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Ce n ’est pas tous les jours fête, à la table de bridge. E ntendons par là que les m inutes peuvent s’écouler, les d o n nes se succéder sans q u ’apparaisse le m oindre coup excitant. Et la partie s’e n d o r t à la cadence des manches to u tes faites, des chutes sans histoire ou des petits contrats, que l’on ne se d o n n e m ême pas la peine de bien jouer. Il y a des jours com m e cela, vous dis-je, où l’on n ’est pas en train.
Mais que surgisse une pièce digne de ses interprètes, et les yeux de s’al lum er, le jeu d e s’échauffer, les pas sions de bouillir.
N o u s venions de vivre l’u n e de ces heures sombres. Le ru b b e r se traînait. P ar la fenêtre o u v erte sur l ’avenue, le r o n r o n des m o teu rs nous parvenait, m onotone.
Q u a n d elle se présenta sans crier gare, cette donne rem arquable :
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R é o u v e r t u r e : 13 m a i 1969 N o t r e t é l é p h é r i q u e a m è n e les t o u r i s t e s en 8 m i n u t e s s u r le col, d ' o ù ils j o u i s s e n t d ' u n p a n o r a m a i n c o m p a r a b l e s u r les A l p e s v a l a i s a n n e s . C ' e s t a u s s i le p o i n t d e d é p a r t p o u r le W i l d s t r u b e l , la P l a i n e - M o r t e , M o n t a n a e t La Lenk. Le col d e la G e m m i s e p r ê t e f a c i l e m e n t c o m m e e x c u r s io n d u d i m a n c h e p o u r les f a m i l l e s , m ê m e a v e c d e p e t i t s e n f a n t s . R e n s e i g n e m e n t s e t p r o s p e c t u s p a r S p o r t - H ô t e l W i l d s t r u b e l F a m il le Léon d e V il la N W E S * D 10 5 A R * D 10 8 * R D 4 3 2
E t M. Sud d ’o u v rir de 1 s. a., to u t en ré p r im a n t u n bâillement. M. G a u che s’ébroue et p rofite de sa position favorable, en prem ière m anche contre u n adversaire vulnérable, p o u r décla rer 3 t o u t de go : une m anière com m e une autre de réveiller la partie. M e N o r d lui jette u n regard torve, s’enfonce dans son fauteuil, change le croisem ent de ses jambes, puis pose la question des As, à 4 s. a. Le sien répond 5 O , en to u te innocence. 7 <C> ! rugit-il.
L’affaire en reste là. E t l’in te rv e n a n t d ’e n tam e r de la D am e de cœ ur, p o u r le 3 du sien et l’As du dem andeur. Qui va rem plir son contra t.
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Fêtons le Rhône
Ce mois, au nom de toutes les villes riveraines,
Sierre fête le Rhône. Cortèges, danses, chants, o f
frandes de fleurs témoigneront de la considération
que les populations rhodaniennes vouent à leur
fleuve. Les Arlésiennes seront là et les Genevois et
les gens de Conches. Tous ceux qui viven t au bord
de cette vieille route de l’eau ont tenu à déléguer
des hommes et des femmes pour montrer qu’il y a
entre eux, malgré les différences, une communauté.
La fillette qui garde ses chèvres sous les mélèzes du
Haut-Valais a des soeurs provençales qui chantent
sous les oliviers près de la mer.
Dans notre pays déjà le Rhône exprime diversités
et concordances. Il est le torrent Rotten, le vaga
bond de Linges, le fleuve strictement corseté de di
gues, le calme Léman, le puissant Rhône genevois.
Sur son cours les paysages changent, la langue, la
façon de vivre changent. Mais partout ce compa
gnon difficile a marqué de traits communs l’histoire
des régions traversées, partout il a fallu le mater,
partout il faut encore le surveiller du coin de l’œil.
Sur ses rives il a laissé les mêmes souvenirs d ’inon
dations, il a fait surgir les mêmes rêves de kilo
watts. Partout il a inspiré le poète, l’écrivain, le
peintre, le photographe, fascinés par l’eau mou
vante qui charrie indifférem m ent tout ce qu’elle
happe, jusqu’aux désespoirs de l’homme.
