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Dans le document Math´ematiques pour Informaticiens (Page 73-77)

Foram testados os efeitos de dois tratamentos de controle químico e dois tratamentos de cobertura em duas épocas de plantio. Foram feitas aplicações dos químicos Fosfato bipotássico - K2HPO4 (Sigma ) e Clorotalonil (produto comercial Absoluto 75PM,

com 75% do princípio ativo, Iharabrás Ind. Químicas) uma vez por semana, totalizando três aplicações durante o experimento, com a primeira aplicação logo após a fr utificação (nas dosagens de 50 g de K2HPO4/ 10L de água e 20 g do p.c./ 10L de água).

Para estimar o efeito de cobertura do solo, foram testadas a cobertura plástica (“mulching”) e a orgânica, de palhada obtida de feno de Andropogon sp.

A adubação de cobertura, feita uma vez por mês após plantio, foi de 15 g/planta de NPK 20-05-20 para todas as plantas.

O delineamento experimental foi fatorial 2 x 2, em blocos ao acaso e 4 repetições. A unidade experimental foi constituída por 20 plantas por parcela, espaçadas entre si 0,5 m e, entre fileiras, 0,6 m. Os resultados foram analisados por análise de regressão e separação de médias com base no desvio -padrão.

2.2. Efeito da Adubação Nitrogenada

Para avaliar o efeito da adubação nitrogenada foram testados quatro níveis de nitrogênio, repetidos nos plant ios de inverno e de verão. A adubação de cobertura foi de 0 g/planta, 12 g/planta, 35 g/planta e 102 g/planta de uréia (45-46%), distribuídas em 3 meses, para os tratamentos 0 Kg/ha, 50 Kg/ha , 150 Kg/ha e 450 Kg/ha de adubação, respectivamente. Foram aplicados 10 g/planta de cloreto de potássio (KCl) em todos esses tratamentos.

3. RESULTADOS

3.1. Efeito de controle químico e coberturas

A severidade da antracnose foi geralmente menor no plantio de inverno que no de verão, com uso de clorotalonil ao invés de fosfato bipotássico e de cobertura orgânica ao invés de cobertura plástica (Figuras 2, 3). No inverno, clorotalonil foi capaz de manter a severidade da doença sob controle em ambas coberturas de plantio, orgânica e plástica, enquanto que fosfato bipotássico não, atingindo índices superiores a 250 para ambas coberturas. Sob cobertura plástica, a severidade atingiu índice 100 com uso de clorotalonil e índice 400 com fosfato bipotássico. No inverno, o efeito da cobertura orgânica foi melhor evidenciado sob fosfato bipotássico, com menor severidade da doença que em cobertura plástica. As taxas de progresso da doença nos tratamentos com cobertura orgânica atingiram, no inverno, de 5,3 a 16,2 em parcelas pulverizadas com clorotalonil e K2HPO4

respectivamente, e de 5,6 a 20,9 na cobertura plástica, para o mesmos respectivos tratamentos químicos. Já no verão,as taxas de progresso foram de 25,2 a 63,8 na cobertura orgânica em parcelas pulverizadas com clorotalonil e K2HPO4 respectivamente, e de 40,6 a

60,2 na cobertura plástica para o mesmos respectivos químicos.

O plantio de verão registrou elevada severidade de doença (Figura 3). Parcelas pulverizadas com clorotalonil apresentaram menores severidades da antracnose sob cobertura orgânica, apesa r do efeito insuficiente no controle da doença. Quanto ao fosfato bipotássico, não houve efeito de coberturas adotadas, com elevados índices de doença tanto na plástica, quanto na orgânica, atingindo níveis de doença próximos a 1200.

No plantio de inverno o efeito da cobertura adotada foi observado com uso de fosfato bipotássico (Figura 4). Durante as cinco leituras efetuadas, permaneceu a tendência à maior severidade de doença com uso de fosfato bipotássico e cobertura plástica, diferentemente de clorotalonil, cujos índices de doença foram semelhantes para ambas coberturas. Já no plantio de verão (Figura 5), devido principalmente às condições meteorológicas favoráveis ao patógeno, não foi possível observar nem efeito de químicos nem de coberturas, nas leituras realizadas separadamente no tempo.

