L'évolution de la titrisation des hypothèques vers d'autres types d actifs a fait appa- appa-raître comme initiateurs dans des opérations de titrisation, au fil des années et dans
4.8 Les mécanismes de garantie
Nomes populares: cupineira, na região de Manaus (AM).
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Caracterização taxonômica: Abelhas de porte
pequeno com comprimento total aproximado em torno de 4,3 mm (Figura 194); comprimento da asa anterior 3,7 mm; largura máxima a cabeça 2,1 mm. Tegumento predominantemente castanho-enegrecido. Estria amarela fi na acompanhando as órbitas internamente, com largura aproximadamente uniforme em toda sua extensão; escapo, em sua maior largura, não sobrepassando a largura do fl agelo; clípeo com uma estria amarela subapical (algumas vezes bastante apagada medianamente) (Figura 195); labro amarelo; mesoscuto margeado lateralmente de amarelo; axilas amarelas; estria amarela relativamente larga margeando o bordo posterior do escutelo (Figura 196); tíbia posterior sem manchas amarelas; mancha arredonda amarelo- pálida na base e ápice das tíbias anteriores e médias; bordo posterior da metatíbia sem pelos plumosos (Figura 197). Pilosidade no geral amarelada, mais esbranquiçada na face ventral dos mesepisternos e nos esternos; pilosidade plumosa do mesoscuto amarelada bastante fi na, curta e decumbente, com algumas cerdas amareladas e acastanhadas um pouco mais compridas e eretas intercalando os pelos plumosos; cerdas mais longas no bordo posterior do escutelo, com comprimento aproximado de metade de seu comprimento. Abdome subtriangular; tergos I e II extensivamente polidos (Figura 198), com tesselação bastante superfi cial, apenas levemente marcada ao longo do terço apical (praticamente inexistente no tergo I); metade apical do tergo II, e terço apical dos tergos III-VI (geralmente a única parte visível nestes), com tesselação um pouco mais forte e pontuação pilígera (porém muito mais fraca e pouco densa se comparada coma a pontuação da cabeça e do tórax), portando uma
banda de pelos acastanhados, relativamente densa e longa, aumentando em comprimento em direção ao ápice do abdome a partir de tergo II.
Outras informações taxonômicas sobre esta espécie, incluindo variações da coloração ao longo de sua distribuição geográfi ca podem ser encontradas em Ducke (1916) e Schwarz (1938, 1948).
Hábitat: Geralmente encontrada em ambientes
de fl orestas (Camargo, 1994), podendo ocorrer também em ambientes alterados pelo homem (Gribel et al. 2008). Em estudo feito por Oliveira
et al. (1995), em experimentos de fragmentação
fl orestal próximo a Manaus, essa espécie somente foi encontrada em ambiente de mata contínua de terra fi rme. No presente estudo foi coletada visitando fl ores nas comunidades e ao redor da casa na base de campo em ambiente de terra
fi rme/paleo-várzea1 na cabeceira do Lago Amanã
(Figura 204.A).
Nidifi cação: Nidifi ca em cupinzeiros encontrados
em palmeiras como o tucumã (Astrocaryum
aculeatum G. Meyer, Arecaceae) e o inajá (Attalea maripa (Aubl.) Mart.= Maximiliana maripa
(Aublet) Drude., Arecaceae (Palmae)), também em ocos de árvores, mas sempre associados a cupinzeiros arbóreos vivos (Camargo, 1994; Camargo & Moure, 1994; Gribel et al., 2008).
Entrada do ninho: Como observado por Oliveira,
Assis & Queiroz (informação pessoal), esta espécie constrói uma entrada bastante característica (Figuras 199 e 200), constituída por um pequeno orifício de cerume que varia de esbranquiçado a amarronzado, o qual possui uma borda estreita superiormente e uma pequena saliência na parte inferior (lábio), funcionando como plataforma de pouso e decolagem, sendo a abertura (orifício de entrada) circular, variando entre 3 a 4 mm.
1 Segundo Irion et al., 2011
Aparatrigona impunctata (Ducke, 1916)
Nomes populares: cupineira, na região de Manaus (AM).