T ant de souvenirs et de soucis semblables, de peur
et de vénération partagées, créent des liens.
Ce cahier de « Treize Etoiles », qui est une suite de
variations sur le thème du Rhône, veut souligner
cette espèce de fraternité.
Sierre
capitale de la Rhodanie
Le c h â t e a u d e s V i d o m n e s à S i e r r e
« Le Valais, c’est déjà le Midi », dit-on. A
cause de ses vignobles étalés face au sud, à
cause de ses collines crénelées de châteaux, de
ses pinèdes où crissent les cigales, du R hône
qui le baigne et du soleil.
Terre apparemm ent hostile que la terre va-
laisanne : pays de glaciers, de cascades, de
torrents, de rochers ; pays découpé de ravins
profonds, crevassé de gorges sombres ; sol
ingrat et rebelle qu’il faut m ater sans cesse
pour lui arracher la vie, le pain et le vin.
Mais, au cœur de ce pays, la sévérité se méta
morphose en grâce et le sol ingrat, en terre
de Chanaan. Le poète y voit la magie de
l’Espagne et de la Provence. Le peintre se
désespère de l’éclat du ciel et les contours du
paysage exercent sur l’artiste une singulière
fascination.
Le poète s’y attarde et sa plume explique
avec adm iration le plus beau spectacle qui
soit. « Ici, écrit-il, sa vallée est si large et si
ingénieusement parsemée de petites éminences
dans le cadre des chaînes latérales qu’un jeu
de métamorphoses ravissantes s’offre sans cesse
au regard : un jeu d ’échecs avec des collines,
pourrait-on dire. C ’est comme si l’on brouil
lait, puis distribuait les collines — tant le
rythme selon lequel s’ordonne et se renou
velle magnifiquement le spectacle, à chaque
point de vue, a de vertus créatrices ! — et
les vieilles maisons, les antiques châteaux se
meuvent dans ces jeux d ’optique avec d’au
tant plus de charme qu’ils retrouvent la plu
part du temps pour fond la pente d’un vi
gnoble, la forêt, le pâturage ou la roche grise,
et s’assortissent avec ce fond comme les figures
d ’une tapisserie. »
Qui ne revoit dans ce Valais central le '
charme des terres contrastées de la Provence ?
Les vergers abondants couronnés de collines
pelées succèdent aux vignobles étalés sur les
cônes caillouteux ; les terrains arides de La
Crau font suite aux limons gras. P artout, le
Valaisan retrouve, à l’autre bout du Rhône,
un air de parenté avec sa terre originelle.
Et l’étranger lui-même se dit sensible à cette
similitude. L’enthousiasme de l’adm iration lui
La F r a n c e a d é l é g u é ses fil les e n c o s t u m e
fait croire qu’en Valais l’hiver passe sans qu’il
ait existé : « De la neige seulement au prin
temps, de la neige rose et parfumée, sur les
amandiers. »
A vant que ne bourgeonnent les vignes, les
parchets bourgeoisiaux retentissent des fifres
aigrelets d ont les éclats se m êlent au crisse
ment des pioches sur les schistes lustrés. Les
jours passent. L ’été tapisse les collines b rû
lantes de bosquets de m yrte et de bouquets
d ’absinthe. La magnificence méridionale se
rencontre à chaque pas sous un ciel inaltéra-
blement bleu. Et Tissot, saisi d ’enchantement,
décrit avec abondance cette terre paradisiaque.
« Des figuiers tordus, aux racines saillantes,
crispées comme des serres, se dressent sur ses
terrasses, à côté de plantes aux couleurs vives,
aux corolles éclatantes, aux parfums péné
trants qui attirent des insectes étranges, aux
cornes d ’ébène et au corselet de bronze niellé
d ’or ; dans les nuits chaudes, les cantharides
mêlent aux brises leurs effluves excitants ; et
la vigne, qui dilate le cœ ur de l’hom m e et le
rend joyeux, dresse triomphalement ses ceps,
de Sierre à M artigny, et fait couler, à côté
de l’autre fleuve, un large fleuve de vin auquel
s’abreuve toute la Suisse. »
Dans ce pays d ’abondance, l’autom ne au
pas lo u rd s’avance à la suite de l’été rutilant.