A média da produtividade de frutos, obtida no plantio de inverno, foi superior a 100 g por parcela, tanto para frutos sadios quanto doentes, não revelando diferença de produtividade entre os tratamentos. No plantio de verão, em decorrência da alta incidência da doença, a produtividade foi reduzida à média de 5 g por parcela, com maioria dos frutos com mais de 80% de área lesionada.

3.2. Efeito da Adubação Nitrogenada

Os diferentes níveis de nitrogênio adotados, tanto no plantio de inverno quanto verão, demonstram maior severidade de antracnose com a maior dosagem, de 450 Kg/ha (Figura 6). As demais dosagens, de 50 e 150 Kg/ha, tiveram respostas semelhantes, revelando valores muito próximos de severidade.

4. DISCUSSÃO

Este trabalho demonstrou que a severidade de antracnose de pimentão é influenciada pela cobertura do solo e pelos químicos adotados. No plantio de inverno, o tratamento que melhor controlou a incidência da doença foi cobertura orgânica de palhada, provavelmente em decor rência do efeito da rugosidade em reduzir a dispersão de esporos nesse tipo de cobertura (Yang et al., 1990; Ntahimpera et al., 1998). Entre os tratamentos químicos, clorotalonil apresento u menores sever idades da doença pelo efeito protetor do produto. Durante o inverno, quando as severidades de doença foram menores, o efeito da cobertura foi bem observado apenas nas parcelas pulverizadas com fosfato bipotássico, quando as taxas de progresso foram reduzidas de 20,9 para 16,2.

No plantio de verão, nenhum dos tratamentos registrou controle eficiente da antracnose. Entretanto, foi observada redução na severidade de antracnose com clorotalonil em ambas coberturas, com reduções na taxa de progresso da doença de 60,2 para 40,6 e de 63,8 para 25,2 para cobertura plástica e orgânica, respectivamente. O efeito de cobertura só foi evidenciado nas parcelas pulverizadas com clorotalonil. Embora o efeito aditivo do uso de químico e de cobertura orgânica tenha sido detectado também no verão, os elevados níveis de doença neste plantio demonstram claramente que em condições ambientais favoráveis ao patógeno, não há medida de controle eficiente para a doença.

Madden et al. (1993) observaram um significativo efeito dos tratamentos cobertos com palhada, em comparação ao plástico, na incidência de C. acutatum em morangueiro, confirmando que a cobertura orgânica reduz a incidência de antracnose. Como a maior parte dos pimentões disponíveis no mercado brasileiro são suscetíveis à doença e os produtos químicos não são suficientes para o controle, o uso de medidas de manejo integradas da doença são as alternativas ideais a serem adotadas em campo. Redução do adensamento de plantio, época de plantio menos favorável ao patógeno, tipo de cobertura

do solo que minimize a dispersão de esporos e controle químico preventivo são algumas das medidas que, embora isoladamente não provoquem redução da doença, devem ser

usadas em conjunto por apresentarem efeitos aditivos.

4.2. Efeito da Adubação Nitrogenada

Os dados confirmaram que elevados níveis de adubação nitrogenada aumentam a severidade de doença (Vos & Frinking, 1997). Níveis baixos e os normalmente recomendados de nitrogênio para o pimentão (em torno de 150 Kg/ha), não se diferenciaram entre si quanto à severidade da antracnose. Portanto, embora a alteração dos níveis de adubação nitrogenada não se configure em método eficaz de controle da doença, os resultados mostraram consistentemente que níveis elevados de adubação nitrogenada devem ser evitados.

5. CONCLUSÕES

- A severidade da antracnose em pimentão foi influenciada pelas coberturas de solo e pelos químicos adotados;

- A cobertura orgânica reduziu o progresso da doença em relação à plástica;

- O químico clorotalonil reduziu o progresso da doença em relação ao fosfato bipotássico; - Dosagens elevadas de N aumentaram a severidade de antracnose em pimentão.

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Tabela 1. Escala descritiva para avaliação de severidade em frutos de pimentão em ensaio

em campo.

