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22e année, N ° 8 A oû t 1972
Sommaire
Sons de cloches Petite chronique de l’U V T Forêt A plumes égales : S. Corinna Bille et Maurice Chappaz M ort d’un artisan
Trees Forêts La forêt et les hom m es
Parcs et jardins V o n hölzernen D ingen — hölzerne Sätze aus einer hölzernen Welt D u bois ! Potins valaisans Mots croisés Lettre du Léman Bridge Gaby Ire boulangère-pâtissière du Valais Le baptême du torrent de Saint-Barthélemy U n mois en Valais Unsere Kurorte melden Air bachique
N o tr e couver tu re : Forêt de Finges (Photo R u p p e n ) Dessin d ’H a rtm a n n P ho tos A r b ella y, R itle r, R u p p e n , Thurre
Forêt
J ’ai m arché lo n g tem p s dans la fo r ê t de pins. Seul,
avec un p e tit b ru it de v e n t dans les aiguilles. M o n
c œ u r s’a ffo la it de tro p de silence et de s o litu d e ; je
l’entendais cogner sous m a chemise. A lo rs je courus
ju sq u ’a u x prés v e r ts
,a u x chalets, a u x hom m es.
N o u s accrochons nos p h a ntasm es à chaque bran
che et des peurs s’e m b u sq u en t derrière les to u ffe s
d ’herbes.
I l nous fa u t suivre les sentiers balisés,- chercher les
m arques rouges sur les pierres.
A u x h o m m es sauvages les chem ins sauvages, à ceux
qui se g u id e n t sur le ciel et la mousse des troncs, à
ceux d o n t les m ains sèches cro ch ent à la pierre, a u x
h o m m es qui d o r m e n t la n u it sous u n arbre dans leur
capote de soldat, ceux-là ne sa ven t pas m archer
au pas, ni saluer bas, m ais ils n ’o n t pas p eu r d u
silence.
A PLUMES
EGALES
Texte Gilberte Favre P h o to s Oswald R uppen
S. Corinna Bille et Maurice Chappaz
D a n s « Ju liette éternelle » un personnage d it : « U n h o m m e reste toujours jeune ». J ’aimerais que vo u s redéfinissiez - si l ’on p e u t les d é fin ir - l’h o m m e et la fem m e. C. B. : Q u a n d on est la fille d ’un don J u a n qui faisait
encore la conquête de jeunes femmes à q u a tre -v in g t ans, et l’épouse d ’un poète qui fera diverses H a u tes-R o u tes jusqu’à je ne sais quel âge, on p eu t croire ce que l’on a souvent entendu dire ! Ce qui n ’est pas toujours vrai.
Mais le choc de la c inquantaine est plus violent chez la femme. Passé ce cap, il y a peut-être une chance de sérénité plus grande p o u r elle.
M . C. : N o u s associons instinctivem ent l’idée de jeunesse à deux pouvoirs : la séduction ou l’action. L a beauté est fragile ; la force renouvelée d ’un créateur, même s’il est un vieillard, p eu t être ex trêm em ent convaincante. E t l’hom m e plus que la fem m e choisit, p oursuit jusqu’à une limite extrême, une activité professionnelle. Il croit et fa it croire q u ’il ne vieillit pas. Ce n ’est pas souvent vrai.
Il fa u t être un chercheur en tous domaines et peut- être m ême en a m o u r p o u r continuer d ’aimer.
L a femme témoigne d ’une belle vigueur plus secrète et plus discrète.
A d h é re z-v o u s a u x revendications des m o u v e m e n ts dits de libération de la fe m m e tels q u ’ils existent a u x E tats-U nis et en France, tels q u ’ils apparaissent en Suisse ? C. B. : Sans me joindre aux exagérations des U S A et
au « V ive l’hystérie ! » des Françaises, je suis p o u r le rôle social, et non seulement au foyer, de la femme.
P o u r le d ro it d ’exercer le m étier q u ’elles aiment. Le droit, lorsqu’elles assument pleinem ent leurs responsabi lités, d ’av o ir des enfants, mariées ou non, et dans les cas graves de p o u v o ir juger d ’un refus. Le d ro it de dire p ubliquem ent ce q u ’elles pensent, sans injures.
M. C. : N o n , mais je souhaite une place beaucoup plus im p o rta n te aux citoyennes dans les parlem ents, à l’exé c u tif et à l’université.
Bien que les jeux de la dém ocratie politique avec les collaborations complices et l’in fo rm a tio n commerciale, dite neutre, soient truqués et q u ’il ne serve presque à rien d ’aller voter, je souhaite les femmes. C a r leurs dem andes les plus naturelles sont réform atrices. Pensez à l’armée, à la pollution, à la durée et aux conditions de tra v a il, à l’urbanism e. Elles doiv en t être actives par certains grands refus et certaines grandes ouvertures.