Le soleil enferme ses dernières gouttes d ’or
sous la pellicule des grappes. P arto u t la cave
embaume. Sierre devient la patrie enivrante du
vin de malvoisie et le jardin des fruits savou
reux. La population satisfaite se récrée avant
la venue des froidures hivernales. La foire de
Sainte-Catherine, la vraie foire sierroise, se
termine sous la pluie froide de novembre. La
neige dégringole sur les sommets. Sur l’herbe
de la plaine, un peu de neige aussi. « Mais,
au dire de Cingria, subitement aussi, le len
demain, tout rentre dans l’ordre. Le soleil est
plus beau que jamais. Ce n ’était qu’un égare
ment de la nature. »
Dans la cité du soleil, la bannière rh o d a
nienne présidera bientôt aux Fêtes du Rhône.
Le fleuve recevra son offrande de fleurs.
L’Union générale des rhodaniens y tiendra ses
assises pour que se réalise toujours davantage sa devise
généreuse : « Tous et to u t pour toutes les gloires et les
fortunes des pays rhodaniens ». Après Avignon et Lau
sanne, Marseille, Nîm es et M ontreux, Annecy, Genève
et Vevey, après ta n t d’autres villes encore qui, depuis
1927, accueillent l’U. G. R., Sierre, pour la seconde
fois, s’apprête à lui faire le don de sa cordialité. Le
souvenir des précédentes fêtes, d ont la réussite tint
au poète Aloys Theytaz, au musicien Jean Dætwyler,
à l’organisateur Léon Monnier et à leurs collaborateurs,
fut sans doute d ’un grand poids dans la décision du
comité de l’U. G. R. de revenir à Sierre. Il se peut aussi
que les édiles sierrois, à la recherche d’arguments nou
veaux, aient fait du vers de Racine : « Et nous avons des
nuits plus belles que nos jours » le thème de leur plai
doyer. Ils auraient eu raison.
Michel Salamin.
Vom Rotten
zur Rhone
U r v a t e r d e s R o t t e n s , d e r R h o n e g l e t s c h e r L a s o u r c e d u R h ô n e
Erst die H e im a td ic h te r des 19.
Jah rhunderts haben ihn besungen,
den R o tte n « Rausche mein Ro-
dan ». Beachtet h atten sie ihn wohl,
gehört und gesehen, die alten O b e r
walliser, aber zum Loblied hatten
sie keinen G rund. N ic h t einmal
getauft haben sie den Fluss, denn
den N am en hatten sie von den
R öm ern ü b ernom m en : Rodanus.
Dieser R o tte n war nicht w irtschaft
liche N abelschnur, nicht ‘lastentra
gender und handelsfördernder H e l
fer. G ru n d zu Lobliedern bestand
nicht. Die ungezähm te blieb K raft
Gefahr. Gefahr fü r weite Gebiete des
schmalen Landes. U fe r wollte er auf
weite Strecken nicht anerkennen :
er spülte weg, was ihm im Weg
stand, und es gab Zeiten, wo ihm
sehr viel im Wege stand. Die Glok-
ken läuteten Sturm : Überschw em
m ungen hier und dort. Wassernot.
A ber nicht n u r das. Schlimmer : er
w ar ständige Plage. Lässig und m ü r
risch schlängelte sich dieser R o tte n
durch das H aupttaL E r w ar der
H e rr : die Menschen h atten ihm
auszuweichen. Den Berghang ent
lang zogen sie ihre Maultiere, auf
und nieder, auf weiten und m ü h
samen Umwegen das Tal hinauf
oder hinab. Im G ru n d herrschte
der Ungebärdige über Sumpf und
Weide,
M ückenschwärm e
und
Froschherden. So gehörte er zu
jenen Bereichen des Lebens, gegen
die m an sich ständig zu W ehr set
zen musste. A uf Gedeih oder V er
derben. Zu jenen Mühsalen, wie sie
in der Bibel sanktioniert waren.
