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Chapitre 2 - Les déterminants des choix modaux (étude 1)

3.  Résultats

3.1. Les explications spontanées des choix modaux

3.1.1. Les différentes logiques d’explication des choix modaux

3.1.1.3. L’influence des déterminants externes

Segundo Bowlby (1969/82), os seres humanos têm uma capacidade inata para desenvolverem comportamentos de cuidados, dirigidos à proteção e ao apoio de outras pessoas que, ou são cronicamente dependentes, ou se encontram, temporariamente, numa situação de carência/dificuldade/necessidade. Estes comportamentos de cuidados são, à semelhança dos comportamentos de vinculação, integrados e organizados por um sistema comportamental – caregiving system – que é recíproco ao sistema de vinculação e partilha com este a função de garantir a sobrevivência e a adaptação, mas desta vez, do outro. Ou seja, o objetivo do sistema de vinculação (proximidade que reduz o mal-estar, aumenta a segurança e garante a proteção) é também o objetivo do sistema de caregiving e, os comportamentos de cuidados são a resposta às necessidades de ajuda e de proteção do outro (George & Solomon, 1999; Solomon & George, 1996). Especificamente, os objetivos deste sistema é satisfazer as necessidades de proteção e de apoio e consequentemente, reduzir o sofrimento dos outros (proporcionar um refúgio de proteção – safe haven) e incentivar/apoiar o seu crescimento, desenvolvimento e autonomia (proporcionar uma base segura – secure base) (Collins & Feeney, 2000; Collins et al., 2006; Feeney, 2004; George & Solomon, 1999; Kunce & Shaver, 1994). Deste modo, o caregiving

system tem uma natureza altruísta, na medida em que se foca nas necessidades dos outros

e, consequentemente, orienta a atenção para o estado emocional dos outros e não para o do próprio (Bowlby, 1969/82). Assim, no âmbito da Teoria da Vinculação, o caregiving

system é complementar do sistema de vinculação, de modo que a construção de uma

relação de vinculação é alicerçada nesta dinâmica de procurar e receber cuidados, de cuidar e ser cuidado. A figura de vinculação tem assim como principal papel proporcionar cuidados, e é através da qualidade dos cuidados proporcionados que se define a qualidade da relação de vinculação.

O caregiving system é ativado pela perceção de necessidade, ameaça, sofrimento e mal-estar no outro ou de situações que possam ameaçar ou dificultar o seu bem-estar e é desativado quando a condição da pessoa em sofrimento é alterada e esta passa a mostrar sinais de bem-estar e segurança (Mikulincer & Shaver, 2007). Segundo Collins e cols. (2006), os comportamentos de cuidados são ativados em dois tipos de situações: (1)

quando a outra pessoa tem de lidar com perigo, stress, dificuldade ou desconforto e, para isso, procura ajuda, ou então não expressa essa necessidade mas claramente beneficiaria dela e (2) quando a outra pessoa tem oportunidade para explorar, aprender e progredir e precisa de ajuda para lidar com esse desafio ou quando precisa de falar/desabafar, celebrar ou ser validada por determinadas aspirações ou realizações. Uma vez ativado o sistema de caregiving (adequadamente ou não), o cuidador tem à sua disposição um repertório de comportamentos que visam restaurar a felt security da outra pessoa. O seu comportamento vai depender da sua avaliação consciente ou inconsciente de duas fontes de informação principais: os sinais demonstrados pela pessoa em sofrimento/necessidade e a sua própria perceção de perigo ou ameaça (George & Solomon, 1999). Assim, os comportamentos podem ser de dois tipos: (1) comportamentos que procuram proporcionar um refúgio seguro (safe haven), como mostrar interesse pelos problemas da pessoa, confirmar a sua capacidade para lidar com a situação, expressar amor e afeto, fornecer apoio instrumental; e (2) comportamentos que procuram proporcionar uma base segura (secure base), como apoiar a pessoa a assumir novos desafios e adquirir novas competências, mostrar interesse genuíno pelas objetivos da pessoa, confirmar a capacidade da pessoa para lidar com os desafios, fornecer conselhos e recursos, não interferir com as atividades exploratórias da pessoa, elogiar as suas realizações (Collins et al., 2006; Feeney, 2004; Feeney & Collins, 2004). Deste modo, o cuidador funciona como refúgio de segurança e como base segura em relação ao outro que precisa de ajuda, e proporciona-lhe alívio e proteção, garantindo assim o objetivo do sistema de caregiving – proporcionar segurança (felt security). Funcionar como refúgio seguro significa apoiar o comportamento do outro que envolve entrar na relação para obter ajuda, conforto e segurança quando se sente perturbado (Bowlby, 1988; Collins & Feeney, 2000). Neste sentido, um cuidador adequado é aquele que é capaz de restabelecer a segurança (felt

