Standard Microelectronic Technologies
4.3 MONOLITHIC PROCESSING
4.3.1 Bipolar Processing
O conhecimento e a análise dos riscos que perigam a vida e bens das pessoas no CHP foram o farol orientador deste estudo, que conduziu à elaboração de uma carta de risco, às recomendações técnicas e às acções a desenvolver nas intervenções de reabilitação, de reparação ou de conservação das edificações, sejam elas leves, moderadas ou profundas, sempre com o pressuposto da melhoria das condições de segurança contra incêndio.
As medidas e acções a concretizar, traduzem-se não só em medidas de natureza física, mas também em acções de prevenção e sensibilização da população para os perigos e riscos associados às suas práticas no dia-a-dia.
As medidas físicas incidem essencialmente na melhoria dos edifícios, com o objectivo de melhorar a sua capacidade de desempenho do ponto de vista da segurança contra incêndio. Nas propostas de melhorias apresentadas, procurou- se a sua exequibilidade, embora se tenha a consciência de que algumas delas, são de difícil implementação.
Qualquer estratégia de intervenção deve ter sempre presente a legislação em vigor, razão pela qual parte deste estudo foi dedicada à problemática da sua aplicação. Procurou-se de uma forma responsável, dar soluções ao licenciamento de edifícios existentes, em particular no CHP, em matéria de SCI. A actual legislação de SCI, não distingue as particularidades, nem as limitações físicas que os edifícios existentes possuem, pelo que, por vezes se torna quase impossível a sua aplicação. São propostas neste estudo, algumas medidas cautelares para o licenciamento de edifícios existentes no CHP.
Neste estudo, foi ainda calculado o grau de risco de ocorrência de um incêndio nos 129 arruamentos dos CHP-PM, orientador, para a maior ou menor dificuldade de actuação dos CB nesses locais. Para esse cálculo, foi aplicada uma metodologia simplificada, onde foram analisados os factores de risco da “Acessibilidade ao local”, a “Disponibilidade de água para o combate a
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incêndios”, e o “Estado de conservação do edificado”, cuja combinação, resultou na caracterização do arruamento.
A carta de risco resultante desta análise, permite identificar os arruamentos mais críticos em termos de acessibilidades e de disponibilidade de água nos hidrantes para as acções de combate a um incêndio, bem como o estado geral de conservação dos edifícios.
Com a realização deste estudo, foram ainda abordados os principais riscos associados ao CHP, com especial incidência para o risco de incêndio, onde foram propostas várias medidas de prevenção e de segurança para esses riscos.
9.2. DESENVOLVIMENTOS FUTUROS
Não sendo possível, neste estudo, face à abrangência do tema, realizar uma análise mais profunda e detalhada na área de SCI, outros trabalhos e estudos poderão ser desenvolvidos de forma a melhorar, a análise de risco de incêndio nos centros históricos, de uma forma simplificada, eficaz e orientadora para a prevenção e execução de medidas que sejam exequíveis neste tipo de locais.
Neste estudo não foi aplicado nenhum método de análise de risco de incêndio aos edifícios ou quarteirões, pelo que, outros trabalhos poderão vir a complementar ou ampliar este estudo, através da definição e aplicação de um modelo de análise de risco de incêndio ao CHP.
O alargamento da área de intervenção a todo o do CHP, deverá ser um futuro estudo a realizar, uma vez que este estudo se limitou á área definida como Património Mundial.
A integração deste estudo no Sistema de Informação Geográfica (SIG), ou outro, deverá ser alvo de um futuro trabalho, cujo desenvolvimento se torna obrigatório para um sistema integrado de informação e de apoio à decisão de todos os APC.
A reorganização dos serviços de bombeiros, através da aferição do dispositivo, da organização e dos meios de socorro existentes na cidade em função do grau de risco determinado, deve ser um tema cuja reflexão se torna obrigatória.
Segurança Contra Incêndio em Edifícios no Centro Histórico do Porto 10. BIBLIOGRAFIA
Luís Manuel Pais Rodrigues - 151 -
10. BIBLIOGRAFIA
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COELHO, António Leça (1997). “Modelação matemática da evacuação de edifícios sujeitos à acção de um incêndio”. Tese de Doutoramento, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal.