Kinder, Geräte und Vieh raubte der
R o tte n , in dessen überspültem Ge
stein die uralten heidnischen Geister
w irbelnd und schäumend die christ
liche Zeit überstanden. N ein, m an
besang ihn nicht, den jungen R ä u
ber.
Man ging ihm aber nach, denn
Wasser k ann wichtiger sein als
Wein. Besonders dann, w enn das
Gras in der T rockenheit zu H obel-
spähnen wird. Man blieb angewie
sen auf dieses milchige Weiss. Er
w ar auch Freund, sicher. N iem and
h ä tte sich sonst möglichst nah an
ihn angesieddt. M ühlräder k o n n te
er drehen, Wiesen fru c h tb a r m a
chen. K irchtürm e, einer nach dem
ändern spiegelten sich in seinem
ungeschliffenen Glas. Jene, die da
als letzte Welle der V ölkerw ande
rung über die Grimsel und die
Gemm i zogen, spürten es : an die
sem Fluss ist gut w ohnen, hier kann
m an sich endgültig niederlassen.
E r h o l u n g i m k u r z e n T a l b o d e n v o n G l e t s c h P r e m i è r e m a r c h e f a n t a i s i s t e à G l e t s c h
N a ch jahrhundertlanger W ander
schaft. Wasser zieht die Menschen
an, Wasser verspricht, Wasser er
quickt. R auhe Gesellen zu ungebär
digem Fluss. Das passt gut. Doch,
was man spürte, was m an wusste,
das besang m an nicht.
Generation auf Generation folg
te, bis die des letzten Jahrhunderts
den wilden Bergläufer zähm te, den
Sumpffluss. H o h e D äm m e warf
m an auf, links und rechts, schau
felte, hakte und schob die schweren
Lasten, M änner, Frauen und K in
der, so wie Raphael R itz sie in
seinen Pinsel gebannt hat. Eigen
händig entrissen sie dem Schleicher
und M olchzüchter das kostbare
Land. N u n erst k o n n ten sie singen,
die Dichter. Statt Sumpfland, R h o
nestrand. « Das ist das Land am
R h o n estran d » jubelt Leo Luzian
von R oten. U n d ein anderer : « Da
w o
der Rhonefluss,
schäumend
sein B ett sich gräbt, da ist mein
H eim atland, mein Wallis. » Sie ver
herrlichten ihn, vielkehlig, den al
ten Erbfeind und E rbfreund. Die
Lieder kann m an belächeln : senti
mental, überschwänglich, h u rra p a
triotisch, so w ird m an sie nennen.
A ber sie kam en von H erzen. Und
das Wesentliche. Fluss und H eim at
w aren eins geworden, das eine stand
fü r das andere, das Wallis fü r den
R o tte n und der R o tte n fü r das
Wallis.
Unsere Generation ist n ü c h te r
ner. Sie bessert alte D äm m e aus und
errich tet neue. Sie rechnet und be
rechnet. Sie hat den Fluss verkauft.
Stellenweise wenigstens, da wo er
verkäuflich war, da, wo m an ihn
in Stollen zwängen und über T u r
binen jagen konnte. A usgetrock
netes Flussbett. Stellenweise. E r
schrockenes, blossgelegtes Gestein.
Die Energiewirtschaft schreibt nicht
in Versen, sondern in Zahlen und
Statistiken, in Aktienscheinen und
Dividenden. Die Freunde aber sind
n icht
ausgestorben.
Ihre
Zahl
wäscht. U n d sie haben G rund,
F reunde dieses Flusses zu sein.
