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La particularité de la diplomatie migratoire marocaine :

Dans le document Afrique(s) en Mouvement (Page 77-80)

Ao passo que o laissez-faire, até o século XVIII na França significava somente a liberdade para exportação de cereais e no caso inglês para a produção e não para o comércio, no século XIX já estavam consolidados três dogmas, que eram o mercado de trabalho, o padrão-ouro e o livre comércio (POLANYI, 1980).

O padrão-ouro é um dos dogmas centrais pois ele teria contribuído para uma mudança da centralidade da esfera da produção para a da troca. Para o autor, os contra-movimentos dos trabalhadores estavam relacionados às pressões que estavam sofrendo em função do avanço da idéia de livre mercado.

Não haveria ação combinada na esteira desse contra-movimento, pois a variedade de assuntos do coletivismo, a participação de liberais, mudanças de ações abruptas que não permitiam articulação, diferentes ideologias e pelo fato dos defensores do mainstream econômico proporem restrições à liberdade quando entravam em conflito com os pressupostos da mão invisível.

Tal fato encontra convergência com evidências nas cenas investigadas, em que será demonstrado no capítulo 7, como as pressões sobre a necessidade de independência do Banco Central do Brasil só apareceram a partir do momento em que houve inclinações marcadamente intervencionistas.

O autor discorda da idéia de que unicamente os interesses, em que a competição entre os trabalhadores ameaçavam sua estabilidade, o livre comércio poderia prejudicar a agricultura e o padrão-ouro poderia prejudicar determinados setores em função dos padrões monetários que seriam adotados, fomentando um protecionismo. Em linhas gerais, Polanyi (1980) considera que movimentos e contra-movimentos estavam relacionados à diferentes interesses econômicos e sociais que tinham choques entre uma perspectiva liberal e protecionista.

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As lacunas deixadas pelos modelos de auto-regulamentação contribuíram para gerar desemprego, tensões políticas, pressões sobre o câmbio e disputas entre os países imperialistas, em que a tensão emergia do mercado para difundir-se na política afetando o governo, padrão-ouro ou o equilíbrio de poder e, estas atuando como esferas autônomas, na buscar suas soluções contribuíam para aumentar o desequilíbrio (POLANYI, 1980).

Mesmo diante do acúmulo de tensões, segundo o autor, os liberais atribuíam a culpa à “conspiração coletivista”, em que o imperialismo teria ocorrido como conseqüência do protecionismo, em que as colônias eram uma solução para esse impasse.

O fracasso internacional já era, para Polanyi (1980) evidente, em que alguns países insistiriam no liberalismo, resgatando o padrão ouro, ao passo que outros acabaram por inclinar à solução socialista.

No que tange ao padrão-ouro, foi estabelecido câmbio estável, destruindo os próprios pressupostos do liberalismo econômico, o que teria contribuído, segundo o autor, para o fascismo. Por oposição, tal fato não teria ocorrido nos Estados Unidos e Inglaterra justamente pelo fato de terem abandonado o padrão-ouro.

A força do fascismo, para Polanyi (1980) estava em sua proteção da economia de mercado sob o custo das restrições às instituições democráticas. Tal fato segundo o autor é demonstrado no fato de o fascismo se ancorar em contra-revoluções conservadoras e em um revisionismo nacionalista, em que a eclosão desses movimentos eram síncronos ao enfraquecimento da economia de mercado entre 1917 a 1923 e em 1930, com a crise da economia.

Ao passo que a Escola Clássica e a perspectiva teórica marxista colocam a moeda e preços como subordinados a outros fatores econômicos, autores como Hawtrey, Wicksell e Keynes combinavam a análise monetária com estudo de processos econômicos fundamentais (BRUE, 2005, p. 298).

As dificuldades das teorias neoclássicas em responder às flutuações monetárias e econômicas, bem como os contra-movimentos apontados por Polanyi contribuíram para construir um cenário favorável à emergência de alternativas nas práticas econômicas antes da consolidação das teorias de Keynes no campo teórico.

Antes de 1930, o modelo do nível de preços era predominante no pensamento econômico sobre os efeitos de política monetária (KRUGMAN, 2014).

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Wesley Mitchell (1874-1948), que fundou a National Bureau of Economic Research nos Estados Unidos, foi pioneiro na mensuração dos ciclos econômicos em 1930, mas não havia nenhuma teoria predominante que até então substituísse o modelo de nível de preços. Naquela época alguns economistas favoreciam políticas expansionistas para combater a recessão, ao passo que outros argumentavam que essas políticas agravariam a crise ou apenas adiariam-na (KRUGMAN, 2008, P 460).