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Características do ninho: Internamente o ninho é
organizado com as crias em formato de favo, com os discos de cria construídos de forma hexagonal e superpostos, sem invólucro, sendo os mesmos separados entre si e fi xados às laterais do tronco ou caixa por pequenos pilares de cerume (Figuras 201 e 204). As células de cria medem em torno de 4,5 mm de comprimento por 3,5 mm de diâmetro, enquanto os potes de armazenamento de alimento são construídos com formato ovalado, medindo em torno de 1,0 cm de comprimento por 0,9 cm de diâmetro, sendo estes igualmente afi xados ao tronco ou caixa por pilares de cerume, o que os mantém mais ou menos suspensos (Oliveira, Assis & Queiroz, informação pessoal) (Figuras 202 e 203).
Figuras 199 a 204 - Ninho de Aparatrigona impunctata (Ducke, 1916) estudado por Favízia Freitas de Oliveira
(UFBA), Maria da Glória Paiva de Assis (INPA) & Aldenora Lima de Queiroz (INPA), na região de Manaus (AM):
199 e 200 - Entrada em ninho natural em cupinzeiro arbóreo; 201- Favos de cria; 202 - Potes de armazenamento
(mel); 203 - Potes de armazenamento (pólen); 204- Rainha no favo (notar a célula real isolada à esquerda).
Informações para manejo: Embora não seja
indicada para a produção de mel, devido à baixa quantidade produzida por ninho, é uma espécie com especial interesse para a polinização de plantas cultiváveis, a exemplo de fruteiras como o cupuaçu (Gribel et al., 2008).
Para a construção da caixa para a espécie: Caixa
modelo Cacuí tamanho P (Figura 73 a 79; pág. 52).
Plantas visitadas: Neste estudo foi encontrada
visitando o jambeiro (Syzygium jambos (L.) Alston, Myrtaceae), na comunidade Santa Luzia do Baré, e o urucum (Bixa orellana Linn., Bixaceae), na Casa do Baré (base de Campo do IDSM na RDSA), além de outras fl ores (não identifi cadas) na área da
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Aparatrigona impunctata (Ducke, 1916)
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comunidade Boa Esperança, todas localizadas no setor Amanã, RDSA.
Segundo a literatura, esta espécie é importante na
polinização do cupuaçu (Th eobroma grandifl orum
(Willd. ex Spreng.) Schum., Sterculiaceae) (Gribel
et al., 2008). Em recopilação de registros da
literatura feita por Engel & Dingeman-Bakels (1980), esta espécie foi indicada como visitante de fl ores de Byrsonima sp. (Malpighiaceae).
Estudos palinológicos realizados a partir de material coletado na região do Médio Rio Negro (AM) registraram a presença de pólen das seguintes espécies botânicas dentro dos potes nos ninhos de A. impunctata: Mora paraensis (Ducke) (Fabaceae) (espécie conhecida localmente como pracuúba); Sterigmapetalum obovatum Kuhlm. (Rhizophoraceae) (Rech & Absy, 2011).
Figura 204.A - Locais de coleta da espécie Aparatrigona impunctata (Ducke, 1916) na Reserva Amanã (AM).
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Aparatrigona impunctata (Ducke, 1916)
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Distribuição geográfi ca:
Região Neotropical: Argentina (Misiones); Bolívia (Cochabamba, El Beni, La Paz); Brasil
(Amapá, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pará, Santa Catarina, São Paulo); Colômbia (Cundinamarca, Meta);
Guiana Francesa (Kourou); Guiana (Cuyuni-
Mazaruni, Mahaica-Berbice, Potaro-Siparuni, Upper Demerara-Berbice); Paraguai (Alto Rio Paraguai, Alto Rio Paraná); Peru (Junín, Loreto);
Suriname (Marowijne, Para); Trinidad e Tobago; Venezuela (Bolívar).
Fontes: Schwarz (1948); Vergara et al. (1986);
Camargo & Pedro (2012)
Figuras 205 a 209 - Cephalotrigona capitata (Smith, 1854) (operária); 205 - Vista de perfi l; 206 - Vista frontal da cabeça; 207 - Vista dorsal do tórax; 208 - Tíbia posterior; 209 - Vista dorsal do abdome.
Nomes populares: abelha-papaterra, mombucão, currunchos, guare negra, mombuca, eiruzú, negrito, eirusú, eirusú-grande,
mumbuca, bombuca, jiu-butu, papa-terra (Schwarz, 1948; Monteiro, 1997; Bezerra, 2002; Camargo & Pedro, 2012).