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2. Les méthodes alternatives à l'usage du cuivre 19 

2.3. Agents microbiens de biocontrôle 37 

2.3.1. Modes d’action 37 

Os afloramentos de quartzito, situadas no limite superior da face de praia, encontram-se marcados pelo desenvolvimento de uma série de feições de erosão marinha, incluindo cavernas, entalhes basais (wave-cut notches) e paredões rochosos (cliffs) atualmente posicionados em cotas altimétricas mais elevadas do que o nível médio das marés. Adicionalmente, é possível observar a formação de rochas de praia (beachrocks) em níveis mais elevados que o mar atual, que indicam também as oscilações do nível do mar ao longo dos tempos5. A seguir, dar-se-á ênfase aos processos que dão origem às formas acima citadas.

Três quartos das linhas de costa do mundo são escarpadas e rochosas (SUNAMURA, 1992) e regridem como resultado da erosão marinha em sua base, acompanhada de erosão subaérea na frente da falésia. São influenciadas pela geologia, estrutura e litologia das formações rochosas que afloram na costa e sua resposta a processos de erosão e intemperismo (BIRD, 2008).

O substrato rochoso em Jericoacoara, por exemplo, é basicamente composto de quartzito, uma das rochas mais duras e resistentes ao intemperismo subaéreo (físico, químico e biológico) e marinho. Este substrato tem idade neoproterozoica, entretanto, o formato irregular desta faixa de costa tem sido, ao longo dos últimos períodos geológicos, influenciado pela subida e descida do nível do mar, especialmente durante o Pleistoceno e o Holoceno, gerando interessantes feições geomorfológicas.

As partes mais resistentes da formação rochosa costeira dão origem a saliências, como os pilares marinhos (stacks) posicionados dentro do mar e na faixa de praia e os blocos soltos na praia. Ao passo que a encosta rochosa regride, esses pilares, chamados na literatura de ilhotas residuais (residual islets), ficam isolados, sendo formados tanto pelo colapso de um arco natural quanto pelo corte transversal de uma enseada ao longo de uma zona de fraqueza. Depois, são gradualmente reduzidos pela erosão marinha e podem ser escavados até seu total colapso, sobrando apenas uma base plana (BIRD, 2008).

5 Nos trabalhos de campo do ZEE, foram encontrados outros tipos de evidências de oscilação do nível do mar,

como exumação de paleomangues ao longo de todo o litoral cearense, cordões litorâneos soldados ao continente em Icapuí, Almofala e Acaraú e Bitupitá e paleobeachrocks imersos nas dunas da Volta do Rio em Itarema.

As partes mais fracas geram paredões rochosos verticais ou inclinados, dependendo da configuração dos planos de fraqueza da rocha (falhas, fraturas, juntas, clivagens, foliações e lineações). Estas estruturas podem ser escavadas por processos intempéricos e abrasivos (ondas) e, consequentemente, podem dar origem a cavernas, fendas e fissuras e inlets (pequenos braços de mar). As encostas serão mais arredondadas quando os afloramentos forem camuflados pela vegetação ou manto de intemperismo. Se a erosão marinha cessar, os sedimentos provenientes da escarpa podem formar um depósito basal de talus.

A erosão começa com a remoção de material rochoso tanto em escala macroscópica quanto em microscópica. As rochas cristalinas obviamente são muito resistentes à erosão. Segundo Sunamura (1992) a taxa de erosão de encostas graníticas é de 1 mm por ano. Adicionalmente, a formação de cavernas em quartzitos não necessariamente envolve a dissolução da rocha, como é o caso das cavernas calcárias. Segundo Briceno et al., 1990 isto se dá preferencialmente pelo fluxo de água que causa erosão ao longo de zonas de fraqueza, como planos de acamamento, falhas e fraturas. Segundo estes autores, a formação deste tipo de topografia depende dos efeitos do intemperismo químico juntamente com a constante remoção de detritos. Jennings (1983 apud Wray, 1997) enfatiza que a dissolução remove uma pequena porção da rocha (cerca de 10 a 20% do volume total) mas que o ataque químico produz um volume considerável de resíduos em rochas silicatadas, que devem ser removidos pelo transporte físico. Isso requer obviamente, de acordo com Wray (1997), um abundante suprimento de água, preferencialmente em condições vadosas. Assim, os processos de erosão física são muito importantes, se não os mais importantes, na formação de cavernas em rochas quartzíticas (WRAY, 1997).

As cavernas (caves) são encontradas mais em formações rochosas duras do que em frágeis. Se uma caverna é formada no promontório, ela pode eventualmente se quebrar até o outro lado, formando um arco marinho natural (natural sea arch). O arco gradualmente se alargará até que não possa mais apoiar seu topo ou lintel. Quando o colapso acontece, permanece um pilar marinho (stack). Este pilar pode ser adicionalmente desbastado e formar um stump, palavra inglesa que significa “toco” (FIGURA 33).

Os entalhes basais (wave-cut notches) também são construídos através do engaste de rochas pela ação da água. Evidentemente, este tipo de feição, junto com os costões rochosos, leva tempo para ser formado, o que implica que o mar permaneceu num mesmo nível ou próximo por um período prolongado de tempo.

Figura 33 – Desenho esquemátic arco marinho (natural sea arch);

As rochas ou ar rapidamente pela precipitaç zona esta também relacion alternância entre clima sec geralmente se formam so inconsolidada, embora poss Entre os princip precipitação de calcita ou a resultado de altas temperat físico-química de calcita ou meteóricas ou não, com a á pela desgaseificação de CO carbonato de cálcio micrí 2005).

As porcentagen intergranular, de acordo com de 6a 29 %. A característi calcítico com alto Mg) apre próximos de zero e os de C conta que a quase totalidad de rios, estes autores consid para ocorrer a precipitação d águas do rio e a do mar.

tico de algumas feições de erosão costeira presentes na ); 2 – pilar marinho (stack) e 3 – “toco” marinho (stump

arenitos de praia (beachrocks) são formações r tação de carbonatos na zona de variação do níve ionada com a subida e descida das marés e c seco e úmido (BIRD, 2008). De acordo com sob uma fina camada de sedimento e asse ssam ser encontrados sobre qualquer tipo de em cipais mecanismos de formação dos arenitos u aragonita de alto teor de Mg provenientes d raturas, supersaturação de CaCO3 e/ou evapora

ou aragonita de baixo teor de Mg pela mistura d a água do mar; (c) precipitação físico-química CO2 da água dos poros dos sedimentos praiais

crítico como subproduto de atividade microb

ens de cimento carbonático estão entre 12 e com Maia et al. (1997) para as rochas de praia stica dos cimentos revela a origem marinha, o resenta altos teores de Na e Sr, os valores isotó e Ca são superiores a 2% (MAIA et al., no p ade das rochas de praia do Ceará está relacion sideram que há uma interação entre os ambien o do carbonato na linha de costa, por contraste

a Ponta de Jericoacoara: 1 – mp).

s rochosas consolidadas ível d’água subterrâneo, e com máximo grau de om Turner (2005), eles ssentam-se sobre areia embasamento.

os de praia estão: (a) a s da água do mar como oração; (b) precipitação ra de águas subterrâneas, ca de calcita e aragonita is e; (d) precipitação de robiológica (TURNER, e 42 % e a porosidade aia do litoral cearense, é , onde o HMC (cimento otópicos de oxigênio são prelo). Levando-se em ionada à desembocadura ientes fluvial e marinho ste entre a salinidade das