L ’université est un in stru m en t de critique d ’une effi cacité, p o u r changer la société, supérieure à celle du p arlem en t qui est l’arche des hommes d ’affaires.
Selon vous, quels sont les m a u x les plus graves d o n t so u ffre la société o ccidentale? C. B. : Le m al d o n t souffre le plus le m onde occidental
c’est la surpopulation. D ’une p a r t les foules et, d ’autre p a rt, cette société de consom m ation forcée où le besoin à tous p rix de plaisirs devient finalem ent une source de déplaisirs et même de malheurs.
N o u s sommes des proies.
M . C. : Le massacre de la n a tu re sous toutes ses formes : le gaspillage et les pollutions. Les scientifiques nous ont av erti : la catastro p h e est prévue dan s un délai assez bref. Sicco M ansholt, le président de la commission du M arché com m un, avoue : la croissance de la société industrielle d o it être stoppée sous peine de n o tre propre
mort. O n va, déclare-t-il, vers un effo n d rem en t plus terrible que la guerre.
Voyez, M an sh o lt le m inistre rencontre le « M atch » et la « T e n ta tio n de l’O rie n t » de C h a p p a z le fa n ta i siste. Massacre de la n a tu re et destruction de l’homme. Les valeurs culturelles anciennes, vidées de leur sens, servent de vernis, de p ro p a g a n d e et d ’alibi facile. L ’ef fort de retro u v er ce que les anciens et le C h rist voulaient réellement dire n ’est fa it presque nulle p art. O n a d a p te
mais il y a perte d ’un message. E t d ’autre p a r t notre société actuelle veut la richesse et la puissance mais elle refuse d ’aller au fo n d de cette connaissance qui lui" a procuré cette richesse et cette puissance. N o tr e société ne v eu t ni savoir ni a p p liq u er ce que la science lui dit de l’hom m e et lui dit du monde.
Illogisme de profiteurs.
Il n ’y a plus d ’enseignement : nous v iv o n s sur un double mensonge.
N o u s som m es plus précisém ent en Valais. V o u s y a v e z assisté à la naissance des barrages et du tourisme. A u jo u r d ’hui, p o rte z un jugem ent sur cette évolution. C. B. : J ’ai adm iré comme une cath éd rale gigantesque,
capable même de refléter la divinité ou, en to u t cas, l’énergie des petits hommes : les barrages de la G ran d e- D ixence et de M auvoisin. Mais, h a b ita n t l’été une v a l lée encore intacte, é to n n am m en t belle, j’ai ressenti un désespoir à l’idée q u ’on p o u r r a it un jo u r (on en a parlé) la détruire en construisant un barrage.
P a r r a p p o r t à la nature, le tourism e tel q u ’il se déve lo ppe est la p ro stitu tio n organisée. Il y a une protection des sites, et même une p rotection du tourism e à consi dérer...
M . C. : Il y a une fo rte image extérieure : l’épopée du m u r qui se construit, des fleuves q u ’on arrache. Le V alais a donné naissance à des types d ’hom m es excep tionnels : l ’o u v rie r-p a y sa n des usines et le m ineur des hauts chantiers. C ’étaient des héros obscurs.
M ais à côté des accidents visibles, le prix en morts dû à la silicose (des dizaines de M a t t m a r k !) est tenu caché p a r ceux qui le connaissent. E t l’on sait aussi que le V alais des glaciers a v e n d u (à côté de l’air, de la neige, de la terre) assez de sources p our m an q u e r m ain te n a n t d ’eau p o tab le en certaines régions.
Q u a n t au tourism e il n ’a aucune grandeur. S’il y eut une « épopée » ce fu t celle des spéculateurs. Vous savez quel V alais artificiel, malsain, défiguré, on a créé. Et les stations, les P o rn o -S a p in coûtent cher à la collecti vité. A quelques-uns les gros bénéfices, à la collectivité de p a y e r les infrastructures, d ’ab o rd p o u r p erm ettre le jeu de ces messieurs, ensuite de rep re n d re les actions de téléfériques inrentables, de rép o n d re à coups de millions à tous les problèmes que leur « progrès » a suscités. Mais la collectivité n ’arriv e plus à enlever leurs ordures.
A l’extérieur d u Valais on p réten d que l’argent est m o n té à la tête des Valaisans. Q u ’ils se sont dégénérés et qu’ils e x p lo ite n t d ’une fa ço n éhontée et leurs paysages et leurs touristes. A vo tre avis, quels sont les d éfa u ts des « n o u v e a u x » V a la isa n s? C. B. : L e V alaisan est a u jo u rd ’hui un peu comme un
n ouveau riche, avec les défauts et les n a ïv etés du n o u v eau riche. A vec sa force bou illo n n an te aussi. Il cons tru it tro p , il rab o te et sabote les m ontagnes, coupe les arbres, laisse b rû ler les forêts, rem p lit tous les vallons d ’ordures...