Von jener H öhe, w o sich der
U rv a te r des Wallis und des R ottens,
der Rohnegletscher, zurückgezogen
hat, überscheiden, w irft sich das
unerfahrene Wasser über die glatt
geschliffenen Felsen, erholt sich im
kurzen Talboden von Gletsch und
jagt spritzend und gischtend die
selbstgeschaffene steile Bahn hin
u n te r nach Oberwald. Die ruhigen
Kinderjahe verlebt der Fluss im
muschligen Goms. Kunstvolle K ir
chen und handgezim m erte D örfer
säumen den Weg. U nschuld der
K indheit bei ockerfarbenen Äk-
kern. N eue Wildheit, neues A ben
teuer beginnt bei Niederwald. Fle
geljahre
bis
nach
Mörel.
D er
H o riz o n t w eitet sich. Brig, altehr
w ürdige B rückenstadt gleitet v o r
bei, die altersgrauen K irchtürm e
von N aters und Brig m ahnen den
zügigen Jüngling v o r seiner 800 Ki
lom eter langen Reise. Flaches Land
dann in raschem Lauf durcheilt.
Die Steinquader links und rechts
sind strenge Erziehung. Die H o c h
kam ine von Visp scheinen H a lt zu
gebieten, die rom antisch-trutzige
B urgkirche von R aro n ist R ic h t
punkt.
D ö rfer verschwinden links und
rechts. Die Ferne verspricht ; m ehr
als das enge Tal, ohne F ruchtbäum e
und Erdbeerplantagen. M ehr als die
felsverhangenen Seitenkulissen m it
Rasenteppich als Decke. Im Pfyn-
wald liegt der letzte Rest der Frei
heit, auch sie begrenzt und einge
m auert. V om Eis zu den Reben,
von der Milch zum Wein, vom
H erb en zum Milden, das ist die
Reise des R ottens durch das O b e r
wallis, der im grossen Wald, dem
Riegel des obersten R honestrandes
zur R h o n e wird. E r verlässt das
deutschsprachige Land, beladen mit
dem stillen W unsch nach Weite, m it
dem dunklen Wissen von V erbun
denheit und m it dem Stolz der Be
w ohner, W ächter zu sein am U r
sprung eines so mächtigen, reichen
und völkerverbindenden Stromes.
Je répéterai le déluge biblique...
Dialogue entre la drague et le Rhône
—
Ils parlent beaucoup de vous dans les journaux et dans les livres. A cause
des fêtes de Sierre.
— .
Oui, drague, je reconnais qu’ils ont le sens de l’humour, nos poètes, nos
musiciens.
,
—
Ils disent que vous êtes, majestueux, infini, merveilleux. Ils utilisent des
mots trop savants pour une drague.
Alors, vive ton ignorance, si tu ne retiens pas les mots prétentieux. Car ces
mots sont faux, drague, faux, archifaux.
— Rhône, je ne comprends pas. Ils ont pourtant écrit que...
—
Personne, jamais, dans ce pays, ne comprendra mon ressentiment. On me
couvre de plénitude. On m ’attribue des paradis. Je veux les réfuter, les quali
ficatifs mélodieux.
—
Et pourquoi ? Vous n’êtes pas sublime
?
—
Sublime ? moi ? non pas ! Car trop de mégots, trop de gadoues, m ’ont rendu
désabusé. Mes vagues originelles
?
Utopie. Et pourtant, je rêve de sentir leur
flanc contre mon flanc. Les promeneurs du dimanche, je les inonderai, je les
submergerai. Toute la crasse qu’on m ’a fait boire, je la vomirai sur la ville
maudite.
—
Vous semblez en colère, Rhône ?
—
Je répéterai le déluge biblique. J’anéantirai les irrespectueux, les fourbes,
les ingrats. Je veux retrouver les grèves désertiques de mon enfance. Et l’eau
pure, pure.
—
Et l’arche de Noé, Rhône, il y en aura une, comme dans la Bible ?
—
Evidemment, ce sera toi.
—
Et les élus, Rhône, qui seront les élus
?
