Scène 3. La troisième scène confirme la volonté du responsable du projet de ne plus associer la gestion différenciée et l’herbe à poux. Cette scène se déroule à la troisième discussion de groupe
5.4.5 Les techniques de naturalisation à utiliser (Tableau 5.5)
Além dos trabalhos apresentados anteriormente, muitos outros inovadores têm sido publicados em congressos, jornais e revistas. Alguns destes são descritos, resumidamente, a seguir. Vale ressaltar que não existem muitas publicações apresentando propostas de hipermídia adaptativa com base pedagógica. Provavelmente este fato se deve a complexidade de conceber, projetar e implementar um mecanismo que realize verdadeiramente a adaptação da interface ao perfil do usuário, mecanismo este que se constitui no ponto central desta tese.
A Cognitive Model for Adaptive Hypermedia Systems (CABRERA et al, 2001): Estes pesquisadores, como muitos outros, acreditam que sistemas hipermídia e especialmente a Web, podem aumentar e melhorar suas funcionalidades pela semântica explícita na estrutura do sistema de informação. No artigo, eles demonstram e justificam a necessidade de um modelo cognitivo na concepção de sistemas hipermídia. Um modelo semântico dinâmico é apresentado para fornecer um controle completo adaptativo e evoluído para o desenvolvimento e manutenção de
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hiperdocumentos e uma navegação mais compreensível. O artigo apresenta o KDAEHS, um sistema de educação adaptativo baseado em uma estrutura computacional. A técnica de adaptação permite ao estudante escolher sua própria meta de aprendizado, obter sugestões para uma seqüência de estudo adequada e material apropriado do curso. As estruturas semânticas da informação são extraídas do contexto do curso e armazenadas na forma de gráficos estruturais do conhecimento. Uma máquina adaptativa é implementada em algoritmo Java para gerar uma apresentação adaptativa aos diferentes indivíduos. O trabalho apresenta a arquitetura do KDAEHS e os seus componentes em detalhes.
Enhancing student learning through hypermedia courseware and incorporation of student learning styles (CARVER et al, 1999): Neste trabalho, os autores se esforçaram em melhorar o aprendizado do aluno nos cursos em hipermídia, pela apresentação do material através de diferentes estilos de aprendizagem, pois os estudantes aprendem através de uma variedade de estilos. Anteriormente, os instrutores estavam impossibilitados de usar diferentes estilos de aprendizagem, que fossem efetivos, fora da sala de aula. Para resolver este problema foram concebidas duas soluções. A primeira foi o desenvolvimento de courseware em hipermídia, onde é fornecida uma grande variedade de ferramentas que os estudantes podiam usar para preparar suas lições, escolhendo as mais condizentes com seu aprendizado. Uma avaliação de documentos hipertexto e multimídia nos cursos têm revelado que o valor de uma ferramenta de multimídia, para um estudante, varia bastante. Cada estudante utiliza o material de curso de acordo com o seu estilo próprio de aprendizagem. Infelizmente, o excesso de ferramentas confundiu os estudantes, por não serem capazes de fazer escolhas de qual material do curso seria mais condizente com o seu aprendizado. Como resultado, uma segunda alternativa foi adotada. Foi desenvolvida uma interface para hipermídia que fornece uma possibilidade dinâmica na apresentação do material do curso baseada no estilo individual de aprendizado do estudante. O autor acredita que o aprendizado está sendo mais efetivo, com a apresentação do material, conforme o estilo de aprendizagem do estudante.
