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4.3 Les mécanismes DFT implémentés et le package kmc.event

4.3.4 La migration des atomes de cuivre en surface

Eliane Lima Piske30

Luana Santos da Silva31

Andreia da Costa Juliano32

Narjara Mendes Garcia33

Maria Angela Mattar Yunes34

Eixo Temático e Tema: Educação Ambiental na construção das sociedades

sustentáveis; Promoção da Ética da Vida e da Cultura da Paz: Interculturalidade, Inclusão Social e Interreligiosidade - diálogos necessários.

Palavras-Chave: Educação Ambiental das Infâncias; crianças; pesquisas.

Resumo Expandido: A escrita conversará por meio, do entrelace de três Dissertações

de Mestrado defendidas no Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental pela Universidade Federal do Rio Grande (PPGEA/FURG), entre os anos de 2016 e 2017. Pesquisas recentes e que ganham cada vez mais legitimidade pelas vozes das crianças acerca da Educação Ambiental das Infâncias. Não temos como pensar as questões das infâncias isoladas do microssistema, mesossistema, exossistema e macrossistema (BRONFRENBRENNER, 2002), pois estão atreladas como um espiral que, embora seja e tenha movimento e possam trocar os arranjos, elas permanecem e são unidas. O que nos mostra que, a infância não é uma fase de transição, mas um processo social em permanente transformação, que muda historicamente e culturalmente em relação às problemáticas atuais e há participação da criança, mesmo que indireta ou que, muitas vezes ainda enfrentem obstáculos para serem percebidas pela sociedade. As pesquisas de Àries (2011) foram de extrema importância para o entendimento da constituição histórica sobre a concepção social de criança e o aparecimento do sentimento e ideia de infâncias na sociedade européia, através da representação artística na antiguidade e modernidade. Atualmente, os tempos e espaços das infâncias são outros, refletindo na construção social das infâncias que acompanham o movimento da sociedade e, diante do exposto ponderamos em que medida as crianças modificam os valores culturais e o sentido do lugar contemporâneo ao fazer e ser parte da Educação Ambiental das Infâncias? Segundo Gomes: Não há limite para a imaginação das crianças, ao mesmo tempo, um sapato velho pode continuar sendo um sapato velho, mas de cara nova, pintado ou enfeitado com novos elementos. Qualquer objeto fora de uso pode servir de suporte para a criação (GOMES, 2001, p. 113). As crianças apresentam forte imaginação e uma coisa pode representar outra, como por exemplo: uma tampa de panela pode virar um volante, um escudo ou tantas outras coisas, assim como, um cabo de vassoura pode

30 Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental

(PPGEA/FURG). E-mail: [email protected].

31Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental

(PPGEA/FURG). Email: [email protected]

32 Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental

(PPGEA/FURG). E-mail: [email protected]

33 Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental

(PPGEA/FURG). E-mail: [email protected]

34 Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental

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ser um cavalo, uma espada e muito mais. Basta ouvir o que as crianças irão contar acerca de suas construções ao estabelecer um diálogo com elas, este foi o objetivo principal das pesquisas defendidas no PPGEA/FURG. O brincar desenvolve a criatividade, a iniciativa e a imaginação e certamente, refletirá no desenvolvimento social, físico e intelectual das crianças, pois, a partir de uma simples brincadeira e/ou diálogo elas irão aprender a dividir, emprestar e cooperar. O brincar é a linguagem lúdica das crianças que se comunicam, interagem e constroem aprendizagens ao se relacionar com o ambiente e com os outros, permitindo ainda que se percebam enquanto sujeitos no e com o mundo (KISHIMOTO, 2013). Nesse emaranhado de relações entre pares, pesquisadoras, símbolos e contextos, as crianças tomaram consciência de si mesmas e de seu papel na sociedade, dos seus afetos, desafetos, suas relações consigo mesmo, bem como com o outro e seus valores que, são princípios constituintes da Educação Ambiental das Infâncias. Essa propõe a crítica da realidade vivenciada, formadora da cidadania, bem como o (re)pensar de valores e atitudes com vistas ao equilíbrio local e global, como forma de obtenção da melhoria da qualidade de vida (GUIMARÃES, 2005). Como os estudos com as crianças a partir de suas percepções e diálogos ainda são recentes, salientamos a importância das três pesquisas realizadas com as crianças e a importância dos debates com/pela Educação Ambiental das Infâncias, que vem sendo cada vez mais problematizadas entre/com as pesquisadoras, que foi e é para além das defesas das dissertações (PISKE et al, 2017, JULIANO et al, 2017, SILVA et al, , 2017), recomendamos as leituras pela certeza que, o diálogo deve perdurar e estar presente nos estudos entre e com as crianças.

Agradecimentos

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), pelo apoio financeiro à pesquisa; ao Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal de Rio Grande (PPGEA/FURG), por tornarem possíveis as dissertações das autoras.

Referências

ARIÈS, P. História social da criança e da família. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. BRONFENBRENNER, U. Bioecologia do Desenvolvimento Humano: tornando os

seres humanos mais humanos/BRONFENBRENNER, Urie. Tradução: CARVALHO,

André.; Revisão técnica: KOLLER, Silvia Helena.- Porto Alegre: Artmed, 2011. 310p. BRONFENBRENNER, U. A ecologia do desenvolvimento humano: experimentos naturais e planejados. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.

GOMES, P. Educação Infantil pra que te quero. Porto Alegre: Arte Medina, 2001. GUIMARÃES, M. A formação de educadoras(es) ambientais e coletivos educadores/ Luiz Antonio Ferraro Junior, organizador, Brasília: MMA, diretoria da Educação Ambiental, 2005.

JULIANO, A. C.; BERSCH, A. A. S.; PISKE, E. L.; GARCIA, N. M.; COUSIN, C. Psicomotricidade Relacional na Educação Infantil: relações de pertencimento e reflexões com a Educação Ambiental. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, 2017. Disponível em <https://www.seer.furg.br/remea/article/view/5832>, acesso em 29 abr. 2017.

KISHIMOTO, T. M. O brinquedo e a produção cultural infantil. In: Revista Educação. Culturas e Sociologia da Infância. Editora Segmento. Edição Especial. 2013.

PISKE, E. L; YUNES, M. A. M; BERSCH, A. A; PIETRO, A. T. Práticas educativas nas instituições de acolhimento sob o olhar das crianças. Revista de Educação Pública, UFMT, 2017 (no prelo).

SILVA, L. S.; GARCIA, N. M. “Pequenos indígenas” da Tekoá Pindó Mirim e os entrecruzamentos com a natureza: contribuições para o campo da Educação Ambiental.

Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, 2017. Disponível em

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UMA ANÁLISE BIOECOLÓGICA: