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Groupes résultatifs, préfixes lexicaux et particules séparable et la structure

2.5 Syntaxe – l(exicale) des constructions résultatives complexes

2.6.4 Groupes résultatifs, préfixes lexicaux et particules séparable et la structure

Pela primeira vez, desde o estabelecimento da República em 1889, o candidato do governo não conseguia assumir a presidência. Em 1930, o líder de um movimento armado de oposição, Getúlio Vargas, tornou-se presidente provisório do Brasil. Líderes políticos dos estados brasileiros de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, que dominavam a aliança oposicionista, ressentiam-se particularmente pela tentativa do então presidente Washington Luiz (1869-1957) de instalar outro político de São Paulo na presidência.

Vargas era do Rio Grande do Sul, e a mudança de liderança política trazida pela ascensão de Getúlio Vargas à presidência ficou conhecida como Revolução de 30.

Na década e meia que se seguiu à chegada de Vargas ao poder, quase todas as características do sistema político e da estrutura administrativa foram submetidas a reformas. A República se findara, enfim, desde 1890. E, em 1937, o Brasil experimentou, ainda, sob o governo de Getúlio Vargas, o governo autoritário do Estado Novo, por um período de oito anos.

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Movimento na política brasileira nos anos 1920 defendendo transformações profundas na política aquele país.

O chamado golpe de 1937 foi possível porque a classe média, um pequeno mas importante grupo social capaz de assegurar o equilíbrio de eleições feitas para eleitores alfabetizados, estava confusa e dividida.

Este golpe de 1937 por fim estabelecera a direção do caminho histórico que o Brasil trilhara num ponto crítico. Os antigos objetivos de bem-estar nacional e econômico, muito em voga no começo da década, agora seriam buscados sob tutela autoritária.

Como resultado tivemos “um aprofundamento da dicotomia entre um estreito constitucionalismo, que negligenciara questões sociais e econômicas e um Nacionalismo voltado para o bem-estar social, que se tornara inequivocamente antidemocrático.” (Skidmore 2010:63).

De 1938 até o fim de 1944, o Estado Novo apoiou-se nas Forças Armadas, na política do próprio Vargas e na desorganização, desmoralização e enfraquecimento da oposição.

Na verdade “O Brasil se mostrou incapaz de encontrar uma solução democrática para o paroxismo e a paralisia que se alternavam depois da morte da República Velha. Enquanto a ditadura completava oito anos, o Brasil continuava a passar por um processo de rápidas mudanças econômicas e sociais, que tornava cada vez menos possível o retorno ao sistema político anterior a 1930.” (Skidmore 2010:65)

Vargas apelou sempre para o mais alto sentimento de nacionalismo e com isso podia abarcar em seu governo apoios regionais conflitantes. Logo após o golpe de 1937, adotou uma abordagem mais direta: no fim de novembro de 1937, o ditador realizou uma cerimônia pública na qual queimou as tradicionais bandeiras estaduais.

De certa importância também, ao explicar o êxito político de Vargas, seria dizer que ele fez de si mesmo o símbolo, aos olhos de muitos na geração mais jovem, de um sentimento de objetivo nacional. A citação de Skidmore bem explicita a questão:

Ao explicar o êxito político de Vargas depois de 1930, deve-se notar também que ele logrou fazer de si mesmo o símbolo, aos olhos de muitos na geração mais jovem, de um sentimento de objetivo nacional. De 1930 a 1932, ele conseguira explorar as ideias, o entusiasmo e a capacidade administrativa do pequeno grupo de jovens militares, conhecidos como tenentes e de seus aliados civis, como Oswaldo Aranha. Mesmo

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depois que a maioria de seus membros se desiludiu ou foi descartada por Vargas, outros idealistas identificaram suas esperanças com o presidente revolucionário. Francisco Campos, jovem advogado de Minas Gerais e autor da Constituição de 1937, é o exemplo mais famoso. Houve muitos outros como José Américo de Almeida. Alguns abandonaram Vargas antes do golpe de 1937. O apoio fundamentado de jovens intelectuais, em geral oriundos da classe média, ajudou a dar a cada estágio uma aura de legitimidade a um líder que não era dado a desculpas ideológicas. Essa legitimidade intelectual era importante para muitos brasileiros que aprovavam em silencio as políticas de Vargas, mas gostariam de ouvir uma exposição de motivos para as ações do presidente. (Skidmore 2010:70)

A aproximação do então presidente e o compositor Villa-Lobos seria ou poderia ser vista dentro de tal perspectiva.

Muitos políticos e visitantes de outros países durante o Estado Novo ficavam fascinados com o domínio político de Vargas, este em parte “baseado em sua habilidade camaleônica de personificar o caráter nacional.” (Skidmore 2010:71)

O Brasil durante o seu governo6 sofreu grande intervenção federal na economia (durante as três fases), justificada em termos de Nacionalismo econômico sendo, também, a defesa militar bastante acelerada pela 2ª GM e, ainda, a Depressão demonstrou que o Brasil não tinha escolha senão industrializar-se, se quisesse ser um país moderno e uma potência mundial.

É certo que o período de 1930 a 1945 – dito Era Vargas – foi um divisor de águas na história contemporânea do Brasil. Também, como afirma Dória

A chamada “revolução brasileira de 1930” aconteceu em meio à crise do sistema capitalista mundial, mas não se vinculou a ela. Configurou-se um movimento de raízes eminentemente internas, a tal ponto que a crítica histórico-materialista de Luís Carlos Prestes (1889-1990) denunciou que se tratava de uma divergência entre elites

6 Os últimos dois anos do Estado Novo prenunciaram o começo de uma nova terceira fase da carreira política de Vargas. Na primeira fase (1930 a 1937), ele desempenhara o papel do árbitro político e do conspirador em favor de poderes ditatoriais. A segunda correspondia à ditadura do Estado Novo. Depois de 1943, Vargas lançou de fato as bases de seu futuro retorno como líder “democrático”, respaldado no apoio de um novo movimento popular e de grupos mais estabelecidos, como os proprietários rurais, os industriais de São Paulo e a burocracia, tendo sido capaz de voltar ao poder em 1950, mesmo depois de ter sido deposto em 1945.

igualmente “comprometidas” com o imperialismo de duas faces: britânica e americana. (Doria 2008:87)

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