Metodologia para a Construção de Interfaces Adaptáveis em Sistemas Tutores Inteligentes (SALDIAS, 2002): O trabalho apresenta uma pesquisa que foi realizada com o objetivo de desenvolver Interfaces Adaptáveis em Sistemas Tutores Inteligentes. A pesquisa foi especialmente orientada a satisfazer necessidades
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educativas na área de saúde. A adaptação do ambiente onde ocorre o processo de ensino-aprendizagem permite apresentar informações com conteúdos e formas significativas para o aprendiz e permite que este interaja com os objetos de estudo, de acordo com suas preferências e capacidades cognitivas. Para isto, foi estudada uma forma de combinar várias teorias cognitivas, como os Estilos de Aprendizagem, o Construtivismo, o Comportamentalismo e as Teorias das Inteligências Múltiplas. Isto permitiu obter estratégias e táticas que permitem selecionar os ambientes mais adequados para cada aprendiz. Com efeito, as teorias consideradas fornecem características que permitem identificar um aprendiz, fornecem métodos para poder diagnosticá-las e sugerem ambientes altamente afins com cada característica identificada. Desta forma o problema de adaptação foi definido por um conjunto de variáveis cujas relações definem o tipo de interface que deve ser construída para cada tipo de aprendiz. Uma Rede Neural Artificial do tipo IAC, modelo De Azevedo, foi projetada para implementar o mecanismo de adaptação da interface do Sistema Tutor Inteligente. Com testes realizados a rede apresentou desempenho adequado, permitindo o desenvolvimento de uma metodologia para projetar Interfaces Adaptativas em Sistemas Tutores Inteligentes.
An execution system for variable tutoring processes (VOLZS et. al., 2002) Nestes últimos anos, uma grande quantidade de sistemas de treinamento, com o uso do computador, tem sido implementada. Considerando que muitos aspectos destes sistemas são, necessariamente, dependentes do domínio de aplicação, muitas de suas partes são similares entre si e necessitam de um componente de execução que guie e controle a interação entre o estudante e os dados do domínio de aplicação, por exemplo, bancos de dados. Para modificar essas propostas, os autores desenvolveram um sistema de execução, independente do domínio, que é adaptável e altamente flexível e que permite a realização de diferentes estratégias de aprendizagem em um cenário Web. Este sistema apóia a adaptação do conteúdo da página, a navegação e a orientação. O sistema de execução pode ser usado em Sistemas Tutores Inteligentes baseado na Web ou não, em Hipermídia Adaptativa e, até mesmo, nos tradicionais Sistemas de Treinamento Baseado no Computador. O sistema de execução não prescreve o estilo de aprendizagem, o qual é responsabilidade de cada fomentador do sistema que define, conforme a funcionalidade e o paradigma de aprendizado, o que será realizado. O sistema de execução é implementado em Java, que é independente
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de plataforma, podendo ser usado em aplicações baseada na Web e um banco de dados ou arquivos XML (Extensible Markup Language) permite uma troca fácil de dados. Além de guiar a interação entre o estudante e dados, o sistema de execução é enriquecido com instalações de “modelo de verificação”, que é um mecanismo de verificação de aprendizagem do material e pode ser usado para apoiar os autores no treinamento de caso ou sessões instrucionais, conferindo a árvore de navegação. O sistema descrito foi projetado para ser utilizado na Web e o teste foi realizado através do estudo de caso denominado: ‘Docs 'N Drugs’, que é uma policlínica virtual. Este sistema é utilizado no curso da medicina da Universidade de Ulm (Alemanha), desde 2000. ‘Docs 'N Drugs’ realiza um estudo de caso e o estilo de aprendizagem é orientado ao problema e faz uso de todas as facilidades de adaptação na execução do sistema.
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3. INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
Gardner estudou grande parte dos filósofos do século XX, período no qual as capacidades simbólicas da humanidade foram especialmente estudadas. Isso porque esta capacidade é considerada, pela filosofia moderna, como os caminhos da evolução da inteligência. E que, a principal razão para esta diferença significativa entre a inteligência humana e a inteligência dos demais seres é a crescente habilidade de lidar com “veículos simbólicos” – símbolos – para comunicar-se e expressar-se. O uso de símbolos deu origem à arte, à linguagem, à ciência, conquistas cognitivas da humanidade (FONSECA, 2002).