D a n s les autres cantons, on est to u t de même moins b ru ta l à l’égard des villes anciennes et des paysages, on fa it beaucoup plus atte n tio n aux richesses naturelles du pays, qui sont aussi des richesses touristiques.
M . C. : A l ’extérieur je crois q ue l ’on ne tro u v e ni anti pathiques, ni dégénérés, mais coriaces, dynam iques, un peu tru a n d s et très w estern, nos entrepreneurs par exemple. C ertes on constate aussi que n o tre hôtellerie n’a pas la tra d itio n de celle des Grisons. E t cela se sent tro p souvent. Les hôteliers sont comme les abricots.
N o n , le jugem ent sévère, étonné et m éprisant, se porte depuis dix ans su rto u t sur nos autorités. O n a l’impres sion de plus en plus nette q u ’elles p erm etten t le pillage du pays, q u ’elles n ’a p p liq u e n t pas les lois (sauf les fédérales, et seulement après des mesures de rétorsions précises), q u ’elles ne s’intéressent q u ’au p ro fit immédiat, q u ’elles falsifient la vérité dans leurs déclarations publi ques. O n les juge p a rfa ite m e n t médiocres vis-à-vis de l’av en ir d ’un très beau pays.
Il me semble que la jeunesse é tu d ian te valaisanne p arta g e entièrem ent cet avis. D es collégiens de Sion doiv en t pallier p a r voix de pétition à la m auvaise vo lonté de l’E ta t. E n tre l’autosatisfaction officielle et l’opinion des universitaires, il y a un abîme.
A d m e tto n s que vous soyez visionnaire. U n voile rose déchire le ciel. Un orage éclate. V ous v o y e z le Valais en l ’an 2000...
C. B. : Les rom ans d ’a n ticip atio n m ’o n t toujours en nuyée, bien que Jules V erne me séduise. Le V alais en l’an 2000 ? J ’avoue que je ne vois rien. R ien du tout. C ’est peut-être significatif.
M. C. : M éditons sur la façon d o n t nous avons pu ou pas pu élever nos propres enfants...
A v e z - v o u s le sen tim en t d ’écrire dans le désert ? C. B. : L ’écrivain écrit toujours dans le désert. Même
s’il a un public. Il n ’y a pas d ’écrivain sans ascétisme, sans un peu de folie aussi. Je suis poussée p a r le besoin absolu de m ’exprim er, de com m uniquer, et p o u r ta n t je ne pense pas au lecteur.
Personnellement, j ’ai eu la chance d ’être assez bien comprise dans m a fam ille ; mais il est arriv é un jour où ma mère (et je lui en garde reconnaissance) fu t la seule à ne pas me dire : « V a gagner ta vie dans un bureau ! »
M . C. : T o talem en t si l’on pense au m onde des a p p a rences sociales. E galem ent si l’on sait q u ’écrire est un acte de solitude : la lampe, la nuit, la feuille de papier blanc. E t c’est la n u it même en plein jour, car la vraie rencontre est avec l ’hom m e qui se cache en nous, dans le désert. E t c’est cet hom m e inexploré qui s’exprime, qui a un style. M ais pas du to u t sur le plan de la com m unication : j ’ai même eu vingt mille lecteurs po u r un livre où je peins des Valaisans...
A tte n d o n s v ra im e n t le désert : telle plante qui fleu rira encore dans vin g t ou cent ans (voyez les « Q u a train s » de R ilke) et les horribles carcasses de certains hom m es et de certaines œ uvres de sang et de fric. Ils nous incom m odent déjà.
E conom iquem ent, le Valais est classé dans les cantons « sous-développés ». Sur le plan artistique, vo u s sem ble-t-il aussi lésé ?
C. B. : A L ausanne, je rencontre parfois un gros m o n sieur f o r t en gueule et m alicieux qui réussit régulière m ent à me dire que le V alais est un pays sous-développé. Je proteste, bien sûr, un peu chaque fois. Mais il est arrivé un jo u r où j’ai dû lui conter une petite histoire scientifique... Alors, il m ’a regardée en face et il s’est écrié, tr io m p h a n t : « E t m a in te n a n t, est-ce que vous croyez encore que le V alais n ’est pas un pays sous-déve loppé ? » P enaude, j ’ai rép o n d u : « O ui, monsieur, je crois que vous avez raison. »
Sur le p lan artistique, que dire ? M algré le nom bre croissant d ’artistes, de peintres surtout, il reste assez pauvre. A vo ir certaines architectures et mobiliers a n ciens, il semblait être plus savoureux, pulpeux, a u tre fois. M êm e dans l’écriture. J ’ai lu des lettres de jeunes filles paysannes, vers 1900 : des textes adm irables de vie et d ’im agination.
