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DESCRIPTION DU MILIEU URBAIN

FAÇTgre4 BASE DE

1111111111111BRIBIBRIBRIIR 1111111111111111BRIIIIIIRRIBRI

6.8 MILIEU URBAIN

6.8.2 DESCRIPTION DU MILIEU URBAIN

recentemente analisado em elementos finitos

propagação proposta por Davis et. al. (201

prescritos, mas sim aproximados por funções base cujos respectivos coeficiente determinados recorrendo-se ao diferencial da taxa de liberação de energia.

do problema são definidas co disposta rotacionada em 15 com relação ao e0

de deslocamento para alguns passos intermediários da propagação Perceba que nesse exemplo o modelo numé

contorno não é “estanque”. Isso ocorre devido às discretizações não conformes nas regiões dos furos e devido à propagação em modo misto da fissura.

Propagação em modo misto I/II/III exemplo é dedicado à análise

ilustra a geometria do problema e as condições de contorno. O problema foi em elementos finitos

propagação proposta por Davis et. al. (201

prescritos, mas sim aproximados por funções base cujos respectivos coeficiente se ao diferencial da taxa de liberação de energia.

do problema são definidas como com relação ao e

de deslocamento para alguns passos intermediários da propagação Perceba que nesse exemplo o modelo numé

contorno não é “estanque”. Isso ocorre devido às discretizações não conformes nas regiões dos furos e devido à propagação em modo misto da fissura.

I.

exemplo é dedicado à análise de propagação em modo misto I/

ilustra a geometria do problema e as condições de contorno. O problema foi em elementos finitos a partir de uma

propagação proposta por Davis et. al. (2016) na qual os incrementos de fissura não são prescritos, mas sim aproximados por funções base cujos respectivos coeficiente

se ao diferencial da taxa de liberação de energia. mo E=700MPa

com relação ao eixo conforme ilustra a Fig. 4

de deslocamento para alguns passos intermediários da propagação

Perceba que nesse exemplo o modelo numérico tridimensional de elementos de contorno não é “estanque”. Isso ocorre devido às discretizações não conformes nas regiões dos furos e devido à propagação em modo misto da fissura.

de propagação em modo misto I/

ilustra a geometria do problema e as condições de contorno. O problema foi a partir de uma

6) na qual os incrementos de fissura não são prescritos, mas sim aproximados por funções base cujos respectivos coeficiente

se ao diferencial da taxa de liberação de energia. 700

E MPa e ν =

ixo conforme ilustra a Fig. 4

de deslocamento para alguns passos intermediários da propagação

rico tridimensional de elementos de contorno não é “estanque”. Isso ocorre devido às discretizações não conformes nas regiões

de propagação em modo misto I/

ilustra a geometria do problema e as condições de contorno. O problema foi formulação

6) na qual os incrementos de fissura não são prescritos, mas sim aproximados por funções base cujos respectivos coeficiente

se ao diferencial da taxa de liberação de energia.

0,1

= . A fissura inicial foi ixo conforme ilustra a Fig. 4.31.

de deslocamento para alguns passos intermediários da propagação.

rico tridimensional de elementos de contorno não é “estanque”. Isso ocorre devido às discretizações não conformes nas regiões

de propagação em modo misto I/II/III. ilustra a geometria do problema e as condições de contorno. O problema foi

formulação variacional 6) na qual os incrementos de fissura não são prescritos, mas sim aproximados por funções base cujos respectivos coeficientes

se ao diferencial da taxa de liberação de energia. As constantes A fissura inicial foi

.

rico tridimensional de elementos de contorno não é “estanque”. Isso ocorre devido às discretizações não conformes nas regiões

III. A ilustra a geometria do problema e as condições de contorno. O problema foi variacional de 6) na qual os incrementos de fissura não são s são As constantes A fissura inicial foi

presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear, totalizando 4699 pontos de colocação.

e GIII

comparadas

propagação conforme ilustra a Mesmo assim,

fissura bem como uma contribuição do modo II nas proximidades das superf livre.

problema da fissura inclinada sob flexão em três pontos (G et. al. 2008), espera

volta para uma configuração plana no plano simulada impondo

análises de pr

propagação, i.e. , critério da máxima taxa de liberaç foram adotados. A Figura 4.33

e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação energia e o critério de Sch

0,10 β =

O deslocamento total imposto foi

presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear, totalizando 4699 pontos de colocação.