En n o v em b re 1779, G œ the, ven a n t de C h a m o n ix p a r le col de Balme, re m o n te la vallée du R h ô n e de Saint- Maurice à la Furka. Dans l’étape de M artigny à Sierre, il arrive avec ses com pagnons à Riddes où le p o n t a été enlevé par les in ondations. Il rebrousse chem in et chevauche p e n d a n t plus d ’une heu re et demie jusqu’à Fully où il peut, n o n sans inquiétude, faire pas ser ses chevaux sur la rive droite du R h ô n e par u n m é ch a n t p o n t de bois. Il a constaté p e n d a n t ce trajet que « le R h ô n e fait de fâcheux dégâts dans ce pays é tro it » ; la plaine a u n aspect de désolation ; les grèves sablonneuses ne sont bonnes q u ’à p ro d u ire des aunes et des saules. Le m êm e soir, il fait à pied le trajet de Sion à Sierre. E n tre Sion et Saint-Léonard, u n guide le c o n duit heureusem ent à travers quelques mauvaises places où l’eau avait d ébor dé. « L ’aspect de cette vallée m erveil leusem ent belle » a éveillé en lui « de bonnes et joyeuses pensées ». Ces quel
ques observations du grand écrivain lors de son voyage en Valais nous d o n n e n t une image de ce q u ’était la plaine du R h ô n e il y a deux cents ans.
P e n d a n t des siècles, l’h o m m e a dû assister, im puissant, aux dévastations du fleuve lors de ses crues. La c h ro n i que de Marius d’A venches relate les dégâts causés aux moissons en 580 par une in o n d a tio n du fleuve. Depuis l’an née 1086 où la fo n te de la neige « in o n da to u te la plaine du Valais », les fras ques du R h ô n e o n t jeté d’innom brables fois la désolation dans la vallée. En 1469, tous les ponts so n t emportés. L ’in o n d a tio n de 1640 ne laissera en pla ce que les ponts de Grengiols, Mörel et Saint-M aurice. Plus près de nous, nous citerons, après la grande in o n d a ti o n de 1860, les hautes eaux des a n nées 1868, 1920, 1935 et 1948 qui fire n t de grands dégâts.
Les archives cantonales valaisannes p e r m e tte n t de suivre à p a r tir de l’an née 1532 les mesures qui o n t été p r i ses p o u r p are r à ces désastres. Mais les efforts entrepris étaient bien timides, mesurés à la fougue du jeune fleuve, et le m a nque d’u n plan d ’ensemble les ren d ra le plus souvent inefficaces.
Au déb u t du X IX e siècle, les a u to rités cantonales et com munales se r e n dire n t com pte de la nécessité de c o n certer leurs efforts p o u r réglem enter et co o rd o n n e r les trav a u x de défense. Ainsi, dans les années 1803-1804, un com prom is est passé, sous les auspices du Conseil d ’Etat, e n tre les com m unes de la plaine de M a rtigny en vue de rectifier le cours du R h ô n e entre Sail- lon et Branson. M entio n n o n s encore que, dès 1803, les com m unes sont tenues de veiller, sous le con trô le des préposés de l’E tat, à la co n s tru c tio n et à l’entretien des ouvrages qui intéres sent la conservation des ponts sur le R h ô n e et que la loi de 1833 confère à l’E ta t le d ro it de prescrire les trava ux d ’endiguem ent indispensables. Le r a p pel succinct des dispositions légales en vigueur après 1800 m o n t r e le souci qui do m in ait les pouvoirs publics en p ré sence des dommages continuellem ent provoqués par le R hône. D ’im p o rta n ts ouvrages de p ro te c tio n f u r e n t cons truits à cette époque entre V o u v ry et Brigue, mais ils étaient en général tro p isolés et laissaient subsister sur de longs parcours de grands dangers d’in o n d a tion.
