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ETCHING ELECTRONIC MATERIALS

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Electronic Materials and Processing

PATTERN TRANSFER 15 Table 2.2 Properties of some selected electronic materials

2.4 ETCHING ELECTRONIC MATERIALS

5.3.3.1. Através das paredes e pavimentos de separação

Num compartimento fechado, quando ocorre um incêndio, existe a libertação de fumos e gases que se deslocam com movimentos ascendentes, pois a sua densidade é cerca de um terço da densidade do ar. Estes gases quentes acumulam-se junto ao tecto na vertical do foco de incêndio e à medida que a quantidade aumenta, espalham-se horizontalmente ao longo do tecto de forma radial. A parte superior do compartimento fica sujeita a uma pressão maior do que a inferior, estabelecendo-se um plano neutro acima do qual se têm pressões positivas.

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Se o compartimento não tivesse aberturas e se a envolvente respeitasse as exigências regulamentares, a propagação do fogo a outros locais não era possível. Contudo, a hipótese referida não é viável, pois torna-se necessário estabelecer ligações entre os diferentes espaços do edifício, assim como aberturas para o exterior.

O desenvolvimento e propagação de um incêndio desde um local genérico a outros locais são fortemente condicionados pela localização do foco de incêndio no compartimento e pela natureza dos revestimentos do tecto ou paredes.

Figura 5.17 – Parede e tecto carbonizado no incêndio de um edifício na Rua de Trás em 09/01/09

A rapidez e a facilidade de propagação de um incêndio são fortemente influenciadas pelo tipo de matérias que constituem e revestem as paredes e tectos do espaço onde se deu o início do incêndio. Se o incêndio tem a sua origem junto de uma parede, verifica-se que se os materiais utilizados como revestimento forem facilmente inflamáveis, eles contribuirão para um alongamento das chamas, que atingirão mais rapidamente e com maior intensidade o tecto local. Se o revestimento do tecto for constituído por materiais inflamáveis entrará rapidamente em combustão e haverá um aumento natural das chamas.

Segurança Contra Incêndio em Edifícios no Centro Histórico do Porto 5. RISCOS DE INCÊNDIO

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Poderá, no entanto, ocorrer uma combustão incompleta devido a uma diminuição da percentagem de oxigénio, se todas as aberturas estiverem fechadas e se o espaço for pequeno. Se a temperatura interior for suficientemente elevada para quebrar os vidros, provocando a entrada de ar que fará aumentar novamente a intensidade do incêndio. Se existem portas ou janelas abertas, o incêndio pode evoluir muito mais rapidamente e a probabilidade de se auto-extinguir é muito menor.

Se o incêndio ocorre longe de uma parede as características do seu revestimento não desempenham um papel fundamental no seu desenvolvimento, enquanto que o revestimento do tecto continua a ter um papel decisivo sempre que as chamas e gases quentes o atinjam, o que acontece normalmente.

Nas situações em que as chamas e os gases quentes não atingem o tecto com a intensidade suficiente para que se dê a inflamabilidade desses revestimentos, então o pavimento pode ter uma influência decisiva na propagação do incêndio entre objectos combustíveis existentes no local. Contudo, os incêndios com este tipo de propagação apresentam uma maior probabilidade de extinção do que os referidos anteriormente, a não ser que coexista nesse local um conjunto de factores que facilitem o incêndio, tais como, um revestimento de piso facilmente inflamável, objectos muito próximos uns dos outros, provocando uma carga de incêndio muito elevada e uma elevada fonte de calor .

Figura 5.18 – Material depositado no chão no local onde se iniciou o incêndio num edifício na Rua de Trás em 09/01/09

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5.3.3.2. Através das Comunicações Horizontais Comuns (CHC)

A propagação do fogo nas CHC toma aspectos distintos daquela que se verifica numa divisão isolada, sendo a probabilidade de um fogo ocorrer naqueles espaços extremamente reduzida, pelo que quando os atinge está já, normalmente, num estado avançado de desenvolvimento.

A compartimentação corta-fogo das CHC na generalidade dos edifícios do CHP, nem sempre garante a protecção mínima desejada para que seja garantida a evacuação das pessoas ou da intervenção dos bombeiros para que o incêndio fique confinado ao local de eclosão.

A geometria do caminho de evacuação, a natureza dos materiais de revestimento e o pré- -aquecimento destes espaços antes do incêndio os atingir, desempenham um papel fundamental no desenvolvimento do incêndio nestes locais.

A passagem de um incêndio que deflagrou num espaço genérico para as CHC é, geralmente, feita através de uma porta que, por motivos diversos, não se encontra fechada, ou não apresenta a resistência ao fogo desejada ou pela deficiente resistência corta-fogo das paredes das CHC.

No seu movimento ascensional os gases quentes, as chamas e as partículas que entraram em combustão vão incidir sobretudo no tecto cujo material ficará submetido a elevadas temperaturas. De seguida, desenvolve-se um mecanismo de transferência de calor por radiação entre o tecto e o pavimento, em que a classe de reacção ao fogo dos materiais que os revestem desempenha um papel extremamente importante no desenvolvimento do incêndio nesses locais.

Se o revestimento do pavimento é combustível, ele pode inflamar-se e por radiação, provocar o aumento da temperatura do tecto. Esta reacção térmica, entre o tecto e o pavimento, é de extrema importância na propagação do fogo nestes locais, pois verifica-se nos centros urbanos antigos que a capacidade de desempenho desses materiais de revestimento é, normalmente, insuficiente.

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5.3.3.3. Através das Comunicações Verticais Comuns (CVC)

No CHP na generalidade dos edifícios as CVC não são enclausuradas, pelo que a ligação das CHC é feita directamente com as caixas de escadas, sem qualquer tipo de compartimentação corta-fogo. Quando ocorre a passagem de um incêndio para a CHC, rapidamente este chega à caixa de escadas, provocando a impossibilidade de utilizar este caminho com fuga, traduzindo-se muitas das vezes fatal, pela total ausência de protecção das pessoas ao fumo, gases tóxicos e numa última fase do calor e chamas durante a evacuação.

5.3.3.4. Através de redes técnicas

As diferentes tubagens e condutas, que constituem a rede técnica de um edifício, podem desempenhar um papel extremamente importante na propagação do incêndio a outros níveis do edifício, especialmente se não estiverem devidamente executadas e protegidas. Espaços como caixas de elevadores e caixas de escadas podem igualmente ser meios de propagação do incêndio.

A existência de ductos verticais, onde estão instaladas redes técnicas, desde que não seja garantida a sua compartimentação ou selagem, pode ser uma das principais causas responsável por uma propagação generalizada do incêndio. Estas aberturas podem funcionar como autênticas chaminés, fazendo com que os fumos e gases quentes se espalhem a todo o edifício.

5.4. RISCOS ASSOCIADOS AO DESENVOLVIMENTO E PROPAGAÇÃO DO INCÊNDIO ENTRE EDIFÍCIOS

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