• Aucun résultat trouvé

Geographical Routing

A Taxonomy of Routing Protocols in Sensor Networks

ALGORITHM 1. Pseudocode Describing the Directed Diffusion Algorithm Setup phase:

6.4.3 Geographical Routing

O EP é sem dúvida um momento marcante no processo de formação do estudante. É neste momento que o EE assume a função de professor, e, a partir daqui, terá que convocar todos os conhecimentos adquiridos ao longo da formação, complementando com a componente prática assumida pelo professor. Este ano foi extremamente rico para mim, quer seja a nível pessoal e profissional, adquirindo novos conhecimentos, passando por inúmeras experiências que considero enriquecedoras para o meu futuro.

Ao longo deste período de formação, inúmeros momentos marcantes aconteceram. Uns positivos, uns mais negativos, mas todos com um único sentido, a promoção do desenvolvimento profissional enquanto professor. Levo esta experiência para o resto da vida como um momento extremamente rico, pela diversidade de práticas vividas, pelo contacto com outros colegas e professores mais experientes, pela procura de conhecimentos com vista à melhoria e ao sucesso. Na procura do sucesso, quer da minha parte ou da parte dos meus alunos, não me pude limitar a ser um simples cumpridor de tarefas, sendo necessário fazer muito mais que isso. O EP foi um momento único e tive a necessidade de aproveitá-lo ao máximo para crescer, procurando em todos os momentos dar o melhor de mim. Foi um ano de muito trabalho e de um investimento pessoal muito forte que no final considero como um ano bastante proveitoso, ficando com uma maior integração na comunidade educativa, conhecendo inúmeras estratégias na condução do PEA e obtendo uma participação em diversas situações ricas de experiência, como as reuniões do departamento de EF e da direção de turma, a colaboração em atividades com o grupo de EF, como o Corta-Mato Escolar, o “Open Day” e ainda a participação no DE.

O “ser professor” é uma experiência tão valiosa, na formação do aluno e nas diversas transformações que confere a estes, na construção da personalidade, e em particular na EF, que visa essencialmente a formação dos alunos através do corpo. Assim, este ano de EP é o culminar de uma etapa de formação, servindo de base para perceber o papel do docente na comunidade escolar. Aos meus alunos, tentei mostrar-lhes sempre a necessidade da EF na

110

escola e como é possível educar através do corpo, não me limitando apenas a abordar as habilidade motoras das várias modalidades, mas sim tentando elucidar a importância de uma formação global e eclética. Para isso não pude deixar de lado a cultura desportiva, os conceitos psicossociais e a condição física, que são extremamente importantes na formação do ser humano.

O meu balanço final, entre vários pontos altos e pontos baixos, é bastante positivo, embora concorde que por vezes poderia ter abordado determinadas situações de formas diferentes, sendo estas reflexões importantes também para o meu crescimento pessoal e profissional.

Quanto ao meu futuro próximo, sei que as dificuldades na docência da EF são inúmeras, relativamente ao número de vagas a nível nacional disponíveis para os profissionais de EF. Mas por outro lado, e com o terminar deste ciclo, sinto-me mais robusto de conhecimentos do que quando entrei para o curso de mestrado, sendo esta uma motivação acrescida para nunca desistir da ambição de ser professor de EF e puder dar aulas, tal como ambicionei.

111

6. Referências Bibliográficas

Alarcão, I. (1996). Ser Professor Reflexivo. In I. Alarcão (Ed.), Formação Reflexiva de Professores - Estratégias de Supervisão (pp. 171-188). Porto: Porto Editora.

Alarcão, I., & Tavares, J. (1985). Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem. Coimbra: Livraria Almedina.

Alarcão, I., & Tavares, J. (1987). Supervisão da Prática Pedagógica - Uma Prespetiva de Desenvolvimento e Aprendizagem. Coimbra: Livraria Almedina.

Alarcão, I., & Tavares, J. (2003). Supervisão da prática pedagógica: Uma perspetiva de desenvolvimento e aprendizagem (2 ed.). Coimbra: Livraria Almedina.