C ’est à la suite des hautes eaux p a r ticulièrem ent dévastatrices des 1er, 2 et 3 septem bre 1860 que le Conseil d ’E ta t du Valais sollicita l’aide financière de la C onfédération. Le Conseil fédéral se
déclara p r ê t à examiner une dem ande de subvention p o u r u n p ro jet d ’endi guem ent destiné à prévenir de nou v el les catastrophes. Le p ro jet fu t présenté en décem bre 1860 et ap p ro u v é p a r les Cham bres fédérales, après quelques modifications, par arrêté du 28 juillet 1863. Il avait été établi principalem ent par l’ancien ingénieur cantonal Venetz qui, décédé en 1859, ne p o u r ra en voir la réalisation. Le système de correction consiste en deux digues parallèles in submersibles (appelées aussi arrière- bords), renforcées tous les tre n te m è tres p a r des éperons ou épis perp e n d i culaires à l’axe du fleuve. Les éperons plonge nt du som m et des arrière-bords jusqu’au niveau des basses eaux et se f o n t face d ’une rive à l’autre. O n crée ainsi entre les têtes des épis une succes sion de passes étroites qui servent de lit m in eu r p o u r les basses eaux, alors que les hautes eaux sont contenues en tre les arrière-bords. Ce système avait d onné de bons résultats dans les sec tions du fleuve où il avait été réguliè r e m e n t appliqué au cours des années précédentes. Le p ro jet prévoit, en o u tre, d ’élim iner par de grandes coupures les sinuosités tr o p prononcées du fleu ve, de façon à augm enter sa pente et la vitesse du courant. La C o n féd é ra tio n accordait au can to n une subven ti o n égale au tiers du c oût des trav a u x et se réservait la h a u te surveillance sur l’exécution et l’e ntre tie n des ouvrages. Par décret du 29 n o v em b re 1862, le G ra n d Conseil valaisan avait, de son côté, déclaré la c o rrec tion du R h ô n e d’utilité publique et statué que les t r a vaux seraient exécutés sous la direction et la surveillance de l’Etat.
A u m o m e n t où les ingénieurs du ca n to n avaient établi le p ro je t de c o r rection, ils ne disposaient encore que de données techniques insuffisantes. Il n ’existait pas, p a r exemple, de profils en travers exacts et détaillés de la val lée du R hône. La ligne de chem in de fer du Sim plon venait d ’être term inée ju squ’à Sion. La mise en service du tr o n ç o n B o uve re t-M artigny avait eu lieu le 14 juillet 1859, celle du tr o n ç o n M a rtigny-S ion le 15 mai 1860. De grandes com plications su rg iro n t qtiand les autorités, ta n t cantonales que fédé rales, v o u d r o n t assurer une com binai son rationnelle des deux entreprises. Ensuite de la carence des concession naires, les tra v a u x du chem in de fer av a n ce ro n t très le n tem en t et il faudra près de vingt ans, depuis la mise en service de la ligne jusqu’à Sion, p o u r les achever jusqu’à Loèche et Brigue. Les trav a u x de la c orrec tion du R h ô n e
en subiront, sur le tr o n ç o n Loèche-Bri- gue où ils seront menés conjointem ent avec ceux de la voie ferrée, de sérieux contretem ps.
C o m m e il était à p révoir p o u r une œ u v re de si longue haleine, le projet app ro u v é en 1863 devra être com plété à plusieurs reprises, mais il est resté, dans ses grandes lignes, la base de tous les trav a u x exécutés jusqu’en 1930 en viron.