security) da outra pessoa quando ela precisa, sendo sensível e responsivo (Ainsworth et

al., 1978; Feeney & Collins, 2004). Isto consiste em fornecer o tipo e quantidade de apoio definidos pela situação e pelas necessidades da pessoa, o que envolve (1) responder flexivelmente às necessidades tendo em conta o ponto de vista, os sentimentos e intenções da outra pessoa, (2) encorajar e apoiar a expressão de sentimentos e (3) ajustar o próprio comportamento em resposta às especificidades da situação. Um cuidador sensível e responsivo regula o seu comportamento de modo a que ele fique em harmonia com o da pessoa que precisa de cuidados, está sintonizado com os sinais não verbais do outro e apreende os detalhes do seu comportamento, interpreta os sinais e comportamentos do outro corretamente e encontra a resposta mais adequada, responde prontamente e adequadamente e monitoriza os efeitos do seu próprio comportamento no outro, modificando-o de acordo com esses efeitos (Bowlby, 1988). Por outro lado, um cuidador

insensível e não/pouco responsivo pode não se aperceber dos sinais e comportamentos do outro, interpreta-los de forma errada ou ignora-los, quando se apercebe deles, interferir de forma controladora ou rejeitante, responder tarde e de forma desadequada ou nem responder à pessoa que precisa (Bowlby, 1988). Estes cuidadores podem fornecer apoio de uma forma que faz com que a outra pessoa se sinta fraca, desvalorizada e como um fardo, que induz culpa e obrigação, que minimiza ou desvaloriza o problema da pessoa ou que culpa e critica o outro por estar perturbado (Bowlby, 1988; Collins, Ford, Guichard, Kane, & Feeney, 2010). Por outro lado, funcionar como base segura significa apoiar o comportamento do outro que envolve sair da relação para explorar o meio de forma autónoma (Bowlby, 1988; Feeney, 2004). Assim, um cuidador adequado é aquele que não só responde aos sinais de perturbação do outro, mas também apoia a exploração autónoma, garantindo-lhe, simultaneamente, que ele pode voltar para obter conforto e segurança quando precisar. Feeney e Thrush (2010) definiram três características do cuidador que funciona como base segura: (1) apoia a exploração, estando disponível na situação em que essa base segura é necessária, (2) apoia a exploração sem interferir com ela e (3) apoia a exploração encorajando-a e aceitando-a. Os cuidadores que não proporcionam uma base segura podem não reconhecer os objetivos do outros nem os sentimentos relacionados com esses objetivos, invadir a exploração do outro, desrespeitar a autonomia do outro, desencorajando ou impedindo a exploração, responder numa altura inapropriada ou de forma pouco útil (Bowlby, 1988) Deste modo, o caregiving na Teoria da Vinculação distingue-se da tradicional conceptualização da prestação de cuidados presente na literatura sobre o cuidado a pessoas dependentes, na medida em que ele envolve duas dimensões nucleares – refúgio de proteção (safe haven) e base segura (secure base) – e se refere ao processo complexo de, por um lado, ser sensível, identificar e interpretar as necessidades do outro, sejam estas de carácter instrumental e/ou emocional/relacional e por outro lado lhes responder adequada e responsivamente. (Feeney, 2004; Bowlby, 1969/82, 1988; Collins et al., 2006; Kunce & Shaver, 1994).

A ativação do sistema de caregiving depende mais da avaliação que o potencial cuidador faz da situação do que da situação em si, ou seja, a pessoa pode sentir-se motivada para cuidar e apoiar com base na avaliação que faz da situação e das necessidades dos outros e não a partir, diretamente, da necessidade concreta da outra pessoa. Deste modo, a pessoa pode não cuidar se não se aperceber, se não for sensível às expressões de sofrimento ou aos apelos de apoio dos outros ou se considerar que estas necessidades são pouco relevantes ou, pode cuidar de forma intrusiva se considerar que a outra pessoa precisa de apoio, mesmo perante a ausência de expressões de necessidade.

Embora o sistema de caregiving tenha evoluído com o propósito inicial de aumentar a probabilidade de sobrevivência e, consequentemente, a viabilidade da descendência e dos familiares próximos, e embora a sua ativação seja mais intensa na relação pais-filhos, quando a criança é mais vulnerável e mais dependente de cuidados (George & Solomon, 1999), o seu funcionamento manifesta-se ao longo do ciclo de vida e estende-se para relações extrafamiliares e com menor grau de intimidade. De facto, apesar de a maioria das pessoas cuidar mais e mais facilmente de pessoas com quem se relaciona de forma próxima, quer genética, quer afetivamente, o sistema de caregiving pode tornar-se mais amplamente disponível para incluir preocupação genuína por qualquer pessoa que mostre sofrimento ou necessidade (Mikulincer & Shaver, 2007; Mikulincer, Shaver, Gillath, & Nitzberg, 2005).