III

G ao longo espessura do problema,

comparadas com as do trabalho de Davis et al. (2016) para a configura propagação conforme ilustra a

Mesmo assim,

fissura bem como uma contribuição do modo II nas proximidades das superf livre.

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o problema da fissura inclinada sob flexão em três pontos (G

et. al. 2008), espera

volta para uma configuração plana no plano simulada impondo

análises de propagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de propagação, i.e. , critério da máxima taxa de liberaç

foram adotados. A Figura 4.33

e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação energia e o critério de Sch

0,10

= , β =0, 05

Figura

O deslocamento total imposto foi

presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear, totalizando 4699 pontos de colocação.

go espessura do problema,

com as do trabalho de Davis et al. (2016) para a configura propagação conforme ilustra a

há uma influência consistente do modo III ao longo da linha de frente da fissura bem como uma contribuição do modo II nas proximidades das superf

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o problema da fissura inclinada sob flexão em três pontos (G

et. al. 2008), espera-se que a fissura cresça de maneira torcida volta para uma configuração plana no plano

simulada impondo-se 25 incrementos de fissura para os quais se adota

opagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de propagação, i.e. , critério da máxima taxa de liberaç

foram adotados. A Figura 4.33

e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação energia e o critério de Sch

0, 05

= e β =

Figura 4.31 Problema da fissura inclinada em O deslocamento total imposto foi

presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear, totalizando 4699 pontos de colocação.

go espessura do problema,

com as do trabalho de Davis et al. (2016) para a configura propagação conforme ilustra a Figura

há uma influência consistente do modo III ao longo da linha de frente da fissura bem como uma contribuição do modo II nas proximidades das superf

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o problema da fissura inclinada sob flexão em três pontos (G

se que a fissura cresça de maneira torcida volta para uma configuração plana no plano

se 25 incrementos de fissura para os quais se adota

opagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de propagação, i.e. , critério da máxima taxa de liberaç

foram adotados. A Figura 4.33 apresenta a superfície da fissura obtida por Davis et al. ( e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação energia e o critério de Schöllmann para três diferentes valores para o parâmetro

0, 00

= .

Problema da fissura inclinada em

O deslocamento total imposto foi u2 =1, 9mm

presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear, totalizando 4699 pontos de colocação. As respostas das taxas de liber

go espessura do problema, obtidas

com as do trabalho de Davis et al. (2016) para a configura Figura 4.32. Note que o modo I é o

há uma influência consistente do modo III ao longo da linha de frente da fissura bem como uma contribuição do modo II nas proximidades das superf

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o problema da fissura inclinada sob flexão em três pontos (G

se que a fissura cresça de maneira torcida volta para uma configuração plana no plano x1 x3

se 25 incrementos de fissura para os quais se adota

opagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de propagação, i.e. , critério da máxima taxa de liberaç

apresenta a superfície da fissura obtida por Davis et al. ( e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação

llmann para três diferentes valores para o parâmetro Problema da fissura inclinada em

1, 9

u mm . O modelo numérico inicial adotado no presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear,

s respostas das taxas de liber

obtidas a partir dos FIT extraídos via com as do trabalho de Davis et al. (2016) para a configura

. Note que o modo I é o

há uma influência consistente do modo III ao longo da linha de frente da fissura bem como uma contribuição do modo II nas proximidades das superf

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o problema da fissura inclinada sob flexão em três pontos (GRAVOUIL

se que a fissura cresça de maneira torcida

1 3

xx . No presente trabalho se 25 incrementos de fissura para os quais se adota

opagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de propagação, i.e. , critério da máxima taxa de liberação de energia e critério de Sch

apresenta a superfície da fissura obtida por Davis et al. ( e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação

llmann para três diferentes valores para o parâmetro Problema da fissura inclinada em 15 . 0

O modelo numérico inicial adotado no presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear,

s respostas das taxas de liberação de energia a partir dos FIT extraídos via com as do trabalho de Davis et al. (2016) para a configura

. Note que o modo I é o

há uma influência consistente do modo III ao longo da linha de frente da fissura bem como uma contribuição do modo II nas proximidades das superf

