Quadro A 1: Atividades da Etapa D1
Fonte: Elaboração Própria
Quadro A 2: Atividades da Etapa D2
Fonte: Elaboração Própria
• Exploração/pré-observação da intervenção – D1 – Definição;
• Organização de encontros de sensibilização para apresentar as intenções e os objetivos do trabalho a ser desenvolvido, bem como as abordagens e metodologias a serem adotadas no desenvolvimento da intervenção;
• Marcação de reuniões periódicas para a emergência de stakeholders e dos seus interesses, bem como o delineamento dos benefícios mútuos, visando adiante definir os tópicos afirmativos;
• Identificação dos stakeholders a serem envolvidos no trabalho, mediante critérios discutidos nas reuniões;
• Constituição de uma pauta para formação e preparação de grupos de enfoque que integrem pessoas e stakeholders, com especialidade nas áreas-fim do MPC, aptas para participar na seqüência da aplicação do ciclo dos 5-Ds;
• Constituição de um núcleo de gestão que tem como função identificar temas, discutir e integrar os resultados parcialmente obtidos em cada etapa do processo, visando chegar ao delineamento do planejamento estratégico;
• Elaboração de atas das reuniões, arquivando-as devidamente, pois constituem informações de suporte às atividades a executar posteriormente, já visando as atividades do D-2 – Descoberta, que é a fase na qual a organização aprecia o que tem de melhor, bem como compartilha as experiências exitosas (individual e grupal) como uma possibilidade positiva.
• Organização de reuniões e encontros periódicos com os stakeholders-chave, planejando as condições necessárias para a realização do Primeiro Seminário de Planejamento;
• Preparação da agenda do Primeiro Seminário de Planejamento;
• Elaboração de conteúdo das perguntas apreciativas a serem utilizadas no evento, retomando o D-2 do ciclo, que visa estimular a descoberta das experiências exitosas, individuais e grupais;
• Implementação do evento previsto, segundo a programação feita, culminando com a apresentação em plenária do Primeiro Seminário para compartilhamento dos resultados do trabalho;
• Motivação e intensificação de diálogos apreciativos no desenvolvimento dos trabalhos, assegurando o foco da intervenção centrada na etapa 2;
• Introdução e aplicação da Análise SOAR, tendo em vista a necessidade de fazer o diagnostico ambiental e organizacional, com ajustes e registros das conversações, alem do uso de notas pessoais do pesquisador;
• Coleta de documentos e informações acercados resultados dos trabalhos dos grupos apresentados em plenária, por ocasião da realização do Primeiro Seminário de Planejamento;
• Elaboração do relatório sobre a realização desse evento, descrevendo todas as ocorrências e resultados alcançados na plenária, já visando as atividades do D-3 – Design, fase na qual a organização idealiza sua visão de futuro, podendo questionar sua missão e propósitos tal como ocorre no presente. Envolve a construção coletiva de imagens positivas do futuro.
Quadro A 3: Atividades da Etapa D3
Fonte: Elaboração Própria
Quadro A 4: Atividades da Etapa D4
Fonte: Elaboração Própria
• Organização de reuniões e encontros para dar continuidade ao trabalho, retomando a etapa do ciclo dos 5-Ds;
• Preparação da agenda do Segundo Seminário de Planejamento: Repassar todas as informações e resultados obtidos no Primeiro Seminário;
• Motivação e intensificação de diálogos apreciativos sobre os tópicos a serem discutidos e assegurar o foco da intervenção centrada na etapa 3;
• Elaboração de conteúdo das questões generativas a serem utilizadas no Segundo Seminário para criar a visão de resultados que se está querendo;
• Constituição de uma pauta para mobilização dos grupos formados para retomar o ciclo dos 5-Ds; • Implementação do evento previsto, cumprindo a programação do dia com a apresentação em
plenária do Segundo Seminário para compartilhamento dos resultados do trabalho;
• Elaboração do relatório sobre a realização desse evento, descrevendo todas as ocorrências e resultados alcançados na plenária, já visando as atividades do D-4 – Design, fase na qual a organização Cria os Propósitos Apreciativos, visando o Delineamento das Dimensões Organizacionais do PEP-Apreciativo e o Estabelecimento do Marco operativo, que na sua implementação, gerará as Indagações Apreciativas dos resultados alcançados e dos indicadores do impacto.
Quadro de atividades: D4
• Organização de reuniões e encontros para dar continuidade ao trabalho, retomando a etapa do ciclo dos 5-Ds;
• Criação e formalização do Núcleo Positivo de Gestão e funcionamento do MPC, congregando os
stakeholders-chave da Cúpula, convidados a discutir as proposições provocativas que serão
objeto do Terceiro Seminário de Planejamento, alinhando os resultados obtidos nas etapas anteriores;
• Tendo as proposições provocativas formuladas, A Cúpula parte para a discussão sobre a formulação das Dimensões Organizacionais do PEP-Apreciativo que envolve repensar a estrutura de funcionamento da organização, as políticas e procedimentos e alavancar a transformação desejada, estabelecer as funções, responsabilidades e relações de acordo com os projetos bem como elaborar os indicadores de impacto;
• Registrar todas as informações e resultados alcançados durante a reunião de Cúpula;
• Intensificar reuniões de cúpula para (re)definir a missão, visão de futuro, bem como (re)desenhar a estrutura organizacional adequada para viabilizar a implementação do planejamento estratégico delineado;
• Organizar um Seminário para consolidar o conteúdo do PEP-Apreciativo delineado e aprovação em plenária.
Quadro A 5: Atividades da Etapa D5
Fonte: Elaboração Própria
Quadro de atividades: D5
• Definir estratégias de execução do PEP-Apreciativo;
• Estabelecer metas e objetivos de curto e médio prazos para implementar as estratégias, detalhando em planos de ação especificamente para cara área-chave;
• Mobilizar e alocar recursos necessários, respectivamente a cada projeto e área de atuação; • Monitorar e avaliar apreciativamente, tanto no desenvolvimento das atividades bem como na
aplicação adequada dos recursos;
• Obter feedback apreciativos que ajudam a fazer os reajustes necessárias;
• Incentivar condições orientadas para a institucionalização do PEP-Apreciativo no MPC; • Incentivar a reflexão da ação na ação, visando a geração conhecimento e aprendizado;
• Incentivar todos os stakeholders para fornecer informações de feedback apreciativos, que visam a retroalimentação do processo ou do sistema de funcionamento da entidade como um todo.