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conjugales, sous le nouveau code

B. La violation des devoirs conjugau

a. Qualidade, estado ou atitude de coerente.

b. Ligação ou harmonia entre situações, acontecimentos ou ideias; relação harmônica; conexão; nexo, lógica.

c. Fís. Propriedade apresentada por duas ou mais ondas eletromagnéticas monocromáticas que têm o mesmo comprimento de onda e o mesmo plano de vibração, apresentam diferenças de fase constantes e passam, em um mesmo intervalo de tempo, por uma mesma região do espaço.

- A partir dessa definição, é possível separar coesão e coerência?

É muito interessante responder essa pergunta a partir das definições acima. Percebemos, por meio delas, o forte vínculo e intrerdependência na materialização de ambas. A coesão está intimamente ligada na coerência e vice- versa.

É preciso ressaltar:

nas definições a, b, c de COESÃO e a, b de COERÊNCIA, Ferreira (1977) se utiliza dos mesmos termos: harmonia, conexão , nexo;

na definição de COESÃO, encontramos a palavra COERÊNCIA.

nas definições dentro da física, tanto na COESÃO como na COERÊNCIA, a mensagem que se tira é de união, atração.

Ainda, com o objetivo de facilitar a produção escrita dos inúmeros veículos utilizados em corporações, são resgatados os gêneros textuais: definição e funcionalidade, e gêneros textuais emergentes, segundo Marcuschi (2004). Aqui, como exemplos, serão enquadrados como gêneros o memorando, o relatório e o e-mail, revestidos, conforme esclarecido por Bakhtin (2002), dos três aspectos que os definem:

conteúdo; estilo verbal;

construção composicional.

Além da língua e seu uso, os profissionais devem conhecer o ambiente corporativo e suas regras de comportamento – código de conduta - para alcançarem sucesso. Devem respeitar hierarquia e adaptar-se à identidade organizacional de cada corporação. Freitas (2006) diz que o bom gestor deve criar identidade com a cultura organizacional da empresa para a qual trabalha. A cultura organizacional é responsável pelo nível de formalidade do discurso utilizado, pela escolha do léxico e do estilo verbal dos funcionários. O discurso de uma corporação deve ser padronizado, unificado para garantir o sucesso da sua missão. Porém, Teixeira (2007) afirma que, apesar de o endomarketing ser

o departamento que define, integra e impõe essa cultura organizacional, cabe ao funcionário se capacitar, por meio de diversos conhecimentos, para atender às expectativas da corporação.

Por fim, é defendida a exposição de Gestão do Discurso Corporativo como a utilização dos conhecimentos linguísticos de forma estratégica. Aqui, cabe a competência de usar um discurso persuasivo, ou corretivo, ou impositivo e tantos outros de acordo com a função exercida, a meta a ser alcançada, a missão a ser cumprida.

Fairclough (2001) corrobora com Halliday (2004) sobre a afirmação de que função textual diz respeito a como as informações são trazidas ao primeiro plano ou relegadas a um plano secundário. Diz respeito a como manipular o relevante ou abrandar uma informação de acordo com o intencionado, provocando reações, impondo soluções, conquistando aliados.

2 - A ARTE DE REDIGIR

Escrever é uma habilidade como outra qualquer, a ser praticada, desenvolvida e aperfeiçoada. E quanto mais aprimorada tal habilidade, menos ruído se sobrepõe à mensagem. Afinal, mesmo sendo uma atividade quase sempre individual, escrever tem por objetivo básico a comunicação – a transmissão de ideias e sentimentos de uma mente a outra. É para isso que regras de gramática e os princípios da boa escrita foram desenvolvidos: para que se possa entender um ao outro. Podem-se destacar como pontos indispensáveis: clareza, simplicidade, consistência, concisão e brevidade, pontuação, escolha lexical, nível de formalidade, correção, precisão, coesão, coerência, competência retórica e atenção para com o leitor, sendo alguns desses pontos abordados no decorrer deste trabalho. Ao escrever, menos muitas vezes significa mais. Em vez de escrever para outra empresa que a organização está interessada em alinhar o potencial da companhia com a longeva reputação de inovadora global, pode-se escrever simplesmente que a empresa tem sólida reputação como inovadora e está interessada em discutir a melhor forma de se beneficiarem mutuamente, unindo as duas forças.