FERNANDES, Ana Margarida Sequeira (2006). “Segurança ao Incêndio em Centros Urbanos Antigos”. Tese de Mestrado, Departamento de Engenharia Civil Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal
FIGUEIREDO, Manuel C. L. (2006). “Plano Piloto de Luta Contra e Segurança - Guimarães”. Gabinete Técnico Local da Câmara Municipal de Guimarães, Guimarães, Portugal
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MEALHA, Irene Ruiz, (2008). “Medidas de segurança contra incêndio para Angra do Heroísmo”. Tese de Mestrado, Departamento de Engenharia Civil Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
PEREIRA, Paulo J. R. Meireles (1993). “Incêndios em edifícios na cidade do Porto”. Tese de Mestrado, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal.
PINTO, E.M. (2001) “Protecção contra incêndios para habitações em madeira”. Tese de Mestrado, Escola de Engenharias de São Carlos, Departamento de Arquitectura e Urbanismo, Universidade de São Paulo
PORTUGAL (2008) – Leis, decretos, etc - Lei nº 53/2008, de 29 de Agosto – Lei de Segurança Interna
PORTUGAL (2008) – Leis, decretos, etc - Decreto-Lei nº 112/2008, de 1 de Julho – Conta de Emergência;
PORTUGAL (2007) – Leis, decretos, etc - DL nº 75/2007, de 29 de Março – Lei Orgânica da Autoridade Nacional de Protecção Civil
PORTUGAL (2006) – Leis, decretos, etc - Lei n.º 27/2006, de 3 de Julho – Lei de Bases de Protecção Civil
PORTUGAL (2006) – Leis, decretos, etc - DL n.º 143/2006, de 25 de Julho – Sistema Integrado de Operações de Socorro (SIOPS)
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PORTUGAL (2007) – Leis, decretos, etc - Declaração da Comissão Nacional de Protecção Civil nº 97/2007, de 16 de Maio – Estado de alerta especial para o Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS)
PORTUGAL (2007) – Leis, decretos, etc - Lei nº 65/2007, de 12 de Novembro – Enquadramento institucional e operacional da protecção civil no âmbito municipal, organização dos serviços municipais de protecção civil e competências do comandante operacional municipal
PORTUGAL (2008) – Leis, decretos, etc - Resolução da Comissão Nacional de Protecção Civil nº 25/2008, de 18 de Julho – Critérios e normas técnicas para a elaboração e operacionalização de planos de emergência de protecção civil PORTUGAL (2008) – Leis, decretos, etc - Decreto-Lei nº 56/2008, de 26 de Março
– Comissão Nacional de Protecção Civil
PORTUGAL (2006) – Leis, decretos, etc - Decreto-Lei nº 22/2006, de 2 de Fevereiro – Lei Orgânica do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente e do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro, da Guarda Nacional Republicana
PORTUGAL (1999) – Leis, decretos, etc - Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro – Atribuições e competências para as autarquias locais
PORTUGAL (1999) – Leis, decretos, etc - Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro – Quadro de competências e regime jurídico de funcionamento, dos órgãos dos municípios e das freguesias com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5- A/2002 de 11 de Janeiro
PORTUGAL (2008). Leis, decretos, etc, “Regime jurídico da segurança contra incêndio em edifícios”. Decreto-Lei nº 220/2008, de 12 de Novembro de 2008. Ministério da Administração Interna, Lisboa
PORTUGAL (2008). Leis, decretos, etc, “Regulamento Técnico de segurança contra incêndio em edifícios”. Portaria nº 1532/2008, de 29 de Dezembro de 2008. Ministério da Administração Interna, Lisboa.
