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N. N/M — Where N is the IP address range and M is the bitmask

2.8.9.2.4. IPTables Match Options

CONCLUSÕES E CONSIDERAÇÕES FNAIS

O objetivo central desse trabalho foi investigar o impacto de percepção de suporte do supervisor e dos estilos de liderança sobre bem-estar do trabalho. Conforme os resultados apresentados no quinto capítulo, pode-se afirmar que o objetivo desse estudo foi alcançado e espera-se que ele possa trazer contribuições acerca da temática bem-estar no trabalho ampliando, assim, o conhecimento sobre saúde no ambiente de trabalho.

No contexto atual, as empresas têm passado por constantes e profundas transformações uma vez que o ambiente globalizado e competitivo impõe novos caminhos e, conseqüentemente, novas estratégias de atuação. Uma empresa é composta por várias dimensões: mercadológica, cultural, de processos e produção, tecnologia e serviços, bem como pelas dimensões estratégicas e financeiras. Porém, a dimensão humana é o eixo central de toda a estrutura da empresa, pois são as pessoas que articulam essas diversas dimensões. São as pessoas que fazem funcionar os sistemas e geram resultados, ou seja, são elas que geram qualidade, produtividade, criatividade e inovação. Por isso, são elas que fazem a diferença competitiva entre organizações. Atualmente, as empresas estão percebendo que além do conhecimento sobre o mercado, concorrência, custos, processos, tecnologia e outros fatores relacionados ao negócio, faz-se necessária a preocupação com questões relacionadas ao bem-estar no trabalho. A qualidade do produto e dos serviços está intrinsecamente relacionada às pessoas, ou seja, com a forma com que produzem, se elas se

sentem felizes, otimistas, satisfeitas com a vida e com o trabalho, como ressaltam Amaral e Siqueira (2004).

Dentro desse cenário, fica notório o quão importante será a empresa buscar, cada vez mais, ampliar a compreensão das variáveis que permeiam as sensações de prazer na execução do trabalho e o compromisso do indivíduo para com ela. A tarefa de investigar os fatores que levam indivíduos trabalhadores a desenvolver vínculos afetivos positivos com o trabalho e a organização é de responsabilidade de pesquisadores que escolhem o contexto de trabalho como escopo de investigação. Dentro dessa perspectiva, os estudos sobre bem- estar no trabalho tornaram-se uma alternativa de investigação que poderiam produzir conhecimentos capazes de levar os gestores organizacionais a planejar ações gerenciais que não só trouxessem resultados positivos para a efetividade organizacional como também promovessem e protegessem a saúde dos trabalhadores.

A análise descritiva das variáveis possibilitou observar que existe um alto grau de interdependência entre percepção do suporte do supervisor, estilos de liderança, satisfação no trabalho e comprometimento organizacional afetivo. Esse resultado dá sustentação para a proposição de que trabalhadores que acreditam no suporte de seu supervisor e reconhecem nele estilos de liderança voltados para o relacionamento, à tarefa e à situação são pessoas que mantêm forte compromisso com a empresa onde trabalham e manifestam alto grau de satisfação com o trabalho. Pelo exposto, ao ofertarem apoio a seus subordinados e promoverem seu bem-estar no trabalho, os gestores estariam também contribuindo para a efetividade organizacional.

Os resultados deste estudo revelaram que os impactos produzidos por percepção do suporte do supervisor e por fatores de estilo de liderança sobre o bem-estar no trabalho são todos positivos. Isto significa que o bem-estar no trabalho pode crescer na medida em que os subordinados fortalecem a crença de que seus superiores imediatos os apóiam, oferecendo ajuda quando for necessário, bem como se preocuparem com o seu bem-estar e satisfação, procurando criar significado no trabalho, mostrando-se dispostos a melhorar as condições de trabalho. Além disso, níveis mais elevados de bem-estar no trabalho ocorreriam se o supervisor adotasse estilos de liderança voltados para o relacionamento,

procurando ser atencioso, estimulador, confiante, com abertura e uma boa capacidade para ouvir, como também voltado para tarefas, no sentido de priorizar o trabalho, com prazos estabelecidos, solicitando o cumprimento de normas, regras e valorizando o respeito à autoridade.

Embora a literatura tenha dado maior ênfase aos estilos de liderança como fatores capazes de fazer florescer no trabalhador sensações positivas que poderiam ser entendidas como estados psicológicos fronteiriços ao conceito de bem-estar, os resultados deste estudo revelaram que os impactos de percepção do suporte do supervisor são maiores sobre bem- estar no trabalho do que estilos de liderança. Neste sentido, bem-estar no ambiente de trabalho sofre maiores influências em decorrência da percepção dos subordinados quanto à valorização das suas contribuições pelos superiores, através das suas preocupações com o seu bem-estar, bem como, pela disposição com que oferecem apoio quando necessário.

Diante das evidências reveladas por este estudo, torna-se fundamental para a organização que seus líderes estejam cientes do seu papel e que desenvolvam competências necessárias para o sucesso do seu negócio, que se realiza também através das pessoas. Porém, esse quadro mostra-se delicado dentro das organizações, ao se observarem duas situações que refletem um descuido em relação aos papéis da liderança. A primeira situação refere-se a promoções de excelentes técnicos para o papel de supervisão, muitas vezes, sem a verificação do preparo para assumir esse cargo e sem um plano de desenvolvimento de habilidades essenciais para uma liderança eficaz. Outra situação refere-se às estruturas dos programas de desenvolvimento de liderança que, para o alcance de melhores resultados nos negócios através da gestão de pessoas, abordam temas tradicionais tais como motivação e relações interpessoais, mais ignoram os avanços dos estudos científicos que já demonstraram, tanto no âmbito da promoção e proteção da saúde quanto no âmbito de fortalecimento de vínculos com o trabalho e a organização, a relevância que assumem, respectivamente, os suportes social e organizacional. Com vistas a otimizar o preparo de profissionais que irão assumir o papel de líderes organizacionais, sugere-se que os programas de treinamento para este fim incluam conteúdos referentes ao papel de suporte social e organizacional sobre comportamentos de liderados no contexto de trabalho.

A proposição teórica sobre bem-estar no trabalho ainda está sendo construída. Portanto, ainda não possui uma sistematização conceitual. Por isso, sugere-se a ampliação deste campo de pesquisas a fim de aumentar as evidências já sinalizadas por esse estudo, especialmente no que diz respeito ao papel do suporte do supervisor sobre comprometimento organizacional e satisfação no trabalho. Nesta direção, parece relevante investigar em outras amostras, distintas daquela usada neste estudo, as relações entre bem- estar no trabalho e outras variáveis do contexto social-organizacional tais como percepção de suporte social no trabalho, ofertas de programas organizacionais de promoção da saúde do trabalhador, qualidade de vida no trabalho e o papel das redes sociais no contexto organizacional.

Entende-se que a inclusão de um maior número de variáveis que representam o contexto social-organizacional em modelos teóricos que buscam desvendar os fatores capazes de explicar o bem-estar no ambiente de trabalho poderá favorecer o planejamento organizacional visando a promover e proteger a saúde dos trabalhadores.

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