É neste cenário, que Hawtrey e Keynes, dentre outros autores, tem justamente na sua posição social e teórica de outsiders elemento que paradoxalmente os colocaram em posição favorável a ter suas teorias aceitas no seio do Partido Liberal.

Sir Ralph George Hawtrey (1879-1975) foi um professor da Universidade de

Cambridge e fazia parte dos círculos pessoais de Keynes, ambos membros de uma sociedade secreta da universidade chamada “Os apóstolos”, formalmente nomeada de “Cambridge

Conversazione Society”, criada em 1820 (CAMBRIDGE, 2011).

Formaram a partir disso o Grupo de Bloomsbury com um grupo de escritores, artistas e intelectuais, formado do encontro de uma turma de alunos da elite intelectual da Universidade

de Cambridge, dentre eles Keynes, Strachey, Forster, Clive Bell, Leonard Woolf, Virginia

Wolf dados à arte e a literatura.Clive Bell (1881-1964), crítico de arte e literatura teria definido o grupo da seguinte maneira:

Eles partilhavam o gosto pela discussão em busca da verdade e um desprezo pela maneira tradicional de pensar e de sentir, desprezo pela moral convencional, vitoriana, em outras palavras... Mas o mesmo não poderia ser dito de muitos grupos de jovens e de vanguardistas, em muitas épocas e em muitos países? (FOLHA, 1996)

Como se percebe, os economistas faziam parte de diálogos interdisciplinares e de uma certa insatisfação da época, se colocando como outsiders, ainda que centrais pelo fato de pertencerem ao importante círculo intelectual de Cambridge.

Essa postura vanguardista aparece em Hawtrey na proposição de um tratamento monetário, em que as elevações e quedas na indústria e comércio poderiam ser afetados pelo ajuste da taxa de juros, o que também foi tratado por Keynes, baseados nas idéias de Marshall. Aqui é importante chamar a atenção novamente para a idéia de deslocamento da gramática moral da economia e das finanças, em que a parte da teoria de Marshall sobre os juros no que concerne à sua “justiça” era reforçada, ao mesmo tempo em que prevalecia a

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teoria monetária de Fisher, compondo um quadro geral conservador na direção da economia

mainstream.

Outro conceito importante criado por Hawtrey foi o efeito multiplicador, que busca demonstrar o efeito que mudanças no investimento causam na renda nacional e defendia também a moeda fiduciária.

Como se observa, o processo de apropriação de conceitos econômicos e resignificações é dialético e complexo, permeado por correntes históricas, sociais e econômicas em parte fora do controle dos agentes. É desse processo histórico que vai se configurando um quadro de consensos macroeconômicos que vão paulatinamente tornando difícil uma classificação de economistas ortodoxos e heterodoxos com precisão.

Em função desse avanço nas teorias para a construção de uma política monetária discricionária mediada pelos juros, as perspectivas mais e menos intervencionistas se realinham em seus posicionamentos analíticos e função de janelas proporcionadas pelas práticas econômicas e suas conseqüências.

Hawtrey reforça a idéia de que os industriais seriam influenciados pela demanda e preços. No que tange especialmente ao Banco Central, Hawtrey recomendou várias soluções para restringir a instabilidade de crédito: operações de mercado aberto, alteração das taxas de redesconto e variações nos requisitos de reserva dos bancos comerciais. Para ele, o aumento da taxa de juros e restrição das reservas dos bancos poderia inibir a inflação (BRUE, 2005, p. 313).

Essa idéia de discricionariedade nos instrumentos de política monetária é, portanto, uma origem mais alinhada ao que se classifica como linha Dovish. Tal fato indica que o

mainstream nem sempre predominou. Correntes históricas e econômicasdavam espaço à contestação, culpas e responsabilizações, porém não chegam a se reações ancoradas na perspectiva da esquerda do espectro político, correspondendo mais com uma leitura de estabilização do capitalismo

Esse autor propunha uma política monetária ativa, em que teria hora certa para interromper o ciclo vicioso da inflação e o círculo vicioso da deflação, mas o mais efetivo seria regulamentar o crédito. Em outras palavras, se propunha ações invertidas em política monetária, de maneira a evitar o boom do ciclo posterior. Assim, sob essa perspectiva, se evitaria o ciclo vicioso da deflação e inflação, alterando a taxa de juros (BRUE, 2005, p. 314).

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A construção das convenções de equivalência tiveram ainda outros nuances, num longo processo histórico de construção. A título de exemplo de tal fato, Arthur Cecil Pigou (1877-1959), assim como Keynes, foi discípulo de Alfred Marshall na cátedra de economia política da Universidade de Cambridge.