Ces trav a u x o n t fixé le cours du fleuve, assuré dans une large mesure la sécurité de la plaine et permis de p r o céder à son assainissement. Mais, jugés encore très favorable m e nt en 1880, ils n ’avaient pas, par la suite, d onné sur to u te la longueur du R h ô n e les résul tats q u ’on en attenda it. Le fo n d du fleuve s’exhaussait progressivem ent sur certains tronçons, n o ta m m e n t dans le
Valais central, m algré les dragages ,qui y étaient effectués. Le R h ô n e corrigé n ’était pas en mesure de tr a n sp o rte r jusqu’au lac les millions de mètres cu bes de graviers que lui am enaient cha que année ses affluents. D e v a n t cette situation alarm ante, une commission d ’experts proposa de rec o u rir au col m atage p o u r élever le niveau de la plaine, et un p ro je t de loi f u t adopté à ce sujet p a r le G ra n d Conseil en 1907. Mais le colmatage devait se révé ler p r a tiq u e m e n t inapplicable dans une plaine en grande partie déjà mise en culture. Il était par conséquent néces saire de chercher à rétablir le niveau p rim itif du fond du fleuve dans la partie menacée, soit entre Chippis et M artigny. Après des essais concluants à D orénaz, en 1928, puis à Viège, en 1930, on décida de m ieux co n c en tre r
les eaux, afin d ’augm enter leur puis sance de charriage, et de construire sur les deux rives des cordons d ’en ro chem ents reliant les têtes des épis et s’élevant à deux mètres au-dessus des basses eaux. O n ob te n ait ainsi u n lit m in eu r capable de recevoir les hautes eaux m oyennes et dim inuait en même te m ps les remous nuisibles causés par les épis. Seules les crues exceptionnelles déborderaient sur les glacis compris e n tre les crêtes des enrochem ents et le c o u ro n n e m e n t des digues insubmersi bles. Le p ro jet dressé à ce sujet p o u r une prem ière étape fu t approuvé par le Conseil fédéral en 1936. Il a fixé d éfinitivem ent le système qui est en core au jo u rd ’hui à la base des travaux d ’endiguement.
O n procéda selon ce système à la c o rrec tion du R h ô n e entre Granges et
la Dranse, en trois étapes. Sur to u t ce parcours, le fond du R h ô n e s’est con sidérablement abaissé. Près du p o n t de Saillon, on n o ta it en 1954 un abaisse m e n t de 1 m. 64. S im ultaném ent les digues f u re n t exhaussées et renforcées dans toutes les sections corrigées et p a r to u t où la sécurité de la plaine était menacée.
Si l ’on considère l’ensemble des tr a vaux exécutés depuis la grande in o n d ation de 1860, o n p eut dire q u ’ils ont pleinem ent a ttein t leur but. Ils o n t mis fin aux divagations du fleuve qui est con ten u m a in te n a n t entre deux digues insubmersibles et s’est creusé sur la plus grande partie de son p arc ours un lit p r o fo n d et stable où seules les très hautes eaux atteignent u n niveau supé rieur à celui des terrains avoisinants. Les voies de c o m m u n ic a tio n sont assu
rées ; la plaine, protégée c o n tre les in ondations, est assainie et mise en culture ; les marais insalubres qui la rec o u v ra ien t autrefois o n t disparu p o u r faire place à de beaux vergers et deve n ir une source de prospérité p o u r la population. Le R hône, assagi, p ro d u it au service du pays de la force et de la lumière.
Ces résultats n ’o n t été possibles que grâce aux efforts inlassables de p lu sieurs générations. La c orrec tion systé m atiq u e du fleuve, décidée en 1863, représentait une œ u v re gigantesque, si l’o n se rappelle com bien faibles étaient alors les ressources des h abitants et modestes les moyens techniques d o n t ils disposaient. Le tableau du peintre R aphaël R itz, qui orne la salle du Conseil d’E ta t du Valais, évoque d’une façon saisissante cette prem ière pério
de des trav a u x où tous les m ouvem ents de te rre devaient se faire encore à la main. Des difficultés considérables sont venues e n tra v er la réalisation des p r o jets, bouleverser les program m es. Il a fallu sans cesse répa re r les dommages causés par les débordem ents du fleuve, re c onstruire les ouvrages, exhausser et ren fo rc er les digues. Véritable épopée que la lutte opiniâtre menée par l’h o m me, ces cent dernières années, p o u r la conquête de la plaine. Ce long effort n ’aurait pu a b o u tir aux résultats ré jouissants que nous avons sous les yeux sans le courage et la ténacité des a u to rités et de la population, sans l’esprit de solidarité et d’entraide qui s’est m a nifesté à to u te occasion, unissant dans une m êm e vo lo n té les artisans de cette grande entreprise.
A. de K alberm atten.