• Aucun résultat trouvé

Joint Spatiotemporal Correlation in Wireless Sensor Networks In the previous sections, the spatial and temporal correlations were separately

Spatiotemporal Correlation Theory for Wireless Sensor Networks

5.3 SPATIOTEMPORAL CORRELATION IN WIRELESS SENSOR NETWORKS

5.3.3 Joint Spatiotemporal Correlation in Wireless Sensor Networks In the previous sections, the spatial and temporal correlations were separately

À planificação e à realização, abordados anteriormente, soma-se a, avaliação, enquanto tarefas centrais de cada professor. Bento (1987, p.150) defende que “a análise e avaliação implicam a posterior reprodução mental (podendo e, por vezes, devendo ir até ao registo escrito) daquilo que se passou durante o ensino e a avaliação da sua qualidade.”

O mesmo autor (1987) defende que este processo decorre, normalmente, em três etapas:

1º No decurso da aula. 2º Na parte final da aula. 3º Após a aula e em casa.

Através deste método surge a ideia da importância do professor refletir acerca da sua prática, recorrendo aos diversos momentos. No decurso da aula a reflexão centra-se nas suas propostas, na qualidade de estruturação do ensino e das atividades desencadeadas, ou seja, a reflexão na ação. A parte final da aula remete para uma reflexão sobre o decurso da mesma e os respetivos resultados, remetendo assim para uma reflexão sobre a ação. O

64

terceiro ponto, após a aula e em casa, leva a análise do processo de ensino e o registo dos resultados, olhando assim para a reflexão sobre a reflexão na ação.

“Na parte final da aula será importante refletir o que se fez, que problemas aconteceram e dialogar com os alunos as diferentes matérias abordadas para que o conhecimento desportivo deles possa aumentar.” (Reflexão da Reunião de NE, 12 de outubro de 2016)

O aspeto em cima mencionado foi tido em conta ao longo do ano letivo, tentando no final de cada aula ficar com a perceção que os alunos tiveram dos aspetos positivos e negativos da mesma.

Bento (1987, p.154) define que “a análise e a avaliação do ensino orientam-se por dois sentidos dominantes: a definição do estado alcançado e a precisão dos planos do professor, sobretudo na aula seguinte.”

Esta prestativa procura um tipo de reflexão que não limite a análise do ensino, a uma comparação do objetivo e do resultado, que inclua as condições necessárias para o rendimento, abrangendo assim as determinantes de sucesso e de insucesso, de rendimento e falta de rendimento. Segundo Siedentop (2000) muitos professores de EF tendem a não avaliar a aprendizagem dos alunos, a progressão ao longo do tempo e o empenho dos alunos. O mesmo autor (2000) sugere que a avaliação deve ser concebida como um conjunto de atividades onde o aluno tem oportunidade de demonstrar as suas capacidades, o conhecimento e a aplicação do conteúdo num contexto que permita a continuidade de novas aprendizagens e crescimento.

O processo de ensino é direcionado para a consecução de determinados objetivos. Então uma primeira possibilidade de adquirir dados acerca da qualidade do trabalho letivo será o controlo dos resultados obtidos pelos alunos, isto é, dos objetivos alcançados (Bento, 1987).

Por outro lado, surge também a necessidade de analisar o PEA. Neste caso é extremamente importante analisar todas as circunstâncias do processo, surgindo posteriormente os resultados de aprendizagem. Bento (1987, p.155) define “a análise, orientada para a determinação da qualidade das diversas

65

componentes do processo de ensino/aprendizagem, é designado como análise/avaliação do processo.”

No excerto a baixo é possível verificar uma reflexão acerca do processo de ensino, em que é feita uma análise à formação das equipas e dos resultados obtido num determinado comportamento.

“A formação das equipas estava desequilibrada, sendo importante alguns reajustes no momento para manter o jogo mais competitivo. No aspeto da ocupação dos corredores os alunos já realizam, faltando haver maior trocas posicionais e mais procura de bola.” (Reflexão, 4 de janeiro de 2017)

Segundo Rosado e Silva (1999) “a avaliação poderá ser normativa ou criterial; normativa se centrada sobre o desempenho de um dado grupo de alunos e criterial se focaliza o domínio de um conjunto particular de objetivos.”