M. C. : Econom iquem ent, la question est discutable : non dans le sens de l’ex ploitation forcenée, ou dans le sens d ’un sous-équipement p o u r faire face au progrès-chaos, oui q u a n t à l’écologie, oui q u a n t à la colonisation par les sociétés extérieures de tro p de biens naturels.
Sur le p lan artistique, je note à l’a c tif ou au passif les choses suivantes : d isparition de l’a rt populaire et expédition d ’une bonne p a rtie du trésor à l’étranger ; incapacité de sauver une architecture mais renouveau d ’un a rt sacré, p a r le v itra il — v oyez Bille et C hav az — m ais ce renouveau touche à sa fin ; recherches d ’une histoire sous l’impulsion d ’A n d ré D o n n e t ; en musique, P a rc h e t inconnu. Q u a n t à l’écriture, j’attends la p ro chaine éclosion dans le H a u t-V a la is plus p rim itif et qui sera p eu t-être plus m oderne dans son renouvellement que le V alais ro m an d .
Il y a quelques m anifestations, culturelles en Valais p e n d a n t l ’été... Il n ’y a aucun m oyen et aucune politique de la culture. P o u r les gens au pouvoir, culture signifie propagande.
Beaucoup d ’adultes a u jo u rd ’hui n ’arriven t plus à suivre... : la contestation per m anente, la révolution, l’anarchie, la drogue, les réform es dans le clergé et dans l’armée, etc... En ta n t q u ’écrivains et parents com p ren ez-vo u s ces « bouil lo n n em en ts » ? Les e x p liq u e z-v o u s ? V o u s a rrive-t-il de vous engager face à certains problèm es ? O u restez-vous to u t sim p lem en t in d iffé re n ts et m arginaux ? C. B. : Les « m outons » qui contestent p arce que la mode
est à la contestation, ceux-là je les méprise. Les jeunes qui p ren n en t conscience des réalités, avec moins d ’aveu glement et d ’hypocrisie que leurs parents, je les admire. Q uant aux réformes de l’Eglise, hélas ! elles ne gagnent pas toujours en social ce q u ’elles perd en t en mystique. Voyez : la messe nouvelle, avec ses lam entations et ses chants en français, est d ’une tristesse grisâtre qui nous chasse du sanctuaire.
M. C. : Je réinsiste sur le double mensonge d o n t j’ai parlé et sur la fausse m orale qui en découle. N o u s v o u lons agir en ta n t qu’hommes m odernes et penser en ta n t q u ’hommes anciens mais en refusant les conséquences et les responsabilités de nos actes, en ne tir a n t pas les conclusions qui s’im posent selon les critères objectifs et en même temps, sans savoir que nous avons p erdu la tra d itio n (voyez l’Eglise : l’hom m e intérieur n ’existe plus), en nous a c h a rn a n t p a r peur, p a r in térêt à nous tro m p e r nous-même et à tro m p e r les autres avec des masques et des fantôm es de trad itio n .
L a contestation perm anente, si elle est raisonnée, est la seule chance de v o ir clair.
L ’écriture ? U n e création passe a v a n t toute discus sion. C ’est de n a tu re un engagement.
Vous a v e z écrit « Le T esta m en t du H a u t R h ô n e », le «• M a tch V alais-Judée » et le «Valais au gosier de grive ». Lequel de ces livres ressemble le plus à vo u s-m êm e ? C. B. : Je pense que tous nos livres nous ressemblent et
sont, à la fois, très différents de nous. Il y a une grande part d ’in vention dans mes écrits. M ais ce que nous in ventons, c’est la p a rtie inconnue de nous-même.
J f o w t - v w » ,
M. C. : Le « T estam ent » décrit une nostalgie, il a l’am ertum e d ’un adieu, le « M atch » est un fabliau, une farce qui ré p o n d à une farce, la porcine farce du p ro grès, le « Gosier de grive » est m algré to u t une excla m atio n de joie biblique. Je me sui? mis to u t entier en chacun de mes livres.
Mort d ’un artisan
C 'é ta it le sam edi six m ai
à h u it heures du soir.
I l m o n ta it l’escalier
de sa m aison, ces marches
de bois creusées dans le m ilieu
pa r d ix générations.
L u i, ça faisait tren te-h u it ans
que ses pas y laissaient leur m arque
m a tin et soir, sa fe m m e et lui
de leur jeunesse à l'âge m ûr.
