les installations de stockage
1.3 Une exploitation réversible
Neste caso para descrever o perfil do grupo de professores participantes no estudo organizaram-se as informações referentes à idade, género, grau académico, situação profissional, experiência na formação de professores, tempo de serviço na Escola do Magistério, tempo de serviço como professor de Matemática e Metodologia de Ensino da Matemática que já leccionou no período 2008-2017.
Figura 7. Perfil dos professores participantes no estudo Categorias Menos de e 26 Anos De 26 à 35 Anos De 36 à 45 Anos De 46 à 55 Anos + De 55 Anos Idade 10 5 2
Género Masculino Feminino
15 2
Habilitações Literárias
Bacharel Licenciado Mestre Doutor Pós Doutorado
1 12 4
Instituição onde adquiriu as habilitações
ISCED- Huila Faculdade de Ciencias Tecnplogia da Univesidade de Coimbra Escola Superior Pedagógica do Namibe 15 1 1 Situação profissional
Quadro de nomeação definitiva Quadro de nomeação provisório Contratado 14 3 Tempo de serviço até Janeiro de 2017 - De 5 Anos De 6 à 10 Anos De 11 à 15 Anos De 16 à 20 Anos + De 20 Anos 9 3 2 3 Experiência na Formação Inicial de professores - De 5 Anos De 6 à 10 Anos De 11 à 15 Anos De 16 à 20 Anos + De 20 Anos 3 10 4
Classes que já leccionou no período 2008-2016
10.ª Classe 11.ª Classe 12.ª Classe 13.ª Classe
17 16 14 13
Disciplinas que já leccionou no período 2008-2016 Matemática Metodolog ia de Ensino da Matemátic a Práticas Seminário e Estágio Pedagógicos Acompanhante dos estágios 15 12 6 17
111 Da leitura e análise da tabela 7, constatou-se:
Maior parte dos professores de Matemática participantes no estudo era jovem, de acordo com a tabela acima, apenas dois dos professores tinham idades entre os 46 e 55 anos e dez dos dezassete tinham idades entre os 26 e 35 anos;
Quanto ao género, maior parte dos professores eram do género masculino. Isto poderá constituir-se num outro estudo para se saber as razões desta disparidade;
Em termos do grau Académico, possuem habilitações necessárias à docência para trabalharem na escola de Formação de Professores para o 1.º Ciclo do Ensino Secundário;
Relativamente a situação profissional, 14 professores eram do quadro definitivo e 3 eram do quadro provisório. Em termos de tempo de serviço na instituição, 9 professores tinham um tempo de serviço acima de três anos;
Quanto a experiência profissional como docentes da Escola em estudo, constatou-se: 3 professores funcionam na Escola a menos 5 anos, 10 de 6 à 10 anos e 4 de 11 `a 15 anos.
No período de 2008 a 2016, 17 professores já lecionaram a 10.ª Classe, 16 a 11.ª Classe, 14 a 12.ª Classe e 13 já lecionaram a 13.ª Classe.
Ainda neste período 17 professores já lecionaram a disciplina de Matemática, 12 a Metodologia de Ensino de Matemática, 6 já lecionaram a disciplina de Prática Seminário e Estágio Pedagógico e 17 professores já foram Acompanhantes dos Estágios nas escolas de aplicação.
Isto mostrou que os professores inqueridos estiveram dentro das dificuldades que envolveram o processo de implementação do plano mestre na formação inicial de professores de Matemática para o 1.º Ciclo, no período em análise.
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4.2.2. Aspetos relacionados com o conhecimento que os profissionais têm do Plano Mestre de Formação de Professores em Angola
Nesta parte do estudo, procurou-se analisar todos os aspetos relacionados com o conhecimento do Plano Mestre de Formação de Professores em Angola. Assim, no gráfico 1, apresenta-se as opiniões dos professores participantes no estudo sobre a forma de organização do referido documento.
Gráfico 1. Opiniões dos participantes ao estudo sobre a forma de organização do Plano Mestre de Formação de
Professores em Angola
Na leitura deste gráfico1, constatou-se: 59% dos inquiridos considera que o Plano Mestre de Formação de Professores em Angola está organização de forma a privilegiar o desenvolvimento de capacidades, aptidões, atitudes e valores; 47% considera que está organizado de forma a orientar a prática pedagógica dos professores e outros participantes ao estudo não têm opinião a este respeito.