Batista, P., & Pereira, A. L. (2014). Uma Reflexão Acerca da Formação Superior de Profissionais de Educação Física - Da competência à Conquista de uma Identidade Profissional. In I. Mesquita & J. Bento (Eds.), Professor de Educação Física: Fundar e dignificar a profissão (pp. 75-102). Porto: Editora FADEUP.

Batista, P., & Queirós, P. (2013). O Estágio profissional enquanto espaço de formação profissional. In P. Batista, P. Queirós & R. Rolim (Eds.), Olhares sobre o Estágio Profissional em Educação Física (pp. 31-52). Porto: Editora FADEUP.

Bento, J. (1999). Contexto e Perspectivas. In J. O. Bento, R. Garcia & A. Graça (Eds.), Contextos da Pedagogia do Desporto - Perspetivas e Problemáticas (pp. 16-112). Lisboa: Livros Horizonte.

Bento, J. (2014). Teoria-Prática: Uma Relação Múltipla. In I. Mesquita & J. Bento (Eds.), Professor de Educação Física: Fundar e dignificar a profissão (pp. 15-54). Porto: Editora FADEUP.

Bento, J. O. (1987). Planeamento e Avaliação em Educação Física. Lisboa: Livros Horizonte.

Canário, R. (2005). O que é a escola? Um "olhar" sociológico. Porto: Porto Editora.

112

Carvalho, R. G. G. (2006). Cultura global e contextos locais: a escola como instituição possuidora de cultura própria. Revista Iberoamericana de Educación, 39(2).

Crum, B. (1993). A Crise de Identidade da Educação Física. Ensinar ou não Ser, eis a Questão. Comunicação apresentada em Actas do IV congresso da SPEF, nº7/8. Sociedade Portuguesa de Educação Física. Gómez, A. P. (1992). O Pensamento Prático do Professor: a formaçao do

professor como porfissional reflexivo. In A. Nóvoa (Ed.), Os Professores e a Sua Formação (1 ed., pp. 93-114). Lisboa: Publicações Dom Quixote.

Gonçalves, F., Albuquerque, A., & Aranha, Á. (2010). Avaliação: um caminho para o sucesso no processo de ensino e aprendizagem. Maia: Edições ISMAI - Centro de Publicações do Instituto Superior da Maia.

Huberman, M. (2000). O ciclo de vida profissional dos professores. In A. Nóvoa (Ed.), Vidas de professores (pp. 31-61). Porto: Porto Editora.

Jacinto, J., Carvalho, L., Comédias, J., & Mira, J. (2001). Programa de educação física: 10º, 11º e 12º anos: Cursos científico-humanísticos e cursos tecnológicos. Lisboa: Ministério da Educação: Departamento do Ensino Secundário.

Lalanda, M. C., & Abrantes, M. M. (1996). O Conceito de Reflexão em J. Dewey. In I. Alarcão (Ed.), Formação Reflexiva de Professores - Estratégias de Supervisão (pp. 41-62). Porto: Porto Editora.

Matos, Z. (2014). Educação Física na Escola - Da Necessidade da Formação aos Objetivos e Conteúdos Formativos. In I. Mesquita & J. Bento (Eds.), Professor de Educação Física: Fundar e dignificar a profissão (pp. 157- 190). Porto: Editora FADEUP.

Matos, Z. (2016/2017). Normas Orientadoras do Estágio Profissional do Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Mestre em Ensino de Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário da FADEUP.

Mesquita, I. (2005). Pedagogia do treino: A formação em jogos desportivos coletivos. Lisboa: Livros Horizonte.

113

In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do desporto (pp. 39-68). Cruz Quebrada: Edições FMH.

Mesquita, I., & Rosado, A. (2011). O desafio pedagógico da interculturalidade no espaço da educação física. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do Desporto (pp. 21-38). Cruz Quebrada: Edições FMH. Metzler, M. (2011). Instructional models for physical education (3 ed.).

Scottsdale: Holcom Hathaway Publishers.

Nóvoa, A. (1992). Formação de Professores e a Profissão Docente. In A. Nóvoa (Ed.), Os Professores e a sua Formação (1ª ed., pp. 15-34). Lisboa: Publicações Dom Quixote

Nóvoa, A. (2002). Formação de Professores e o Trabalho Pedagógico. Lisboa: Educa.