PRIMO, Vítor Martins (2008). “Análise Estatística dos Incêndios em Edifícios no Porto, 1996-2006”. Tese de Mestrado, Departamento de Engenharia Civil, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
SANTANA, Mara Leal Andrade (2007). “Avaliação de Risco de Incêndios em Centros Históricos – O caso de Montemor-o-Velho”. Tese de Mestrado, Departamento de Engenharia Civil Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
Segurança Contra Incêndio em Edifícios no Centro Histórico do Porto 10. BIBLIOGRAFIA
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10.1. WEBSITES VISITADOS http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1355507 http://maps.google.pt/ http://jpn.icicom.up.pt/2009/04/16/porto_reforco_da_prevencao_faz_baixar_numero_de_i ncendios_na_baixa.html http://galerias.escritacomluz.com/claudiaf/album06/aag http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=229258 http://www.redbull.pt/cs/Satellite/pt_PT/Gallery/Porto,-Red-Bull-Air-Race-2009- 021242781087678 http://www.civil.uminho.pt/masonry/Publications/Update_Webpage/2003_Luso_Almeida.p df http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=176068&headline=20&visual=9 http://gasnatural.galpenergia.com/vPT/Clientes/Seguranca/Paginas/RegrasdeSeguranca. aspx http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1138814 http://olhares.aeiou.pt/incendio_no_restaurante_simbiose_foto2126381.html
ANEXO A
Anexo A
A - 1
Análise de Risco
A quantificação do Grau de Risco foi elaborada segundo uma escala de 4 a
36, de acordo com os seguintes Graus:
Nível de risco baixo Nível de risco
intermédio Nível de risco elevado
4 a 10 11 a 21 22 a 36
De seguida apresentam-se os graus de risco aferidos para os 129 arruamentos do Centro Histórico do Porto – Património Mundial:
Designação do Arruamento Disponibilidade de água Nº de hidrantes 1-2-3 B Estado geral de conservação dos edifícios 1-2-3 C Acessibilidades 3-6-9 A Nº de edifícios Nº de edifício devolutos ou em mau estado de conservação Grau de Risco GR = C x (A+ B)
1 AFONSO MARTINS ALHO (R. de) 2 2 3 9 4 10
2 ALDAS (R. das) 2 1 9 15 0 11
3 ALFÂNDEGA (R.da) 2 1 6 8 0 8
4 ALMEIDA GARRETT (P. de) 1 2 3 18 3 8
5 ANJO (V. do) 2 2 6 26 5 16
6 ARCOS DA RIBEIRA (L. dos) 2 2 9 24 3 22
7 ARNALDO GAMA (J. de) 3 1 3 0 0 6
8
ARQUITECTO NICOLAU NAZONI
(R. do) 2 2 3 8 3 10
9 ASSUNÇÃO (R. da) 1 2 3 34 5 8
10 AUGUSTO ROSA (R. de) 1 2 3 13 3 8
11 BACALHOEIROS (M.º dos) 3 2 6 22 6 18
12 BAINHARIA (R. da) 2 3 6 74 29 24
13 BAINHARIA (Tv. da) 3 3 3 5 2 18
14 BAIXO (R. de) 2 2 6 3 1 16
A - 2 1-2-3 B 1-2-3 C ou em mau estado de conservação Cx(A+ B)
