4. LES COMPTES DU REGIME GENERAL, DU FSV ET DE LA CNSA
4.2 Les comptes de la branche maladie
Os itens do investimento para o cultivo da macroalga K. alvarezii em sistema de produção em MMF podem ser observados na Tabela 9. O investimento inicial para o estudo econômico realizado para as macroalgas frescas (MF) e para os extratos (E1, E2 e E3) foram de R$ 53.953,33 e de R$ 56.284,33, respectivamente. O item que mais onerou nos dois empreendimentos foi a balsa de manejo com 26,75 e 25,64% de participação, respectivamente. Esse valor poderia ser reduzido incentivando o cooperativismo entre os produtores para utilização da mesma, assim como na melhoria do poder de compra e utilização de materiais alternativos.
Tabela 9. Itens de investimento para implantação de cultivo para produção da macroalga fresca (MF) e do extrato (E) no Litoral norte de São Paulo, janeiro de 2019.
Horizonte Projeto
(10 anos) Cenários
INVESTIMENTO Quantidade Vida útil (anos) Valor Unitário MF E1, E2 e E3
Elaboração do projeto 0,05 10 1.448,76 1.388,76 1.448,76 Licenciamento ambiental 1 10 0,00 0,00 0,00 Barco de alumínio 4 m 1 10 4.000,00 4.000,00 4.000,00 Motor de popa - 5 HP 1 10 3.900,00 3.900,00 3.900,00 Balsa de manejo 1 10 7.800,00 7.800,00 7.800,00 Balsa de produção 4 5 1.400,00 5.600,00 5.600,00 Mesa de trabalho 1 5 300,00 300,00 300,00 Boias de sinalização 4 5 158,80 635,20 635,20 Ancoras de 70 kg 12 20 270,00 3.240,00 3.240,00 Balança eletrônica 30Kg 1 5 800,00 800,00 800,00
Lavadora de alta pressão 1 5 1.500,00 1.500,00 1.500,00
Liquidificador industrial 2 5 600,00 0 1.200,00
Valor Parcial (R$) 29.163,96 30.423,96
Capital de Giro (R$) 0,85 24.789,37 25.860,37
TOTAL (R$) 53.953,33 56.284,33
Todas as despesas operacionais da produção da alga fresca e do extrato foram calculadas e estão descriminadas na Tabela 10. No item insumos foram considerados: 720 kg de mudas, 10.560 m de rede tubular malha 4 mm, 120 redes de proteção unidades de 3 por 5 m, 20 caixas plásticas, 12 caixas de luvas de procedimento cirúrgicas, 20 bandejas 60 por 40 cm, 5 filtros de pano poliéster, 6 conjuntos de EPI, 10 facas de 20cm, 1.600 litros de combustível, 3 rolos de cabos polipropileno 4 mm, 80 L de óleo 2 tempos e 3.226 frascos plásticos.
Tabela 10. Itens de despesa operacional para a produção de macroalga fresca (MF) e do extrato da macroalga Kappaphycus alvarezii (E), cultivada no litoral norte de São Paulo incluindo a mão de obra.
Cenários MF E1 E2 E3
Insumos 19.368,01 31.626,79 31.626,79 31.626,79
Transporte - 2.400,00 2.400,00 2.400,00
Energia elétrica e água 4.799,99 10.800,00 10.800,00 10.800,00 Pessoal (80% encargos) 32.400,00 32.400,00 32.400,00 32.400,00 Pessoal maricultor 21.600,00 21.600,00 21.600,00 21.600,00 Pessoal- apoio manutenção 4.799,99 4.799,99 4.799,99 4.799,99 Taxa da Associação 120,01 120,01 120,01 120,01 Taxa Seguridade Social 476,92 5.972,18 7.678,54 15.357,07
TOTAL R$ 85.054,92 109.719,97 111.425,33 119.103,86
Fonte: Dados do estudo A mão de obra, mesmo que familiar foi o item que mais onerou o custo de operação nos cenários propostos (MF, E1, E2 e E3) em 63,48, 49,22, 48,37 e 45,34%, respectivamente. Esses valores se diferenciaram de acordo com a contribuição da taxa de seguridade social que é de 2,3 % da receita bruta.
A aquisição dos propágulos (mudas) para o primeiro ciclo de produção foi considerada como custo operacional, mesmo que seu custo de R$ 72,00 tenha sido insignificante em virtude das restrições da legislação brasileira ( Instrução Normativa N°185, de 22 de julho de 2005) que determinam que conste a procedência das mudas (BRASIL, 2008).