Relativamente ao seu desenvolvimento, o sistema de caregiving começa a manifestar-se na infância, sendo visível na vontade de cuidar e no comportamento de cuidado das crianças e adolescentes quando estão perto de bebés, animais ou quando brincam com bonecas. Contudo, nestas fases iniciais do desenvolvimento, ele expressa- se, sobretudo, através de formas de cuidado e afeto isoladas, imaturas, aleatórias e rígidas. De facto, ele distingue-se do cuidado maduro, na medida em que as sequências comportamentais são fragmentadas e incompletas e a atenção da criança é facilmente distraída e orientada para outros estímulos. O sistema de caregiving começa a evoluir, no sentido de uma maior maturidade, durante a adolescência, o que em parte se deve às mudanças biológicas associadas à puberdade. O seu maior crescimento ocorre, contudo, durante a transição para a parentalidade (George & Solomon, 1999). Nesta fase, tende a ocorrer uma reorganização do modelo do self no sentido de uma crescente maturação, em que as representações da infância como self vinculado são agora complementadas por representações mais maduras do self como cuidador. Quando esta transformação está completa, as situações de perigo e de risco ativam o sistema comportamental de caregiving e, o progenitor organiza agora as suas estratégias psicológicas e comportamentais de modo a proporcionar proteção ao seu próprio filho (Berman, Marcus, & Berman, 1994).

Quanto ao seu funcionamento ao longo da vida, enquanto nas relações da infância, a articulação entre careseeking role e caregiving role é unidirecional, no sentido em que é sempre o adulto que assume o papel de cuidador da criança, nas relações adultas estes papéis são bidirecionais, sendo que cada elemento da relação por vezes proporciona cuidados e por vezes recebe cuidados. Quando as relações adultas são funcionais, cuidar de um parceiro significa apoiar a necessidade de ajuda/conforto quando o seu sistema de vinculação é ativado e apoiar a sua exploração (crescimento pessoal, objetivos) quando o sistema de vinculação não está ativo (Feeney & Woodhouse, 2016).

Seguindo a ideia de Bowlby (1969/82), de acordo com a qual para permanecerem organizados em torno de um objetivo específico, os sistemas comportamentais têm que ser guiados ao nível representacional, George e Solomon (1996) foram pioneiros na investigação que assume o caregiving numa perspetiva representacional. Assim, com base na relação mãe-bebé, analisam a dimensão representacional do caregiving como sendo a responsável pela organização do comportamento cuidador materno. O sistema representacional do caregiving tem as suas raízes desenvolvimentais na construção dos MID do self e dos outros, no contexto das relações de vinculação da infância. Deste modo, se o desenvolvimento do sistema de caregiving ocorrer sob circunstâncias favoráveis, ou seja, com base em interações adequadas e sensíveis com os cuidadores, então a sensibilidade, a generosidade e a compaixão perante as dificuldades dos outros constituirão formas naturais de comportamento. Contudo, o comportamento contrário poderá desenvolver-se na ausência de modelagem e apoio parental adequado, decorrentes da regularidade de separações, perdas ou interações negativas com o cuidador, que provocam insegurança (Mikulincer & Shaver, 2007). No entanto, embora as representações do caregiving se construam com base no passado relacional, elas consistem num modelo relacional distinto do da vinculação, tendo a sua própria trajetória desenvolvimental. Ao longo do tempo, estas representações são moldadas e passam a refletir também as atuais experiências de caregiving, sendo que estas experiências novas não são simplesmente assimiladas nos modelos existentes, mas acomodam-se à realidade e ao contexto específico de caregiving em que ocorrem (Mikulincer & Shaver, 2007; Solomon & George, 1996). Elas são atualizadas e reformuladas de modo a serem consistentes internamente e são usadas em novas situações de caregiving ou como base para planear futuras ações relacionadas com o caregiving (Mikulincer & Shaver, 2007). Deste modo, o funcionamento do sistema de caregiving é complexo e reflete mais a organização interna do cuidador, resultante das suas experiências passadas relacionadas com o caregiving, quer enquanto pessoa cuidada, quer enquanto cuidador, do que as condições externas que o ativam. A este propósito, e reportando-se ao funcionamento do sistema de caregiving na infância, George e Solomon (1999) referem “Providing care is

extremely complex, and ultimately the information and affect that contribute to a parent’s response have more to do with the internal organization of his or her caregiving system than with the child’s cues or behavior. The child’s cues activate the system. What happens next is influenced strongly by the parent’s caregiving system” (p. 653).