Apesar de ser da Escola Neoclássica, buscou fazer demonstrações de que a transferência de renda de um indivíduo mais rico para um mais pobre, desde que não invertesse as posições sociais, resultaria em maior igualdade social. Essa teoria ficou conhecida como economia do bem estar. Mesmo mais flexível do que os colegas da Escola Neoclássica, há ainda elemento da manutenção do pledge:

Qualquer causa que aumente a parcela absoluta de renda real nas mãos do pobre, desde que não leve a uma diminuição no volume do dividendo nacional sob qualquer ponto de vista, aumentara o bem-estar econômico geral (HUNT E LAUTZENHEIZER APUD SAMUELSON, 2013)

Tal visão preserva o pledge, mas reconhece que a transferência de renda para o pobre favoreceria o bem estar geral. A economia da inovação de Schumpeter, da mesma maneira vinculam a melhoria de renda à necessidade de inovação.

Em linhas gerais, a economia do bem estar remete as questões sociais como uma responsabilidade do crescimento econômico, tirando os conflitos distributivos da pauta de discussão, preservando o que já estava estabelecido em termos de pledge

É importante notar como ocorrem deslocamentos de sentido que, embora não serão contextualizados em suas situações de surgimento, envolvem tensões históricas que vão permitindo maior destaque à determinadas teorias, em detrimento de outras, mas sempre repousadas no pledge. Há aqui um deslocamento das gramáticas morais da economia e finanças que são colocadas em prática e teorizadas em realidades particulares, se tornando, no entanto, referências a serem consideradas nas convenções de equivalência, que vão ter seu quadro mais ou menos diferenciado para cada realidade particular.

O aprofundamento da investigação das particularidades brasileiras importa, pois a os contenciosos, crises e disputas contribuem para circunscrever diferentes pontos de equilíbrio em relação aos juros, a depender dos desfechos de situações em disputa entre as arenas

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As discussões de economistas como Hawtrey pavimentaram a controvérsia geral entre uma política monetária discricionária versus as regras monetárias da qual Fisher e Milton Friedman são seus maiores expoentes.

Diferentes cenas permitem a prevalência de uma ou outra perspectiva, colocando uma perspectiva a justificar as ações e a outra a acusar, culpar, responsabilizar e exigir a correção de rumo. Os economistas, nesse contexto, colocam suas teorias a serviço das respostas objetivas que funcionem como dispositivos morais e recursos para acusação e defesa, se colocando eles mesmos, nos desfechos à serviço da agenda econômica pública.

Como o estudo recai sobre períodos de política monetária discricionária, os levantamentos estatísticos das posições das instituições financeiras no ranking FOCUS do BCB, a análise da trajetória dos dirigentes em cada uma das cenas estudadas e as narrativas visam compreender as estratégias na tentativa de promover uma performatividade barnesiana, com vias a influir nas expectativas em termos de narrativas sobre inflação, política cambial e fiscal cujos resultados sobre os juros os agentes compartilham, o que contribui para a eficácia simbólica dos mecanismos de disparo dos juros.

Das cenas, emergem disputas que em geral tem como desfecho a manutenção dos juros em altos níveis e situações em que se permite baixas por menor tempo, indicando que há mecanismos de manutenção do pledge que devem ser investigados, com indícios de uma

heurística operando essa inércia.

Dada os contributos teóricos de Hawtrey, qual então teriam sido as contribuições de Keynes? Em 1936 o economista apresentou o que, segundo ele, estaria de errado na Grande Depressão e seu livro “Teoria Geral do Emprego, juro e da moeda”.

Nessa teoria, há dois pontos que se diferenciam dos anteriores: primeiro os deslocamentos na demanda agregada sobre o produto agregado, em detrimento das visões da determinação apenas no longo prazo do nível de preços agregados. Segundo Krugman (2008. 461), até o livro de Keynes aparecer, os economistas tratavam a macroeconomia de curto prazo como uma questão menor.

A segunda inovação de Keynes é a mudança dos espíritos animais, que pode ser interpretado como a confiança empresarial como um dos principais responsáveis pelos ciclos econômicos, em que essas idéias foram formadas com base em Marshall. Embora essa idéia tenha nascido em uma perspectiva keynesiana, hoje ela é amplamente aceita e faz parte dos princípios de equivalência compartilhados pelos dirigentes dos bancos centrais. Porém, no

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caso do BCB será mostrado que tal perspectiva tem espaço variável em funções das priorizações nas mudanças de governamentalidade que serão demonstradas a partir do capítulo 5, evidenciam um caminho na “criminalização” da política fiscal ativa.

Conforme afirma Krugman (2008, p 462), o termo economia keynesiana é muitas vezes usado como sinônimo de esquerda, pelo fato de propor algum nível de ativismo do governo, mas suas idéias na verdade foram aceitas por amplo espectro político. Muitos intelectuais, conforme o autor, acreditavam que a salvação da Grande Depressão era o governo assumir as indústrias, mas Keynes afirmava que precisava apenas de ajustes, nesse sentido, suas idéias eram pré-capitalistas e politicamente conservadoras.

