• Aucun résultat trouvé

comprendre 3 à 5 mots nouveaux par semaines, durant cette phase d’explosion du lexique, il devient capable d’apprendre 8 à 10 mots nouveaux par jour

2. Sémiotique de la communication

2.1. La communication : un outil universellement multimodal

Os pilares do TPM podem variar ligeiramente de organização para organização, pois dependem da cultura da mesma e daquilo que se pretende implementar. No geral, inúmeros autores afirmam que o grosso do potencial extraído do TPM resulta da interação que o operador tem para como seu equipamento, ele é o principal responsável pelo equipamento onde trabalha, dando suporte para a sua correta utilização (Venkatesh J., 2009). Desta forma, para que o TPM cumpra com o seu objetivo, este necessita de uma estratégia bem definida, que se pode assentar em oito pilares ilustrados na Figura 4.

Figura 4-Os oito pilares do TPM (Fonte: Khamba e Ahuja, 2008)

A estrutura da “casa” TPM foi sugerida e promovida pelo JIPM, envolvendo um plano de implementação de oito pilares e uma base denominada de 5S. Ou seja, os oito pilares só funcionam devidamente se e só se existir uma primeira abordagem 5S, que permita manter o local de trabalho limpo e organizado, fazendo com que os problemas sejam facilmente identificados pela equipa.

Esta estrutura resulta num aumento substancial da produtividade do trabalho, através da manutenção controlada, redução de custos de manutenção e diminuição das paragens de produção (Khamba e Ahuja, 2008). Seguidamente é efetuada uma descrição detalhada dos pilares:

• Manutenção Autónoma

Este é o pilar mais importante do TPM. Fornece ao operador conhecimentos básicos de manutenção, para que diariamente possa aplicá-los nos equipamentos onde trabalha, sentindo- se responsável pelos mesmos. Também está incumbido de realizar mudanças com o intuito de aumentar a produtividade no seu local de trabalho. Cabral (2006), subdividiu este pilar em sete etapas:

1. Limpeza inicial: Eliminar as sujidades que se formam no equipamento, assegurando essa inspeção diariamente. Detetar eventuais inconveniências no funcionamento da máquina e, desta forma, proceder à sua reparação.

2. Medidas de combate contra possíveis fontes de sujidade: Este ponto corresponde a efetuar modificações tanto no equipamento como no posto de trabalho, de modo a assegurar a prevenção da sujidade e ao mesmo tempo reduzir ao máximo o tempo gasto nessas ações.

3. Elaboração de normas de limpeza e lubrificação: Proceder à construção de normas de limpeza de forma a otimizar o tempo de operação de ações como limpezas, reapertos e verificações. Também possui o objetivo de padronizar essas normas, para que esse procedimento seja o mesmo em outras empresas pertencentes à mesma organização. 4. Inspeção Geral: Detetar eventuais falhas no equipamento, através da aplicação de

procedimentos técnicos de inspeção geral, conforme o manual de inspeção do equipamento.

5. Inspeção Autónoma: Preencher a folha de inspeção, de acordo com as verificações mencionadas no ponto anterior.

6. Organização, ordem e disciplina: Padronizar os itens de controlo dos diversos equipamentos ou locais, tendo em conta a sistematização total da sua manutenção:

o Normas de Inspeção de limpeza e de lubrificação; o Normas de fluxo de materiais no local de trabalho; o Padronização do registo de dados;

o Normas de controlo de ferramentas, moldes e dispositivos. ➢ Manutenção focada na melhoria contínua do equipamento

Este pilar tem como função eliminar as perdas resultantes no local de trabalho e que influenciam a eficiência produtiva e funcional do equipamento. Resumidamente, pretende reduzir as sete perdas mencionadas no capítulo 2.2.3.

➢ Manutenção planeada

Este pilar abrange uma série de atividades realizadas pela equipa da manutenção, relacionadas com a manutenção preventiva e preditiva. Ao assegurar o pilar da manutenção autónoma, possibilita à manutenção obter mais tempo para efetuar atividades de manutenção planeada ao invés de corretivas (deixando essas para os operadores). Assim, este pilar tem como objetivo manter o correto funcionamento dos equipamentos e processos, de modo a melhorar a sua fiabilidade, disponibilidade, diminuição de custos, garantindo as zero avarias e falhas.

➢ Manutenção de Qualidade

O objetivo deste pilar é a satisfação do cliente, tanto internamente como externamente, ou seja produzindo produtos sem defeitos. Para isso, e de forma sistemática, é necessário garantir que nenhum constituinte do equipamento afeta negativamente a qualidade dos produtos. Na ótica da manutenção, esta tem de manter uma postura proactiva no que toca ao acompanhamento do funcionamento dos equipamentos.

➢ Educação e Formação

É com este pilar que a passagem de conhecimento entre a manutenção e a produção é assegurada. Ao transmitir conhecimento técnico de manutenção aos operadores, faz com que estes se tornem autónomos na ótica da identificação das avarias e manutenção corretiva. Estes ficam capacitados de realizarem tarefas necessárias de forma independente. Este pilar é importante, pois se não houver compreensão e captação dos conhecimentos transmitidos, o pilar da manutenção autónoma fracassa.

➢ Saúde, segurança e meio ambiente

Este pilar pretende eliminar os problemas de segurança, possivelmente existentes nos locais de trabalho, criando condições para que estes se tornem seguros na sua utilização e sobretudo não prejudiquem o meio ambiente e as áreas envolventes. Aqui o principal objetivo é assegurar a integridade do operador, através de estratégias de prevenção de segurança e higiene, de modo a alcançar zeros acidentes, zero doenças, zero incêndios e a diminuição de resíduos.

➢ TPM administrativo

Agora num ambiente administrativo, este pilar tem como objetivo melhorar a produtividade e eficiência nos ambientes organizacionais. Ou seja, passa pela criação de melhorias nessas funções, de forma a tornarem-se mais organizadas e com isso trabalharem mais eficientemente.

De igual forma à aplicação do TPM no chão de fábrica, este pilar abrange ainda as áreas da logística, planeamento, recursos humanos e outras áreas administrativas como engenharia e produção.

➢ Desenvolvimento da gestão

Este último pilar refere-se à utilização do conhecimento obtido e presenciado em casos de melhoria anteriores. Agora adaptando-os a novos equipamentos, assim que estejam operacionais. Resumidamente, pretende alertar a gestão de topo para minimizar os possíveis problemas encontrados em novos equipamentos, através da utilização de informação obtida em exemplos passados. É o caso de modificações a nível de segurança e ou acesso efetuados nas máquinas. Quando são adquiridos novos equipamentos, a gestão de topo automaticamente solicita ao fabricante a adaptação dessas condições ainda na fase de encomenda do mesmo (Khamba e Ahuja, 2008).