Os MID do caregiving constituem a base das diferenças individuais no funcionamento do sistema de caregiving ao longo da vida (Kunce & Shaver, 1994; Mikulincer & Shaver, 2007). Estas diferenças nos MID do caregiving envolvem (1) o modelo do self enquanto cuidador – em que medida o indivíduo se vê com competências e

capacidades adequadas para cuidar e (2) o modelo dos outros que precisam de ajuda – em que medida o indivíduo considera que os outros merecem ajuda. Assim, relativamente ao modelo do self enquanto cuidador, os indivíduos podem manifestar diferenças no modo como se consideram capazes de identificar, de forma sensível, os sinais de desconforto e necessidade dos outros e de lhes responder eficaz e flexivelmente, e de fornecer o tipo e quantidade de ajuda de que os outros precisam em situações particulares. Quanto ao modelo dos outros que precisam de ajuda, os indivíduos podem diferir na crença de que os outros são pessoas com valor, que merecem ser ajudadas e protegidas. Modelos positivos do self como cuidador eficaz e dos outros como merecedores de ajuda contribuem para o funcionamento ótimo do sistema de caregiving, podem reforçar o envolvimento em situações de caregiving e conduzir a um cuidado mais adequado. Assim, representações mentais positivas do caregiving incluem modelos positivos do self como cuidador e dos outros como merecedores de ajuda e contribuem para o principal objetivo do sistema de

caregiving – aliviar o desconforto e sofrimentos dos outros e garantir o seu bem-estar

(Reizer & Mikulincer, 2007). As diferenças nestas representações vão manifestar-se na forma como o indivíduo reage à perceção de sofrimento e de mal-estar nos outros.

Esta perceção de sofrimento na outra pessoa pode provocar dois tipos de reação emocional no cuidador: compaixão empática ou stress pessoal (Batson, 2010). Embora ambas as reações sinalizem a ativação do sistema de caregiving, as duas diferem significativamente no foco emocional e na postura adotada. Enquanto o foco da compaixão é o sofrimento ou as necessidades da outra pessoa e daqui decorre a vontade de aliviar esse sofrimento para benefício dessa pessoa, o foco do stress pessoal é o desconforto pessoal que deve ser aliviado (e não o do outro em necessidade), quer ajudando, quer ignorando a situação. Quando a reação emocional é a compaixão empática, é provável que o cuidador adote o que Batson (2010) designou por postura empática, a qual, segundo Mikulincer e Shaver (2007), consiste na estratégia primária do caregiving system para alcançar os seus objetivos. Aqui importa distinguir o conceito de empatia dos conceitos de identificação emocional e de pena. Enquanto a empatia inclui tentativas para compreender a experiência de outra pessoa, através da sua própria experiência, a pena dirige-se ao sofrimento do outro, impondo uma distância emocional entre o cuidador e a pessoa, que pode envolver arrogância, desprezo e rejeição. Quando à identificação emocional, esta pode levar o cuidador a sentir-se tão próximo do sofrimento do outro, que passa a sentir- se como se vivesse ele próprio esse sofrimento (Boleyn-Fitzgerald, 2003; Hardee, 2003). Deste modo, um cuidador empático é capaz de adotar a perspetiva da outra pessoa para poder ajudá-la, de forma sensível, a reduzir o mal-estar, sendo que a sua postura empática inclui dois componentes fundamentais para um cuidado adequado e eficaz, os quais foram enfatizados por Bowlby (1969/82) e Ainsworth (Ainsworth et al., 1978) na sua

caracterização do cuidado parental: sensibilidade e responsividade. A sensibilidade refere- se à interpretação precisa dos sinais de stress, preocupação ou necessidade da outra pessoa e à resposta adequada ao contexto e às suas necessidades; a responsividade refere-se à resposta efetiva às necessidades explícitas e implícitas da pessoa (George & Solomon, 1999). Deste modo, cuidadores que adotam uma postura empática, interpretam corretamente os sinais de necessidade da pessoa e inserem-se adequadamente nas suas tarefas, respeitando a sua autonomia.

Por outro lado, quando a reação emocional do cuidador é de stress, a sua postura pode assumir a forma de fuga ou de intrusividade, ambas reveladoras da ausência de sensibilidade e de responsividade. Neste caso, a ajuda concretiza-se quando essa é a melhor forma de reduzir o próprio desconforto do cuidador, resultando num cuidado intrusivo (por exemplo, insistir em resolver o problema quando a pessoa deseja resolvê-lo autonomamente) ou controlador, que tem subjacente o sentimento de identificação emocional ou de pena, respetivamente. Quando é possível fugir à situação, então os potenciais cuidadores procuram reduzir o seu stress evitando o cuidado (Batson, 2010; Mikulincer et al., 2005).

Face ao exposto, pode concluir-se que, embora o ser humano nasça com o potencial para se tornar cuidador, o funcionamento adaptativo do sistema de caregiving depende de diversos fatores de natureza intra e interindividual, entre os quais a qualidade da vinculação, o que será foco de discussão no ponto seguinte.

2.2. Diferenças individuais no funcionamento do sistema comportamental de