3 Comparaison avec les archives d’autres secteurs de la justice des mineurs
3.1. Les archives de la Protection judiciaire de la jeunesse
3.1.1. Qu’est-ce que la Protection Judiciaire de la jeunesse ?
O estudo dos aspectos simbólicos é essencial para interpretar a emergência das representações ciais e, evitar a tentação racionalista de considerar que os sistemas de símbolos fazem parte
o da portância do significado dessa simbolização e conforme Elias (1994),
a teia de representações simbólicas humanas, predeterminadas pela constituição natural dos seres humanos, que se materializam apenas com o auxílio de processos de aprendizagem social
Elias desenvolve uma
strumento principal de transmissão e transformação, no sentido lato da palavra, é o símbolo,
nteriores escreveram que para entender a natureza esse simbolismo três argumentos precisam ser considerados:
ientemente.
de ter significados contraditórios.
Sen eu
onteúdo intrínseco. O ser humano pode vestir diferentes maneiras nas quais podem ser so
de um reino independente da cultura e dotados de uma realidade autônoma. Contudo, tenderia ao interesse de compreensão da descoberta dos laços entre a linguagem, o conhecimento e o pensamento, sublinhando a importância das emoções presentes nesta simbolização e possuindo uma orientação dinâmica em termos de seu desenvolvimento (ELIAS, 1994).
Como sistemas entrelaçados de signos interpretáveis (símbolos), a cultura remete ao estud im
[...] o mundo é mediado, para a nossa compreensão, por um (ELIAS, 1994, p. 131).
Teoria do Símbolo e ressalta que, no caso do desenvolvimento, o in
incluindo não só o conhecimento, mas também, por exemplo, os padrões de comportamento e de sentimento. A expectativa de um tipo específico de explicação não se deve à experiência pessoal de um indivíduo, mas “às experiências coletivas de um grupo como um todo ao longo de muitas gerações” (ELIAS, 1994, p. 10).
Morgan, Frost e Pondy (1983), em estudos a d
1 – Os símbolos variam consideravelmente no seu grau de complexidade. 2 – Os símbolos podem ser criados conscientemente ou inconsc
3 – Os símbolos variam até mesmo na forma de seu compartilhamento, e po diferentes para pessoas diferentes, às vezes até ungido com significados
do assim, os autores afirmam que essa imagem representa muito mais do que o s c
percebidos diferentes tipos de fenômenos com significação simbólica. Então, em toda a construção social de um símbolo, por um determinado grupo e lugar, o contexto é ressaltado como base fundamental dessa construção. Por isso, um símbolo em uma certa localidade pode
não significar nada para pessoas de outra região. Portanto, um símbolo é um sinal interpretado, não em termos rígidos de semelhança com o seu significado, mas quando outros padrões de alusão e significação são reunidos com o sinal para interpretá-lo como parte de um todo simbólico muito mais amplo. Isso o torna tão individual.
Símbolos são sinais que expressam muito mais
são significados que personificam e represent do que seu conteúdo intrínseco; eles am algum padrão mais amplo de pensamento [tradução nossa] (MORGAN, FROST e PONDY, 1983, p. 5).
Essa abordagem subje
ncionalista na medid certo e
eino de tualização da vida humana, de uso consciente para expressar e sustentar padrões avaliados
abalho de Burrell e Morgan sobre os paradigmas, propõe inco possibilidades para o estudo do simbolismo organizacional, cultural, teatral, jogo de
nética, Cultural e Teatral – onsideraram que o estudo do simbolismo está interessado em identificar e categorizar os tiva do símbolo, proposta pelos autores, difere de uma abordagem
a em que na abordagem objetiva o símbolo é dado como fu
estabelecido pela sociedade global e tem o mesmo significado. Como exemplo, onde há fumaça poderá haver fogo, onde houver nuvens escuras e pesadas poderá significar chuva, etc. Contudo, na abordagem subjetiva o símbolo é algo construído in/conscientemente pelos indivíduos, criado subjetivamente e investido com um tipo particular de significado.