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No gráfico 2, apresenta-se as opiniões dos participantes ao estudo sobre as orientações expressas no Plano Mestre de Formação de Professores em Angola.
Gráfico 2.Opiniões dos participantes ao estudo sobre as orientações expressas no Plano Mestre de Formação de Professores em Angola
Na leitura do gráfico 2, quanto as opiniões dos participantes ao estudo sobre as orientações expressas no Plano Mestre de Formação de Professores em Angola, apurou-se:
Apesar de alguns professores terem afirmado que as orientações expressas no Plano Mestre de Formação de Professores em Angola estavam claramente formuladas e que apoiavam as práticas pedagógicas, apresenta um número elevado dos professores que não responderam, isto mostra que os inquiridos têm pouco conhecimento do referido documento pois que, olhando nos factores que provavelmente dificultaram a consecução deste documento referenciados no ponto 4.2.4, aponta-se a falta de divulgação do projeto como um dos fatores, assim como a monitorização como um dos fatores impediram o êxito do projeto, o que mostra que houve poucas intervenções para se dar conhecimento deste plano aos professores implementadores e outros.
O fato ainda é visível na abstenção de muitos professores inquiridos nos aspetos relacionados com as orientações expressas neste projeto se eram exequíveis, se apoiavam a pratica pedagógica e se estavam claramente formuladas, pois que, 53% deles abstiveram-se em dar a resposta se as orientações expressas no Plano Mestre de Formação de Professores em Angola eram exequívesi, 41 % abstiveram em responder se apoiam a prática pedagógicas e 29% se estão claramente formuladas. Isto ilustra que maior parte dos professores desconheciam do documento em análise.
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No gráfico 3, apresentam-se as opiniões dos participantes no estudo sobre a adequação do Plano Mestre de Formação de Professores em Angola.
Gráfico 3.Opiniões dos participantes ao estudo sobre a adequação do Plano Mestre de Formação de Professores em Angola
Na leitura do gráfico 3, concluiu-se que:
65% dos Professores inquiridos considera que o Plano Mestre de Formação de Professores em Angola se adequa ao nível etário dos alunos e as necessidades dos alunos.
53% dos Professores inquiridos considera que o Plano Mestre de Formação de Professores em Angola se adequa ao perfil de entrada do aluno na escola de Magistério, ao desenvolvimento de projetos/atividades integradoras . No entanto outros 41% são neutros;
59% não deram a sua opinião relativamente a questão sobre se o Plano Mestre de Formação de Professores em Angola se adequa ao meio sociocultural;
59% dos Professores inquiridos consideram que Plano Mestre de Formação de Professores em Angola se adequa às necessidades de formação de professores para o 1.º Ciclo do ensino secundário.
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Da leitura feita do gráfico 3, conclui-se que mais de 50% dos inqueridos considera que a Plano Mestre de Formação de Professores em Angola se adequa ao nível etário dos alunos, as necessidades dos alunos, ao perfil de entrada do aluno na escola de Magistério, ao desenvolvimento de projetos/atividades integradoras, às necessidades de formação de professores para o 1º Ciclo do ensino secundário. Mas, um número elevado não deu opinião sobre se Plano Mestre de Formação de Professores em Angola se adequa ao meio sociocultural.
No entanto, da leitura e análise dos gráficos 1, 2 e 3, nas respostas dadas pelos inquiridos nos aspetos de organização, orientações e adequação do Plano Mestre de Formação de Professores em Angola, concluiu-se que os professores participantes no estudo têm pouco conhecimento deste documento, pois que, na pergunta aberta (item 3.9), relativa às principais dificuldades enfrentadas no processo de implementação do Plano Mestre de Formação de Professores em Angola, 12% consideram que constituiu como dificuldade no processo de implementação do projeto: a fraca divulgação das linhas orientadoras do documento para alguns atores pedagógicos no Namibe, a falta de Formação e monitorização para a concretização das orientações constantes no documento, articulação de políticas e a falta de recursos financeiros para o êxito do processo.
Uma percentagem de 24% dos inquiridos considera que constituiu como dificuldade no processo de implementação do Plano Mestre de Formação de Professores em Angola, a deficiente monitorização, supervisão e controlo, e consequentemente a avaliação parcial do mesmo projeto. O que mostra que as ações de divulgação do mesmo não foram suficientes.
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4.2.3. Aspetos relacionados com o cumprimento das orientações expressas no eixo 8 do