15 BARREDO (Esc. do) 2 2 9 18 4 22
16 BARREDO (R. do) 2 2 9 26 6 22
17 BARREDO (Tv. do) 3 2 6 8 2 18
18 BATALHA (P. da) 1 2 3 20 5 8
19 BATARIA DA VITÓRIA (R. da) 3 1 6 0 0 9
20 BELOMONTE (R. de) 2 2 3 53 12 10
21 BOLSA (R. da) 1 1 3 7 0 4
22 BURACO (V. do) 2 3 6 19 7 24
23 CALDEIREIROS (R. dos) 1 3 6 95 36 21
24 CALDEIREIROS (Tv. dos) 2 2 6 9 2 16
25 CAMINHO NOVO (Esc. do) 3 2 9 9 2 24
26 CANASTREIROS (R. dos) 2 3 9 9 5 33
27 CANASTREIROS (Tv. dos) 2 2 6 2 1 16
28 CARVÃO (Post.º do) 2 1 6 2 0 8
29 CATIVO (R. do) 1 3 6 22 6 21
30 CATIVO (Tv. do) 2 1 6 2 0 8
31 CHÃ (R.) 1 2 9 33 5 20
32 CHÃ (Tv. da R.) 2 3 9 9 7 33
33 CIMA DO MURO (R. de) 2 2 3 21 7 10
34 CIMO DE VILA (R. de) 1 2 6 62 12 14
35 CIMO DE VILA (Tv. de) 3 1 6 4 0 9
36 CLÉRIGOS (R. dos) 2 2 3 28 4 10
37 CLUBE FLUVIAL PORTUENSE (R. do) 2 2 3 5 1 10
38 CODEÇAL (Esc. do) 2 3 9 29 13 33
39 COLÉGIO (Esc. do) 3 2 9 5 0 24
40 COLÉGIO (L. do) 2 2 9 12 0 22
41 COMÉRCIO DO PORTO (R. do) 1 2 3 55 7 8
42 CORPO DA GUARDA (R. do) 2 3 6 24
43
D. AFONSO HENRIQUES (Av.
Anexo A A - 3 Designação do Arruamento Disponibilidade de água Nº de hidrantes 1-2-3 B Estado geral de conservação dos edifícios 1-2-3 C Acessibilidades 3-6-9 A Nº de edifícios Nº de edifício devolutos ou em mau estado de conservação Grau de Risco GR = Cx(A+ B) 44 D. HUGO (R. de) 2 2 6 33 3 16
45 D. PEDRO PITÕES (Calç. de) 2 1 3 2 0 5
46 D.LUIS I ( Ponte de ) 1 1 3 0 0 4
47
Dr. ANTÓNIO DE SOUSA MACEDO
(R. do) 2 1 3 10 0 5
48 Dr. BARBOSA DE CASTRO (R. do) 1 2 3 33 7 8
49 Dr. PEDRO VITORINO (L. do) 3 2 6 3 0 18
50 DUQUE DA RIBEIRA (L. do) 3 2 9 14 3 24
51 ESCURA (R.) 2 2 6 19 4 16
52 ESTIVA (Cais da) 3 1 3 0 0 6
53 ESTREITA DOS LÓIOS (R.) 3 2 6 6 2 18
54 FERRAZ (R. do) 3 1 9 12 0 12
55 FERRAZ (Tv. do) 2 2 9 16 3 22
56 FERREIRA BORGES (R. de) 1 2 3 18 3 8
57 FLORES (R. das) 1 3 2 94 22 9
58 FONTE TAURINA (R. da) 1 2 9 44 0 20
59 FORNO VELHO (Calç. do) 3 2 9 9 0 24
60
FRANCISCO DA ROCHA SOARES (R.
de) 2 3 6 45 10 24
61 GUINDAIS (Cais dos) 2 1 3 0 0 5
61A GUINDAIS (Escadas dos) 2 2 9 22 4 22
62 INFANTE D. HENRIQUE (P. do) 2 1 3 0 0 5
63 INFANTE D. HENRIQUE (R. do) 1 2 3 30 9 8
64 LADA (R. da) 3 2 9 22 3 24 65 LIBERDADE (P. da) 1 2 3 23 4 8 66 LÓIOS (L. dos) 2 2 3 18 2 10 67 LOUREIRO (R. do) 1 3 6 38 12 21 68 LOUREIRO (Tv. do) 3 2 9 19 5 24 69 MADEIRA (R. da) 1 3 6 36 13 21
A - 4 1-2-3 B 1-2-3 C ou em mau estado de conservação Cx(A+ B)
70 MÁRTIRES DA PÁTRIA (Campo dos) 2 1 3 25 6 5
71 MERCADORES (R. dos) 1 3 6 48 31 21
72 MOUZINHO DA SILVEIRA (R. de) 1 2 3 85 14 8