D e l’autre côté de la rue
le gagne-pain, l’échoppe
où les souliers du quartier à
to u r de rôle, usés, malades
v en a ie n t se fa ire rajeunir.
S ’il v o y a it la rue a u jo u rd ’hui
il continuerait de s’y vo ir
il lui dirait, ainsi q u ’à celles
des Saints-Pères, d u P ré-aux-C lercs :
« Je suis toujours là » ... E t c’est vrai,
derrière l’établi
ou d e v a n t la piqueuse
casquette u n brin sur l’œ il
ou se revigorant
d ’u n « p e tit » beaujolais
un p ie d dans le café d ’en face
l’autre dans le café du coin
p ou r ne pas faire de ja lo u x ;
sa gaîté, son accueil
chaleureux de la vie
son cœ u r o u v e r t à tous
co m m e jadis dans les villages
de m on ta g ne, en Valais
les portes des maisons.
P o u rta n t ses outils l’a tte n d e n t:
l’alêne, le m arteau
le tranchet, le com pas
la gouge et le lissoir
tous ces outils que la m achine
exterm in e à tours de rouages
p o u r faire de l’h o m m e u n robot...
Ils a tte n d r o n t toujours ;
l’o u til reste fid èle
à la m a in qui l’a travaillé.
C ’était le sam edi six m ai
la veille du jo u r d u repos.
Il m o n ta it l’escalier, ces m arches
de tren te-h u it années
avec sa fe m m e , tren te-h u it
années partagées, et soudain
p a rm i l’in n om bra ble réseau
d u sang l’obstacle qui fo u dro ie.
I l a v u to u t bleu
Le ciel et l’eau des b ea ux m atins
de Bretagne à perte de vue.
E t dans ce bleu sans fin
les circonflexes blancs
des hirondelles de mer.
Trees
In our ecology-conscious age, ever m ore people become aware o f the im portance o f trees in relation w ith life and climate. T h e y p rotest a n d dem onstrate in to w n s where the last survivors are sacrificed to the god exp a n - x sion, to m a k e place fo r concrete buildings.
The C a n to n o f Valais, w hose to ta l surface is 5,251 square kilom etres, is reputed to have S w itz e r la n d ’s h o t test a n d driest climate. W ith o u t trees, it w o u ld be an eroded, barren desert. B u t in the 170 k m (160 miles) long R h o n e V a lley, the U p p e r Valais betw een Gletsch and Brig, a n d the L o w e r Valais betw een M a rtig n y a n d Lake G eneva, are green a n d cool. Spruce trees, firs, larches a n d pines cover the m o u n ta in slopes, w hile leafy deciduous trees g ro w an the f la t va lle y bottom .
In the C en tra l Valais, betw een Sierre a n d M a rtig n y, the sun-parched slopes o f the northern m o u n ta in range have /fe w trees, w h ile dense forests cascade down\ the steep slopes o f the southern range.
Since the s w a m p y v a lle y b o tto m w as reclaimed around I8 6 0 , m a n has created in the C entral Valais a rich fr u it garden d u b b e d the Sw iss C alifornia. H ere grow the m a jo rity o f the Valais' 716,780 fr u it trees, o f which 349,973 bear the fam ous, p e r fu m e d apricots, while the others are pear, prune, cherry a n d peach trees, in th a t order, peach being the least numerous. Near M a rtig n y, there are also some sm all plantations of edible chestnuts w h ic h are n o w becom ing rare in Sw itzerland, a n d w a ln u t trees g row in m a n y side valleys branching o f f the R h o n e Valley.
O f the 102,335 hectares o f forests, o n ly 7,662 hec tares are p riv a te p ro p erty. T h e rest belongs to the Fede ral G o vern m en t, to the S tate o f the Valais, to com m unes and long-tim e n a tive families. O n ly 85,135 hectares are covered w ith p ro d u ctive w oods ; the rem aining 17,200 hectares are fo rested o n ly to protect the la n d fr o m ero sion a n d avalanches. F u lly 80 °/o o f these forests consist of evergreen trees, 20 °/o o f deciduous trees.
