguée.

L e Sous-Seçrétaire d’E ta t à l ’E nseignem ent technique-

Mo r i c e.

Le T r é s o r ie r d e m a n d e ilMSTAMMElMT à to u s n o s c a m a ­ r a d e s DE REGLER LEUR COTISATION 1 9 4 7 -1 9 « T o it d ire c te m e n t, s o it, d e p ré fé re n c e , p a r l’in te rm é d ia ire du c o r r e s p o n d a n t de c h a q u e E ta b lis s e m e n t.

Le « Bulletin » d’octobre ne se r a expédié qu’à ceux qui auront réglé leur cotisation. LES AUTRES SERONT CONSI­ DERES CONiniE DEMISSIONNAIRES DE L’ASSOCIATION. Les Camarades qui envoient isolém ent leur cotisation so n t p r ie s d indiquer à quel éta b lisse m e n t ils appartiennent.

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