73 NOVA DA ALFÂNDEGA (R.) 1 2 3 20 6 8
74 OUTEIRINHO (R. do) 3 2 9 3 0 24
75 OUTEIRINHO (Tv. do) 3 1 9 2 0 12
76 PADRE AMÉRICO (L. do) 3 2 9 0 0 24
77 PELAMES (R. dos) 1 3 6 41 7 21
78 PENA VENTOSA (L. da) 3 2 9 11 2 24
79 PENA VENTOSA (R. da) 2 2 9 29 10 22
80 PENA VENTOSA (Tv. da) 3 2 9 14 0 24
81 PONTE NOVA (R. da) 3 2 6 9 6 18
82 PORTA DO SOL (R. da) 2 2 3 20 1 10
83 PRIMEIRO DE DEZEMBRO (L. de) 1 1 3 3 0 4
84 REBOLEIRA (R. da) 1 2 6 29 10 14
84A RECANTO (Escadas do) 3 2 3 2 0 12
85 RIBEIRA (Cais da) 1 1 3 0 0 4
86 RIBEIRA (P. da) 3 1 6 13 0 9
87 S. BENTO (Tv. de) 3 1 3 3 0 6
88 S. BENTO DA VITÓRIA (R. de) 2 2 6 24 5 16
89 S. DOMINGOS (L. de) 2 2 3 20 7 10
90 S. FILIPE DE NERY (R. de) 1 1 3 2 0 4
91 S. FRANCISCO (R. de) 2 2 6 20 0 16
92 S. FRANCISCO DE BORJA (Esc. de) 3 2 9 2 2 24
93 S. FRANCISCO DE BORJA (R. de) 3 2 9 8 0 24
Anexo A A - 5 Designação do Arruamento Disponibilidade de água Nº de hidrantes 1-2-3 B Estado geral de conservação dos edifícios 1-2-3 C Acessibilidades 3-6-9 A Nº de edifícios Nº de edifício devolutos ou em mau estado de conservação Grau de Risco GR = Cx(A+ B)
95 S. JOÃO NOVO (L. de) 2 2 6 7 0 16
96 S. JOÃO NOVO (R. de) 2 2 6 21 3 16
97 S. MIGUEL (R. de) 1 2 6 35 12 14 98 S. NICOLAU (R. de) 2 2 6 6 1 16 99 S. NICOLAU (Tv. de) 3 2 9 4 0 24 100 S. SALVADOR (P.º de) 2 3 6 8 5 24 101 S. SEBASTIÃO (R. de) 1 2 6 15 5 14 102 S. SEBASTIÃO (Tv. de) 2 2 9 18 0 22
103 SANTA CLARA (Tv. de) 3 1 3 6 0 6
104 SANT'ANA ( Trav. de) 3 2 9 6 1 24
105 SANT'ANA (Rua de) 2 2 9 22 10 22
106 SARAIVA DE CARVALHO (R. de) 2 2 3 14 7 10
107 SÉ (Esc. da) 3 1 9 0 0 12
108 SÉ (Terr.º da) 2 1 3 1 0 5
109 SENHORA DAS VERDADES (R. da) 2 3 9 9 5 33
110 SOUSA VITERBO (R. de) 2 2 3 17 5 10
111 SOUTO (R. do) 3 3 6 28 6 27
112 SOUTO (Tv. do) 3 2 9 17 0 24
113 TAIPAS (R. das) 2 2 6 22 16 16
114 TAIPAS (Tv. das) 3 2 9 16 0 24
115 TAREJA VAZ DE ALTARO (R. de) 3 1 3 0 0 6
116 TERREIRINHO (L. do) 3 2 9 8 0 24
117 TERREIRO (L. do) 1 2 6 5 0 14
118 TRÁS (R. de) 1 3 6 91 41 21
119 TRINDADE COELHO (R. de) 2 2 3 18 5 10
120 TRINTA E UM DE JANEIRO (R. de) 1 3 3 74 21 12
121 VANDOMA (Calç. de) 3 1 3 0 0 6
A - 6 1-2-3 B 1-2-3 C ou em mau estado de conservação Cx(A+ B)
123 VIMARA PERES (Av. De) 2 2 3 21 2 10
124 VIRTUDES (Pas.º das) 1 1 6 15 0 7
125 VIRTUDES (R. das) 3 1 6 13 0 9
126 VITÓRIA (Esc. da) 3 3 6 11 2 27
127 VITÓRIA (R. da) 2 2 9 34 25 22
TOTAL 1643 626
Média 2,04 1,95 5,76 15,22
Realizada a média de risco para os vários arruamentos do CHP – PM, obtém- se como valor indicativo de Grau de Risco correspondente a 15,22.