Nóvoa, A. (2008). Profissão Professor (2 ed.). Lisboa: Porto Editora.

Oliveira, M. T. G. M. (2002). A indisciplina em aulas de educação física: Estudo das crenças e procedimentos dos professores relativamente aos comportamentos de indisciplina dos alunos nas aulas do 2º e 3º ciclo do ensino básico. Viseu: Instituto Superior Politécnico de Viseu.

Projeto Educativo 2015-2018 . AEDD, uma opção de referência para o sucesso dos jovens.

Queirós, P. (2014). Da formação à profissão: o lugar do estágio profissional. In P. Batista, P. Queirós & A. Graça (Eds.), O Estágio profissional na (re)construção da identidade profissional em Educação Física (pp. 67- 86). Porto: Editora FADEUP.

Rink, J. (2001). Investigating the assumptions of pedagogy. Journal of Teaching in Physical Education, 20(2), 139-149.

Rink, J. (2014). Teaching physical education for learning (7 ed.). New York: McGraw Hill.

Rink, J. E. (1994). Task Presentation in Pedagogy. Quest, 46(3), 270-280. Rodrigues, J., & Ferreira, V. (1998). Valores e expectativas dos professores-

estagiários [Versão eletrónica]. Millenium. Consult. Julho 5, 2017,

disponível em

114 ctativas.pdf.

Roldão, M. C. (2007). Colaborar é preciso: Questões de qualidade e eficácia no trabalho dos professores (71 ed.). Lisboa: Ministério da Educação - DGIDC.

Roldão, M. d. C. (1995). O director de turma e a gestão curricular. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.

Rosado, A. (2011). Pedagogia do Desporto e Desenvolvimento Pessoal e Social. In A. R. I. Mesquita (Ed.), Pedagogia do Desporto. Cruz Quebrada: Edições FMH.

Rosado, A., Dias, L., & Silva, C. (2002). Avaliação das aprendizagens em educação física e desporto. In A. Rosado & C. Colaço (Eds.), Avaliação das aprendizagens fundamentos e aplicações no domínio das actividades físicas (pp. 11-95). Lisboa: Omniserviços.

Rosado, A., & Ferreira, V. (2011). Promoção de ambientes positivos de aprendizagem. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do desporto (pp. 185-206). Cruz Quebrada: Edições FMH.

Rosado, A., & Mesquita, I. (2011). Melhorar a aprendizagem optimizando a instrução. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do desporto (pp. 69-130). Cruz Quebrada: Edições FMH.

Rosado, A., & Silva, C. (1999). Conceitos Básicos sobre Avaliação das Aprendizagens [Versão eletrónica]. Consult. Julho 14, 2017, disponível em http://home.fmh.utl.pt/~arosado/ESTAGIO/conceitos.htm.

Sarmento, P. (2004). Pedagogia do Desporto e Observação. Lisboa: FMH Edições.

Schon, D. A. (1987). Educating the reflective practitioner: Toward a new design for teaching and learning in the professions. San Francisco: Jossey Bass.

Serafini, O., & Pacheco, J. A. (1990). A observação como elemento regulador da tomada de decisões: a proposta de um instrumento. Revista Portuguesa de Educação, 3(2), 1-19.

Siedentop, D. (2000). Developing Teaching Skills in Physical Education (4 ed.). Moutain View, Califórnia: Mayfield Publishing Company.

115

Siedentop, D. (2008). Aprender a enseñar la educacion fisica (2 ed.). Barcelona: INDE Publicaciones.

Sousa, J., & Magalhães, J. (2006). Desporto Escolar Um Retrato. Lisboa: Ministério da Educação.

Vickers, J. (1990). Instructional design for teaching physical activities a knowledge structures approach. Champaign, IL: Human Kinetics Books. Zeichner, K. M. (1993). A Formação Reflexiva de Professores: Ideias e

XXV

Anexos

XXVI Anexo 1. Questionário Inicial Alunos

XXVIII Anexo 2. Mapa de Distribuição de Matérias

XXXII Anexo 3. Cartaz “Open Day”

XXXIV Anexo 4. Teste Sociométrico (1ª aplicação)

XXXV