O estágio II foi realizado numa turma de 3º ano, da Escola EB1 de Vila Real nº7 – Araucária. Tal como no estágio anterior, foram avaliadas tanto as aprendizagens dos alunos, como a nossa prática educativa.
Todas as semanas, numa ficha própria para tal, era feita uma auto-avaliação do trabalho desenvolvido por nós e avaliávamos também o trabalho das colegas (ANEXO 17) . Aqui descrevíamos como tinham corrido as aulas e o que devíamos melhorar.
Quanto à avaliação das aprendizagens das crianças, foram realizadas as três modalidades da avaliação. No início do estágio foi realizada uma diagnose do grupo, uma vez que, ajudamos na elaboração do Projecto Curricular de Grupo, e mais uma vez, a caracterização do grupo é um dos pontos deste trabalho.
A avaliação diagnóstica encontrava-se, ainda presente em todas as aulas através do questionamento oral, de modo a perceber as ideias prévias dos alunos sobre um determinado conteúdo e usarmos isso como ponto de partida para o leccionar.
Durante o tempo de responsabilização foram usadas listas de verificação, para apoiar a observação feita. Usámo-las para avaliar a produção de textos, o diálogo e quando eram realizados trabalhos de grupo, a participação de cada um nesse trabalho. (ANEXO 18). Depois de leccionado um conteúdo eram realizadas fichas de trabalho (ANEXO 19), de modo a avaliar as aprendizagens desenvolvidas pelos alunos. No final da semana as crianças faziam uma auto-avaliação do seu trabalho e do seu comportamento (ANEXO
20). Através deste processo, percebíamos as dificuldades que os alunos ainda sentiam,
os conhecimentos que adquiriram e ainda o que mais e o que menos gostaram, ajudando-nos a planificar as próximas actividades.
No final do período foram realizadas as fichas de avaliação, que foram dadas e classificadas por nós uma vez que, a docente teve um problema de saúde, que a obrigou a ficar de atestado, sendo substituída por uma nova docente. Esta por sua vez, por estar ainda numa fase de adaptação fez acrescer a nossa responsabilidade perante a turma. Devido às circunstâncias cooperamos mais afincadamente em algumas tarefas.
124 Participámos ainda na avaliação final de cada criança e na avaliação das actividades propostas no Plano Anual de Actividades, relativas ao primeiro período.
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Conclusão/Balanço Final
A realização deste relatório serviu como reflexão de todo o processo de estágio, tanto ao nível da Educação Pré-Escolar como do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Para além do relato da parte prática que incidiu sobre os aspectos geográficos, as instituições, a salas de actividades e sala de aulas, os grupos de estágio, a prática educativa e o processo avaliativo, também nos debruçámos sobre dois documentos fundamentais à prática nestes dois níveis: as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e o Currículo Nacional para o 1º Ciclo do Ensino Básico. A elaboração de um documento como este exigiu também uma grande pesquisa, tentando fundamentar com autores de referência tudo o que abordámos.
Em relação a este último aspecto sentimos algumas limitações, pois não existia muita bibliografia disponível. Para ultrapassar este problema valeu-nos a disponibilidade demonstrada por alguns docentes. Outro aspecto no qual sentimos também algumas dificuldades foi ao tentarmos adquirir informações acerca do meio envolvente das instituições, a informação à qual tínhamos acesso não se encontrava actualizada ou era inexistente.
Ao longo dos estágios deparámo-nos com muito trabalho, que exigiu bastante força de vontade e gosto pelo que se faz, trabalho esse que pensamos ser de extrema relevância para o nosso futuro profissional. Apesar de ser pouco tempo, tentámos tirar o máximo de partido das experiências proporcionadas. Termos turmas a nosso cargo foi uma experiência muito enriquecedora, contámos sempre com a ajuda da Educadora e da Professora Cooperante, dos docentes das unidades curriculares e, não menos importante, a ajuda de algumas colegas de curso, pois a partilha de experiências também enriqueceu muito o trabalho desenvolvido.
De dia para dia fomos dando conta da nossa evolução, tanto na preparação das aulas, como na sua execução e principalmente no contacto com as turmas. Essa evolução foi ainda mais notória na passagem do estágio I para o estágio II, apesar de terem ocorrido em níveis diferentes.
126 Concluindo todas as experiências pelas quais passámos fizeram-nos crescer tanto profissional como pessoalmente.
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Bibliografia Informática
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