AGRICOLES DES FEMMES Introduction
5.1.5. Quel enseignement tiré de ces études de cas
Conceito de Plano Estratégico da Educação
71% 7%
7% 7% 7%
Linhas orientadoras para organizações educativas
Planeamento para responder a necessidades/melhorar educação
Aumentar formação da comunidade
Plano global a nível da educação
Plano Educativo local que antecipe o futuro dos jovens, e dos serviços e empresas
Gráfico 5 – Conceito de Plano Estratégico da Educação
Na opinião da maioria dos entrevistados (71%), um plano estratégico deveria ser um planeamento para responder a necessidades e/ou melhorar a educação, o que vai ao encontro do que foi apresentado no capítulo 1, ou seja, um plano estratégico é um instrumento de planeamento e acção sobre a realidade, definindo estratégias para colmatar necessidades sentidas. Contudo existem também outras opiniões referidas com menos frequência, como por exemplo, um plano com linhas orientadoras para organizações educativas, ou para aumentar a formação da comunidade ou ainda um plano global na área da educação.
7 30 21 7 14 7 7 7 0 5 10 15 20 25 30 P er c ent agem de r es pos ta
Inovações do Plano Estratégico da Educação
Maior participação da comunidade
Resposta a necessidades Parcerias
Melhoria do parque escolar Organização do trabalho em torno de um objectivo comum Autonomia para as escolas Depende das metodologias utilizadas e parceiros do plano Orientação dos alunos para a vida profissional
No que diz respeito a inovações que o plano estratégico da educação pode trazer, as opiniões dividem-se, contudo existe a predominância de duas respostas, sendo elas por um lado, a resposta a necessidades (30%) e por outro, as parcerias entre entidades (21%). Existem ainda outras opiniões menos referidas como a participação da comunidade, a melhoria do parque escolar, a organização do trabalho em torno de um objectivo comum (o que vai um pouco ao encontro das parcerias) e ainda uma maior autonomia para as escolas.
Público-alvo para o Plano Estratégico da Educação
8%
46% 23%
23%
Comunidade com ênfase nos jovens
Comunidade no geral
Comunidade educativa + activos Comunidade educativa
Gráfico 7 – Público-alvo para o Plano Estratégico da Educação
No caso deste item, a opinião que predomina é que o plano estratégico da educação deve ser dirigido para a comunidade no geral (46%), contudo existe também um número significativo de entrevistados que considera que este plano deveria abranger apenas a comunidade educativa (23%), e outro grupo de entrevistados que defende que deveria entrar a comunidade educativa e os activos (23%). 37 21 7 7 14 7 7 0 10 20 30 40 P er c ent agem de res pos ta
Intervenientes no Plano Estratégico da Educação
Comunidade
Organizações educativas e não educativas + parque
empresarial
Ministério da Educação, Câmara Municipal e empresas Parcerias inter-municipais
Comunidade educativa
Comunidade educativa e algumas parcerias da rede social
Conselho Municipal da Educação alargado à comunidade
No seguimento do item anterior, surge a questão de quem deve intervir no plano, e a principal resposta, com a maioria (37%), é que toda a comunidade deve participar neste plano. Contudo existem outras opiniões que defendem que este plano deve ter como intervenientes apenas as organizações educativas e não educativas, com a participação do parque empresarial (21%), ou ainda restrito à comunidade educativa (14%).
No que diz respeito à construção deste plano, quando inquiridos acerca de quem deveria assumir esta responsabilidade, todos os entrevistados referem que este deve ser um processo conjunto, pelo que todos os intervenientes acima mencionados deveriam estar integrados nele. Contudo existem duas excepções a esta opinião, em que os entrevistados consideram que esta responsabilidade deve ser assumida pela Câmara Municipal. 7 14 14 22 7 14 7 7 7 0 5 10 15 20 25 P er cen tag em d e r esp o st a
Directrizes para o Plano Estratégico da Educação
Envolvimento dos parceiros
Escolaridade obrigatória/ formação de adultos/ percepção das empresas Percepção de quais são as necessidades comuns a todos os parceiros
Percepção das necessidades do concelho
Aumento do nível de educação da comunidade
Formação orientada no secundário
Intervenção nos jovens, idosos e grupos de risco
Aposta no parque escolar
Aposta na escolaridade obrigatória e no ensino profissionalizante
Gráfico 9 – Directrizes para o Plano Estratégico da Educação
Neste item as opiniões dividem-se bastante, pelo que não existe uma maioria considerável. Contudo existe um grupo de entrevistados, que considera que seria importante o plano obter a percepção das necessidades do concelho, através de um diagnóstico (22%). Outro grupo de entrevistados segue esta linha orientadora, contudo, considera que o plano deve procurar as necessidades comuns a todos os parceiros (14%). Depois existe a referência a directrizes mais concretas como uma
intervenção na escolaridade obrigatória, na formação de adultos e simultaneamente uma percepção do mercado empresarial, ou por outro lado, o nível de educação da comunidade, ou ainda a formação orientada no secundário para o dito mercado empresarial local. Alguns indivíduos consideram que deveria ser realizada uma aposta no parque escolar, e outros referem que o plano deveria prever uma intervenção nos jovens, idosos e grupos de risco.
36 7 36 7 7 7 0 10 20 30 40 P er c ent agem de r es pos ta
Metodologia de construção do Plano Estratégico da Educação
Todos os intervenientes em conjunto
CMA com reuniões informativas
CMA principal dinamizador com auxílio das restantes entidades Elemento externo aos
intervenientes
Todos os parceiros em conjunto mas com a gestão do pessoal docente
Conselho Municipal da Educação alargado à comunidade
Gráfico 10 – Metodologia de construção do Plano Estratégico da Educação
No que diz respeito a quem deve construir o plano estratégico da educação, a maioria dos entrevistados defende que devem ser todos os intervenientes em conjunto para que todas as necessidades estejam representadas (36%). Contudo, outros atribuem essa responsabilidade à Câmara Municipal, sendo esta a principal dinamizadora, contanto com o apoio das restantes entidades. As restantes opiniões dividem-se por um lado, em que deveria ser unicamente a Câmara Municipal informando apenas as restantes entidades do processo a decorrer, e por outro, um elemento externo a todo este processo, e imparcial relativamente a todas as entidades que intervêm no plano.