“Na avaliação normativa, o critério é externo em relação ao indivíduo que aprende e às condições de aprendizagem, sendo a classificação feita por referência a padrões exteriores a essas condições. Na avaliação criterial, o padrão de referência ou de comparação é um critério e não uma norma, ou seja, é avaliado o conhecimento do aluno em relação a critérios pré- estabelecidos constituídos pelos objectivos de ensino.” (Rosado e Silva, 1999). Com as novas conceções de avaliação, a avaliação referida à norma perde interesse, privilegiando-se uma avaliação direcionada para o critério e o individuo, com a utilização de instrumentos específicos, balizados em função dos objetivos propostos e focada em indicadores pedagógicos concretos. (Rosado e Silva, 1999). Através deste ponto de vista e ano letivo fui utilizando um tipo de avaliação centrada no critério, em função dos objetivos propostos para o aluno e utilizando instrumentos de avaliação criados em função das categorias que pretendia avaliar.

Nas primeiras aulas das várias unidades didáticas, decorreram sempre as avaliações diagnósticas, com vista a perceber o nível que os alunos se encontram e a partir daí verificar se os objetivos propostos seriam passíveis de

66

atingir, ou então, se seria necessário fazer um reajuste dos mesmos. Gonçalves et al. (2010) refere que esta avaliação tem como objetivo a recolha de informação para priorizar e ajustar a atividade dos alunos no sentido do seu desenvolvimento. Também refere que esta informação permite colocar o aluno num grupo ou nível de aprendizagem ajustado às suas capacidades.

Durante o segundo e terceiro período comecei a adotar a estratégia de retirar alguns apontamentos sobre os alunos que acabava por me facilitar a tarefa na avaliação sumativa, conseguindo assim, percecionar a evolução dos alunos no decorrer do tempo.

De acordo com Ribeiro e Ribeiro (1990, cit. por Gonçalves et al., 2010, pp. 48-49) a avaliação formativa deve “acompanhar todo o PEA, identificando aprendizagens bem-sucedidas e as que levantam dificuldades, para que se possam ultrapassar as últimas levando os alunos atingir os objetivos propostos. Rosado et al. (2002) corrobora a ideia apresentada anteriormente ao indicar que a avaliação formativa deverá decorrer através de três etapas: (1) Recolha de informação acerca dos progressos e dificuldades dos alunos; (2) Interpretação dessas informações e, se possível, diagnóstico dos fatores que originam as dificuldades; (3) Adaptação das atividades de acordo com as interpretações.

A avaliação sumativa foi realizada no final de cada UD e permitiu obter o resultado de um momento do aluno. No entanto, muito do que ele fez ao longo do ano letivo teve influência no instante de avaliação e as notas retiradas anteriormente foram importantes para este processo. Através deste tipo de metodologia foi possível verificar a competência do aluno bem como perceber, se existiu ou não, evolução durante a respetiva UD. Segundo Gonçalves et al. (2010), a avaliação sumativa surge com uma apreciação global sobre o desenvolvimento dos conhecimentos, das competências, das capacidades e das atitudes dos alunos e possui um carácter pontual de vertente classificativa. Segundo o mesmo autor (2010) esta deve ser entendida como uma avaliação que procede a um balanço do resultado final de uma parte do PEA, contribuindo para uma apreciação mais eficaz do trabalho realizado.

67

Por fim, o processo de avaliação foi efetuado mediante os critérios de avaliação apresentados na tabela 3 e previamente definidos através do departamento de EF para todos os ciclos letivos.

Tabela 3 – Critérios de Avaliação utilizados no ano letivo

Critérios de avaliação

Domínios de avaliação Quantificação

Participação nas atividades propostas na aula Desempenho obtido na prática da EF e nas fichas de avaliação Domínio Cognitivo Saber

Aquisição de conhecimentos sobre os conteúdos lecionados

Domínio do vocabulário específico

20%

Conhecimento dos princípios básicos de higiene, segurança e da fisiologia do esforço. Domínio Sócio- afetivo Saber ser Responsabilidade 15% Empenho Autonomia Atitude crítica Relações interpessoais Domínio Psicomotor Saber fazer

Aquisição das competências técnicas, táticas e regulamentares previstas para cada modalidade ou atividade física.

45%

65%

68