A principal conseqüência prática da obra de Keynes foi a legitimação do ativismo da política macroeconômica – o uso da política monetária e fiscal para suavizar o ciclo econômico (KRUGMAN, 463)

Após a Segunda Guerra em 1945, as idéias keynesianas foram amplamente aceitas pelos economistas, mas com desafios e adaptações. Segundo Krugman (2008, p 463), foi a Grande Depressão que contribuiu para o crescimento da legitimidade das teorias de Keynes. Considera-se, adicionalmente, que as políticas fiscais ativas implementadas pelo governo dos Estados Unidos para sair da depressão econômica e para os gastos governamentais com a Segunda Guerra, bem como a política fiscal ativa na Europa para a sua reconstrução no pós guerra foram fatores históricos e econômicos que favoreceram a centralidade dessa perspectiva e não o contrário

As conjunturas históricas podem construir cenários favoráveis ou desfavoráveis para fazer emergir heróis teóricos e condenar outros ao ostracismo, justamente pela construção de uma crença comum na solução de problemas que proporcionam a centralidade desses agentes.

Na década de 1930, quando a obra de Keynes foi escrita, as taxas de juros estavam muito próximas de zero, mas o aumento da inflação deu margem para o avanço de perspectivas desafiantes, em especial as de Milton Friedman e Ana Schwartz. Para eles, a crise de 1929 teria sido evitada se o FED tivesse atuado com contração monetária (KRUGMAN, 2014, p. 464).

Segundo o autor, a volta do interesse em política monetária foi relevante porque sugeriu que o ônus de administrar a economia poderia ser retirado da política fiscal – o que significa que a gestão econômica poderia, em grande medida, ser retirada do controle político.

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Tal fator indica que, independente do avanço do processo histórico e as teorias prevalecentes, há sempre como pano de fundo disputas entre uma perspectiva menos intervencionista e outra mais intervencionista, que tem subjacentes arenas político- econômico-financeiras com diferentes sentidos dos usos sociais do dinheiro, bem como diferentes moralidades.

Uma das principais críticas da perspectiva da política fiscal discricionária, é que ao passo que o governo escolhe através dos impostos onde incentivar ou onde gastar, a política de corte de juros para combater a recessão seria para todos, assim como a subida da taxa para conter a inflação também atingiria à todos.

Por conta das situações de disputa emergentes das cenas apresentadas no início do capítulo 1, com a disputa entre financistas e industriais sobre a composição do Conselho Monetário Nacional (CMN), os juros afetam grupos de maneiras distintas. Para o caso dos Estados Unidos da década de 1960, muitos economistas ainda acreditavam que os formuladores de política econômica podiam trocar um desemprego baixo por uma inflação mais elevada, embora a inflação tivesse dando sinais de alta em função da política monetária (KRUGMAN, 2014, p. 467).

O período em que prevaleceu a regra monetária será tratado no próximo tópico, pois tem a emergência de particularidades no papel dos economistas na veiculação de suas idéias. Tal fato foi influenciado pela crise do Petróleo, que favoreceu o aumento da inflação, mas ainda há outros elementos importantes de serem investigados e que tornam as teorias como prevalecentes por mecanismos performativos vinculados ao “mundo de renome” dos economistas.Do meio para o final dos anos 1980, houve nos Estados Unidos o retorno à política monetária discricionária, na medida em que pesquisas buscaram demonstrar a não validade da idéia de que as moedas tinham, sobre as regras monetárias, velocidade mais ou menos constante.

A política fiscal nesse período era passiva, devido à restrição dos eleitores com respeito ao aumento dos impostos ao mesmo tempo em que reduções destes não eram consideradas por conta dos déficits orçamentários crescentes, em virtude de grupos de interesse que atuavam contra a redução de gastos governamentais (KRUGMAN, 2014, p. 313). O período de 1982 a 1989 teve política monetária contracionista, em que as taxas de juros mais altas desaceleraram o crescimento da economia e teria causado o declínio da

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inflação. Porém, isso conduziu à recessão e uma redução acentuada da taxa de juros fez com que a economia começasse a se recuperar a partir de 1993 (KRUGMAN, 2014, p. 314).

O próximo tópico busca demonstrar como o jogo da performatividade efetiva, com os usos regulares dos modelos fazendo com que a economia se tornasse mais parecida com eles evolui para um processo mais artificial e controlado, em que a Escola de Chicago é um exemplo da performatividade barnesiana, com instrumentos retóricos de direcionamento das

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