Área Lesionada

Tipo de Lesão Classe

0% Frutos sadios. 0

Fruto com uma lesão = 0,5 cm de diâmetro. 1

1- 20%

Fruto com uma lesão ›0,5 cm de diâmetro ou duas a quatro lesões discretas ou coalescentes = 0,5 cm de diâmetro. 2

Duas a quatro lesões discretas ou coalescentes ›0,5 cm de diâmetro ou mais de cinco lesões discretas ou não = 0,5 cm de diâmetro. 3

Mais de cinco lesões discretas ou coalescentes ›0,5 cm de

diâmetro. 4

= Uma lesão discreta ou coalescente com área atingida entre 21%-

40%. 5

Mais de 20%

= Uma lesão discreta ou coalescente com área atingida entre 41%-

60%. 6

= Uma lesão discreta ou coalescente com área atingida entre 61%-

80%. 7

= Uma lesão discreta ou coalescente com área atingida superior a 81%.

8

95

Figura 1: Escala diagramática para avaliação de severidade em frutos de pimentão em ensaio em campo.

0 1 2 3

4 5 6 7 8

y = 5,3373x - 452,63 R2 = 0,9691 y = 5,5855x - 468,07 R2 = 0,9165 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 80 85 90 95 100 105

Dias após transplantio

Índice de Severidade C.Org. C. Plast. Linear (C.Org.) Linear (C. Plast.) y = 16,241x - 1357,4 R2 = 0,9365 y = 20,876x - 1726,5 R2 = 0,8988 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 80 85 90 95 100 105

Dias após transplantio

Índice de Severidade

C.Org.

C. Plast. Linear (C.Org.) Linear (C. Plast.)

Figura 2: Efeito dos químicos clorotalonil (A) e fosfato bipotássico (B) no progresso da

antracnose em pimentão em diferentes tipos de coberturas (orgânica e plástica) no plantio de inverno.

A

y = 40,617x - 2164,9 R2 = 0,9059 y = 25,273x - 1322,6 R2 = 0,9434 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 45 50 55 60 65 70 75

Dias após transplantio

Índice de Severidade C. org C. plast Linear (C. plast) Linear (C. org) y = 60,213x - 3076,7 R2 = 0,9688 y = 63,828x - 3334,2 R2 = 0,9525 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 45 50 55 60 65 70 75

Dias após transplantio

Índice de Severidade

C. org C. plást Linear (C. plást) Linear (C. org)

Figura 3: Efeito dos químicos clorotalonil (A) e fosfato bipotássico (B) no progresso da

antracnose do pimentão em diferentes tipos de coberturas (plástica e orgânica) no plantio de verão.

B A

0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0 450,0 500,0

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0 450,0 500,0

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0 450,0 500,0

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade

Figura 4: Severidade de antracnose em frutos no plantio de inverno sob diferentes

coberturas e tratamentos químicos aos 90 (A), 93 (B), 96 (C), 99 (D) e 102 (E) dias após transplantio.

A

B

0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0 450,0 500,0

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0 450,0 500,0

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade

Continuação da Figura 4.

D

0 200 400 600 800 1000 1200 1400

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade 0 200 400 600 800 1000 1200 1400

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade 0 200 400 600 800 1000 1200 1400

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade

Figura 5: Severidade de antracnose em frutos no plantio de verão sob diferentes coberturas

e tratamentos químicos aos 63 (A), 66 (B), 69 (C) e 72 (D) dias após transplantio.

A

B

0 200 400 600 800 1000 1200 1400

CLOROTALONIL K2HPO4 CLOROTALONIL K2HPO4 COBERTURA ORGÂNICA COBERTURA PLÁSTICA

Índice de Severidade

Continuação da Figura 5.

0 150 300 450 600 750 900 85 90 93 96 99 102

Dias Após Transplantio

Indice Severidade N 0 N 50 N 150 N 450 0 150 300 450 600 750 900 51 63 66 69 72

Dias Após Transplantio

Índice de Severidade

N 0 N50 N150 N450

Figura 6: Efeito da adubação nitrogenada no índice de severidade da antracnose de

pimentão em campo, no plantio de inverno (A) e no plantio de verão (B).

A

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