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Chapitre 2. LE MÉTISSAGE CHORÉGRAPHIE-ARCHÉOLOGIE

3. Comment penser une évolution esthétique ?

3) Durante uma tomada de decisões você procura e avalia as alternativas? De que forma? Se preocupa em reduzir as chances de erro?

O Empreendedor A inicia sua resposta introduzindo a dificuldade na caracterização de seu produto, o que possibilita diversas demandas e até algumas aplicações para ele inesperadas. Neste cenário o empreendedor A desenvolveu uma Startup digital que atende a diversas demandas. Durante o caminho do empreendedor A ele obteve vários aprendizados no processo decisório. Foi aprendendo com os erros: clientes que solicitavam um protótipo e não retornam, ou não pagavam um pequeno serviço.

Para reduzir o erro em vendas o empreendedor A decidiu consultar os clientes sobre a utilização dos produtos fornecidos pela Startup A. Porém, foi a dificuldade em conseguir clientes no Brasil que fez com que a Startup A buscasse internacionalizar, depois de perceber que as negociações não evoluíam, foram buscar empresas no exterior:

Decidimos começar por Israel, Estados Unidos e Alemanha. Israel é o principal país na área da nossa tecnologia, os Estados Unidos por que é imenso o numero de empresas e sistemas, por questão cambial somos mais baratos e na Europa a mesma coisa, a Alemanha por já ter empresas do segmento (Empreendedor A).

Porém, aconteceu que a Startup A acabo vendendo para outros países como a Bélgica, a Índia, o Egito, Turquia, Alemanha, África do Sul e Líbano. Nos EUA a Startup A tem uma parceria com uma empresa que faz controle de acesso por biometria.

A Startup B possui uma metodologia onde todos que estão envolvidos, cada um em sua área do conhecimento, estudar sobre aquela fase especifica do projeto. O Empreendedor B considera que o momento da Startup é de validação. O empreendedor B está amadurecendo o processo de validação e melhorando o entendimento das analises dos dados. A Startup B possui essa politica de sempre pesquisar sobre o momento para, de alguma forma, minimizar os erros, conhecendo outros contextos e outras decisões para não se pautar apenas na própria realidade. Assim as decisões do Empreendedor B avalia diversas alternativas, compartilhando com sua equipe as informações e realiza pesquisas para apoiar nas decisões. Ressalta que “a

experiência de outros empreendedores que já viveram momentos parecidos” serve como apoio na tomada de decisões.

Para a Empreendedora C, as decisões não devem ser tomadas sozinha e que a decisão precisa ser munida de informações internas e externas, realizando benchmarking também, pesquisando por experiências anteriores no mercado. A empreendedora C destaca:

Quem está fazendo, como está fazendo (prós e contras), de cada modelo e a gente não toma a decisão da minha cabeça ou da cabeça dos fundadores, a gente abre para o time, então a gente ganha a meu ver né, a gente tem um time hoje de 20 pessoas, a gente está ganhando 20 alternativas para uma solução para o mesmo problema (Empreendedora C).

As reuniões deliberativas de gestão na Startup C ocorrem sempre as sextas-feiras e são abertas. A pessoas participam de forma colaborativa: “Olha eu já trabalhei em lugar tal e usava assim..., eu já viajei para tal lugar e conheci de jeito tal...”. A empreendedora C leva tudo em consideração, faz um grande mapa mental e traçando dentro dessa brainstorming e vai traçando as alternativas e vai para validação das hipóteses, de erro e acerto.

As decisões que a Empreendedora C toma sem buscar uma consulta são as mais simples, as decisões operacionais dela, mais simples. A empreendedora se freia a tomar decisões, por exemplo, da área de produto, ela dá a sugestão dela, mas a decisão quem toma é o CPO (Chief Product Officer), CPO junto com o CTO (Chief Technology Officer), que é a pessoa responsável pelo produto com o responsável da tecnologia, os dois juntos quem decide na área do produto. Em relação a Customer Experience, a empreendedora se porta da mesma maneira.

Eu dou caminhos e a decisão quem toma é a gestora da área. A ultima palavra é de quem estiver a frente da operação. Se é uma decisão operacional, todo mundo vai ser ouvido, mas eu tenho plena confiança em quem vai executar. E se um isso dia for diferente é que eu estou com o time errado (Empreendedora C).

4) Você aceita desafios moderados, com boas chances de sucesso?

O Empreendedor A afirma aceitar com certeza os desafios. Ele acompanha o cliente no desenvolvimento da sua solução que utiliza seu software para reduzir os riscos da não aderência da sua solução. Em alguns momentos ele realizou parcerias sem nenhum ganho financeiro a priori na perspectiva de aceitação do seu produto.

O Empreendedor B entende como desafio: uma ação especifica, sendo algo que vai exigir um esforço acima do convencional, com chance de um potencial de resultado significativo. Então, a forma que o empreendedor avalia é principalmente em relação a quantidade de esforço que demanda e nos potenciais riscos. O empreendedor ainda considera

se no desafio irá existir um efeito negativo. Outro fator que o empreendedor B considera é o tempo. Ele aceita os desafios em função disso.

Para a Empreendedora C, a propensão ao risco, talvez seja o ponto fraco do nosso time de funders (fudandores), pois ela considera que todo tem altíssima propensão ao risco. Tendo uma grande chance de sucesso e um desafio maior ainda é muito provável que o time de fundadores aceite o desafio.

Seus colaboradores são orientados ao resultado. Por isso, é comum eles chamarem para as discussões pessoas com propensões ao risco menor, para que se possa pesar. Se a decisão fosse com base somente no time de fundadores o caminho escolhido seria o que daria o maior resultado, mas rápido por mais que seja mais difícil de se realizar. Para a tomada de decisões na Startup C, eles fazem uma árvore de decisão, com uma tabela, uma planilha com todos os cenários possíveis. Eles definem o cenário “Armagedon”, o cenário mais provável e o cenário “fantástico”. São vistas as variáveis para que cada um aconteça.

Categorizando as respostas das questões 3 e 4 que tratam da característica empreendedora Correr Riscos Calculados, encontram-se as categorias comuns aos 3 empreendedores: “decidir em conjunto para ter diversas opiniões”, “experiências anteriores”, parcerias para reduzir os riscos” e “troca de experiências”.

No contexto da resposta houve outros pontos de relevância citados pelos empreendedores, são eles: alternativas para os problemas, explora seu potencial para aceitar os desafios, possui sua própria de avaliar os desafios, fica atento aos efeitos negativos, valoriza o uso do tempo, tem alta propensão ao risco, foca no Resultado, busca o maior resultado e mais rápido e cria uma arvore de decisão.