Os resultados de custos e os índices de rentabilidade para o monocultivo proposto para alga fresca nos MMF podem ser observados na Tabela 11. A produção das macroalgas frescas para extração de carragenana foi inviável economicamente para áreas de módulo mínimo familiar. Mesmo com um total de custo operacional COT de R$ 10.981,90, os resultados dos índices como receita líquida foram negativos assim como os índices de rentabilidade como o
lucro e o índice de lucratividade O ponto de nivelamento do preço de mercado de R$ 0,45, para a rentabilidade atingir zero foi calculada em 24.404,23 Kg. Essa produção superou em mais de 845 % a capacidade de produção de macroalga frescas dos MMF por ciclo.
VALDERRAMA et al. (2015) compararam a atividade de cultivo da macroalga K. alvarezii em seis países (Índia, Ilhas Salomão, México, Tanzânia, Filipinas e Indonésia) e concluíram que para uma produção de macroalgas realizada por pequenos produtores, seriam necessários pelo menos 2.000 m de linhas de culturas, assumindo um preço de venda de R$ 0,80 kg-1 e custos de produção de cerca de R$ 0,25 kg-1 para assegurar os retornos econômicos O presente estudo identificou que para a macroalga fresca (MF) foi possível produzir por ciclo, 1.200 m de linhas produtivas a um preço de R$ 0,45 kg-1 e com um custo de produção de R$ 1,40 kg-1, o que conferiu inviabilidade.
Estudos econômicos, relacionados ao potencial de produção da macroalga K. alvarezii no Estado de Santa Catarina, Brasil, compararam essa atividade de monocultivo com os cultivos de ostras e mexilhões já estabelecidos no referido estado. Os resultados das estimativas dos índices econômicos se apresentaram viáveis para as três categorias: monocultivo, cultivo integrado com ostras e cultivo integrado com mexilhões. Os resultados da categoria monocultivo de algas para áreas de um hectare (ha) foram positivos em se tratando de macroalga seca como uma TIR de 30,67% e uma taxa de retorno de 3,8 anos (SANTOS, 2014; SANTOS et al., 2018).
Entretanto, para a produção do extrato, os índices de rentabilidade demostraram que foi economicamente rentável no preço de R$ 9,00 (E2) com um lucro de R$ 3.838,82 por ciclo. De acordo com as análises de sensibilidade, para os cálculos da quantidade de nivelamento necessária para cobrir os custos operacionais totais foram de 1.589,46 Kg, o que representou aproximadamente 78,8 % da capacidade de produção nos MMF.
Tabela 11. Índices econômicos dos diferentes empreendimentos para comercialização da macroalga Kappaphycus alvarezii fresca (MF) e do seu extrato (E1, E2, E3), cultivada no Litoral norte de São Paulo (Janeiro,2019).
Cenários MF E1 E2 E3
Itens
R$ciclo-1 R$ciclo-1 R$ciclo-1 R$ciclo-1
Insumos 3.198,26 5.594,35 5.594,35 5.594,35 Mão de obra - diárias para a manutenção 600,00 600,00 600,00 600,00 Taxas (seguridade social) 74,62 761,52 974,83 1.934,63
Custo operacional efetivo 3.872,87 6.955,87 7.169,17 8.128,97
Outros custos 0,00 0,00 0,00 0,00
Depreciação 359,02 386,00 386,00 386,00
Mão de obra familiar 6.750,00 6.750,00 6.750,00 6.750,00 SUB-TOTAL 7.109,02 7.136,02 7.136,02 7.136,02 Custo Operacional Total (COT) 10.981,88 14.091,89 14.305,18 15.265,00
Produção 2.880 2.016 2.016 2.016
COT médio (R$.L-1) 3,81 6,99 7,10 7,57
Preço de venda (R$.L-1) 0,45 7,00 9,00 18,00
Receita bruta (R$.ciclo-1) 1.296,00 14.112,00 18.144,00 36.288,00
Receita liquida (R$.ciclo-1) -9.685,88 20,11 3.838,82 21.023,00
Receita Líquida Financeira (R$) -322,11 894,52 1.371,85 3.519,88 Ponto de nivelamento (Kg* ou L) 24.404,18* 2.013,13 1.589,46 848,06 Preço de Nivelamento (R$. Kg-1)) 3,81 6,99 7,10 7,57 Lucro (R$) -9.685,88 20,11 3.838,82 21.023,00 Lucro operacional (R$) -11.049,36 -1.842,11 1.941,53 18.971,44 Margem de lucro (%) -747,37 0,14 21,06 57,93 Índice de lucratividade (%) -852,66 -13,05 10,70 52,28 Ciclo de 45 dias
Fonte: Dados do estudo Os resultados dos indicadores econômicos nos cenários propostos estão apresentados na Tabela 12. O interessado na atividade poderia investir na algicultura de acordo com o cenário (E2) porém essas análises precisariam ser observadas com precaução, uma vez que a atividade depende diretamente das condições oceanográficas e climáticas.
