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3. Les marins étudiés

3.4. Les marins des dragues aspiratrices du PANSN

Apresento um conjunto de ferramentas para apoio aos trabalhos em espaços confinados, as quais espero que possam vir um dia a ser úteis a quem procure nesta dissertação informação e orientações sobre o tema:

• Apêndice 1 – Conteúdo Programático - Espaços Confinados

• Apêndice 2 – Modelo de Autorização para Trabalhos em Espaços Confinados • Apêndice 3 – Exemplo de Equipamentos para Espaços Confinados

• Apêndice 4 – Modelo Tipo – Identificação dos Espaços Confinados • Apêndice 5 – Algoritmo - Trabalhos em Espaços Confinados

• Apêndice 6 – Algoritmo - Deteção de Gases

• Apêndice 7 – Quadro resumo – Principais Caraterísticas dos Gases • Apêndice 8 – Algoritmo - Utilização do ARICA

Apêndice 1 – Conteúdo Programático - Espaços Confinados

Qualquer programa de formação sobre espaços confinados deverá ser ajustado à necessidade especifica de cada empresa, quer ao nível da carga horária, conteúdos, e metodologias para alcançar os objetivos.

Sugere-se que no mínimo a ação possa abordar temas tais como:

• Identificação de perigos em espaços confinados;

• Avaliação dos riscos específicos dos espaços confinados;

• Enquadramento legal e normativo aplicável aos espaços confinados; • Responsabilidade (empresa e trabalhador);

• Conceitos e definições sobre espaços confinados; • Deteção de gases (utilização de detetores de gases); • Sistemas de ventilação;

• Ar respirável (nível seguro de oxigénio); • Asfixiantes simples;

• Limites de inflamibilidade (explosividade);

• Toxicidade (consequência da toxicidade & limites de exposição); • Equipamentos adequados a espaços confinados;

• Proteção respiratória / Consumos e autonomias; • Situações de emergência num espaço confinado; • Técnicas de resgate remoto;

Por último referir que as formações técnicas carecem de componentes práticas fortes, onde os formandos necessitam de visualizar a aplicabilidade prática dos conceitos e o porque da sua aplicação.

Apêndice 2 – Modelo de Autorização para Trabalhos em Espaços Confinados

O modelo de autorização de trabalho que é apresentado não pretende ser uma alternativa aos modelos existentes ou um documemto que se substitua às fichas individuais de avaliação da atmosfera. Pretende-se sim que, este ou outro qualquer documento, alerte de forma inequívoca para a necessidade de dentro do espaço confinado se garantir como minímo um nível de 20,8% de oxigénio como valor seguro. O documento deve para isso dar destaque à informação do valor que seja registado de oxigénio e que ajude o trabalhador a perceber o que deve fazer de seguida.

Apêndice 3 – Exemplo de Equipamentos para Espaços Confinados

A oferta ao nível dos equipamentos é cada vez maior e mais diversificada, devem ser os adequados a cada tarefa e aos riscos que se pretendem minimizar.

Apêndice 4 – Modelo – Identificação dos Espaços Confinados

Em qualquer empresa um dos primeiros passos que deve ser dado é uma boa e correta identificação dos espaços confinados. É com base neste levantamento que se podem despoltar processos de dimensionamento de medidas de proteção. Esta identificação tem por base uma boa identificação dos perigos e uma correta avaliação dos riscos. Antes mesmo de se passar para a matriz de perigos e riscos, é importante fazer a quantificação e a identificação das principais caraterísticas de cada espaço.

Apêndice 5 – Algoritmo - Trabalhos em Espaços Confinados

Apêndice 6 – Algoritmo - Deteção de Gases

A melhor ferramenta que existe para validar a atmosfera no interior de um espaço confinado é um detetor de gases portátil. Um trabalhador para fazer uso deste equipamento deverá saber como utilizá-lo e acima de tudo como interpretar a informação que o equipamento lhe fornece.

Apêndice 7 – Quadro resumo – Principais Caraterísticas dos Gases

O quadro abaixo resume as principais carateristicas de alguns dos gases com os quais nos podemos cruzar dentro de um espaço confinado. Informa como se comportam e o que nos podem fazer (efeitos). Destaca-se a informação sobre a densidade relativa de cada gás, porque influencia a forma como deve ser utilizado o detetor de gases.

Legenda

DR-G Densidade relativa gases (ar) LIE Limite inferior de explosividade FC CH4 Factor de correcção gás/metano FC CH4 Factor de correcção gás/metano FC C3H8 Factor de correcção gás/propano

VLE-MP* Valor limite de exposição - média ponderada - retirados da publicação 2010 ACGIH VLE-CD* Valor limite de exposição - curta duração

EST Estabilidade

POL Polimerização (Capacidade de formar polímeros com reacção fortemente exotérmica (sem necessidade de oxigénio) LSE Limite superior de explosividade

PE Ponto de ebulição TI Temperatura de inflamação

TAI Temperatura de auto-ignição DR-L Densidade relativa líquidos (água) Efeitos I Inflamável T Tóxico C Corrosivo N Nocivo HS – Hidrosolubilidade N Não é hidrosoluvel S É hidrosoluvel SB Hidrosolubilidade baixa

Apêndice 8 – Algoritmo - Utilização ARICA

Como da deteção de gases pode resultar a informação de que a atmosfera pode conter um valor abaixo do normal de oxigénio (20,9%), e caso não se identifiquem no detetor de gases valores para a explosividade, então a proteção respiratória é uma das soluções que pode vir a ser preconizada, caso a ventilação forçada não tenha sido eficaz ou simplesmente não exista. O algoritmo abaixo foi produzido com o intuito de permitir uma correta utilização de um aparelho de respiração isolante de circuito aberto.

Apêndice 9 – Procedimento de Resgate Remoto

Os trabalhadores que desempenham a função de vigia, por regra não possuem formação especifica em resgate industrial, como também não são selecionados pela sua robustez física, o que significa que a vítima pode ter uma massa corporal igual ou superior ao vigia. Por regra é o vigia que reage em primeiro lugar a uma eventual situação de emergência, é por isso necessário que tenham ao seu dispor equipamentos adequados ao resgate, que não os exponham a riscos desnecessários. Recomenda-se que tenha ao seu alcance equipamentos para resgate à distância (remoto), para evitar a entrada no espaço confinado.

Aplicável nas situações em que a vítima se encontra numa cota inferior ou em profundidade e com o auxílio de uma vara é possível ligar o equipamento de resgate à vítima. O equipamento possui um volante ou em alternativa um eixo incorporado compatível com a instalação de um equipamento elétrico de rotação automática que permite elevar a vítima, e caso aplicável libertar o elemento de ligação em tensão, permitindo a movimentação (ascendente ou descendente) da vítima até a uma cota segura. Antes de iniciar qualquer manobra de resgate, o vigia deve despoltar o alerta para os serviços de emergência, informado do local, o seu nome, uma descrição sumária do que aconteceu, dos meios que têm ao seu dispor e da formação que têm em matéria de emergência.

Caso o equipamento para resgate remoto não seja possível de ser utilizado, porque a distância entre a entrada e o local de trabalho é superior aos equipamentos disponíveis, ou pela própria configuração do espaço, então deverá o planeamento do trabalho providenciar uma equipa de resgate espacializada em resgate industrial, para atuar de forma pronta e segura caso se verifique um qualquer acidente no espaço confinado.