N o w o n d e r the Valais has become a vacation para dise fo r m ore than m o u n ta in climbers. W ith over tw o thousand kilom eters o f easy hikers’ trails, a n y b o d y can enjoy a vacation in this b ea u tifu l land. The h ig h w a y from L a ke G eneva passes through cool stretches o f bir ches, w illo w s a n d beech trees. T hen, b e y o n d Saint Maurice, it goes through the Bois N o ir — a forest o f black pines. From M a rtig n y o nw ard, it passes through the orchards w h ich , in spring, are a bridal bouquet of pink a n d w h ite blossoms. A t their u p per end, between Sierre a n d L eu k, there is another splendid pine forest, the P fy n w a ld . A l l the w a y up the R h o n e V a lley, rows of poplars p o in t the w a y to w a rd Brig. W h en , at the beginning o f the 18th century, N a p o le o n I ordered a highway to be built in the R h o n e V alley, he also ordered the quick-g ro w in g poplars to be p la n te d along the road to give shade to his m arching armies, as in France. In recent decades, m ost o f them have h a d to be cut d o w n to allow the h ig h w a y to be w idened. B u t there are still many standing in In d ia n file along the R h o n e R iv e r
a n d canals, fo r th ey prosper in d a m p earth, draining o f f the surplus w a te r a n d also serving as w indbreaks. M a n y to w n s have plane-trees along the streets a n d in the to w n squares. N o r m a lly , these trees g row v e r y tall, b u t as th e y w ere p la n te d to p ro v id e shade, their branches are p ru n e d each w in te r to keep th em leafy. B u t the p ru n in g m akes them lo o k like gnarled ghosts on d a rk w in te r nights. In Sion a n d Sierre, some splendid old Lebanon cedars g ro w in public p a rks or in p riva te gar dens.
A m o n g the d a rk firs o f the forests, one distingui shes the light green needles o f the larches. I n the high valleys, the larches o u tn u m b e r other evergreens. A w a lk through these scented, sun -d a p p led w o o d s is a real pleasure, fo r the thin branches o f larches m a k e w o n d e r f u l l y lacy p atterns against the d a rk blue sky. T h e fin e grained la rch w o o d has a lw a ys been used to build chalets an d fu rn itu re, a n d sculptors used to carve the altars o f churches a n d chapels o f this w ood.
In va lleys w here no cereals grow , farm ers spread in stables the dried leaves o f m aple trees as litter fo r their cattle. T h e m ountain-ash grows fa ir ly high up, a n d in w in te r its red berries are appreciated b y birds, such as the m o u n ta in jackdaw s.
B u t the kin g o f trees is the stately arolla, or cembra pine, w h ic h grows at the timberline. A lth o u g h their n u m b e r is d w in d lin g , there still exist some small groves in the Valais, such as that in the village o f A ro lla above the V a l d ’Hérens. T h eir scented w o o d was used chiefly to m a ke fu rn itu re, clothes chests a n d panelling fo r the interior walls o f rooms. T h eir oily seeds used to be gathe red b y people fo r eating, hoarded b y squirrels, a n d eaten as w e ll b y nuthatches a n d tits. For all these reasons, fe w e r a n d fe w e r cembra pines g row n o w in the Swiss A lp s a n d m o st o f the groves or single trees are n o w protected. I t is a m arvellous sight to come upon a lone old arolla a n d m ost o f the m ig h ty old trees show scars o f dam age by lightening a n d w in te r storms. T h eir split, bleached tru n ks reach s k y w a r d w ith gnarled branches as if to im plore heaven to give them another chance fo r survival. Som etim es their prayers are heard, a n d around their roots g row n ew shoots. O ne such ancestor — a la n d m a rk on the G ornergrat above 2 e r m a tt, faces the M a tterh o rn like a rival. E v e n n o w , its skeleton seems to d e fy the m o u n ta in soaring ha u g h tily into the sky.
A l l these forests contribute to the pure, h ea lth y air o f the Valais a n d soothe the nerves o f people w h o rest there a w a y fr o m city noise a n d p o llu te d air. B ut it is in late O ctober th a t it is a feast to see the Valais in its a u tu m n glory. The golden, rust a n d v i v i d red leaves o f fr u it trees a n d grape vines create a fir e w o r k o f colours, a n d a m ong the d a r k firs soar the golden candles o f the larches w ich lose their needles in autu m n . Even in w in ter, the snow -laden branches o f spruce a n d firs, the fro ste d lacy branches o f the larches contribute to the b eauty o f this blessed land. _
L e u
a a e t
L o rs q u ’en cette fin de m atin ée d ’a o û t, la tra g iq u e n o u velle v in t bouleverser les ondes, des c œ u rs se so n t crispés, m e u rtris, déchirés. T ous les cœ u rs de R o m a n d ie et c o m b ie n d ’ailleurs aussi : celui de R o g e r avait cessé de b a ttre .
E tait-ce possible? Est-ce pensable a u jo u rd ’h u i encore? C a r enfin, s’il est u ne vie qui ne sem blait jamais d evoir finir, c’était la sienne, t a n t elle éta it jeune et faite p o u r d o n n e r, p o u r dispenser Ja joie, la b o n té .