Psicólogo construtivista muito influenciado por Piaget, Gardner acredita que processos psicológicos independentes são empregados quando o indivíduo lida com símbolos lingüísticos, numéricos, gestuais ou outros. E, devido a isto, criou uma lista de candidatas à “inteligência humana”, as quais eram potências intelectuais que forneciam ao homem capacidade e habilidade de encontrar, resolver e criar problemas. Esta lista foi baseada em opiniões de diversos cientistas, filósofos e psicólogos.
De posse desta lista, Gardner confrontou cada uma das “candidatas” com uma série de critérios de avaliação, para encontrar sinais de que esta ou aquela teria ou não condições de ser considerada inteligência. Desta forma, Gardner propôs, inicialmente, sete tipos de inteligência que seriam “independentes” uma das outras.
Assim, em 1985, Gardner desenvolveu a Teoria das Inteligências Múltiplas (IM), sendo esta uma alternativa para o conceito de inteligência como uma capacidade inata, geral e única, que permite aos indivíduos uma performance, maior ou menor, em qualquer área de atuação (GAMA, 1998).
Atualmente são consideradas oito IMs, quais sejam: Lingüístico-verbal, Lógico- matemática, Visual-espacial, Cinestésico-corporal, Musical, Interpessoal, Intrapessoal e Naturalista. Porém, esse conjunto de oito inteligências, de forma alguma, constitui um paradigma fechado. Novos estudos abrem perspectivas para a ampliação desse limite e, mesmo Gardner, aprofunda pesquisas para, a essas oito, acrescentar a inteligência que denomina Existencial3 (ANTUNES, 2002).
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independentes, têm sua origem e limites genéticos próprios, possuem substratos neuro-anatômicos específicos e dispõem de processos cognitivos peculiares. Portanto, os seres humanos dispõem de graus variados de cada uma dessas inteligências, sendo estas combinadas e organizadas de maneiras diferentes. Estas capacidades intelectuais é que são utilizadas para resolver problemas e desenvolver as demais atividades cotidianas (ARMSTRONG & GARDNER, 2001).
É importante ressaltar que segundo Gardner, embora estas inteligências sejam independentes uma das outras, elas raramente atuam de forma isolada. Algumas atividades exemplificam uma inteligência, mas na maioria dos casos, as ocupações demonstram bem a necessidade de uma combinação delas (ARMSTRONG & GARDNER, 2001).
As informações sobre cada uma das Inteligências Múltiplas, que foram necessárias para o desenvolvimento deste trabalho, são descritas a seguir. Informações sobre as outras se encontram em GARDNER (2001), ABRAE (2004), CAMPBELL (2000) e demais autores.
3.1.1 A Inteligência Lingüístico-verbal
Esta inteligência está relacionada às palavras e à linguagem escrita e falada. Consiste na capacidade de pensar com palavras e de usar a linguagem para expressar e avaliar significados complexos. Domina a maior parte do universo educacional ocidental (ABRAE, 2004).
3.1.2 A Inteligência Lógico-matemática
Esta inteligência está relacionada ao raciocínio científico ou intuitivo, embora processos de pensamento dedutivo também estejam envolvidos. Possibilita calcular, quantificar, considerar proposições, hipóteses e realizar operações matemáticas complexas (GARDNER, 2001).
3.1.3 A Inteligência Visual-espacial
Esta inteligência inclui a habilidade de criar imagens mentais, portanto, o senso de visão e a capacidade de visualização espacial de um objeto estão bastante desenvolvidos. Permite que a pessoa perceba as imagens, recrie, transforme ou as modifique, movimente os objetos através do espaço e produza ou decodifique
3 Inteligência Existencial: sensibilidade e capacidade para analisar perguntas “profundas” sobre existência humana, como o significado de vida, por que nós morremos, e como nós chegamos aqui.
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20 informações gráficas (GAMA, 1998).
3.1.4 A Inteligência Cinestésico-corporal
Esta inteligência relaciona-se com o movimento físico, proporcionando a habilidade de usar o corpo para expressar uma emoção (dança e linguagem corporal), jogar (esporte) e criar um novo produto (invenções). Permite que a pessoa manipule objetos e desenvolva habilidades físicas (GARDNER, 2001).