O quadro seguinte apresenta-se a distribuição dos arruamentos por níveis de risco atribuídos:
Nível de risco baixo Nível de risco
intermédio Nível de risco elevado
ANEXO B
CARACTERIZAÇÃO DOS ARRUAMENTOS DO CHP -
PM
Informação caracterizada: 1. Designação do Local 2. Localização 3. Acesso preferencial 4. Disponibilidade de água5. Informação Complementar, Observações e Recomendações 6. Planta do Local e Fotografia
Anexo B
B - 1 1- Afonso Martins Alho (Rua de)………...………..………….1 2- Localização
1- Rua de Afonso Martins Alho Pontos de Ref. Números de Polícia
1- Rua de Mouzinho da Silveira 12- Rua das Flores
Nota: No recanto existe numeração de 107 a 123.
3- Acessos fáceis, de sentido único (de R. Flores para R. Mouzinho da Silveira), preferencial
pela Rua de Mouzinho da Silveira. Rua de pequena extensão e estreita (± 3,50 m).
4- Não tem hidrantes. Utilizar o existente na R. Mouzinho da Silveira, junto ao n.º 239.
5- Atenção ao estacionamento abusivo. Existência de edifícios devolutos (nros. 6, 7, 8, 9, 10, 12, 137).
6- Planta do Local e Fotografia
B - 2
2- Rua das Aldas
Pontos de Ref. Números de Polícia
1- Largo do Dr. Pedro Vitorino 39- Rua de Pena Ventosa
3- Acessos difíceis. Preferencial pelo Largo do Dr. Pedro Vitorino via Av. D. Afonso Henriques. Rua de pequena extensão e estreita (± 2,50 m).
4- Tem um hidrante operacional junto ao nº 39. Sem acesso de veículos. 5- Nada a observar.
6- Planta do Local e Fotografia
Anexo B
B - 3 1- Alfandega (Rua da)….……….………...………...………….3 2- Localização
3- Rua da Alfândega Pontos de Ref. números de Polícia
1- Largo do Terreiro
44- Rua do Infante D. Henrique
3- Acessos fáceis. Preferencial pela Rua do Infante D. Henrique. Rua de pequena extensão com (± 6,00 m).
4- Tem um hidrante operacional em frente à “Casa do Infante”. 5- Nada a observar.
B - 4
4- Praça de Almeida Garrett Pontos de Ref. números de Polícia
7- Rua das Flores 51- Praça da Liberdade
3- Acessos fáceis. Preferencial pela própria Praça de Almeida Garrett.. Extensão superior a 10,00 m.
4- Tem os seguintes hidrantes operacionais: 1 marco junto à entrada do Metro, 1 hidrante junto ao número 31.
5- Não utilizar o hidrante junto ao número 51. 6- Planta do Local e Fotografia
Anexo B
B - 5 1- Anjo (Viela do)….……….………...……….5 2- Localização
5- Viela do Anjo
Pontos de Ref. números de Polícia
S/N- Rua da Ponte Nova 34- Rua do Souto
3- Acessos difíceis. Preferencial pela Rua de Mouzinho da Silveira e através da Praça do
Duque da Ribeira.
4- Tem os seguintes hidrantes operacionais: 1 hidrante junto ao número 34. 5- Sem acesso de veículos.
B - 6
2- Localização
6- Largo dos Arcos da Ribeira Pontos de Ref. Números de Polícia
1- Rua da Lada
68- Rua da Lada (sem saída)
3- Acesso difícil. Deve realizado pelo Cais da Ribeira.
4- Tem um hidrante operacional nas traseiras junto dos edifícios. Inacessível a viaturas. Largo de pequena extensão com escadas. Largura (± 4 m).
5- Existem bastantes habitações no local. 6- Planta do Local e Fotografia
Anexo B
B - 7 1- Arnaldo Gama (Jardim de)……….……….………...………..………….7 2- Localização
7- Jardim de Arnaldo Gama Pontos de Ref. Números de Polícia
S/N - S/N -
3- Acessos fáceis. Preferencial pela Rua de Saraiva de Carvalho. 4- Não tem hidrantes.
