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Le début de l’apparition des clubs nationaux

SPORTIVES YEMENITES

2. L’entrée des sports modernes au Yémen

2.1. L’héritage du passé colonial britannique sur l’organisation publique et sportive au Yémen du Sud

2.1.1. Le début de l’apparition des clubs nationaux

Uma consideração etiopatogenética da má oclusão de CII/2 deverá partir do sintoma mais característico desta má oclusão, a retroinclinação incisiva superior.

Aquando da introdução do seu sistema de classificação da má oclusão, Angle35 considerou a CII/2 como uma anomalia funcional originada por uma pressão excessiva da musculatura oro-facial, a qual provocaria a retroinclinação da coroa dos incisivos centrais superiores. A relação dos tecidos moles periorais, em particular os lábios, com os incisivos maxilares permanentes tem sido implicada por diversos autores como o principal fator etiológico no desenvolvimento da má oclusão de CII/2. Mais especificamente, a retroinclinação incisiva superior resulta de um aumento da pressão labial de repouso como consequência de uma hiperatividade da musculatura labial e/ou uma linha labial alta.

Para Frankel145, o fator etiopatogenético fundamental da má oclusão de CII/2 é a pressão muscular anómala do lábio inferior sobre a coroa do incisivo central superior. Para o autor, a retroinclinação dá origem a que o bordo incisivo superior não chegue a entrar em contacto com o lábio inferior, que em situações normais atua como bloqueador da extrusão incisiva, originando assim uma sobrerupção incisiva e consequente sobremordida vertical aumentada. Desta influência funcional no padrão eruptivo incisivo resultariam as restantes anomalias oclusais, como a mesialização dos segmentos bucais superiores e o apinhamento. Dentro desta linha de pensamento, Posen114, 115, ao verificar uma força muscular aumentada na CII/2, quando comparada com outras más oclusões, em particular com a biprotrusão dentoalveolar, acreditava que esta hiperatividade da musculatura labial e consequente aumento da pressão labial associada a uma linha labial alta explica a retroinclinação incisiva superior. No entanto, encontra-se pouco suporte da literatura relativamente a uma maior atividade da musculatura perioral e nem sempre os estudos eletromiográficos revelam unanimemente uma associação entre a CII/2 e uma hiperatividade da musculatura labial110, 116-

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Consensual é a presença de uma linha labial alta em indivíduos com má oclusão de CII/2 quando comparados com outras más oclusões, confirmada por variadíssimos estudos cefalométricos106-111. Ballard146, Houston147, Mills148, Lapatki e coautores119, van der Linden9 e outros consideram que uma linha labial alta, e a morfologia e a relação labial são os principais fatores etiológicos da má oclusão de CII/2. Dentro desta corrente etiológica van der Linden9 descreve pormenorizadamente o processo de desenvolvimento da má oclusão de CII/2.

Revisão Bibliográfica

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Segundo o autor, a característica mais importante da CII/2 é a posição alta da linha labial no plano mediano (stomio) com os incisivos maxilares. Normalmente, o lábio superior e o inferior entram em contacto a um nível vertical situado 1 a 3 mm superiormente ao bordo dos incisivos superiores; na má oclusão de CII/2, a linha labial está localizada mais apicalmente estando frequentemente ao nível do terço cervical dos incisivos maxilares. Para van der Linden a CII/2 diferencia-se claramente da Classe II Divisão 1 não só na sua aparência mas também no seu desenvolvimento, como consequência da localização da linha labial. Na CII/2 o lábio inferior cobre a superfície vestibular dos incisivos decíduos maxilares, os quais por norma apresentam uma orientação mais vertical do que na Classe II Divisão 1 e do que em pacientes com desenvolvimento normal da dentição. Após a emergência de dois ou mais incisivos maxilares, estes inclinam-se palatinamente sob a influência da posição labial anormal e das forças excessivas do lábio inferior, originando alterações na morfologia da arcada superior e consequentemente na arcada inferior. Segundo van der Linden, na má oclusão de CII/2 é possível distinguir três tipos de retroinclinação incisiva baseados nas condições espaciais da arcada dentária maxilar.

O conceito de que os dentes são guiados para a sua posição final pela musculatura circundante é posto em causa por um estudo dirigido por Milne e Cleall149, o qual revela que os incisivos maxilares seguem o mesmo eixo de erupção antes e depois da sua emergência na cavidade oral e não alteram significativamente a sua orientação eruptiva. Em teoria, se os germens dentários se desenvolvessem com uma inclinação axial mais vertical, os dentes assumiriam uma posição mais vertical após a sua erupção.

Leighton e Adams150, num estudo longitudinal em que foram analisados os registos cefalométricos de 54 más oclusões de CII/2 e comparados com normoclusões e más oclusões de Classe 2 Divisão 1, investigaram o estágio em que se iniciava a retroinclinação dos incisivos centrais superiores. Os resultados mostram existir pouca diferença na orientação dos germens na fase inicial de formação das coroas entre os três grupos estudados. Contudo, a divergência entre amostras inicia-se antes de os incisivos emergirem na boca, momento a partir do qual rapidamente se estabelecem as alterações da inclinação incisiva característica das más oclusões de Classe II Divisão 1 e 2. A observação de que a retroinclinação incisiva superior, na CII/2, se inicia antes da sua erupção põe em questão o eventual papel desempenhado pela morfologia sagital do processo alveolar maxilar como guia eruptivo. Com esse fim, Leighton e Adams avaliaram igualmente, a inclinação sagital da cortical alveolar vestibular, e verificaram

Capítulo II

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que mesmo antes de se iniciar a migração dentária oclusal, a inclinação alveolar nos casos de CII/2 diferia significativamente da dos de Classe II Divisão 1, diferença essa que se mantém ao longo do desenvolvimento subsequente. Os autores põem a hipótese de o processo alveolar estar sujeito ao efeito direto da musculatura envolvente, antes de se iniciar a erupção incisiva superior, e da erupção ser guiada pelo contorno do processo alveolar, pelo menos até à sua emergência na cavidade oral.