D ’autres o n t su dire et écrire m ieu x q u e m oi, a v an t m oi, le p rix de l’am itié q u ’ils lui v o u a ie n t et que R o g e r N o r d m a n n savait re n d re m ieux encore, d ’u n e m a n ière exquise, to u jo u rs désintéressée, bien q u ’il l’ait p ro d ig u é e à la ron d e. Sa délicatesse, son altruism e n ’a v aien t pas de bornes. Il v iv ait in te n sé m e n t, pas p o u r lui, mais p o u r les autres, ceux q u ’il chérissait auprès de lui et ceux q u ’il aim ait parfo is m êm e sans les c o n n a ître .
Son âme d’éternel e n fa n t h é b erg eait p o u r t a n t une p ro fo n d e connaissance des h o m m e s qui n ’o n t pas t o u jours su lui dire, de son v iv a n t au m oins, leu r reconnais sance p o u r t o u t ce q u ’il leu r a p p o rta it. Et, de su rc ro ît, une intelligence, u ne vivacité d ’esprit, u n e c u ltu re qui o n t p e u t-ê tre fait des jaloux.
Il aim ait te n d r e m e n t son pays, n o t r e Valais. N e l’a-t- il pas confessé dans cette m êm e revue dès l’in s ta n t où je lui en proposais les colonnes encore bien tim ides, alors que de grands périodiques s’h o n o r a ie n t de sa c o llab o ra tio n ?
E t q u a n d j’avais encore la c a n d e u r de croire en la p ré v e n tio n ro u tiè re , ce f u t R o g e r qui, avec ce tte m êm e connaissance des hom m es, m e suggéra de p a rle r à leur a m o u r - p r o p r e en ré c o m p e n s a n t les bons co n d u c te u rs, p l u t ô t que d ’enseigner o u de m o rig é n e r les mauvais. N o u s p a rtîm e s alors, m ic ro en m ain, dans cette belle a v e n tu re de « M o n sieu r P ru d e n c e » d o n t les aînés se so u v ie n n e n t p e u t-ê tre , sillo n n an t les ro u tes de nos can tons, en com pagnie de gendarm es, p o u r u ne fois géné reux et souriants.
Le sourire. P e u t-o n o ublier le sien ? Il l’avait toujours, m ê m e dans les m o m e n ts pénibles de la désillusion, où il s’interdisait de m édire. E t p o u r t a n t , quelle m erveilleuse conscience professionnelle ! Je le vois encore dans les coulisses d ’une m odeste salle de cam pagne, a v a n t d ’en tr e r en scène p o u r une émission de la « C h a în e du
Il y a q u e l q u e s a n n é e s , e n c o m p a g n i e d u r é d a c t e u r e n c h e f d e « T r e i z e Etoiles»
b o n h e u r » — cette p e tite m erveille de la philanthropie, o ù il m ’avait e n tra în é t o u t u n h iv e r dans son sillon et son enthousiasm e — je l’e n ten d s encore m ’av o u e r qu’il avait u n tra c fou.
N o n , R o g e r, t o u t cela est bien v iv a n t, c o m m e tu le dem eures to i-m ê m e p a rm i nous, avec ta générosité qui t ’a valu d u Ciel une m o r t sans souffrance. E t t u as du, je pense, le réaliser encore l’a u tre jo u r à Epalinges, perdu sous ces fleurs q ue tu n ’avais pas voulues, au m o m e n t oi la vieille équipe de L o u lo u , n oyée dans la foule et dans les larmes jaillies d ’u n e p hrase de la g av o tte , te mur m u r a i t une d e rn iè re fois, la gorge étranglée : « Il ne faut pas r o m p r e la C h a în e ! »
A d ieu R oger.
Forêts
Cri d ’alarm e adressé au Conseil fé déral :
N O S F O R Ê T S D E M O N T A G N E V O N T A L A R U I N E !
Dans les alpages, on rase les arbres vig o u reu x les plus proches, le bétail abîm e les repousses ; la lim ite d’altitude des forêts s'abaisse. D a n gers d ’avalanches accrus ! Erosion du sol, chutes de pierres, torrents ravinés... D ’autre part, une énorme quantité de bois se perd, fa u te de chemins de dévestiture.
Les remèdes proposés p a r ce r a p port sombre, mais véridique ?
Organiser l ’a d m inistration des f o rêts sur le p la n fédéral, étudier la situation dans son ensemble, recenser les arbres, n o m m e r des agents fores tiers, réglementer les coupes, le reboisement, créer des chem ins f o restiers.
Tout ceci a été discuté hier à Berne. H ie r, c’est-à-dire en 1862, il y a plus de cent ans. Juste le temps qu’il fa u t à un arb re de m ontagne pour devenir adulte.