O simbolismo – prática de representação simbólica – é reconhecido como r ri
de ação e persuasão. A cruz como um símbolo de cristianismo, a coroa como um símbolo de monarquia, a cerimônia de graduação como símbolo de aprendizagem, podem ser usadas de vários modos para afirmar e sustentar imagens mais complexas. Qualquer objeto, ação, evento, expressão vocal, conceito ou imagem pode ser matéria-prima para a criação de um símbolo em qualquer lugar e hora.
Vergara (1991) fundamentada no tr c
linguagem, teste e a construção de sentido, conforme a figura 4.
As metáforas do Paradigma Funcionalistas – Orgânica, Ciber c
símbolos, as funções que eles executam, o modo que eles podem ser manipulados e controlados, a significação de atividade simbólica como parte de um ambiente cultural mais amplo, e o modo no qual contribuem para o funcionamento de um sistema mais amplo, como uma organização. Estas considerações mostram modos pelos quais o simbolismo pode contribuir na análise organizacional de forma direta e prática.
Radical humanista Radical Perspectivas do Estudo de Simbolismo Estruturalista Interpretativo Funcionalista Prisão psicológica Instrumento de dominação Construção de sentido Teste Jogo de linguagem Cultura Teatro Cibernética orgânico
FIGURA 04 – PARADIGMAS E METÁFORAS: ALGUMAS POSSIBILIDADES PARA O ESTUDO DO SIMBOLISMO ORGANIZACIONAL
Fonte: MORGAN, FROST & PONDY, 1983, p. 18.
As metáforas do par uagem, teste e a
construção de sentido – s a como a atividade
mbólica é criada e sustentada como um meio de dar forma e formar a vida humana. Então
do improdutivo de forma simbólica que o tem alienado, ou seja, o homem oderno criou um mundo simbólico como uma forma de armadilha, onde as demandas são
seres humanos são vistos na ciedade moderna como sendo oprimidos pela natureza da organização social dentro da qual
adigma interpretativo – cultural, teatral, jogo de ling estão preocupadas com questões relativa si
propõem desvendar e entender o modo no qual a vida social é construída como uma atividade contínua e a composição da ação significante, como os indivíduos dão sentido às suas ações e assim vêm definir e compartilhar realidades que podem ser razoavelmente objetivadas de modo rotineiro.
A metáfora do paradigma radical humanista – prisão psíquica – propõe que o homem criou e sustenta um mun
m
impostas por uma sociedade industrial dominada por necessidade de produzir e consumir, imperativos que, seguramente, são independentes do indivíduo.
Finalmente, as metáforas do paradigma radical estruturalista se aproximam do estudo da sociedade e como no caso do paradigma radical humanista, os
so
eles vivem. Contudo, além de afirmar que a dominação da realidade é simbolicamente construída, ressalta que os paradigmas Humanista Radical e Interpretativo não apresentam uma forma de reação contra essa dominação. As organizações são vistas como instrumentos de dominação, manipuladas e controladas regendo interesses que dominam outras seções da
sociedade em perseguição dos próprios fins, particularmente os relativos à acumulação de riqueza e poder. Dentro do contexto desta metáfora de dominação, os sistemas de símbolo são vistos e estudados como características de componente de ideologia social. A metáfora focaliza atenção no modo no qual uma ideologia dominante é nutrida, manipulada e controlada por esse poder, que sustenta o modo socioeconômico de produção na qual a sociedade é baseada. A mensagem estruturalista radical é que todos os símbolos têm significação ideológica, e se integram na linguagem, nos padrões de convicção religiosa, no conhecimento científico, nos padrões de educação, nos costumes de retórica político, nos rituais, dentre outros.
Morgan, Frost e Pondy (1983) mostram diversos caminhos que poderão fundamentar o estudo sobre o simbolismo organizacional, contudo como o objetivo desta dissertação é identificar e nalisar as representações sociais da família nas práticas cotidianas de gestão em uma
o verificar a importância do simbolismo no universo organizacional, apresentam-se as ão ou podem ser concebidas por exemplo, de uma imagem de “pai” ou “mãe” ou “irmão”, de “padrasto” ou “madrasta”
tações Sociais”, proposto por Moscovici (2003, p. 209-210):
scritos, seus sentimentos e