5- Deveria ser fiscalizado o trânsito existente, sobretudo quanto ao estacionamento abusivo no Largo do Actor Dias.
6- Planta do Local e Fotografia
B - 8
8- Rua do Arquitecto Nicolau Nasoni Pontos de Ref. números
de Polícia
1- Rua dos Caldeireiros 31- Rua dos Clérigos
3- Acessos fáceis. Preferencial pela Rua dos Clérigos. Rua de pequena extensão com largura de (± 4,00 m).
4- Tem um marco de água operacional em frente ao número 31.
5- Deve ser controlado o estacionamento abusivo no local. Aparentemente devolutos os números: do número 1 ao 10.
Anexo B
B - 9 1- Assunção (Rua da)………..……..……….………...……….9 2- Localização
9- Rua da Assunção Pontos de Ref. números de Polícia
2- Rua dos Clérigos
47- Campo dos Mártires da Liberdade
3- Acessos fáceis. Preferencial pela Rua dos Clérigos. Rua com largura aproximada de (± 3,50 m).
4- Tem 2 hidrantes operacionais: 1 em frente ao número 13, 1 em frente ao número 38. 5- Falta um marco de água em frente à Igreja dos Clérigos que foi retirado. A Rua encontra-se cortada ao trânsito automóvel. Aparentemente devolutos os números: 5, 12, 13, 14 e 29. 6- Planta do Local e Fotografia
B - 10
10- Rua de Augusto Rosa Pontos de Ref. números de Polícia
5- Praça da Batalha
198- Rua de Saraiva de Carvalho
3- Acessos fáceis. Preferencial pela Rua de Saraiva de Carvalho.
4- Tem os seguintes hidrantes operacionais: 1 marco em frente ao nº 36, 1 hidrante também junto ao nº 36, 1 hidrante em frente ao nº 24, 1 marco em frente ao nº 172, 1 hidrante junto ao nº 198.
5- Encontram-se inoperacionais os seguintes pontos de água: 1 hidrante em frente ao nº 5, 1 hidrante em frente ao nº 56. O nº 36 aparenta estar devoluto.
Anexo B
B - 11 1- Bacalhoeiros (Muro dos)……….………...………..……….11 2- Localização
11- Largo dos Arcos da Ribeira Pontos de Ref. Números de Polícia
4- Praça da Ribeira 159- Largo do Terreiro
3- Acesso difícil. Deve realizado pelo Cais da Ribeira ou pelo Largo do Terreiro. Viaturas não acedem ao local pois existem escadas.
4- Não tem hidrantes. Utilizar os existentes na Praça da Ribeira ou o do Largo do Terreiro
junto ao nº 4.
5- Existem bastantes habitações no local e algumas lojas. A largura do Muro é de (± 2 m) só acessível a pé.
B - 12
12- Rua da Bainharia Pontos de Ref. Números de Polícia
2- Travessa da Bainharia 169- Rua Escura
3- Acessos difíceis. Preferencial pela Rua de Mouzinho da Silveira ou Rua Escura. O sentido do trânsito é descendente e a largura da via é de aproximadamente 4 m.
4- Tem os seguinte hidrantes operacionais: 1 hidrante junto ao nº 192, 1 hidrante junto ao nº 169 (na esquina com a Rua dos Pelames).
5- Deveria ser fiscalizado o trânsito existente, sobretudo quanto ao estacionamento abusivo de viaturas. Aparentemente devolutos: números 2, 4, 5, 6, 7, 17, 19, 37, 39, 46, 48, 75 a 79, 99 a 101, 103, 105 a 108, 114, 120, 122, 128, 130, 133, 135, 158 ao 166, 167 ao 169.
Existe um hidrante não operacional junto ao nº 135 6- Planta do Local e Fotografia
Anexo B
B - 13 1- Bainharia (Travessa da)….………..…………...………...……….13 2- Localização
13- Rua do Arquitecto Nicolau Nasoni Pontos de Ref. números
de Polícia
2- Rua de Mouzinho da Silveira 39- Rua da Bainharia
3- Acessos fáceis. Preferencial pela Rua de Mouzinho da Silveira. Artéria de pequena extensão com largura de (± 4,00 m).