A vues humaines, le recul est suffisant p o u r nous rem plir de g ra titude. Ces avertissements o n t été suivis d ’actes, et no tre richesse fores tière a été sauvegardée.
L ’inspecteur forestier est l’hom- m e-orchestre placé à la charnière de l’organisation de la sylviculture, entre l’a d m in istratio n fédérale et le p ro p riétaire local.
A d m in istra te u r, il règle les coupes de bois, en rend com pte à l’a u to rité , centrale ; ingénieur, il p rév o it et surveille l’o u v ertu re d ’un réseau de chemins forestiers. Sylviculteur en-j fin, il applique to u t un programme de soins à la forêt.
N o u s le tro u v o n s ici, encore, à la charnière du tem ps calculé en géné rations d ’hommes. L u tte r contre les avalanches, reboiser les ravins, re constituer les zones surexploitées, voilà le legs du passé.
D a n s le présent, il y a la forêt a d u lte à utiliser, les problèmes ac tuels à concilier avec le m aintien du capital-forêt.
— Sait-on, p a r exemple, q u ’une coupe p o u r piste de ski exige un reboisement com pensatoire ailleurs ? E n fin , to u rn é vers l’avenir, l’in génieur sylviculteur com pte par ; siècle. P la n ts de pépinière à élever, I dégâts de m aladie ou d ’insecte rava geur à circonscrire, élimination i constante des. sujets médiocres au! p r o f it des meilleures plantes, qui,, ra jo u te ro n t cerne après cerne à leur m a tu rité élégante p our le plaisir de nos petits-enfants.
C om m e on co m prend le souhait de M. K uonen, inspecteur forestier,
en me g u id an t dans la fo rêt de N e n - d az vers des coupes de nettoyage :
— Il fa u d r a it q u ’on puisse revoir ceci dans deux générations !
L a forêt, débarrassée des sapins m al venus ou malades, n ’a jamais l’air mutilée. D ’où a-t-on bien pu sortir tous ces jeunes fûts que l’énor me chenille m écanique amène au b o rd de la route des m ayens ?
D a n s la clairière, près de la pente où les arbres m arqués v o n t être abattus, le bûcheron autrichien in vective un tro n c ré calcitran t a v a n t de faire p éta ra d e r sa scie.
J ’ai vu, dans l’arène, le to ré a d o r a p o stro p h er comme cela l’adversaire q u ’il allait sacrifier. A v a n t la mise à m ort, même silence là-bas et ici. L ’engin à m o teu r a fini sa partie. D u b o u t des doigts, le bûcheron pince une granché basse et guide la chute avec une étrange légè reté.
C e tte figure de m enuet n ’est q u ’un entracte fu g itif dans la chaîne m écanique de l’exploitation. R onfle à nouveau la scie, passe à nouveau le m asto d o n te et sa tra în e d ’écor- chés, grincent la grue et le camion. U n e fois en plaine, to u t ce bois p a r tir a en wagons vers la fabrique de papier.
Q ui se p la in d ra de cette m écani sation massive ? Elle tran sfo rm e un
service d ’entretien de la fo rê t en une a ffaire rentable. U n des soucis de l’inspecteur forestier s’en tro u v e allégé.
P o u r nous, insoucieux de ces né cessités de gestion, la fo rêt reste le m ystère toujours n eu f d ’une graine à ailette g erm an t p o u r que le temps continue à s’inscrire en lignes con centriques longtem ps après que nous aurons passé de no tre prem ier à n o tre dernier berceau.
Est-ce souci de surv iv re ? L ’h o m me confie à l’arb re ses messages d ’éternité : « L ulu aime Angèle ». P lus anonym e, les initiales du soli taire pro lo n g en t quelque rite cruel : « Je me fo rtifie de sa sève. »
Parfois, l’a rb re inspire un poète, et l’on tro u v e ces m ots gravés sur un p la te a u de table, d e v a n t le ch a let d ’un colonel-hum aniste aux M ayens-de-C ham oson :
J ’étais le beau mélèze D e b o u t f a i bien servi A l ’aïeul, à l’e n fa n t E t to u t au long des ans M o n om bre f u t légère. M o n tem ps n ’est pas fin i C ouché je sers encore. D u baiser de l ’aurore A u frisson de la n u it J ’accueille les amis.
E n tre l’hom m e et l’arbre, les I échanges sont constants : bois du berceau, bois de la table, bois du retable, auge de la fontaine, bûche au foyer...
En retour, le bipède reconnaissant dépose près des racines ses boîtes de conserve vides. E t même, depuis q u ’il fa it sa cuisine à l’électricité, il pousse la logique jusqu’à aban d onner à la fo rêt son vieux potager
bois.