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o RAVOUIL et. al.2002; L

se que a fissura cresça de maneira torcida em relação ao seu eixo e gire de . No presente trabalho

se 25 incrementos de fissura para os quais se adota

opagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de ão de energia e critério de Sch

apresenta a superfície da fissura obtida por Davis et al. ( e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação

llmann para três diferentes valores para o parâmetro

O modelo numérico inicial adotado no presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear,

ação de energia a partir dos FIT extraídos via

com as do trabalho de Davis et al. (2016) para a configuração inicial antes da . Note que o modo I é o modo predominante. há uma influência consistente do modo III ao longo da linha de frente da fissura bem como uma contribuição do modo II nas proximidades das superfícies de contorno

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o et. al.2002; L

em relação ao seu eixo e gire de . No presente trabalho, a propagação é se 25 incrementos de fissura para os quais se adota ∆amáx=3, 6mm opagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de

ão de energia e critério de Sch apresenta a superfície da fissura obtida por Davis et al. ( e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação

llmann para três diferentes valores para o parâmetro

O modelo numérico inicial adotado no presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear, ação de energia G , I GII a partir dos FIT extraídos via TED, são

cial antes da modo predominante. há uma influência consistente do modo III ao longo da linha de frente da ícies de contorno

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o et. al.2002; LAZARUS em relação ao seu eixo e gire de

a propagação é 3, 6

a mm . Nas opagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de ão de energia e critério de Schöllmann, apresenta a superfície da fissura obtida por Davis et al. (2016) e as obtidas no presente trabalho considerando o critério da máxima taxa de liberação de llmann para três diferentes valores para o parâmetro β, i.e., O modelo numérico inicial adotado no presente trabalho é composto por 3264 elementos quadrilaterais de aproximação linear,

II

são cial antes da modo predominante. há uma influência consistente do modo III ao longo da linha de frente da ícies de contorno

Observando análises de propagação similares existentes na literatura, como o AZARUS em relação ao seu eixo e gire de a propagação é . Nas opagação, a TED foi fixada para a extração dos FIT e os dois critérios de n, 2016) de , i.e.,

Figura 4.

liberação de energ

Note que com o critério da máxima taxa de liberaç volta para o plano

Figura

4.33 Propagação em modo misto I/II/III liberação de energ

Note que com o critério da máxima taxa de liberaç volta para o plano x1x3

0 0,00 0,05 0,10 0,15 0,20 0,25 0,30 0,35 0,40 G (N /m m ) Figura 4.32 Resultados de t

Propagação em modo misto I/II/III liberação de energia (c), (d) (e) Critério de Sch

Note que com o critério da máxima taxa de liberaç

1 3

xx , i.e., não chega a retornar para uma propagação em modo I puro. Já 5 10 15

GI- Davis et al. (2016) GII- Davis et al. (2016) GIII-Davis et al. (2016)

Resultados de taxas de liberação de energia:

Propagação em modo misto I/II/III: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de ia (c), (d) (e) Critério de Sch

Note que com o critério da máxima taxa de liberaç

, i.e., não chega a retornar para uma propagação em modo I puro. Já 15 20 25

w

(mm)

GI- Davis et al. (2016) GII- Davis et al. (2016) GIII-Davis et al. (2016)

axas de liberação de energia:

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de ia (c), (d) (e) Critério de Schöllmann para

Note que com o critério da máxima taxa de liberaç

, i.e., não chega a retornar para uma propagação em modo I puro. Já 30 35 40

(mm)

GI- Presente trabalho GII- Presente trabalho GIII-Presente trabalho

axas de liberação de energia: GI

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de llmann para β =0,10

Note que com o critério da máxima taxa de liberação de energia a fissura não gira de , i.e., não chega a retornar para uma propagação em modo I puro. Já

40 45 50

GI- Presente trabalho GII- Presente trabalho GIII-Presente trabalho

I

G , GII e GIII.

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de

0,10, β =0, 05 e

ão de energia a fissura não gira de , i.e., não chega a retornar para uma propagação em modo I puro. Já

III.

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de

0, 00

β = .