Outro ponto observado neste trabalho foi que a produção do extrato artesanal estaria ligada à demanda do produto pelo setor agrícola. De acordo com a pesquisa de preços foi observado que atualmente esse extrato foi elaborado e comercializado nacionalmente por apenas uma indústria localizada no estado do Rio de Janeiro ao preço de venda por litro de R$ 18,00 e correspondeu ao estudo (E3) da análise de sensibilidade deste estudo. De acordo com os resultados para a produção artesanal a margem de lucro ficaria em torno de 57,93%, entretanto, um estabelecimento industrial compõe outros investimentos e custos. Assim,
novos estudos deveriam ser estimulados para incentivo à comercialização do extrato em parceria com a indústria ou como uma cooperativa de produtores como forma de incentivo ao escoamento da produção para o incentivo a implantação da algicultura no estado de São Paulo.
Tabela 12. Indicadores da viabilidade econômica do cultivo da macroalga Kappaphycus alvarezii em módulos de baixo impacto para macroalga fresca (MF) e para a produção do seu extrato (E), cultivada no litoral norte de São Paulo.
Cenários AF E1 E2 E3
PRC (anos) (0,76) 25,68 2,74 0,75
PRC*(anos) (1,74) 35,78 3,23 0,40
VPL (US$) - 158.990,45 - 18.887,74 35.300,13 284.809,09
TIR (%) s.r. -16,55 38,99 215,98
Fonte: Dados do estudo
No presente trabalho, os indicadores de rentabilidade para os empreendimentos de produção do extrato de K. alvarezii demonstraram que nas condições estabelecidas e baseados na mão de obra familiar, foram positivos apenas nos empreendimentos E2 e E3.
No Brasil, os trabalhos publicados envolvendo a economia do extrato da macroalga K. alvarezii são escassos, o que dificultou uma discussão mais aprimorada. Na Índia, MANTRI et al. (2017) afirmaram que as inovações científicas relacionadas com a implementação bem- sucedida da cultura comercial de K. alvarezii poderiam beneficiar as populações rurais costeiras que carecem de oportunidades econômicas alternativas. E relataram ainda que esse país emergiu rapidamente como um importante centro de produção e comercialização de produtos de valores agregados de K. alvarezii no Sudeste Asiático, com geração de trabalho e um volume de negócios anual de cerca de US$ 27,57 milhões.
Outros estados do Brasil não apresentaram a restrição na legislação ambiental no tamanho de área a ser ocupada em 2 hectares de lâmina d’água como em São Paulo e podem expandir sua produção. No entanto, a legislação ambiental brasileira limita a produção da macroalga exótica K. alvarezii ao cultivo apenas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Uma possível alternativa de produção economicamente viável a ser estudada para as macroalgas seria implantar os cultivos multitróficos integrados.
3.1.5. Conclusões
De acordo com as concentrações dos macronutrientes secundários e micronutrientes analisados, o extrato da macroalga K. alvarezii cultivada no litoral norte de São Paulo não pode ser considerado um fertilizante orgânico fluido foliar por não apresentar as concentrações mínimos estabelecidas pela legislação brasileira (Instrução Normativa n°25, de 28 de julho de 2009) podendo ser considerado um biofertilizante.
Os resultados dos estudos econômicos mostraram que a produção do extrato artesanal foi economicamente viável para o cenário da análise de sensibilidade com preço de venda a partir de R$ 9,00. O cultivo da macroalga K. alvarezii pode ser uma alternativa sustentável de acordo com sua forma de processamento. Os módulos mínimos familiares (MMF) são inviáveis economicamente para a produção e comercialização de macroalgas frescas no preço de venda de R$ 0,45.
Novos estudos devem ser estimulados no Brasil com a aplicação do extrato como bioestimulante agrícola para incentivo da cadeia produtiva e para identificação dos agentes e princípios ativos do biofertilizante para registro junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Novos estudos econômicos em áreas maiores e em sistemas de cultivos integrados multitróficos na região devem ser realizados.
A atividade da algicultura no litoral norte de São Paulo pode ser incentivada para a produção de extrato de forma artesanal e para isso serão necessários projetos em Políticas Públicas para o seu desenvolvimento de forma ordenada e responsável.
3.1.6. Referências
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