Escrever a um auditório pretendido:

Saber escrever a um auditório pretendido é um dos princípios a ser primeiramente observado. É preciso se colocar no lugar do leitor a que a mensagem será dirigida. Ideias não bem expostas o colocam perante o grande esforço de decifrá-las. Kranz (2009) lembra que conhecer bem o auditório também ajuda a determinar o grau de formalidade com o qual se deve escrever. Embora o pronome “você” seja bastante aceito, é mais adequado usar “o senhor” e “a senhora” em cartas corporativas formais. No entanto, o uso de

“senhor” e “senhora” em e-mails para pares com quem já se tenha um certo grau de intimidade pode soar arrogante.

Nos tempos de economia global em que se vive, com empresas recorrendo cada vez mais a terceirizações para assumir algumas das funções comerciais e até mesmo no exterior, a comunicação com colegas e clientes de outros países está se tornando cada vez mais comum. Ao escrever a um auditório internacional, são precisos textos mais formais. É preciso, por exemplo, evitar se dirigir a contatos do exterior usando o primeiro nome. Tem-se que usar nome e sobrenome, às vezes, somente o sobrenome, seguidos sempre do pronome de tratamento “Sr” ou “Sra”. Manter o auditório em mente significa conhecer os interesses específicos desse segmento e saber abordá-los, completa Kranz (2009).

Por isso, ao escrever uma carta ou um relatório, é preciso ter em mente a provável reação dos leitores ao conteúdo, ao estilo e ao tom.

Quanto ao conteúdo:

Não se deve estender em explicações técnicas detalhadas se os leitores forem leigos. Porém, se todos eles forem especialistas no assunto, deve-se utilizar jargão técnico, mais conciso, evitando explanações genéricas. Caso haja leitores especialistas e leigos, é preciso alcançar um equilíbrio sutil, priorizando os leigos.

Quanto ao estilo:

Se alguns dos leitores forem pouco letrados, não cabe usar duscurso excessivamente rebuscado. Entretanto, não se devem subestimar leitores eruditos e de bom nível educacional com estilo simplório e explicações

desnecessárias. O lema é adequação. Escrever de forma simples, tendo em mente que a definição de simplicidade varia de acordo com o nível de sofisticação do leitor. Medeiros (1998) estabelece que o bom estilo focaliza diretamente o conteúdo e serve à causa da comunicação clara. Quando o escritor negligencia a adequação do estilo ao conteúdo, o resultado pode ser um texto pomposo, cuja forma predomina sobre o conteúdo.

Quanto ao tom:

O tom da escrita pode ser considerado pomposo se muito elevado ou chulo e descortês, se for baixo demais. Se os leitores forem diretores-executivos de uma empresa, o tom deve ser adequadamente respeitoso e formal.

É importante ressaltar que alguém tem de se esforçar para que a comunicação ocorra com sucesso. O esforço da escrita é inversamente proporcional ao da leitura: quanto maior o trabalho do escritor, menor o do leitor. E vice-versa. Se o escritor não fizer a sua parte, será que o leitor fará a dele ou considerará o texto ilegível, deixando-o de lado?

Como síntese da abordagem em referência, Garcia (1975) destaca: Dirigir a mensagem de acordo com o interesse do leitor;

determinar o nível de formalidade do texto com base no auditório; manter um tom profissional, mesmo em textos menos formais;

não se esquecer de levar em consideração aspectos como diferenças culturais e linguísticas;

Concisão e Brevidade (anexo II)

Concisão não é exatamente o mesmo que brevidade. O primeiro aspecto diz respeito à qualidade do material, o segundo, à quantidade. Um depende da capacidade do autor para concentrar informações em poucas palavras, o outro determina o volume do texto.

A brevidade embora desejável, às vezes não é alcançável. Uma carta ou relatório complexo nem sempre pode ser breve. Se tiver de cobrir muitos tópicos, vai necessariamente cobrir também muito papel.

O que sempre é possível é a concisão – rigor de linguagem, eficácia concentrada. Isto significa apresentar cada ponto de maneira mais breve possível, mesmo que o texto tenha pontos demais a serem expostos para que seja curto. Assim, mesmo um texto longo pode ser conciso, e até um texto breve pode ser desnecessariamente prolixo.

O excesso de explicações em uma carta de reclamação ou a redundância em um memorando serve apenas para reduzir o impacto da mensagem. Quanto mais prolixo for o texto, maior será o risco de o leitor desistir dele. Vale lembrar que os profissionais, em sua maioria, por acumularem funções, não têm tempo ocioso para leituras longas e prolixas. O tempo e o texto conciso valem ouro.

Como não seria possível destacar com mais deltalhes todos os princípios fundamentais na construção de um texto, optou-se em aprofundar, dentre eles, três: escolha lexical, pontuação coesão e coerência.