ão de energia a fissura não gira de , i.e., não chega a retornar para uma propagação em modo I puro. Já

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de

ão de energia a fissura não gira de , i.e., não chega a retornar para uma propagação em modo I puro. Já

para o critério de Sch esperada a depender

0, 05 β =

Davis et. al; 2016, do critério da máxima taxa de libe Schö

u , consistent

campo de deslocamento evolui

Figura

que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das superfícies da

para o critério de Sch esperada a depender

0, 05

= . A Figura 4.34

Davis et. al; 2016, do critério da máxima taxa de libe öllmann com

, para alguns passos intermediários de propagação da fissura. onsistentes e que a descontinuidade é observada

campo de deslocamento evolui

Figura 4.34 Evolução da superfície de fissura

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das superfícies da fissura com as do contorno do problema, tornando o modelo não “estanque”. para o critério de Schöllmann as respostas foram mais condizentes com relação à solução esperada a depender do parâmetro

. A Figura 4.34 apresenta a evolução da superfície de fissura para os modelos de Davis et. al; 2016, do critério da máxima taxa de libe

llmann com β =0, 05

para alguns passos intermediários de propagação da fissura. es e que a descontinuidade é observada

campo de deslocamento evolui

Evolução da superfície de fissura

de energia; (c) Critério de Sch

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das

fissura com as do contorno do problema, tornando o modelo não “estanque”. llmann as respostas foram mais condizentes com relação à solução do parâmetro β

apresenta a evolução da superfície de fissura para os modelos de Davis et. al; 2016, do critério da máxima taxa de libe

0, 05 . Por fim a Figura 4.3

para alguns passos intermediários de propagação da fissura. es e que a descontinuidade é observada

campo de deslocamento evolui à medida que a fissura

Evolução da superfície de fissura

de energia; (c) Critério de Sch

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das

fissura com as do contorno do problema, tornando o modelo não “estanque”. llmann as respostas foram mais condizentes com relação à solução

β adotado, sendo que o melhor resultado foi obtido para apresenta a evolução da superfície de fissura para os modelos de Davis et. al; 2016, do critério da máxima taxa de libe

. Por fim a Figura 4.3

para alguns passos intermediários de propagação da fissura. es e que a descontinuidade é observada

à medida que a fissura

Evolução da superfície de fissura: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de lib de energia; (c) Critério de Sch

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das

fissura com as do contorno do problema, tornando o modelo não “estanque”. llmann as respostas foram mais condizentes com relação à solução

adotado, sendo que o melhor resultado foi obtido para apresenta a evolução da superfície de fissura para os modelos de Davis et. al; 2016, do critério da máxima taxa de liberação

. Por fim a Figura 4.35 apresenta para alguns passos intermediários de propagação da fissura.

es e que a descontinuidade é observada. Note ainda que a à medida que a fissura propaga.

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de lib de energia; (c) Critério de Schöllmann para

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das

fissura com as do contorno do problema, tornando o modelo não “estanque”. llmann as respostas foram mais condizentes com relação à solução

adotado, sendo que o melhor resultado foi obtido para apresenta a evolução da superfície de fissura para os modelos de ração de energia e do critério de apresenta a norma do vetor

para alguns passos intermediários de propagação da fissura. Note os deslocamentos são Note ainda que a

propaga.

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de lib llmann para β =0, 05.

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das

fissura com as do contorno do problema, tornando o modelo não “estanque”. llmann as respostas foram mais condizentes com relação à solução

adotado, sendo que o melhor resultado foi obtido para apresenta a evolução da superfície de fissura para os modelos de de energia e do critério de a norma do vetor deslocamento

Note os deslocamentos são Note ainda que a descontinuidade

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de lib

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das

fissura com as do contorno do problema, tornando o modelo não “estanque”. llmann as respostas foram mais condizentes com relação à solução

adotado, sendo que o melhor resultado foi obtido para apresenta a evolução da superfície de fissura para os modelos de de energia e do critério de deslocamento, Note os deslocamentos são

descontinuidade do

: (a) Davis et. al. (2016); (b) Critério da máxima taxa de liberação

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das

fissura com as do contorno do problema, tornando o modelo não “estanque”. llmann as respostas foram mais condizentes com relação à solução

adotado, sendo que o melhor resultado foi obtido para apresenta a evolução da superfície de fissura para os modelos de de energia e do critério de , Note os deslocamentos são do

eração

Nesse último exemplo, apesar do modelo numérico inicial ser “estanque”, à medida que a fissura se propaga em modo misto, lacunas surgem nas interseções curvas das

Figura