4- Não tem hidrantes. Deve utilizar-se o que existe junto ao número 188 da Rua dos Mercadores.
5- Deve ser controlado o estacionamento abusivo no local. Aparentemente devoluto: nº 2, 2, 6, 8 e 23.
B - 14
14- Rua de Baixo
Pontos de Ref. números de Polícia
1- Escadas do Barredo 29- Praça da Ribeira
3- Acesso difícil. Preferencial pela Praça da Ribeira. Rua com largura aproximada de (± 1,50 m). Inacessível a veículos.
4- Tem 1 hidrante operacional junto ao nº 29 (na esquina). 5- Nada a referir.
Anexo B
B - 15 1- Barredo (Escadas do)…….……….………..…………15 2- Localização
15- Escadas do Barredo Pontos de Ref. números de Polícia
5- Chafariz do Largo do Terreirinho 132- Escadas das Verdades
3- Acessos difíceis. Preferencial pelo Cais da Ribeira ou pela Rua de D. Hugo. O acesso sé realizado a pé. Inacessível a qualquer tipo de veículo.
4- Tem 2 hidrantes operacionais: 1 junto ao nº 5, 1 hidrante junto ao nº 120.
5- As escadas do Barredo têm sensivelmente 2 metros de largura. Existem bastantes habitações no local. Aparentemente devolutos: nº 125, 135.
B - 16
16- Largo dos Arcos da Ribeira Pontos de Ref. Números de Polícia
1- Escadas do Barredo 24- Escadas do Barredo
3- Acesso difícil. Deve realizado pelo Cais da Ribeira ou eventualmente pelas escadas das Virtudes (cota superior). Viaturas não acedem ao local pois existem escadas.
4- Tem um hidrante hidrante operacional junto ao nº 17.
5- Existem algumas habitações no local. A largura do via é de (± 2 m) só acessível a pé. 6- Planta do Local e Fotografia
Anexo B
B - 17 1- Barredo (Travessa do)…….……….……….………...………..……….17 2- Localização
17- Travessa do Barredo Pontos de Ref. Números de Polícia
1- Rua da Lada 15- Rua do Barredo
3- Acessos difíceis. Deve realizado pelo Cais da Ribeira ou eventualmente pela Rua dos Canastreiros. Viaturas não acedem ao local pois existem escadas.
4- Não tem hidrantes. Utilizar os existentes na Praça da Ribeira. 5- Nada a observar.
Existe um hidrante não operacional junto ao nº 135 6- Planta do Local e Fotografia
B - 18
2- Localização
18- Praça da Batalha Pontos de Ref. números de Polícia
2- Rua de Sto. Ildefonso 146- Rua de Sta. Catarina
3- Acessos fáceis. Preferencial pela Rua de Alexandre Herculano.
4- Tem os seguintes pontos de água: 1 hidrante junto à entrada da Rua de Entreparedes, 1 hidrante junto à entrada de serviço do Cinema Batalha, 1 hidrante junto à entrada principal do Cinema Batalha, 1 hidrante junto ao nº 123, 1 hidrante junto ao nº 106, 1 hidrante junto ao nº 72, 1 marco em frente à Messe de Oficiais, 1 marco junto ao nº 9, 1 marco em frente ao nº 127 (Hotel Quality Inn).
5- Existe um hidrante inoperacional junto ao nº 146. Deve ser controlado o estacionamento abusivo no local. Aparentemente devolutos: 1 edifício junto à Igreja da Batalha e os nº 14, 16, 17, 23 e 25.
Anexo B
B - 19 1- Bataria da Vitória (Rua da)………..……..……….……….19
2- Localização
19- Rua de Baixo
Pontos de Ref. números de Polícia
S/N Igreja de N. Sra. da Vitória S/N
3- Acesso difícil. Preferencial pela Rua de S. Bento da Vitória. Rua com largura aproximada de (± 4 m).
4- Não existem hidrantes. Utilizar hidrante existente em frente ao Tribunal de S. João Novo ou o existente junto ao nº 1 da Rua de S. Miguel.
5- Nada a referir.